quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Pescador encontra sapo de 20 kg na Malásia


Pescador encontra sapo de 20 kg na Malásia

Um cidadão chinês encontrou um sapo gigante, pesando cerca de 20Kg, em seu quintal, peso normal de uma criança de 7 ou 8 anos. Segundo o autor da descoberta, o anfíbio foi encontrado numa área montanhosa, na beira de um rio.

Segundo ele, sapo foi capturado por um amigo nos arredores da cidade de Gemenchech, no Estado malásio de Negeri Sembilan. O autor da foto, feita com um telemovel, disse que seu amigo ofereceu uma quantia considerável pelo anfíbio. Porém, quando foi buscar o sapo, descobriu que seu amigo tinha matado e comido o estranho ser.

fonte: O Dia Online

Crias de aves que exigem comida com maior insistência crescem menos


Os investigadores acreditam que o estudo poderia ajudar a compreender a psicologia infantil dos humanos

As crias de aves que exigem alimento com mais insistência acabam por pagar um preço “energético”: crescem menos e têm menos defesas, concluíram investigadores espanhóis.

Depois de estudar as crias de picanço-real (Lanius meridionalis), a equipa de investigadores coordenados por Gregorio Moreno – do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) - concluiu que as exigências exageradas de comida não compensam energeticamente. Este facto, assegura o estudo, tem uma razão de ser, ou seja, “assegurar que as crias não possam manipular os progenitores”, nem a quantidade de alimento que estes lhes dão.

O estudo, realizado com crias de picanço-real – ave com 23 a 25 centímetros e que nidifica em arbustos, presente por toda a Península Ibérica – foi publicado na revista “Journal of Biology”.

“As crias das aves, que nascem cegas, sem penugem e quase sem mobilidade, pedem comida através de um comportamento extravagante e chamativo. Mas esse comportamento tem um custo, já que as exigências insistentes se repercutem de forma negativa na capacidade de crescimento e de imunidade das crias”, explica Gregorio Moreno, em comunicado. 

Os investigadores acreditam que os resultados do estudo poderiam “ajudar-nos a compreender a psicologia infantil dos humanos, já que o choro dos bebés é análogo ao comportamento dos pedidos de comida das crias das aves”.

fonte: Público

Rússia adia regresso de astronautas da EEI


A Agência Espacial da Rússia anunciou na segunda-feira o adiamento de 08 para 16 de setembro do regresso de três dos seis astronautas que estão na Estação Espacial Internacional, devido à queda de um cargueiro espacial, na semana passada.

O cargueiro espacial Progress M-12M, que desapareceu no dia 24 de Agosto, depois de ter sido lançado do Cosmódromo Baiconur, no Cazaquistão, transportava mantimentos e aparelhagem para a Estação Espacial Internacional e deveria trazer de volta metade da tripulação dessa estação.

"Penso que será a 16 de setembro. A aterragem não terá lugar certamente no dia 08. Decidimos que temos a possibilidade de prolongar a estada dos astronautas. Queremos que a aterragem seja feita durante o dia, por isso não poderemos adiar para depois de 16 de setembro. Embora na estação haja recursos para três meses, para seis pessoas", disse Alexei Krasnov, porta-voz da Agência Espacial da Rússia (Roscosmos).

Na Estação Espacial Internacional encontram-se três astronautas russos, dois norte-americanos e um japonês.

O porta-voz da Roscosmos acrescentou que o envio de uma nova tripulação para a estação espacial será adiado de 16 de setembro para finais de outubro.

Krasnov revelou também que a Roscosmos tenciona enviar para o espaço duas naves não tripuladas antes da partida de um novo foguetão com astronautas a bordo.

fonte: DN

Pinguim perdido na Nova Zelândia já está a caminho de “casa” na Antárctida


O pinguim-imperador que se perdeu da sua colónia na Antárctida e deu à costa da Nova Zelândia, em Junho, iniciou hoje a sua viagem de regresso a “casa”, a bordo de um navio neozelandês.

Tornou-se, talvez, no pinguim mais famoso da Nova Zelândia, depois de ter se ter perdido da sua colónia na Antárctida. Desde que deu à costa neozelandesa, na praia Peka Peka, o animal esteve dois meses em convalescença no Zoo de Wellington. Quando lá chegou estava fraco e mal nutrido, depois de ter nadado mais de três mil quilómetros. Além disso, o pinguim foi submetido a uma intervenção cirúrgica para lhes serem retirados cerca de três quilos de areia do seu estômago e que ingeriu por engano, pensando ser neve. Na Antárctida os pinguins ingerem neve para se manterem hidratados.

Centenas de pessoas foram ontem ao Zoo despedir-se deste pinguim, um jovem macho que terá cerca de três anos e meio.

Hoje foi colocado a bordo do “Tangaroa”, um navio do Instituto Nacional de Investigação da Água e Atmosfera que iniciou uma expedição de um mês ao oceano Austral para estudar os stocks de peixe na região. O navio de exploração neozelandês leva a bordo uma equipa de veterinários e, de caminho, vai libertar o pinguim-imperador, depois de quatro dias de viagem.

“Há sempre alguma apreensão quanto ao que lhe vai acontecer uma vez libertado. Mas estamos muito entusiasmados”, comentou a responsável pela equipa de veterinários, Lisa Argilla, à televisão TVNZ.

O pinguim-imperador foi equipado com um dispositivo GPS que vai permitir aos investigadores e ao público seguir os seus movimentos.

Críticos denunciam os elevados custos desta operação de salvamento. Mas os defensores da natureza salientam que a odisseia deste pinguim veio criar um novo interesse pela protecção do Ambiente no país.

fonte: Público

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Armstrong quer que homem volte à Lua como preparação de viagem a Marte


O ex-astronauta Neil Armstrong, primeiro ser humano a pisar na Lua, quer a volta das viagens ao satélite natural da Terra como forma de preparação para uma missão a Marte. Armstrong, que deve falar ao Congresso americano nas próximas semanas sobre o futuro do programa espacial da Nasa após a reforma de suas naves espaciais, já criticou o presidente Barack Obama por ser “mal aconselhado” na questão. Segundo ele, “é bem sabido que o programa espacial americano enfrenta um certo caos actualmente”.


- Há opiniões múltiplas sobre quais devem ser os objectivos mais importantes e imediatos – disse em evento em Sydney, Austrália, na última quarta-feira, informou o site “Discovery News”.

Agora com 81 anos, Armstrong afirmou que a Nasa está no meio de uma “guerra de palavras” entre os poderes Executivo e Legislativo americanos, o que a deixou sem uma opção activa para substituir as naves espaciais em voos tripulados.

- Acredito que com o devidos tempo, reflexão e debate eventualmente chegarem ao objectivo certo. Só espero que façamos isso rapidamente – avaliou. - Eu sou a favor de irmos para Marte, mas acredito que isso muito difícil e muito caro com a tecnologia disponível actualmente. Por isso, também sou a favor de voltarmos à Lua. Fizemos seis viagens para lá e exploramos áreas tão pequenas quanto um quarteirão e talvez tão grandes quanto uma pequena cidade, o que nos deixa com 14 milhões de milhas quadradas (cerca de 36,2 milhões de quilómetros quadrados) que ainda não exploramos.

Segundo Armstrong, trabalhar na Lua permitirá aos cientistas praticarem “muitas das coisas que precisaremos quando formos mais longe no Sistema Solar” ao mesmo tempo em que mantêm um contacto relativamente próximo com o controle da missão. Ele considera as comunicações como um dos grandes problemas numa eventual viagem a Marte, com uma mensagem demorando cerca de 20 minutos para vir e chegar da Terra, contra atraso de apenas 1,5 segundo no caso da Lua.

- Antes que você tenha uma resposta para sua pergunta quase uma hora terá se passado, então é difícil que o controle da missão se envolva de forma significativa na ajuda numa situação – lembrou. - Será um desafio muito difícil pata as primeiras missões a Marte resolver esses problemas de atraso (nas comunicações). Acredito que vamos resolver esses problemas a tempo e criaremos uma maneira de fazer isso de forma segura, mas não podemos fazer isso agora.

O tempo da viagem a Marte também é outra grande preocupação, com as viagens mais rápidas só sendo possíveis quando o planeta estiver em sua maior aproximação da Terra.

- Mas a melhor hora de ir para Marte é quando ele estiver do lado oposto do Sol, o mais longe que ele pode ficar, porque isso gasta menos combustível. Mas também vai demorar cerca de sete meses para chegar lá, o que significa que você deverá carregar muitos sanduíches. Além disso, ao chegar lá a Terra já terá se movido e não estará mais na posição apropriada para a viagem de volta, então você terá que esperar um par de anos até que a Terra entre na posição certa.

Ainda assim, Armstrong afirmou que Marte é um “desafio valioso”, tendo por outro lado custos, demandas de tempo e riscos não enfrentados no programa lunar, principalmente os relacionados à radiação.

fonte: Extra

Cientistas indecisos se supernova será observável da Terra


Galáxia do Catavento, ou M101, na constelação da Ursa Maior, a seta verde aponta a Supernova PTF11kly

Quem se encontra no hemisfério norte do planeta terá talvez uma chance raríssima de observar uma supernova, que é gerada a partir da explosão de uma estrela.

Os cientistas, porém, dividem-se sobre se ela será visível ou não da Terra por telescópios comuns. Alguns dizem que sim e outros afirmam que não.

Mark Sullivan, que liderou o grupo da Universidade de Oxford responsável pela descoberta da supernova, disse à revista "Nature" que o brilho vai se intensificar nos próximos dez anos, em torno do início de setembro.

Conhecida como PTF11kly, a supernova estará tão perto da Terra que possibilitará estudos adicionais, incluindo aqui a energia negra, que teria acelerado a expansão do Universo.

A explosão da estrela que originou a supernova teria ocorrido entre 20 milhões a 25 milhões de anos-luz da Terra, na galáxia do Catavento, ou M101, que fica na constelação da Ursa Maior.

A última vez que uma supernova dessa classe ocorreu foi em 1972.

fonte: Folha.com

Suposto disco voador é filmado na Sibéria; dois dias antes foram vistas luzes no céu





Um vídeo gravado na remota região de Irkutsk (Sibéria, Rússia) mostra o que seria um disco voador pousado. Além disso, apareceriam nas imagens cinco alienígenas ao lado da nave.

O vídeo foi revelado dois dias após estranhas luzes no céu de Bayanday, também em Irkutsk, chamarem atenção dos moradores.

De acordo com Mike Cohen, especialista em UFOs, as imagens mostram que a Rússia também teve um episódio no mesmo nível daquele ocorrido em Roswell (EUA).


Eu acho que já vivi isso antes! A ciência por trás do déjà vu


Déjà vu é matéria de discussão, filmes, livros, mistérios. Mas o que é exatamente déjà vu? “É o sentimento que você já fez exatamente a mesma coisa antes – já esteve naquele lugar ou já realizou aquela actividade em particular – quando você sabe que não fez”, explica a especialista no assunto, Anne M. Cleary.

Segundo Cleary, nem todo mundo experimenta a sensação, mas a maioria das pessoas sim.

Talvez seja um curto-circuito no cérebro. Ou uma memória distante que escorregou para o presente. Ou as duas coisas e algo mais. Seja qual for o caso, o déjà vu não é apenas um sentimento estranho e irrelevante na vida: a melhor compreensão do fenómeno quase certamente levará a uma melhor compreensão de como nosso cérebro funciona.

Akira O’Connor, que estuda déjà vu na Universidade de St. Andrews, na Escócia, afirma que os jovens, da adolescência a meados dos 20 anos, experimentam mais déjà vu. Pessoas cansadas também têm a sensação com mais frequência, como aqueles que viajam muito. Mesmo com muitos mais anos armazenados em seus bancos de memória, as pessoas mais velhas não são tão propensas a déjà vu.

Quando a maioria de nós sente um déjà vu, achamos um pouco esquisito ou mesmo significativo – quem nunca pensou que poderia ser uma lembrança de uma vida passada?

A maioria simplesmente continua com seu dia. Outros não são tão sortudos: algumas pessoas sofrem de déjà vecu, uma sensação de já ter vivido antes.

“Parece louco, até divertido, mas na realidade é extremamente inquietante e muda drasticamente o comportamento das pessoas”, conta O’Connor. “As pessoas acham que experimentam a sensação mais fortemente com novas experiências. Como eles acham essa situação inquietante, tendem a evitar a novidade, com a triste consequência de que podem retirar-se do mundo para um pequeno universo de familiaridade, assistindo repetições de filmes e programas de TV o tempo todo porque isso lhes traz menos angústia”, explica.

Não há nenhum tratamento para pessoas com essa condição, que é muitas vezes relacionada com problemas de memória e envelhecimento.

Mas como pode ter um tratamento se não há nem uma compreensão clara do que causa o déjà vu e sentimentos relacionados a ele?

Cleary afirma que algumas possíveis causas da sensação estranha incluem erros na forma como o cérebro processa o mundo que nos rodeia ou breves disfunções neurológicas, como uma actividade cerebral espontânea que desencadeia um sentimento inadequado de familiaridade, ou uma pequena convulsão. Também, múltiplas causas podem trabalhar juntas.

Por enquanto, os investigadores estão a encontrar novas maneiras de analisar o déjà vu. Cleary está a usar realidade virtual para ver se pode acionar o sentimento nas pessoas e descobrir exatamente o que numa “cena” faz o déjà vu acontecer. Já se sabe que visão não é necessária, pois pessoas cegas têm déjà vu também.

“Os investigadores precisam descobrir o que causa a desconexão entre o sentimento de que algo é familiar, e saber que esse algo não pode ser familiar”, diz O’Connor. “Quero entender quais partes do cérebro estão associadas com o sentimento de familiaridade e quais partes estão associadas com o saber que algo deve ou não deve evocar memórias”, conta.

fonte: HypeScience

Instituto Seti volta a procurar ETs com nova doação


Cartazes com fotos de satélites, nebulosas e naves espaciais recebem o visitante que chega ao prédio de dois andares do Instituto Seti, na pacata Mountain View, cidade-sede de diversas empresas de tecnologia no vale do Silício, norte da Califórnia.

Réplicas de discos voadores e bonequinhos de alienígenas ficam discretos nas prateleiras de alguns cientistas do instituto, uma organização privada sem fins lucrativos que, desde 1984, procura sinais de vida inteligente fora da Terra.

"Há uma boa chance de haver vida lá fora. Se eu não acreditasse nisso, atravessaria a rua e dobraria meu salário trabalhando para alguma dessas firmas tecnológicas", diz Seth Shostak, astrónomo-sénior do grupo, que tem uma placa da Área 51 pendurada em seu escritório abarrotado de livros técnicos. "Isto é uma opinião, não é ciência. Mas ciência funciona assim. Se você não tiver a crença, não é motivado para ir atrás dos dados, das provas. É isso o que fazemos."

A principal arma de pesquisa do Seti é um conjunto de 42 antenas instaladas num observatório do extremo norte do Estado, chamadas de Conjunto de Telescópios Allen, em homenagem a Paul Allen, cofundador da Microsoft e doador de US$ 25 milhões para o projecto de US$ 50 milhões.

O complexo começou a funcionar em 2007 em parceria com a Universidade da Califórnia em Berkeley, que conduzia experências científicos paralelos aos de procura de sinais extraterrenos. Porém, com o corte no orçamento, a UC foi obrigada a se retirar, e as antenas foram desligadas em abril.

Neste mês, doadores particulares deram ao Seti cerca de US$ 200 mil para colocar as antenas de volta em acção, ainda que apenas só até o final do ano. Entre os doadores estava a atriz Jodie Foster, que no filme "Contacto" (1997) faz o papel de uma cientista inspirada em Jill Tarter, uma das fundadoras do Seti e pioneira da astrobiologia, um ramo científico de estudo da vida no universo.

"Será um desafio ano a ano para conseguir dinheiro para manter o conjunto", disse Tom Pierson, director administrativo do Seti, numa ampla sala decorada com um globo de metal e uma foto da Terra tirada da Lua. "Mas temos outros fundos a caminho, como um trabalho que faremos para a Força Aérea. Estamos procurando outros contratos como este."

Segundo Pierson, as antenas vão ajudar o governo a recolher dados sobre satélites e detritos orbitais numa missão não militar para evitar colisões no espaço. Por serem radiotelescópios, os instrumentos do Seti funcionam 24h e mesmo com chuva, ao contrário dos tradicionais ópticos, mais sensíveis porém "cegos" durante o dia e chuvas.

Além de Paul Allen, outras empresas de prestígio, como Google, Dell, Intel e Hewlett Packard, também já colaboraram com o centro que, em quase três décadas, já recebeu mais de US$ 250 milhões em subsídios de pesquisa vindos de instituições como a Nasa e a Fundação Nacional de Ciência dos EUA.

A maioria de suas pesquisas começa na Terra antes de chegar ao espaço, como a exploração de um lago congelado no Ártico em busca de vida em ambientes extremos. "Isto nos conta como a vida pode evoluir de forma bastante ampla e nos dá ideias de experiências a serem feitos pela Nasa em futuras missões em Marte, por exemplo", disse Pierson.

Na sede do instituto, trabalham cerca de 140 funcionários, boa parte cientistas dedicados a astrobiologia e apenas meia dúzia focada nos telescópios, já que o grosso do trabalho é feito por computadores. Há também educadores que desenvolvem currículo científico e um centro de pesquisas chamado Carl Sagan (1934-1996), antigo membro do comité do Seti.

O nome "seti" também é a sigla em inglês para "procura por inteligência extraterrestre", usada pela comunidade para a actividade de analisar ondas electromagnéticas, já que estas seriam a forma de transmissão mais rápida conhecida.

A conexão do instituto com parceiros ilustres do vale do Silício, a seriedade das pesquisas e o fluxo de dinheiro fazem com que o Seti se diferencie dos tradicionais caçadores de alienígenas.

"Procuramos por evidências de vida no espaço profundo. Não examinamos cadáveres de aliens ou sei lá o quê", disse Pierson. "Por causa da curiosidade natural, estaríamos interessados se fosse uma evidência real. Mas nunca apareceu nada concreto."

Desde que o instituto começou a fazer suas "escutas" do universo, com telescópios emprestados ao redor do mundo, apenas uma vez se chegou perto de captar um "sinal bom". Era 1997, e a excitação durou 18 horas, até se comprovar ser uma interferência mal captada da Agência Espacial Europeia.

"Ficamos bastante animados, ninguém foi para casa dormir, o coração batendo forte", lembra Pierson.

Seu colega Shostak foi mais céptico. "Fiquei confuso, na verdade. Minha primeira reação foi: 'Isto vai arruinar minha semana!'. É preciso ser realista, sabe?", disse o astrónomo, que recebe entre cinco a dez ligações por dia relacionadas a "informações secretas" sobre ETs, muitas vindas da América do Sul.

Mas o falso alarme serviu para provar que seria impossível manter uma descoberta em sigilo. Em duas horas de testes, o jornal "New York Times" já ligava para confirmar os rumores.

"As pessoas acreditam muito em conspirações, de que o governo fecharia tudo e manteria segredo", disse Shostak. "O governo mostrou algum interesse em 1997? Nada! A única pessoa que nos ligou foi um jornalista."

fonte: BOL

Investigadores descobrem exemplos mais antigos de madeira


Corte transversal de uma planta de 407 milhões de anos com uma pequena quantidade de madeira

Pequenas plantas com 400 milhões de anos ajudam a entender a evolução da madeira até o surgimento das grandes árvores

Duas pequenas plantas, ambas com aproximadamente 400 milhões de anos, são os exemplos mais antigos de madeira, segundo um novo estudo. A mais velha das duas plantas antecede outros antigos exemplos de madeira em pelo menos 10 milhões de anos.

Philippe Gerrienne, geólogo da University of Liege, na Bélgica, identificou os espécimes junto a colegas da França e dos EUA. Eles descrevem as plantas na edição actual da revista 'Science’.

As duas plantas são do período devoniano, e as secções transversais fossilizadas dos caules mostram anéis de células irradiando para fora do centro, como anéis de árvores. Um espécime tem 397 milhões de anos e vem do Canadá; o outro, da França, tem estimados 407 milhões de anos.

Anteriormente, investigadores costumavam debater se a madeira teria evoluído para ajudar as plantas a crescerem mais, ou se desenvolvido como um meio para as plantas puxarem a água para cima.

Como as plantas recém-identificadas tinham apenas alguns centímetros de altura, os investigadores escreveram que é mais provável que a madeira servisse como um sistema de encanamento para puxar a água. Embora as origens da madeira permaneçam um mistério, cientistas acreditam que ela possibilitou o surgimento das grandes plantas perenes.Os resultados também sustentam pesquisas anteriores indicando que a madeira pode ter evoluído de maneira independente para diferentes linhagens de plantas e em diferentes locais.


Cubano sobreviveu ao impacto de seis raios em 18 anos


Jorge Márquez, um camponês cubano de 62 anos, recebeu o apelido de "para-raios" depois que sobreviveu a seis descargas eléctricas num período de 18 anos, informa a imprensa local.

O primeiro raio o afectou quando estava em seu trator em 5 de junho de 1982. 

"Caí encolhido, Este raio perfurou meus tímpanos e durante um tempo não consegui movimentar a mão direita", conta.

Também sofreu queimaduras nas costas, no couro cabeludo e perdeu as obturações nos dentes.

Os outros raios o afectaram em 2 e 23 de junho de 1987, 8 de julho de 1998, em 1991 (sem data precisa) e 13 junho de 2005, dentro de sua própria casa, na área de La Julia, província de Las Tunas, 650 km ao leste de Havana.

Ninguém sabe explicar porque recebeu tantas descargas eléctricas.

"Antes de morrer queria que alguém me estudasse com profundidade", disse.

fonte: BOL

EUA projectam centrais nucleares para Lua e Marte


Ilustração conceito de uma central nuclear na Lua: capacidade para 40 quilowatts

Centrais teriam tamanho de malas de mão e forneceriam energia a eventuais assentamentos humanos no satélite e no planeta.

As primeiras centrais de energia nuclear para os futuros assentamentos na Lua e em Marte já estão a caminho, anunciou neste domingo o responsável pelo projecto no encontro anual da Sociedade Americana de Química, realizado em Denver. 

James Werner, director do Laboratório Nacional de Idaho, do Departamento de Energia (DOE, na sigla em inglês), e sua equipa devem finalizar uma demonstração desta tecnologia no início de 2012. A construção destas centrais serviria para produzir a electricidade necessária para as bases permanentes - habitadas ou não - na Lua, em Marte e em outros planetas aos quais as naves espaciais conseguissem chegar no futuro. 

Trata-se de um projecto conjunto entre o DOE e a Nasa (agência espacial americana), que estabeleceu como metas chegar a um asteroide em 2025 e a Marte em 2030. Segundo explicou Werner, as novas tecnologias de fissão para a aplicação de energia a esse tipo de superfícies são muito diferentes das aplicadas a estações de energia nuclear na Terra, que necessitam de grandes espaços por suas dimensões e suas grandes estruturas, como as torres de refrigeração.

"As pessoas nunca reconheceriam o sistema de energia de fissão (em Marte ou na Lua) como um reactor de energia nuclear", afirmou Werner. O cientista explicou que o sistema poderia ter aproximadamente 30,5 centímetros de largura por 61 de altura, "aproximadamente o tamanho de uma mala de mão" e não necessitaria de torres de refrigeração. 

Werner afirmou que "um sistema de energia de fissão é uma unidade compacta, confiável e segura, que pode ser fundamental para a criação de bases em outros planetas". As células fotovoltaicas e o combustível foram os pilares para a geração de electricidade para as missões espaciais até agora, mas apesar da energia solar funcionar bem nas órbitas terrestres, os especialistas garantem que a energia nuclear oferece algumas características únicas. 

"A maior diferença entre os reactores de energia solar e nuclear é que os reactores nucleares podem gerar energia em qualquer ambiente", explicou Werner. "A tecnologia de fissão nuclear não depende da luz solar, por isso é capaz de produzir grandes quantidades constantes de energia durante a noite ou em ambientes hostis, como os da Lua e Marte", afirmou. 

Como exemplo, indicou que um sistema de energia de fissão na Lua poderia gerar 40 quilowatts ou mais de energia eléctrica, aproximadamente a mesma quantidade de energia necessária para alimentar oito casas na Terra. "A tecnologia de fissão nuclear pode ser aplicada na Lua, em Marte ou onde a Nasa necessitar de energia contínua", indicou Werner.


As conspirações da vida real

Forças ocultas, CIA nos bastidores, populações envenenadas: tudo isso aconteceu de verdade! Conheça conspirações que foram da teoria para a prática.


Rudolf von Gertsdorff

HITLER ESCAPOU POR DOIS MINUTOS 
ONDE E QUANDO - Alemanha, 1943.
CONSPIRADORES - Militares alemães.
OBJETIVO - Assassinar Adolf Hitler e negociar o fim da 2ª Guerra.



Entre 1942 e 1945, o Führer foi alvo de 29 atentados. Ou melhor: 30. Houve um complô com ares de lenda só confirmado recentemente. Em 1943, com a guerra indefinida, gente do alto comando alemão já tentava matar Adolf Hitler. 

A oportunidade surgiu com uma visita do líder a um armazém de armas - seu guia seria um coronel conspirador. 

No dia marcado, Rudolf von Gertsdorff escondeu nos bolsos dois explosivos, e, assim que o líder alemão entrou no prédio, acionou-os para detonar em 10 minutos. Na hora certa, ele iria se atirar sobre Hitler em um ataque suicida. 

O führer começou a visita andando tranquilamente, mas, após 3 minutos, ficou agitado e apertou o passo. 

Passaram mais 5 minutos e Hitler foi embora às pressas, sem explicações. O conspirador só teve tempo de correr ao w.c., desativar as bombas e atira-las para a sanita. 

"Dizia-se que Hitler tinha um sexto sentido para o perigo", afirma Roger Moorhouse, autor de Quero Matar Hitler. Adolf acabaria cometendo suicídio num bunker nos arredores de Berlim, em 1945.



Salvador Allende 

CIA DEPÔS PRESIDENTE DO CHILE 
ONDE E QUANDO - Chile, 1973. CONSPIRADORES - Agentes da CIA.
OBJETIVO - Derrubar o governo do presidente Salvador Allende.



Neste caso, valem todos os clichês das teorias das conspirações. A CIA manipulou a opinião pública, deu dinheiro e suporte militar a grupos contrários ao presidente eleito e ajudou a arquitectar um ataque militar directo contra o presidente de um país estrangeiro. 

O resultado foi a deposição e morte do polémico e impopular presidente do Chile, Salvador Allende, e sua substituição pelo ditador Augusto Pinochet, que ficou no poder até 1990. 

A princípio, a CIA seguiu a fórmula de sucesso que aplicava em outros países desde os anos 50: os espiões forneciam dinheiro, armas e treino a grupos oposicionistas alinhados com os EUA. Se desse errado, Washington negava. 

Mas, a partir da eleição de Allende, em 1970, a situação mudou. Sentindo que o governo socialista havia dividido o país radicalmente, o presidente Nixon deu ao chefe da CIA, Richard Helms, uma ordem clara: "Façam a economia gritar". 

A CIA mandou pelo menos 30 agentes para orientar os oficiais liderados pelo general Pinochet - que se reuniu pessoalmente com americanos. 

O comandante do Exército chileno, René Schneider, avesso a golpes, foi assassinado pelos militares golpistas. Cercado por militares no palácio presidencial, Allende cometeu suicídio - um ataque final supervisionado pelo secretário de estado dos EUA Henry Kissinger.



D. Pedro 1º 

D. PEDRO 1º EM CHAMAS
ONDE E QUANDO - Brasil, 1824.
CONSPIRADORES - Políticos liberais.
OBJETIVO - Assassinar dom Pedro 1º.



Em novembro de 1823, o primeiro monarca do Brasil perdeu a paciência com a Assembleia Constituinte e resolveu fazer na força sua própria Constituição. 

Aprovou sozinho o texto e, na noite do mesmo dia, foi com a família ao Real Teatro de São João. Ele não sabia, mas políticos liberais e republicanos não queriam que ele deixasse o local com vida. 

O plano lembra o filme Bastardos Inglórios: tocar fogo nas poltronas e aproveitar o caos para balear o imperador. 

A primeira parte deu certo - o princípio de incêndio realmente provocou o caos. Acontece que a família imperial foi rapidamente retirada e ninguém foi ferido. 

O atentado só veio a público depois da volta de Pedro para Portugal, em 1831. Enquanto liderou o país, o rei optou por abafar o caso e não procurar por culpados. 



Osho 

SALMONELA NAS ELEIÇÕES 
ONDE E QUANDO - EUA, 1984.
CONSPIRADORES - Seguidores de Osho.
OBJETIVO - Impedir eleitores de votar.



Num único dia, 10 restaurantes da cidadezinha americana de Dalles, em Oregon, foram deliberadamente contaminados com salmonela, um tipo de bactéria que ataca o sistema digestivo. 

Foi o maior caso de terrorismo biológico da história americana, liderado por uma facção radical de seguidores do guru espiritual Osho, que tinha uma comuna na região. 

A ideia era impedir o eleitorado de sair do w.c. e chegar às urnas - enquanto isso, o pessoal do Osho compareceria e elegeria seus próprios candidatos. 

Deu certo: 751 degustadores de saladas contaminadas passaram mal, com 45 internações no hospital - ninguém morreu. 

Mas é claro que o caso chamou atenção, a investigação chegou aos culpados e as eleições foram suspensas. 

Dois líderes foram presos e cumpriram 29 meses numa prisão de segurança mínima. Ah, nenhum dos candidatos do grupo foi eleito.



Prescott Bush 

UMA DITADURA FASCISTA NA AMÉRICA 
ONDE E QUANDO - EUA, 1933.
CONSPIRADORES - Empresários, políticos e o avô de George W. Bush.
OBJETIVO - Derrubar o presidente e instalar um regime de direita.



Se você acha que o gosto por golpes de Estado é coisa de sul-americano, preste atenção nesta história. 

Em 1933, um grupo de empresários dos EUA, incluindo os presidentes da GM, da Goodyear, do Chase Bank, da DuPont e da Standard Oil, começaram a se reunir para conspirar contra o presidente Franklin Roosevelt (1881-1945). 

O plano era derrubar o mandatário e transformar a América numa ditadura de orientação fascista. 

O líder da chamada American Liberty League era o senador Prescott Bush (1895-1972), pai de George H. Bush e avô de George W. Bush. 

O plano nunca saiu do nível das conversas porque o general Smedley Butler (1881-1940), convidado para arregimentar um grupo de 500 mil (!) veteranos a fim de atacar a Casa Branca, não só se recusou a participar como ameaçou denunciar o grupo.


Forte sismo sentido na capital timorense


Um sismo forte de magnitude 6,8 na escala de Richter foi sentido hoje em Timor-Leste, com epicentro no mar de Banda, 276 quilómetros a nordeste de Díli, anunciou o instituto de geofísica dos Estados Unidos.

O sismo ocorreu quando eram 15h57 na capital de Timor-Leste (7h57 em Lisboa), onde alguns residentes saíram para a rua.

Cerca de meia hora depois, não havia relatos de eventuais vítimas ou danos provocados pelo sismo em Timor-Leste.

fonte: Sol

Alegada mulher mais idosa do mundo vive no Brasil


A alegada mulher mais idosa do mundo, que faz parte de uma tribo indígena brasileira que vive na Amazónia, completará 121 anos no sábado, anunciou hoje a Organização Não-Governamental britânica Survival International.

De acordo com a organização, estima-se que Maria Lucimar Pereira, da tribo Kaxinawá, nascida em 1890, seja a mulher mais idosa do mundo.

"Maria nunca viveu numa cidade e atribui a sua longevidade a um estilo de vida saudável", lê-se num comunicado da Survival International, sediada em Londres.

Maria não come sal, açúcar ou alimentos processados. "Só come comida natural da floresta, carne grelhada, macaco, peixe, mandioca e papas de banana", lê-se ainda no site.

Uma cópia da certidão de nascimento lavrada no distrito de Dimpolis, na comarca do Feijó, Estado do Acre, no leste do Brasil, datada de 1985, certifica o nascimento a 3 de Setembro de1890.

A Survival International, uma organização que faz campanha pela defesa das tribos indígenas, relata que, dos 80 habitantes da aldeia de Maria Lucimar, quatro têm mais de 90 anos.

A pessoa mais idosa do mundo oficialmente reconhecida pelo Livro dos Recordes do Guinness é a norte-americana Besse Cooper, que celebrou a 26 de Agosto 115 anos.

A anterior recordista, a brasileira Maria Gomes Valentim, de 114 anos, morreu a 21 de Junho.

fonte: DN

83 mortos entre as 5500 pessoas usadas como cobaias


Cientistas dos EUA usaram como cobaias 5500 pessoas da Guatemala em experiências levadas a cabo entre 1946 e 1948, sem conhecimento dos envolvidos e às escondidas da comunidade científica internacional. Foram infectadas propositadamente cerca de 1300 pessoas com doenças venéreas, causando a morte a 83, revela a comissão de inquérito criada por Barack Obama.

"Cremos que houve 83 mortos. Não sabemos até que ponto estas mortes estiveram directa ou indirectamente relacionadas com estas experiências. Houve um esforço claro e deliberado de enganar tanto os sujeitos das experiências como a comunidade científica e a comunidade em geral, que se teriam oposto" às experiências, afirmou Stephen Hause, da Universidade da Califórnia, durante a sexta reunião da Comissão Presidencial para o Estudo de Assuntos de Biética norte-americana, em Washington, que está a investigar este caso.

Segundo Hauser, o estudo envolveu 5500 pessoas, divididas em dois grupos: um submetido a estudos de diagnóstico e outro que foi intencionalmente inoculado com agentes patogénicos. Mais de 1300 pessoas foram infectadas com doenças venéreas, por contacto directo com outros infectados, inclusive prostitutas, ou por inoculação, mas apenas 700 receberam "algum tipo de tratamento".

De acordo com o El Mundo, a comissão de investigação norte-americana foi criada pelo Presidente Barack Obama, que quer apurar o que se passou na Guatemala e saber se as autoridades têm actualmente mecanismos que evitem a repetição de casos destes. O grupo de inquérito analisou mais de 125 mil documentos relacionados com estes experiências. Amy Gutmann, presidente da comissão, considera que estas experiências financiadas pelos Institutos Nacionais de Saúde foram um "capítulo obscuro" da história dos EUA e "o melhor que se pode fazer, enquanto norte-americanos, é trazê-los à luz".

No caso da gonorreia, o objectivo das experiências era "provar a eficácia da variedade de medidas profilácticas, incluindo várias loções químicas, assim como a penicilina por via oral". Também se pretendia analisar as mudanças no corpo provocadas pela inoculação da sífilis e perceber se havia diferenças entre o contágio por coelhos doentes ou por pessoas infectadas, adianta o El Mundo.

De acordo com Hauser, houve dois tipos de estudos, uns em que se analisavam o sangue e outros fluidos dos sujeitos e outros de "exposição intencional" através de inoculações: foram cerca de 50 experiências distintas com gonorreia e sífilis, recorrendo a prostitutas infectadas ou injecções directas com estas doenças.

fonte: DN

Jovem matou e comeu homem que conheceu na Net


Policia Russa

As autoridades de Mourmansk, no noroeste da Rússia, prenderam um jovem acusado de matar e comer um homem que conheceu através de um site para encontros homossexuais.

O suspeito, com 21 anos, terá convidado a vítima, de 32 anos, para ir até sua casa, onde o envenenou e cortou em pedaços, com o intuito de comer a carne, avança o jornal espanhol "El Mundo". De acordo com outras fontes, o homem poderá ter sido esfaqueado até a morte.

Aliás, Fyodor Blioudionov, chefe do Comité de Investigação de Novosti, disse, citado por uma agência de notícias local, que "o único motivo para a morte era o desejo do jovem de comer carne humana".

As autoridades acreditam que o jovem poderá ter atraído até sua casa cerca de "uma dúzia de pessoas".

Durante uma semana, o homem de 21 anos cozinhou os restos da carne da vítima de várias maneiras, desde bifes, hambúrgueres e salsichas. Tendo, inclusive, gravado a preparação dos cozinhados, que depois divulgou na Internet.

fonte: JN

Artista só consegue desenhar a dormir


É invulgar e está a atrair as atenções das galerias de arte em todo o mundo. Lee Hadwin é um artista plástico que, diagnosticado com sonambulismo desde criança, só consegue desenhar durante a noite enquanto dorme.

O ‘artista sonâmbulo’, como ficou conhecido, nasceu no País de Gales e é considerado pelo Instituto do Sono de Edimburgo um «caso único». Isto porque Hadwin não tem qualquer experiência, talento ou interesse por arte no seu estado consciente.

Todavia, durante os episódios de sonambulismo, o artista de 36 anos desenha sobre várias superfícies, desde as paredes, a folhas de papel ou roupa. «Desde criança que é assim. A minha mãe e amigos descobriam de manhã desenhos pelas paredes da cozinha», refere Hadwin no seu site.

fonte: Sol / Daily Mail

Esculturas de Nemrut vão para museu


As monumentais esculturas do Monte Nemrut, classificadas pela UNESCO, vão ser trasladadas para um museu devido à crescente erosão a que são submetidas pelas condições climáticas e pelas milhares de visitas turísticas.

O ministro da Cultura e do Turismo, Ertugrul Günay, explicou à cadeira de televisão turca NTV que, após ter estudado várias soluções, decidiu que a mais prática para a conservação deste monumento era trasladar as esculturas para um museu e colocar cópias na montanha, embora existam especialistas que se opõem a esta trasladação.

De acordo com a cadeia de televisão, os restos arqueológicos, datados do século I antes de Cristo, foram descobertos durante escavações realizadas em 1881 por Charles Sester e estão actualmente em risco.

As esculturas talhadas na rocha, que exibem as cabeças de Antíoco e de vários deuses com formas de animais, têm sofrido vários estragos ao longo do tempo devido às condições climáticas e aos milhares de visitantes que recebem anualmente por serem um símbolo turístico na Turquia.

fonte: DN

domingo, 28 de agosto de 2011

UNESCO teme pela segurança do património na Líbia


As ruínas de Sabratha poderão estar em risco de desaparecer, alerta UNESCO

Directora-geral apela à protecção dos bens culturais "neste período de transição".

Ao contrário do que aconteceu no Egipto, onde várias obras de arte e sítios arqueológicos foram roubados e destruídos durante os tumultos que levaram à queda de Hosni Mubarak, na Líbia ainda não existem notícias de bens culturais danificados ou saqueados. Mas a UNESCO já lançou o alerta e teme pela segurança do património líbio.

Irina Bokova, directora-geral da agência da ONU, pediu aos líbios e a todos os envolvidos no mercado internacional de arte antiga para ficarem atentos e protegerem o património, tendo em conta os últimos acontecimentos no país.

"O património de uma nação é essencial para a capacidade de os seus cidadãos preservarem a sua identidade e auto-estima, de aproveitarem a sua diversidade e história para construírem um melhor futuro", escreveu Bokova em comunicado, pedindo a todos que salvaguardem e lutem contra as pilhagens.

A responsável sublinhou que o período de combates é propício ao aparecimento de "pessoas sem escrúpulos" que põem em risco a integridade de peças de arte e complexos arqueológicos. "A experiencia mostra-nos que há um sério risco de destruição."

A Líbia tem cinco bens inscritos na lista do Património Mundial da UNESCO, consideradas as cinco jóias do país. A cidade romana de Leptis Magna, as ruínas de Sabratha, as da cidade de Cirene, a antiga cidade desértica de Ghadames, assim como as pinturas rupestres de Tadrart Acacus, com 14 mil anos, podem estar em risco de desaparecer.

Apesar de o apelo da UNESCO só surgir agora, os especialistas há muito tempo que acusam o regime de Khadafi de negligenciar os bens arqueológicos, defendendo que, ao investir prioritariamente na indústria do petróleo, o coronel remeteu para último plano a herança cultural do país, que se tem vindo a degradar. 

Para Irina Bokova, estes lugares poderão ter um papel crucial no desenvolvimento do país depois desta fase de transição. A Líbia deverá aproveitar o seu património e os seus monumentos para atrair um novo número de turistas. A responsável mostrou-se ainda disponível para elaborar um plano de protecção do património "logo que seja possível".

fonte: Público

Golfinhos aprendem a pescar com conchas


Investigadores acreditam que um inovador método de pesca com conchas pode estar a espalhar-se entre a população de golfinhos de Shark Bay, no Oeste da Austrália. Os cientistas fotografaram golfinhos-nariz-de-garrafa (Tursiops aduncus) a segurar conchas com o bico e a sacudi-las no ar fazendo com que a água saísse de dentro delas, assim como os peixes que estavam lá escondidos.

O investigador Simon Allen, da Universidade de Murdoch, diz que o comportamento - raramente visto anteriormente - parece estar a tornar-se mais frequente na zona. E enquanto outras técnicas de pesca usadas por golfinhos são ensinadas de mãe para filhos, o uso de conchas pode estar a passar entre golfinhos do mesmo grupo.

fonte: DN

Caminhar pode ser a próxima forma de carregar o telemóvel


O invento pode ser usado em calçado convencional

Cientistas desenvolveram um aparelho que se coloca nos sapatos e que contém minúsculas gotas de um fluído especial, que se mexem à medida que a pessoa caminha e cujo movimento é transformado em energia eléctrica.

A ideia é aproveitar a energia mecânica gerada pelo caminhar e convertê-la em electricidade capaz de recarregar a bateria de aparelhos como telemóveis, leitores de MP3 e computadores.

A tecnologia está descrita num estudo divulgado nesta terça-feira na publicação científicaNature Communications. Os autores, Tom Krupenkin e Ashley Taylor, da Universidade de Wisconsin–Madison, já criaram uma empresa para tentar comercializar a ideia. 

“A recolha de energia mecânica é particularmente promissora para aplicações portáteis quando se usa fontes de grande energia como a locomoção humana, mas actualmente o uso está substancialmente limitado pelo baixo resultado dos conversores de energia”, refere o artigo científico.

A solução apresentada é uma espécie de palmilha, que pode ser usada em calçado convencional e que tem pequenas bolsas que armazenam o fluído cujo movimento se converte em electricidade. Podem ser usados vários tipos de líquidos, incluíndo água, mas os cientistas desenvolveram um fluído especial que torna o processo mais eficiente.

Depois de obtida a energia, o desafio é passá-la para os aparelhos a carregar.

A energia gerada a caminhar “pode ser usada para alimentar directamente uma série de dispositivos, de smartphones a portáteis, passando por rádios, aparelhos de GPS, óculos de visão nocturna e lanternas”, explica o site da empresa. 

Para isto, uma hipótese é simplesmente usar um cabo de ligação entre o aparelho a carregar e o dispositivo que recolhe a energia – o que, porém, pode facilmente trazer uma série de incómodos. 

Outra hipótese, no caso dos telemóveis, seria usar um dispositivo de ligação sem fios no calçado, que servisse de intermediário entre o telefone e a rede móvel – assim, a ligação à rede, um dos processos que mais energia gasta num telemóvel, ficaria a cargo de um aparelho constantemente alimentado pelo caminhar do utilizador. A ligação do telemóvel a este aparelho requer menos energia do que a ligação à rede.

Os dois investigadores estão a desenvolver vários modelos do aparelho para recolher energia. O mais básico, dizem, não deverá “exceder o custo do próprio calçado”.

fonte: Público

Descoberto planeta de diamante


Trabalho artístico divulgado pelo CSIRO (Centro de Investigação Científica na Austrália) que projeta o aspeto do novo planeta

Novo planeta encontra-se a uma distância de 4 mil anos-luz da Terra e tudo indica que é composto por diamante.

O novo planeta foi descoberto na Via Láctea por uma equipa internacional de astrónomos liderada por Matthew Bailes, professor na Universidade de Tecnologia de Swinburne, em Melbourne, Austrália. 

Localizado a uma distância de 4 mil anos-luz, tudo indica que o planeta é composto por carbono cristalino, ou seja, diamante, e pode vir a chamar-se Lucy.

Aproximadamente cinco vezes maior do que a Terra, o planeta orbita em torno da estrela de neutrões J1719-1438, num movimento de translação com a duração de duas horas e dez minutos.

Foi a monitorização da estrela J1719-1438, efetuada por telescópios instalados na Áustrália, Reino Unido e Havai, que permitiu aos astrónomos detetarem a existência deste novo planeta.

Planeta feito de diamante

O novo planeta descoberto é composto por uma forma alotrópica de carbono, identificada como diamante, mas a sua aparência real é ainda um mistério. Segundo Ben Stappers, da Universidade de Manchester, "não acredito que a imagem de um objeto muito brilhante seja o que vamos encontrar". 

O planeta descoberto tem aproximadamente a mesma massa que Júpiter, mas esta é 20 vezes mais densa. 

Para além do carbono identificado, é provável que o planeta também contenha oxigénio à superfície, mas a sua densidade sugere que elementos como o hidrogénio e o hélio, que fazem parte de planetas como Júpiter, não estão presentes.

fonte: Expresso

Homem substituiu o olho por uma câmara de filmar








Cineasta canadiano encontrou uma forma interessante de lidar com um acidente de infância que o deixou cego

O cineasta canadiano Rob Spence, que perdeu um olho num acidente quando era criança, colocou uma prótese com uma câmara de filmar wireless para gravar um documentário.

Através do seu projecto chamado EyeBorg, Rob Spence conseguiu patrocínios de centros académicos de pesquisa em tecnologia e de empresas que desenvolvem equipamentos microscópicos para desenvolver a prótese. O dipositivo não está ligado ao cérebro de Rob Spence, por isso, não lhe restituiu a visão, mas a câmara capta exactamente o que Rob Spence vê com o outro olho e envia os dados através de um dispositivo wi-fi incorporado, tudo isto num aparelho do tamanho de um olho normal.

fonte: TVI 24

Cubano nasceu com seis dedos em cada mão e em cada pé


Em Cuba, um homem nasceu com seis dedos nas mãos e nos pés, dá graças a Deus por ser assim. É conhecido como o "vinte e quatro" de Cuba e ter seis dedos até tem vantagens.

fonte: RTP

70% dos homens espanhóis e britânicos são aparentados com o faraó Tutankhamon


Segundo o estudo de ADN realizado por um grupo de geneticistas suíços, até 70% dos homens espanhóis e britânicos são aparentados com o faraó Tutankhamon, governante do Egipto há mais de 3000 anos.

O mesmo estudo indica que no caso do resto dos europeus a percentagem seria de 50%. Para chegar a esta conclusão, os cientistas conseguiram reconstruir o perfil genético tanto do faraó como do seu pai Akenatón e do seu avô Amenhotep III. Este perfil genético é conhecido como haplogrupo R1b1a2 e indica que se partilha um antepassado comum.

Segundo Roman Scholz, director do centro que realizou o estudo: "Foi muito interessante descobrir que pertencia a um grupo genético que existe na Europa. Havia muitos grupos possíveis no Egipto a que podia pertencer o ADN. Acreditamos que o antepassado comum vivia no Cáucaso há cerca de 9500 anos." Scholz indica que a migração inicial deste perfil genético para a Europa começou com a expansão da agricultura em 7000 a.C.

Os Cultos Satânicos e Suas Vítimas Traumatizadas


O satanismo geralmente remete à imagem de figuras vestidas de negro que sacrificam animais em rituais secretos e adoram as trevas. 

É verdade que de vez em quando eles resolvem ser mais criativos e atiram uma boneca de uma passarela para provocar um acidente ou pintam uma suástica numa igreja católica para chamar um pouco de atenção. 

O mais provável, porém, é que os envolvidos nessas actividades sejam pessoas comuns, que tomam café de manhã na padaria, trabalham num shopping e pensam que Marilyn Mason é uma pessoa de verdade, não um personagem. 

Entidades realmente assustadoras não têm o costume de anunciar sua presença, e é em boa parte por isso que os cultos satânicos escapam aos olhos do público e encontram espaço em todos os sectores da sociedade. 

Durante centenas de anos, essas organizações secretas valeram-se do mais simples dos métodos de recrutamento e conversão: o medo. 

Na verdade, uma das maiores ameaças do satanismo está no efeito que sua violência ritualística produz sobre suas vítimas. 

Claudia Fliss é psicoterapeuta e a maior especialista da Alemanha em traumas gerados pela violência ritualística. Ela ajuda a reabilitar antigos membros de cultos satânicos há duas décadas. 

Claudia já ouviu centenas de relatos de ex-satanistas, e os exemplos que ela deu fazem as histórias mais comuns relacionadas ao culto do demónio parecerem brincadeira de criança. 

As vítimas reportam com frequência casos de canibalismo, assassinato e estupro de crianças. E o mais perturbador foi a serenidade e a familiaridade com que Claudia mencionou esses acontecimentos - ela ouve esse tipo de relato o tempo todo. 

Quando achei que já tinha ouvido de tudo, Claudia me informou que a maioria de seus pacientes nasceu no seio de ordens satanistas e foi “programada” desde cedo para obedecer aos pais e aos membros mais velhos da seita. 

Um dos primeiros estágios dessa programação envolve fechar a criança numa caixa e acionar um “gatilho” sonoro, como um determinado toque de celular ou apito. 

O objectivo é fazer com que a criança associe tal barulho a uma sensação de pavor, um método de controle que se mostra bastante eficaz quando a pequena vítima é solta, o que aliás só acontece quando ela está a ponto de morrer asfixiada. 

Depois que a caixa é aberta, a criança é imediatamente instruída a fazer algo horrível, como matar um animal. 

Em muitos casos, os pequenos se recusam a fazer isso, e acabam sendo forçados a voltar para a caixa, onde vão ficar por muito mais tempo antes de serem libertados e receberem a mesma instrução novamente. Se a criança resistir, volta para a caixa até que finalmente acabe por ceder. 

O processo é tão traumático que a mente da vítima costuma criar uma perssoa completamente nova e distinta (muitas vezes uma criança mais velha ou um adulto) para conseguir lidar melhor com o trauma. 

Quando o indivíduo é finalmente libertado, identifica a pessoa que abriu a caixa como seu salvador e, como consequência, passa a se dedicar com lealdade ao culto. 

Se um determinado membro da seita quiser que a vítima obedeça a seu comando, tudo o que precisa fazer é acionar o gatilho sonoro, isso faz com que a pessoa reviva a experiência traumática a que foi submetida e volte a experimentar o estado mental em que se encontrava assim que foi libertada da caixa. 

As vítimas de abuso ritualístico satanista são em grande parte mulheres, e muitas vezes acabam desenvolvendo algum grau de transtorno dissociativo de identidade. 

É difícil afirmar com precisão, mas o número de identidades assumidas por uma única pessoa pode passar de 100, e as vítimas geralmente referem-se a si mesmas na primeira pessoa do plural. 

Depois da nossa primeira entrevista, Claudia ligou-me e convidou-me para conhecer duas vítimas e saber um pouco mais sobre as circunstâncias a que foram submetidas. 

Ela também me advertiu que isso implicaria certo risco, porque os integrantes da seita ainda mantinham contacto com essas pessoas. 

Três dias depois, nos encontramos num apartamento em Berlim. Claudia me apresentou duas miúdas que não deviam ter mais de 25 anos de idade. 

Pareciam estar apreensivas e acuadas, e fumavam sem parar enquanto bebiam uma xícara de café atrás da outra. Fomos até um dos quartos e conversamos durante uma hora sobre suas experiências com a seita. 

Quando as minhas perguntas sobre cultos satánicos, violência ritualística e gatilhos sonoros se tornavam específicas demais, a conversa empacava. 

Assim que elas saíram do quarto, Claudia me perguntou se eu sabia com quem eu tinha conversado. Era uma pergunta bem estranha, e me fez hesitar, mas ela logo explicou que havia reconhecido pelo menos dez identidades diferentes entre as duas miúdas durante a conversa. 

Depois de vários meses de tratamento com as duas, Claudia consegue identificar com facilidade as nuances das diferentes perssoas: a jovem inteligentíssima de 25 anos de idade, a garota mal-humorada de 18, a mulher conservadora e desconfiada de 45. 

Só me dei conta da gravidade da situação quando fui com Claudia até a cozinha para uma conversa em particular. 

Passei pelas miúdas, que estavam no chão, literalmente dizendo “gugu dadá”. As perssoas infantis dentro delas estavam cansadas das conversas de adulto e queriam brincar com lápis de cera.


Depois desse primeiro encontro, estive com elas mais sete vezes. Durante uma visita, pude conhecer outras “pequeninas” - os bebés e criancinhas que elas tinham dentro delas. 

Fomos até um parque de Berlim depois de anoitecer, para evitar os olhares dos frequentadores habituais do local. 

O clima de apreensão era visível, mas, quando chegamos perto do playground, tudo mudou. As duas começaram a falar como crianças, a chupar o dedo e a discutir em qual balanço cada uma sentaria. Ao longo dos 45 minutos seguintes, conheci oito “crianças” diferentes. 

Elas subiram em bancos, desceram nos escorregas, jogaram à bola, brincaram nos balanços e atiraram areia umas ás outras. 

Quando estávamos sentados na areia, ouvimos um apito. Uma das miúdas afundou a cabeça entre as mãos e começou a chorar. 

“Eu quero a minha mãe”, ela disse. “Eu preciso da minha mãe.” Foi aí que a coisa começou a ficar sinistra. 

A “ minha mãe”, é claro, era um membro da seita da qual ela estava a lutar para escapar. Claudia explicou mais tarde que o apito havia acionado determinada pessoa numa das miúdas. 

“Sempre fomos várias [pessoas]”, explicou uma delas com uma voz que aparentemente pertencia a uma criança diferente daquela com quem eu estava a conversar poucos momentos antes. 

Sua amiga estava a soluçar abraçada nos próprios joelhos. “Apesar de não concordarmos em tudo, somos a única companhia que temos.” 

Perguntei à Claudia o que aquilo queria dizer. “Um dos objectivos da terapia é fazer com que certas pessoas actuem como porta-voz das demais”, explicou ela. 

“Assim elas criam uma certa confiança e se encarregam das interações do dia-a-dia. Quando uma nova identidade toma contacto com a vida quotidiana, cabe a essas pessoas mais estáveis acalmá-las e explicar o que está acontecendo.” 

Esse processo, que elas chamam de “troca”, levou apenas alguns minutos. Logo a miúda acalmou-se e foi substituída por outra identidade. 

Se elas não fossem capazes de impor a si mesmas uma certa dose de autocontrole, já estariam de volta ao culto, sofrendo as consequências. 

O facto de as garotas terem se aberto comigo deu-me esperanças de que mais vítimas possam se abrir, e em número suficiente para chamar a atenção do público para esse problema. 

“Não podemos viver a vida reclamando que ninguém nos ajuda sem nós mesmas estarmos dispostas a fazer alguma coisa”, disse uma delas. 

Mais do que a tortura, a lavagem cerebral, a infiltração em órgãos do governo e as ameaças, o factor que mais contribui para a prática desses cultos satánicos é a nossa relutância em acreditar em sua existência de forma realística. 

A polícia alemã não tem um departamento específico para investigar crimes relacionados ao satanismo ou à violência ritualística. 

Quando esses crimes ocorrem, acabam sendo arquivados em diferentes categorias e logo são esquecidos. 

Muitas vezes, quando as vítimas tomam coragem e abandonam a seita, o público em geral desconfia de seus relatos. 

Uma das miúdas disse-me: “As pessoas não querem acreditar em nós porque, caso acreditem, vão ter que fazer alguma coisa a respeito. Acho isso muita covardia”. 

Em seguida ela me contou sobre a tatuagem que queria fazer para cobrir o pentagrama que tem nas costas. Ela disse que estava pensando em fazer um golfinho. 


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