quarta-feira, 24 de maio de 2017

Aeronáutica libera gravações de diálogos da 'noite oficial dos óvnis'


Ouça o áudio dos diálogos entres torres de comando de São José dos Campos, São Paulo e Brasília e a Defesa Aérea, sobre perseguição de óvnis.

Trinta anos depois, o Fantástico teve acesso às gravações de áudio do episódio que ficou conhecido como “A noite oficial dos óvnis”. Em maio de 1986, o ministro da Aeronáutica convocou uma coletiva para anunciar que a FAB perseguiu sem sucesso 21 óvnis sobre a região de São José dos Campos (SP).

As gravações, que ficaram sob sigilo na Aeronáutica todos esses anos, mostram os diálogos entre a torre de São José dos Campos, as torres de São Paulo e de Brasília e a Defesa Aérea. O relatório oficial da Aeronáutica concluiu que os objetos eram reais e tinham um “comportamento inteligente”. A reportagem do Fantástico encontrou participantes desses diálogos; veja acima.

OUÇA AS GRAVAÇÕES DOS DIÁLOGOS DA NOITE DOS ÓVNIS QUE FICARAM SOB SIGILO DA AERONÁUTICA NO SITE DO ARQUIVO NACIONAL

fonte: G1

Começou a corrida ao “petróleo branco” (e Portugal é uma potência mundial)


Portugal está entre os dez maiores produtores mundiais do chamado “petróleo branco”, o lítio, cujo valor económico vem sendo incrementado pela emergência dos carros eléctricos, e já há vários pedidos para exploração deste mineral no nosso país.

O jornal Público dá conta de 30 requerimentos endereçados ao Governo para exploração do lítio, mas esse número aumenta para 46 pedidos, contando com a prospecção e pesquisa do mineral que pode ser usado para a produção de baterias para carros eléctricos e para telemóveis.

Estamos a falar de um investimento global previsível da ordem dos 3,8 milhões de euros, conforme dados do Expresso, que ilustra bem o interesse que as empresas estrangeiras têm neste metal que é visto como o “petróleo branco”, pelo seu potencial económico e como alternativa amiga do ambiente.

Portugal é rico em lítio desde o Alto Minho à Beira Baixa, passando por Trás-os-Montes, onde a empresa australiana Dakota Minerals já procede a trabalhos de extracção.

Há também um movimento que procura convencer a Tesla a instalar-se em Portugal, um cenário que se vier a consumar-se pode dar um empurrão decisivo ao negócio do lítio no país, uma vez que estamos a falar de um dos principais fabricantes de veículos eléctricos do mundo.

Técnicos aconselham Governo a apostar no lítio

O Grupo de Trabalho “Lítio” (GT), constituído em Dezembro para avaliar a possibilidade de produção em Portugal, propõe ao Governo um programa de fomento mineiro que teste tecnologia e demonstre o potencial industrial deste metal, financiado por programas financeiros como o COMPETE ou outros.

De acordo com o relatório a que a Lusa teve acesso, o GT defende além da avaliação dos recursos minerais litiníferos do país, a implementação de uma unidade experimental minero-metalúrgica com o objectivo de desenvolver conhecimento e testar tecnologias para toda a cadeia de valorização destes recursos, que deverão ter um aumento “exponencial” com o crescimento da mobilidade eléctrica.

O grupo também refere a importância da constituição de uma unidade piloto de demonstração industrial para perceber a viabilidade económica da cadeia de valor e não se limitar à prospecção e exploração de lítio, mas à sua utilização, o que, se os resultados económicos forem promissores, “evoluirá para uma fase de investimento industrial”.

O relatório técnico foi solicitado em 2016 pelo secretário de Estado da Energia, Jorge Seguro Sanches, contando com a avaliação dos organismos públicos que intervêm no sector mineiro, designadamente a Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG), o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), a Empresa de Desenvolvimento Mineiro (EDM), a Assimagra – Recursos Minerais e a Associação Nacional das Indústrias Extractivas e Transformadoras (ANIET).

As conclusões retiradas deixam antever que “Portugal pode assumir, nas próximas décadas, um papel de destaque no panorama mundial de produção de lítio“, conforme aponta o Público.

Este diário atesta que Portugal é considerado “uma potência” neste domínio, integrando “o top dez dos maiores produtores mundiais de lítio“, lista que é dominada por Chile, Austrália, Argentina e China.

O grande desafio do país, considerando ainda que a extracção de lítio como a que se faz em Portugal é mais cara, é definir um processo que rentabilize a transformação do lítio, permitindo a pureza de 99,5% que é necessária para a construção de baterias de veículos eléctricos, conforme sustenta o Público.

fonte: ZAP aeiou

A descoberta que pode obrigar a mudar todos os livros de história


Uma equipa de 22 arqueólogos descobriu ferramentas de pedra fabricadas há 3,3 milhões de anos, mais velhas do que a espécie humana. O homem é mais velho 700 mil anos?

Uma equipa de 22 arqueólogos descobriu artefactos de pedra no Quénia fabricados há 3,3 milhões de anos, questionando, assim, a história da evolução humana. As ferramentas em questão precedem a altura em que a espécie terá começado a evoluir para Homo sapiens – que terá surgido há cerca de 200 mil anos -, sendo que as mais antigas até agora identificadas são 700 mil anos mais novas e foram descobertas na Etiópia. O anúncio consta num artigo publicado na conceituada revista científica Nature.

O achado foi feito por acidente no campo arqueológico de Lomekwi, no Quénia, quando os arqueólogos liderados por dois membros da Stony Brook University se enganaram no caminho previsto. Ao todo, foram descobertos 150 artefactos num local sem a presença de quaisquer fósseis.

Desconhece-se, então, qual a espécie humana responsável por esta criação, até porque o antepassado comum mais próximo do Homem (Homo) como o conhecemos hoje, terá surgido há 2,5 milhões de anos na costa oriental de África. Ainda assim, o Globo escreve que o antepassado humano Kenyanthropus platyops estaria presente na região e que restos do Australopithicus afarensis foram encontrados no leste de África no mesmo período.

Os investigadores acreditam que os artefactos foram fabricados por uma ainda por determinar espécie de hominídeo com um bom controlo motor, diz o Daily Mail. O certo é que os achados fazem crescer a crença de que formas pré-humanas exibiram comportamento “humano”, além de desafiarem a ideia de que os nossos antepassados mais diretos foram os primeiros a fazerem de duas pedras um utensílio.

Se a descoberta confirmar que o homem é afinal quase 700 mil anos mais velho do que o que se pensava, isso obrigará a mudar todos os manuais de história. Ou os de ciência, porque pode também pôr em causa o último elo da teoria da evolução das espécies e mostrar que os pré-hominídeos já usavam ferramentas.

Seja como for, pode ser obrigatório dar novas datas à era da pedra lascada.

fonte: Observador

Câmara de entusiasta regista nave extraterrestre nos céus de Melbourne


Câmara instalada por um cidadão de Melbourne para observar o céu nocturno registou um relâmpago brilhante após o que surgiu um OVNI.

O objecto extraordinário de forma alongada foi registado na noite de 20 de maio.

O vídeo publicado no canal do proprietário da câmara, Brad Morris, mostra um relâmpago brilhante, após o que surgiu um objecto de forma alongada com a parte frontal aguçada.

O OVNI afastou-se da vista a enorme velocidade.

O proprietário da câmara pensou que tinha filmado a queda de um meteorito. Mas, após a análise da gravação, ele conseguiu ver uma luminescência vermelha extraordinária perto do objecto, o que segundo ele podem ser as duas asas duma nave extraterrestre.


fonte: Sputnik News

terça-feira, 23 de maio de 2017

O mistério da música que os astronautas ouviram nas missões à Lua


Buzz Aldrin caminha na superfície da lua a 20 de julho de 1969 | REUTERS/NASA

Astronautas da Apollo 10 foram apanhados de surpresa por uma música estranha. A história volta a ser falada por causa de uma série norte-americana

A tripulação da missão Apollo 10 foi surpreendida por um som estranho, "música do tipo espacial", nas transmissões de rádio. Os astronautas da missão que precedeu a histórica Apollo 11, que aterrou na Lua, nem sabiam bem o que dizer, revelam as gravações da missão, tornadas públicas em 2008.

Agora, um programa do Science Channel, "Nasa's Unexplained Files", aborda este e outros mistérios. Os astronautas estavam no chamado lado oculto da Lua, sem contacto com a Terra, quando ouviram o que descreveram como "música do tipo espacial".

No diálogo que pode ser ouvido nas gravações - e que está transcrito no site da NASA - um dos astronautas (Eugene Cernan) diz: "esta música soa tipo espacial, não é? Ouviste isto? Este silvo?". Tom Stafford responde que sim e John Young questiona-se sobre o que será. Depois continuam a falar da missão e alguns momentos depois Cernan volta a referir a música estranha. Young diz que têm de descobrir o que é porque ninguém vai acreditar neles, antes de sugerir que se deve, provavelmente, a interferências do sistema de navegação.

Apesar das dúvidas, Cernan refere a música, ou "aquele apitar doido", quando retoma o contacto com Houston. Razão pelo qual os astronautas das missões seguintes estariam avisados. Michael Collins, que participou em várias missões, incluindo na Apollo 11, revelou no seu livro Carrying The Fire que também ouviu essa "música" ou som. "Se não tivesse sido avisado, teria apanhado um susto." Por esta altura, os técnicos de rádio já tinham uma explicação para o som, tratava-se de uma interferência entre os rádios de dois módulos. "Neil disse que parece o vento a bater nas árvores", contou Collins.

"Tivemos muitos incidentes em que tipos que estiveram no espaço viram ou ouviram coisas que não reconheceram e interrogamo-nos sobre tudo isso. Eu tenho uma mente muito aberta sobre o que pode ter acontecido", disse o astronauta Al Worden, da Appolo 15, ao jornal The Huffington Post. No entanto, Worden salienta que "as memórias são uma coisa, mas provas factuais são outra completamente diferente".


Vídeo de quase 10 minutos mostra óvni de formato incomum na Itália e causa alvoroço na internet


Um vídeo sobre um suposto óvni, em Milão, na Itália, tem gerado bastante discussão nas redes sociais. A gravação, de aproximadamente dez minutos, mostra ao menos sete pontos de luz misteriosos que se movimentam rapidamente no céu, formando um grande conglomerado luminoso. 

Em determinado trecho do vídeo, um avião passa próximo ao objeto não identificado e causa ainda mais espanto nas testemunhas. A gravação feita por Antonio Urzi Simona Sibilla, contudo, tem causado controvérsias. 

Enquanto algumas pessoas classificam o óvni como impressionante e fazem referências ao seriado Star Trek, outras acreditam se tratar de um vídeo fake, manipulado tecnicamente.


fonte: History

OVNI avistado no céu? Especialistas acreditam que sim


Um Youtuber filmou uma mancha suspeita a pairar no ar, levando a crer poder tratar-se de vida extraterrestre.

Anthony Sakowski filmou uma estranha aparição no céu: uma nuvem em formato arredondado pairava no ar e refletia acima de si uma outra forma que parece estar envolta nesta formação gasosa.

Alguns curiosos e profissionais (UFO Hunters) acreditam que possa ser um OVNI (Objeto voador não identificado) escondido por detrás. Scott. C. Waring, especialista que gere o website UFO sightings Daily, declarou ao The Sun que apenas um objeto metálico refletor poderia criar uma mancha daquele aspeto.

Independentemente de ser um caso real de presença extraterrestre, ou apenas uma ilusão ótica, as imagens não deixam de ser misteriosas.


OVNIS avistados na Alemanha e Inglaterra

Resultado de imagem para OVNIS

Objetos voadores não identificados foram detetados pelos radares do aeroporto alemão de Bremen e por um piloto de uma companhia aérea nas imediações do aeroporto de Heathrow, em Londres.

O primeiro caso foi registado, esta terça-feira, pelos radares do aeroporto de Bremen, no norte da Alemanha, tendo obrigado ao cancelamento e adiamento de vários voos, segundo fontes oficiais.

"Não sabemos o que era, mas alguma coisa era", disse um porta-voz da polícia local aos meios de comunicação social.

De acordo com os controladores aéreos responsáveis pelo serviço do aeroporto de Bremen, o OVNI desapareceu ao fim de três horas de presença nos radares, sem que pudesse ser identificado.

Um voo procedente de Frankfurt foi cancelado, um aparelho de Munique com destino a Bremen foi desviado para o aeroporto de Hannover e um voo com origem em Paris (França) foi informado que devia abortar as operações de aterragem em Bremen, mas foi posteriormente autorizado a aterrar, com 15 minutos de atraso.

As hipóteses mais prováveis das autoridades apontam para que fosse um drone ou um objeto semelhante a uma esfera, referiu a agência noticiosa espanhola EFE.

Objeto em forma de bola de râguebi

O outro caso ocorreu a 13 de julho passado, mas só agora foi tornado público depois das investigações não terem conseguido determinar o que realmente se passou.

Um piloto de uma companhia aérea comercial declarou ter avistado um "objeto não identificado com forma de bola de râguebi" que esteve muito perto de colidir com o avião, quando este voava a cerca de 20 quilómetros do aeroporto londrino de Heathrow.

O caso ocorreu às 18,35 horas do dia 13 de julho passado, quando o Airbus A320 se encontrava a 34 mil pés de altitude. Nessa ocasião, o piloto avistou um objeto estranho que se dirigia em sua direção.

De acordo com o jornal "Daily Telegraph", o piloto foi obrigado a realizar uma manobra repentina, de forma a evitar a colisão com um objeto idêntico a "uma bola de râguebi de prata brilhante e aparentemente metálico".

Ao comunicar aos controladores aéreos o sucedido, estes não conseguiram detetar qualquer nave ou objeto estranho na região. Soube-se, também, que nem os serviços meteorológicos, nem a Força Aérea utilizaram na ocasião aquele espaço aéreo.

"Pensei que uma colisão era inevitável, já que não tive tempo para desviar o avião. Contudo,o OVNI ganhou altitude de forma repentina e sobrevoou o avião quase colado", explicou o piloto.


Astrónomos tiram foto do 'olho de Sauron'


O rádio-observatório ALMA (Atacama Large Millimeter Array, sigla em inglês) recebeu as imagens mais claras até hoje do "olho de Sauron" – a estrela Fomalhaut, rodeada por seu anel "ardente" de poeira e gás que se formou após a colisão de cometas e asteróides, informa o Observatório Europeu do Sul (ESO).

Fomalhaut é uma das estrelas mais jovens e brilhantes no céu do Hemisfério Sul, localizadas relativamente perto da Terra. Esta estrela fica do nosso planeta a uma distância de 25 anos-luz, sendo significativamente maior do que o Sol. Ou seja, sua massa é 2,3 vezes superior à do Sol, seu diâmetro — 1,9 vezes. É 18 vezes mais brilhante do que o Sol e tem uma temperatura 3 mil graus Celsius superior à do Sol.

Em 2008, um grupo de astrónomos, liderado por Paul Kalas da universidade a Califórnia em Berkeley (EUA), declarou ter descoberto um planeta-gigante no disco de gás e pó que rodeia Fomalhaut. As conclusões de Kalas e seus colegas foram criticadas, e até 2011 em revistas científicas foram publicados os resultados de algumas novas pesquisas, os autores das quais não conseguiram encontrar provas da existência do Fomalhaut b.

As fotos do Hubble e de outros telescópios, recebidas em 2012, desmentiram esta noção e "ressuscitaram" o planeta, que há pouco tempo recebeu seu nome oficial. Foi chamado de Dagom em homenagem ao deus de Acádia ligado à navegação marítima e agricultura.

As novas fotos recebidas pelo telescópio ALMA, o mais potente rádio-observatório da Terra, confirmam a existência deste planeta. Um tal "olho de Sauron", de acordo com os cientistas, pode aparecer em um sistema de estrelas apenas quando nela há um grande planeta, que atrai os destroços de cometas e asteróides para uma área estreita das órbitas e faz com que colidam entre si.

O anel de gás e pó, acumulado ao redor de Dagom, fica a uma distância de cerca de 20 biliões de quilómetros da Fomalhaut, sendo duas vezes superior à distância entre o Sol e Plutão, enquanto a largura dele é de aproximadamente dois biliões de quilómetros.

Os cientistas esperam que os estudos deste "olho" cósmico esclareça a história da formação do Dagom e ajude a entender com que frequência aparecem os "gémeos" da Terra e de outros planetas.

fonte: Sputnik News

domingo, 21 de maio de 2017

Lenda do Alcaide do Castelo de Faria


Diz a lenda que D. Fernando quebrou o compromisso de casamento com a filha do rei de Castela quando se apaixonou por Leonor Teles. A recusa fez com que o rei castelhano desencadeasse uma guerra contra Portugal.

O Minho foi invadido pelo adiantado da Galiza, D. Pedro Rodriguez Sarmento, que se bateu com D. Henrique Manuel, tio do rei português, nos arredores de Barcelos. Os portugueses foram derrotados e entre os reféns ficou D. Nuno Gonçalves, alcaide-mor do Castelo de Faria. D. Nuno receava que o seu filho entregasse o Castelo de Faria por o saber refém dos castelhanos e resolveu engendrar um estratagema: pediu ao galego D. Pedro que o levasse até aos muros do castelo para convencer o filho a entregar a fortaleza sem resistência. Chegados ao castelo, D. Nuno pediu para falar com o seu filho, D. Gonçalo, e convenceu-o a defender-se a custo da própria vida.

Os castelhanos, vendo-se traídos, mataram logo ali o velho alcaide e atacaram o castelo. D. Gonçalo, lembrando-se das palavras do pai, resistiu heroicamente aos ataques e levou os inimigos a desistirem da luta. Apesar de premiado pela sua coragem, D. Gonçalo pediu ao rei D. Fernando autorização para abandonar o cargo de alcaide e tornou-se sacerdote.


sábado, 20 de maio de 2017

A lenda do “Castanheiro do Ouro”


Não longe da cidade de Tarouca que hoje é capital desse território de que o escritor bíblico falaria como se nele corresse leite e mel e ao qual, em jeito de Terra da Promissão deram o título de Vale Encantado, há uma povoação de alegre casario marginando a estrada que recebeu o nome curioso de Castanheiro do Ouro.

Ninguém sabe a razão daquele nome, nem sequer a gente mais velha do lugar, nem o texto de um qualquer cronista faz dele menção em pergaminho.

Corre o nome de geração em geração e é fácil imaginar que vem do tempo da Mourama que foi por ali senhora dos lugares, basta a gente lembrar-se, ali ao lado, de Ardínia.

Diz a lenda, as lendas são sempre textos dourados pelo tempo, que os cristãos se tornaram um dia dominadores destes lugares e que os mouros retiraram à pressa para Sul levando consigo as riquezas de que eram possessores. Mas houve um, cujo nome não sabemos, era mercador e não pôde carregar todo o ouro e pedraria que juntou. E aconteceu que, antes de fugir, escondeu na toca aberta de um velho castanheiro, talvez onde o pica-pau fizera ninho, uma grande bola de ouro. Talvez um dia pudesse ali voltar para a levar. Assim terá pensado o mouro.

O mouro desterrado para o Sul nunca mais pôde voltar àquele lugar.

O castanheiro, esse cresceu. Tinha já mil anos e dava ainda rasas de castanhas.

E foi quando um pastor se aproveitou do tronco esburacado para nele descansar numa tarde de calor, que lá achou a bola de ouro deixada há muito tempo pelo mouro.

Não sabia aquele pastor que a bola de ouro tinha encanto como os brincos e as pulseiras das mourinhas que ficaram encantadas nos outeiros. Nenhuma voz se ouviu para o avisar. E quando o pastor tomou a bola de ouro em suas mãos logo ela em fumo se tornou.

Nunca mais foi o mesmo aquele pastor. Vezes sem conta o pastor contava aquela história e, para fazer crer sua verdade, apontava a mancha negra no tronco esburacado do velho castanheiro. E tanta vez contou o pastor a sua história que o povo do lugar acreditou e deu por nome à sua terra, o nome que para sempre lhe ficou e é ainda, Castanheiro do Ouro.


A lenda das Amendoeiras


Noutros tempos, a nossa província do Algarve esteve na posse dos Mouros.

Ora aconteceu que ali havia um rei a quem os seus vassalos tinham por costume levar escravas de várias regiões.

Um dia, levaram-lhe uma linda rapariga do Norte da Europa a quem deram o nome de Gilda.

O rei casou com ela, tornando-a, assim, rainha.

Gilda andava sempre triste. Nem o casamento, nem as festas, nem os mais ricos presentes do marido a faziam sorrir.

Um dia, Gilda confessou que a sua tristeza era devida a não ver os campos cobertos de neve.

Então, o rei lembrou-se de mandar fazer grandes plantações de amendoeiras em todo o Algarve. E, quando as amendoeiras floriram, levou a rainha à torre mais alta do castelo. Chegada ali, e vendo as terras cobertas de um manto branco, Gilda pensou que era neve, e a sua tristeza desapareceu.

As amendoeiras começam a florir em pleno Inverno e conservam a flor, normalmente, até fins de Fevereiro.


As bruxas ladras de pénis da Idade Média


Livro mostra as mulheres como monstruosas e sexualmente insaciáveis. 

O Malleus Maleficarum (Martelo das Bruxas) é um tratado medieval no qual se baseou a Inquisição para empreender o genocídio contra mulheres na Europa e na América entre os séculos XV e XVII. Publicado em 1487, na Alemanha, o livro foi citado pelos maiores inquisidores da época durante a caça às bruxas. 

No texto, são relatados vários exemplos de bruxaria, na sua maioria relacionados à sexualidade e à saúde reprodutiva femininas. Em suas páginas, são detalhados casos de fornicação com demônios e abortos praticados com plantas, além de pactos obscuros. 

Vários capítulos do tratado são dedicados às bruxas que roubavam pênis. De acordo com o Malleus Maleficarum, muitas mulheres possuíam, depois de realizar um pacto com o diabo, a capacidade de fazer o pênis de sua vítima desaparecer voluntariamente. Algumas, inclusive, cuidavam dos genitais masculinos como animais de estimação, alimentando-os à base de aveia. O livro também menciona a árvore de pênis, uma estranha planta da qual nasciam falos com frutos.


No tratado, é possível ler: “Toda bruxaria provém da luxúria carnal, que, nas mulheres, é insaciável”. Sob a ótica atual, não é difícil compreender que grande parte desse imaginário monstruoso se baseia na misoginia causada pelo medo da sexualidade feminina.

fonte: History

Ninguém consegue explicar a origem desta mega cratera descoberta em Marte


Alguns cientistas acham que é resultado de um impacto de asteróide, mas outros não estão tão certos disso!

A NASA divulgou recentemente imagens de uma cratera gigante localizada no polo sul de Marte. As fotografias foram tiradas com a HiRISE, a câmera ultrassensível da sonda Mars Reconnaissance Orbiter, que explora o planeta vermelho desde 2006. 

Embora os cientistas acreditem que a fenda tenha sido causada pelo impacto de um grande asteroide, sua localização – em uma região coberta de gelo e que sofre periodicamente por grandes mudanças geológicas – faz com que seja difícil determinar com precisão sua origem. 

As imagens enviadas à Terra pela HiRISE estão permitindo que se reconstrua lentamente a história do planeta vizinho. Esses dados fornecem informações que são muito valiosas para a expedição tripulada que a agência espacial planeja enviar a Marte nas próximas décadas. 

Alguns astrónomos afirmam que, nos próximos séculos, será possível construir colônias humanas na superfície marciana. Por isso, o estudo geológico do planeta é uma prioridade para a NASA.

fonte: History

Criaturas Mágicas: Duendes em Portugal


Afinal, também há duendes em Portugal, os trasgos. Integram a mitologia nacional e são figuras características do folclore transmontano.

A jornalista Vanessa Fidalgo foi desvendar este mistério que integra o livro da sua autoria 'Seres Mágicos de Portugal'. A CMTV emitiu uma série de reportagens que lhe dão a conhecer os seres mágicos que habitam em Portugal, esta foi a última de cinco.

fonte: Correio da Manhã

sexta-feira, 19 de maio de 2017

E se o Bambi fosse apanhado a comer carne humana?


Um cervo, animal dócil conotado com o Bambi, a alimentar-se de restos mortais humanos


O animal debruçado sobre os restos mortais humanos


Na 'quinta dos corpos' no Texas, estuda-se a decomposição de cadáveres humanos na natureza

Cientistas divulgam primeira “prova fotográfica de um cervo a consumir um cadáver humano”. 

O Journal of Forensic Science divulgou recentemente imagens em que se vê um cervo a alimentar-se de restos mortais humanos, pertencentes a um cadáver que se encontrava em decomposição há cerca de 6 meses. 

O projecto de investigação decorre na ‘quinta dos corpos’, no Texas, Estados Unidos da América, onde os cientistas se encontram a analisar a forma como os corpos humanos se decompõem na natureza. 

Os investigadores dizem tratar-se da primeira "prova fotográfica de um cervo a consumir um cadáver humano", uma descoberta sem precedentes. Os cervos são animais herbívoros, ou seja, consomem alimentos de origem vegetal, pelo que as imagens estão a impressionar a comunidade científica. 

Raposas, abutres e guaxinins, entre outros seres vivos que se podem comportar como necrófagos - animais que se alimentam de cadáveres - são regularmente observados a comer corpos em decomposição. Mas os cientistas do Centro de Pesquisas de Antropologia Forense de San Marcos, no Texas, tentaram perceber se outros animais se aproximariam dos corpos em decomposição. É certo que não ficaram desapontados, já que os cervos, conotados como criaturas dóceis como o Bambi (personagem de um filme de animação da Disney) podem também consumir ossos e carne humana, como observaram nas imagens publicadas.


Marinha Argentina libera documentos sobre o caso de OVNI em Necochea


A Marinha Argentina publicou uma série de documentos relacionados ao avistamento de OVNI em Necochea, 1962. Os documentos apresentam o relato de um motorista de caminhão que foi perseguido por um disco voador ao redor de La Dulce.

A CEFORA (Comissão para o Estudo do Fenômeno OVNI na República Argentina) recentemente publicou um artigo da Marinha Argentina relevando os detalhes de um importante avistamento de OVNI que ocorreu naquela cidade há quase 55 anos.

Em 29 de agosto de 1962, Osman Alberto Simonini contou sua história sobre um encontro com um OVNI nos arredores do Km 28 da Rota 86. Simonini estava em seu caminhão, saindo de La Dulce, da fazenda de pele de marta, “Malabrigo”, propriedade de Ernesto Arias. O caso se tornou amplamente conhecido através de um artigo no Ecos Diarios: A comissão da Marinha lançou uma investigação através do Capitão Omar Pagani, e os arquivos agora são parte dos arquivos particulares de Roberto Banchs.

O incidente ocorreu por volta das 20h10, quando Simonini dirigia em baixa velocidade e notou – à sua esquerda e seguindo em trajetória paralela – à distância de 3 metros e uma elevação de 2 metros – um “artefato” parecido com dois pratos conectados pelos seus lados mais largos, de cor de metal de armamentos, tendo aproximadamente 5 metros de diâmetro.

O objeto projetava fachos de luz vermelha e azul, similar a faróis, da sua seção inferior. Os fachos tinham um diâmetro de dois metros, de acordo com a descrição.

Simonini disse que o artefato acompanhou seu caminhão por uns 200 metros. Ao fazê-lo, o motorista notou que a grama se movia também, prova de sua baixa altitude e de algum tipo de “ar ou energia” expelida de sua seção inferior.

O objeto ultrapassou o caminhão após 200 metros, indo à frente por uns 600 metros, junto ao acostamento, em baixa altitude. Ao alcançar o Km 26, ele fez uma curva aguçada de noventa graus para dentro da área de plantio. Simonini o seguiu e viu o objeto parar à uma altitude de menos de um metro. Ele parou seu caminhão e tentou se aproximar da cerca que separava o campo da estrada, colocando suas mãos no arame, descobrindo assim que o material estava quente. Ele tirou suas mãos, colocando-as para baixo novamente, e descobriu que [o arame] estava ainda mais quente. Ele andou alguns metros junto à cerca para se assegurar que o arame estava completamente frio.

Dois minutos mais tarde, o objeto decolou em alta velocidade e desapareceu no céu.

A testemunha reportou seu caso ao Comissário da Fronteira, ao Diretor da Delegação da Polícia Federal, e aos oficiais da Força Aérea do Mar del Plata, com o apoio do Escrivão Juan José La Terza, o qual declarou ter recebido a seguinte resposta quando o incidente foi informado às autoridades:

As autoridade especializadas nestes estudos me disseram que não havia nada de extraordinário no evento, pois este tipo de fenômeno já era aceito como sendo real, e que o mundo científico estava esperando para o próximo estágio: estabelecer contato com estes artefatos.

Na época, Guillermo Gimenez (membro da CEFORA) conduziu uma exaustiva investigação no local, após Juan José La Terza entrar em contato com ele.

O artigo (em espanhol), junto com outros casos, pode ser encontrado no seguinte link: http://www.visionovni.com.ar/archivos/1332

A documentação contém o relato pelo Escrivão La Terza, que atuou como um tipo de advogado para a testemunha Simonini.


Teóricos da Conspiração são mais equilibrados, mostra estudo científico

Teóricos da conspiração

Se você é um teórico da conspiração, então você é louco, certo? Esta tem sido a crença comum por anos, mas estudos recentes provam que o oposto é verdadeiro.

Pesquisadores – psicólogos e cientistas sociais, pela maior parte – nos Estados Unidos e no Reino Unido dizem que os dados indicam que, ao contrário dos estereótipos apresentados pela mídia corporativa, os “teóricos da conspiração” parecem ser mais equilibrados mentalmente do que as pessoas que aceitam as versões oficiais de eventos controversos.

O estudo mais recente foi publicado em julho de 2013 pelos psicólogos Michael J. Wood e Karen M. Douglas, da Universidade de Kent, no Reino Unido. Intitulado “‘What about Building 7?’ A Social Psychological Study of Online Discussion of 9/11 Conspiracy Theories“, o estudo comparou os comentários de “conspiracionistas” ou pró-conspirações, e “convencionalistas”, ou anti-conspirações, em sites de notícias.

Os pesquisadores disseram que ficaram surpresos em descobrir que é agora mais convencional deixar comentários assim chamados conspiracionistas, do que os convencionais.

Os pesquisadores escreveram:

Dos 2174 comentários coletados, 1459 foram codificados como sendo conspiracionistas e 715 como convencionalista. A pesquisa mostrou que as pessoas que favoreceram o relato oficial [do ataque] de 11 de setembro eram de forma geral mais hostis.

Assim, entre as pessoas que comentam em artigos de notícias, aqueles que descartam os relatos oficiais do governo sobre eventos como o ataque de 11 de setembro e o assassinato de John F. Kennedy estão em número maior, numa proporção de dois para um. Isto significa que os comentaristas pró-conspiração estão entre aqueles que agora expressam o que é considerado a sabedoria convencional, enquanto os comentaristas anti-conspiração representam uma pequena minoria que muitas vezes é zombada e evitada.

Talvez ficando frustrados que seus pontos de vista supostamente de ‘tendência predominante’ já não são mais considerados pela maioria, aqueles comentaristas anti-conspiração muitas vezes se mostram zangados e enojados em seus comentários.

O estudo revelou:

A pesquisa… mostrou que as pessoas que favoreceram o relato oficial de 11 de setembro, geralmente eram mais hostis quando tentavam persuadir seus rivais.

Também, parece que aqueles que não acreditavam em conspirações não eram somente hostis, mas também fanaticamente atrelados à suas próprias teorias da conspiração. Os pesquisadores disseram que, de acordo com aquelas pessoas anti-conspiração, sua própria teoria de onze de setembro – uma das quais diz que 10 muçulmanos, nenhum dos quais poderia pilotar aeronaves comerciais com um mínimo de proficiência, fizeram um espetacular ataque surpresa sob a direção de um homem que estava à distância (Osama Bin Laden), vivendo numa caverna em algum lugar do Afeganistão – é a verdade incontestável.

Enquanto isto, os ‘conspiracionistas’ por outro lado, não precisam fingir que têm uma teoria que completamente explica os eventos de 11 de setembro. Os pesquisadores disseram:

Para as pessoas que acham que o ataque de 11 de setembro foi uma conspiração do governo, o foco não está em promover uma teoria rival específica, mas sim em tentar desbancar o relato oficial.

Como publicado no Veterans Today:

Em resumo, o novo estudo feito por Wood e Douglas sugere que o estereótipo negativo do teórico da conspiração – um fanático hostil casado com a verdade de sua própria teoria marginalizada – descreve perfeitamente as pessoas que defendem os relatos oficial de 11 de setembro, e não aqueles que os contestam.

Uma teoria da conspiração sobre uma teoria da conspiração

O estudo também descobriu que aqueles que acreditam em conspirações discutem o contexto histórico, enxergando o assassinato de JFK como um precedente para o 11 de setembro, mais do que o contrário. Ele também descobriu que aqueles que acreditam em conspiração não gostam se ser rotulados como tais.

Estas e outras descobertas estão contidas no livro, Conspiracy Theory in America, do cientista político Lance de Haven-Smith, que foi publicado em 2013 pelo Universidade do Texas. Ele explicou o porquê das pessoas não gostarem de ser rotuladas como “teóricos da conspiração”. Ele disse:

A campanha da CIA para tornar popular o termo ‘teoria da conspiração’ e fazer a crença na conspiração um alvo de ridicularização e hostilidade deve ser creditada, infelizmente, como sendo uma das iniciativas de mais sucessos de todos os tempos.

Ele ainda disse que, essencialmente, aqueles que usam o termo como um insulto, estão fazendo isso como resultado de uma conspiração incontestável e historicamente precisa, executada pela CIA para acobertar o assassinato de John F. Kennedy.

fonte: Natural News

Megaestruturas alienígenas podem ser vistas da Terra com tecnologia actual, diz cientista


Megaestruturas que orbitam 64 estrelas próximas podem ser vistas da Terra com a tecnologia de hoje, disse um importante físico.

Dois anos atrás, astrónomos descobriram uma estrela, conhecida como KIC 8462852, ou Estrela Tabby, a qual misteriosamente aumentava e diminuía seu brilho

O fenómeno espantou os especialistas, e várias teorias emergiram sobre o que estaria causando o fenómeno, e uma delas sugeria que aquilo poderia estar sendo causado por uma megaestrutura alienígena, conhecida como a Esfera de Dyson, que intermitentemente bloqueava a luz da estrela.

O Professor Zaza Osmanov, da Universidade Livre de Tbilisi, Geórgia, apoiou a teoria e agora declarou que a megastrutura poderia facilmente ser vista com a tecnologia actual – inclusive pelo Interferometro do Telescópio Muito Grande, do Observatório Europeu do Sul (no Chile).

O Sr. Osmanov também declarou que estas megaestruturas poderiam estar orbitando até 64 estrelas próximas.

Num trabalho anterior, Osmanov sugeriu que as megaestruturas alienígenas provavelmente eram feitas de múltiplos discos finos, ao invés de “conchas esféricas”.

No seu relatório mais recente, o Professor calculou que estas estruturas se encaixariam dentro da “zona habitável” da Estrela Tabby – que é a região na órbita de uma estrela onde um planeta pode ter água no estado líquido.

O Professor Osmanov disse:

Está claro que tais megaestruturas cósmicas requerem materiais enormes para construí-las. Para evitar esta dificuldade, recentemente propomos uma certa extensão da ideia de Dyson.

Tal megaestrutura requereria menos material do que nos caso das esferas…

Ele ainda accionou:

A procura por megaestruturas similares a anéis ao redor de pulsares que giram lentamente, vistos no espectro infravermelho, poderia ser muito promissora.

Mas se as megaestruturas forem encontradas, o Sr. Osmanov alertou que elas poderiam ser extremamente poderosas. Ele disse:

Pulsares que rodam em alta velocidade são muito poderosos e coletar suas energias seria muito rentável, mas uma zona habitável ao redor destes pulsares seria muito mais longe e a massa de um material requerido para a construção de mega-anéis excederia a massa total de todos os planetas, asteroides, cometas e poeira interplanetária num sistema planetário típico por várias ordens de magnitude.

Podemos esperar que logo haverá uma outro cientista contestando a proposta de Osmanov, e mais adiante outro irá contradizer o cientista que contradisse a proposta de Osmoanov. Assim é a ciência, até que provas incontestáveis surjam.

fonte: Express

Exoplaneta Trappist-1 é a principal aposta dos cientistas para encontrar vida extraterrestre


Novos dados sobre a atmosfera de um dos exoplanetas do sistema Trappist-1 levam cientistas a crer que podem encontrar vida extraterrestre nesse corpo. Certezas só em 2018 com novo telescópio da NASA.

Um dos exoplanetas do sistema Trappist-1 pode ter uma atmosfera que o envolve há milhões de milhões de anos. Trappist-1g é um dos planetas com tamanho semelhante à Terra que orbitam uma estrela vermelha da constelação de Aquário e cujo sistema de sete planetas foi descoberto em fevereiro deste ano. 

Já se sabia que este planeta orbita a estrela, Trappist-1, na chamada zona de habitabilidade, o que significa que tem uma temperatura e níveis de radiação ideais para permitir a existência de água no estado líquido à superfície. Novos dados que apontam para a existência de uma atmosfera em redor do planeta fazem de Trappist-1g a principal aposta dos cientistas sobre onde encontrar vida extraterrestre. 

Mas para ter mais certezas sobre a existência dessa atmosfera, há que esperar pelo lançamento do Telescópio Espacial James Webb da NASA, previsto para 2018.

Assim como a vida complexa na Terra depende da existência de uma atmosfera com uma quantidade exata de determinados gases (como o oxigénio ou o azoto) e que consiga persistir ao longo de milhões de anos, também a composição e o equilíbrio de uma atmosfera em Trappist-1g é condição imprescindível para encontrar vida extraterrestre neste mundo a 39 anos-luz do Sistema Solar. 

Enquanto esperam pelo lançamento do telescópio da NASA, os cientistas recorreram a modelos virtuais do sistema Trappist-1 para descobrir se havia planetas em redor dessa estrela que teriam uma atmosfera pouco estável. 

Tendo em conta os ventos estelares (partículas altamente energéticas espalhadas pela estrela) e o seu efeito nos sete planetas da zona de habitabilidade, os cientistas conseguiram tirar algumas conclusões.

Descobriram que as atmosferas dos outros planetas da zona de habitabilidade de Trappist-1 não conseguem sobreviver aos ventos estelares porque são muito mais densos e velozes do que os provocados pelo Sol. 

O Trappist-1b, o primeiro dos planetas, é atingido por ventos estelares mil a dez mil vezes mais fortes que os que atingem a Terra. Uns poucos milhões de anos bastariam para destruir as atmosferas dos primeiros planetas em redor da Trappist-1. 

O sexto exoplaneta, Trappist-1g, fugia à regra: está suficientemente longe para manter uma atmosfera resistentes aos ventos estelares, mas suficientemente perto para ter uma temperatura amena que permita a existência de água em estado líquido à superfície (o sétimo planeta, Trappist-1f, é demasiado frio e também não suportaria vida — já está demasiado distante da estrela).

No estudo submetido na Biblioteca da Universidade Cornell, os cientistas explicam que “os planetas exteriores do sistema Trappist-1, que devem manter as suas atmosferas por períodos mais longos, podem, portanto, suportar biosferas mais complexas”. 

Mas isso depende de muitos fatores. Por exemplo, espera-se que as atmosferas dos planetas do sistema Trappist-1 sejam mais densas quanto mais longe estiverem da estrela, por isso é preciso entender se a atmosfera de Trappist-1g não é densa demais.

fonte: Observador

JAPONESES CRIAM TECNOLOGIA QUE "LÊ" CÉREBRO E ESCREVE ATRAVÉS DO PENSAMENTO


Cientistas japoneses criaram uma tecnologia que analisa as ondas cerebrais ativadas antes de cada sílaba, para as usar num processador de texto que permita "escrever por imagens de voz", sem falar e sem usar os dedos.

Seis investigadores da Universidade Tecnológica de Toyohashi, no centro do Japão, estudaram as ondas cerebrais que se registam no cérebro quando uma pessoa recorda as sílabas antes de falar, usando um capacete com 64 elétrodos para estudar as emissões cerebrais.

O diretor do projeto, Tsuneo Nitta, afirmou que conseguiram criar padrões de ondas cerebrais e identificar sílabas com 60 por cento de precisão.

A tecnologia poderá ajudar pessoas com problemas como a miastenia, uma doença crónica que causa debilidade e fraqueza muscular, a interagir com uma espécie de telefone inteligente que consiga, de certa forma, ler a sua mente.

Agora, o desafio dos cientistas na criação de um processador de texto ativado pelo pensamento é aumentar a precisão do reconhecimento das sílabas e ultrapassar obstáculos como a variação nas ondas cerebrais de cada pessoa.

5 comportamentos que matam as células do cérebro



quarta-feira, 17 de maio de 2017

Arquivos 14


22 de maio 1986

Arquivos 13


Folha de S. Paulo, 22 de maio de 1986

OVNIS. Hillary Clinton promete investigar


Investigação. A candidata democrata à Casa Branca, Hillary Clinton, fez esta semana uma promessa estranha: se for eleita presidente dos Estados Unidos, Clinton prometeu investigar se o fenómeno dos extraterrestres é realmente verdadeiro, uma vez que a democrata acredita que o planeta terra já foi visitado por alliens. “Eu vou chegar ao fundo da questão”, prometeu Clinton.

Não é a primeira vez que Clinton fala sobre extraterrestres. Numa entrevista em 2014, a candidata tinha afirmado que “se fossemos os únicos neste universo, seria um grande desperdício de espaço”.

Área 51. Entre outras promessas, a candidata democrata comprometeu-se a estabelecer uma equipa especial para investigar o caso da base militar Área 51, onde alegadamente terão sido encontrados restos de um disco voador, que terá caído em Roswell, no México, em 1947.

Califórnia. O caso dos extraterrestres não é novidade nos Estados Unidos. Em 2007, foram instaladas 42 antenas na Califórnia para tentar encontrar os chamados “seres do outro mundo”.

fonte: i online

Vida extraterrestre. A verdade (aborrecida) sobre a Área 51

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CIA foi forçada a revelar que a base existe mesmo, mas o relatório foi um banho de água fria para os aficionados de aliens e ovnis

Há décadas que a suposta existência de uma base aérea onde as autoridades norte-americanas investigam vida extraterrestre alimenta o imaginário de milhares de teóricos da conspiração e caçadores de Objectos Voadores não Identificados (ovnis) em todo o mundo. E agora, graças ao Freedom of Information Act, os entusiastas do mundo paranormal alcançaram uma vitória.

Pela primeira vez na história dos Estados Unidos da América, a CIA admitiu que a Área 51 existe e divulgou documentos até agora secretos sobre a sua localização e parte das investigações que foram ali levadas a cabo.

Os aficionados têm a agradecer a Jeffrey T. Richelson, funcionário sénior dos Arquivos Nacionais de Segurança, que em 2005 apresentou o pedido oficial para que fosse revelada a verdade sobre a Área 51. Mas de acordo com os relatórios e mapas divulgados, afinal a base não tem servido para dissecar corpos de aliens, como filmes como o "Dia da Independência" têm sugerido ao longo dos anos.

Sim, tal como se suspeitava, a Área 51 localiza-se no deserto do Nevada, cerca de 200 quilómetros a noroeste da cidade de Las Vegas. Mas não, nada de extraordinário se tem passado por lá, pelo menos a julgar pelas informações reveladas.

Os documentos divulgados pela secreta americana na sexta-feira mostram que a base apenas tem servido o propósito de testar programas de vigilância aérea da administração norte-americana, como o OXCART e o U-2. Nas 400 páginas do relatório "CIA e Reconhecimento Aéreo: programas U-2 e OXCART, 1954-1974" não há qualquer referência a salas de autópsia de aliens nem a parques de estacionamento de naves alienígenas.

Afinal a Área 51 foi o local onde os EUA desenvolveram o avião de espionagem U-2, que voava a altitudes extremamente elevadas durante a Guerra Fria para recolha de dados em missões de reconhecimento. Durante essas operações, os U-2 sobrevoavam a base a 60 mil pés de altitude - o mais alto que um avião alguma vez voou na época - havendo registo de explosões no ar e de colisões fatais de alguns exemplares do modelo aeronáutico na Área 51, o que, referem vários analistas, poderá ter potenciado as lendas sobre testes a aliens na base.

Esta localiza-se numa zona tão remota e distante da dita civilização que a CIA lhe chamou Rancho Paraíso, numa tentativa de a tornar mais atraente para os funcionários que eram lá colocados.

Apesar da desilusão que muitos possam sentir, Richelson acredita que as revelações abrem caminho a outras no futuro, que poderão confirmar o que muitos querem ouvir sobre a Área 51. O pedido que fez em 2005 surgiu como parte dos seus estudos sobre programas de vigilância área e as revelações também não lhe satisfizeram a sede.

À CNN, Richelson disse que ainda não recebeu qualquer explicação sobre a razão de estes documentos revelarem menos que versões anteriormente desclassificadas pela agência secreta (veja--se, por exemplo, que as imagens da base correspondem precisamente às que qualquer cibernauta encontra numa busca rápida no Google Maps). Contudo, o investigador parece optimista quanto ao precedente agora aberto, dizendo ao canal que acredita que estas revelações podem sinalizar uma nova disponibilidade do governo para tornar públicas informações até agora confidenciais. "No futuro poderá ser divulgada ainda mais informação sobre a Área 51." E envolve ou não aliens? Resta esperar para ver.

fonte: i online

Operação Highjump. À procura de Hitler, de óvnis e de tesouros ocultos na Antárctida

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A 17 de Dezembro de 1938, com o aval de Herman Göring, ministro do Ar do Reich, é iniciada a Missão Neuschwabenland (Nova Suábia), e zarpa do porto de Hamburgo o navio Schwabenland, um cargueiro da Marinha de Guerra alemã, com cerca de 150 metros de comprimento, capaz de catapultar aviões.

Comandado por Alfred Ritscher, capitão da Kriegsmarine (Marinha de Guerra), o navio tem uma guarnição de 57 homens - 24 tripulantes e 33 elementos da expedição - e transporta dois hidroaviões, o Passat e o Boreas. Destino: Antárctida. Objectivo: instalar uma estação baleeira em Princess Martha Coast, na costa de Queen Maud Land. Aí iriam desenvolver uma base para o aproveitamento da gordura de baleias, matéria-prima do sabão, da margarina e da glicerina (usada no fabrico da nitroglicerina com emprego intensivo em explosivos). Ao mesmo tempo, a Alemanha libertar-se-ia da forte dependência da Noruega, a que comprava cerca de 200 mil toneladas anuais deste produto. Faz sentido - ou haveria outro objectivo? Estaria a Alemanha a preparar-se para instalar uma base naval de apoio à frota de submarinos do Atlântico Sul? Durante oito semanas, os dois hidroaviões - que eram catapultados e depois recolhidos por uma grua - fizeram mais de 15 voos. Deles eram lançados cilindros de metal, alguns com a suástica, para delimitar um território reclamado pelo Terceiro Reich entre 19 de Janeiro de 1939 e 8 de Maio de 1945.

Durante esse período, em 1943, a Royal Navy (Marinha Real Britânica) começa a planear a Operação Tabarin, com a qual pretende instalar bases militares na Antárctida e reforçar a presença britânica no Sul do Atlântico. Nesse mesmo ano, a Inglaterra e a guarnição do HMS Carnarvon retiram a bandeira argentina de Deception Island, no arquipélago das Shetland do Sul.

A APARIÇÃO Dois anos depois, a 10 de Julho de 1945, e passados dois meses do fim da guerra, o submarino U-530, comandado pelo tenente Otto Wermuth, entra na base naval no Mar del Plata. Nele teriam viajado, entre outros, Adolf Hitler e Eva Braun para desembarcar em New Berchtesgaden, na Antárctida, na base instalada em 1938-39 pelo Schwabenland.

As dúvidas começam. Poderiam seguir a bordo desse submarino, e de outros, tesouros que os nazis quisessem esconder? Poderia um desses tesouros ser a célebre Sala de Ambar, conhecida como a oitava maravilha do mundo? Em 1941, após a invasão alemã da URSS, os soviéticos tentaram esconder esta relíquia forrando a sala com papel de parede. O truque não resultou. Sabe-se que em 1941 a Sala de Ambar foi levada do Palácio Catarina, perto de Sampetersburgo, e instalada no Castelo de Königsberg. A seguir à guerra, não voltou a ser vista. Qual terá sido o seu destino? Terá sido destruída durante os bombardeamentos ou estará, juntamente com outras obras de arte, escondida na Antárctida? O almirante Dönitz já tinha declarado, em 1943, que a flotilha submarina alemã tinha orgulho em ter construído para o Führer uma fortaleza inexpugnável noutra parte do mundo. A 16 de Julho, o jornal argentino "La Critica" dava a notícia de um voo que o teria transportado para Dronning Maud Land. E o "Toronto Daily Star", a 18 de Julho, anunciava em manchete: "Hitler está no gelo da Antárctida".

Um mês depois, nova aparição. A 17 de Agosto de 1945, outro submarino, o U-977, comandado por Heinz Schaeffer, aparece também no Mar del Plata. Ambos os comandantes, Wermuth e Schaeffer, e as suas tripulações são interrogados e posteriormente postos em liberdade. Seria o destino desses submarinos (U-530 e o U-977) a fortaleza de que falava o almirante Donitz? E terão tido dificuldades no percurso que os obrigassem a desviar a rota e a aportar à costa da Argentina? A partir daqui as perguntas multiplicam-se. Terão sido estes alguns dos motivos que desencadearam, a 26 de Agosto de 1946, 14 meses depois da rendição alemã aos Aliados, a maior expedição alguma vez feita à Antárctida? Ou seria apenas um exercício militar? Estaria ainda o governo dos EUA decidido a acabar com os rumores e, por via das dúvidas, quis verificar a existência de uma base de submarinos alemã, construída na Antárctida durante a Segunda Guerra? E teria ou não a indústria aeronaútica alemã desenvolvido ali sofisticadas aeronaves, sendo necessário destruí-las? Ou andariam os EUA à procura de uma base de óvnis na região?

Vamos aos factos conhecidos. Esta operação confidencial - autorizada pelo almirante Chester Nimitz e planeada pela Marinha dos EUA - recebeu o nome de Operação Highjump (OpHjp), Task Force 68. Tinha à frente o contra-almirante Richard E. Byrd Jr. (na reserva) e o contra-almirante Richard H. Cruzen, ambos da Marinha dos EUA. Era também conhecida por Task Force 68 e estava sub-dividida em cinco grupos. Os números impressionam: faziam parte da esquadra 4700 homens, 33 aeronaves, o porta-aviões e navio almirante U.S.S. Philippine Sea, o navio de comunicações e navio almirante USS Mount Olympus, dois destroyers, dois porta--hidroaviões, dois navios quebra-gelo, dois navios-tanque, dois navios de abastecimentos e o submarino U.S.S. Sennet.

De novo as interrogações. Iria o almirante Byrd Jr. em busca da entrada da Hollow Earth (Terra Oca) e investigar a existência de vida extraterrestre? Uma possível e estranha resposta era dada pelo jornal "El Mercurio", da cidade de Santiago do Chile. A 5 de Março de 1947, sob o título "Em alto mar a bordo do Mount Olympus", o jornal escrevia: "Em caso de nova guerra, os EUA serão atacados por objectos que conseguem voar de pólo a pólo a velocidades incríveis." Nesse artigo, do correspondente de guerra americano Lee Van Atta, transcreve-se um sério aviso: "O almirante Byrd Jr. avisa hoje que os EUA têm de adoptar medidas de protecção contra uma possível invasão do país por aviões hostis vindos das regiões polares. Não é sua intenção assustar ninguém, mas a realidade numa nova guerra é que os EUA podem ser atacados por aeronaves vindas de um ou dos dois pólos." Depois desta declaração, Byrd Jr. não voltou a falar em público sobre a OpHjp.

Em 2006 o assunto volta a ser referido, num documentário russo. É dito que a missão do explorador polar Byrd Jr., programada para durar seis meses, foi reduzida a apenas oito semanas e que a expedição terá sofrido fortes baixas. Os relatos são feitos a partir de entrevistas a duas testemunhas e a tripulantes da OpHjp.

Faz 68 anos na próxima terça-feira que começou a maior expedição de sempre à Antárctida. O que terá levado realmente os EUA a realizarem tamanha missão, 14 meses depois do final da 2.ª Guerra Mundial: seria um exercício militar ou a procura de uma base secreta de submarinos alemães? Ou ainda a procura de actividade extraterrestre?

John Szehwach, radiotelegrafista do Destroyer USS Brownson, conta o que viu a 17 de Janeiro de 1947: "Observámos da ponte, durante alguns minutos, luzes muito brilhantes que subiam verticalmente em direcção ao céu muito rapidamente e que não conseguimos identificar devido à limitação do nosso radar." O tenente John Sayerson tem uma versão semelhante: "Aquilo saía verticalmente da água a uma velocidade tremenda. Voava entre os mastros do navio tão depressa que a turbulência que causava fazia andar para frente e para trás a antena de rádio. Um avião do porta-hidroaviões USS Currituck, que tinha descolado pouco antes, foi atingido por uma espécie de raio desconhecido disparado do objecto. Quase instantaneamente despenhou-se junto ao nosso navio."

Nesse ano, em Julho, dá-se o incidente de Roswell, quando um objecto voador não identificado cai no Novo México. A polémica vive até hoje. Aquilo que para muitos foi uma confirmação de que a Terra é visitada por extraterrestres, para outros não passou da queda de um balão de meteorologia.

Em 1958, durante o Ano Internacional da Geofísica (IGY), os EUA realizaram a Operação Argus. Com esse pretexto foram feitas três detonações nucleares 1760 km a sul da Cidade do Cabo, nos dias 27 e 30 de Agosto e a 6 de Setembro. Todas elas a grandes altitudes - 160 km, 290 km e 750 km, respectivamente. Terão sido testes para estudar os efeitos de explosões atómicas fora da atmosfera? Ou teriam como propósito destruir uma base de óvnis e de vestígios da presença alienígena na Terra? É como dizem os espanhóis: "Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay."

Ainda mais uma pergunta. Por detrás disto tudo, a Operação Highjump poderá ter tido também um outro propósito? Poderá ter sido um início de uma longa e "boa amizade" dos EUA com a URSS que perdura até aos dias de hoje? Uma outra guerra poderá ter dado os primeiros passos nas frias águas e no gelo da Antártida. E essa guerra chamou-se... Advinhe. Está quente, quente... Acertou. Guerra Fria.

Para terminar fica aqui uma pequena nota de rodapé. Citando Carl Sagan, no livro "Cosmos", segundo a equação de Frank Drake, "1x109 é o número aproximado de planetas na Via Láctea onde uma civilização técnica (caracterizada pela radioastronomia) já existiu pelo menos uma vez. [...] Se 1% dessas civilizações conseguirem sobreviver à adolescência tecnológica e assim ultrapassar este ponto crítico, atingindo a maturidade, teremos então 107. Neste caso, o número de civilizações existentes na Galáxia atingiria os milhões."

fonte: i online

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