sexta-feira, 21 de julho de 2017

"Boneca assombrada" é colocada à venda depois de assustar casal





Uma mulher está a tentar vender, no "Ebay", uma boneca que acredita estar assombrada. Assustada, diz que a boneca anda pela casa sozinha e é responsável por acionar os alarmes de fumo e por atacar o marido.

"É uma bonita boneca vestida de noiva mas muito assustadora", é assim que Debbie Merrick, uma mulher inglesa, de 50 anos, descreve o artigo que colocou à venda. A boneca foi comprada, juntamente com outras duas, há três semanas, por pouco mais de cinco euros, e deu a volta à vida de Debbie e do marido Cameron.

Movimentos estranhos, alarmes de fumo ativados do nada e arranhões na perna de Cameron alertaram o casal. "Os alarmes de fumo não paravam de tocar e uma noite ouvi o soalho a fazer barulho. Pensei que era a minha filha, mas quando fui ao quarto vi que ela estava a dormir", disse a mulher ao "Mirror".

Juntamente com estes acontecimentos, Cameron acordou com a perna toda arranhada. Debbie aponta a boneca como sendo a possível responsável. "As arranhadelas foram feitas por algo pequeno, como a mão de uma boneca", disse ao "The Sun".


quarta-feira, 19 de julho de 2017

Homem registra imagem de criatura na Escócia; internautas acham que é o "Monstro do Lago Ness"

Criatura parecida com um 'dinossauro' foi registrada na Escócia

Criatura parecida com um 'dinossauro' foi registrada na Escócia 


Um homem de 66 anos registrou a imagem de uma criatura desconhecida na Escócia. Jimmy Wright estava caminhando pelo vilarejo de Killerarn quando viu o estranho animal e o fotografou. As informações são do The Sun e do Daily Record.

Segundo o The Sun, a imagem foi postada pelo homem nas redes sociais e, rapidamente, viralizou. Internautas acreditam que a criatura encontrada é o "Monstro do Lago Ness" que, segundo a lenda, habita os lagos da Escócia.

"Postei no Facebook e fiquei surpreso com o número de respostas que recebi. Achei que fosse algo como um dinossauro", disse Wright ao Daily Record.


Antepassados dos mamíferos começaram a ter sangue quente há 300 milhões de anos


Os antepassados dos atuais mamíferos começaram a ter sangue quente no período Permiano superior, entre 352 milhões a 259 milhões de anos atrás.

O momento em que os mamíferos passaram a ter sangue quente tem sido motivo de debate mas um grupo internacional de cientistas assegura ter identificado um período concreto, após análises de datação em 90 fósseis, diz-se num comunicado do Centro Nacional de Investigação Científica francês.

O facto de as espécies passarem a ter sangue quente favoreceu a sobrevivência durante a extinção registada no período Pérmico-Triássico, há 252 milhões de anos, segundo o estudo, que é publicado hoje na revista eLife.

Hoje apenas as aves e os mamíferos são capazes de produzir o seu próprio calor corporal e manter uma temperatura elevada constante.

A combinação das duas faculdades apareceu primeiro num grupo dos répteis terapsídeos, da classe dos sinápsidos. Há 270 milhões a 252 milhões esse grupo, os cinodontes, diferenciou-se dos restantes grupos e deu origem aos mamíferos, afirma-se no comunicado.

Os investigadores reuniram 90 fósseis descobertos na África do Sul, Lesoto, Marrocos e China, dos quais 63 terapsídeos e 22 espécies diferentes, para estudar a composição de isótopos de oxigénio.

Partindo do princípio que há isótopos que se incorporam de forma diferente nos ossos e nos dentes em função do metabolismo do animal (se tem sangue frio ou quente por exemplo), os estudos mostraram diferenças de composição isotópica. E indicaram que oito espécies da família dos terapsídios tinham sangue quente alguns milhões de anos antes da extinção do período Pérmico-Triássico.

Os cinodontes foram uma das espécies que sobreviveram à extinção (quando morreram 75% das espécies na Terra) e a chave para resistir às grandes alterações climáticas poderá estar relacionada com o sangue quente.


Brasil guarda um dos melhores registos do asteroide que pôs fim aos dinossauros


O meteoro que há 65 milhões de anos acabou com a era dos dinossauros na Terra, caiu na cidade península de Yucatán, no México, e deixou registos do fenómeno no Brasil, em Pernambuco. A paleontóloga Alcina Barreto falou com exclusividade à Sputnik Brasil e comentou sobre os segredos desse importante evento na história da Terra.

A paleontóloga Alcina Barreto, professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), conversou com a Sputnik Brasil e explicou a natureza do registo do meteoro em terras brasileiras. 

De acordo com ela, "não há fragmentos do impacto, o que há são evidências do impacto do meteoro que caiu".

"Evidências do tipo geoquímicas, evidências mineralógicas, evidências nas estruturas dos estados fragmentários, mas que se depositaram nessa época. Não é que um fragmento desse meteoro tenha sido conservado aqui", disse a especialista. 

Na ocasião, os fragmentos do meteoro teriam sido lançados na atmosfera e caído em diversas partes da Terra. A professora Alcina Barreto explicou que essas evidências são encontradas em diversas partes do mundo hoje em rochas sedimentares depositadas nessa época. 

Os resquícios do megatsunami causado pelo impacto do asteroide chegaram ao Nordeste brasileiro e ficam localizados no geossítio Mina da Poty. 

A paleontóloga explica que "um geossítio é uma área geográfica em que ficou registado algum evento importante da história da Terra e que precisa ser conservado, preservado, estudado, compreendido e mantido para que as gerações futuras também tenham essa informação".

"Nós temos aqui exposições de rocha que mostram muito bem esse momento do impacto do meteoro. E ele está localizado no município de Paulista, aqui em Pernambuco. Essa exposição aparece numa mineração de calcários. E é a melhor exposição de diferentes períodos geológicos que marcam não só os períodos, mas que marcam eras geológicas diferentes", destacou. 

"Essas exposições de rocha aqui em Pernambuco são conhecidas com uma das melhores exposições da América do Sul desse registo desse fenómeno que aconteceu na história da Terra e que fica registado nas rochas", acrescenta Alcina Barreto.

A paleontóloga também informou que o geossítio Mina da Poty será aberto para a visitas do público a partir de novembro.

fonte: Sputnik News

ESTUDO DE LOS ALAMOS DESCOBRE QUE OS SCANNERS DOS AEROPORTOS PODEM EXTRAIR E ALTERAR O ADN


Podemos acreditar no que nosso governo nos informa sobre os dispositivos de segurança dos aeroportos?

Aparentemente não. Primeiro disseram-nos que os scanners de raios-X (que mostravam muitas partes do corpo nu) eram perfeitamente seguros.

Mesmo o fabricante do dispositivo, Rapidscan, admitiu abertamente que os scanners não tinham sido devidamente testados. A verdade foi revelada mais tarde que os testes de segurança acabaram sendo totalmente manipulados conforme relatado pela Natural News.

Com os resultados fabricados, a tecnologia foi rapidamente apressada em todos os aeroportos de todo o mundo. Ninguém ouviu o que os cientistas no campo da radiação estavam tentando dizer - não é seguro.

Não foi até que os níveis de radiação de retrocesso que os scanners adulassem começaram a mostrar uma maior incidência de cancro nos agentes TSA (juntamente com os processos que seguiram rapidamente), que os dispositivos foram finalmente substituídos. O TSA rapidamente arrumou por outra solução.

Agora, eles também querem que acreditemos que a tecnologia de substituição, scanners de "busca de tira digital" de onda milimétrica também são "perfeitamente seguros".

Não acredite por um segundo. A TSA não conseguiu testar adequadamente esses dispositivos para factores de saúde e segurança também. Infelizmente, no mundo de hoje, a segurança supera a segurança humana.

Essas tecnologias de ondas milimétricas são projectadas para bombardear viajantes inocentes com partículas de energia de alta frequência conhecidas como fotões de terahertz.

Um estudo conduzido por Boian S. Alexandrov et.al. No Centro de Estudos Não-Lineares do Laboratório Nacional de Los Alamos no Novo México, revelou que essas ondas terahertz poderiam "... descompactar ADN de cadeia dupla, criando bolhas que poderiam interferir significativamente em processos como a expressão génica e a replicação do ADN".


Em outras palavras, este estudo é a arma fumegante que suscita sérias preocupações sobre o impacto da radiação terahertz na fertilidade, desenvolvimento fetal e cancro.

Agora pense nos milhares de pessoas que estão sujeitas a esses níveis de partículas de energia não testadas todos os dias em nome da "Segurança Nacional".

A arma de negação activa dos militares usa tecnologia de onda milimétrica para criar uma intensa sensação de queimadura na superfície da pele usando um feixe de 95 GHz (3,2 mm de comprimento de onda).


Ex-funcionário da NASA: Extraterrestres estacionam aparelhos nos anéis de Saturno


Os extraterrestres encontraram um meio para esconder suas naves espaciais da humanidade: eles escondem-se nos anéis de Saturno, afirma o ex-funcionário da NASA Norman Bergrun, comunica o Express.

Segundo a informação do portal Express, o cientista acrescentou que a frota dos extraterrestres está aumentando. Vários aparelhos já chegaram aos anéis de Úrano e Júpiter, comunica o Express

"O que descobriu é que estas coisas povoam Saturno, é o lugar onde vi elas pela primeira vez, e eles estão proliferando. Você pode os descobrir em torno de Úrano e Júpiter", acrescentou Bergrun ao Express.

Os novos anéis em torno de planetas, de acordo com Bergrun, são formados por extraterrestes. De acordo com ele, em breve os extraterrestres não terão lugar para o estacionamento e podem passar para atividades concretas.

A hipótese sensacional de Norman Bergrun foi apoiada pela comunidade de ovnilogos. De acordo com eles, o ex-funcionário da NASA revelou um dos maiores segredos da agência espacial.


#NASA Engineer Norman Bergrun Warns That ‘Living Alien: http://www.mambolook.com/planets/saturn , http://www.mambolook.com/link/10930320

​Vários especialistas já comunicaram que tinham pessoalmente visto o deslocamento de naves extraterrestres perto dos anéis de Saturno.

fonte: Sputnik News

Surpreendente: Múmia milenar banhada em ouro tem os órgãos em excelente estado


O corpo foi banhado em ouro no ano passado em Dinghui (Hebei) templo, onde permaneceu desde 2011. No entanto, os instrutores do templo dizem Ci Xian poderia ser transferido para outro lugar sagrado.

Na semana passada, na província de Hebei, norte da China, um grupo de médicos examinaram os restos mumificados de um mestre budista coberta de ouro. Uma tomografia computorizada revelou o estado incrível dos órgãos do mestre Ci Xian, acreditam que morreu à cerca de 1000 anos.

Wu Yongqing, um dos médicos responsáveis pela investigação, disse que os ossos "estão em excelentes condições, como uma pessoa saudável", enquanto o cérebro, maxilar superior, dentes, costelas, coluna vertebral e articulações, "se conservam completos" .

A mídia local disse que o "estado natural" de fibras de tecido muscular e conjuntivo é "muito surpreendente" e salientam que a análise de especialistas também tem valores culturais e religiosos de grande importância.


Youtube / 世間 奇聞

Segundo registos históricos, o sacerdote budista era originalmente da Índia e viajou para a China, com o objectivo de difundir a filosofia budista. Mais tarde, ele foi nomeado professor budista e depois de sua morte, seus discípulos preservaram o seu corpo. Na década de 1970 seus restos mortais foram descobertos dentro de uma caverna.

Seu corpo foi banhado em ouro no ano passado em Dinghui templo (Hebei), onde ele permaneceu desde 2011. No entanto, os instrutores do templo diz Ci Xian poderia ser transferido para outro lugar sagrado, que está sendo construído na montanha Xiangxiang, na província de Hunan.


Youtube / 世間 奇聞

Em 2015 cientistas holandeses descobriram uma múmia semelhante dentro de uma estátua de Buda que datam dos séculos XI ou XII. Os restos, que pertenciam ao budista mestre Liuquan, foram examinados com um varrimento da TC e ADN testado. Os resultados foram publicados numa monografia sobre sua vida.


fonte: Actualidad RT

Cristóvão Colombo era português? ADN de familiar do corsário de 500 anos, daria a resposta


A teoria que aponta a origem genovesa do descobridor da América é novamente posta em causa, desta vez com "mais de 50 testes."

Houve muitas origens que têm sido atribuídos a Cristóvão Colombo - mallorquín, Catalão, Inglês, Norueguês, Croata e Português, entre outros, e o facto de que seu próprio filho, Hernando Colón não revelou na biografia que escreveu em que não fez nada, mas ampliou a aura do mistério.

Agora, um grupo de investigadores da Universidade de Coimbra e do Instituto Superior Técnico (IST) vai testar a teoria de que sugere que o descobridor da América na verdade nasceu em Portugal através de uma amostra de ADN de 500 anos , relata a EFE .

Um corsário Português com outro nome?

Esta hipótese foi formulada por Fernando Branco, o IST, no seu livro Cristóvão Colombo, Nobel Português' publicado em 2012-, que inclui mais de cinquenta coincidências entre a vida do Almirante do Mar Oceano e Pedro Ataíde como ele conheceu um Português corsário do século XV.

Segundo a tese de Branco, Pedro Ataide foi dado como morto na batalha naval de Cabo de São Vicente em 1473, onde lutou com um corsário francês chamado Culon - e depois salvos e cheguem a nadar até à costa do Algarve, decidiu mudar seu nome Pedro Colombo (ou Culon) para a segurança (sua família foi perseguida em Portugal por participar de uma conspiração para matar o rei João II).

"Há um conjunto de evidências que sugerem que seu nome verdadeiro era Pedro Colón. Eu nunca escrevi seu nome como Cristóvão Colón . Ele assinou como um almirante ou uma assinatura criptografada em que pode ler várias coisas, incluindo 'Pedro Colón'" disse Branco.

É por isso que os pesquisadores irão testar se Colombo era realmente Pedro Ataíde por análise do ADN dos ossos do primo directo do corsário Português, em seguida, compará-lo com o ADN de seu filho Hernando (já sequenciado em 2006 em Espanha). No entanto, este processo só vai ser possível se os ossos de Ataíde primo estiverem em boas condições, e este número é desconhecido porque a sua sepultura nunca foi aberta. Espera-se que as autoridades portuguesas autorizem após o verão.


terça-feira, 18 de julho de 2017

Seis fotos da Lua que a NASA não fornece explicação

Imagem retirada durante missão Apollo 16 da NASA (Reprodução)

Imagem retirada durante missão Apollo 16 da NASA (Reprodução)

Estima-se atualmente que a NASA e outras agências espaciais possuem centenas de fotografias destruídas.

UFOs, edificações alienígenas e outras imagens inexplicáveis retiradas na Lua – algumas pela NASA – têm levantado suspeitas de que há algo mais do que apenas crateras no corpo celeste e, por alguma razão, este fato tem sido escondido da sociedade.

A Lua sempre foi um enigma além de ser um satélite totalmente diferente dos outros. Há teorias que afirmam que ela seja oca e possua uma composição diferente. Rochas lunares foram encontradas contendo metais como latão, urânio e neptúnio foram achados.


Durante muitas missões à lua, fotografias inexplicáveis ​​e vídeos foram capturados e, além disso, depoimentos de renomado astronautas afirmam ter avistado ou entrado em contacto com alienígenas.


1 – Suposta base lunar móvel alienígena


Imagem de estrutura capturada na lua (Reprodução)

Ufólogos sugerem que o objeto em forma de disco poderia ser uma base lunar móvel e asseguram que a NASA está fazendo o possível para esconder a evidência da existência de vida extraterrestre inteligente.


As imagens foram capturadas pelo Lunar Reconnaissance Orbiter da NASA, que foi tirar fotografias da superfície da lua ao longo dos últimos sete anos, de acordo com o canal do YouTube Secureteam10.

Da mesma forma, ufologistas afirmam que esta estrutura aparece em diferentes partes da superfície lunar, sugerindo que o objecto se mova.


2 – Descarga elétrica na Lua


Imagem de descarga elétrica capturada na lua (Reprodução)

Uma das imagens mais fascinantes foi feita em 1972. Ela parece revelar um poderoso e enorme choque elétrico perto da cratera Stein, localizado no lado mais distante da Lua.

Alguns dizem que a descarga elétrica ocorreu devido às bases subterrâneas secretas escondidas no lado oculto da lua.

No entanto, outros apontam que o choque pode ter sido uma tempestade poderosa, semelhantes às que ocorrem na Terra.


3 – O “moonwalker”


Imagem do “moonwalker” capturada na lua (Reprodução)

Esta imagem foi disponibilizada ao público quando o Google lançou um software que permite aos usuários pesquisarem e explorarem a lua, o GoogleMoon.

Pouco tempo depois, as pessoas ficaram intrigadas com uma maciça e misteriosa estatueta em pé na superfície da lua.

Ninguém pode explicar a aparição exatamente, mas a versão da NASA diz que é uma sujeira na lente da câmera sobre as missões lunares.


4 – Estrutura em forma de de pizza em 3D


Imagem de estrutura capturada na lua (Reprodução)

Esta estrutura na base lunar aparece como uma pizza cortada.

De acordo com caçadores de OVNIs, a forma do objecto parece ser tridimensional, não é uma estrutura natural, o que sugere que poderia ser um navio alienígena gigante ou uma base sobre a superfície da Lua.


5 – Disco voador fotografado durante a missão de Apollo 16


Imagem retirada durante missão Apollo 16 da NASA (Reprodução)

Durante a subida para a superfície lunar em 27 de Abril de 1972, astronautas filmaram um objeto estranho de seu módulo de comando: um enorme UFO em forma de disco.

O misterioso UFO é visível por quatro segundos.

Em resposta, em 2004, a NASA divulgou um comunicado dizendo que o UFO pode ter sido uma luz no lander de Apollo 16, mas ufólogos não estão convencidos.


6 – A nave LCROSS e seu impacto duvidoso


Imagem de estrutura capturada na lua (Reprodução)

Em 2009, a NASA enviou para a lua a LCROSS, uma sonda diferente de qualquer outra. Uma vez em órbita, um foguete de 2,2 toneladas foi lançado pela LCROSS em direção à cratera Cabeus, localizada no pólo sul da lua.

Enquanto a missão era puramente científica, uma imagem em uma mesa de um funcionário da NASA levantou suspeitas de que o foguete disparado a partir da LCROSS foi apontando para estruturas dentro da cratera Cabeus.

Na zona de impacto estruturas artificiais são claramente visíveis e ufologistas argumentam que a NASA enviou a sonda para destruir uma base estrangeira.

Seria tudo isto verdade, paranóia ou imaginação? De qualquer forma, essas suspeitas foram levantadas através de evidências de que na Lua existem alienígenas que transformaram a superfície lunar em uma base, com algum motivo oculto.

Por sua vez, os ex-funcionários da NASA afirmam que valiosas imagens das missões lunares foram destruídas e adulteradas.

fonte: Epoch Times

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Cientistas revelam qual espécie sobreviverá às catástrofes na Terra (e não é a humana)


Tido como inevitável, o fim da vida no planeta Terra costuma gerar muita curiosidade, sobretudo quando se pensa em quais formas de vida conseguiriam, neste futuro inóspito, sobreviver num mundo sem seres humanos.

Uma possível resposta foi dada nesta semana por cientistas da Universidade de Oxford, do Reino Unido. E talvez nunca tenha ouvido falar na espécie favorita a sobreviver em todos os cenários possíveis na Terra.

Num estudo publicado pela revista Scientific Reports, os pesquisadores apontaram que o tardígrado, um microrganismo de oito patas também conhecido como urso d’água que podem viver até 10 biliões de anos, sobrevivendo a temperaturas entre -273,15°C até os 150°C.


The Earth's Last Survivors: the #tardigrade, an eight-legged micro-animal, will survive until the Sun dies: http://po.st/CdebsS

Além disso, tal espécie – ligada ao filo de animais microscópicos segmentados, estes relacionados aos artrópodes – pode sobreviver 30 anos sem se alimentar ou ter acesso à água, seja no mar profundo ou no vazio do espaço sideral.

A pesquisa é baseada no pressuposto de que uma catástrofe global numa escala cósmica ocorra na Terra. Assim, os cientistas têm considerado três cenários possíveis: o impacto de um grande asteroide; a explosão de uma super nova nos arredores do Sol; e uma explosão de raios gama.

No entanto, eles estipularam no trabalho que todos os eventos são improváveis e que a extensão do seu impacto não seria forte o suficiente para, por exemplo, ferver os oceanos do planeta e destruir estes microrganismos.

“Para nossa surpresa, descobrimos que, embora as super novas próximas ou os grandes impactos de asteroides fossem catastróficos para as pessoas, os tardígrados não poderiam ser afectados. Portanto, parece que a vida, uma vez que começa, é difícil de eliminar completamente”, explicou o doutor David Sloan, co-autor da pesquisa e pós-doutorando no Departamento de Física da Universidade de Oxford.

A resistência de um tardígrado também chamou a atenção dos cientistas para como a capacidade de sobrevivência na Terra, que já é surpreendente nos cenários mais inóspitos, poderia ajudar a entender o que existe no espaço – e que a humanidade ainda não conhece.

“Os tardígrados são o mais perto de indestrutíveis na Terra, mas é possível que existam outros exemplos de espécies resistentes em outros lugares do universo. Neste contexto, há um caso real para procurar a vida em Marte e em outras áreas do sistema solar em geral. 

Se tardígrados são espécies mais resistentes da Terra, quem sabe o que mais existe?”, questionou o doutor Rafael Alves Batista, co-autor e pós-doutorando associado de pesquisa no Departamento de Física da Universidade de Oxford.

fonte: Sputnik News

Cientistas guardaram um filme e fotografias dentro de bactérias vivas

À esquerda está a série de planos com a égua a galope que foi inserida na bactéria e à direita a imagem recuperada após sequenciar o genoma

À esquerda está a série de planos com a égua a galope que foi inserida na bactéria e à direita a imagem recuperada após sequenciar o genoma SETH SHIPMAN (UNIVERSIDADE DE HARVARD)

Imagens foram inseridas no genoma da bactéria Escherichia coli e depois recuperadas com uma precisão de 90%. É mais uma demonstração da impressionante capacidade que o ADN tem para armazenar dados digitais

A imagem de uma mão e um pequeno filme retirado da famosa colecção Locomoção Humana e Animal do fotógrafo inglês Eadweard Muybridge. Estes dois pedaços de informação digital foram inseridos no ADN de bactérias vivas, mais precisamente de uma população de Escherichia coli (que é encontrada na flora intestinal de humanos e de outros animais). A experiência de sucesso foi conseguida com a técnica de edição genética conhecida como CRISPR, que permite “mexer” no ADN, e é relatada esta semana na revista Nature.

Quando olhamos para o resultado da experiência feita por cientistas da Universidade de Harvard, nos EUA, e vemos imagens introduzidas numa bactéria e depois recuperadas com precisão, pode surgir algum espanto e muitas perguntas. Como é que fizeram isto? Para que serve isto? Estas, arriscamos dizer, serão duas das questões mais imediatas.

Começamos por responder à primeira: o como. A equipa, liderada por Seth Shipman e que envolveu especialistas em genética, biologia regenerativa e “engenharia de inspiração biológica”, usou o sistema CRISPR para inserir imagens e um curto GIF (cinco quadros, em 36 × 26 pixels, da égua Annie G. galopando, retirados da colecção Locomoção Humana e Animal do fotógrafo Eadweard Muybridge) numa população de bactérias Escherichia coli.

Apesar de surpreendente, a introdução de informação no ADN não é um feito inédito. Os organismos vivos fazem-no desde sempre de forma natural, quando, por exemplo, “arquivam” a informação sobre os vírus que os invadem permitindo que essa “memória” os proteja num próximo confronto. Mas, além deste processo natural, também já foram feitas algumas experiências “artificiais”. Os cientistas rapidamente perceberam que o ADN é um meio excepcional para armazenar a informação. E aqui está a resposta para a questão: “para que serve isto”. Numa microscópica célula, numa bactéria (neste caso), é possível armazenar enormes quantidades de informação.

Nos últimos anos, os cientistas têm explorado e testado o potencial deste meio de armazenagem de informação. Já conseguiram, por exemplo, introduzir no ADN um livro inteiro, os sonetos de Shakespeare, um excerto do discurso “I Have a Dream” de Martin Luther King, um artigo científico, um filme mudo, fotografias e até um vale da Amazon. Estas experiências foram feitas, em laboratório, com pedaços de ADN em tubos de ensaio. Mas também já se conseguiu escrever informações nos genomas de células vivas. Foi inserida uma frase da bíblia num micróbio, as letras de uma canção e a famosa equação de Einstein (E=mc2) em bactérias e até já foi produzido um genoma sintético de uma bactéria, criado no laboratório do famoso geneticista Craig Venter, no qual foram inseridos os nomes dos elementos da equipa de investigadores.


Foto À esquerda está uma imagem de uma mão humana que foi inserida na bactéria e à direita a imagem recuperada após sequenciar o genoma da bactéria SETH SHIPMAN (UNIVERSIDADE DE HARVARD)

Na maioria destes casos, a informação é inserida no genoma por inteiro. Como se estivéssemos a mover para o ADN um edifício inteiro. Desta vez, os cientistas inseriram a imagem de uma mão e o pequeno filme, tijolo a tijolo. Usaram os nucleótidos, os blocos construtores do ADN, para produzir um código que se relaciona com os pixels individuais de cada imagem.

Para o GIF, as sequências foram inseridas imagem a imagem (plano a plano) ao longo do tempo em bactérias vivas, fazendo com que encaixassem no genoma na ordem em que foram entregues. Uma vez inseridos no genoma da E. coli, os dados foram recuperados através da sequenciação do ADN e as imagens são reconstruídas através da leitura do código atribuído. A equipa de Seth Shipman conseguiu que as imagens fossem reconstruídas com uma precisão de aproximadamente 90%.

A complexa operação técnica apoiou-se no CRISPR que é conhecido como um sistema de edição genética que usa uma ferramenta (proteína) chamada CAS9 para fazer um jogo de “corta e cola” nos genes. Neste caso, foi usado o sistema CRISPR com as ferramentas CAS1 e CAS2 que estão envolvidas na memória das bactérias, funcionando como “arquivadores” de informação que arrumam os dados no genoma.

“Este estudo revela, mais uma vez, a capacidade que existe de armazenar informação dentro de um espaço mínimo de uma bactéria”, comenta José Bessa, investigador no Instituto de Biologia Molecular e Celular do i3S (Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, no Porto). “Eles introduziram esta informação nas bactérias e mostraram que a conseguem replicar num organismo vivo”, sublinha.

Sem querer desvalorizar a experiência “entusiasmante”, José Bessa nota apenas que “os autores não conseguiram introduzir toda a informação numa só bactéria, mas sim espalha-la em fragmentos numa população de bactérias”. E acrescenta: “Por outro lado, para recuperar a informação é necessário sequenciar o ADN em larga escala. Tiveram de sequenciar mais de 600.000 fragmentos para recuperar entre 88 a 96% da informação”.

E a introdução de dados tão estranhos como imagens ou filmes num ADN não faz nada à bactéria? “Não. A bactéria recebe estes dados como se fossem fragmentos de vírus e, portanto, vai guardá-los numa parte que, em princípio, não irá criar algum dano”, diz José Bessa.

Com este estudo, os cientistas mostram mais uma vez que o sistema CRISPR permite armazenar dados em células vivas mas também abrem novas perspectivas sobre o funcionamento deste sistema quando, por exemplo, determinam quais as melhores sequências para transferir dados para o genoma. É um novo mundo que se apoia num facto extraordinário que José Bessa faz questão de lembrar: “A máquina mais eficiente que conhecemos é a célula, em termos da energia que precisa para o que produz. Introduzir informação nesta minúscula máquina que se consegue reproduzir, replicar e guardar a informação sem a degradar é algo impressionante.”

fonte: Público

Astrónomos captam sinal anómalo de estrela próxima da Terra


Os astrofísicos do observatório de Arecibo, em Porto Rico, detectaram sinais de rádio estranhos provenientes da estrela Ross 128, que fica a uma distância de 11 anos-luz da Terra na constelação da Virgem, informa o Rossiyskaya Gazeta.

Segundo comunicou o astrobiólogo Abel Méndez da Universidade de Arecibo ao Business Insider, os primeiros impulsos estranhos foram detectados em maio de 2017, comunica o Rossiyskaya Gazeta.

Os impulsos se repetiram após várias semanas.

"Durante uma observação de dez minutos foi detectado um sinal que se distingue, não só das emissões típicas de outras estrelas, mas que é único mesmo para a Ross 128. Anteriormente tínhamos detectado sinais de frequências mais altas", comunicou o astrónomo.

Os cientistas ainda não conseguiram detectar a origem desses sinais específicos. De acordo com Méndez, a versão de uma fonte extraterrestre existe, mas a Ross 128 é uma estrela anã vermelha, que de vez em quando incinera todo o espaço à volta dela.


Astronomers picked up radio signals from nearby star Ross 128. It's almost surely *not* aliens, but 'very peculiar.' http://phl.upr.edu/library/notes/ross128 …

​De acordo com o astrónomo chefe do projecto SETI Seth Shostak, é mais provável que os impulsos estranhos tenham interferência terrestre.

"É assim na maioria dos casos. Agora existe apenas um sinal do espaço que possa ser enviado por extraterrestres – é o sinal Wow", acrescentou o cientista, adiantando que ele vai tentar estudar a emissão da Ross 128 usando o telescópio potente da Califórnia.

O grupo de astrónomos que trabalha no observatório de Arecibo planeia realizar mais estudos dos sinais estranhos cujos resultados podem ser conhecidos já em breve.

fonte: Sputnik News

Grande OVNI em chamas é captado no céu sobre Los Angeles


Dia 15 de julho, na página oficial do canal de YouTube Alien Hunters foi publicado um vídeo onde, alegadamente, um objecto voador não identificado voa sobre a cidade de Los Angeles.

Quando o operador aumentou o zoom, o objecto com fogo subiu de repente com uma velocidade incrível.

O canal Alien Hunters é um dos canais mais famosos sobre casos de avistamentos de OVNIs ou de alienígenas. Você é quem decide se quer crer ou não!


fonte: Sputnik News

Em breve vai ser possível 'ver' outras dimensões do Universo


Os pesquisadores do Instituto Max Planck de Física Gravitacional, na Alemanha, descobriram uma forma de detectar as vibrações das ondas gravitacionais de outras dimensões, segundo um artigo publicado na revista especializada Journal of Cosmology and Astroparticle Physics.

O estudo, realizado pelos investigadores Gustavo Lucena Gómez e David Andriot, foi baseado na chamada teoria das ondas gravitacionais, segundo a qual qualquer acontecimento espacial de grande escala, como uma colisão de dois buracos negros, provoca flutuações na gravidade da Terra.

Os autores do estudo também afirmam que no Universo existem várias outras dimensões, que não podem ser detectadas porque são demasiado pequenas. No entanto, graças à capacidade das ondas gravitacionais de capturar flutuações mais fracas, poderemos "ouvir" as mudanças nas outras dimensões através de um potente detector de ondas.

O Observatório de Deteção de Ondas Gravitacionais LIGO (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory, em inglês), localizado nos EUA, ainda não é capaz de "ouvir" as flutuações destas dimensões invisíveis. Porém, cientistas italianos e franceses estão trabalhando na criação de um novo detector, denominado VIRGO, que poderá fazê-lo. Além disso, está sendo preparada uma missão espacial LISA (Laser Interferometer Space Antenna, em inglês) que permitirá detectar as ondas gravitacionais a partir do espaço.

fonte: Sputnik News

ETs se revelam em imagens bíblicas

Ancient aliens


Uma pintura datada do século XI mostra a presença de alienígenas no passado remoto.

Enquanto hoje em dia os ovnilogos não desistem das tentativas de encontrar alienígenas, estes já foram representados em imagens muitos séculos atrás.

O tabloide britânico The Daily Star informou que um grupo de ovnilogos teria encontrado "provas" da existência de extraterrestres até nas imagens que ilustram cenas da Bíblia.

Segundo o portal, uma dessas "provas" foi encontrada num dos quadros que se encontram na catedral georgiana de Svetitskhoveli. Os ovnilogos afirmam que objectos que voam debaixo das mãos de Jesus são uma evidência de que os alienígenas estavam presentes no momento da crucificação.

Uma outra "revelação" da presença alienígena foi detectada nessa imagem abaixo. Como costumam dizer os "caçadores de OVNIs", a Bíblia está cheia de provas de que os ET's são reais.


CC0 / WIKIPEDIAAert de Gelder, Batismo de Jesus, 1971

fonte: Sputnik News

Mapa extraordinário: Antártida sem gelo e habitada por extraterrestres?


Um mapa, desenhado em 1513 por um almirante turco, parece mostrar a costa da Antárctida sem gelo. Dezenas de teorias foram propostas para explicar o mistério do mapa de Piri Reis.

Haji Ahmed Muhiddin Piri era almirante da Marinha turca no século XVI, época em que viagens além do mar Mediterrâneo ou Negro não aconteciam.

Em 1513, ele elaborou um extraordinário mapa do mundo, desenhado em couro de gazela, posteriormente em papel comum.

Graças ao pelo de gazela, o mapa, conhecido como mapa de Piri Reis, resistiu a quatro séculos e foi descoberto em 1929 na biblioteca do famoso Palácio de Topkapi, em Istambul.

Gustav Deissmann, o teólogo alemão que o descobriu, ficou surpreso e admirado pela imagem detalhada do mundo conhecido naquele período, mas também ficou perplexo pelo desenho da Antárctida, representado pelo almirante.


@OttomanArchive 16th Century (1513)map by Piri Reis detailing the coastline of an ice free Antarctica

"O mapa, desenhado no século XVI por Piri Reis, mostra detalhadamente uma Antárctida sem gelo"

O mapa mostrava um continente sem gelo, enquanto todas as referências geográficas conhecidas indicam que a Antárctida é coberta por gelo há milhões de anos.

Para elaborar o seu próprio mapa, o almirante Piri teria usado 20 mapas e tabelas diferentes, entre eles o mapa desenhado pelo próprio Colombo e por navegantes portugueses que descobriram o Brasil.

No entanto, a costa da América do Sul, mais especificamente do sul do Rio de Janeiro de hoje, segundo o mapa de Piri Reis, foi desenhada mais a leste, tornando-se uma costa do Norte.

Alguns cartógrafos argumentaram que a costa é extremamente parecida com a Terra da Rainha Maud, que foi descoberta apenas em 1820. Ninguém pisou na costa até que em 1930, o navegador norueguês, Hjalmar Riiser-Larsen, desembarcou lá e nomeou o território em honra da mulher do então rei da Noruega, Haakon VII.

É engraçado, mas na época da Segunda Guerra Mundial, quando a Alemanha ocupou a Noruega, o território foi rebatizado por nazistas como Nova Suábia.


#Historic map (1528) of Aegean Sea by #Ottoman Turkish geographer Piri Reis #history

​"Um mapa histórico do mar Egeu, desenhado pelo geógrafo otomano turco Piri Reis"

O professor norte-americano Charles Hapgood foi quem usou o mapa como evidência para provar sua teoria sobre uma Antárctida sem gelo.

No seu livro, Maps of the Ancient Sea Kings (Mapas de reis marítimos antigos) ele afirmou que os Pólos Norte e Sul da Terra tinham mudado à 11.000 anos e que uma civilização antiga, que vivia na Antárctida, desenhou o mapa da costa.

Erich von Daniken, escritor suíço que ficou conhecido na década de 1970 graças ao livro Eram os Deuses Astronautas?, possuía teorias sobre as linhas de Nazca no Peru e sobre extraterrestes terem vivido na Antárctida.

Porém, na opinião de Steven Dutch, da Universidade de Wiskonsin-Green Bay, EUA, toda a teoria da Antárctida sem gelo é falsa e o mapa é incorrecto.

"O mapa mostra a América do Sul oscilando para leste. Levando em consideração que o mapa deixa a desejar no quesito latitude, pode-se ter certeza que a costa não é da Antárctida", escreve.

O professor Dutch afirma que o mapa seja simplesmente incorrecto e especulativo, no que se trata da região do Atlântico Sul, pois navegantes não a exploraram, sendo assim, não possuíam ideia alguma em que direcção continuava a costa no Sul do Brasil.

fonte: Sputnik News

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Cientistas: sinais de rádio da constelação de Áries podem ser enviados por ETs


Um grupo de cientistas norte-americanos tentou decifrar os sinais de rádio, que foram obtidos da constelação de Áries.

Cientistas dos EUA comunicaram que os sinais recebidos da constelação de Áries podem ser enviados por extraterrestres, pois possuem estrutura complexa e não poderiam ser enviados acidentalmente. 

Segundo a mídia, os cientistas detectaram uma estrutura complexa de sinais muito diferentes dos terrestres. Sendo assim, acreditam que sejam sinais extraterrestres. 

Os cientistas acrescentaram que os sinais místicos são enviados de uma posição espacial entre a constelação de Áries e de Peixes. Tais sinais são enviados há várias centenas de anos, afirmam. 

Vale destacar que, para eles, é muito possível que os sinais tenham começado a ser enviados antes mesmo de a humanidade possuir tecnologias capazes de detectá-los. 

Os pesquisadores já conseguiram captar e registar mais de 100 sinais deste tipo. Todos os sinais possuem carácter semelhante, o que comprova que são enviados de um único lugar, concluem.

fonte: Sputnik News

Estudante português cria pavimento que reduz velocidade e cria energia


Aproveitar a energia cinética dos veículos para melhorar a segurança rodoviária e captar energia parece um projeto derivado de um filme de ficção científica, mas a Pavnext está a trabalhar num novo tipo de piso rodoviário que consegue cumprir com aqueles dois objetivos.

Além de promover a segurança rodoviária, a energia captada pelo piso agora em desenvolvimento é convertida em energia elétrica ‘limpa’, que pode ser direcionada, por exemplo, para a iluminação pública.

Este projeto está a ser desenvolvido por Francisco Duarte, aluno de doutoramento em Sistemas de Transportes do Programa MIT Portugal na Universidade de Coimbra, tendo já recebido dois prémios de elevada relevância, um promovido pelo Automóvel Clube de Portugal (ACP) e outro atribuído agora pelo Big Smart Cities, competição de empreendedorismo e inovação que é promovido pela Vodafone e pela Ericsson e que conta, ainda, com o apoio de Cascais. O evento final realizou-se, aliás, nesta cidade, tendo contado com a presença do ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral.


O piso da Pavnext permite gerar dados de tráfego e de velocidade, da energia gerada e consumida, possibilitando a criação de relatórios e a otimização de consumos energéticos em tempo real. Este tipo de pavimento tem ainda potencialidade de substituir as lombas de redução de velocidade, ao mesmo tempo que promovem um aumento da segurança e da eficiência energética.

A ideia para o projeto nasceu da intenção de aliar, então, dois parâmetros – o da segurança rodoviária, sobretudo em cidade, e o da eficiência energética. Este pavimento tem como objetivo atuar diretamente sobre os veículos, de modo a manter os mesmos dentro dos limites definidos para o local de aplicação do equipamento, que poderá ser em zonas antecedentes de passadeiras, de cruzamentos, rotundas, zonas residenciais, escolares, hospitalares, entre outros locais onde se pretenda controlar de forma eficaz a velocidade de circulação.

A grande diferença do equipamento proposto face às soluções atuais, como as lombas, é que a redução de velocidade ocorre por extração energética do veículo, sem qualquer ação do condutor, ao invés de funcionar por indução de desconforto dos ocupantes do veículo.

Com a vitória na final do Big Smart Cities, a Pavnext vai agora ficar instalada no Vodafone Power Lab, ‘laboratório’ de inovação da Vodafone Portugal que apoia projetos empreendedores. A par disso, vai viajar até Estocolmo para conhecer a sede da Ericsson e os seus polos de inovação, bem como beneficiar do prémio de 10 mil euros.

A par do primeiro prémio, foram ainda atribuídas mais duas distinções (no valor de 2.500 euros) e uma menção honrosa no âmbito do Big Smart Cities. O Prémio Vodafone foi para o Tram Grid, um carregador rápido de veículos elétricos que se ‘alimenta’ das redes aéreas dos elétricos/comboios para gerar energia, ao passo que o Prémio Ericsson foi para o projeto Smart Forest, uma solução de rede integrada de sensores, cuja informação pode ser facilmente consultada e utilizada, por exemplo, para a mitigação do risco de incêndios.

A partir de setembro, os vencedores e a Câmara Municipal de Cascais vão agilizar processos para que as startups possam testar os seus projetos-piloto no município, naquela que será a primeira cidade experimental para startups.

fonte: Motor 24

Defensores ambientais estão a ser mortos ao ritmo mais elevado de sempre, alerta o ‘Guardian’


Cerca de duas centenas de ativistas ambientais, guardas e líderes indígenas morreram ao tentar proteger as suas terras, em 2016.

Ativistas, guardas florestais, e líderes indígenas estão a ser violentamente mortos, a uma taxa de cerca de quatro por semana. Esta crescente violência passa a mensagem de que “qualquer pessoa pode matar defensores ambientais sem repercussões”, escreve o The Guardian.

Segundo um relatório, o ano passado foi o mais perigoso para as pessoas que defendem o planeta terra. Cerca de duas centenas de ativistas ambientais, guardas e líderes indígenas morreram ao tentar proteger as suas terras, em 2016. De acordo com a ONG ‘Global Witness’, o número de mortos em 2016 mais do que duplicou, em relação a 2012.

Só nos primeiros cinco meses deste ano já foram registadas 98 mortes relacionadas com ativismo ambiental, noticia o Guardian, que teve acesso a informações exclusivas.

“Os direitos humanos estão a ser descartados, uma vez que uma cultura de impunidade está a desenvolver-se”, disse Ohn Knox, um dos responsáveis por elaborar os relatórios da ONU sobre direitos humanos e meio ambiente.

“Existe agora um incentivo esmagador para destruir o meio ambiente: razões económicas. As pessoas que se encontram em maior risco são pessoas que já são marginalizadas e excluídas da política e da justiça, e são dependentes do meio ambiente”, explica Knox, referindo-se, por exemplo, aos indígenas.

“Há uma epidemia, uma cultura de impunidade, uma sensação de que qualquer pessoa pode matar defensores ambientais sem repercussões… eliminar qualquer pessoa que se interponha no caminho. Isto é um resultado das explorações das minas, da exploração da madeira ilegal e da construção de barragens”.

O líder indígena mexicano e contra a exploração da madeira ilegal, Isidro Baldenegro López, foi morto em janeiro. Em maio, agricultores do estado brasileiro do Maranhão atacaram um grupo de indígenas com machados, deixando mais de uma dúzia no hospital. Também na Colômbia, Honduras, México houve confrontos da mesma natureza.

A maioria dos defensores ambientais morrem em florestas remotas ou aldeias afetadas pelos interesses económicos. Muitos dos assassinos são contratados por grandes corporações, e muito poucas pessoas foram responsabilizadas por estes atos.

Poe esta razão, o Guardian lançou um projeto, em colaboração com a ONG, para tentar registar todos os que perderam a vida em defesa do meio ambiente.

Billy Kyte, líder desta campanha da Global Witness, disse que “os assassinatos são apenas a ponta do iceberg”. “As comunidades que tomam uma posição contra a destruição ambiental estão agora na linha de fogo das empresas privadas”, disse, acrescentando que “estes não são incidentes isolados”.

Em todo o mundo, o número e a intensidade dos conflitos ambientais estão a crescer, dizem os investigadores. “Estas [mortes] são apenas as divulgadas. Pode haver até três vezes mais casos de assassinatos. Há muito mais violência agora”, disse Bobby Banerjee, investigador da Cass Business School, em Londres.

“Os conflitos estão a acontecer em todo o mundo por causa da globalização. O capitalismo é violento e as corporações globais estão à procura de países pobres para ter acesso a terras e a recursos. Esses países são mais corruptíveis e têm uma aplicação da lei mais fraca. Agora, as empresas e os governos trabalham juntos para matar pessoas”, afirmou.

Pode acompanhar o trabalho do Guardian sobre este assunto aqui.


quinta-feira, 13 de julho de 2017

'Tripulação começou a gritar': Reino Unido desclassifica seus arquivos sobre OVNIs

OVNIs, imagem referencial

O governo britânico desclassificou em julho um novo lote de documentos oficiais, onde fala sobre o encontro entre um avião norte-americano e um "objeto voador não identificado", no Mediterrâneo, em 19 de outubro de 1982.

Os documentos são compostos de centenas de páginas, entre as quais aparece o episódio. Segundo o governo britânico, um avião de espionagem militar norte-americano RC-135, que estava realizando uma operação de reconhecimento durante a Guerra Fria, encontrou-se com um objeto não identificado perto da ilha do Chipre, às 16h00 no horário local.

Os documentos revelam que a tripulação do RC-135 "começou a gritar" pedindo ajuda, quando viu um objeto que "emitia 20 luzes intermitentes" a cerca de 10.000 metros de altitude.

O OVNI foi detectado pelo radar do avião norte-americano e pôde ser visto durante 90 minutos por toda a tripulação, incluindo os pilotos, segundo os quais, o OVNI envolveu o avião.

Os detalhes do encontro foram recolhidos pelas forças britânicas em uma base militar no Chipre. O episódio fez com que as forças norte-americanas enviassem para a área do encontro dois caças F-14 de um porta-aviões, juntamente com Phantom britânico.

De acordo com os documentos, nenhum deles conseguiu ver nada, já que, de acordo com a tripulação do RC-135, o objeto "foi embora voando em direção à África".


© AFP 2017/ GREG DAVIS / USAF Avião de reconhecimento da Força Aérea dos EUA RC-135 (foto de arquivo)

O encontro foi investigado pelo Ministério da Defesa britânico durante as semanas seguintes e, em novembro desse mesmo ano, suas conclusões foram enviadas ao Departamento de Defesa norte-americano, mas não foram publicados.

David Clarke, um conhecido pesquisador de OVNIs, teve acesso aos documentos. Clark ressalta que os arquivos possuem imagens do evento e o áudio da tripulação do RC-135.

Não obstante, de acordo com um testemunho de um oficial da Força Aérea Real britânica, que também aparece nos arquivos, o encontro poderia ter sido tratado de algo imprevisto.

"Temos razões sérias para pensar que a visão do 'OVNI' não era outra coisa que um efeito ótico causado pelas luzes da costa libanesa ou israelense."

Apesar de o Ministério da Defesa britânico ter desclassificado estes documentos, os mesmos não foram digitalizados como os outros, sendo indispensável visitar os Arquivos Nacionais de Londres para acessá-los. Tal decisão britânica gerou ainda mais suspense ao redor dos papéis sobre OVNIs.

fonte: Sputnik News

Fotos históricas da Grande Mancha de Júpiter


Sonda Juno está na órbita do maior planeta do Sistema Solar

Esperava-se que fosse mais tarde, num dia mais próximo do final desta semana, mas foi mesmo esta quarta-feira que a NASA divulgou as primeiras "close-ups" (imagens bastante próximas) da Grande Mancha Vermelha de Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar.

A NASA havia anunciado no Twitter que "o último sobrevoo de Júpiter pela Juno terminou". A Juno é uma sonda da agência espacial norte-americana que entrou em órbita em torno de Júpiter no dia 4 de julho de 2016.



Permitiu que o planeta fosse visto como nunca tinha sido antes, através de instrumentos e câmaras que permitiram à sonda passar mais perto do planeta do que qualquer outro aparelho espacial na história. As imagens captadas mostram não só a Grande Mancha Vermelha, como também outras turbulências e regiões do planeta.

A Grande Mancha Vermelha é um furacão gigante que, como recorda a Forbes, dura há quase 200 anos, ou talvez mais. E apesar do seu tamanho ter mudado várias vezes, continua a ter mais de duas vezes o tamanho da Terra.



A sonda passou tão perto do gigante planeta que muitas das imagens acabaram por ficar em forma de ampulheta, dada a proximidade dos aparelhos que captaram as fotografias.


Juno passou na vertical sobre a Grande Mancha Vermelha a uma distância de nove mil quilómetros, pouco depois da 01:55 TMG (02:15 de Lisboa) desta quarta-feira.


Icebergue gigante desprende-se da Antártida


O fenómeno já era esperado pelos cientistas, que estavam a acompanhar, há mais de uma década, o desenvolvimento de uma fenda na plataforma de gelo Larsen C

Um icebergue, com cerca de seis mil quilómetros quadrados, desprendeu-se da Antártida. A informação foi confirmada, esta quarta-feira, quando um satélite americano observou o bloco gigante, enquanto passava por uma região conhecida como plataforma de gelo Larsen C.

A separação do icebergue já era esperada pelos cientistas, que há mais de uma década estavam a acompanhar o desenvolvimento de uma fenda no gelo de Larsen.

Desde 2014, a fissura estava a aumentar a um ritmo mais rápido, portanto, a separação do bloco de gelo gigante era uma questão de tempo.

Uma vez que o icebergue tem 200 metros de espessura, não é provável que se mova para muito longe, num curto espaço de tempo. Contudo, terá que ser vigiado, porque correntes e ventos podem empurrá-lo para o norte da Antártida, o que pode tornar-se perigoso para a circulação no mar.

Em 2016, cientistas britânicos alertaram que a fissura estava a aumentar de forma rápida. Em dezembro desse ano, o ritmo avançou para patamares nunca antes vistos, aumentando 18 quilómetros, em duas semanas. Nessa altura, os cientistas já sabiam que o gigantesco icebergue estava prestes a desprender-se, uma vez que apenas 20 quilómetros de gelo o impediam de se soltar.


O maior avanço registou-se, contudo, entre 25 e 31 de maio deste ano, quando a fenda se propagou por mais 16 quilómetros e se percebeu que apenas 13 quilómetros impediam a plataforma de se desprender do continente.

De acordo com os cientistas, o fenómeno é mais geográfico do que climático. A fenda já existe há décadas, mas só há pouco tempo aumentou durante um período específico. Os cientistas acreditam que o aquecimento global tenha antecipado a provável rutura do icebergue, mas não têm evidências suficientes para fundamentar essa teoria.

O cientista Adrian Luckman explicou à BBC, em 2016, que, como o icebergue flutua, não vai aumentar o nível da água do mar, mas que o surgimento de novas plataformas pode acabar por dar origem a glaciares, que se podem desprender em direção ao oceano. Uma vez que esse gelo não será flutuante, o nível da água do mar pode ser afetado.

Segundo as estimativas, se todo o gelo da plataforma Larsen C derreter, o nível do mar aumentaria cerca de 10 centímetros. Contudo, essa mudança iminente, nos contornos da Antártida, não é certa.

A fenda na plataforma de gelo Larsen C passou a ser seguida com mais atenção pelos especialistas por causa do colapso das plataformas de gelo Larsen A, em 1995, e Larsen B, em 2002, que aconteceu de forma semelhante.


fonte: TVI 24

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