sábado, 21 de outubro de 2017

Escavações em Mértola revelam estátuas romanas monumentais

Mértola pode ter tido um grande templo romano. As escavações feitas durante a recuperação de um antigo edifício da vila revelaram um conjunto de estátuas monumentais e a possibilidade de ter existido em Mértola um templo da Roma antiga.

fonte: RTP Noticias

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Sabia que um avião russo andou a sobrevoar parte da zona ardida do pinhal litoral?

Sabia que um avião russo andou a sobrevoar parte da zona ardida do pinhal litoral?

Aparelho voou por cima de Coimbra, Leiria e Fátima, antes de seguir em direcção a Santarém.

Elementos de um grupo de spotters - pessoas que observam aviões como passatempo - identificaram, ontem à tarde, um avião russo a voar a baixa altitude por cima da área litoral, em especial Coimbra, Leiria e Fátima, e parte da zona afectada pelos incêndios de domingo e segunda-feira, que resultaram na destruição de 86% da área do Pinhal de Leiria/Pinhal do Rei (dados actualizados pela Câmara da Marinha Grande, município onde se localiza a totalidade desta zona protegida sob alçada do Estado).

"Alguém sabe por razão anda um avião russo a baixa altitude no nosso espaço aéreo a fazer 'S'?", lançou para a rede social Facebook o spotter Rui Domingues, pouco depois de este ter sobrevoado a zona da Bajouca (Leiria), pelas 17 horas. 


Outros elementos desta rede social, que também se aperceberam da presença do aparelho russo, referem que "será um avião que está a voar de acordo com o protocolo Open Sky assinado por 34 países que permite que aviões desarmados de um país voem - com a devida autorização - sobre os seus territórios, para promover a abertura e transparência das Forças Armadas."

Aparentemente, estes voos são bastante comuns e acordados entre o governos dos países participantes que assim, mostram as suas instalações militares, e, neste caso, as bases aéreas da região.

Da próxima vez, que vir um avião russo a sobrevoar a zona litoral (onde se encontram várias bases portuguesas), já sabe a razão.


sábado, 14 de outubro de 2017

Estação espacial chinesa vai colidir com a Terra... e não se sabe onde


A nave deverá desintegrar-se à entrada na atmosfera, mas destroços, alguns com mais de 100 kg, vão atingir a superfície

Uma estação espacial chinesa de 8,5 toneladas está em queda descontrolada em direção à Terra e espera-se que se despenhe nos próximos meses. Embora se espere que parte do laboratório se incendeie e desintegre, algumas das peças que vão atingir a superfície do planeta poderão pesar mais de 100 kg. A notícia é avançada esta sexta-feira pelo The Guardian, que cita especialistas afirmando que é impossível prever onde vão cair os destroços - nem mesmo nos dias imediatamente anteriores à colisão.

A estação Tiangong-1, também batizada "Palácio Celestial", foi lançada em 2011 porque a China queria ter um laboratório espacial que fosse também um "potente símbolo político. A medida fazia parte de um ambicioso programa científico que tinha por meta tornar a China uma superpotência espacial.

Em cinco anos, passaram pelo "Palácio Celestial" chinês tanto missões tripuladas, como não tripuladas. Numa das quais, realizada em 2012, participou Liu Yang, a primeira mulher astronauta da China.

Mas algo pouco celestial estava a acontecer com a Tiangong-1. Após meses de especulação sobre os eventuais problemas a bordo, em 2016 responsáveis chineses admitiram ter perdido o controlo da estação espacial e que esta iria colidir com a Terra. E, de acordo com a notificação enviada pela agência espacial chinesa às Nações Unidas, os destroços do "Palácio Celestial" deverão colidir com a Terra entre o presente mês de outubro e abril de 2018.

Desde 2016 que a órbita da estação espacial entrou em queda, sendo que nas últimas semana atingiu as camadas mais compactas da atmosfera da Terra, o que aumentou ainda mais a aceleração da descida.

"Agora que o perigeu [o ponto mais alto do trajeto da estação] já está a menos de 300km de altura e atingiu as camadas mais densas da atmosfera, o ritmo da queda está a aumentar", disse ao Guardian o astrofísico de Harvard, Jonathan McDowell. "É de esperar que se despenhe dentro de alguns meses, em finais de 2017 ou início de 2018", acrescentou.

A probabilidade de os destroços ferirem alguém é considerada remota, mas é também impossível prever onde vai cair. "Não se pode, de todo, dirigir o trajeto de uma coisa destas", disse McDowel. "Mesmo quando só faltar um ou dois dias para a reentrada da estação na atmosfera, é provável que não se consiga fazer melhor do que calcular o momento do impacto com uma margem de seis ou sete horas de distância, para mais ou para menos. E não saber quando vai cair traduz-se em não saber onde vai cair", concluiu o astrofísico. Segundo McDowell um ligeira alteração nas condições atmosféricas pode empurrar os destroços da estação "de um continente para outro".

Em maio deste ano, a China informou as Nações Unidas de que vai manter uma cuidadosa monitorização da descida da nave e que informará a ONU quando esta iniciar o seu mergulho final.


Nos Himalaias foram encontradas 200 estátuas únicas, feitas por povo desconhecido


Uma expedição russo-indiana descobriu nos Himalaias (estado indiano de Jammu e Caxemira) dois complexos rituais com figuras de pedra desconhecidas da época da Alta Idade Média, informou o vice-diretor do Instituto de Arqueologia e Etnografia da Academia de Ciências da Rússia, Vyacheslav Molodin.

Segundo Molodin, a expedição, liderada pela correspondente da Academia de Ciências da Rússia Nataliya Polosmak, trabalha na Índia há três anos e o último ano trouxe resultados "incríveis". Neste ano, os cientistas trabalharam em uma região de difícil acesso dos Himalaias, na fronteira entre a Índia e o Paquistão.

"A grande altitude nas montanhas, foram descobertos dois complexos rituais […]. Encontramos cerca de 200 cavaleiros de pedra. O interessante é que às vezes no cavalo há dois, três ou quatro cavaleiros e não um. Isto é, representam alguns mistérios ou mitos que ainda estão por ser decifrados", disse Vyacheslav Molodin.


Figuras de pedra da época da Alta Idade Média descobertas nos Himalaias

Ele sublinhou que, apesar de serem feitos no mesmo estilo, todas as esculturas são diferentes. No mesmo lugar se encontram fontes de água e construções de pedra, ligadas a estas figuras.

"Parecia que na Índia tudo já era conhecido, mas estas coisas foram encontradas pela primeira vez. Não há publicações sobre isso nem a comunidade científica sabia algo sobre o achado. Ainda há lugares completamente extraordinários que nunca foram estudados", ressaltou o cientista.

Segundo a estimativa da chefe da expedição, as esculturas datam da época da Alta Idade Média, isto é do início da Era Comum, levando em consideração os adornos dos cavalos e outros detalhes.


Figuras de pedra da época da Alta Idade Média descobertas nos Himalaias

No entanto, o que se desconhece é a origem do povo que criou as figuras, pois antes nada deste tipo foi encontrado na iconografia da Índia.

"É uma população que de repente apareceu nos Himalaias, estabeleceu-se em áreas de difícil acesso, deixando estes vestígios", sublinhou o especialista.

fonte: Sputnik News

A batalha OVNI da Catalunha de 1604


O ser humano, desde tempos imemoriais, viu coisas no céu que compartilhamos coisas que estão além do nosso raciocínio. 

Eles são os chamados OVNIs que, todos os dias e em qualquer parte do nosso globo, recebemos avistamentos de coisas que esfriam o impossível e onde não temos escolha senão buscar explicações além do nosso planeta. 

Mas não pense que isso aconteça na outra parte do mundo e esse é um mistério moderno, não. Como dizemos no início, o homem foi visitado pelo impossível desde a noite do tempo. Quem não nos diz que a própria noite do tempo não foi criada por eles? 

Na Espanha, ao longo de sua história, seu céu foi um ponto de encontro e reunião de objectos e artefactos voadores que não deveriam estar lá.

Nesta entrada, falaremos de um caso curioso e quase desconhecido transposto pelo grande Jeroni Pujades (1568-1635), um advogado de Barcelona e mais conhecido por ser historiador e a quem é creditado com a criação da "Crónica Universal do Principado da Catalunha" o que nos traz a história da comunidade autónoma catalã desde a sua criação até os dias da vida de Jeroni Pujades.

Outro trabalho que Jeroni Pujades nos deixou é o seu "Dietari", onde ele fala sobre o dia a dia da vida quando trabalhou como juiz e advogado do Conde de Ampurias. Neste diário é onde o real e o inexplicável tomam forma graças a uma página de seu diário em que narra uma série de eventos relacionados ao fenómeno que o OVNI aconteceu no dia 30 de setembro de 1604.

O que Pujades narra, ele próprio descreve como factos prodigiosos e curiosos aos quais ele não encontra nenhuma resposta plausível ao que ele estava vendo naquele dia.

Em 30 de setembro de 1604, Jeroni Pujades descreveu esses avistamentos em seu diário da seguinte forma:


"Na quinta-feira, 30 de setembro de 1604, o dia de São Jerónimo foi muito portentoso por várias coisas prodigiosas que foram vistas em várias partes da Catalunha. Porque na manhã já esclarecedora, na vila de Pons ou perto dela, na zona das belianas, todo o bispado de Urgel, foram vistos no ar, mas muito baixos, perto do solo, grandes esquadrões de armas Eles lutaram com grande furor e barulho de armas. E o primeiro que descobriu isso foi algum que trabalhou numa fechadura e terminou na cidade de Pons, de onde veio uma grande multidão de pessoas que viram esse sinal.

Da mesma forma que a mesma manhã da cidade de Barcelona e sobre ela, vindo da costa do leste e puxando para a parte oeste, um [...] ou um monte de pássaros parecidos com estorninhos foram vistos no ar, que eram da espessura e Negros de alguns corpos, mas de muitas pernas e asas como de lagosta. 

Da mesma forma, à noite, aqueles na terra descobriram um grande raio de fogo como bares, muito iluminados, no mosteiro de São Jerónimo de Vall d'Hebron, e os do mar viram além. Em suma, todos os que os viram fizeram isso em torno da Tramontana. Que Deus, por sua misericórdia, nos castigue de acordo com nossos pecados. 

Neste mês de setembro, eles perseveraram nas mesmas doenças do mês de agosto passado ".


Antigo mosteiro de San Jerónimo

Ao ler o testemunho do historiador na área de Belianas, no bispado de Urgell, nos lembra este assim chamado "batalha" travada nos céus da cidade alemã de Nuremberg em 14 de Abril, 1561, onde esferas luminosas e anéis circulares parecia jogar foguetes e fogos de artifício que chegaram até nós como a "Batalha de Nuremberga UFO".

A coisa vista nos céus de Barcelona seria algum objecto voador que não entende muito bem a explicação que se deve à concepção do tempo, mas que talvez tenha a ver com o que foi visto em Urgell e o que foi testemunhado sobre o mosteiro de San Jerome.

O que Jeroni Pujades descreve na sua entrada no diário de 30 de setembro de 1604, lembra-se do que foi dito em Nuremberg ou Génova, outra batalha que ocorreu dois anos após a ocorrência incomum do céu catalão em 1608? A resposta é olhar os céus e esperar que o impossível seja revelado novamente.

fonte: Exociencias

Descoberta do nome de Alá em artefactos vikings intriga cientistas


Bandolete bordada com os nomes de Alá e Ali encontrada em sepultura viking

Arqueólogos suecos anunciaram ter encontrado de caracteres árabes em mantas mortuárias encontradas em cerimónias funerárias vikings. A descoberta pode levar a novas informações sobre a influência do Islão na Escandinávia.

Não é a primeira vez que surgem indícios de que os mundos dos vikings e dos muçulmanos se cruzaram na história da humanidade.

Segundo um estudo apresentado em 2015, um anel encontrado no século 19, durante escavações no sítio arqueológico de Birka, na Suécia, pode ser a prova de que terá havido contacto entre os Vikings e a civilização Islâmica.

Mas uma nova descoberta, após uma análise de tecidos encontrados em túmulos dos séculos IX e X, vem agora revelar detalhes excitantes sobre o contacto entre os mundos viking e muçulmano – entre os quais se destacam os bordados em prata e seda com as palavras “Alá” e “Ali”.

Segundo os autores da descoberta, realizada por investigadores da Universidade de Uppsala, os fragmentos estavam curiosamente esquecidos há mais de 100 anos num arquivo da universidade sueca, classificados como material genérico.

Padrões diferentes

A nova descoberta foi feita pela arqueóloga Annika Larsson, da Universidade de Uppsala. A investigadora, especializada em tecidos, ficou intrigada ao constatar que as amostras, recuperadas em escavações ao longo dos últimos dois séculos, tinham origem na Ásia Central, Pérsia e China.

Larsson explica que os padrões geométricos encontrados nos tecidos eram diferentes de tudo o que tinha visto na Escandinávia. “Lembrei-me de que tinha visto este tipo de desenhos em tecidos da época da ocupação árabe da Península Ibérica“, conta a arqueóloga ao site científico sueco Forskning.

A arqueóloga percebeu então que estava a analisar caracteres de uma forma arcaica de escrita árabe, a kufic. Duas palavras apareciam com frequência. Com a ajuda de um colega iraniano, Larsson identificou uma das palavras como “Ali”, o nome do quarto califa do Império Islâmico, que viveu no século VII.

A outra deu mais trabalho. Foi como resolver um quebra-cabeças: depois de ampliar as letras e examiná-las em diversos ângulos, a especialista descobriu que se tratava de um mosaico formado pelo nome “Alá” – Deus, em árabe.

Larsson encontrou as duas palavras em pelo menos dez dos mais de cem fragmentos que analisou – e sempre juntas. “O nome Ali é repetido várias vezes ao lado de Alá“, explica. Ali era primo de Maomé – e seu genro, pois casou-se com Fátima, uma das suas filhas, e tornou-se o quarto líder da comunidade depois da morte do profeta.

“O uso de Ali sugere uma conexão xiita”, diz Amir De Martino, especialista do Islamic College, universidade de estudos islâmicos com base em Londres. Os nomes de Alá e Ali aparecem frequentemente em padrões enigmáticos no interior de túmulos e livros de ramos xiitas como os alevis e bektashis, mas sempre acompanhados do nome Maomé.

Quem estava nas sepulturas

A descoberta lança também perguntas sobre os ocupantes das sepulturas. “Não podemos descartar que as pessoas enterradas fossem muçulmanas. Análises de ADN em outras escavações de túmulos vikings revelaram que os seus ocupantes eram originários de locais distantes, como a Pérsia, em que o Islão já era dominante.”

No entanto, a arqueóloga acredita que o mais provável é que a descoberta mostre a influência de ideias islâmicas em rituais fúnebres vikings – noções, por exemplo, de vida eterna no paraíso após a morte.

Em estudos anteriores, Larsson identificou a presença generalizada de tecidos em seda em sepulturas escandinavas do tempo dos vikings. “E segundo diz o Corão, curiosamente,os habitantes do paraíso vestem-se de seda“, nota a arqueóloga.

Larsson acredita que a sua descoberta oferece possibilidades promissoras. “Agora que podemos examinar padrões vikings de forma diferente, estou convencida de que encontraremos mais inscrições islâmicas em outros tecidos – e talvez até em diferentes artefactos”.

A equipa da arqueóloga está agora a tentar, com o apoio do Departamento de Genética da universidade, estabelecer as origens geográficas dos corpos envoltos nos tecidos.

fonte: ZAP aeiou

NASA quer alterar ADN de astronautas que vão a Marte


A agência espacial norte-americana está a ponderar a possibilidade de modificação genética para evitar radiação perigosa.

ANASA está a investigar formas de alterar o ADN dos astronautas que vão a Marte, de forma a tentar protegê-los do risco de cancro e demência no planeta.

A agência espacial está a planear a primeira missão humana a Marte em 2030, mas há riscos devido às partículas cancerígenas que destroem o ADN.

O chefe de tecnologia da NASA, Douglas Terrier disse que a tripulação pode ser escudada com uma armadura ou com um campo de forças magnético, mas que isso parece pouco prático.

“Estamos a procurar várias coisas, desde de terapias de medicamentos até coisas mais extremas como modificação genética. Têm consequências éticas, por isso ainda estão em fase de experimentação em pensamento apenas”, explicou Terrier, citado pelo Mirror.

A NASA espera também manter os astronautas salvos criando um casulo de água em volta de parte da nave. Douglas Terrier explicou que o dia-a-dia da nave será feita através de inteligência artificial capaz de diagnosticar doenças e de realizar cirurgias robóticas.


Cientistas surpreendidos com descoberta sobre habitantes da Ilha de Páscoa


Estudo contrarias dados científicos mais antigos

Ao contrário do que estudos mais antigos defendiam, os rapunis, que povoaram a Ilha de Páscoa, não tiveram nenhum contacto com os nativos americanos antes da chegada dos colonizadores europeus.

É a primeira vez que um grupo de investigadores teve a possibilidade de estudar o ADN de cinco rapunis, que foram encontrados no sítio arqueológico de Anakena, no norte da Ilha de Páscoa. Os cientistas conseguiram isolar componentes genéticos de pequenos cortes, de apenas 200 miligramas, realizados nas costelas dos corpos que encontraram.

A equipa responsável pela investigação datou três como sendo anteriores ao ano de 1722 e outros dois nascidos no século XIX ou nos primeiros anos do século XX. Tinham, desta forma, dados genéticos anteriores e posteriores à chegada dos ocidentais.

"Não foi possível encontrar provas de um fluxo de genes entre os habitantes da Ilha de Páscoa e os da América do Sul", disse, em comunicado, Feheren-Schmitz, responsável pelo projeto e investigador da Universidade da Califórnia em Santa Clara. "Estamos bastante surpreendidos por não termos encontrado nada", referiu.

"É que existem muitas pistas que vão claramente ao encontro dessa possibilidade, tantas que estávamos convictos de encontrar provas de contacto anterior aos europeus com a América do Sul, mas não havia nada", disse.

Alguns antropólogos defendem que a cultura rapanui, responsável pela criação dos moais, tem mais semelhanças com os povos pré-colombianos do que com as outras ilhas polinésias. Uma das evidências mais fortes é a presença de batata-doce em várias daquelas ilhas há quase mil anos.


Abóbora mais pesada do mundo no Guinness

Abóbora mais pesada do mundo no Guinness

Agricultor dos EUA estabelece um grande recorde mundial.

O agricultor Joe Jutras, do estado norte-americano de Rhode Island, estabeleceu um novo e imenso recorde mundial. Tudo isto porque é o produtor da abóbora mais pesada do Mundo. 

O exemplar tem 960 quilos e é um dos mais recentes feitos registados no Guinness.


Família com dedos extra nas mãos e nos pés

Família com dedos extra nas mãos e nos pés

Característica genética incomum traz novas aptidões.

Uma família brasileira tem uma característica rara: 14 dos 23 membros têm 12 dedos nas mãos e nos pés! 

 Um ‘complemento’ que lhes dá vantagem em várias atividades, como guarda-redes ou pianista.


Animal monstruoso sai de uma sanita na Malásia

Animal monstruoso sai de uma sanita na Malásia


Um verdadeiro monstro preto, com mais de dois metros, saiu de uma sanita, na Malásia. 

Os proprietários da casa dizem que provavelmente o animal, que deve ser da família das cobras, sempre viveu na sanita, e que como cresceu demasiado deixou de lá caber...



Bêbedo diz ter "viajado no tempo" para avisar de invasão extraterrestre


Bêbedo "viajou no tempo" para alertar sobre invasão extraterrestre

Um homem foi detido na passada segunda-feira por estar embriagado na via pública. Ao ser ‘apanhado’ pelas autoridades, Bryant Johnson afirmou que era um viajante no tempo que tinha sido enviado do ano 2048 para alertar sobre uma invasão extraterrestre que aconteceria no ano seguinte. 

A "preocupação" do jovem, natural de Casper, no estado norte-americano do Wyoming, era avisar os habitantes da sua cidade do que estava para vir. De acordo com documentos do tribunal, avança o Daily Mail, Bryant exigiu ainda falar com o presidente da câmara, recusando ajuda médica. 

Johnson justificou que tinha conseguido viajar no tempo porque os aliens "encheram o [seu] corpo de álcool" e o colocaram numa "plataforma gigante". 

Além disso, revelou que deveria ter havido um erro, uma vez que deveria ter viajado para o ano 2018 e não para o atual. 

De acordo com as autoridades, as redes sociais do jovem estavam inundadas de fotografias e textos sobre extraterrestres. 


O que é isso? Monstro horrível marinho alienígena lava-se numa praia


Uma criatura misteriosa surpreendeu a internet depois de aparecer numa praia

Uma criatura do marinha TERRÍVEL surpreendeu a internet depois de registada numa praia.

Sua cabeça parece uma espécie de garra, com quatro braços semelhantes a tentáculos.

Atrás do corpo aparece uma linha longa, que é difícil discernir se esse também é o seu corpo ou simplesmente onde a criatura se arrastou para fora da água.

O clipe - tirado na praia de Julianadorp, na Holanda - chega ao fim antes que o operador de câmara fique perto o suficiente para descobrir o que é o animal.

Mais de 38.00 pessoas viram o video desde que foi postado no YouTube, com muitos espectadores comentando suas próprias sugestões.

"Maldita natureza ... você é assustador. Nunca vi nada assim ", escreveu um.

Outro acrescentou: "Um polvo com algas longas presas nele".

Mas um terceiro discordou, dizendo: "Isso é apenas uma estrela do mar, não há necessidade de entrar em pânico".


A cabeça parecia uma garra gigante

Não é a primeira vez que animais misteriosos desconcertaram a internet depois de serem registados por uma câmara.

Um gigantesco monstro marinho de 32 pés foi registadio numa praia no mês passado nas Filipinas.

E outra criatura estranha foi vista numa praia em Texas City, Texas, após o furacão Harvey.


fonte: Daily Star

domingo, 8 de outubro de 2017

Curiosidades dos EUA que até os americanos desconhecem


Sabe donde vem a palavra dólar? Por que Henry Ford chamou T ao seu famoso automóvel? Como eram os primeiros hambúrgueres? O comum dos americanos também não. Mas Bill Bryson, o mais popular dos eruditos, explica-nos estas e outras curiosidades em Made in America, que acaba de ser editado em Portugal pela Bertrand

Autor, viajante e antigo jornalista, Bill Bryson é uma figura altamente popular nos Estados Unidos. Vendeu milhões de livros, detém 11 doutoramentos honoris causa e até já foi representado no cinema pelo ator Robert Redford. A sua obra mais conhecida, Breve História de Quase Tudo (ed. Bretrand), propõe uma viagem pela história do planeta e da ciência - Bryson escreveu-a porque achava que os manuais escolares deixavam de fora as partes mais interessantes.

Agora, a Bertrand acaba de publicar em Portugal o seu livro Made in America(originalmente publicado nos EUA em 1994), onde o autor procura, através da etimologia das palavras, iluminar aspetos mais ou menos obscuros de diferentes facetas da sociedade norte-americana - até as aparentemente mais prosaicas ou insignificantes. Destas páginas divertidas e eruditas, escolhemos dez excertos do livro de Bryson que formam um caleidoscópio sobre a história e a cultura dos Estados Unidos.


Dólar - a moeda da Boémia

«Dollar vem de joachimstaler, moeda cunhada pela primeira vez na cidade de Joachimstal, na Boémia, em 1519 e que depois se espalhou pela Europa com o nome de daler, thaler e táler. No contexto americano, dollar foi registado pela primeira vez em 1683. Dime, ou disme, como estava escrito nas primeiras moedas, é uma corruptela do francês dixième, e deveria ser pronunciada ‘díme’, embora, ao que se julga, quase ninguém o fizesse».


Franklin e a arte do engate

«A vida de Franklin é um exemplo de diligência incansável. Inventou uma infinidade de objetos úteis e ajudou a criar o primeiro corpo de bombeiros voluntários dos Estados Unidos, a primeira companhia de seguros contra incêndios (a Hand-in-Hand), uma das primeiras bibliotecas de Filadélfia […]. E, no meio de tudo isto, ainda conseguiu arranjar tempo - mesmo muito tempo - para prosseguir a sua maior paixão, embora a menos celebrada: to roger (engatar) toda e qualquer mulher que lhe passasse pela frente».


O primeiro livro escrito à máquina

«Mark Twain foi a primeira pessoa a escrever um livro numa máquina de escrever, a typemachine, como ele insistia em chamar-lhe. Orgulhou-se disso numa nota autobiográfica, dizendo que tinha sido As Aventuras de Tom Sawyer, mas a memória traiu-o. Foi A Vida no Mississípi».


Alfabeto Ford

«Ainda na primeira metade da década [1910-1920], a América detinha 85 por cento da produção de carros em todo o mundo […].

Grande parte do mérito de tudo isto pode ser atribuído a uma única pessoa, Henry Ford, e a um veículo estranhamente chamado modelo T. Ford usou sempre iniciais para os primeiros carros, mas de uma maneira decididamente fortuita. Por razões, ao que parece, que ninguém registou, resolveu desprezar sequências completas do alfabeto. Os seus primeiros modelos foram o A, B, C, F, K, N, R e o S, antes de finalmente produzir, no dia 1 de outubro de 1908, o seu primeiro carro universal, o modelo T».


O nascimento do computador

«A palavra [computador] existe em inglês desde 1646, mas inicialmente era usada apenas na expressão on who computes (‘aquele que computa’). O nome foi dado em 1872 a um tipo de máquina de somar e finalmente, em 1940, computer adquiriu o significado de máquina desenhada para efetuar cálculos eletrónicos complicados e intricados. A primeira destas máquinas a ser assim denominada foi a Eletronic Numeral Integrator and Computer (ou ENIAC), construída em 1945. […] Nos Estados Unidos, em 1956, não havia mais de uma dúzia de computadores. […] Mesmo em 1976, ano em que a Apple Computer foi fundada, havia pouco mais de 50 mil computadores no mundo. Uma década depois, esse era o número de computadores fabricados diariamente». 


O inventor do centro comercial

«O responsável pela conceção e design do moderno centro comercial não foi um americano, mas o vienense Victor Gruen, que chegou à América fugido do Anschluss [anexação] austríaco em 1938, apenas com oito dólares no bolso. Em doze anos, tornou-se um dos mais bem-sucedidos arquitetos urbanos dos Estados Unidos. Ironicamente, a intenção de Gruen não era a criação de um novo e mais eficiente modo de vender, mas recriar na América a atmosfera relaxada dos cafés de sociedade existentes nos centros urbanos de muitas sociedades europeias. Os shopping centers - ou shopping towns, como ele preferia chamar-lhes - seriam locais onde toda a vizinhança se reuniria, pontos de fuga da comunidade onde as pessoas pudessem passear e encontrar-se com amigos, tomar um café ou comer um gelado, e apenas ocasionalmente fazer compras».


As origens do hambúrguer

«Existem indícios que apontam para já haver um Hamburg steak na ementa do restaurante Delmonico’s, em 1836 ou 1837. A primeira aparição incontestada foi registada no Boston Journal de 16 de fevereiro de 1884, onde se lê: ‘Pega-se numa galinha e coze-se. Quando estiver fria, corta-se tal como se faz com a carne para fazer um Hamburg steak’. Como acontece muitas vezes com as primeiras citações, o contexto torna que por esta altura o prato já era bem conhecido. Infelizmente, indica também que era um prato diferente do que conhecemos hoje, que levava carne cortada em bocados em vez de carne moída, e que era servido frio».


Lóbis e lobistas

«Também em Albany [estado de Nova Iorque] surgiu na mesma altura [década de 1820] o termo muito necessário lobbyist, significando alguém que se passeava no lobby (‘átrio’) do Capitólio, a tentar meter ‘cunhas’ aos legisladores que iam passando. (Passeavam-se no lobby porque lhes era proibido entrar nas câmaras legislativas)».


A bibliotecária que batizou a estatueta dourada

«Nenhum comentário ao léxico hollywoodiano ficaria completo sem a menção por passageira que seja, aos Óscares e à maneira como estas famosas estatuetas douradas obtiveram o seu nome. Poucos termos utilizados em qualquer área criativa engendraram explicações etimológicas mais variadas. Talvez a mais plausível de todas seja a qual segundo Margaret Herrick, bibliotecária da Academy of Motion Pictures Arts and Sciences, terá dito quando viu o protótipo: ‘Oh, faz-me lembrar o meu tio Oscar!’».


A frase mal citada que entrou para a História

«De acordo com o historiador Richard Hanser, [o astronauta Neil] Armstrong ficou espantado e desiludido quando, ao regressar ao seu planeta de origem, verificou que tinha sido mal citado em todo o lado [nos títulos dos jornais]. O que tinha dito fora: That’s one smal step for a man, one giant leap for mankind (‘É um pequeno passo para um homem [ele próprio] e um passo gigante para a humanidade’). O artigo indefinido [‘um’] perdera-se na transmissão».

fonte: Jornal i

sábado, 7 de outubro de 2017

OVNI observado a voar sobre o vulcão Yellowstone em imagens incríveis


Um OVNI foi detectado precipitando-se sobre o vulcão de Yellowstone gravado em video.

No vídeo, um objecto metálico brilhante parece no lado da tela à medida que o fumo sobe do vulcão.

A filmagem foi gravada a 9 de junho, mas recentemente carregado no YouTube com o título: "Impressionante OVNI perto do Vulcão Yellowstone", o Express.co.uk informa. 

Os investigadores de extraterrestres há muito tempo estão obcecados com o super vulcão, que se acredita ser um ponto de acesso de OVNIs.

As imagens impactantes surgiram em agosto de vários objectos que voavam pelas nuvens de Yellowstone .

Uma câmara ao vivo que monitoriza o parque captou as imagens do que parecia ser discos voadores que foram cedidos ao investigador de OVNIs Scott C. Waring.

O video foi compartilhado no YouTuber por Jeanette Forester, que regularmente publica clipes do parque - mas este foi o seu primeiro avistamento de OVNIs e descreveu o clipe como "uma vez na vida".

O Sr. Waring escreveu no seu site UFOSightingsDaily: "O Parque de Yellowstone foi distribuído por uma area de 3.468 milhas de terra pelo governo dos EUA - então, obviamente, os EUA conhecem uma base ou bases estrangeiras activas na área.

"Este clipe é o destaque do meu mês. Talvez do ano. Eu vivo por momentos como este".


O vulcão gigantesco do Parque Nacional de Yellowstone permanece inactivo há 70 mil anos.

Uma erupção poderia matar 90 mil pessoas e desencadear um inverno nuclear, dizem os especialistas.

Os temores foram levantados Kim Jong-un está planeando disparar uma arma nuclear no vulcão e na linha da falha de San Andreas, provocando um terramoto e uma erupção que poderiam dividir a América em duas.


fonte: Daily Star

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

A NASA está a oferecer bilhetes para Marte


A agência espacial norte-americana está a oferecer bilhetes para o Planeta Vermelho. Não é brincadeira. E não estamos no primeiro dia de abril.

Trata-se de um bilhete especial que dá lugar ao embarque do nome do proponente, que viajará a bordo da InSight com destino a Marte.


Garantir a viagem é simples. Basta aceder ao endereço da missão, aqui disponibilizado, preencher os campos obrigatórios e aguardar pela partida prevista para 5 de maio de 2018.

A viagem conta já com quase 900 mil bilhetes. As reservas são ilimitadas, mas o prazo de inscrição termina no dia 1 de novembro.


A sonda InSight vai recolher e analizar o solo marciano.

A nova missão da NASA a Marte esteve prevista para 2016, mas problemas no sistema de vácuo dos instrumentos principais da sonda forçaram um adiamento.

O InSight Project tem com objetivo recolher fragmentos do solo marciano, mas também examinar as camadas internas de Marte para descobrir como planetas rochosos - como a Terra - foram formados.

Nesta nova missão da NASA o período de aproximação da sonda InSight ao Planeta Vermelho será de aproximadamente seis meses.

fonte: RTP Noticias

Revelado predador marinho pré-histórico antecessor de crocodilos


O "monstro de Melksham" era um réptil e distante predecessor de crocodilos.

Paleontólogos da Universidade de Edimburgo identificaram uma nova espécie de répteis pré-históricos. A descoberta foi possível através da análise de fóssil que se encontrava no Museu de História Natural de Londres desde 1875. O réptil foi baptizado como Ieldraan melkshamensis e chamado de Monstro de Melksham em homenagem à cidade, onde foi encontrado.

O animal habitou nosso planeta há 163 milhões de anos. Ele tinha cerca de três metros de comprimento e vivia em mares quentes e pouco profundos, onde actualmente está localizado território europeu.


A newly identified prehistoric marine predator has shed light on the origins of the distant relatives of crocodiles http://edin.ac/2hJvtco

Predador marinho recém-descoberto lança luz sobre parentes distantes dos crocodilos 

Tinha grandes mandíbulas e dentes cruzados, fazendo com que cientistas concluíssem que o monstro caçava calamares pré-históricos.

O estudo científico revelou que a subfamília dos Geosaurini — grupo extinto de crocodilos pré-históricos a que pertence este animal- teria começado a evoluir milhões anos antes do que os cientistas pensavam.

fonte: Sputnik News

Fantasma tenta arrombar armário de escola irlandesa


Câmaras de vigilância detectaram um fenómeno inexplicável numa escola na cidade irlandesa de Cork.

Segundo informa o jornal Mirror, o incidente estranho teve lugar no 1˚ de outubro.

No início, o vídeo mostra uma porta no fim do corredor que é aberta e depois fechada com muita força. Em seguida, um dos armários começa a mover-se, depois se abre a porta de um deles, e material escolar de um aluno é jogado no chão.

O suspense não acaba por aí, pois o fantasma continua causando desordem na escola. Sem mais nem menos, uma placa de aviso no chão é jogada para longe.

O vídeo que mostra todos esses eventos inéditos foi publicado na conta oficial da escola no Facebook.

Um dos internautas pergunta: "Alguém tem número de telefone de um caçador de fantasmas?"

Parece que os alunos da escola na verdade precisam de ajuda!


fonte: Sputnik News

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Era Espacial começou há 60 anos


Foi a partir do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, uma das antigas repúblicas da União Soviética, que partiu o primeiro satélite lançado pelo Homem.

Foi sobre o lançamento do primeiro satélite, e de outras viagens espaciais que se lhe seguiram - e algumas que ainda aí hão de vir - que a TSF conversou com Rui Agostinho, o diretor do Observatório Astronómico de Lisboa.

O professor sublinha que ainda não tinha nascido quando Nikita Khrushchov, então líder da União Soviética, deu luz verde para o lançamento do foguetão que transportava o Sputnik 1.

Mas o pai de Rui Agostinho ouviu-o diretamente, já que estava numa posição privilegiada para escutar o satélite soviético que deu arranque à Era Espacial.

De 1957 até hoje já foram lançados milhares de satélites e há mais de mil em órbita à volta da Terra. Muitos são militares e de espionagem, outros são comerciais e têm em vista as telecomunicações. Há também os de uso civil, para pesquisa científica. Uns atentos ao planeta, outros aos rumores do universo. E há também as sondas que se lançam em direção a outros planetas.

Rui Agostinho, o diretor do Observatório Astronómico de Lisboa, considera nesta altura há uma nova indústria a nascer, a do turismo espacial. E que empresas como a Space X, em poucos anos vão dar um novo impulso às viagens pelo espaço.

fonte: TSF

domingo, 1 de outubro de 2017

Rapper quer provar que a Terra é plana


Já há um movimento para provar a teoria.

O rapper B.o.B. é um dos mais conhecidos fomentadores da teoria de que a Terra é plana e até já criou um movimento para o provar.

O músico iniciou uma campanha de “crowdfunding” que pretende angariar fundos para colocar satélites no espaço para encontrar a curva do planeta.

O movimento de B.o.B. chama-se “Show BoB the Curve” e angariou até ao momento apenas 1440 euros. O músico quer reunir perto de 170 mil euros.

fonte: Jornal i

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Homem diagnosticado com cancro afinal tinha brinquedo alojado nos pulmões há 40 anos


Playmobil


Cone de trânsito do Playmobil

Um homem, de 47 anos, residente no Reino Unido, foi diagnosticado com um cancro no pulmão, mas afinal tinha alojadonas vias respiratórias um brinquedo da Playmobil.

O homem começou a ter vários sintomas, que o levaram a ir ao hospital, em Preston, e no primeiro diagnóstico os médicos detetaram uma “massa atípica nos pulmões”, não hesitando em pensar que seria cancro, mas depois de vários exames, ficou a saber-se que afinal o tumor era um brinquedo que este tinha engolido há cerca de 40 anos, quando ainda era criança.

De acordo com os médicos, o objeto em causa era um "cone de trânsito da Playmobil".

Depois de todos os exames realizados, o homem foi sujeito a uma cirurgia para retirar o brinquedo, que tinha cerca de 1 centímetro, e este ficou curado curado.

fonte: Sol

Homem é atacado por tigre e fica com o rosto desfigurado

Homem é atacado por tigre e fica com o rosto desfigurado

Pai de três filhos tem vivido à margem da sociedade, com vergonha das suas feições. 

Hashmot Ali, de 45 anos, ficou com o rosto completamente desfigurado após sofrer o ataque violento de um tigre, no Bangladesh. 

O incidente ocorreu há 23 anos, altura em que o homem trabalhava como pescador e foi surpreendido pelo animal quando se encontrava deitado num banco de uma floresta. Desde então, que Ali, pai de três filhos, tem vivido à margem da sociedade, com vergonha do seu rosto, cobrindo-o constantemente com um lenço. 

"Eu preciso desesperadamente de corrigir o lado esquerdo da minha face. É importante para que eu volte a ter uma vida normal e viver com orgulho. Não me quero esconder mais", conta Ali, que se prepara agora para realizar uma viagem até Daca, capital do país, em busca de tratamento cirúrgico que lhe devolva a alegria de viver. 

Depois de já ter realizado mais de três cirurgias, todas elas sem sucesso, Ali encontrou agora uma nova luz ao fundo do túnel e acredita que poderá vir a recuperar a auto-estima brevemente. 

"Nós iríamos ficar muito felizes se o meu marido ficasse curado. O sonho da nossa família é podermos vê-lo saudável e feliz", conta Shakila Akter. 

O caso de Hashmot Ali foi exposto no programa televisivo "Body Bizarres", exibido no canal TLC no Reino Unido.


quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Corpos sem orelhas e dentes: bruxos ugandenses sacrificam crianças em ritual da chuva

Gulu, Uganda

Curandeiros e bruxos de Uganda sacrificam crianças em ritual da chuva para se salvar da seca.

O país africano está enfrentando uma das maiores secas dos últimos 50 anos; fome atinge mais de 1,5 milhão de pessoas, escreve a agência de notícias Religion News Service. Muitos da população local creem que espíritos levam a chuva consigo.

Só em setembro os órgãos da aplicação da lei detiveram 44 pessoas suspeitas de terem cometido assassinatos em rituais. Um dos detidos confirmou ter matado oito crianças.

Em 2015, foram encontrados os restos mortais de sete crianças e seis adultos, em 2016 – de sete crianças e dois adultos. Os corpos encontrados não tinham orelhas, dentes, lábios e genitais.

A polícia acredita que há muito mais vítimas por rituais, os corpos somente não foram encontrados ainda.

fonte: Sputnik News

Espécie de rato gigante identificada nas Ilhas Salomão





Uromys vika, o rato que vive nas árvores das ilhas Salomão

Um rato com quase meio metro de comprimento capaz de roer cocos é a mais recente espécie recenseada nas Ilhas Salomão, no Pacífico, num estudo publicado hoje no Jornal de Mamologia, a ciência que estuda os mamíferos. 

Seguindo rumores que ouvira há vários anos, o investigador Tyrone Lavery, do Museu Field, de Chicago, encontrou exemplares da espécie que os habitantes locais já conheciam e chamavam "vika". 

"Quando me encontrei pela primeira vez com habitantes da ilha de Vangunu, no arquipélago das Salomão, falaram-me de um rato nativo da ilha e que vivia nas árvores", lembrou, afirmando que o procurou desde 2010. 

Lavery chegou a por em causa que se tratasse de uma espécie nova, admitindo que os habitantes chamavam "vika" a ratos pretos. 

A maneira de o animal se mover por cima das árvores dificultou ainda mais a descoberta, mas o "Uromys vika" acabou por aparecer, quatro vezes mais pesado que as espécies europeias, chegando a pesar cerca de um quilo. 

Por se tratar de ilhas, animais com características únicas puderam desenvolver-se, o que possibilitou a sobrevivência da espécie agora identificada.



Casal detido por matar, congelar e comer 30 pessoas


Cabeça de uma das vítimas cercado por laranjas num prato


Dmitry Baksheev


Natalia Baksheeva

Dmitry Baksheev e a mulher foram detidos por assassinarem 30 pessoas e depois comerem os corpos, na Rússia. Segundo a agência noticiosa ANSA, o casal negou inicialmente o crime acabando, mais tarde, por confessar a morte de apenas duas pessoas. Os suspeitos admitiram ainda que guardavam as vítimas no congelador para depois comerem. 

O suspeito, de 35 anos, foi preso há semanas depois de terem sido encontrados restos mortais de uma mulher no dormitório militar onde o casal vivia. Nessa altura, as autoridades também encontraram a mala da vítima e fotografias do suspeito, junto a partes de um corpo. 

A mulher de Dmirtry, Natalia Baksheeva, de 42 anos, era conhecida na localidade pela sua agressividade e também foi detida. Segundo o jornal Metrópoles, a companheira de Dmirtry, enfermeira de profissão, foi sujeita a avaliações psicológicas e os resultados não apresentaram qualquer anomalia no foro psicológico. 

De acordo com a imprensa internacional, a polícia encontrou em casa do casal vários pacotes congelados com restos de corpos humanos. 

Até ao momento, as autoridades só conseguiram identificar sete dos 30 corpos encontrados. A polícia adianta que o casal começou as práticas de canibalismo há 18 anos.


sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Alerta: Grande Falha de San Andreas dá sinais de iminente catástrofe


A falha de San Andreas, a mais famosa falha geológica da Califórnia, continua acumulando energia. Quando acontecer o sismo, o mais provável é que a área afectada seja muito maior do que o maior terramoto já registado na região, em 1857. Outro tremor de 7,8º em 1906 matou pouco mais de 3.000 pessoas em San Francisco , e foi um dos mais poderosos do século 20. Embora esse tenha lançado muita energia, ele aconteceu na parte norte da linha de falha, e a secção do sul não experimentou nada assim desde então.

O assunto foi abordado na Conferência Nacional de Terremotos dos Estados Unidos, que ocorreu de 4 a 6 de maio, em Long Beach (Califórnia). Os pesquisadores alertaram para a necessidade de investir em prevenção a curto prazo. A tensão criada pelo movimento da placa tectónica do Pacífico, que se afasta da placa norte-americana, vai sendo aliviada por pequenos terremotos, mas não no caso da falha de San Andreas, com 1.300 quilómetros. A mais perigosa e mais longa falha no estado da Califórnia acumula energia há mais de 300 anos, pelo menos em alguns pontos.


O terramoto de 7,8 graus seguido de um grande incêndio que destruiu grande parte de São Francisco em 1906 matou mais de 3.000 pessoas

“As nascentes do sistema de placas ficaram com uma ferida muito, muito fechada. E o sul da falha, em particular, parece estar preso, carregado e pronto para dar o gatilho”, disse Thomas Jordan, diretor do Centro de Terremotos da Califórnia do Sul, citado pelo L.A. Times.

O maior sismo registado na região teve uma magnitude de 7,9º na Escala Richter e aconteceu em 1857. E desde então a região está tranquila, sossegada e parada, na opinião de Thomas Jordan. É praticamente inevitável que um grande terramoto aconteça, ainda que ninguém consiga prever quando, portanto o melhor é estar preparado para um sismo de magnitude 8.


Num relatório de 2008, o instituto de investigação geológica norte-americano (U.S. Geological Survey) previu que um sismo de 7,8 na região sul da falha de San Andreas causaria 1.800 mortes, deixaria mais de 50 mil feridos e 200 biliões de dólares em prejuízos (Cerca de 700 biliões de reais na cotação actual). Adicionalmente, alguns serviços ficariam severamente danificados, como o sistema de saneamento, que poderia levar no mínimo seis meses para ser recuperado.


“Infelizmente, neste país, as coisas só são melhoradas depois de um desastre”, disse Peggy Hellweg à BBC, responsável pelas operações do Laboratório Sismológico de Berkeley, no norte da Califórnia. “Um sistema de alerta precoce seria muito útil”, continua. “Os nossos sistemas de alerta de sismo deveriam ser melhores. Não temos sensores nos sítios que são necessários. Não temos uma infraestrutura robusta.” E sem um alerta precoce, não é possível avisar a população para tomar medidas de segurança.

O sismo de 1857 durou cerca de um a três minutos e foi tão forte que as rochas se liquefizeram. A nova simulação prevê um sismo de dois minutos com um impacto grande na cidade e na baía de Los Angeles. Pensando nos potenciais impactos de um terramoto de grande escala, a cidade implementou novas regras para os edifícios, em outubro de 2015 (L.A. Times). 15 mil edifícios terão que se adaptarem para resistirem a um sismo violento. A título de comparação, prevenir que um terramoto, e uma consequente tsunami, destruísse os edifícios junto ao porto de ferry boat de São Francisco, custaria 300 biliões de dólares (pouco mais de 1 trilião de reais), segundo o Jornal Los Angeles Times.

As chances de terramotos violentos são grandes que até já viraram roteiro de cinema, pensando na provável catástrofe.


Stover, CW; Coffman, JL (1993), Sismicidade dos Estados Unidos, 1568-1989 (revista) , Geological Papel Profissional de pesquisa nos EUA 1527, United States Government Printing Office , pp. 72, 101, 102

Jordan, Thomas . (9 de Janeiro, 2007) “Vencidos e despreparados para o Big One” . Los Angeles Times . Retirado 16 de de Dezembro de, 2012 .


Maior sapo da história comia dinossauros


O gigantesco sapo do "diabo", que viveu na ilha de Madagáscar há 68 milhões de anos, era capaz de caçar dinossauros pequenos. Assim indicam os resultados da investigação divulgada no site Phys.org.

De acordo com dados científicos, trata-se do maior sapo na história dos anfíbios extintos. Seu comprimento era de 41 centímetros e ele chegava a pesar 4,5 kg. A criatura foi baptizada de Beelzebufo, do latim Beelzebub (Belzebu) e bufo (sapo), graças aos "chifres" que tinha na região acima dos olhos. 

Os pesquisadores estudaram a força de mordida do sapo e revelaram que seus maxilares eram capazes de fazer pressão equivalente a 2.200 newtons, o que pode ser comparado com a força dos maxilares de predadores mamíferos.

"Com tal força de mordida, Beelzebufo era capaz de caçar filhotes de dinossauros ou espécies pequenas que habitavam o mesmo ambiente", indica Marc Jones da Universidade de Adelaide.

Ele apontou também que os sapos chifrudos modernos, que possuem grau de parentesco com Beelzebufo, foram encontrados nas florestas tropicais e subtropicais da América do Sul. Eles não chegam nem perto de ter o mesmo tamanho de seu ancestral, mas possuem fortes maxilares que os ajudam a atacar animais de mesmo tamanho, ou seja, sapos, cobras e roedores. 

Os cientistas mediram a força de mordida usando um transdutor – dispositivo que mede com precisão a força aplicada em duas placas cobertas de couro quando um animal a morde.

"Assim, pela primeira vez foi medida a força de mordida de um sapo", ressaltou outro cientista do estudo, Kristopher Lappin.

fonte: Sputnik News

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Caranguejo salta de frigideira e desliga fogão para salvar companheiros


Vídeo mostra caranguejo a escapar de frigideira com óleo quente e, de seguida, a desligar o fogão, tentando salvar os seus “companheiros” que também estavam a ser cozinhados

Um vídeo divulgado na internet mostra um caranguejo a escapar de uma frigideira com óleo quente e, de seguida, a desligar o fogão, num ato que parece ter como objetivo o salvamento dos seus “companheiros” que também estavam a ser cozinhados.

Nas imagens, veem-se quatro caranguejos a serem fritos, ainda vivos, numa frigideira. De repente, um dos animais usa as suas garras para escapar ao triste destino.

Ao sair da frigideira, o caranguejo cai em cima dos botões do fogão e desliga-o, tentando, assim, salvar os outros crustáceos.

O caso insólito aconteceu num restaurante em Lianyungang, na província chinesa de Jiangsu, na China.

Nos comentários ao vídeo, há quem ache que tudo não passou de uma coincidência, enquanto outros defendem que o caranguejo usou a inteligência e sabia o que estava a fazer.


fonte: TVI 24

Duas novas espécies de crustáceos descobertos no fundo do mar da Galiza


A fauna do fundo profundo do oceano é muitas vezes pouco conhecida por causa da dificuldade de amostragem em grandes profundidades. Uma equipa de pesquisa da Estação de Biologia Marinha de La Graña na Galiza realizou quatro expedições oceanográficas nas águas do noroeste peninsular que permitiram encontrar várias espécies novas que habitam os fundos abissais. Agora eles descrevem dois deles que faltam olhos e são de tamanho milimétrico.

No fundo da plataforma continental e na inclinação, comunidades ricas vivas faunísticas. Em 2002, 2003, 2008 e 2009, a Estação de Biologia Marinha da Graña da Universidade de Santiago de Compostela (USC) realizou diferentes expedições oceanográficas para conhecer esses ecossistemas. Nas diferentes campanhas, embora tivessem objetivos diferentes, todos buscavam identificar e categorizar essa fauna bentônica - animais vivos associados ao fundo do mar - sendo muito raros e pouco conhecidos.

"Este grupo é muito importante porque representa a base da cadeia alimentar em muitos ecossistemas marinhos", diz Ramiro R. Tato

Como resultado dessas pesquisas, mil metros de profundidade, várias espécies novas foram descobertas. Um estudo da universidade galega acabou de descrever dois deles como novos crustáceos pertencentes às famílias Photidae e Corophiidae , que se chamaram Photis guerra e Pareurystheus vitucoi . Ambos são cegos e pequenas espécies, alguns milímetros.

"Este grupo de crustáceos é muito importante nos oceanos porque representam a base da cadeia alimentar em muitos ecossistemas marinhos. Entre muitas outras, algumas das adaptações mais habituais que as espécies animais apresentam a essas profundezas são a ausência de estruturas visuais e de tamanho pequeno, para suportar as grandes pressões ", diz a Sinc Ramiro Rodríguez Tato, investigador da USC que lidera a um estudo publicado na revista Zootaxa , em colaboração com a Universidade Autónoma de Madri.

Os ecossistemas de águas profundas são muito diferentes dos encontrados nas águas costeiras rasas. Neste ambiente, a radiação solar não atinge e, como consequência, não há macro algas, portanto a produção primária é limitada à quimiossíntese - produzida por uma fonte de energia química.

No entanto, ao contrário do que se pensava inicialmente, os fundos do fundo não são zonas sem vida. "Nessas áreas são ricas comunidades de animais que se alimentam de matéria orgânica que é gradualmente depositada na coluna de água", acrescenta Rodríguez Tato.


Pareurystheus vitucoi / José Antonio Peñas (SINC)

Dois crustáceos sem olhos, mas muito diferentes

Esses dois animais marinhos têm em comum que eles não têm olhos. Em um ambiente onde a radiação solar não atinge, isto é, está permanentemente no escuro, pois muitos sistemas de orientação de espécies estão mais focados nos receptores sensoriais químicos do que nos órgãos visuais.

Mas, pertencentes a diferentes famílias, as duas espécies são muito diferentes. Por um lado, o primeiro do gênero Photis - que é muito comum nas águas costeiras, com projeções cefálicas laterais, chamados lobos cefálicos, muito característicos - é uma das poucas espécies desse grupo que não tem olhos. "Somente três das 69 espécies que existem não possuem este órgão de visão", diz o cientista. Além disso, os lobos cefálicos em Photis wari não são arredondados, mas têm forma pontiaguda.

"Somente três das 69 espécies que existem não possuem este órgão de visão", aponta o cientista

Por outro lado, o género Pareurystheus é muito menos comum e a maioria foi localizada nas águas do Japão. Pareurystheus vitucoi , é, portanto, o primeiro registo do género no Atlântico noroeste. Este animal tem um quinto par de apêndices torácicos fortemente modificados e desenvolvidos, ao contrário de P. vitucoi . É de tamanho pequeno e de cor branca. "É único dentro do género por ser o primeiro descrito sem olhos", diz o cientista.

Mas para cientistas é difícil explicar seu comportamento pela dificuldade de observação in situ desses animais. "Eles são provavelmente espécies detritus que vivem nas galerias de escavações do fundo do mar, onde encontram abrigo e comida, pois é o método mais difundido entre os animais desse grupo que habitam essas profundezas", diz Rodriguez Tato.

Para a coleta de amostras foram utilizadas dragas de diferentes tipos, neste caso, três redes de arrasto, cada uma projetada para a extração de um determinado tipo de amostra em um tipo concreto de fundo. 

"As comunidades profundas de nosso país ainda são muito pouco conhecidas, uma vez que estas duas espécies são apenas uma pequena fração dos resultados dessas campanhas. Encontrei dez novas espécies, nas quais ainda estou trabalhando. Estes são apenas dois deles ", conclui o investigador.

fonte: Agencia Sinc