domingo, 18 de agosto de 2019

'OVNI' teria surgido durante passagem de tornado em Amesterdão


Um suposto OVNI teria sido avistado sobrevoando o céu ao mesmo tempo em que um tornado passava por Amesterdão.

O vídeo, compartilhado pelo canal do YouTube Mavixxx, gerou um grande debate em torno do possível objecto de outro mundo.

Diversos teóricos da conspiração procuram saber o motivo da presença do objecto em simultâneo com o tornado, fazendo alguns dos teóricos afirmarem que o OVNI estaria recolhendo energia do tornado.

Nas cenas registadas no vídeo, o suposto OVNI possuía luzes brilhantes como em filmes de ficção científica, conforme o portal International Business Times.

Segundo os teóricos da conspiração, os extraterrestres estão visitando a Terra por centenas de milhares de anos, e por isso há até mesmo pinturas rupestres antigas que representam naves espaciais e seres alienígenas, o que seria uma prova tanto da teoria quanto da existência dos seres.

Usuários do YouTube também acreditam que tais seres estão presentes na Terra, citando que as mutilações do gado seriam causadas pelos extraterrestres, que cauterizam e matam os animais, além de sugar todo o sangue como sacrifício.

“[...] Eles têm sede de sangue e precisam do sacrifício de uma vaca, tal como o SENHOR Deus da Bíblia nos tempos anteriores a Cristo [...]”, afirmou Joshua B, usuário do YouTube.

Há poucos dias, outro OVNI havia sido avistado nos céus de Nova York, na ocasião era um objecto em forma de cobra e foi visto enquanto mudava de forma.


fonte: Sputnik News

Depois de morrer, estes genes “fantasma” ganham vida


A simples definição de morte – aquela que diz que o corpo deixa de funcionar – não chega para descrever o quão estranho o nosso organismo realmente é.

“Não sabemos nada sobre o que acontece quando morremos”, disse Peter Noble, ex-professor na Universidade de Alabama, ao Discover. Noble sabe, em primeira mão, que há surpresas para os cientistas que estudam o fim da vida, uma vez que o próprio estudou os genes que ganham vida horas ou até dias depois da morte do organismo.

Um gene é um conjunto de instruções químicas, feito de ADN, que diz ao corpo como fazer algo. Quando o gene é ativado, estas instruções químicas são transcritas pelo nosso RNA, e as nossas células podem usar essa sequência copiada como um esqueleto para construir moléculas complexas.

Noble e os colegas da Universidade de Washington estavam a testar a técnica para medir a atividade genética. Como controle, os cientistas analisaram tecidos de um peixe-zebra morto recentemente, esperando ver uma diminuição constante em novas cópias de genes à medida que a atividade celular diminuía.

A ideia de que genes seriam ativados após a morte de um organismo era inédita, por isso os investigadores escreveram-no como um erro com a sua instrumentação. Mas testes repetidos, em peixes e depois em ratos, continuaram a confirmar o impossível: genes ativavam-se horas, ou mesmo dias, após a morte de um organismo.

As descobertas dos cientistas foram recebidas com ceticismo, até que um grupo de cientistas liderados por Roderic Guigó no Centro de Regulação Genómica de Barcelona também encontrou atividade genética pós-morte – desta vez em humanos.

Guigó e a sua equipa estudavam a regulação dos genes analisando tecidos de pessoas que doaram os seus corpos após a morte. O trabalho já estava em andamento quando o artigo de Noble foi publicado, por isso não ficaram surpreendidos com as descobertas da sua equipa. “Era mais ou menos o que estávamos a ver”, disse Guigó.

Estas descobertas podem dar uma melhor compreensão sobre como os genes funcionam quando ainda estamos vivos e podem ajudar a melhorar procedimentos médicos como transplantes de órgãos. “Saber como os órgãos mudam ao nível molecular após a morte do corpo talvez possa ajudar a melhorar as práticas de transplante de órgãos ou preservação de órgãos”, explicou Guigó.

A outra grande aplicação potencial dos seus estudos é na ciência forense. Os cientistas descobriram que diferentes genes se ativam em diferentes intervalos de tempo após a morte. Os cientistas forenses podem aplicar estas informações para fazer estimativas mais precisas sobre a hora do óbito.

Enquanto essa descoberta abre novas possibilidades para a ciência médica, a maior questão colocada pela investigação é: por que alguns dos nossos genes são ativados depois de morrer?

Sabe-se que a morte é um processo com mais nuances do que se pensava anteriormente. A morte não significa que todas as células nos nossos corpos parem de funcionar, apenas significa que param de trabalhar juntos. As horas e os dias em que estas conexões se desfazem são uma nova fronteira para a ciência.

Noble acredita que as pistas podem estar nos tipos de genes que estão a ganhar vida. Embora nenhum dos genes pareça fazer qualquer alteração física após a morte, muitos estão relacionados a atividades que são normalmente reguladas ou inibidas. Isso inclui o gene que diz às células para produzir o começo de uma coluna vertebral.

Outros genes que se ativam após a morte estão relacionados com o cancro. Talvez na ausência de outros genes que normalmente os inibem, os genes aproveitam a oportunidade de se reativar.

Assim, há genes que “acordam” quando morremos. E a razão para isso acontecer permanece um mistério.

fonte: ZAP

Verme transforma caracol em 'zumbi' psicodélico


Um caracol "zumbi" foi filmado com um parasita dentro de seu corpo. O verme usa cores bizarras para atrair pássaros.

No vídeo, gravado por um biólogo, dá para ver um verme vermelho e verde dentro do corpo e dos globos oculares de um caracol já morto.

O verme das cores verde, branco e vermelho percorre todo o corpo do caracol criando um padrão identificado como mimetismo agressivo numa tentativa de atrair pássaros, escreve o jornal britânico Daily Star.

This zombie snail. A parasitic worm Leucochloridium has taken over its motor functions and eye stalks, making them into caterpillar mimics so birds will eat them. The worm can then reproduce in the bird's GI tract, eventually transmitting via its faeces 🤯 https://www.wired.com/2014/09/absurd-creature-of-the-week-disco-worm/ 
47,1 mil pessoas estão falando sobre isso

A "dança" do verme faz as funções motoras e os globos oculares ficarem parecidos com uma larva – um dos petiscos preferidos de pássaros. Ao ser comido por um pássaro, o verme se prolifera no estômago e é espalhado no meio ambiente através das fezes do animal que o engoliu.

Curiosamente, caracóis infectados são até três vezes mais activos do que outros não infectados.

fonte: Sputnik News

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Nasceu em laboratório o relógio mais preciso do mundo


Foi criado num instituto norte-americano e os cientistas dizem que nunca houve nenhum que medisse o tempo de forma tão perfeita.

É um novo relógio, criado nos Estados Unidos da América, e reivindica ser o mais preciso do mundo. Foi num laboratório no Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST), em Boulder, no Colorado, que nasceu o relógio com um ião de alumínio rodeado por campos eletromagnéticos e reduzido até quase ao zero absoluto. O ião que alimenta a bateria foi moldado para absorver uma frequência muito específica de luz ultravioleta e os cientistas usam-no para sintonizar um laser nessa mesma frequência. Os constantes movimentos da onda de luz do laser marcam a passagem do tempo.

Ao melhorar o desempenho do ião, os cientistas atingiram um nível de precisão há muito desejado. Levaria 33 mil milhões de anos para o novo cronómetro ganhar ou perder apenas um segundo - 11 mil milhões de anos a mais do que o recorde anterior estabelecido em 2018 pelo relógio também do NIST, que emprega uma abordagem diferente usando milhares de átomos de itérbio.


Ambos os relógios são exemplos de relógios atómicos óticos e representam a vanguarda da ciência da cronometragem. Todos os relógios atómicos usam a frequência de ondas eletromagnéticas absorvidas pelos átomos para definir o que está em vigor na taxa do "balanço pendular". Mas os relógios óticos, que têm obtido ganhos constantes de precisão nas últimas décadas, usam ondas de frequência muito mais altas em comparação com a maioria dos relógios atómicos atuais. Isso significa que podem ter mais "ticks" por segundo e, assim, medir intervalos de tempo ainda menores, disse Sam Brewer, físico do NIST que trabalhou na equipa que construiu o mais novo relógio com capacidade de gravação.

Alguns relógios óticos - como o novo recordista - mantêm o tempo com iões, enquanto outros contam com milhares de átomos neutros capturados por lasers nas chamadas redes óticas. Os físicos já estão a usar relógios óticos ultra precisos para testar se as constantes fundamentais, que refletem o que os cientistas acham que são propriedades imutáveis da natureza, podem realmente mudar com o tempo. Tal mudança pode revelar uma partícula de matéria oculta ou novas leis da física. Há cerca de nove anos, os relógios até demonstraram como o tempo diminui à medida que alguém se move mais rápido e acelera quanto mais longe se está do centro da Terra, como previsto pelas teorias da relatividade de Einstein.

Os testes da relatividade são "uma daquelas coisas que eu nunca pensei que seria possível ver num ambiente de laboratório", disse Brewer.

O investigador prevê que o novo relógio terá um breve reinado. A sua equipa no NIST já está a trabalhar num novo relógio de íon de alumínio que provavelmente vai bater o recordista atual. E lembra que os laboratórios de todo o mundo estão a trabalhar os seus próprios relógios óticos. Ainda assim, prevê que a melhoria na precisão pode diminuir à medida que mais relógios atinjam a faixa de desempenho do novo relógio.


Amuletos, espelhos e cristais: "tesouro das feiticeiras" foi descoberto em Pompeia


Artefactos encontrados incluem amuletos, espelhos e cristais que terão pertencido, na maioria, a mulheres.

Foi dentro do que resta de uma caixa de madeira que os arqueólogos que estão a trabalhar em Pompeia, a cidade destruída pela erupção do Vesúvio no ano 79 da nossa era, encontraram um vasto conjunto de amuletos, espelhos e cristais - cristais, cerâmicas, ametistas e âmbar.

Segundo Massimo Osanna, diretor do Parque Arqueológico de Pompeia, estes objetos terão pertencido na sua maioria a mulheres e terão sido usados em rituais para dar sorte, daí chamarem-lhe o "tesouro das feiticeiras".

Alguns dos objetos tinham a forma de escaravelhos, um deles, feito de cornalina (um mineral vermelho acastanhado) estava esculpido em forma de artesão e um dos cristais tem gravada a figura de Baco, o deus do vinho e da fertilidade.



O facto de nenhum dos objetos ser em ouro, metal favorito dos habitantes mais ricos de Pompeia, faz com que os arqueólogos pensem que podiam pertencer a uma criada ou a uma escrava, como explicou Osanna à agência italiana Ansa.

A Casa do Jardim

O tesouro foi encontrado na mesma casa onde os arqueólogos descobriram dez corpos recentemente, alguns pertencentes a mulheres e crianças.

A erupção que levou à destruição da cidade, cobrindo-a de cinzas e lava, acabou por deixar os seus habitantes como que congelados no tempo, tornando-a num terreno fértil para os arqueólogos. Na verdade, a maior parte não morreu devido à corrente de lava, mas sim devido aos efeitos de uma nuvem de gás quente e fragmentos de cinza e pedra que cobriu a cidade - chamada fluxo piroclástico. Esta nuvem matou os residentes de forma instantânea, ficando para a eternidade nas posições em que se encontravam naquele momento.

Os arqueólogos estão a fazer testes de ADN para saberem mais sobre os corpos encontrados naquela casa em particular, chamada a Casa do Jardim e situada na zona V do parque arqueológico. "Talvez a caixa pertença a um deles", explica Osanna.


sábado, 10 de agosto de 2019

Suposto OVNI cruza céu e agita moradores da Flórida

Cometa (imagem ilustrativa)

A mídia social explodiu imediatamente com fotos e vídeos do estranho fenômeno: uma nuvem luminosa cruzando o céu como se fosse um OVNI.


Surgiram diversos vídeos mostrando o fenómeno, que muitas pessoas acreditaram ser um objeto voador alienígena, segundo o portal Miami Herald.

​Isso foi legal de olhar no céu!

Apesar das diversas especulações, a nuvem brilhante de cor amarelada e azul esbranquiçada parecia mais um cometa do que um OVNI.

Entretanto, foi confirmado que o fenómeno era apenas o rasto deixado por um foguete portador que havia sido lançado ao espaço.

​Não sei se há algo mais bonito do que um lançamento ao amanhecer! Parabéns à empresa ULA por mais um lançamento com sucesso!

"Tive de parar e encostar. Pensei que fosse um OVNI! Mas afinal era aquele foguete", afirmou um morador da região.

O foguete Atlas V, que agitou os moradores, foi lançado do Cabo Canaveral pela manhã e tem como missão colocar em órbita um satélite de comunicações para o Centro Espacial e de Sistema de Mísseis da Força Aérea norte-americana.

fonte: Sputnik News

Ex-funcionário da Defesa revela análogos da Área 51 no Reino Unido que podem esconder OVNIs



O jornalista Nick Pope, ex-funcionário do Ministério da Defesa britânico, nomeou vários lugares no Reino Unido, onde entusiastas poderiam procurar provas de outros mundos.

O ex-funcionário do Ministério da Defesa britânico, que investigava "fenômenos aéreos não identificados reportados ao Departamento para determinar se tinham significado para a Defesa" – como diz a informação no site da Câmara dos Comuns – deu uma lista de locais, que poderiam ser a "Área 51 britânica", para o tabloide The Sun.

Segundo ele, cinco lugares no Reino Unido podem ser interessantes para caçadores de extraterrestres e conspiracionistas que suspeitam que militares possam ter tecnologias extraterrestres.
Base Secreta da Força Aérea

Um deles é uma antiga base secreta da Força Aérea Real Rudloe Manor em Corsham, Wiltshire, que possivelmente tem uma rede de túneis subterrâneos. O local, fechado em 2000, era usado para investigar avistamentos de OVNIs, conforme revelado em 2010.

Desde então, o local se tornou um ímã para conspiracionistas, com alguns deles indo à antiga base, apesar da ameaça de prisão.

Coração de Londres

Pope nomeou uma das salas no Edifício Principal do Ministério da Defesa na Rua Whitehall, onde os funcionários estudaram relatórios de OVNIs sob um projeto que supostamente fechou há dez anos.

O jornalista não exclui a possibilidade de o projeto ainda estar ativo secretamente. Ele alegou, citando fontes anônimas, que o projeto foi transferido para os americanos ou transferido para uma nova parte do prédio.

Arquivos Nacionais

Ele também sugeriu que os "Arquivos Nacionais do Reino Unido em Kew poderiam ser um ponto de interesse para os buscadores de Arquivos Secretos".

O tabloide The Sun aponta que alguns arquivos relacionados a OVNIs foram desclassificados em 2018, revelando que os militares investigaram tais casos para possivelmente encontrar informações sobre tecnologias extraterrestres.

Alguns documentos sobre avistamentos de OVNIs foram tornados públicos há mais de uma década. No entanto, alguns deles foram editados, suscitando especulações de que algo importante poderia ter sido abafado.

Área 51 do Reino Unido

O local que há muito é apelidado de "Área 51 britânica", o Estabelecimento Aeroespacial Real em Farnborough, Hampshire, também está na lista de Pope.

Embora a instalação investigativa tenha sido fechada no final da década de 80, nunca deixou de inquietar os caçadores de alienígenas, que alegam correlação a raptos de OVNIs.

Conspiracionistas vão gostar

O local de testes de uma das maiores empresas de defesa do mundo, a BAE Systems, em Warton, também pode ganhar atenção de conspiracionistas. Há quem diga que se trata do berço dos caças Typhoon e Tornado, e que faz a imaginação de conspiracionistas "voar". Alguns até mesmo insistiram ter visto OVNIs sobrevoando região.

Apesar de delinear locais relacionados a alienígenas, o ex-funcionário do ministério observa que talvez nunca saibamos onde esses segredos estão escondidos.

"Se o Reino Unido tem uma Área 51, e se os segredos alienígenas estão sendo mantidos em algum lugar no Reino Unido, minha opinião é que enquanto os locais que mencionei são significativos, a ação real estará acontecendo em outro lugar, em um local tão secreto que a mídia e o público nunca ouviram falar dele", concluiu.

fonte: Sputnik News

Fenómeno raro: Júpiter, Saturno e Lua se alinharão no fim de semana


Chuva de meteoros e Mercúrio também farão parte de uma série de eventos celestiais. Os eventos acontecerão em dias seguidos no mês de agosto.

Enquanto Vénus e Marte estão do outro lado do Sol, os astros preparam uma grande surpresa para seus fãs. Durante este final de semana vários corpos celestes estarão visíveis, mas fica a dica para pegar o telescópio.

Júpiter, o maior planeta de nosso Sistema Solar, será a "estrela" da noite deste sábado. O planeta será o corpo celeste mais brilhante durante um curto período nos céus. Enquanto isto, a Lua estará quase totalmente cheia. Ambos estarão visíveis simultaneamente a partir do anoitecer, informou o site EarthSky.

Por sua vez, Saturno aparecerá pela noite e estará visível a leste de Júpiter até o amanhecer. Enquanto isto, a Lua estará à direita de Saturno na noite do dia 11 e à esquerda no dia 12, dando oportunidade aos observadores para tirarem muitas fotos.

Não parando por aí, a chuva de meteoros Perseidas estará quase no seu pique na segunda-feira, um pouco antes do fim de Lua cheia que teremos dia 15. Além disso, Mercúrio fará sua aparição no céu oriental pela madrugada de segunda-feira.

Tamanha coincidência de eventos será surpreendente para os fãs dos céus. Para melhor apreciar tais eventos, a NASA recomenda evitar lugares iluminados como centros urbanos e faróis. Para que seus olhos se preparem para o show, é melhor ficar deitado por 30 minutos olhando para o céu.

fonte: Sputnik News

Sentient. O cérebro artificial secreto que será o novo espião dos EUA


Os serviços de inteligência dos Estados Unidos estão, desde 2010, a desenvolver um cérebro artificial a que chamam de “Sentient”. O projeto é altamente secreto e pode vir a tornar-se na próxima arma de espionagem dos americanos.

Sentient, do português senciente, significa aquele que sente, que tem sensações ou impressões. Foi assim que os Estados Unidos batizou o seu projeto para um cérebro de inteligência artificial, que viu esta semana serem revelados os primeiros documentos oficiais.

Se Elon Musk quer ligar um cérebro humano a um computador, os serviços de inteligência dos EUA querem transformar um computador num humano. O Sentient é capaz de coordenar as posições dos satélites e poderá ser usado brevemente para gerir operações do campo de batalha durante conflitos militares.

“Quando é que o Departamento de Defesa terá controlo automatizado e em tempo real de batalha a nível mundial?”, perguntou um jornalista a Chirag Parikh, diretor do departamento de Ciências da National Geospatial-Intelligence Agency (NGA). “Essa é uma ótima pergunta”, respondeu. “E há uma série de boas respostas confidenciais“.

Apesar de vários documentos terem sido revelados, ainda paira um grande mistério em relação a esta nova tecnologia. Aliás, a divulgação de informações sensíveis “introduz um alto risco de nações adversárias” tentarem contra-atacar o Sentient, explica o Futurism.

A apresentação do cérebro inteligente no Space Symposium de Colorado Springs suscitou imediatamente a curiosidade de todos os presentes. De acordo com o The Verge, o Sentient é uma ferramenta de análise omnívora, capaz de devorar todo o tipo de dados, trazendo sentido ao passado e ao presente, e antecipando o futuro.

Ainda em desenvolvimento, o programa continua altamente confidencial, pelo que informações mais detalhadas ainda escasseiam. “O Sentient cataloga padrões normais, deteta anomalias e ajuda a prever e modelar os possíveis cursos de ação dos adversários”, explicou Karen Furgerson, do departamento de relações públicas do National Reconnaissance Office (NRO).

Atualmente, há uma versão light do Sentient, chamada BlackSky. Este foi o sistema de satélites que permitiu que, quando dois petroleiros foram atacados no Estreio de Ormuz, no dia 13 de junho, fossem tiradas fotografias do incidente. Assim que a situação foi noticiada, o BlackSky moveu imediatamente um satélite para a zona em causa.

Seja por fontes humanas ou até por interceção de comunicações internacionais, o Sentient agilizará automaticamente um satélite, explica Steven Aftergood, investigador da Federação de Cientistas Americanos. Imagens, informações financeiras, de meteorologia ou até de pesquisas do Google poderão ser usadas, especula o antiga agente da CIA, Allen Thomson.

fonte: ZAP

Japão investe 845 milhões na criação de tecnologias para ciborgues e agricultura


A aposta alarga-se ao desenvolvimento de várias áreas científicas para lá da robótica, nomeadamente, automatização do setor agrícola e procura de soluções ambientais

O governo japonês quer investir 100 mil milhões de yens, o equivalente a 845 milhões de euros, no desenvolvimento de tecnologia na área da robótica para fins de melhoramento das capacidades humanas.

De acordo com a Nikkei Asian Review, investigadores japoneses e internacionais vão ser convidados a submeter propostas em 25 áreas diferentes, que vão desde a robótica a soluções ambientais para combater a poluição industrial.

Uma fonte anónima do governo nipónico contou à mesma publicação que o acordo tem uma duração de dez anos e que serão postos de parte 100 mil milhões de yen para serem aplicados nos projetos durante os primeiros cinco anos.

Esta aposta no desenvolvimento científico surge numa altura que o Japão atravessa uma crise em várias frentes, por exemplo, no envelhecimento demográfico, a nível da poluição dos oceanos e na taxa de natalidade, que no futuro pode ter um forte impacto na massa laboral do país.

A Nikkei Asian Review conta que a investigação procura encontrar «uma tecnologia que substitua funções corporais humanas através de robótica até 2050» e desenvolver novas técnicas na área da hibernação artificial, que tem como inspiração o processo de hibernação animal e que pretendem aumentar a longevidade dos corpos.

A publicação afirma que o governo japonês tem também como objetivo desenvolver processos de automatização que possam ser aplicados à agricultura, construção, pesca e ter alternativas para o tratamento e reciclagem de resíduos industriais.

fonte: EI

Explosão de meteorito em Júpiter


Astro fotógrafo amador conseguiu gravar o evento da explosão de um meteorito na superfície de Júpiter enquanto observava meteoros com seu telescópio.

Um astro fotógrafo amador dos EUA conseguiu gravar o brilho provocado pela colisão de um meteorito com a atmosfera de Júpiter.

A imagem foi registada na noite de 7 de agosto por Ethan Chappel, do estado do Texas. "Vê-se como o flash de um impacto terrível" do gigante gasoso, escreveu Ethan Chappel na sua página no Twitter.


Aqui está uma animação que demonstra melhor a rapidez com que ocorreu o clarão em Júpiter. Infelizmente, eu não consegui fazer este trabalho sem cortar 6 quadros em cada 7

No material se pode apreciar um breve brilho no extremo esquerdo de Júpiter, mesmo em baixo do equador. O impacto de um meteorito não é insólito no quinto planeta do Sistema Solar, e se considera que o gigante gasoso costuma absorver objectos como asteroides que passam próximo dele.

Two views of early on 7 August 2019 with the flash I recorded. Left shows the moment of impact at 4:07 UTC. Right is an RGB image.
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Duas imagens de Júpiter do dia 7 de agosto de 2019 com o brilho que eu captei. A da esquerda mostra o momento do impacto, às 4h07 UTC. A da direita é uma imagem RGB.

Em declarações ao portal ScienceAlert, Ethan Chappel relatou que tinha captado esta imagem com seu telescópio quando buscava meteoros das Perseidas e que não se deu conta no momento que tinha gravado o clarão. O astro fotógrafo descobriu a cena mais tarde, graças a um software chamado DeTeCt, desenvolvido especialmente para detectar esse tipo de resplendores.

É possível que o impacto tenha deixado uma cicatriz na superfície de Júpiter que poderia ser estudada com outros instrumentos, por exemplo, com a sonda Juno da NASA. Embora o tamanho do objecto seja desconhecido, se estima que poderia ser relativamente grande para produzir um evento visível desde a Terra.

fonte: Sputnik News

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

ADIFO: engenheiros romenos criam um disco voador completamente funcional

Resultado de imagem para ADIFO: engenheiros romenos criam um disco voador completamente funcional

Razvan Sabie e Iosif Taposu demoraram 20 anos a idealizar e produzir um disco que consegue voar em qualquer direção. A inspiração não vem dos OVNI, mas sim das barbatanas de golfinho

A aerodinâmica por trás desta aeronave é o resultado de mais de duas décadas de trabalho e está muito bem fundamentada em centenas de páginas e confirmada por simulações computadorizadas e por testes em túneis de vento», diz Razan Sabie a apresentar o seu projeto. Há quatro ventoinhas que asseguram que o ADIFO funciona como um quadcóptero, sendo capaz de descolar, aterrar e fazer manobras em velocidade reduzida. Há dois motores a jato colocados na traseira para dar impulso e o sistema de propulsão dual pode funcionar de forma independente, o que garante mais agilidade. A completar o design, o ADIFO conta com dois bicos nas laterais que lhe permitem mover-se em cada direção ou rodar rapidamente em voo, noticia a publicação Vice.

O protótipo mede 1,2 metros e foi apresentado na primavera. Os autores defendem que um disco voador criado à escala constituirá um «novo e revolucionário paradigma de voo». O ADIFO, com o seu formato invulgar, «é “naturalmente criado” para voos supersónicos», uma vez que o design permite «reduzir as ondas de choque à superfície (...) e assegura transições suaves de voo subsónico para supersónico».

Os criadores deste protótipo têm uma abordagem cautelosa e explicam que se trata de um modelo muito básico daquilo que têm em mente. Ainda assim, há um grande fabricante, duas entidades governamentais e mais de dez empresas interessadas no projeto e em estabelecer parcerias. Sabie e Taposu querem mudar muitos dos componentes em uso atualmente no protótipo por versões mais modernas e tecnologicamente mais avançadas e devem avançar no sentido de firmar alguns acordos e desenvolver esforços com alguns destes interessados.



quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Ilusão de ótica ou farsa? 'Cidade fantasma' emerge de lago chinês

Cidade fantasma

Um vídeo compartilhado na web gerou muitos debates sobre o surgimento de uma "cidade fantasma" em um lago da China.

Muitas pessoas ficaram em dúvida sobre o que teria provocado o surgimento da cidade, como ilusão de ótica ou apenas uma farsa.

A visão ocorreu próximo do lago Hongze na China, quando os edifícios foram vistos pairando sobre a superfície da água no horizonte. A imagem seria semelhante a "uma miragem dos edifícios tradicionais chineses".


A visão enigmática provocou diferentes reações nos internautas que apresentaram diversas teorias e ideias, como a de uma cidade interdimensional causada pelo laboratório de partículas físicas, na Suíça.

Enquanto que outros internautas afirmaram que o vídeo era uma farsa, e que a cidade era uma província costeira chinesa ao norte de Xangai.

Outro internauta foi mais além, e afirmou que a visão foi gerada através da "Fata Morgana", uma forma complexa de miragem que ocorre quando raios de luz são inclinados ao passarem por camadas de ar de diferentes temperaturas.

fonte: Sputnik News

OVNI teria sido avistado pouco antes de transmissão da NASA


Uma imagem de um suposto OVNI voando perto da Estação Espacial Internacional (EEI) foi capturada pelas câmeras da NASA pouco antes de uma transmissão ao vivo.

Segundo o conspiracionista Scott C Waring, o estranho objeto espacial parecia ter duas pernas pairando nas proximidades da EEI.

"O objeto está sendo completamente iluminado pelo Sol e é muito difícil não notar sua estranha forma", afirmou o conspiracionista.

Objeto misterioso é avistado momentos antes de transmissão ao vivo da NASA na EEI. 

Como sabemos, diversos conspiracionistas analisam os vídeos e transmissões da NASA para encontrar anomalias, e muitos desses teóricos acreditam que a NASA altere os vídeos propositalmente para que os objetos não sejam avistados, segundo o Express.

Além disso, alguns dos teóricos acreditam que uma raça superior esteja monitorando a EEI para analisar a humanidade.

"Estou certo de que os OVNIs frequentemente visitam a estação espacial para acompanhar o progresso da humanidade", afirmou Scott C Waring.

fonte: Sputnik News

Maior papagaio do mundo tinha quase um metro de altura


O maior papagaio do mundo, com quase um metro de altura e sete quilos de peso, viveu há 19 milhões de anos num sítio que corresponde à Nova Zelândia, onde foram descobertos fósseis da ave, foi esta quarta-feira divulgado.

O papagaio recebeu o nome de "Héracles inexpectatus", numa referência ao deus-herói da mitologia grega Héracles (Hércules, na mitologia romana), conhecido pela sua força física e bravura, e à descoberta inesperada da ave, a partir de ossos de uma pata encontrados em 2008 perto da cidade de Saint Bathans, na Ilha do Sul da Nova Zelândia.

Os resultados do estudo dos fósseis, feito este ano por uma equipa de paleontólogos da Austrália e da Nova Zelândia, foram publicados esta quarta-feira pela revista da especialidade Biology Letters, editada pela Royal Society, organização científica britânica.

O papagaio gigante provavelmente não voava e comia sobretudo plantas, muito embora as dimensões do seu bico possam antever que pudesse alimentar-se de outras coisas, inclusive aves mais pequenas. O seu 'habitat' era uma floresta rica em muitas espécies de palmeiras e louros.

O "Héracles" tem perto de duas vezes o tamanho do 'kakapo'(papagaio-mocho), uma espécie de ave endémica da Nova Zelândia e que era considerada o maior papagaio conhecido no mundo.

A jazida onde foram encontrados os vestígios do papagaio gigante - conhecida por albergar fósseis de aves da época geológica do Mioceno, entre cerca de 24 milhões de anos e cinco milhões de anos - é vista como a única janela para o 'habitat' de animais que viveram na atual Nova Zelândia desde que os dinossauros se extinguiram da Terra há 65 milhões de anos.

A Nova Zelândia é conhecida pelas suas aves não voadoras com dimensões imponentes, como a moa, parecida com a avestruz, chegando a medir 3,6 metros de altura, e que desapareceu no final do século XVIII.


Tardígrados: estes pequenos seres invencíveis estarão agora a viver na Lua




Com apenas meio milímetro de comprimento, estes seres vivos podem vir a ser os únicos organismos a passar anos de vida na Lua. Resistem a radiação severa e a temperaturas extremamente negativas.

Minúsculos e resistentes, capazes de sobreviverem em temperaturas de -272 até 150 graus Celsius e conhecidos por suportarem mil vezes mais radiação do que aquela que o ser humano consegue suportar. Estes são os tardígrados e serão, neste momento, os únicos habitantes da Lua.

Isto porque a sonda espacial israelita Beresheet - desenhada para ter sido a primeira sonda privada a aterrar no nosso satélite, até que se despenhou, em abril, levava a bordo alguns milhares destes animais. E é provável que tenham sobrevivido ao impacto -- e ao vácuo do espaço -- não tivessem eles a alcunha de "invencíveis".

Nova Spivack, fundador da Arch Mission Foundation, uma organização sem fins lucrativos cujo objetivo é criar "um backup biológico do planeta Terra", disse à revista Wired que tinha muito a perder na missão Beresheet. A sonda levava para a Lua uma "biblioteca lunar", um arquivo do tamanho de um DVD e que continha 30 milhões de páginas de informações, amostras de ADN humano e milhares de tardígrados. "Podem ser a única coisa sobrevivente desta missão", afirmou Spivack.

Descobertos no século XVIII pelo zoólogo alemão Johann August Ephraim Goeze, têm apenas meio milímetro de comprimento e assemelham-se a larvas de oito pernas. Resistentes como nenhuns outros, já foram encontrados em topos de montanhas, em desertos escaldantes e em lagos subglaciais na Antártida.

Os tardígrados foram enviados em estado de hibernação ou de desidratação - o que acontece quando os organismos reconhecem que o ambiente é hostil - mas têm a capacidade de acordar e voltar a hidratar-se. Cientistas já conseguiram "ressuscitar" tardígrados que passaram até 10 anos neste estado desidratado, embora em alguns casos possam sobreviver por muito mais tempo sem água. Em 2007, os cientistas descobriram que os tardígrados inativos são tão resistentes que podem sobreviver à radiação severa e ao vácuo gelado das viagens espaciais.

Lukasz Kaczmarek, especialista em tardígrados e astrobiólogo da Universidade Adam Mickiewicz, em Poznań, disse ser bem possível que os animais tenham sobrevivido ao desastre da sonda na Lua.

"Os tardígrados podem sobreviver a pressões comparáveis ​​às que são criadas quando asteroides atingem a Terra, então um pequeno acidente como este não é nada para eles", afirmou, citado pelo Guardian. "Os animais poderiam sobreviver na Lua durante anos", acrescentou.

Os tardígrados desidratados podem voltar à vida após anos em estado inativo: basta mergulhá-los na água. Depois, tornam-se ativos novamente e alimentam-se e reproduzem-se normalmente. O que para não acontecerá na Lua - até que alguém lhe leve água.

Bela Adormecida ou o segredo da juventude

"Não podem colonizar a Lua porque não há atmosfera nem água líquida", disse Kaczmarek. "Mas poderia ser possível trazê-los de volta à Terra e depois mergulhá-los em água. Deveriam ressuscitar", defende.

Kaczmarek está igualmente a explorar o próprio processo de envelhecimento dos tardígrados adormecidos, através de um modelo que chamou de Bela Adormecida, uma vez que o organismo, quando volta à vida, tem a mesma idade biológica de quando "adormeceu".

Philippe Reekie, um astrobiólogo da Universidade de Edimburgo, concordou que não havia razão para pensar que os tardígrados desidratados não sobreviveriam ao ambiente lunar. "O principal problema na Lua é o vácuo e a alta radiação, mas já se comprovou que os tardígrados sobrevivem a estas condições". resumiu.

No entanto, se os tardígrados estivessem em estado ativo na altura do impacto, poderiam ter morrido. "No seu estado normal, podemos matá-los facilmente", disse. "Matamos muitos deles acidentalmente porque os submetemos a frio extremo de forma muita rápida", acrescentou.