quinta-feira, 13 de junho de 2019

Humor


ETs, Rússia ou China: de onde seriam OVNIs que tanto incomodam EUA?

OVNI (imagem ilustrativa)

O jornalista Jeff Schogol decidiu esclarecer a situação em torno dos relatórios dos pilotos da Marinha norte-americana sobre objetos voadores não identificados (OVNIs).

Nos últimos anos, pilotos da Marinha dos EUA vêm relatando com frequência encontros com objetos misteriosos na zona de atividade de navios norte-americanos na costa oriental dos EUA, o que impulsionou publicação de diversas matérias sobre os avistamentos incomuns.

Embora muitos analistas tenham certeza absoluta de que a Rússia e a China não sejam capazes de criar tais drones, em resposta às perguntas sobre teorias alternativas da origem extraterreste dos objetos, militares pretendem manter o silêncio, escreveu o analista da Task and Purpose, Jeff Schogol.

"Vamos falar sobre OVNIs. Primeiramente, vamos deixar claro que seu amigo e narrador humilde não usa um chapéu de papel-alumínio e, também, não acredita que o governo dos EUA tenha bastante competência para manter as provas de existência de alienígenas em segredo da sociedade americana."

Porém, a Marinha dos EUA não revela ideias sobre a origem dos objetos misteriosos.

De acordo com Joseph Gradisher, porta-voz do subchefe da Marinha norte-americana, responsável pelos assuntos da guerra de informação, o aumento dos "contatos" com OVNIs, a partir de 2014, coincide com a época em que diversos drones baratos e outros veículos aéreos não tripulados se tornaram mais populares e disponíveis.

Entretanto, a Força Aérea dos EUA duvida de que se trate de drones de reconhecimento de longo alcance fabricados pela Rússia ou China.

"Se bem que as tecnologias de controle remoto de aeronave se tornaram mais populares em todo o mundo, não temos preocupação que a China ou Rússia sejam capazes de elaborar qualquer drone de longo alcance que não sejam de nosso conhecimento", disse o major Bryan Lewis da Força Aérea norte-americana.

O aposentado major-general James Poss destacou que qualquer drone capaz de percorrer uma rota da Rússia ou China até o litoral leste dos EUA deveria ter características comparáveis ao drone norte-americano MQ-9 Reaper. Além disso, a comunicação entre a aeronave e o posto de controle pode ser detectada facilmente.

"Ficaria muito surpreso se fossem aeronaves russas ou chinesas sendo operadas da Rússia ou da China", disse James Poss.

Por sua vez, o analista Jeff Schogol perguntou a oficiais do Departamento de Defesa dos EUA sobre a possibilidade de serem alienígenas que estão espionando militares americanos.

Ele destacou ser importantíssimo manter um tom apropriado ao conversar com militares sobre OVNIs. Mas, na maioria dos casos, militares mantiveram "silencio cortês" e, só em uma das vezes, "uma longa olhada fixa".

De 2008 a 2012, a Agência de Inteligência de Defesa do Departamento de Defesa dos EUA efetuou uma investigação dos contatos com OVNIs no âmbito do Programa Avançado de Identificação de Ameaças Espaciais (AATIP, na sigla em inglês). Na época, especialistas analisaram 38 mensagens sobre os contatos com objetos voadores não identificados, chegando à conclusão da irrelevância do programa e o encerrando, recordou o analista.

Mas o ex-senador Harry Reid acha que o Pentágono deveria mais uma vez verificar dados esquecidos.

"Por que não? Em minha opinião, é um absurdo não fazer nada [nesses circunstâncias]”, afirmou o senador.

Vale ressaltar que Harry Reid promoveu o financiamento do programa de pesquisa sobre OVNIs.

Entretanto, agora não é fácil estabelecer o que os militares enfrentam nessa vez, constatou o político.

Os objetos voadores desconhecidos seriam capazes de mover em direção vertical e horizontal, manobrando perfeitamente. Ao mesmo tempo, caças norte-americanos podem alcançar uma velocidade de cerca de 1.100 km/h. Segundo uma recente estimativa, OVNIs conseguiam voar a 4.800 km/h, o que exclui a possibilidade de se tratar de caças.

fonte: Sputnik News

Avistamento de OVNI? Ufólogo diz que FOTO tirada pela NASA mostra satélite alienígena

Dark-Knight-satellite

O ufólogo Scott Waring afirmou ter encontrado um satélite de origem extraterrestre em uma foto tirada pela NASA que poderia ter ligação à famosa teoria da conspiração denominada Cavaleiro Negro.

De acordo com teoria da conspiração Cavaleiro Negro (Black Knight), existe ao menos um satélite artificial de origem extraterrestre orbitando a Terra em uma órbita quase polar, o que seria ocultado pela NASA.

Recentemente, o famoso caçador de extraterrestres Scott Waring reviveu essa teoria bizarra, examinando uma foto tirada pela missão Apollo 10 da NASA.

Em seu blog etdatabase.com, Waring revelou ter encontrado na foto um objeto único orbitando a Terra. Trata-se de um objeto que voa perto do nosso planeta, mas a uma grande distância da câmera.


O ufólogo usou software de edição de fotos sofisticado para manipular digitalmente a imagem no intuito de estudar mais precisamente o objeto misterioso.

"Ele [o objeto] é alongado. Astronautas já disseram ter visto alongamentos em forma de 'L' voando em vaivém pela nave deles. O veículo tem grandes apêndices e parece quase biomecânico ou a uma nave viva. Esta foto se encaixa com descrições de satélite do Cavaleiro Negro na órbita ao redor da Terra", disse Waring, citado pelo portal Express.

A foto mais famosa de suposto Cavaleiro Negro foi tirada pela NASA em 1998.

A agência, por sua vez, declarou que se tratava de detritos espaciais e que o objeto não tinha nada a ver com alienígenas.

fonte: Sputnik News

Dobby de Harry Potter? Criatura bizarra é flagrada por câmera de vigilância nos EUA

Toby as Dobby the elf

Câmera de vigilância de uma residência nos EUA filmou uma criatura bizarra que parece ser um dos personagens mais populares do filme de Harry Potter.

A americana Vivian Gomez compartilhou o vídeo do lado de fora de sua casa, onde aparece uma figura estranha muito parecida com o personagem Dobby da saga do famoso bruxo, relata o tabloide britânico The Mirror.

Nas imagens, a criatura pode ser vista andando longe da propriedade, antes de movimentar seus braços como uma galinha.

A gravação controversa, postada no dia 6 de junho, já viralizou na web com muitos internautas acreditando no que viram.


Então eu acordei no domingo de manhã e vi isto na minha câmera e estou tentando entender... o que foi isso?? Primeiro eu vi a sombra caminhando da minha porta da frente e então eu vi essa coisa... alguém mais viu isso nas câmeras? As outras duas câmeras não captaram isso por alguma razão.

fonte: Sputnik News

Cientistas perto de encontrar uma Atlântida três vezes maior que Portugal


A existência de Doggerland já era conhecida, mas apenas como uma opção para empresas petrolíferas à procura de combustíveis fósseis. Contudo, cientistas encontraram agora vestígios da presença de humanos no Mar do Norte.

Atlântida é uma lendária ilha ou continente, cuja primeira menção foi em algumas obras de Platão. Nestes contos, o filósofo grego explica que após uma tentativa falhada de invadir Atenas, Atlântida afundou no oceano. Alguns historiadores acreditam que Platão se inspirou em acontecimentos verídicos para escrever a sua história e que, de facto, Atlântida existiu mesmo.

Não foi a Atlântida que os cientistas descobriram, mas foram encontrados vestígios de uma civilização antiga presentes no Mar do Norte, situado entre o Reino Unido, a Dinamarca e a Noruega. Nesse espaço foi encontrada uma floresta fossilizada que pode provar a presença de humanos mesolíticos de há 10 mil anos.

“Estamos absolutamente certo de que estamos muito perto de encontrar vestígio de presença humana”, disse Vincent Gaffney, da Universidade de Bradford, no Reino Unido.

Segundo o All That’s Interesting, a expedição que encontrou os vestígios no Mar do Norte não é única, mas foi a primeira que priorizou a descoberta da presença humana no centro do Mar do Norte.


Doggerland, no Mar do Norte

Os arqueólogos calculam que Doggerland teria praticamente três vezes o tamanho de Portugal. A teoria é que os humanos caçadores-coletores se mudaram para lá devido às mudanças de estações. Com a subida do nível da água do mar, que acabou por inundar a região, estes humanos foram obrigados a vir para terrenos mais altos.

“As melhores áreas são as zonas húmidas, onde há água, pássaros, peixes e crustáceos”, disse Gaffney. Os vestígios de turfa encontrados pelos cientistas provam que estas era zonas bastante húmidas.

fonte: ZAP

Arte rupestre de 5000 anos retrata vida 'extraterrestre' em cidade siberiana


Arte rupestre com retratos de "extraterrestres" com chifres arredondados e penas pintadas há 5.000 anos teria sido feita com alto conhecimento científico.

A arte foi retratada durante a Idade do Bronze utilizando um alto grau de conhecimento científico, que surpreendeu os especialistas, segundo o jornal britânico Daily Mail.

As imagens descobertas nas proximidades de uma aldeia de Karakol, na região russa de Altai, retratam figuras extraterrestres com chifres arredondados e penas na cabeça.


Sepultura encontrada em Altai


Pinturas criadas por antigo povo siberiano


Pinturas criadas por antigo povo siberiano


Arte rupestre de 5000 anos em cidade siberiana


Pinturas criadas por antigo povo siberiano


Arte rupestre utilizada em ritual funerário do povo siberiano

Retratadas em branco, preto e vermelho, as representações foram encontradas em 1985 numa sepultura localizada num remoto vilarejo da Sibéria.

Após análise, especialistas descobriram que as tonalidades vermelhas encontradas nos desenhos foram feitas com ocre termicamente modificado e argila, enquanto que as tonalidades brancas foram feitas com cristais reflectores de luz, além da fuligem que foi utilizada para a tonalidade preta.

Especialistas do Instituto Kurchatov, de Moscovo, afirmam que a arte deixa claro que os pintores sabiam como realizar uma reacção química para criar os tons precisos, realizando a variação de temperatura do aquecimento.

"Nós determinamos a composição faseada de pigmentos, ou seja, a estrutura da malha de cristal de grãos individuais do corante", afirmou Roman Senin, chefe do Departamento de Pesquisa do Instituto Kurchatov, ressaltando que algumas estruturas não são típicas de amostras naturais, mas são resultantes de um tratamento térmico.

Isso significa que o pintor teria aquecido o mineral a uma determinada temperatura para obter a cor de que precisava.

"Os resultados da análise da composição das tintas utilizadas no ritual funerário de Karakol mostram a capacidade dos antigos habitantes de Altai de distinguir os pigmentos em função da cor e suas propriedades", disse Alexander Pakhunov, do Instituto de Arqueologia da Rússia.

Um novo estudo também mostra os restos mortais de pessoas enterradas em sepulturas de pedra que também foram pintados com as mesmas cores, com manchas de ocre vermelhas encontradas abaixo das órbitas e vestígios de um mineral preto e prateado, chamado de Specularite, segundo o jornal The Siberian Times.


Os rituais de sepultamento dos antigos habitantes das montanhas ainda não foram compreendidos pelos especialistas, entretanto, suas técnicas de pinturas foram esclarecidas, afirmam os cientistas.

fonte: Sputnik News

Encontrada na Turquia uma cidade submersa com 5000 mil anos


Na histórica região da Capadócia, no centro da Turquia, foi descoberta uma cidade subterrânea parcialmente submergida por baixo de água que data cerca de 5.000 anos de idade.

A descoberta teve lugar na localidade de Calis, na província de Nevsehir, habitada por 2.200 pessoas. De acordo com a imprensa local, a descoberta ocorreu depois de vários vizinhos de cerca de 15 casas relatarem ao município que água estava a escapar para as suas casas e não sabiam as razões ou a fonte do líquido.

emDHA Photo/em

| DHA Photo

| AA Photo

Quando a equipa municipal procurou a causa dos infiltrações, encontrou a entrada fechada de um túnel. Ao entrar no corredor subterrâneo, os operadores perceberam que eram os restos de um antigo assentamento que ficava logo abaixo das casas que sofreram as inundações.

Os primeiros estudos revelaram que a antiga cidade tem uma extensão de aproximadamente cinco quilómetros e é composta de três níveis onde casas e locais de culto são encontrados. O local foi descoberto pela primeira vez há 25 anos, quando uma criança caiu no túnel, mas os moradores de Calis decidiram selar as suas entradas para evitar mais acidentes. A cidade caiu, assim, no esquecimento.

Nevşehir’in Avanos ilçesi Çalış beldesinde evleri su basınca 5 kilometrelik yeraltı şehri ortaya çıktı https://t.co/pM1Rihw5cd pic.twitter.com/lmM65fuT5Y
— İleri Haber (@ilerihaber) 8 de junho de 2019

Mitos locais referiam-se à cidade subterrânea como Gir-Gör, que se traduz em português para “Entra e Vê”. A cidade subterrânea está localizada a cerca de 80 quilómetros das famosas cidades subterrâneas de Capadócia, Derinkuyu e Kaymaklı.

O responsável de Çalış Kazım Yılmaz disse à Agência Anadolu que a cidade subterrânea cobre cerca de 1,2 milhão de metros quadrados. “Aqueles que estiveram lá no passado disseram ter cerca de 600 metros por dois quilómetros de tamanho”, disse.

É impossível limpar os escombros e esvaziar a água através de meios do município, disse Yilmaz, acrescentando que se vão inscrever no conselho de proteção de propriedades culturais para que o local seja registado como um local histórico e pedir a ajuda do Ministério da Cultura para abrir o local ao turismo.

Agora, as autoridades locais enfatizam que é necessária investigação arqueológica para ajudar a determinar a origem e as dimensões exatas desse assentamento subterrâneo.

fonte: ZAP

Surgem sinais de que há outro universo idêntico ao nosso


Um universo que espelha perfeitamente o nosso.

Novas experiências revelam indícios de um mundo e uma realidade que são reflexos completos dos nossos. Este universo espelhado pode ser capaz de resolver o mistério da matéria escura do universo.

A física Leah Broussard está “em busca de um universo que seja idêntico ao nosso, mas invertido de modo a conter átomos espelhados, moléculas espelhadas, estrelas e planetas espelhados e até mesmo a vida espelhada”, segundo um fascinante artigo na New Scientist dos trabalhos de Broussard.

“Se existir, formaria uma bolha de realidade aninhada no tecido do espaço e do tempo ao lado de nosso próprio universo familiar, com algumas partículas capazes de alternar entre os dois.”

De maneira tentadora, a teoria poderia explicar a matéria escura — a substância não observada aqui que, baseada em observações de efeitos gravitacionais, os cientistas acreditam que é responsável por grande parte do universo.

A ideia — reforçada, acredita Broussard, por experiências com neutrões — é que algumas partículas podem ser capazes de passar de um lado para o outro entre o nosso universo e o espelhado.

Para testar essa teoria, Broussard e seus colegas estão se preparando para uma experiência no qual eles dispararão um feixe de neutrões em uma parede impenetrável — e então verificarão se algum dos faseados passa para o outro lado.

A teoria está bem avançada – e reconhecidamente provocativa.

A New Scientist chegou a especular que “pode ​​até haver uma raça de humanos espelhados tentando descobrir por que sua matéria escura é cinco vezes menos abundante que sua matéria normal”.

fonte: Cientifica

Astrónomos detetam misteriosa “anomalia gravitacional” na Lua


NASA / Goddard Space Flight Center / University of Arizona

Ao analisar dados recolhidos por várias missões da NASA, investigadores da Universidade de Baylor, no Texas, descobriram alterações subtis na gravidade em torno da Lua.

A Lua é o lar de uma das maiores crateras de impacto conhecidas no Sistema Solar. Com 2.500 quilómetros de extensão, a Bacia Aitken do Polo Sul, no lado oculto da Lua, cobre quase um quarto da superfície lunar. E há algo enorme enterrado debaixo dela.

Ao analisar dados recolhidos por várias missões da NASA, investigadores da Universidade de Baylor, no Texas, descobriram que esta cratera esconde algo grande o suficiente para causar uma anomalia gravitacional significativa.

“Imaginem pegar num pilha de metal cinco vezes maior que a Big Island do Havai e enterrá-la”, explica Peter James, líder da investigação, publicada no Geophysical Research Letters, para se ter uma ideia da quantidade de metal detetado. Os cientistas suspeitam que a “anomalia gravitacional” pode ter origem na massa de metal sob a superfície do satélite da Terra.

“Quando combinámos [os dados gravitacionais] com os da topografia lunar da Lunar Reconnaissance Orbiter, descobrimos a quantidade inesperadamente grande de massa a centenas de quilómetros sob a bacia Aitken”, explica James.

A massa extra, de cerca de 2,18 quintiliões de quilos, está localizada na bacia Aitken do Polo Sul, uma enorme cratera de impacto localizada no lado oculto da Lua. A suspeita é de que o metal do asteróide, possivelmente com núcleo de ferro e níquel, que formou a cratera tenha ficado sob a superfície.

A equipa responsável pelo estudo coloca também em cima da mesa a hipótese de se tratar de uma concentração de metais densos que se podem ter acumulado no local quando a Lua começou a solidificar, há milhares de milhões de anos.

Qualquer que seja a verdadeira explicação, a massa revela segredos interessantes sobre o interior da Lua: sabemos agora que não é fundido o suficiente para a massa afundar no centro, por exemplo.

Os cientistas suspeitam de que a Bacia Aitken do Polo Sul tem cerca de quatro 4 mil milhões de anos. Para James, a maior cratera preservada do Sistema Solar é “o melhor laboratório natural para pesquisar impactos catastróficos”.

fonte: ZAP

Novo sistema de monitorização é capaz de encontrar vida extraterrestre, diz cientista


O novo instrumento destinado a buscar vida extraterrestre no sistema estelar Alpha Centauri começou a operar, informou o portal.

Segundo o site Space.com, o instrumento para monitorização do sistema estelar Alpha Centauri (NEAR, na sigla em inglês) foi colocado em funcionamento em 23 de maio. Os membros do projecto comunicaram sobre isso na segunda-feira (10).

NEAR é um cronógrafo térmico que foi instalado no Telescópio Muito Grande (VLT, na sigla em inglês) no Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), no Chile.

"NEAR é o primeiro e (até hoje em dia) único projecto que é capaz de fotografar exoplanetas habitáveis", declarou o cientista Olivier Guyon.

"Ele marca um momento importante. Dedos cruzados – esperamos que um grande planeta habitável esteja orbitando no sistema estelar Alpha Centauri A ou B", disse ele.

NEAR é capaz de detectar planetas com tamanho superando duas vezes ou mais o da Terra, revelam os membros do projecto.

"Os seres humanos são exploradores naturais [...] É tempo de descobrirmos o que está para além do próximo vale. Este telescópio vai nos permitir olhar para mais longe", disse o membro do projecto Yuri Milner.


© FOTO: ESO/ NEAR COLLABORATION Instrumento para monitorização do sistema estelar Alpha Centauri

O Alpha Centauri é o sistema estelar mais próximo do Sistema Solar e fica a uma distância de 4,37 anos-luz. Duas das três estrelas que compõem o sistema são vizinhas semelhantes ao Sol e constituem um sistema binário chamado Alpha Centauri AB. A terceira estrela, Proxima Centauri, é uma estrela anã vermelha mais afastada das outras.

fonte: Sputnik News

Descoberta cabeça de lobo com mais de 40 mil anos


O solo congelado da Sibéria permitiu a conservação da primeira cabeça de um lobo adulto com mais de 40 mil anos encontrada nas margens do rio Tirekhtyakh, em Yakutia

Foi encontrada uma cabeça de lobo com mais de 40 mil anos no leste da Sibéria. Os dentes e a pele foram preservados pelo tipo de solo, o pergelissolo, de acordo com a CNN.

Os restos da cabeça do animal, descobertos pela população local quando andava à procura de marfim, foram encontrados nas margens do rio Tirekhtyakh, em Yakutia.

Esta é a primeira vez que é desenterrada a cabeça de um lobo adulto, embora já tenham sido localizados lobos mais jovens, segundo Albert Protopopov, diretor do departamento da Academia de Ciências da República de Sakha, na Rússia, para onde foram os restos do animal.

"Esta é a primeira vez que a cabeça de um lobo adulto antigo é encontrada com o tecido mole preservado após 40 mil anos", referiu o professor.

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Still snarling after 40,000 years, a giant Pleistocene wolf discovered in Yakutia.
Sensational find of head of the beast with its brain intact, preserved since prehistoric times in permafrost.
https:// udy/news/still-snarling-after-40000-years-a-giant-pleistocene-wolf-discovered-in-yakutia/ 
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A partir do exemplar, os cientistas estão agora a construir um modelo digital do interior do crânio do lobo para dar inicio a um estudo aprofundado sobre esta espécie. Enquanto isso, uma equipa de Estocolmo analisa o ADN do animal.

Albert Protopopov indica ainda que este tipo de descobertas estão a tornar-se cada vez mais frequentes "por causa do degelo". No início do ano, foi encontrado um potro com 42 mil anos, preservado da mesma forma, por estar num solo com uma espessa camada de gelo com tendência para não derreter.


terça-feira, 11 de junho de 2019

Sardenha vive a pior invasão de gafanhotos dos últimos 60 anos


Os gafanhotos chegam todos os anos aquela ilha italiana durante os meses de Verão, mas nunca como está a acontecer este ano

Ilha italiana invadida por gafanhotos. Já há plantações atingidas e casas também. De acordo com a comunicação social local, esta é a pior praga os últimos 60 anos.

Enxames de gafanhotos estão a invadir a Sardenha e já atingiram a província central de Nuoro, destruindo plantações e atacando casas em Ottana e Orani.

De acordo com as autoridades locais, mais de 2000 hectares de terras agrícolas já foram destruídos por verdadeiros "cobertores" de insetos.

Esta invasão tem sido associada a um aumento recente das temperaturas após meses de muito frio na ilha. "Há milhões no campo", garante a Associação de Produtores italianos Coldiretti, em comunicado divulgado esta segunda-feira.

"Os gafanhotos emergem em terras não cultivadas, mas depois vão para terras cultivadas para comer", refere a associação, acrescentando haver já pouco a fazer para remediar a situação.

O jornal nacional La Stampa dá conta de que já foram afetadas 12 herdades, com pastagens de animais e "pouca coisa para a colheita".

Os gafanhotos aparecem geralmente nesta ilha mediterrânea nos meses de verão, entre junho e agosto, mas não como este ano.

Mas a Itália está a lutar também ao norte do continente contra uma praga de percevejos, que estão a destruir árvores de frutos, informou a Associação de Produtores Coldiretti.


Esta é a melhor noite para observar Júpiter. Só precisa de uns binóculos


Imagem de Júpiter

Em oposição ao Sol, Júpiter apresenta um brilho mais intenso na noite desta segunda-feira. O fenómeno pode ser apreciado em todo o mundo.

Esta segunda-feira, dia 10 de junho, é o melhor dia para contemplar Júpiter e as suas quatro maiores luas. Contudo, se não conseguir, terá outras oportunidades, já que o maior planeta do sistema solar vai parecer maior e mais brilhante durante todo o mês de junho, podendo ser facilmente observado em qualquer parte do mundo. Segundo a Nasa, basta uns binóculos ou um pequeno telescópio para observar o planeta, as suas luas e talvez até as nuvens que o circundam.

A "joia brilhante a olho nu", conta a Nasa, encontra-se esta segunda-feira à noite em oposição ao Sol para os observadores terrestres, um fenómeno que ocorre quando Júpiter, a Terra e o Sol estão alinhados, com a Terra no meio. Desta forma, o planeta surge bastante mais brilhante do que o habitual, na mesma posição da lua cheia.

Ao DN, Rui Agostinho, diretor do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), confirma que "esta é a altura em que o planeta se vê melhor, porque está relativamente mais próximo" da Terra. Júpiter "estará brilhante", prossegue, sendo que "para se ver o mais alto possível no céu será por volta da 01.40".

"Para ver as luas não precisa de ser hoje, pode ser em qualquer altura, mas, para se ver o disco planetário maior, ajuda o facto de o planeta estar em oposição", explica Rui Agostinho. Contudo, se não for possível contemplar o maior planeta do sistema solar esta noite, este pode ser visto amanhã ou durante a semana, pois "a Terra só anda um grau por dia".

O diretor do OAL confirma que com os binóculos já é possível ver as maiores luas de Júpiter, "mas, se quiser ver detalhes da superfície do planeta, é bom usar outro equipamento, como um pequeno telescópio". Só assim será possível visualizar também a Grande Mancha Vermelha.

A oposição ocorre esta noite, mas a Nasa reforça que os dias próximos de 10 de junho são datas igualmente boas para observar o planeta e as suas quatro luas (Io, Europa, Calisto e Ganímedes).

De acordo com a mesma fonte, entre 14 e 19 de junho será possível contemplar o alinhamento da Lua com Júpiter e Saturno.

Para uma melhor observação do planeta e das suas luas, o melhor é fugir dos centros urbanos e procurar um local com pouca poluição luminosa.


Pescoço de girafa, cabeça de cobra. Maior fóssil de monstro marinho encontrado na Antártida


Este elasmossauro pesaria quase 15 toneladas e reforça a ideia, dizem os especialistas, da existência de um ecossistema marinho pouco antes da extinção em massa dos dinossauros.

Foi um trabalho longo, de várias décadas, e em luta contra as adversidade do clima numa pequena ilha deserta da Antártida. Teve os seus frutos e os cientistas conseguiram descobrir o fóssil de um elasmossauro, um réptil pré-histórico que vivia em ambiente marinho coincidindo no tempo com os dinossauros. A estimativa é que o animal pesaria quase 15 toneladas e os especialistas acreditam que este fóssil é um dos mais completos descobertos na Antártida.

Os elasmossauros integram uma família dos plesiossauros que representa algumas das maiores criaturas marinhas do período Cretáceo. Normalmente têm a aparência de um peixe-boi, com pescoço de girafa e cabeça parecida com a de uma cobra. Têm quatro brânquias em vez das três do peixe-boi.

"Durante anos foi um mistério. Eram uma espécie de plesiossauros estranhos que ninguém conhecia", revelou o paleontólogo José O'Gorman, do Conselho Nacional de Pesquisa Cientifica da Argentina, um dos elementos envolvidos na descoberta.

Os investigadores precisavam de um espécime mais completo e William Zinsmeister, da Universidade de Purdue (EUA), tinha descoberto um potencial candidato na ilha Seymour, ao sul da ponta norte da Península Antártica, durante uma expedição em 1989. Na época, não tinha recursos para escavar e ir à descoberta de fósseis, mas informou os especialistas na Argentina sobre a descoberta.

O Instituto Antártico da Argentina envolveu-se e começou a procurar o fóssil como parte das suas expedições anuais de verão, mas o réptil gigante foi descoberto muito mais tarde devido ao clima e à logística. O'Gorman, que tinha 5 anos quando o fóssil foi descoberto, fez a primeira dessas viagens em 2012. O trabalho só poderia realizar-se durante algumas semanas, no fim de janeiro e no início de fevereiro, e durante anos a escavação não avançou devido à falta de condições e recursos limitados. A equipa tinha de esperar que o solo descongelasse antes de poder escavar, e cada pedaço arrancado da terra precisava ser transportado de helicóptero até à base argentina de Marambio, a alguns quilómetros de distância.

"O tempo é um dos problemas. O clima controla tudo. Num dia consegue-se trabalhar, e no dia seguinte já não, porque há uma tempestade de neve ", explica O'Gorman.

A escavação finalmente terminou em 2017, já com uma parte substancial do esqueleto do animal que O'Gorman e os seus colegas descreveram num recente artigo na Cretaceous Research. "Não temos o crânio, mas temos vários pedaços do espécime", diz o argentino. Estimam que o espécime, ainda sem nome, pesava entre 11,8 e 14,8 toneladas, com um comprimento de mais de 12 metros. A maioria dos outros elasmossauros conhecidos pesam cerca de cinco toneladas.

Igual em Loch Ness? Não

As notícias da surpreendente descoberta motivaram entusiasmo no Reino Unido, onde subsiste a esperança de confirmar se existiu algum monstro, conhecido por Nessie, nas profundezas do Loch Ness. No entanto, a maioria dos cientistas aponta que o lago tem apenas cerca de 10 000 anos, e os plesiossauros foram extintos há mais de 65 milhões de anos.

Por outro lado, os répteis marinhos não eram equipados com brânquias, por isso, mesmo que Nessie fosse um plesiossauro, ainda teria de emergir várias vezes a cada hora, facilitando a identificação. E não há comida suficiente no Loch Ness para suportar as necessidades de um monstro marinho de 15 toneladas, dizem os especialistas.


sábado, 8 de junho de 2019

Nuvem descomunal deixa meteorologistas dos EUA em dúvida


Meteorologistas do sul da Califórnia registaram no dia 4 de junho um ponto gigante no radar do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA que, segundo alguns pesquisadores, foi causado por um grande enxame sem precedentes de milhões de joaninhas, informa Science Alert.

Resultado de imagem para Hippodamia convergens

Hippodamia convergens

Especialistas acreditam que a nuvem de insectos é formada pela espécie Hippodamia convergens, embora no estado californiano existam cerca de 200 espécies de joaninhas.

The large echo showing up on SoCal radar this evening is not precipitation, but actually a cloud of lady bugs termed a "bloom"
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A larga ressonância mostrada no radar nesta noite não é uma precipitação, mas, na verdade, uma nuvem de joaninhas denominada "bloom"

De acordo com a mídia, este enxame cobriu uma área de cerca de 16 km² e a causa exacta do fenómeno ainda permanece desconhecida.

Os insectos provavelmente voaram a uma altitude de 1,5 a 2,7 quilómetros. Este comportamento é explicado pela habitual migração anual, mas desta vez o enxame ocorreu numa época incomum do ano e foi muito grande.

Durante a estação fria, eles voam para longe do inverno e voltam na primavera para começar a caçar pulgões. Os cientistas acreditam que invernos invulgarmente húmidos e quentes contribuíram para a sobrevivência de um grande número de besouros.

Alguns especialistas duvidam da versão de que foram as joaninhas que causaram a mancha no radar. Como a temperatura atmosférica não era ideal para os insectos, e as joaninhas geralmente formam enxames de milhares de indivíduos e não de milhões, não está claro quais os factores que desencadearam esse fenómeno.

fonte: Sputnik

sexta-feira, 7 de junho de 2019

O mistério da galáxia sem matéria escura foi finalmente resolvido


Uma equipa de cientistas Instituto de Astrofísica das Ilhas Canárias (IAC) esclareceu um dos mistérios da Astrofísica extra-galáctica de 2018: a alegada existência de uma galáxia sem matéria escura.

No modelo atual da formação de galáxias, é impossível encontrar estes aglomerados estelares sem matéria escura, já que esta estranha forma de matéria é fundamental para produzir o colapso do gás que forma as estrelas.

Em 2018, um estudo publicado na revista Nature anunciava a descoberta de uma galáxia sem matéria escura. A publicação teve um grande impacto entre a comunidade científica, fazendo mesmo a capa de várias revistas científicas.

Agora, e de acordo com uma nova investigação publicada na revista Monthly Notices da Royal Astronomical Society (MNRAS), uma equipa de investigadores do IAC diz ter resolvido o mistério da galáxia [KKS2000] 04 (NGC1052 -DF2) – também conhecida como “galáxia sem matéria escura” – através da sua observação minuciosa.

Neste trabalho, a equipa, que estava a estranhar o facto de todas as propriedades dependentes da distância da galáxia serem anómalas, voltaram a analisar os indicadores de distância disponíveis. Recorrendo a cinco métodos independentes para estimar a distância do objeto estelar, os especialistas descobriram que métodos coincidem num aspeto: a galáxia é muito mais próxima do que foi apontado na investigação original.

O artigo publicado na Nature afirmava que a galáxia estava a uma distância de cerca de 64 milhões de anos-luz da Terra. No entanto, a nova pesquisa revelou que a distância real é muito menor: cerca de 42 milhões de anos-luz.

Graças a estes novos dados, todas as propriedades da galáxia derivadas da sua distância voltaram a ser normais e encaixam-se dentro das tendências observadas e traçadas por galáxias com características semelhantes.

Em comunicado, a equipa explica que o facto mais importante que a nova investigação traz à luz é que o número de estrelas nesta galáxia é cerca de um quarto do que foi originalmente estimando. Quanto à sua massa, é cerca de metade do que foi inicialmente estimado. Esta diferença é interpretada pela presença de matéria escura, alterando assim as conclusões anteriores.

Os resultados da investigação mostram a importância de definir distâncias precisas para objetos extra galácticos. Por muito tempo, esta tem sido – e ainda é – uma das tarefas mais difíceis da Astrofísica: medir a distância de objetos que não conseguimos alcançar.

fonte: ZAP

Descobertas cinco estrelas “raras”


Telescópio TESS permitiu a descoberta das estrelas magnéticas raras.

Cinco estrelas magnéticas raras foram descobertas pela equipa internacional liderada pelo Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço. A descoberta, anunciada esta quarta-feita, foi feita durante os primeiros dois meses de operações científicas do telescópio espacial Satélite de Rastreio de Trânsito de Exoplanetas (TESS).

Os dados obtidos pela equipa demonstram que as estrelas, denominadas de ‘roAp’, “são raríssimas”, representando apenas 1% de todas as estrelas com temperaturas semelhantes às mesmas, refere Margarida Cunha, primeira autora do artigo, em comunicado.

Durante o processo, foram usadas “técnicas asterossísmicas”, método que observa as oscilações à superfície das estrelas, indicou o Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), em comunicado. 

“Podemos finalmente comparar cada estrela com as restantes, sem precisar de tratar os dados de uma forma especial. Com a continuação da missão TESS, que irá fazer uma cobertura quase total do céu, teremos a capacidade de descobrir muitas mais estrelas peculiares”, referiu, em comunicado, Daniel Holdsworth, do Instituto Jeremiah Horrocks, da Universidade Central de Lancashire, no Reino Unido.

As descobertas foram possíveis devido ao telescópio TESS, que “observa continuamente as estrelas por períodos de pelo menos 27 dias e sem interferência da atmosfera da Terra, algo que não é possível aos observatórios à superfície do nosso planeta”, concluiu o IA.

fonte: Sol

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Há um país nas Américas onde pessoas ainda podem ser condenadas por bruxaria

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Ainda que pareça estranho, num país nas Américas ainda está em vigor uma lei de mais de 100 anos que trata sobre feitiçaria. O lugar em questão é o Canadá. Apesar de sua revogação já estar prevista, a norma contra os praticantes de bruxaria continua a ser usada como um dispositivo constitucional para julgar as pessoas que praticam serviços envolvendo as “artes das trevas”.

Recentemente, duas mulheres foram acusadas de praticar golpes em seus clientes por meio da bruxaria. Dorie "Madeena" Stevenson, reconhecida por seus serviços de “vidente” em Ontário, foi acusada, após vários meses de investigação, de haver recebido quase 50 mil dólares de honorários profissionais.

Outro caso que chamou a atenção foi o de Samantha Stevenson, que também se apresentava como vidente. Segundo a versão policial, a mulher convenceu um homem que “a única maneira de se desvencilhar dos espíritos malignos que viviam em sua casa era vendê-la e transferir o dinheiro obtido à sua conta bancária”. 

Na maioria desses casos, as pessoas julgadas praticaram atos fraudulentos contra seus clientes e, no futuro, já não serão mais julgadas por “bruxaria”. Isso porque o governo canadense propôs retirar do código penal essas secções desatualizadas, e substituí-las por outras, mais condizentes com o contexto atual.

fonte: History