domingo, 17 de novembro de 2019

OVNI em Portugal? Não, são os satélites da SpaceX


Imagem do grupo de satélites Starlink enviados para o espaço pela SpaceX em maio de 2019.
Os avistamentos em Portugal terão sido semelhantes Crédito: Marco Langbroek / The Verge

Empresa norte-americana lançou um grupo de satélites na segunda-feira e a órbita definida significa que foram visíveis, a olho nu, a partir de Portugal.

Acabei de ver um objeto estranho a sobrevoar aqui o concelho de Barcelos, era um linha de luzes brancas, quase que parecia uma linha contínua, a voar em linha reta e a velocidade constante. (...) Alguém conhece algum tipo de avião com este esquema de luzes?». A descrição e pergunta são de uma publicação feita no canal Portugal da rede social Reddit com o título «OVNI em Barcelos». A primeira resposta apontou logo para a solução: «Satélites Starlink», respondeu outro utilizador.

Os satélites Starlink pertencem à empresa norte-americana SpaceX, liderada por Elon Musk. A tecnológica está a criar uma constelação de satélites que tem como objetivo funcionar como um rede de internet global fornecida a partir do espaço. Prevê-se que a primeira fase do projeto fique concluída em meados da década de 2020, altura em que mais de 12 mil satélites Starlink vão estar a orbitar em torno da Terra – o projeto pretende depois escalar para mais de 40 mil satélites.

Nesta segunda-feira, 11 de novembro, a SpaceX lançou com sucesso mais 60 satélites para o espaço como parte do projeto Starlink – e Portugal esteve na rota da órbita destes equipamentos. De acordo com a página Heavens Above, que faz o rastreamento em tempo real do posicionamento dos satélites, a rota orbital dos equipamentos já esteve diretamente sobre Portugal e continuava, à hora de publicação desta peça, a norte da Península Ibérica.

Além do avistamento em Barcelos, outros utilizadores na mesma publicação no Reddit relataram terem visto a fila de satélites em Aveiro, Vila Real e Coimbra, perto das 18 horas em Portugal Continental.

Os avistamentos agora feitos em Portugal já tinham acontecido noutros países em maio, quando outro lote de satélites Starlink tinha sido lançado com sucesso para o espaço. Na altura, a linha de satélites foi avistada e registada em vídeo por um arqueologista holandês e "rastreador" amador de satélites.

Marco Langbroek gravou inclusive em video um dos momentos de passagem dos satélites, com uma câmara de vigilância preparada para ambientes de baixa luminosidade e uma lente de 1.8/50 milímetros.

A formação em linha reta dos satélites só acontece nos primeiros dias após o lançamento, já que depois os satélites começam a assumir órbitas diferentes e vão ocupar a posição definida pelos engenheiros da SpaceX para a criação da rede de internet espacial Starlink.

Foi também Marco Langbroek quem confirmou, à publicação Space.com, que os satélites lançados na segunda-feira seriam novamente visíveis a olho nu. «Como os satélites parecem apontar para uma altitude orbital operacional mais baixa (350 km) do que os 60 [satélites] anteriores (inseridos a 440 km), estes novos objetos vão manter-se relativamente brilhantes a olho nu», explicou o astrólogo holandês.

Apesar do “espetáculo” visual, o brilho dos satélites da Starlink já recebeu críticas da comunidade científica por poder prejudicar observações astronómicas. A Agência Espacial Europeia também já teve de realizar uma manobra de emergência para evitar a colisão de um satélite com um dos equipamentos da SpaceX.

Segundo o site Heavens Above, estas são as horas e coordenadas para os próximos avistamentos a olho nu dos satélites Starlinks lançados na segunda-feira, numa previsão de dez dias.

RUI DA ROCHA FERREIRA


fonte: EI

domingo, 3 de novembro de 2019

Cientista da NASA diz ter encontrado vida em Marte em 1976 mas descoberta foi ignorada

Marte

Gilbert V. Levin esteve na missão Viking a Marte em 1976 e garante que os resultados foram ignorados pela comunidade científica.

Se a descoberta de vida em Marte é apontada como uma meta muito importante da espécie humana, há um cientista que afirma que esta já foi atingida há 43 anos. Gilbert V. Levin, antigo cientista e astronauta da NASA, afirmou num artigo de opinião que durante uma missão nos anos 70, na qual o próprio participou, foram encontradas formas de vida em Marte, que foram depois ignorados pela agência espacial norte-americana. 

O artigo, com o nome "Estou Convencido que Encontrámos Provas de Vida em Marte nos anos 70", foi publicado no blog da revista científica Scientific American, e conta a história de como esta amostra recolhida foi analisada quatro vezes, tendo dado sempre resultado positivo, mas a NASA concluiu que o organismo era apenas capaz de "imitar vida", não tendo vida em si. 

"Inexplicavelmente, 43 anos depois da Viking, nenhum dos subsequentes exploradores de Marte fez testes de deteção de vida para dar seguimento a estes resultados", aponta Levin no seu artigo. "Em vez disso a agência lançou missões para determinar se Marte seria um habitat propício para o desenvolvimento de vida, e se sim, para recolher amostrar para exame biológico na Terra." 

Segundo o cientista, estes dados deveriam voltar a ser vistos por um painel de especialistas, em conjunto com cerca de 20 outras descobertas que podem ser a chave para perceber se há ou não vida em Marte.


sábado, 2 de novembro de 2019

Mãe apanha susto com rosto de bebé fantasma na mesma cama que o filho

Mãe apanha susto com rosto de bebé fantasma na mesma cama que o filho

Mãe apanha susto com rosto de bebé fantasma na mesma cama que o filho

Só no dia seguinte viu que a cara do ‘fantasma’ era a etiqueta do colchão debaixo do lençol.

Maritza Cibuls, de 32 anos, passou uma noite de insónia ao ver no monitor de segurança do quarto do filho o que parecia ser o rosto de um bebé fantasma na mesma cama.

Só no dia seguinte viu que a cara do ‘fantasma’ era a etiqueta do colchão debaixo do lençol.


sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Oceanógrafo que encontrou Titanic procura aviadora Amelia Earhart

Oceanógrafo que encontrou Titanic procura aviadora Amelia Earhart

O oceanógrafo norte-americano Robert Ballard, que encontrou em 1985 os destroços do navio de passageiros Titanic, empreendeu uma expedição em busca das ossadas da aviadora Amelia Earhart, que desapareceu em 1937 no Pacífico Sul.

A expedição, que será tema de um documentário a exibir pelo canal National Geographic a 3 de novembro, procurou vestígios em terra, seguindo pistas que poderão levar à localização dos restos mortais da aviadora norte-americana, que foi a primeira mulher a atravessar o oceano Atlântico em solitário. Paralelamente, foram feitas buscas no mar.

Robert Ballard seguiu também as pistas deixadas nos últimos 30 anos pelo investigador de acidentes de avião Ric Gillespie e pelo Grupo Internacional para a Recuperação de Aeronaves Históricas.

As pistas conduziram o oceanógrafo a Nikumaroro, uma ilha de coral na República de Kiribati, no sul do Oceano Pacífico, onde Amelia Earhart e o copiloto Fred Noonan terão desaparecido misteriosamente quando tentavam dar a volta ao mundo.

Ballard reuniu um grupo de cientistas, técnicos e peritos para uma viagem de um mês, que partiu em 7 de agosto de Samoa em direção a Nikumaroro.

O documentário da National Geographic aprofunda a história da aviadora e de como se tornou numa das figuras mais intrigantes da história da aviação.

Pioneira da aviação, Amelia Earhart (1897-1937) voou sozinha sobre o Atlântico em 1932.


Descoberto o “antepassado perdido” do primeiro animal que caminhou na Terra


Investigadores identificaram uma nova espécie, chamada Parmastega aelidae, que é o tetrápode mais antigo encontrado.

O estudo, publicado este mês na revista especializada Nature, revela que esta descoberta é essencial para reconstruir a passagem da vida nos oceanos para a vida na Terra.

Os tetrápodes são criaturas, de quatro membros, que viviam no oceano e que se aventuraram a andar e rastejar na superfície da Terra há pelo menos 390 milhões de anos, quando a Terra estava a passar pelo período devoniano. Além disso, são ancestrais de anfíbios, répteis, pássaros e mamíferos.

“Parmastega permite ver um tetrápode muito antigo”, disse à ABC Per Erik Ahlberg, primeiro autor do estudo e investigador da Universidade de Uppsala, na Suécia. “Até agora, os únicos tetrápodes dos devonianos – os géneros Ichthyostega, Acanthostega e Ventastega – são do fim devoniano”, continuou.

Os fósseis de Parmastega permitem “reconstruir toda a cabeça e a cintura escapular – a parte do membro superior mais próxima do corpo”, disse o autor. Portanto, a espécie “ilumina uma fase na evolução dos tetrápodes sobre a qual sabíamos muito pouco até agora”.

Os vestígios mais antigos de um tetrápode na Terra têm 390 milhões de anos. Os tetrápodes mais conhecidos têm cerca de 360 milhões de anos e os mais fragmentados têm até 373 milhões de anos. O novo tetrápode tem 372 milhões de anos e está muito completo.

Os fósseis desta espécie foram encontrados na formação de Sosnogorsk, algumas pedras calcárias originárias de uma antiga lagoa costeira tropical e que hoje fazem parte da margem do rio Izhma, perto da cidade de Ukhta, no noroeste da Rússia. Naquela época, os Urais ainda não se tinham formado e o oeste da Rússia e da Sibéria eram continentes separados por um oceano.

Parmastega aelidae vivia numa lagoa salobra, separada do mar por uma barreira de corais antigos. Acredita-se que este lago fosse habitado por uma rica fauna de peixes com lobos e placodermas (peixes primitivos blindados).

As características do Parmastega são muito semelhantes às dos peixes, o que indica que são animais muito primitivos, ou seja, mais adaptados para viver no oceano do que se aventurar em terra.

O formato da cabeça do Parmastega era semelhante à de um jacaré, “indicando que passava muito tempo a flutuar na superfície com os olhos na água”. A sua dentadura, equipada com fortes presas superiores e dentes finos, mostram que era um predador.

Porém, ao contrário dos répteis, o esqueleto era composto quase inteiramente de cartilagem, um tecido de suporte muito mais elástico e macio do que o osso. “Isso significa que não poderia ser um animal terrestre”, segundo Ahlberg.

Além disso, os cientistas descobriram traços de canais que formam a linha lateral, um órgão que, no peixe, capta vibrações e movimentos na água para detetar correntes ou presas.

De facto, a criatura não morava no continente: é um tetrápode primitivo que passou a maior parte da sua vida na água – foram os seus parentes mais recentes, que se aventuraram a deixá-la para trás. Naquela época, havia grandes artrópodes na superfície da Terra, como centopeias ou escorpiões marinhos.

fonte: ZAP

Encontrado o mais pequeno planeta anão do Sistema Solar. Estava escondido no Cinturão de Asteróides


Um novo estudo sobre Hígia, o quarto maior objeto no Cinturão de Asteróides, sugere que, afinal, será um planeta anão, devido ao seu formato esférico.

Descoberto em 1849 pelo astrónomo italiano Annibale de Gasparis, Hígia está localizado no Cinturão de Asteróides entre Marte e Júpiter. É o quarto maior objeto naquele lugar, estando atrás apenas de Ceres, Vesta e Pallas. Destes, apenas Ceres é um planeta anão. Pouco estudado, Hígia é o objeto mais misterioso dos quatro.

Agora, um novo estudo publicado esta segunda-feira na revista especializada Nature Astronomy, revê muito do que se sabe sobre Hígia, incluindo a sua forma, tamanho, rotação e história de origem. O estudo, liderado pelo astrónomo Pierre Vernazza, do Laboratoire d’Astrophysique de Marseille, na França, foi possível graças a observações recentes feitas pelo instrumento SPHERE da Agência Espacial Europeia no Very Large Telescope (VLT) no deserto de Atacama, no Chile.

Além disso, a nova investigação sugere que o estatuto de Hígia deve ser atualizado de planeta asteróide para planeta anão. Caso isso aconteça, Hígia substituirá Ceres como o mais pequeno planeta anão no Sistema Solar.

De acordo com os critérios elaborados pela União Astronómica Internacional (IAU) em 2006, um objeto celeste precisa de satisfazer quatro requisitos para obter a designação de planeta anão: estar na sua própria órbita ao redor do Sol, não ser uma lua, ter aspirado outro material na vizinhança imediata e alcançar o “equilíbrio hidrostático”. O novo estudo sugere que Hígia cumpre todos os requisitos.

“Ao comparar a esfericidade de Hygiea com a de outros objetos do Sistema Solar, parece que Hígia é quase tão esférica como Ceres, abrindo a possibilidade de ser reclassificado como planeta anão”, declararam os autores, citados pelo Gizmodo.

Uma estimativa aprimorada do diâmetro da Hígia coloca a sua largura em 430 quilómetros. Em comparação, Plutão e Ceres apresentam diâmetros de 2.400 quilómetros e 950 quilómetros, respetivamente. Uma estimativa do período de rotação do objeto mostra que um dia em Hígia dura 13,8 horas, aproximadamente metade da estimativa anterior.

Duas crateras relativamente pequenas foram vistas na superfície, uma com cerca de 180 quilómetros de largura e a outra com 97 quilómetros de largura.

Os astrónomos esperavam encontrar uma enorme cratera associada à origem do objeto. Hígia é o maior membro da família de asteróides Hígia – uma coleção de quase sete mil objetos amarrados ao mesmo corpo parental. Consequentemente, os cientistas esperavam ver uma grande bacia de impacto em Hygiea semelhante à encontrada em Vesta com aproximadamente 500 quilómetros de diâmetro.

“Nenhuma das duas crateras poderia ter sido causada pelo impacto que originou a família asteróides Hígia, cujo volume é comparável ao de um objeto de 100 quilómetros de tamanho. São demasiado pequenas”, disse Miroslav Brož, co-autor do artigo e investigador no Instituto Astronómico da Universidade Charles, na República Checa, num comunicado.

Usando simulações em computador, os investigadores mostraram que a família de asteróides Hígia poderia ter sido gerada por uma colisão frontal com um objeto com entre 75 a 150 quilómetros. A colisão resultante obliterou o corpo do pai de Hígia. Mas, ao longo das eras, muitos dos detritos que se seguiram foram reunidos para formar o objeto em forma de esfera que vemos hoje. Estima-se que a colisão tenha acontecido há mais de dois mil milhões de anos.

Agora, o IAU terá de decidir se Hígia deverá receber o estatuto de planeta anão.

fonte: ZAP

A misteriosa missão do avião espacial da Força Aérea dos EUA após dois anos na órbita da Terra


O X-97B aterrou na Florida, no passado dia 27 de outubro de 2019, completando assim a sua 5.ª missão

EUA apenas dizem que os objetivos da missão foram cumpridos.

The X-37B Orbital Test Vehicle breaks record with 780 days in orbit after landing at @NASAKennedy's Shuttle Landing Facility at 3:51 a.m.

Learn more about its record breaking mission here:
https://www. isplay/Article/1999734/x-37b-breaks-record-lands-after-780-days-in-orbit/ 
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Eram 3h51 do dia 27 de outubro quando o Boeing X-37B aterrou no Centro Espacial Kennedy, na Florida. Sem tripulantes a bordo e movido a energia solar, o aparelho aterrou em segurança e, de acordo com os responsáveis pela missão, com os objetivos cumpridos.

Desconhece-se o que esteve a fazer durante os 780 dias que se manteve na órbita da Terra. A Força Aérea mantém o silêncio sobre a missão, mas não escondem satisfação pelo sucedido.

"O céu não é mais o limite da Força Aérea e, se o Congresso o aprovar, da Força Espacial dos Estados Unidos", explicou, em comunicado, o chefe de gabinete da Força Aérea dos EUA, o general David L Goldfein.

O X-37B fez, ao todo, cinco voos. Este foi o mais longo: 780 dias. Esta última missão estabeleceu assim um novo recorde de resistência. O aparelho foi lançado a partir de um foguete SpaceX Falcon 9 em 7 de setembro de 2017.

O QUE É O X-37B

Trata-se de um monoplano movido a energia solar e construído pela Boeing. Foi primeiro desenvolvido pela NASA para servir de teste para futuras naves espaciais reutilizáveis.

É conhecido como "baby shuttle" por ser muito semelhante a um space shuttle, aeronaves usadas em missões espaciais. Tem nove metros de comprimento, três de altura e quase cinco de largura. Tem capacidade para cinco pessoas.


O aparelho foi lançado a partir de um foguete SpaceX Falcon 9 em 7 de setembro de 2017 e regressou à terra dois anos depois.

fonte: SIC Noticias

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Esta noite há chuva de estrelas provocada pelo Halley

Esta noite há chuva de estrelas provocada pelo Halley

Meteoros das Oriónidas, resultantes dos detritos do famoso cometa Halley, serão visíveis em Portugal esta noite às 20:00.

Os céus de Portugal estão a ser riscados por uma "chuva de estrelas" que, esta noite, terça-feira 22 de outubro, atingirá o seu pico máximo. Trata-se dos meteoros das Oriónidas, resultantes de detritos do cometa Halley, que periodicamente passam junto ao nosso planeta.

Segundo o Observatório Astronómico de Lisboa, às 20:00 desta terça-feira (hora de Lisboa) o número de meteoros a cruzar a atmosfera terrestre será de 20 por hora, no que é o momento alto do fenómeno que se regista desde o dia 2 de outubro e se prolongará até 7 de novembro.

Este aumento de intensidade facilitará a observação a olho nu das "estrelas cadentes", apesar de não ser expectável que estas atinjam um grande nível de luminosidade.

"As Oriónidas são chuvas de fraca intensidade", escreve o Observatório Astronómico que, para as observar, aconselha a "evitar noites nubladas e a poluição luminosa das grandes cidades, e procurar um horizonte desimpedido".


domingo, 20 de outubro de 2019

Carta achada de Isaac Newton 'prevê' data do fim do mundo

Isaac Newtown

Famoso cientista britânico Isaac Newton escreveu suas previsões sobre o fim do mundo em carta que foi achada somente em 1969.

Em uma carta escrita em 1704, o renomado físico, matemático e astrônomo britânico Isaac Newton escreveu suas predições sobre o fim do mundo. A carta foi encontrada em 1969, em um baú na casa do conde de Portsmouth.

Segundo Newton, o mundo deveria acabar 1260 anos após a fundação do Sacro Império Romano-Germânico, que se deu em 25 de dezembro do ano 800 d.C.

Desta forma, o fim do mundo, segundo os cálculos de Newton, deverá ocorrer em 2060, publicou o tabloide inglês Express. 

Não tendo total certeza sobre a data, Newton escreveu em sua carta que o evento poderia ocorrer mais tarde.

"Isso pode acabar mais tarde, mas não vejo razão de acabar mais cedo", escreveu Newton.

Livro de Daniel

Newton, fervoroso crente dos textos bíblicos, calculou o fim do mundo em 2060 a partir de suas análises escatológicas baseadas no livro bíblico do profeta Daniel.

O livro é interpretado como tendo mensagens tanto para séculos antes de Cristo como também depois. No entanto, a razão de Newton calcular a data não seria levantar uma mera hipótese, mas refutar inúmeras outras predições.

"Eu falo disso não para assegurar quando o tempo do fim chegará, mas para acabar com as inúmeras conjeturas de homens fantasiosos que constantemente predizem o fim do mundo", disse Newton na carta.

Ainda segundo Newton, o fim do mundo será marcado por sinais como a "ruína das nações ímpias, o fim do sofrimento e de todas as tribulações, assim como o retorno dos judeus do cativeiro e o estabelecimento de seu reino próspero e duradouro".

Calendário Maia

Newton não foi o único a prever o fim do mundo entre os cientistas. Don Carlos Barrios, antropologista e estudioso do chamado calendário Maia, revelou em 2012 que estaríamos entrando em uma nova era e que o mundo chegará ao seu fim.

fonte: Sputnik News

Já pensou na morte? Nem tente, porque o cérebro protege-nos dessa verdade

Cérebro afasta pensamentos sobre a própria morte.

Cérebro afasta pensamentos sobre a própria morte

Estudo realizado por cientistas israelitas revela que o cérebro tem um mecanismo de defesa em relação à morte e impede que se pense nela.

A morte é o que temos de mais certo" refere o ditado português. É um facto, mas daí a conseguir pensar na morte vai um grande passo. Mesmo que se tente, nem sempre se consegue. Tudo porque, sabe-se agora através de um estudo realizado por cientistas da Universidade de Bar Ilan, em Israel, o cérebro tem um mecanismo de defesa que nos protege do medo existencial da morte. O estudo será publicado na NeuroImage no próximo mês.

Segundo os investigadores, citados na edição deste sábado do jornal britânico The Guardian, o cérebro faz o possível para nos impedir de pensar na morte. Aliás, o cérebro tem mesmo um mecanismo que nos tenta aliviar deste tipo de pensamento, categorizando a morte como uma situação infeliz associada a outras pessoas, como algo que "só acontece aos outros"-

"O nosso cérebro não aceita que pensemos na morte associada a nós", explicou ao The Guardian Yair Dor-Ziderman, responsável pelo estudo da Universidade de Bar Ilan.

"Temos esse mecanismo primordial que significa que, quando o cérebro obtém informações associadas à morte, algo nos diz que não devemos acreditar"

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Yair Dor-Ziderman é investigador na Universidade de Bar IIan

Ou seja, o cérebro tenta proteger-nos de pensamentos sobre a nossa da morte. Porquê? Porque é crucial não pensar na morte para vivermos no presente.

A proteção pode ser ativada no início da vida à medida que as nossas mentes se desenvolvem e percebemos que a morte chega a todos, até a nós. "No momento em que adquirimos a capacidade de olhar para o nosso futuro, percebemos que num momento qualquer iremos morrer e nada há que se possa fazer em relação a isso", explica Dor-Ziderman.

Mas isto, sublinha o cientista, é contra natura, porque aquilo que pretende o nosso organismo biológico é lutar para nos manter vivos. De acordo com o que explica o jornal, a equipa de investigadores desenvolveu um teste para captar sinais de surpresa no cérebro para saber como este reage aos pensamentos sobre a morte.

O estudo foi feito com voluntários que aceitaram que a sua atividade cerebral fosse monitorizada. Várias palavras relacionadas com a morte, como funeral ou enterro, e os rostos das pessoas que estavam a ser monitorizadas eram projetados numa tela para registarem as reações. Os cientistas descobriram que se o rosto de uma pessoa brilhasse junto deste tipo de palavras o cérebro desligava "o seu mecanismo de previsão, recusando assim vincular aquela pessoa à morte".

Avi Goldstein, outro dos investigadores deste estudo, referiu que tal "sugere que o cérebro nos protege de ameaças existenciais, mesmo que conscientemente pensemos na ideia de que vamos morrer. É como se o cérebro se fechasse em relação às previsões sobre a nossa morte, categorizando tais informações como se pertencessem a outras pessoas e não aos próprios. "

Dor-Ziderman acrescentou: "Não podemos negar racionalmente que vamos morrer, mas pensamos nisso mais como algo que acontece só com outras pessoas."

O cientista israelita já tinha salientado em vários estudos seus que as defesas do nosso cérebro contra os pensamentos sobre a morte eram equilibradas pela realidade da morte que nos cercava. Hoje, acredita, que a sociedade é mais fóbica em relação à morte e, talvez por isso, as pessoas também saibam menos sobre o fim da vida e o receiem mais.

O psicólogo Arnaud Wisman, da Universidade de Kent, disse ao The Guardian que as pessoas colocam inúmeras defesas para evitar pensamentos de morte. Em vários trabalhos que realizou descobriu que nas sociedades modernas as pessoas adotam comportamentos que classifica como "fuga" - em que as pessoas procuram estar ocupadas em compras com as redes sociais e outras situações para não pensarem nem se preocuparem com a morte.


China apresenta novo helicóptero que parece um OVNI


Pequim intitulou-o "Super grande tubarão branco" para a "batalha digital do futuro"

Nos últimos anos, Pequim tem vindo a desenvolver novas armas de alta tecnologia e renovou o armamento do Exército a ponto de conseguir desafiar o poderio dos Estados Unidos ou da Rússia, em alguns aspectos.

"É o resultado da estratégia multidimensional de aquisição de tecnologia para o Exército de Libertação Popular da China que está prestes a colocar no terreno alguns dos sistemas mais modernos do mundo",alerta um relatório da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA.

Entre o arsenal de guerra do futuro está este helicóptero que a o jornal estatal chines The Global Times apresenta como uma fusão de vários aparelhos modernos como o Apache AH-64 ou o e o CH-53 Sea Stallion dos EUA, ou os helicópteros russos Ka-52 e Mi -26.

Há ainda vestígios do bombardeiro norte-americano B2 através do desigfn da asa, usado sobretudo em aviões furtivos.


O Super Great White Shark mede 7,6 metros de comprimento e quase três metros de altura e tem espaço a bordo para duas tripulações, com dois pilotos ao comando.

Com uma velocidade máxima anunciada de 650 quilómetros por hora o novo helicóptero de combate chinês pode ir atéaos 6.000 metros de altitude a uma velocidade de 16 metros e meio por segundo.

Os desenhos técnicos já divulgados comprovam a anunciada capacidade furtiva do aparelho, garantida pela carapaça externa arredondada que permite cobrir todos os ângulos do aparelho e dificulta a detenção pelos radares atuais.

O protótipo foi apresentado na semana passada na 5.ª Exposição de Helicópteros da China em Tianjin.

Para já trata-se apenas de um protótipo, mas as autoridades chinesas querem pô-lo no ar já no próximo ano na edição de 2020 do Airshow China em Zhuhai, no sul do país, segundo a Segundo a TV China.

Se o voo de teste correr bem, este será o 1.º helicóptero inspirado num OVNI nos céus.

Segundo os especialistas, os helicópteros do futuro vão marcar a diferença por serem cada vez mais silenciosos, rápidos, inteligentes e, sobretudo furtivos.

fonte: SIC Noticias

sábado, 19 de outubro de 2019

Por que é que devíamos estar todos a ler o 1984?


É hoje muito mais importante para ler nas democracias do que nas ditaduras, porque o que ele diz para as democracias, para a defesa das democracias das investidas autocráticas dos dias de hoje, cada vez o sabemos menos.

Poucos livros são tão importantes para os nossos dias do que o 1984, de George Orwell. É hoje muito mais importante para ler nas democracias do que nas ditaduras, porque o que ele diz sobre as ditaduras totalitárias já todos o sabemos (e o sabem os que lutam contra elas), mas o que diz para as democracias, para a defesa das democracias das investidas autocráticas dos dias de hoje, cada vez o sabemos menos. 

O reducionismo do 1984 a um panfleto antiestalinista, ou mais genericamente anticomunista, e o seu esquecimento como uma distopia datada de há já quase 25 anos são um erro e reduzem o património escasso de grandes obras literárias e políticas, de que precisamos, mais do que nunca, nos dias de hoje.

Orwell percebeu o caminho para o mundo actual de fake news, de relativização da verdade e dos factos, da “verdade alternativa”, do tribalismo, do combate ao saber a favor da ignorância atrevida das redes sociais, da crise das mediações a favor de uma valorização da pressa, do tempo instantâneo, do fim do tempo lento, do silêncio, e da pseudopresença num mundo de comunicações vazias, ideal para o controlo afectivo, social e político. Orwell sabia que o Big Brother estaria feliz nos dias de hoje com o permanente ataque a toda a espécie de delegação de poder pelos procedimentos das democracias, ou pelas hierarquias da competência e do saber, a favor de um falso empowerment igualitário, que enfraquece os mais débeis, os mais incultos, e os mais pobres, mas dá mais poder aos poderosos, aos ricos, aos que estão colocados em lugares decisivos por nascimento, herança, ou amoralidade. 

Descreveu, pela primeira vez no 1984, o mundo da manipulação e geral degenerescência da linguagem, das palavras e das ideias. Um mundo onde quem manda reduz as palavras em circulação a uma linguagem gutural, a preto e branco, sem capacidade expressiva e criadora, mas também desprovida da capacidade de transportar raciocínios e argumentos lógicos, mas apenas banhar-nos em pathos. 

Ele escreveu uma distopia, nós vivemos nessa distopia. Uma das fontes do 1984 foi o conhecimento que tinha do totalitarismo comunista e em particular a sua experiência na Guerra Civil espanhola, que lhe serviu também para escrever Animal Farm. Mas a outra fonte importante do livro foi a sua experiência na BBC, na comunicação social em tempo de guerra e no papel que esta tinha na própria guerra como arma. 

Arma de propaganda, mas também arma de manipulação, através da chamada “propaganda negra” ou daquilo a que mais tarde os serviços soviéticos deram o nome de “desinformação”. Orwell conjugou estas duas fontes, de origem muito diversa, numa interpretação do valor da verdade, e da ideia de que quem controla as palavras controla as cabeças e o poder

A isto Orwell acrescentava algo que sabia estar ausente do mundo da ideologia, uma genuína compaixão pelos “danados da terra”, pelos que nada tinham, e é a eles que dá a capacidade de revolta: “If there is hope, it lies in the proles.”

Dois exemplos mostram a manipulação das palavras, que é hoje uma actividade especializada e lucrativa de agências de comunicação e publicidade, de assessores de imprensa e de outros amadores de feiticeiros na Internet, já para não falar dos serviços secretos: um, de há uma semana na América de Trump, o grande laboratório do Big Brother; e outro dos nossos anos do lixo, entre a troika e o Governo PSD-CDS. 

No primeiro caso, trata-se do interrogatório do candidato a juiz do Supremo Tribunal Ben Kavanaugh, em que as mesmas armas, espingardas de tiro automático ou semiautomático, são descritas como “armas de assalto” (“assault weapon”), pelos que defendem o seu controlo, ou como “espingardas de desporto modernas” (“modern sporting rifles”), como entendem os defensores da interpretação literal da Segunda Emenda, para quem o direito de ter, transportar e exibir armas é intangível.

O exemplo português é um entre muitos dos anos do Governo da troika-PSD-CDS, que começam a ser perigosamente esquecidos. Quando começaram os cortes em salários, pensões, reformas, despesas sociais, durante dois ou três dias, mesmo os membros do Governo usavam a expressão verdadeira de “cortes”. 

Depois, de um dia para o outro, e de forma concertada, deixaram de falar de “cortes” para falar em “poupanças”. O mais grave é que, como no mundo do Big Brother, a expressão começou a impregnar a linguagem comum, a começar pela da comunicação social, que nesses dias e nalguns casos até hoje mostrou uma especial capacidade de ser manipulada pelo “economês”. 

Leia-se pois o 1984, ou “releia-se”, que é a forma politicamente correcta de se dizer que se leu sem se ter lido, até porque é um livro que não engana ninguém logo à primeira frase: “Era um dia de Abril, frio e cheio de sol, e os relógios batiam as treze horas.”

JOSÉ PACHECO PEREIRA

fonte: Publico

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Saturno é agora o planeta com mais luas do Sistema Solar


Imagem de Saturno e dos seus anéis tirada pela sonda Cassini © NASA

O planeta dos anéis tem mais três luas que as 79 de Júpiter. Satélites agora descobertos, através de um telescópio no Hawai, só podem ter nomes da mitologia nórdica, gaulesa ou inuíte.

Investigadores norte-americanos descobriram um conjunto de 20 novas luas em torno de Saturno, que assim ultrapassa Júpiter como o planeta com mais satélites naturais do sistema solar desde os anos 1990.

Segundo noticiou esta segunda-feira a BBC, cada uma das 20 novas luas em torno de Saturno tem cerca de cinco quilómetros de diâmetro - e 17 rodam "para trás", em sentido contrário ao do planeta (movimento conhecido como direção retrógrada).


Representação das órbitas das 20 novas luas, formando três grupos diferentes, que orbitam Saturno

Duas das luas que rodeiam Saturno com o mesmo movimento orbital (progressivas) demoram cerca de dois anos a dar uma volta completa ao planeta, enquanto a terceira dessas luas e as mais distantes das luas retrógradas levam mais de três anos.

A descoberta foi feita com o telescópio Subaru, instalado no Hawai, aplicando novos algoritmos de computação a dados recolhidos entre 2004 e 2007. Isso permitiu definir as órbitas daqueles 20 objetos já conhecidos e que se admitia serem luas.

"Achámos que eram luas de Saturno, mas não conseguimos órbitas completas" para tirar essa conclusão, disse o chefe da equipa de cientistas, Scott Sheppard, do Instituto Carnegie para a Ciência (em Washington). "Ao usar as novas capacidades dos computadores" foi possível "encontrar oficialmente órbitas" para esses 20 objetos, adiantou o cientista.

"Estudar as órbitas dessas luas pode revelar as suas origens, bem como dados sobre as condições que em torno de Saturno no momento em que se formou", explicou Scott Sheppard à BBC.


Para os investigadores, com base nas inclinações dos ângulos com que as luas agora descobertas orbitam Saturno, elas constituem restos de pelo menos três corpos maiores esmagados por choques entre luas distintas ou com asteróides.

"Essas luas têm órbitas bastante inclinadas em relação a Saturno e estão muito distantes", informou Scott Sheppard, pelos que "não consideramos que se tenham formado com o planeta mas que atraídas pelo planeta no passado".

A decorrer está um concurso para dar nomes às 20 novas luas de Saturno e que têm de pertencer a gigantes da mitologia nórdica, gaulesa ou dos esquimós inuíte (por pertencerem a grupos distintos de luas).


Cientista da NASA diz ter encontrado vida em Marte em 1976 mas descoberta foi ignorada


Gilbert V. Levin esteve na missão Viking a Marte em 1976 e garante que os resultados foram ignorados pela comunidade científica.

Se a descoberta de vida em Marte é apontada como uma meta muito importante da espécie humana, há um cientista que afirma que esta já foi atingida há 43 anos. Gilbert V. Levin, antigo cientista e astronauta da NASA, afirmou num artigo de opinião que durante uma missão nos anos 70, na qual o próprio participou, foram encontradas formas de vida em Marte, que foram depois ignorados pela agência espacial norte-americana. 

O artigo, com o nome "Estou Convencido que Encontrámos Provas de Vida em Marte nos anos 70", foi publicado no blog da revista científica Scientific American, e conta a história de como esta amostra recolhida foi analisada quatro vezes, tendo dado sempre resultado positivo, mas a NASA concluiu que o organismo era apenas capaz de "imitar vida", não tendo vida em si.

"Inexplicavelmente, 43 anos depois da Viking, nenhum dos subsequentes exploradores de Marte fez testes de deteção de vida para dar seguimento a estes resultados", aponta Levin no seu artigo. "Em vez disso a agência lançou missões para determinar se Marte seria um habitat propício para o desenvolvimento de vida, e se sim, para recolher amostrar para exame biológico na Terra." 

Segundo o cientista, estes dados deveriam voltar a ser vistos por um painel de especialistas, em conjunto com cerca de 20 outras descobertas que podem ser a chave para perceber se há ou não vida em Marte.


domingo, 22 de setembro de 2019

Menina com 4 pernas e 3 mãos nasce na Índia


Na sexta-feira (20), no estado indiano de Rajastão uma mulher deu à luz uma menina com quatro pernas e três mãos, informa o jornal britânico Daily Mail.

Segundo a fonte, a mulher também teve um filho, irmão gêmeo da menina, mas que é completamente saudável.

Segundo a versão dos médicos, inicialmente a mulher devia ter tido trigêmeos, mas dois dos fetos se uniram. Como durante a gravidez a mulher nunca fez uma ultrassonografia, ninguém sabia do problema.

Menina nasce com quatro pernas e três mãos depois de dois trigêmeos se unirem no útero

Está planejado transferir a menina para um hospital mais moderno em Jaipur para tratamento. Os médicos pensam que ela possa ter uma vida normal após a remoção das extremidades extras.

fonte: Sputnik News

Marinha dos EUA confirma autenticidade dos VÍDEOS de OVNIs no céu

Um OVNI no céu

A Marinha dos EUA reconheceu que vídeos de objetos não identificados, postados nas redes e filmados por pilotos americanos, são autênticos, relata Popular Mechanics.

Os vídeos foram filmados em 2004 e 2015. Eles mostram dois objetos executando manobras complexas que a tecnologia existente é incapaz de executar.


A publicação chama os objetos gravados em vídeo de OVNIs, mas os militares dos EUA os consideram "fenómenos aéreos inexplicáveis".


Assim, a Marinha dos EUA caracteriza qualquer aeronave não identificada ou não registrada que tenha sido observada na área de responsabilidade de instalações militares.


No início deste ano, o Departamento de Defesa norte-americano declarou ao The Black Vault que os vídeos foram desclassificados, mas não tornados públicos, e que não houve nenhum processo de revisão dentro do Pentágono para liberá-los ao público.

fonte: Sputnik News

OVNIs em forma de cobra estariam sendo monitorados pelo governo americano

OVNI (imagem ilustrativa)

Detetive de polícia do Reino Unido disse que o governo americano estaria monitorando OVNIs semelhantes a cobras avistados por todo o país.

Desde junho, moradores de diferentes partes dos EUA têm avistado estranhos objetos voadores de forma cilíndrica no céu. Os OVNIs, segundo as testemunhas, voam realizando movimento semelhante ao de cobra.

Buscando maiores informações sobre as aparições, o tabloide britânico Daily Star resolveu entrevistar o caçador de OVNIs e ex-detetive da polícia britânica, Gary Heseltine.


Governo dos EUA está silenciosamente monitorando OVNIs em forma de cobra avistados por todo o país.

Segundo Heseltine, aparições de OVNIs cilíndricos remontam ainda à década de 40. Além disso, tais objetos estariam sob constante monitoramento do governo dos Estados Unidos.

"Essas aparições podem ser raras e têm ocorrido por todo o mundo de tempos em tempos, em especial em países sul-americanos, como México e Peru [...] Eu tenho certeza que o governo e os militares dos EUA sabem muito mais sobre visitações alienígenas", publicou as palavras de Heseltine o tabloide.

O britânico também afirmou que o público sabe somente 10% sobre as supostas visitações de extraterrestres na Terra. Os outros 90% estariam sob sigilo da inteligência militar.

Citando antigos pilotos militares conhecidos, Gary disse que muitos deles já tiveram um encontro com tais objetos. Além disso, o caçador de OVNIs disse que tem mais de 500 casos registrados em sua base de dados de encontros com OVNIs por parte de policiais desde 1901.

fonte: Sputnik News

Assustadora e misteriosa: criatura de 3 metros surge em rio chinês

O monstro do Lago Ness

A misteriosa criatura foi flagrada nadando pelo rio mais longo da Ásia, gerando um grande debate entre as testemunhas.

Isso porque muitos compararam a criatura que descia o rio Yangtzé, na China, com o famoso monstro do lago Ness, cita o tabloide Daily Star.

O suposto monstro do lago Ness foi avistado nos limites da Barragem das Três Gargantas, um dos pontos turísticos mais populares da região.


O vídeo compartilhado na web provocou uma onda de comentários entre os internautas que se dividem entre o monstro do lago Ness e apenas uma grande píton, que estava passando pelo local.

Até o momento, guardas florestais da região não comentaram a possível identidade da misteriosa criatura.

fonte: Sputnik News

Bezerro mutante com 'rosto humano' nasce na Argentina


Um bezerro mutante atordoou os fazendeiros locais ao nascer com o rosto deformado, parecido ao de um humano.

O animal foi filmado por moradores na pequena aldeia de Villa Ana, localizada na Argentina.

A criatura veio à luz com um nariz e boca pequenos e lutou para levantar a cabeça.

Aparentemente tinha um crânio malformado e morreu poucas horas depois do nascimento, escreve o tabloide britânico Mirror.


O geneticista Nicolas Magnago declarou à mídia local que o animal teria sofrido uma rara mutação genética.

​Bezerro mutante nasce com 'rosto humano' em vídeo bizarro

"Uma mutação é uma mudança no sequenciamento de ADN que foi transferido para a prole da vaca […] Foi uma mutação espontânea causada pela ação de agentes mutagênicos, físicos, químicos ou biológicos, que alteraram a sua sequência genética", disse o geneticista.


OVNIs 'sombrios' teriam sido avistados sobre estádio da Carolina do Norte

OVNI

Um vídeo compartilhado na web mostra o que parece ser dois objetos voadores não identificados sobrevoando um estádio na Carolina do Norte.

Os objetos, no entanto, não são brilhantes ou luminosos, ao contrário, são completamente pretos.

Nas cenas é possível avistar as sombras acima de um estádio, enquanto uma partida era disputada, segundo o tabloide Daily Star.

De acordo com relatos, pai e filho estavam utilizando óculos para escurecer as luzes brilhantes do estádio, quando notaram os objetos misteriosos pairando.


O objeto triangular estava totalmente visível, enquanto que o outro objeto preto estava posicionado verticalmente, sendo mais difícil de visualizá-lo.

O vídeo foi publicado pelo canal MrMBB333 no YouTube. Apesar de a publicação estar focada no objeto misterioso, alguns internautas acreditam que o objeto se tratava de um drone, enquanto outros rebatiam e afirmavam que o fenômeno era muito grande para ser um drone, além de não possuir luzes de navegação.

fonte: Sputnik News

OVNI ou humanoide? Misterioso objeto é visto sobrevoando cidade suíça

Humanoide

Um estranho objeto voador, com forma muito parecida com a de um humano, foi visto sobrevoando uma cidade suíça, gerando novo debate entre internautas.

O misterioso objeto "humanoide" agitou os conspiracionistas que assistiram ao vídeo publicado pelo canal Mavi 777 no YouTube, no qual mostra o misterioso objeto sobrevoando a cidade de Soleura, na Suíça.

Nas imagens é possível notar o objeto cinza, composto por um cilindro vertical e um ponto no topo que seria a cabeça do humanoide, segundo o tabloide Daily Star.


Entretanto, alguns dos entusiastas acreditam que o objeto seja um OVNI vertical dotado de uma cauda.

"Sensacional! Um objeto como um humanoide ou OVNI está pendurado no ar!", escreveu um entusiasta, que não escondeu a euforia.

Apesar dos diversos comentários e grandes expectativas criadas pelos conspiracionistas, os internautas acreditam que o objeto tenha sido apenas um balão de ar quente.

Ninguém sabe ao certo o que seria o misterioso objeto, entretanto, sabe-se que será um bom motivo para discutir a suposta presença de seres extraterrestres na Terra.

fonte: Sputnik News