segunda-feira, 30 de novembro de 2015

"Radnoria guyi", nova espécie de animal fóssil com 455 milhões de anos descoberta em Portugal



É uma nova espécie de trilobite, animal já extinto que existiu antes dos primeiros dinossauros. Foi descoberto no concelho de Mação.

Investigadores descobriram em Portugal uma nova espécie de animal fóssil com 455 milhões de anos, um achado que é classificado como "histórico", anunciou hoje a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real.

O fóssil trilobite, cuja existência era desconhecida, foi encontrado em rochas da Formação Cabeço do Peão, no concelho de Mação, distrito de Santarém, e foi oferecido para as coleções paleontológicas do Museu de Geologia Fernando Real, da UTAD.

Segundo a academia transmontana, a identificação foi feita no âmbito dos trabalhos de doutoramento de Sofia Pereira, aluna da Universidade de Lisboa (UL), orientada por Artur Sá, docente e investigador da UTAD e Carlos Marques da Silva, docente e investigador da UL.

"A descoberta é considerada histórica já que muda toda a perspetiva e conhecimento de um género cuja origem ocorreu num território que, 450 milhões de anos depois, viria a ser Portugal", salientou a doutoranda Sofia Pereira.

A nova trilobite, que possui um tamanho de pouco mais de um centímetro, corresponde atualmente ao registo "mais antigo deste género". Até agora, o registo mais antigo do género "Radnoria" documentado, que estava localizado no sul da China.

As trilobites são uma classe extinta de artrópodes marinhos que viveram durante quase 300 milhões de anos e dominaram amplamente os ambientes marinhos do período Paleozoico.

A designação "trilobite" diz respeito à divisão transversal da sua carapaça mineralizada em três lóbulos (tri-lobite): a ráquis (ao centro) e as pleuras (lateralmente).

Longitudinalmente apresentam uma constituição corporal semelhante à de outros artrópodes: o cefalão (cabeça), o tórax e o pigídio (cauda).

"Este fóssil foi encontrado pelo paleontólogo não profissional Pierre-Marie Guy, que contactou a equipa do Centro de Geociências para a sua identificação. Depois de observado concluiu-se tratar de uma espécie nova de trilobite, um animal já extinto que existiu muito antes dos primeiros dinossauros", afirmou o investigador Artur Sá.

À trilobite foi atribuído o nome "Radnoria guyi", em homenagem ao descobridor, que ofereceu o fóssil às coleções paleontológicas do Museu de Geologia da UTAD e indicou o local do achado onde, posteriormente, foram recolhidos mais exemplares para o estudo agora efetuado.

"Esta descoberta traz nova luz acerca da distribuição temporal e geográfica do género Radnoria, sugerindo a possibilidade de se ter originado em altas latitudes antárticas, local onde se formaram as referidas rochas nas margens do continente Gondwana, há muito desaparecido", acrescentou o investigador da UTAD.

A descoberta foi descrita e caracterizada num trabalho publicado no "Bulletin of Geosciences", uma das revistas de referência em Paleontologia, com autoria de Sofia Pereira, doutoranda da UL e colaboradora do Centro de Geociências, Carlos Marques da Silva, da Faculdade de Ciências da UL, Miguel Pires, paleontólogo não profissional e Artur Sá do Departamento de Geologia da UTAD.

fonte: TSF

domingo, 29 de novembro de 2015

Uma das luas de Marte vai esmigalhar-se e dar um anel ao planeta


Fobos, uma das duas luas de Marte NASA/JPL/UNIVERSIDADE DO ARIZONA


Representação artística do futuro anel de Marte TUSHAR MITTAL/CELESTIA

A lua Fobos tem como futuro a desintegração devido às forças gravitacionais a que está submetida. Mas não será para já. E das rochas e poeiras resultantes dessa destruição nascerá um novo acompanhante do planeta.

Marte tem duas luas, Fobos e Deimos. E a maior, Fobos, está a aproximar-se lentamente de Marte. Até agora não se sabia se isso a levaria à sua desintegração ou à colisão com o planeta. Dois investigadores da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, prevêem que dentro de 20 a 40 milhões de anos a lua Fobos se despedaçará e os seus fragmentos vão dar origem a um anel. Assim, num futuro longínquo, o planeta vermelho terá como companheiros uma lua e um anel.

Este trabalho contribui para compreender a história dos satélites naturais e dos anéis dos planetas do nosso sistema solar. Tushar Mittal, um dos autores do estudo, explica, segundo um comunicado da sua universidade, que é provável que existissem muitas mais luas em redor dos planetas do sistema solar e que elas se tenham desintegrado e formado anéis. Pensa-se mesmo que esta seja a origem dos anéis dos planetas exteriores. Há anéis em redor de Júpiter e Saturno, os chamados “gigantes gasosos”, e de Urano e Neptuno, os “gigantes gelados”.

As duas luas de Marte — Fobos e Deimos, que significa “medo” e “pavor” em grego antigo — receberam o nome dos filhos do deus grego da guerra, Ares, a que os romanos chamaram Marte. Ambas as luas foram descobertas em 1877 pelo astrónomo norte-americano Asaph Hall. Pequenas, de forma irregular, fazendo lembrar batatas, pensa-se que as luas marcianas terão sido asteróides capturados pelo campo gravitacional de Marte. Deimos tem 18 quilómetros de diâmetro máximo e dez de mínimo. Já Fobos, a maior, tem 26 quilómetros de diâmetro máximo e 16 de mínimo, e encontra-se numa órbita mais próxima de Marte.

“Ao contrário da nossa Lua, que se afasta da Terra alguns centímetros por ano, Fobos está a aproximar-se de Marte alguns centímetros por ano. Por isso, é inevitável que colida ou se desintegre”, refere Benjamim Black, co-autor do estudo publicado na última edição da revista Nature Geoscience. “Uma das nossas motivações para estudar Fobos é que nos permite desenvolver ideias sobre os processos sofridos por uma lua à medida que se move em direcção a um planeta.”

Actualmente, só se conhece mais uma outra lua do sistema solar que se está a aproximar do seu planeta — Tritão, em órbita de Neptuno. No caso de Fobos, à medida que se aproxima de Marte, aumentam as tensões gravíticas a que está sujeito. A atracção exercida pela gravidade de um corpo maior provoca “forças de maré” num corpo mais pequeno, fazendo com que se estique e encolha. As forças de maré são as mesmas forças que provocam as marés na Terra e resultam, neste caso, da força da Lua e do Sol sobre a massa oceânica. Quando um corpo é sólido, como Fobos, estas forças causam tensões que resultam em fracturas.

Para deduzir o desfecho desta aproximação, a equipa estimou a coesão dos materiais de Fobos, baseando-se em dados geológicos e usando modelos geotécnicos.

Nesses cálculos da coesão, fizeram-se também simulações sobre a formação da maior cratera de impacto existente na lua — a cratera Stickney. Em 1973, a União Astronómica Internacional baptizou-a com o apelido de solteira da mulher de Asaph Hall, Angeline Stickney, que o tinha incentivado na procura de satélites de Marte. O impacto de um meteorito terá formado esta grande cratera de nove quilómetros de diâmetro, sem no entanto ter destruído a lua. Ora esta colisão é também um indicador da coesão de Fobos, uma vez que a lua se teria desintegrado se fosse ou muito rígida ou pouco.

A coesão da maior lua marciana é relativamente baixa, indicam os resultados do estudo. “Fobos é um agregado poroso e heterogéneo de rochas muito destruídas e outras mais intactas”, refere o artigo. A coesão do satélite será assim insuficiente para resistir às tensões gravíticas, que aumentam com a aproximação a Marte, o que causará a sua desintegração. Esta fragmentação será semelhante à que poderíamos observar se puxássemos uma barra de cereais pelas extremidades, espalhando migalhas e pedaços por todo o lado, descreve a equipa no comunicado.

As rochas e as poeiras resultantes da desintegração da lua continuarão a orbitar Marte e distribuir-se-ão rapidamente em volta do planeta, formando um anel. Se neste processo se formarem fragmentos muito coesos, eles continuarão a aproximar-se de Marte, acabando por colidir com o planeta, originando então mais crateras de impacto na sua superfície.

Mas estes acontecimentos não são para já. O anel só aparecerá dentro de 20 a 40 milhões de anos. A sua posterior evolução foi também prevista pelos cientistas. “O anel poderá persistir durante um a 100 milhões de anos, conforme a distância entre Fobos e Marte no momento em que a lua se desintegrar”, precisa Benjamim Black à agência noticiosa AFP.

O anel ficará em torno de Marte até os seus fragmentos caírem em Marte, como uma chuva de estrelas.

Quando pensamos em planetas com anéis, surge logo Saturno enfeitado pelos seus anéis gelados, que podemos ver da Terra com telescópios. Já o futuro anel de Marte, talvez nem se consiga ver da Terra (quem quer que cá estiver nessa altura), porque as poeiras não reflectem muita luz solar, ao contrário do gelo nos anéis de Saturno. “Mas, daqui a umas dezenas de milhões de anos, a visão a partir de Marte será espectacular”, antevê Benjamim Black.

fonte: Público

Sarcófago intacto descoberto por arqueólogos espanhóis


O sarcófago pertence ao sacerdote Anj ef Jonsu, escriba das oferendas do deus Ámon-Rá, a divindade egípcia do sol, no templo de Karnak.

Uma equipa de arqueólogos espanhóis encontrou um sarcófago de 3000 anos com a múmia do sacerdote Anj ef Jonsu no interior. O sarcófago, que foi descoberto numa campanha arqueológica na cidade egípcia de Luxor (antiga Tebas), está em óptimo estado de conservação.

“Trata-se de uma descoberta digna dos inícios da arqueologia”, disse à agência EFE Francisco Martín Valentín, o director da missão arqueológica que quer desvendar os mistérios das práticas funerárias no Antigo Egipto. Desde o século XIX, Tebas tem sido palco de inúmeras missões arqueológicas. É, por isso, raro encontrar-se um sarcófago contendo a respectiva múmia.

“São acontecimentos históricos, muito relevantes”, declarou ainda o director, que chefiou a campanha arqueológica pedida pelo Instituto de Estudios del Antiguo Egipto, instituição que se dedica à investigação arqueológica e histórica da região.

A equipa de arqueólogos espanhóis vai agora estudar e restaurar o sarcófago, que deverá vir a ser exposto num museu. O sarcófago, que foi descoberto no passado dia 18, foi aberto na quinta-feira. O momento contou com a presença do ministro egípcio de Antiguidades, Mamduh al Damati, que salientou as “boas condições e o estado de conservação” do sarcófago. O presidente da Direcção Suprema de Antiguidades, Sultan Eid, também esteve presente e disse, em comunicado, que o sarcófago de madeira está decorado com hieróglifos e representa o sacerdote com uma barba entrançada, os braços cruzados sobre o peito e uma flor de papiro em cada mão.

O sacerdote Anj ef Jonsu era o escriba das oferendas do deus Ámon-Rá, a divindade egípcia do sol, no templo de Karnak. O sarcófago apresenta uma policromia intensa, com a representação de cenas do sacerdote a prestar culto a diferentes deuses como Osíris, Anúbis, Nefertum ou a deusa Hathor.

fonte: Público

Há um documentário que desvenda parte da Lisboa romana por debaixo dos nossos pés


César Figueiredo desenvolveu uma "inédita e surpreendente" recriação de Olisipo DR


O documentário inclui reconstituições históricas, protagonizadas pela Ordem da Cavalaria do Sagrado Portugal DR

O documentário Fundeadouro Romano em Olisipo, de Raul Losada, inclui uma recriação em três dimensões da cidade na época romana. O ponto de partida para o trabalho foi uma notícia do PÚBLICO sobre escavações arqueológicas na Praça D. Luís I.

A descoberta de um fundeadouro romano no subsolo de Lisboa, feita pelos arqueólogos durante a construção de um parque de estacionamento na Praça D. Luís I, deu origem a um documentário. Com esta obra, que inclui uma recriação em três dimensões de Olisipo, Raul Losada quer dar a conhecer a cidade com cerca de dois milénios que se esconde debaixo dos nossos pés.

O documentário Fundeadouro Romano em Olisipo, apresentado como “um projecto de divulgação do património arqueológico”, foi exibido pela primeira vez em Outubro, no Museu Nacional de Arqueologia (MNA). Depois disso, o filme com 55 minutos foi também projectado na Ordem dos Arquitectos e no Museu Marítimo de Ílhavo.

A expectativa do autor do documentário é que ele venha a ser exibido por um canal de televisão português, mas enquanto isso não acontece sabe-se já que a recriação arqueológica virtual de Olisipo que foi produzida para o filme e um excerto do mesmo estarão patentes na exposição Lusitânia Romana - Origem de dois povos, que será inaugurada em Dezembro no MNA.

Segundo Raul Losada, para o início de 2016 está também prevista a sua projecção no Cinema São Jorge, em Lisboa, numa parceria com a empresa municipal EGEAC e com o Centro de Arqueologia de Lisboa. A expectativa do realizador do documentário é que ele seja também exibido, nos próximos dois anos, em vários festivais de arqueologia fora de Portugal.

A história deste documentário começa, como conta Raul Losada, com uma notícia do PÚBLICO, de Fevereiro de 2013. Nela, dava-se conta de que na Praça D. Luís I tinha sido descoberto, pelos arqueólogos da empresa ERA - Arqueologia, um fundeadouro romano, durante a construção de um parque de estacionamento subterrâneo da empresa Empark.

Nesse local de ancoragem de embarcações, que terá sido usado pelo menos entre os séculos I a.C. e V d.C., foram também encontradas meia centena de ânforas e algumas peças de cerâmica. Entre os achados feitos nessa altura estava ainda uma madeira, com cerca de 8,5 metros de comprimento, que mais tarde se concluiu ser parte de uma embarcação romana que terá navegado no Atlântico.

Raul Losada, que trabalha como operador de imagem e mantém há vários anos no Facebook a página Portugal Romano (criada para divulgar a arqueologia romana em Portugal), leu a notícia e dirigiu-se às escavações com a intenção de obter autorização para fazer o seu registo. “Inicialmente a ideia era fazer um pequeno vídeo para publicar no Portugal Romano”, explica, acrescentando que o projecto foi crescendo até se perceber que havia “potencial” para um documentário.

Seguiu-se uma mal sucedida tentativa, junto de várias entidades, para obter apoios para a sua concretização. Apesar de eles não terem chegado, Raul Losada não desistiu: dedicou os seus “tempo livres, folgas e férias” a este projecto, em redor do qual conseguiu criar “muitas parcerias”. Uma delas com a Ordem da Cavalaria do Sagrado Portugal, que assegurou os momentos de reconstituição histórica que integram o documentário.

Também envolvido no projecto foi César Figueiredo, um mestre em ilustração que nos últimos anos tem trabalhado na área da arqueologia e do património. A posposta inicial era que desenhasse um navio romano, mas o trabalho de “ilustração e arqueologia virtual em três dimensões” realizado para o documentário acabou por incluir uma reconstituição da cidade romana de Olisipo. 

“Foi um trabalho monstruoso”, sublinha Raul Losada, para quem se trata de “uma inédita e surpreendente recriação”. César Figueiredo confirma que este foi “um trabalho que demorou muitos, muitos meses” a concluir, acrescentando que tal se deveu à necessidade de consultar uma série de fontes de informação e de promover várias reuniões com investigadores da área.

O ilustrador admite que fazer "uma espécie de reatrato robot" da cidade há cerca de dois milénios envolveu algum risco, dado que o conhecimento que se tem dessa época “ainda é parco”, apesar haver “estudos recentes de vários investigadores” sobre a matéria. César Figueiredo adianta que a recriação em três dimensões foi feita tendo por base informações já dadas como certas, como “os limites da cidade”, “o traçado da muralha” e a localização de alguns “pontos-chave”, como as fábricas de produção de preparados de peixe e o teatro romano.

“Temos consciência de que não é 100% a cidade que existia. É uma visão aproximada”, constata o ilustrador. “É a imagem do que era expectável ser a cidade”, corrobora Raul Losada, reconhecendo que são muitos os “pontos negros” que permanecem por desvendar e que por isso fazer esta recriação foi quase como montar um puzzle.

“Todos os dias se estão a descobrir coisas em Lisboa", remata. Essa ideia é também sublinhada no documentário, no qual se diz que “aos poucos a Lisboa romana vai sendo revelada, muitas vezes por mero acaso”.

“Debaixo da cidade esconde-se uma outra Lisboa, praticamente desconhecida”, acrescenta-se no filme, que inclui o depoimento de investigadores e arqueólogos e se centra essencialmente no “achado singular” que foi o fundeadouro romano, no qual foram também encontrados “um notável conjunto de ânforas” e a madeira de uma embarcação, classificada como “um achado raro e uma das peças mais valiosas deste encontro feliz com o mundo romano”.

Numa exibição do documentário que teve lugar na Ordem dos Arquitectos, o administrador da ERA - Arqueologia considerou que este é “um documento paradigmático do que devia ser feito na arqueologia portuguesa”, e que é “comunicar de forma alargada”. “Tendencialmente a arqueologia é muito escondida, muito envergonhada, muito realizada por trás de tapumes”, lamentou Miguel Lago, para quem isso “não faz sentido”.

Para este responsável, o documentário Fundeadouro Romano em Olisipo “é um trabalho excepcional”, que “seguramente vai ter um impacto muito grande”. “Curiosamente foi feito não por uma instituição mas por uma pessoa individual”, notou ainda Miguel Lago.

Tanto Raul Losada como César Figueiredo têm a expectativa de que a concretização deste projecto, e a demonstração de que não só é possível fazer algo assim como de que há um público interessado, lhes abra portas e permita que este seja apenas o primeiro documentário de arqueologia feito pela dupla.

fonte: Público

Jacaré esfomeado interrompe piquenique

Jacaré (Foto Reprodução YouTube)

Caso ocorreu à beira de um lago na Flórida e foi captado em vídeo.

Por vezes, acontecem visitas inesperadas e até assustadoras. 

Foi o que aconteceu a dois estudantes da Universidade da Flórida, Estados Unidos da América: enquanto desfrutavam de um piquenique à beira do lago Alice, no campus de Gainesville, Michale Tamayo e o amigo foram surpreendidos por um jacaré.


O animal aproximou-se dos jovens a partir do lago mas, apesar do susto, não se mostrou perigoso e a única coisa que roubou foi uma sandes. No vídeo, vê-se o jacaré a comer a sandes à beira da toalha, de uma forma algo desconfiada. 

Michale desvalorizou o assunto e revelou à BBC que na Flórida é normal avistarem-se jacarés:

“Estamos na Flórida, por isso a maior parte das pessoas está habituada a vê-los”.

No entanto, os dois jovens não vão esquecer tão depressa este piquenique “selvagem”.

fonte: TVI 24

Cientistas encontram antiga ilha grega perdida





O local onde decorreu a batalha de Arginusa, entre Atenas e Esparta, fica na costa da Turquia.

Onde ficaria a cidade de Kane, descrita na literatura grega antiga por autores como Heródoto e Safo?

A resposta pode finalmente ser dada, já que cientistas alemães encontraram aquela que seria a localização de Kane: o que agora é uma península na costa da Turquia estava antes isolada do continente pelo mar e era uma ilha.

Os arqueólogos encontraram provas de que a ilha perdeu esse estatuto devido a sedimentos que se foram juntando, até criarem a península.

Posteriormente os cientistas encontraram os restos de um antigo porto submerso.

A ilha em causa era uma das três ilhas Arginusas, sendo que as restantes duas ainda estão separadas do continente.

Como lembra o HypeScience, as ilhas Arginusas foram o local de uma antiga batalha entre Atenas e Esparta (um episódio da Guerra do Peloponeso).

fonte: TSF

sábado, 28 de novembro de 2015

Milhares de estrelas do mar dão à costa na Austrália


São milhares delas e estão espalhadas pelo areal, o cenário é ao mesmo tempo belo e triste

Milhares de estrelas do mar mortas deram à costa numa praia da ilha de Moreton, ao largo de Brisbane, na Austrália. A descoberta foi feita pelo guia turístico Rhett Ericsen-Miller quando fazia um passeio à beira-mar.

Ericsen-Miller gravou com o telemóvel o cenário inacreditável com que se deparou e depois partilhou o vídeo na sua página do Facebook com a legenda: "Um mistério bonito, apesar de trágico".

Não se conhecem as causas do incidente, mas sabe-se que não é inédito. O ano passado, no dia 25 de Dezembro, aconteceu algo semelhante numa praia em França.

fonte: Sábado

Já há vacas modificadas em laboratório para não terem cornos

Já há vacas modificadas em laboratório para não terem cornos

Ter vacas e bois sem cornos é o sonho de muitos criadores de carne ou produtores de leite 

Uma empresa dos Estados Unidos conseguiu alterar o ADN de vacas em laboratório e criar dois vitelos que nunca terão cornos na vida. Parece ‘coisa do demo’ - apesar de haver outras raças que nunca os têm -, mas a inovação até pode ser positiva para a indústria de carne e leite, e para os próprios animais.

A inovação tem contornos positivos, uma vez que os cornos provocam acidentes todos os anos e a sua retirada traz sofrimento ao animal

Segundo uma notícia do New York Times (NYT), foi nas instalações da Recombinetics em Sioux Center, no estado norte-americano do Iowa, que os cientistas conseguiram alterar os genes de células bovinas para que ‘perdessem’ a predisposição para formar cornos. Essa alteração funciona até para as próximas gerações, tornando os dois vitelos machos num híbrido mais semelhente aos da raça Angus, uma das mais famosas do mundo e das poucas que não apresentam cornos naturalmente.

Esta notícia abre novamente a discussão em torno da “edição de embriões humanos”, lembra o diário norte-americano, mas também tem contornos positivos. Os cornos nas vacas e bois causam frequentemente acidentes com as pessoas que lidam com esses animais.

Causam também feridas noutros animais que acabam por desvalorizar depois a sua carne ou a sua pele. E os processos de corte desses apêndice, mesmo que feitos ainda na fase de vitelos, podem ser dolorosos e ter sequelas nos animais.

Agências internacionais como a PETA têm exigido o recurso a métodos alternativos, como a escolha de raças naturalmente sem cornos ou a seleção de animais sem os mesmos – numa tentativa de expandir a criação de mais exemplares sem cornos –, de forma a evitar esses processos. Isto porque muitas vezes recorre-se a alicates e outras ferramentas de corte para os retirar, e nem sempre é feita a cauterização da ferida.

A Recombinetics, segundo o jornal norte-americano, afirma também que já conseguiu no passado ‘editar’ raças de porcos para engordarem e crescerem com menos quantidade de ração, e raças bovinas brasileiras para terem músculos maiores. Outras empresas estão a tentar desenvolver galinhas cujos ovos produzam apenas galinhas, para gerar mais ovos, e vacas que tenham apenas bezerros machos, que crescem mais rápido do que as fêmeas.

Já os chineses estão a desenvolver cabras cujo pêlo é maior, para produzir caxemira, e porcos mais pequenos que possam servir de animais de estimação.

O NYT lembra ainda que foi aprovada na semana passada pelo governo federal norte-americano a utilização de uma nova raça de salmão, geneticamente modificada para crescer mais rapidamente. É a primeira vez no país que se autoriza uma mudança deste tipo num animal de consumo humano.

fonte: Sol

Agricultor construiu avião em casa



Um agricultor chinês de 50 anos conseguiu construir um avião caseiro com recurso a materiais improvisados e com um investimento de apenas 4120 euros.

Recorrendo a uma estrutura artesanal de aço reforçado e painéis de alumínio, Chen Lianxue demorou mais de dois anos a concretizar a ideia que o fazia sonhar. Mesmo nunca tendo tido formação na área da aviação, Chen queria voar numa aeronave feita por ele.

Depois ter estudado sozinho aerodinâmica e outros conceitos relacionados com aviação, conseguiu agora terminar a obra, no telhado de sua casa, em Qifu, na China. A dar energia à criação saída da mente deste agricultor - com um passado enquanto soldador profissional - está um motor de uma motocicleta.

Claro que chamar avião ao aparelho é uma força de expressão, porque apesar do sonho de voar pelos céus no seu aparelho artesanal, a construção nunca saiu do chão mais do que uns metros.


Investigadores perto de localizar câmara secreta de Nefertiti


Túmulo do faraó Toutankhamon

Novas análises por radar ao túmulo do faraó Toutankhamon, em Luxor, Egito, reforçam os sinais da existência de uma câmara secreta, onde poderá estar enterrada a rainha Nefertiti.

Até agora, os egiptólogos não tinham descoberto a múmia desta rainha, célebre pela sua beleza, que teve um papel político e religioso fundamental no século XIV antes de Cristo.

"Há 90% de hipóteses" de que haja "uma outra câmara, um outro túmulo por detrás da câmara funerária de Toutankhamon", afirmou este sábado o ministro das Antiguidades egípcio, Mamdouh al-Damati, durante uma conferência de imprensa em Luxor, uma cidade próxima do Vale dos Reis onde se encontra o túmulo de Toutankhamon, com 3300 anos.

O ministro, que falava depois de dois dias de análises àquele espaço, salientou, no entanto, que se trata de resultados preliminares e precisou que o especialista japonês Hiroaki Watanabe necessita de um mês para confirmar a informação.

Os testes efetuados na parede norte do túmulo funerário de Toutankhamon "parecem indicar que há uma distinção clara entre a rocha dura e outra coisa que deverá ser um espaço vazio", indicou o egiptólogo britânico Nicholas Reeves.

Ao contrário de túmulos de outros faraós que foram quase totalmente pilhados ao longo dos milénios, o mausoléu de Toutankhamon, descoberto em 1922 pelo arqueólogo britânico Howard Carter, mantém mais de cinco mil objetos intactos, muitos deles em ouro, com 3.300 anos.


Ataque de vespas asiáticas deixa jovem em estado grave


Um jovem com 24 anos sofreu ferimentos graves e está no Hospital de Guimarães, depois de ter sido alvo de um ataque de um enxame de vespas asiáticas.

As picadas ocorreram nas traseiras de uma habitação na Rua da Beira Alta, em Prazins Santo Tirso, concelho de Guimarães.

Hélder estava a cuidar do quintal da vizinha, na tarde de sexta-feira, quando foi picado na mão por uma vespa. Como já era a segunda vez que tal acontecia, decidiu vingar-se. Abeirou-se do ninho situado a um metro de altura, numa parede de cimento junto ao quintal e, com a mão, deitou-o abaixo.

O casulo partiu-se a meio e as vespas saíram para um ataque conjunto que obrigou o homem a fugir. Não sem antes ser alvo de múltiplas picadas no rosto. "Ele largou a enxada e disse que ia lavar a cara. Quando veio já estava todo inchado, parecia um balão", conta a vizinha.

Perante os ferimentos que ganhavam tamanho, a mulher chamou os Bombeiros das Taipas, poucos minutos antes das 16 horas. "Fomos acionados para uma situação de ferimento causado por vespas asiáticas", disse Hermenegildo Abreu, comandante da corporação taipense.

Segundo a vizinha, que assistiu a tudo, aquele ninho já estava sinalizado: "Já tínhamos ido à Junta e ligámos para a Câmara. Estamos à espera que o venham destruir". Em casos de avistamento de ninho, alertar a Junta de Freguesia é o procedimento correto.


sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Yamaha cria robô que conduz mota


Vai ser usado nos testes e quanto mais desenvolvido estiver o MotoBot mais utilidades pode ter.

Porque o objetivo é utilizar o robô em testes e manobras que sejam mais arriscadas para os pilotos... humanos, a Yamaha desenhou uma máquina com forma humana.

Nesta altura o MotoBot apenas conduz em linha reta, mas a marca japonesa acredita que daqui a pouco tempo o robô será capaz de fazer as curvas e inclinar as motos.

Algum dia teremos corridas de robôs? Bem, a acreditar no que "diz" o MotoBot no vídeo de apresentação, o supercampeão Valentino Rossi deve estar preocupado:


O MotoBot foi mostrado pela Yamaha no último Salão de Tóquio 2015.

fonte: TSF

Planador quer ir ao limite da atmosfera


O Perlan 2 será levado pelos ventos dos Andes até ao limite da atmosfera, se tudo correr bem no lançamento que está previsto para meados de 2016.

Os cientistas pretendem recolher material e fazer medições nas varias camadas da atmosfera, até 24 quilómetros acima da região polar (mais concretamente 27,432 metros).

Como nenhum avião lá consegue chegar, criaram um planador, que se encontra em testes, o Perlan II.

O planador de dois lugares, sem motores e combustível, chegará ao local com a ajuda de fenómenos atmosféricos naturais, confia a equipa de cientistas. O planador será colocado na zona de El Calafate, na Argentina, à espera que as correntes estacionárias dos Andes façam o resto.

O antecessor do Perlan I estabeleceu o recorde de 15,461 metros no dia 30 de agosto de 2006.

No último ensaio do Perlan 2, o planador atingiu os 1,524 metros, o que foi considerado um sucesso, já que não se registaram problemas.


A viagem está marcada para um período entre junho e outubro do próximo ano.

fonte: TSF

Veja o teste bem-sucedido do primeiro foguete para turismo espacial









Um feito histórico que poderá mudar para sempre o rumo das viagens espaciais foi alcançado pela empresa Blue Origin, de Jeff Bezos, o fundador da Amazon.com

Nesta segunda-feira, sua equipe realizou com sucesso o teste de um foguete não tripulado que retornou ao seu local de lançamento no Texas, nos EUA. O feito sem precedentes abre portas para uma grande redução no custo das viagens espaciais com a criação de foguetes que podem ser utilizados várias vezes - veja no vídeo no final do texto.

Bezos anunciou com entusiasmo nesta terça-feira o sucesso do teste com o veículo espacial New Shepard, que atingiu a altitude prevista de 100,5 mil metros. "A reutilização completa (de um foguete) é uma virada de jogo e não podemos esperar para encher o tanque e voar de novo", disse ele em um comunicado.

Um vídeo fornecido pela Blue Origin mostra o foguete voltando lentamente para o solo, pousando na posição vertical. A cápsula do New Shepard foi projetada para seis astronautas e possui paraquedas para aterrissagem após a separação do foguete. 

Bezos quer oferecer voos a passageiros a partir de 2017. 

“Eu espero que em poucos anos possamos começar as operações comerciais”, afirmou em uma entrevista. Perguntado se ele voaria em um foguete, respondeu: 

"Absolutamente. Estou esperando por isso desde os meus cinco anos de idade".


fonte: History

China finaliza construção de maior radiotelescópio do mundo para detectar 'vida extraterrestre'


Que a China é campeã no número e na velocidade das construções, isso todo mundo já sabe. Mas dessa vez parece que a nação se superou, tanto em gastos, quanto em ‘megalomania’. Com cerca de 500 metros de diâmetro uma máquina gigantesca está sendo finalizada na provincial de Guizou, no sudoeste do país asiático.

A obra, iniciada em 2011, está resultando no maior radiotelescópio do mundo e custou cerca de R$ 680 milhões. 

Com o equipamento o país promete monitorar a transmissão de potenciais ondas de rádio de aproximadamente um milhão de estrelas e sistemas solares, de acordo com uma matéria da BBC. Um dos objetivos principais é tentar encontrar alguma outra forma de vida no espaço. 

O Radiotelescópio Esférico (ou FAST, na sigla em inglês) está em fase final de construção e tem previsão para ser acabado em setembro de 2016.

Na última semana um dos componentes mais essenciais para a captação dos sinais espaciais foi instalado e testado, uma espécie de ‘cabine de alimentação’ que será a responsável por reter todos os dados capturados pelos quase cinco mil refletores de 11 metros de comprimento que cobrirão toda a extensão do aparelho. 

Com 30 toneladas, a cabine foi levantada sobre a estrutura do radiotelescópio pela utilização de cordas e torres de 168 metros de alturas colocadas ao redor. 

Em entrevista ao ‘The China Daily’, o cientista chefe do projeto, Li Di, comentou que até agora os passos mais importantes já foram concluídos. Além disso, ele explicou que à primeira instância não é difícil compreender o design do telescópio, já que este seria bastante similar ao de uma antena televisiva. 

“Com uma maior área de recebimento de sinal e mais flexibilidade, FAST será capaz de monitorar duas vezes mais regiões que o telescópio Arecibo, em um grau de sensibilidade de três a cinco vezes mais alto”, completou Li.

O gigante para estudos está localizado na depressão de Dawodang, um enorme vale que demorou 17 anos para ser encontrado pelos cientistas, tendo em vista que eles buscavam uma cratera grande o suficiente para acomodar o projeto. 

A paisagem natural da depressão permite suporte suficiente ao telescópio, além de a formação do solo porosa permitir a drenagem de possíveis chuvas.

fonte: Yahoo!

Câmera de segurança grava uma misteriosa figura branca que flutua em um estacionamento na Austrália





Será que este vídeo que mostra uma figura fantasmagórica branca no estacionamento deserto prova a existência de espíritos?

O vídeo foi feito em Perth, na Austrália, e enviado para o Facebook com o título de "Incrível evidência 100% de um fantasma real".

Este vídeo assustador que mostra uma figura branca fantasmagórica flutuando através de um estacionamento deserto 'prova que existem fantasmas' de acordo com a pessoa que filmou. 

Parece ter sido feito com uma câmera montada em uma empilhadeira. Um carro e uma van podem ser vistos no meio do tranquilo estacionamento. De repente, a direita da tela, uma forma branca etérea começa a flutuar.

Então a forma espectral se move em torno do estacionamento com uma velocidade incomum. Ela se movimenta para frente e para trás na frente da câmera, antes de desaparecer de vista.


fonte: Mirror

KIC 8462852 - afinal é um "enxame" de cometas?


Lembram-se do que foi dito sobre a estrela KIC 8462852, que podia ser um sinal de vida alienígena? Parece que tudo não passa de um "enxame" de cometas...

A NASA revelou dados que apontam que a aparência estranha da estrela possa ser causada por um conjunto de cometas à sua volta.

Desde 2011, altura em que a agência espacial americana começou a monitorizar a KIC 8462852 através da sonda espacial Kepler, foram identificados dois padrões estranhos de luminosidade, um em 2011 e outro em 2013.

O comportamento bizarro da luminosidade da estrela depressa suscitou curiosidade e teorias de que poderia ser o resultado da intervenção de uma estrutura alienígena.

Em setembro deste ano, os primeiros dados conseguidos pelos cientistas já sugeriam que os estranhos padrões de luz poderiam ser resultado de uma família de comentas à volta da estrela.

A hipótese agora divulgada pela NASA, e que foi formulada com base em dados conseguidos através do telescópio espacial Spitzer, vem reforçar o cenário de um "enxame" de comentas em torno da KIC 8462852.

Mesmo assim prevalece a dúvida: "ainda não sabemos o que está acontecer à volta dessa estrela e é isso que a torna tão interessante", disse o astrofísico Massimo Marengo, que liderou o estudo da NASA.

Em outubro deste ano a investigadora Tabetha Boyajian, da Universidade de Yale, disse que nunca vira "nada parecido com esta estrela".

fonte: TSF

Boneca que guarda túmulo de criança chora e assusta argentinos






Um mistério está intrigando moradores da região de Chañar, na Argentina. Uma boneca que guarda o túmulo de um bebê que morreu há mais de dez anos chora diversas vezes, e assusta quem passa pelo cemitério de La Rioja. As informações são do site de notícias El Caudillo Digital.

O local do túmulo, que contém uma redoma de vidro, abriga diversas bonecas, mas apenas uma apresenta sinais sinistros. Testemunhas contam que, certa vez, ouviram um choro alto de criança vindo do túmulo, e quando chegaram lá, encontraram a boneca chorando. 

Segundo funcionários do cemitério, ninguém da família da criança visita o local há algum tempo. O local aguarda a autorização da família para poder abrir o túmulo para averiguar o mistério.

fonte: Rede TV

Gata mata cobra venenosa após dona levar mordida de réptil na Austrália


Denise Thynne foi atacada quando foi pegar mangueira para molhar flores. Segundo ela, gata começou a perseguir a cobra e só parou após matá-la.

Uma gata matou uma cobra negra de barriga vermelha (Pseudechis porphyriacus) depois que sua dona, Denise Thynne, levou uma mordida do réptil no quintal de casa em Mirani, no estado de Queensland, na Austrália.

Denise, que se recupera da mordida em um hospital local, disse que não percebeu que a cobra estava escondida debaixo de uma mangueira no jardim. Ela contou que foi atacada quando foi pegar a mangueira para molhar as flores.

Ao ver o desespero da dona de 66 anos, a gata chamada Skitzo correu em seu auxílio, atacou e matou o réptil. Segundo Denise, sua gata começou a perseguir a cobra e só parou depois de matá-la.

fonte: G1

Aranhas montam teia de 800 metros







As teias são resultado da junção de milhares de aranhas

Habitantes do Tennessee assustados. Uma teia de aranha, com mais de 800 metros e com milhões de aranhas, está a atormentar os habitantes de May Street e Chelsea Avenue, Tennessee, nos EUA. 

A população exige que as autoridades tomem medidas para acabar com os aracnídeos, mas os especialistas garantem que a presença dos animais não deve assustar os residentes. 

Um biólogo de Memphis diz que as teias são resultado da junção de milhares de aranhas, que sempre estiveram no local.


Nova espécie de aracnídeo achada em Minas é batizada de 'Smeagol'


O opilião 'Iandumoema smeagol' foi encontrado em caverna de Minas (Foto: Arquivo Pessoal / LES / UFSCar)


Caverna foi batizada em homenagem a morador de Monjolos (Foto: Arquivo Pessoal / Laboratório de Estudos de Estudos Subterrênos da UFSCar)

Nome é referência a personagem de romance da saga 'O Senhor dos Anéis'. Pesquisadora que coordenou o trabalho em Monjolos é fã de autor dos livros.

Uma pesquisa feita em uma caverna, em Monjolos (MG), descobriu a existência de uma nova espécie de opilião, um primo distante das aranhas. O aracnídeo foi batizado deIandumoema smeagol; referência a um personagem do livro 'O Senhor dos Anéis', de J.R.R. Tolkien.

“Eu sou apaixonada pela saga, li os livros antes mesmo de ver os filmes. Além disso, assim como o personagem, esse opilião é um simpatizante, um amigo da caverna”, explica a professora Maria Elina Bichuette, do Laboratório de Estudos Subterrâneos da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), que coordenou o trabalho.

A bióloga destaca que os opiliões do género Iandumoema são encontrados somente em cavernas de Minas Gerais; existem três e o Smeagol é um deles.

Uma das características exclusivas desse aracnídeo é a ausência de olhos. Nesse aspecto, ele é diferente da criatura rastejante e de moral duvidosa que inspirou seu nome -- o Smeagol de 'O Senhor dos Anéis' possui grandes olhos esbugalhados.

“Esses opiliões não têm olhos, mas apresentam outras modalidades sensoriais, como as pernas alongadas, que permitem tatear o ambiente e o auxiliam a encontrar alimento e parceiros para a reprodução, por exemplo”, diz Maria Elina.

Conhecidos popularmente como “aranhas fedorentas”, os opiliões são chamados dessa forma, pois, ao se sentirem ameaçados, eliminam uma substância fétida que causa incômodo, mas não é venenosa.

O Smeagol apresenta um tom de amarelo mais pálido e chega a quatro centímetros, quando está com as pernas alongadas. Eles foram encontrados em locais com maior umidade, como as paredes da caverna, perto da água. Segundo a pesquisa, foram observados 14 aracnídeos.

Os mais jovens são mais ativos, enquanto os adultos são mais sedentários. Em uma das ocasiões, a equipe de pesquisadores notou que um deles se alimentava da carcaça de outros invertebrados.

“Cavernas são um importante refúgio, já que em outras épocas, em períodos de grandes mudanças climáticas, abrigaram faunas que estiveram isoladas ao longo dos anos. OIandumoema smeagol é um resquício de grupos passados de opiliões, que não existem mais no ambiente externo”, fala a professora.

A descoberta do Smeagol ocorreu durante pesquisas realizadas para uma tese de mestrado, entre 2012 até o final de 2014. Durante os trabalhos de campo, a equipe da bióloga fez levantamentos e conversou com moradores da região.

Um deles, chamado Geraldo, mostrou a caverna, que posteriormente foi batizada com o nome dele; a Toca do Geraldo. A preocupação dos pesquisadores é proteger o ambiente, que está ameaçado pela extração de calcário, pelo desmatamento e pela existência de pequenas centrais hidrelétricas.

“Durante esse período íamos para campo a cada três meses, e ficávamos dez dias. A caverna não é cadastrada em nenhuma base de dados. Agora, com a descoberta doIandumoema smeagol, temos a possibilidade de protegê-la. O projeto continua e pretendemos descobrir quais fatores possibilitaram o isolamento da espécie, de que ela se alimentaa, como se reproduz, entre outros pontos”, finaliza.

fonte: G1

Passageiro de avião flagra suposto OVNI na mítica Área 51







Um passageiro norte-americano que estava viajando em um avião da America Airlines entre a cidade de São José, na Califórnia, até Houston, no Texas, fez um flagrante surpreendente e assustador em uma região próxima à secreta 'Area 51', uma base militar secreta dos EUA.

De acordo com o homem, que não teve seu nome identificado, ele enxergou do alto uma luz extremamente brilhante que quase o cegou quando a aeronave sobrevoava a região. 

"Eu vi um grande disco de prata aparecer no meio do deserto. Este objeto estava disparando esfera de luzes no ar", disse o homem em matéria do Daily Mail.

O homem registrou em imagens a observação misteriosa e reportou a aparição ao 'Mutual UFO Network', uma rede que investiga a existência de objetos voadores não identificados no território norte-americano. 

O ocorrido aconteceu no último dia 30 de outubro, porém, de acordo com o relato nenhum outro passageiro ou nem mesmo o comandante parecem ter percebido o objeto estranho. 

"Perguntei a vários funcionários da Força Aérea se eles já tinham visto algo parecido com isso e todos responderam que não. Inicialmente eu pensei que era um satélite, mas agora deixo a interpretação livre. O que raios eu testemunhei?", questionou o responsável pelas imagens.

A associação que investiga possíveis ovnis também não foi afirmativa em relação à observação. Algumas pessoas que tomaram conhecimento do caso acreditam que a visão pode ter sido, na verdade, de uma grande área responsável por produção de energia solar, a 'IVanpah Solar Power Facility', localizada no deserto de Nevada.

fonte: Yahoo!

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