Mostrar mensagens com a etiqueta H1N1. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta H1N1. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Coronavírus; controle Populacional?


EM ATUALIZAÇÃO

Coronavírus ((2019-nCoV)), nova moda que (não querendo ser pessimista) de certeza que a Organização Mundial de Saúde vai emitir alerta de epidemia mundial e os laboratórios já devem andar a preparar uma vacina, milhões vão ser faturados.
Podem chamar-me teórico da conspiração, mas isto cheira a fabricação intencional, portanto man-made.

Recordem-se que em 2002 surgiu uma infeção muito idêntica, a SARS. Anos depois surgiu o pânico do H5N1, que iria dizimar milhões de pessoas, acreditava-se.
Uns aninhos depois; o pânico com o ébola e depois o "vírus Zika" no Brasil, recordam-se?

Por vezes as pessoas esquecem os eventos do passado, e não reparam nos "sinais" nem nas conspirações, porém elas existem!

Em 2002, foi identificada a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), também com origem na China, e em 2012, a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS).

O que a SARS, o H5N1 e este coronavírus têm em comum?

Sintomas:
Febre, dificuldade em respirar, tosse, e em casos de pessoas com sistema imunitário mais fraco (crianças e idosos) morte.

Quando surgiu a H5N1 venderam-se milhões de unidades de "Tamiflu".
Porém, para este coronavírus ainda não existe oficialmente, tratamento.

De década em década surge uma epidemia qualquer para "limpar" mais umas pessoas e equilibrar o excesso populacional, é algo programado.

Duvida?

Basta pesquisar um pouco.

1918:
Gripe Espanhola.
Esse vírus espalhou-se pelo mundo em apenas um ano (em 1918) matou pelo menos 50 milhões de pessoas.
E fique a saber que, antes de surgir o H5n1, alguns cientistas andaram a brincar aos estudos ressuscitando o vírus da gripe espanhola.

2002:
SARS, Síndrome Respiratória Aguda Grave, espalhou-se por 30 países.

2005:
Surto do vírus influenza A, gripe Aviária, conhecida como H5n1 ou ainda gripe A (embora haja variantes B e C e subtipos de vírus: H1N1, H2N2 e H3N2).

2014:
Ébola.
No ano de 2014 o mundo viveu o maior surto de ebola da história. O vírus, que mata entre 50% e 90% das pessoas que o contraem em questão de dias, ameaçou deixar a África e atacar outros continentes.
Contudo, o caso não foi tão grave quanto a O.M.S previa.

2015:
Surto do vírus Zika.
Foi o maior surto desse tipo de vírus da história, que ocorreu entre abril de 2015 e novembro de 2016. A epidemia começou em 2012,no Brasil e, posteriormente, espalhou-se para outros países da América do Sul, América Central e Caribe.

2020:
Coronavírus.
Já está a espalhar-se por vários Países. Cerca de 15 Países.
Vamos ver no que vai dar, eu aposto que a O.M.S vai declarar epidemia mundial, e os laboratórios já devem ter uma vacina (que prepararam com antecedência), milhões de unidades para vender, à semelhança do Tamiflu (Oseltamivir) que foi vendido para o H5N1.
Talvez o laboratório seja inclusive o mesmo: "Roche".

Segundo o último relatório da Organização Mundial de Saúde há 6065 infectados em todo o Mundo.
Na China cerca de 132 mortes declaradas e 4 milhões de infectados.


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Publicada a receita que tornou o vírus da gripe das aves transmissível entre mamíferos


O vírus da gripe das aves foi submetido a mutações em laboratório para infectar facilmente os mamíferos 

Quatro mutações genéticas separam o mundo de uma pandemia provocada pelo perigoso vírus da gripe das aves? Não se sabe. Mas a equipa de Yoshihiro Kawaoka, da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, conseguiu adaptar a “antena” do vírus H5N1 para infectar as células de mamíferos, de modo a ser potencialmente transmissível entre pessoas.

A receita, que permitiu criar em laboratório um H5N1, foi publicada hoje na revista Nature, depois de uma polémica de meses sobre se devia ou não ser divulgada. A equipa diz que pode ajudar a antecipar ocorrências de vírus na natureza com potencial pandémico. 

O H5N1 já infectou 602 pessoas desde 1996, quando foi descoberto. Estes doentes contraíram a gripe em contacto muito próximo com as aves — o hospedeiro natural deste vírus. Apesar de não terem transmitido o H5N1 a outras pessoas, 355 dos doentes morreram, o que equivale a 60% de mortes. Um número brutal quando comparado com a gripe suína H1N1, que em 2009 fez as parangonas noticiosas, mas causou a morte a muito menos doentes: 0,01%. 

Várias equipas já tinham tentado perceber como é que o vírus pode transmitir-se entre pessoas. Kawaoka deu o passo decisivo e em Agosto de 2011 apresentou o estudo àNature. A demora da publicação deveu-se à polémica gerada: temia-se que o trabalho fosse usado para produzir armas biológicas. Só depois de se avaliarem os prós e contras da divulgação desta investigação é que o Governo dos EUA deixou sair o artigo.

Quatro mutações

Os vírus são uma cápsula de proteínas que protege um pedaço de material genético. Ligam-se às células para injectarem este material usando uma proteína específica, uma espécie de “antena” que reconhece a célula certa. Depois, a maquinaria celular faz o resto do trabalho: multiplica o material genético do vírus, produz as suas proteínas e, de um momento para o outro, novos vírus ficam prontos para atacarem outras células. 

No caso da gripe, a “antena” do vírus é a hemaglutinina, ou HA, que pode ter variações como H1 e H2. A H5 do vírus da gripe das aves é perfeita para infectar o tecido respiratório delas, mas nos humanos não infecta as células das vias respiratórias superiores. E é esta característica que torna o vírus transmissível entre pessoas. Mas teme-se que ocorram mutações na natureza que façam com que o vírus se adapte aos humanos.

Ora, a equipa de Kawaoka conseguiu isso no laboratório. Provocou mutações aleatórias na região da proteína H5 que está em contacto com os receptores, ou portas de entrada, das células. “Antes de iniciarmos a experiência, sabíamos que a especificidade do receptor era importante”, disse Kawaoka à Nature. “Mas não sabíamos o que mais era necessário.”

Uma das 2,1 milhões de proteínas resultantes das experiências tinha duas mutações, que a tornaram específica para as células das vias respiratórias superiores. Depois, os cientistas fabricaram um novo vírus H5N1, que inclui o gene que comanda a produção da nova H5 e ainda mais sete genes do vírus H1N1 da gripe suína. Com o novo vírus, infectaram furões, o modelo preferido para estudar a gripe. Ao fim de algum tempo, gerou-se um H5N1 com mais duas mutações na H5, que o tornou facilmente transmissível entre os furões através de gotículas aéreas.

Embora o novo vírus não seja letal nos furões, ninguém sabe se aparecerá na natureza. A vantagem, diz Kawaoka, é que se identificaram os mecanismos pelos quais o vírus passou a ser transmissível em mamíferos, o que ajudará a perceber se a próxima pandemia está a chegar.

Sobre a possibilidade de o artigo poder ter sido censurado e, caso isso tivesse acontecido, a informação só chegar a alguns investigadores, o editor da revista Nature, Philip Campbell, numa conversa com a BBC News, questionou essa opção: "Se vamos pela via da censura, como é que se decide quais os investigadores que recebem informação sensível? E como é que se pode assegurar, de uma forma realista, que uma vez que a informação chegue ao ambiente universitário, não vá mais longe?" 

fonte: Público

sábado, 28 de janeiro de 2012

Cientistas revelam primeiras imagens 3D do vírus da gripe


Equipa japonesa conseguiu reproduzir estrutura interna do vírus influenza em 3D, através de um microscópio de eletrões.

É um avanço cientifico que se pode vir a revelar essencial no desenvolvimento de terapias mais eficazes no tratamento da gripe.

Uma equipa de cientistas da Universidade de Tóquio conseguiu reproduzir as primeiras imagens 3D do interior do vírus da gripe (influenza), no âmbito de uma investigação para compreender melhor os fatores por detrás do maior perigo do vírus: a sua capacidade de mutação.

Para conseguir as imagens essenciais para o projeto, o grupo japonês usou um microscópio de eletrões com grande poder de ampliação para fotografar a estrutura interna do vírus, que permitiu captar 120 fotos tiradas de diferentes ângulos e depois combinadas para obter um efeito 3D.

Solução no fio

Esta experiência permitiu aos cientistas nipónicos descobrirem oito segmentos de genes ligados por uma substância em fio.

A equipa acredita que é esta a substância responsável pela capacidade de mutação do vírus influenza, a razão pela qual nunca se conseguiu erradicar a gripe.

Uma das grandes doenças ainda por conquistar no mundo atual, a gripe é responsável anualmente por 250 a 500 mil mortos anuais, valores que podem chegar aos milhões em anos de pandemias, como acontece com a gripe espanhola de 1918, ou o H1N1 em 2009.

Apesar de nos países desenvolvidos a vacinação ser comum, a capacidade de adaptação do vírus influenza tem-se revelado um desafio para os cientistas na busca de um método de tratamento mais eficaz.

fonte: Expresso

domingo, 16 de janeiro de 2011

Galinhas geneticamente modificadas não transmitem gripe das aves


Um dos galos geneticamente modificados 

Um dos mais importantes berçários do vírus da gripe que afecta os humanos são as galinhas domésticas. Uma equipa internacional de cientistas desenvolveu uma variedade geneticamente modificada destas aves que pode contrair a doença mas não consegue passá-la para outros indivíduos. O vírus é enganado devido a um engodo molecular. Os resultados foram publicados esta sexta-feira na revista Science.

“O engodo imita uma parte essencial do genoma do vírus que é idêntico em todas as estirpes que existem da gripe A”, disse em comunicado Laurence Tiley, o último coordenador da equipa e autor do artigo, que trabalha no Departamento de Medicina Veterinária da Universidade de Cambridge, no Reino Unido. “Esperamos que o engodo funcione contra todos os tipos de estirpes da gripe das aves e que o vírus tenha dificuldade em evoluir para escapar aos seus efeitos.”

O que a equipa fez, com ajuda de colegas que trabalham em Sidney e em Edimburgo, foi enganar a enzima que nas células das aves reproduz o genoma do vírus em muitas cópias. Os cientistas produziram um pedaço de ADN que codifica uma molécula capaz de atrair esta enzima. O processo, de alguma forma, bloqueia a multiplicação do vírus.

Depois, injectaram este pedaço de ADN nos embriões de galinhas, de modo a incorporarem-no no genoma das células. Em cruzamentos entre estas galinhas a nova informação foi naturalmente transmitida para as gerações seguintes, criando uma nova variedade geneticamente modificada.

Finalmente, os cientistas testaram os efeitos da gripe na nova variedade. Apesar das aves contraírem a doença e até morrerem, não passaram o vírus para outros indivíduos. Os cientistas não compreendem totalmente o que acontece a nível molecular, mas a investigação não vai acabar aqui.

“As galinhas são hospedeiros da gripe e potencialmente podem fazer a ponte e permitir que novas estirpes do vírus passem para os humanos. Prevenir a transmissão do vírus nas galinhas deverá reduzir o risco do impacto económico da doença e reduzir o risco das pessoas estarem expostas a aves infectadas”, defendeu Tiley, acrescentando que este é só o primeiro passo para desenvolver aves completamente imunes à gripe. “Estas aves com que trabalhámos servem só para investigação, e não para o consumo.”

A técnica é muito mais robusta contra o vírus do que as vacinas, que têm que ser administradas todos os anos para imunizar da gripe. Para o vírus se adaptar a esta “molécula-engodo” teria que mutar uma série de genes de uma vez só, algo muito improvável, diz o cientista.

Debate público

A aplicação da técnica poderá ser mais controversa. No artigo da BBC News sobre esta descoberta, Peter Bradnock, do British Poultry Council disse que é preciso muito tempo para aferir o impacto alimentar de uma nova tecnologia. No caso de alimentos geneticamente modificados, ainda é mais complicado.

“Temos que ter um grande debate para decidirmos se a sociedade quer ter animais geneticamente alterados, mesmo que seja para seu próprio benefício”, disse Bradnock à BBC News.

Andrew Wadge, cientista chefe da agência de alimentação do Reino Unido (Food Standards Agency), realça o interesse desta discussão em relação à proibição das culturas vegetais geneticamente modificadas, que tradicionalmente na Europa são banidas. “Até agora a tecnologia genética não beneficiou directamente os consumidores. Não será interessante produzirmos algo que traga esse benefício?”, disse o cientista à BBC News.

Nos países onde a doença é endémica, a maior parte das explorações é feita por pequenos produtores. O artigo noticioso da revista Science sobre esta descoberta, explica que os aviários dos pequenos produtores, ao contrário dos grandes produtores, não têm poder para comprar as galinhas e implementar a técnica. Timm Harder, um investigador que trabalha na Alemanha em gripe aviária e que é citado no artigo, defende que se deverá dar as estes pequenos proprietários as galinhas geneticamente modificadas, para que eles possam cruzar com a sua própria criação.

fonte: Público

domingo, 29 de agosto de 2010

Vacina da gripe A associada a doença neurológica


Agência Europeia do Medicamento investigará possível relação entre a Pandemrix, vacina da gripe A/H1N1, e vários casos de narcolepsia, doença neurológica, detetados na Europa

Num comunicado divulgado hoje, a Agência Europeia do Medicamento (EMA) diz que vai investigar , a pedido da Comissão Europeia, uma eventual relação entre a vacina da gripe A/H1N1 - Pandemrix -, administrada durante a passada pandemia, e 21 casos de narcolepsia registados na Suécia, Finlândia e França.

A EMA adverte, porém, que apesar das suspeitas de efeitos secundários da vacina não há provas de que exista uma relação direta. "Ainda que os casos detectados (de narcolepsia) coincidam com o uso de Pandemrix, até ao momentos desconhece-se se a vacina é responsável pela doença".

Doença da "preguiça"

Segundo o jornal "Le Fígaro", dos 22 casos de narcolepsia detectados na Europa, 21 doentes foram vacinados com a Pandermrix, da GlaxoSmithKline, e apenas um recebeu Panenza, a vacina sem adjuvante contra a gripe pandémica, da Sanofi, indicada para vacinar gestantes.

Desde setembro de 2009, a vacina Pandermrix foi aplicada a mais de 30 milhões de cidadãos da União Europeia.

A narcolepsia é um transtorno raro do sono, que faz com que o doente adormeça repentinamente sem poder evitá-lo. A doença, caracterizada por "preguiça" e sonolência diurna excessiva, põe em perigo o paciente durante a execução de tarefas como conduzir e trabalhar com máquinas. Tem consequências pessoais, sociais e económicas graves.

O caso foi entregue ao Comité para Produtos Médicos de Uso Humano, da EMA, que avaliará todos os dados disponíveis para determinar se existem provas que permitam estabelecer uma relação casual entre a vacina Pandemrix e a narcolepsia.

Recorde-se que em Novembro de 2009, a Agência Europeia do Medicamento encerrou o processo que analisava a relação entre a vacina Pandermrix e vários casos de mortes fetais registados na Europa. Uma ligação entre os dois fatores foi considerada "improvável".

fonte: Expresso