domingo, 19 de agosto de 2018

Jovem americana 'se casará' com boneca satânica: 'Me sinto segura com ela'

Bonecas de festa de Halloween (imagem referencial)

Uma adolescente norte-americana aterrorizou as redes sociais ao anunciar seus planos de casamento com uma boneca satânica.

Felicity Kadlec de 19 anos, do estado norte-americano de Massachusetts, assegura que há três anos mantém um relacionamento amoroso com a boneca zumbi, que ela chama de Kelly.


"Encontrei Kelly em um site de coleções de bonecas sinistras e a ganhei com 13 anos", contou a jovem citada por LADBible.

No entanto, somente aos 16 anos ela começou a desenvolver um sentimento por Kelly, sentimento que ela negou a princípio. 


"Eu a acaricio e me sinto segura com ela [boneca], sinto uma conexão genuína", ressaltou.

Ela lamentou que muitas pessoas não entendam seu relacionamento, mas assegura que seu amor é verdadeiro e inclusive até tatuou o nome de Kelly em seu braço. 

"Tenho uma relação normal e íntima que se desenvolve de maneira normal e nos casaremos em setembro", confessou Felicity.


A jovem já comprou as alianças e fará a celebração com seu "amor" no mês em que ambas comemoram aniversário. 

"Eu sei que tem gente que crê que eu deveria ter uma relação com um ser humano, mas para mim Kelly é real", comentou Felicity, referindo-se às críticas de seu relacionamento inusitado.

fonte: Sputnik News

Este queijo vem de um túmulo com 3200 anos

Resultado de imagem para Este queijo vem de um túmulo com 3200 anos

O queijo foi encontrado num túmulo egípcio e nele foram detectados vestígios biológicos da bactéria que causa brucelose DR/UNIVERSIDADE DO CAIRO

A "massa esbranquiçada" foi encontrada num túmulo egípcio e as análises detectaram vestígios de uma bactéria mortal. De acordo com os investigadores, este deverá ser o mais antigo registo da doença brucelose.

O número poderá impressionar os fãs de queijo maturado. São 3200 anos que fazem deste um dos mais velhos queijos no mundo. Foi encontrado dentro de um túmulo em Sacará, no Egipto, a descoberta foi feita por uma equipa de arqueólogos e o estudo foi publicado recentemente na revistaAnalytical Chemistry da Sociedade Americana de Química.

A morada do exemplar foi encontrada em 2010 no túmulo de Ptahmes, chefe de Menfis, capital do Egipto durante praticamente todo o Império Antigo (2635 a 2561 a.C.). Durante a escavação, os arqueólogos da Universidade do Cairo encontraram jarras e numa delas uma massa esbranquiçada solidificada. Depois de analisar uma amostra, os investigadores determinaram que se tratava de produto lácteo feito a partir de leite de vaca e ovelha ou leite de cabra, revela o estudo agora publicado. O tecido que o envolvia, lona, contribuiu para concluir que se tratava de um elemento de origem sólida e não líquida: um queijo.

O estudo conta ainda que este queijo tem vestígios biológicos da bactéria Brucella melitensis, que causa brucelose. A doença, também conhecida como febre mediterrânea, é potencialmente mortal, e costuma surgir em produtos lácteos não pasteurizados ou carnes mal cozidas.

A confirmarem-se os resultados do estudo, este poderá ser não só o mais antigo queijo do mundo como também o mais antigo registo daquelas bactérias. Os autores ressalvam que, apesar da evolução da análise de amostras biológicas modernas, a aplicação destas técnicas em amostras mais antigas de alimentos ainda está numa fase muito inicial.

Enrico Greco, o investigador que liderou o estudo, da Universidade de Catânia, na Itália, explicou que, através das análises e mesmo com toda a informação recolhida, é difícil determinar qual será o sabor aproximado do queijo. O investigador tem um historial em descobertas relacionadas com alimentos, lembra a ABC. No último ano, integrou uma equipa que descobriu o vinho mais antigo do mundo em vasilhas de argila com cerca de oito mil anos, perto de Tbilisi, a capital da Geórgia. 

Paul Kindstedt, professor de química e especialista em queijo da Universidade de Vermont, acredita que o sabor é "muito, muito ácido", escreve o New York Times.

fonte: Público

Portão do Paraíso? 'Anjo' é observado no céu da China


O vulto de um anjo pairando entre as nuvens no céu sobre um lago da China foi filmado por turistas impressionados com a visão, reporta o The Daily Star.

Na gravação aparece um grupo de turistas na margem de um lago apontando para o céu nublado, onde paira a figura de um anjo com suas largas asas abertas em primeiro plano ao lado de uma estrutura que parece ser um edifício.

O vídeo postado no canal The Hidden Underbelly 2.0 do YouTube contém a legenda: "Formação de nuvens bizarras sobre a China dá o vislumbre de um Reino Celestial".

No entanto, internautas que assistiram ao vídeo apresentam suas próprias versões: "Um coro de anjos", "Seja o que for, independentemente da teoria, eles são espectaculares!".

Em comentários incrédulos, um internauta sugere que a imagem é um truque da natureza, enquanto outro supõe que a figura no céu é uma projecção.


fonte: Sputnik News

A Terra pode ter várias mini-luas


Marshall Space Flight Center / NASA

Uma descoberta recente pode ser capaz de mudar tudo o que sabemos sobre o nosso planeta. Alguns cientistas sugerem que a Terra pode ter não apenas uma, mas várias luas.

De acordo com um estudo, publicado recentemente na revista Frontiers in Astronomy and Space Sciences, a Lua que conhecemos seria apenas o maior dos satélites que orbitam a Terra e o único visível a olho nu… mas não estaria sozinha.

O nosso planeta teria então uma grande variedade de mini-luas, corpos pequenos demais para serem percebidos – não ultrapassando os dois metros de diâmetro.

Segundo este estudo recente, o primeiro destes objetos foi observado em 2006, tendo sido a primeira vez que, com exceção da Lua, um objeto natural foi visto a orbitar a Terra. Na altura, ficou claro que era apenas um pedaço de rocha perdido no espaço, que tinha sido capturado pelo campo magnético da Terra.

No entanto, este foi precisamente o ponto de partida para uma nova forma de encarar os objetos que orbitam o nosso planeta.

Batizados pelos cientistas de TCOs (temporarily-captured orbiters), ou TCFs (temporarily-captured flybys), estes objetos espaciais não ficam durante muito tempo na órbita do planeta, isto porque são catapultados para fora do campo gravitacional.

A diferença é que enquanto os TCOs completam pelo menos uma volta ao redor da Terra, os TCFs costumam apenas passar de relance pelo campo gravitacional do planeta, sendo enviados de volta ao espaço a alta velocidade.

Até hoje, apenas um TCO foi observado pelos cientistas – juntamente com a mini-lua observada em 2006 -, mas os investigadores acreditam que as novas tecnologias dos telescópios mais recentes serão capazes de encontrar cada vez mais objetos deste tipo.

Caso este cenário se verifique, os astrónomos poderão estudá-las ao pormenor e usá-las para criar um modelo de movimento de asteroides no Sistema Solar.

fonte: ZAP

sábado, 18 de agosto de 2018

Descobertas ruínas com milhares de anos no Reino Unido



Descobertas ruínas com milhares de anos no Reino Unido graças a vaga de calor Historic England

Benefícios da vaga de calor. 

A vaga de calor que atinge o Reino Unido, onde se vive o verão mais quente em muitas décadas, tem pelo menos um lado bom. 

O calor facilita a identificação de marcas de corte na vegetação, sinalizando a presença de vestígios arqueológicos, e isso levou à descoberta, desde o Yorkshire até à Cornualha, de povoações da Idade do Ferro, quintas romanas e monumentos neolíticos.


Descoberto gene “zombie” que protege os elefantes contra o cancro


Durante décadas, os cientistas tentaram descobrir por que motivo os elefantes têm taxas tão baixas de cancro. Novas pesquisas revelam agora que o segredo para não contrair a doença passa por ressuscitar um gene morto e dar-lhe a tarefa de matar células danificadas – uma espécie de “gene zombie”

A taxa de mortalidade por cancro no Homem é cerca de 17%. Já nos elefantes, a incidência é de 5%, uma taxa quase quatro vezes maior, mesmo tendo os elefantes 100 vezes mais células potencialmente cancerígenas do que o homem devido ao seu tamanho.

Os humano, tal como todas as espécies animais, têm uma cópia do gene supressor do tumor p53. No entanto, cientistas norte-americanos descobriram que os elefante possuem 20 cópias desse gene. Com isto, as células destes mamíferos são significativamente mais sensíveis ao ADN danificado e, por isso, reagem mais rapidamente ao problema.

Além disso, ao analisar o supressor p53 dos elefantes, os investigadores encontraram um gene apelidado de LIF6, que evoluiu ao longo do tempo, tornando-se um “valioso gene funcional” na supressão do cancro, explicam os cientistas no estudo publicado na terça-feira na Cell Reports.

Assim, O LIF6, também conhecido como inibidor de reação de leucemia, é capaz de destruir células com anomalias ou defeitos, prevenindo o desenvolvimento do cancro.

Na maioria das espécies de mamíferos o LIF6 não está ativo sendo, por isso, considerado como um pseudo gene ou gene morto. “Este gene morto voltou à vida“, afirmou Vicent Lynch, um dos autores do estudo, no qual o LIF6 foi apelidado como um gene “zombie”.

Os cientistas que conduziram a investigação, da Universidade de Chicago, nos EUA, acreditam que o gene foi ressuscitado há cerca de 25 a 30 milhões de anos.

Em resposta a qualquer dano no ADN, o p53 aciona o LIF6 para matar a célula afetada antes que esta se torne cancerosa. Segundo os autores, este mecanismo de supressão do cancro pode ter sido um “elemento-chave” para os elefantes, potenciando o seu crescimento até atingirem o seu tamanho atual.

Os elefantes não são a única espécie que desenvolveu alguns truques genéticos para despistar o cancro. Outros animais, como o rato-toupeira-nu (Heterocephalus glaber), também têm os seus segredos.

fonte: ZAP

Força Aérea espanhola vai criar um centro de vigilância para ameaças espaciais


No ano passado a Agência Espacial Norte-americana desviou 21 objetos em rota de colisão com a terra. Unidade espanhola será instalada na base aérea de Torrejón de Ardoz, em Madrid

Espanha vai ter uma unidade dedicada à monitorização de ameaças à segurança nacional que venham do espaço, mas não vai ser um exército espacial, igual ao que foi anunciado na última quinta-feira pelos Estados Unidos da América. A Força Aérea espanhola já lançou o embrião do Centro de Operações de Vigilância Espacial (COVE) e que vai entrar em funcionamento, a partir de Morón de la Frontera, em Sevilha, no próximo ano para fazer o controlo operacional do primeiro radar de vigilância do espaço.

De acordo com o diário El País, o Conselho Nacional de Segurança de Espanha - o primeiro realizado pelo presidente espanhol Pedro Sánchez (PSOE) - acordou, em 16 de julho, o "desenvolvimento de uma estratégia de segurança aeroespacial [...] para fazer face aos vários tipos de ameaças a que estão submetidos o espaço aéreo e ultraterrestre". Uma das resoluções é a criação de um conselho de segurança aeroespacial a médio prazo, semelhante aos existentes em matéria de cibersegurança ou segurança marítima.

Em 2007, a China destruiu um satélite do próprio país, alegando que estava fora de controlo. Até então, não estava contemplada a hipótese de disparar contra uma nave no espaço e o governo de Pequim mostrou que era possível. Este foi um dos exemplos utilizados pelo vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, para justificar a criação de um quinto ramo das Forças Armadas estadunidenses em 2020 e que obteve luz verde no congresso.

Pence também alegou que o presumível desenvolvimento de um sistema de laser para neutralizar infraestruturas espaciais por parte da Rússia justificava o investimento de sete milhões de euros na start-up do futuro exército espacial e que assegurava aos Estados Unidos "o domínio do espaço".

Ao contrário das ideias do vice-presidente norte-americano, o chefe da Divisão de Planos (DIVPLA) do Estado-Maior da Força Aérea de Espanha, Juan Pablo Sánchez de Lara, admitiu que um ataque deliberado contra sistemas espaciais "não se considera a curto prazo" e também não se mostrou preocupado com a presença de extraterrestres. Sánchez de Lara considerou que a maior ameaça é o lixo espacial, mais de 8100 toneladas de material a orbitar a Terra, mais de 29 mil objetos com mais de dez centímetros, segundo a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla inglesa).

Parte dos fragmentos que rodeiam a Terra foram criados com a destruição do satélite chinês, há 11 anos, e pelo choque entre um satélite norte-americano e russo, em 2009. Alguns dos pedaços de metal que resultaram destes dois fenómenos viajam a uma velocidade de 48 mil quilómetros por hora e podem converter-se em projéteis, dá conta a ESA.

A missão da Força Aérea espanhola vai ser "proporcionar informação antes de qualquer evento que possa afetar o funcionamento em segurança dos meios dos quais Espanha dispõe no espaço, antes de se efetuar qualquer reação", explicou Sánchez de Lara. A única forma de reagir, atualmente, a estes incidentes é desviando a trajetória dos satélites para evitar uma colisão com o lixo espacial, algo que a Agência Espacial Norte-americana (NASA, na sigla inglesa) já fez em 21 ocasiões, no ano anterior. No caso espanhol, a manobra fica encarregada pelo operador do satélite e acarreta sempre o gasto de combustível e o encurtamento da vida útil do aparelho.

Parte do lixo espacial, que está em órbita mais baixa, desintegra-se ao entrar na atmosfera, mas o mesmo não acontece com os objetos maiores, como o laboratório chinês Tiangong 1, que caiu em 2 de abril do ano passado no oceano Pacífico. Há ainda outras ameaças, com asteroides ou meteoros - uma chuva de meteoros em 2013 fez quase 1500 feridos em Chelyabinsk, na Rússia -, as tempestades solares, que podem deixar uma cidade sem eletricidade durante nove horas - como aconteceu em 1989, na cidade de Quebeque, no Canadá.

Por isso, o objetivo da nova unidade de vigilância espacial, que será instalada na base aérea de Torrejón de Ardoz, em Madrid, é conhecer o espaço, que é cada vez mais "congestionado, disputado e competitivo", além de permitir a previsão de riscos que possam afetar os aparelhos espaciais espanhóis civis e militares. Meia dezena de militares vão integrar o embrião do centro de vigilância espacial e vai ser aumentado à medida que seja necessário.


Cientistas defendem que muitos planetas fora do Sistema Solar podem ter água


Cientistas concluíram que muitos planetas fora do Sistema Solar podem ter até 50 por cento de água, baseando-se numa nova análise de dados obtidos do telescópio Kepler e do satélite Gaia, foi hoje divulgado.

Segundo a equipa internacional de investigadores, planetas extrassolares (exoplanetas) com 2,5 vezes o raio da Terra são provavelmente "mundos de água". Ao todo, cerca de 35 por cento dos exoplanetas identificados e maiores do que a Terra será ricos em água.

O coordenador da investigação, Li Zeng, da universidade norte-americana de Harvard, ressalva, no entanto, que a água nestes planetas não é comparável à que se encontra na Terra.

Li Zeng esclarece que a superfície destes exoplanetas, onde a temperatura poderá rondar entre os 200 e os 500 graus Celsius, estará "envolta numa atmosfera dominada por vapor de água, com uma camada de água líquida por baixo".

"Indo mais fundo, seria de esperar que esta água se transformasse em gelo antes de chegarmos ao núcleo rochoso sólido", assinalou, citado em comunicado da organização da conferência Goldschmidt 2018, que termina hoje em Boston, nos Estados Unidos.

No estudo, os cientistas defendem que estes "mundos de água" ter-se-ão formado de maneira semelhante a Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno, os gigantes gasosos do Sistema Solar.

A sua tese baseia-se num modelo que foi desenvolvido a partir da análise dos exoplanetas com medições de massa e raio recentes.

Mais de três mil exoplanetas já foram identificados pelos astrónomos. A água em estado líquido é condição essencial para a vida tal como se conhece.

fonte: SAPO24