segunda-feira, 15 de julho de 2019

Alforreca do tamanho de um adulto surpreende mergulhadora na costa inglesa

Alforreca do tamanho de um adulto surpreende mergulhadora na costa inglesa

Alforreca do tamanho de um adulto surpreende mergulhadora na costa inglesa

Animal tem 1,60 metros de comprimento.

Uma alforreca com 1,60 metros de comprimento surpreendeu uma mergulhadora em Cornualha, na costa inglesa.

O animal foi encontrado pela bióloga Lizzie Daly, que descreveu a surpresa que sentiu naquele momento.

"Que experiência inesquecível, de cortar a respiração", avançou à CNN.

A bióloga acrescentou que a exploração de vários locais aquáticos faz parte de uma campanha sobre oceanos selvagens, o projeto ‘Wild Ocean Week’.

As alforreca barril costumam crescer até um metro e pesar cerca de 25 quilos, sendo as maiores da sua espécie, mas raras.

"Sei que ficam muito grandes mas nunca tinha visto nada assim", continuou Lizzie, garantindo que o animal tinha a sua altura.


Descoberto manuscrito cristão mais antigo do mundo


Identificado manuscrito cristão mais antigo do mundo Foto: Universidade de Basileia

Cientistas da Universidade de Basileia, na Suíça, identificaram o manuscrito cristão mais antigo que se conhece, do início do século III, e nomeada "P.Bas. 2.43".

A carta, datada do ano 230 depois de Cristo, oferece informação sobre o mundo dos primeiros cristãos do Império Romano e é mais antiga do que todos os testemunhos documentais cristãos previamente conhecidos do Egipto-romano, indica um comunicado divulgado esta quinta-feira pela insituição.

O texto inscrito em papiro revela que, em princípios do século III, os cristãos já se encontravam longe das cidades do interior egípcio, onde assumiram funções de liderança política, e na sua vida quotidiana, não se distinguiam no ambiente pagão. Desta forma, a informação põe em causa a ideia que associa os primeiros cristãos do Império Romano a povos excêntricos e perseguidos.

O papiro, há mais de cem anos propriedade da Universidade de Basileia, inclui uma carta de Arrianus enviada ao seu irmão Paulus e destaca-se, segundo o comunicado da universidade, de outras cartas oriundas do Egito greco-romano pela sua fórmula de saudação final: "Rezo para que estejas bem, 'no Senhor'", usando uma ortografia abreviada no final.

"O uso desta abreviatura - estamos a falar do chamado 'nomen sacrum' - não deixa dúvidas sobre o sentimento cristão do autor", disse Sabine Huebner, professora de História Antiga da Universidade de Basileia.

"Paulo é um nome muito raro na altura e podemos deduzir que os pais mencionados na carta já eram cristãos e que decidiram dar ao filho o nome do apóstolo, 200 anos depois de Cristo", explicou Huebner.

A carta proporciona também detalhes sobre as origens sociais desta família cristã primitiva: os dois irmãos eram filhos jovens educados da elite local, terratenentes e funcionários.

"Não é surpreendente que os primeiros cristãos também tenham participado na vida quotidiana romana. E também usufruíram dos mesmos prazeres que os seus concidadãos não cristãos", afirmou à agência Efe Sebastian Ristow, do Instituto Arqueológico da Universidade de Colonia (Alemanha).

O papiro provém da povoação de Theadelphia (Egito) e pertence ao Heroninos, o maior arquivo de papiro da época romana.


Egito abre a "pirâmide torta" ao público


Esta pirâmide é um exemplo da evolução na construção no Antigo Egito - a mudança de ângulo dá-lhe um aspeto curvado ou torto Foto EPA/MOHAMED HOSSAM 


Os turistas vão poder descer um túnel de 79 metros a partir de uma entrada no lado norte da pirâmide Foto REUTERS/Mohamed Abd El Ghany


Estrutura marca um ponto de viragem na construção de pirâmides no antigo Egito, dizem especialistas

Egito abriu ao público este sábado a "pirâmide torta" ou "curvada", uma estrutura de 101 metros construída para o faraó Seneferu, a sul do Cairo, que marca um ponto de viragem na evolução da construção de pirâmides.

Os turistas vão poder descer um túnel de 79 metros a partir de uma entrada no lado norte da pirâmide e visitar duas câmaras dentro da estrutura de 4600 anos. Vão poder entrar também numa pequena pirâmide ao lado, possivelmente construída para a mulher do faraó, Heteferés, aberta pela primeira vez desde que foi descoberta em 1956.

Esta "pirâmide torta"é uma das duas construídas pelo faraó Seneferu em Dahchur. A sua aparência é diferente das outras porque os primeiros 49 metros foram construídos com uma inclinação maior do que as outras, um ângulo de 54 graus, que se atenua na secção superior.


© REUTERS/Mohamed Abd El Ghany

A forma desta pirâmide contrasta com a da Pirâmide Vermelha, ao norte, a primeira das pirâmides de paredes lisas do antigo Egito e um passo na direção da Grande Pirâmide de Gizé.

Os arquitetos mudam o ângulo quando começaram a aparecer rachas, explica Mostafa Waziri, do Conselho Supremo de Antiguidades.

"Seneferu viveu muitos anos... os arquitetos queriam conseguir a forma completa, a pirâmide", diz Mohamed Shiha, diretor de Dahchur. "Onde está ele enterrado exatamente - não temos a certeza. Talvez nesta pirâmide, quem sabe?"

Seneferu foi sucedido pelo filho Quéops, conhecido por ter ordenado a construção da Grande Pirâmide de Gizé, também conhecida como Pirâmide de Quéop, uma das sete maravilhas do mundo antigo e a única que permanece intacta.

As autoridades egípcias estão a tentar promover o turismo em Dahchur,, a cerca de 28 km a sul do centro do Cairo. Esta zona de pirâmides fica no deserto e atrai pouco visitantes, longe das multidões de Gizé.

Na abertura das pirâmides, os arqueólogos apresentaram múmias, máscaras e ferramentas descobertas durante as escavações que começaram no ano passado e vão continuar. "Encontrámos uma área muitos rica de túmulos", diz Waziri.

A promoção de Dahchur é parte de uma tentativa de fomentar o turismo, uma importante fonte de receitas para o país, que caiu a pique desde a agitação da Primavera Árabe, em 2011.


Descoberto fóssil de macaco que viveu há 4,2 milhões de anos no Quénia

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O macaco teria o mesmo tamanho que o atual talapoim, as menores espécies de macaco vivos do mundo.

Uma equipa internacional de investigadores descobriu restos fósseis de um pequeno macaco que viveu no Quénia há 4,2 milhões de anos, foi, esta segunda-feira, divulgado.

Os responsáveis pela investigação, que será publicada na revista 'Journal of Human Evolution', são cientistas do Museu Nacional do Quénia e das universidades de Arkansas, Misuri e Duke, todas nos Estados Unidos da América.

Segundo a agência espanhola, Efe, este novo macaco de pequeno tamanho - 'Nanopithecus browni' - teria o mesmo tamanho que o atual talapoim, as menores espécies de macaco vivos do mundo.

Estes macacos pesam entre 900 gramas e 1,4 quilogramas e fazem parte de um grupo de macacos chamado guenon; o talapoim vive na África central e ocidental e está confinado às florestas tropicais.

Num comunicado de imprensa divulgado pela Universidade de Arkansas, EUA, os investigadores referem que os restos fósseis do pequeno macaco foram encontrados no lado leste do continente, no sítio paleontológico de Kanapoi.

De acordo com o mesmo documento, o habitat daquela zona era seco, coberto de pradarias e bosques abertos, um lugar muito diferente das florestas tropicais dos Camarões e o Gabão no Centro-Oeste de África.

Os cientistas referem que foi em Kanapoi onde foi encontrado os restos de alguns dos primeiros antepassados humanos, 'Australopithecus anamensis', que tinham vivido junto dos 'Nanopithecus browni'.

Citados pela Efe, os investigadores referem que este macaco é o segundo guenon mais antigo encontrado até hoje, os restos fósseis dos mais antigos foram encontrados há uma década na Península Arábica.

Sua datação, combinada com um habitat tão diferente e tão distante dos talapoines modernos, sugere uma evolução dos macacos guenon muito mais complexa do que se pensava anteriormente, de acordo com o estudo.

Além disso, este "enigmático" novo membro da família revela que o seu nanismo surgiu há muito mais tempo do que os cientistas suspeitavam e pode ter ocorrido mais de uma vez, e em habitats muito diferentes, talvez por diferentes razões, salientam os autores do estudo.

"A descoberta de 'Nanopithecus browni' reafirma a contribuição do Quénia para a compreensão da evolução e da diversidade da fauna do Plioceno e os contextos ambientais em que viviam", disse Frederick Kyalo, um dos autores.

O nome "Nanopithecus browni" é em homenagem ao falecido Francis Brown, investigador da Universidade de Utah, pela sua contribuição para a compreensão da história geológica da bacia de Omo-Turkana, na qual está localizado o depósito de Kanapoi.

fonte: TSF

sábado, 13 de julho de 2019

À procura de Emanuela nos túmulos de duas princesas, que estão vazios






Emanuela Orlandi desapareceu em Roma há mais de 35 anos, quando tinha 15 de idade. Uma pista enigmática poderá ser a chave para o caso. Esta manhã foram abertos os túmulos, que estavam vazios.

Emanuela Orlandi desapareceu a 22 de junho de 1983, quando tinha 15 anos, mas o irmão acredita que uma pista enigmática poderá ser a chave para se conseguir encontrar o corpo da rapariga, que não mais foi vista desde que que fez a viagem desde o seu apartamento na Cidade do Vaticano até ao centro de Roma, onde iria ter uma aula de música.

O seu desaparecimento foi envolto em mistério e em teorias de conspiração envolvendo desde mafiosos a terroristas internacionais, passando por altos responsáveis do Vaticano, onde o seu pai trabalhava.

O irmão de Emanuela, Pietro, atualmente com mais de 60 anos, nunca desistiu de procurar a irmã e espera agora encontrar o corpo dela num pequeno cemitério, na sequência da última de uma longa lista de denúncias anónimas: uma fotografia de uma escultura de um anjo e a indicação para "ver para onde o anjo está a apontar". A pista levou a família a dois túmulos no interior do Cemitério Teutónico, num pátio adjacente à Basílica de São Pedro, que é reservada para enterros de católicos de língua alemã e, segundo o Corriere della Sera, pertencem a duas princesas, Sophie von Hohenlohe e Carlotta Federica de Mecklenburg.

Após uma campanha da família Orlandi, o Vaticano anunciou no início deste mês que iria exumar o conteúdo nos túmulos, operação que está a acontecer esta quinta-feira de manhã. "Até não encontrar o corpo da Emanuela, para mim é um dever procurá-la viva", afirmou à CNN Pietro Orlandi, que considera que ficará a saber "pelo menos parte da verdade" se os restos mortais da irmã forem descobertos nos túmulos. "Depois gostaria de saber as razões. Mas mesmo que nada seja encontrado, a história não pode acabar", acrescentou.

A operação, porém, é complexa, envolvendo forças de segurança do Vaticano, trabalhadores da construção civil e maquinaria, informou um porta-voz do Vaticano na semana passada. No caso de um osso ser encontrado, teria de ser alvo de uma laboriosa análise de ADN, o que pode levar semanas. A operação que começou às 08.15 locais (07.15, em Lisboa) com uma oração em frente aos túmulos.

Esperava-se que a operação pudesse demorar dias ou semanas, mas poucas horas depois do início da operação o irmão de Emanuela contava aos jornalistas que os túmulos estavam vazios.

Pouco depois do meio-dia (11.00, em Lisboa), Pietro Orlandi saiu do Vaticano para contar que depois de abrirem o primeiro túmulo, encontraram um caixão, mas que estava vazio. "Depois passaram ao segundo, onde bastou levantar a lápide e percebeu-se que estava também vazio", contou o irmão de Emanuela que vê assim mais uma vez goradas as esperanças numa nova pista.

"Recebemos as indicações precisas, não só aquelas da carta anónima, também fontes do Vaticano indicavam aquele como o lugar onde estaria sepultada Emanuela. Esta busca não pode acabar assim. Porquê que todas estas pessoas nos mandaram para ali?", disse Pietro Orlandi, citado pelo Corriere della Sera.

"Vaticano nunca colaborou"

Ao longo de mais de três décadas, a investigação sobre o desaparecimento de Emanuela foi tratada pelas autoridades italianas, embora o Vaticano tenha anunciado que vai assumir as partes da investigação que dizem respeito ao seu território, como as exumações desta quinta-feira.

"O Vaticano nunca colaborou com os investigadores. Sempre negaram a possibilidade de que possa haver responsabilidades dentro do Vaticano e sempre disseram que deram tudo o que tinham e não esconderam nada", afirmou Pietro Orlandi. A CNN entrou em contacto com o Vaticano para obter um comentário, mas não recebeu resposta.

Uma jornalista do Corriere della Sera que acompanhou o caso de perto durante décadas, Fiorenza Sanzanini, mostrou uma visão diferente da aparente mudança de opinião do Vaticano. "Temo que o Vaticano tenha decidido abrir os túmulos porque sabe que não há nada lá dentro. E isso acabará definitivamente com as reivindicações da família Orlandi. Satisfazer esse pedida da família - e de maneira tão pública, com um comunicado de imprensa - serve para desviar a suspeita de que o secretário de estado do Vaticano saiba mais sobre o caso", disse, citada pela CNN.

Na altura do desaparecimento, uma testemunha relatou ter visto uma menina que encaixava na descrição de Emanuela Orlandi entrar num BMW verde-escuro perto da escola de música na noite em que ela desapareceu. Também por esses dias, os pais da rapariga receberam telefonemas anónimos a prometer a devolução dela à família em segurança caso o Vaticano libertasse o turco Mehmet Ali Agca, que disparou contra o papa João Paulo II numa tentativa de assassinato dois anos antes. Porém, as duas pistas não levaram a nada.

Mais recentemente, em 2012, as autoridades revistaram o túmulo do mafioso Enrico 'Renatino' De Pedis, que foi enterrado na basílica de Sant'Apollinare, depois de uma denúncia sugerir que tinha uma pista do desaparecimento dela. "O mais incrível é que o Vaticano nunca explicou porque o mafioso Renatino De Pedis foi enterrado dentro dessa importante igreja no centro de Roma", atira Sanzanini.

Quem são as princesas?

De Sophie von Holenlohe apenas se sabe que morreu em 1836. O segundo túmulo que foi aberto esta manhã é de Carlotta Federica de Mecklenburg. Nascida em 1784, princesa da Dinamarca e Noruega que depois de um caso extraconjugal se divorciou do rei Frederico VII da Dinamarca. Acabou por se refugiar em Roma onde se converteu ao catolicismo e morreu em 1840.

fonte: Diário de Noticias

Sonda espacial japonesa pousa em asteróide a 244 milhões de quilómetros da Terra


O Japão conseguiu pousar uma sonda num asteroide a milhares quilómetros da Terra © EPA/NASA/JHUAPL/SwRI

Uma sonda espacial japonesa conseguiu pousar esta quinta-feira num asteróide localizado a 244 milhões de quilómetros da Terra, com o objetivo de recolher amostras que fornecem informações sobre a origem do sistema solar, o culminar da missão iniciada em 2014.

Foi um sucesso", indicou a Agência Japonesa de Exploração Espacial (JAXA). De acordo com a JAXA as informações chegaram à estação Hayabusa2 ocorreram pelas 10:20 (1:20 em Lisboa).

A manobra realizada pela sonda espacial Hayabusa2 tinha como objetivo recuperar amostras subterrâneas de uma cratera do asteroide Ryugu, que a mesma sonda tinha aberto em abril, uma missão arriscada que exigia, por exemplo, que esta se afastasse imediatamente para não ser atingida por fragmentos da explosão.

De acordo com a JAXA, as amostras não foram afetadas pela radiação. As novas amostras podem agora fornecer informações adicionais àquelas recolhidas na superfície em abril.

A operação de hoje, explicou a agência, foi especialmente delicada porque a sonda espacial tinha de recolher as amostras na cratera aberta com sete metros de diâmetro.

O regresso da sonda japonesa à Terra está programado para 2020.


'Homo sapiens' não africano mais antigo tem 210 mil anos e é grego


Descoberta publicada na revista Nature permite reescrever a viagem da nossa espécie fora de África. Afinal, os humanos modernos dispersaram mais cedo do que se pensava.

O mais antigo 'Homo sapiens' não africano descoberto até agora é grego e tem 210 mil anos, segundo um estudo publicado esta quarta-feira na revista Nature, que antecipa em mais de 150 mil anos a chegada da espécie à Europa.

'Apidima 1', como foi batizado pelos cientistas, é "mais antigo do que qualquer outro espécime encontrado fora de África", diz Katerina Harvati, da Universidade de Tubingen, na Alemanha, que lidera o estudo.

O crânio encontrado tem uma idade estimada em 210 mil anos e representa o indício mais antigo da existência desta espécie na Europa.

Especialistas estimam que um segundo crânio encontrado no mesmo local tem 170 mil anos e características de Neanderthal.

Estes dados suportam a teoria de que os humanos modernos se dispersaram mais cedo do que se calculava, fora de África, e que chegaram mais longe do que se pensava.

Na investigação agora publicada é lembrado como o sudeste da Europa era considerada a principal rota pela qual se propagaram os humanos modernos fora de África - os primeiros fósseis aí descobertos têm 350 mil anos.

No final dos anos [19]70, dois crânios humanos foram encontrados numa caverna em Apidima, no sul da Grécia, mas devido à falta de um contexto relacionado e à natureza fragmentada desses espécimes, os fósseis não foram investigados com detalhe.

Neste estudo publicado pela Nature, Katerina Harvati e uma equipa de cientistas usaram a informação moderna e sofisticadas técnicas de digitalização para efetuar ao detalhe uma análise comparativa dos dois crânios fossilizados, que foram batizados de 'Apidima 1' e 'Apidima 2'.


Reconstrução do crânio de Apidima 1, homo sapiens com 210 mil anos © Katerina Harvati / Universidad Eberhard Karls de Tubinga

Nas experiências realizadas, os cientistas verificaram que no caso do 'Apidima 2', que remonta a mais de 170 mil anos, tinha características semelhantes às observadas em 'Neandethais', com um maior e mais arredondado "supraorbital torus" (arcada supraciliar) o osso proeminente que alguns primatas apresentam sobre os olhos.

Quanto ao 'Apimina 1', a equipa de pesquisa considerou que se assemelhava a uma combinação de humano moderno com características ancestrais. Verificaram, por exemplo, que tinha a parte posterior do crânio mais arredondada, uma característica dos humanos modernos.

O fóssil agora descoberto é 160 mil anos mais velho do que aquele que tinha sido identificado como o mais antigo homo sapiens europeu.