terça-feira, 14 de março de 2017

Detectada actividade cerebral inexplicável 10 minutos depois da morte


Médicos canadianos depararam-se com um caso muito estranho. Quando os aparelhos de suporte de vida de um paciente foram desligados, o indivíduo apresentou atividade cerebral persistente mesmo depois de ser declarado clinicamente morto.

Durante mais de dez minutos os médicos confirmaram a morte com várias observações, incluindo a ausência de pulsação e pupilas não responsivas. Mesmo assim, o paciente tinha as mesmas ondas cerebrais do sono.

“No paciente, as ondas delta persistiram depois de não haver qualquer ritmo cardíaco e pressão sanguínea”, informaram os médicos da Universidade de Western Ontario.

Os especialistas também descobriram que a morte pode ser uma experiência única para cada indivíduo. Outros três pacientes terminais que também tiveram os aparelhos desligados no mesmo hospital foram acompanhados, e os médicos observaram que as suas atividades cerebrais eram diferentes, tanto antes como depois da morte clínica.

“Havia uma diferença significativa na amplitude da eletroencefalografia entre 30 minutos antes e 5 minutos depois de ser declarada a morte”, explica Loretta Norton, líder da equipe de médicos que registou o fenómeno.

Os médicos dizem que ainda é muito cedo para saber o que é que este acontecimento significa para a experiência da pós-morte. Na ausência de qualquer explicação biológica sobre o que fez o cérebro continuar ativo durante tanto tempo depois da ausência de batimentos cardíacos, os especialistas dizem que a observação pode estar incorreta.

Mas os equipamentos utilizados não mostram defeito ou sinal de funcionamento incorreto. Os exames realizados aos quatro pacientes mostram o momento da morte no 0, e quando o coração parou de bater alguns minutos depois dos aparelhos terem sido desligados.


A atividade cerebral desaparece alguns minutos antes do coração parar de bater nos pacientes 1, 2 e 3. No entanto, no paciente 4 a atividade cerebral continua durante 10 minutos e 38 segundos, depois da morte clínica.

As observações foram publicadas na revista The Canadian Journal of Neurological Sciences.

fonte: Hypescience

Crânio de 400 mil anos é o fóssil humano mais antigo descoberto em Portugal


Fóssil da gruta da Aroeira DR






Reconstituição virtual 3D do fóssil DR 


O fóssil do crânio da gruta da Aroeira DR


Os utensílios de pedra encontrados perto do crânio DR


A equipa a remover o crânio na gruta da Aroeira DR


A equipa na entrada da gruta da Aroreira DR

A gruta da Aroeira, no complexo arqueológico do Almonda, em Torres Novas, guardava um fóssil de um crânio com traços morfológicos únicos e uma datação precisa. Agora, falta encontrar o esqueleto.

14 de Julho de 2014. Era um dos últimos dias dos trabalhos de escavação na gruta da Aroeira, no complexo arqueológico do Almonda, em Torres Novas, e a reduzida equipa de três pessoas já só tinha um cantinho para escavar. Era, portanto, uma das últimas marteladas na gruta aquela que atingiu e esburacou o crânio escondido nas paredes duras como pedra. O arqueólogo João Zilhão chegou pouco tempo depois. Encontrou a equipa com um ar comprometido e alguém lhe disse: “João, temos aqui um problema.” O “problema” era a descoberta de um crânio humano com 400 mil anos, o mais antigo fóssil humano encontrado até hoje em Portugal.

“Fossem todos os problemas como este”, brinca agora o arqueólogo João Zilhão, em conversa com o PÚBLICO sobre a descoberta que considera estar “em termos de paleontologia humana, ao mesmo nível da criança do Lapedo”. Os detalhes da descoberta, de todo o trabalho de remoção do crânio da gruta e da ainda mais difícil operação de restauro estão num artigo publicado esta segunda-feira na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). O fóssil chama-se Aroeira 3 (mais à frente, explicamos a razão do 3) e tem, pelo menos, duas características especiais: a precisão da datação feita (entre os 395 mil anos e 430 mil anos) e a combinação única de traços morfológicos que parece remeter para uma fase de transição para os neandertais ou mesmo para um dos primeiríssimos neandertais. Ou, na opinião de João Zilhão, é um crânio que remete única e exclusivamente para um antecessor do homem moderno, sem etiquetas de “espécie” alguma, e que prova a diversidade morfológica que existiu.PUB


Foto O fóssil do crânio da gruta da Aroeira DR

O achado é de uma equipa da Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa durante os trabalhos de escavação arqueológica na rede de cavidades subterrâneas associada à nascente do rio Almonda (Torres Novas) onde, desde 1987, se procuram vestígios deixados pelos primeiros povoadores do nosso território. O projecto, coordenado por João Zilhão, que participou em algumas das mais importantes descobertas arqueológicas em Portugal e que agora trabalha na Universidade de Barcelona, já permitiu resgatar pedaços da pré-história da fachada atlântica da Península Ibérica.


Foto Os utensílios de pedra encontrados perto do crânio DR

O Aroeira 3 foi ferido no momento da descoberta. Quando a equipa procurava, com um martelo demolidor, desbravar as paredes da gruta para chegar ao calcário de base e obter uma visão completa da sequência estratigráfica (das camadas de rocha), a ferramenta abriu, acidentalmente, um buraco no crânio escondido. Os restantes elementos da equipa foram imediatamente chamados à gruta da Aroeira. Rapidamente se confirmou que o fragmento encontrado era humano. A datação também foi fácil, uma vez que esse processo tinha sido feito antes com outras descobertas. É que na mesma gruta tinham já sido encontrados dois dentes isolados e datados da mesma época, de há 400 mil anos. Esses eram o Aroeira 1 e o Aroeira 2.

Na mesma gruta, a equipa encontrou outros sinais do mesmo tempo: ferramentas da cultura acheulense (utensílios bífaces de pedra) e ainda ossos queimados que sugerem um uso controlado do fogo.

A antropóloga Eugénia Cunha


E agora?

Na noite de 14 de Julho de 2014 houve tempo para festejos com vinho do Porto, confessa ao PÚBLICO Joan Daura, do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa e primeiro autor do artigo. No dia seguinte, o trabalho recomeçou para resolver “o problema”. O resto do crânio continuava preso na rocha e a operação que permitia remover um bloco de rocha com o fóssil exigia ferramentas especiais: uma rebarbadora eléctrica, que só chegou a Torres Novas cinco dias depois. A seguir, foram 12 horas seguidas de trabalho para cortar em bloco a brecha que embalava o crânio.

O crânio foi depois enviado para Madrid para a delicada operação de restauro. “A preservação do crânio era parcial, mas aplicando técnicas de espelhamento às imagens obtidas por TAC (tomografia axial computorizada) foi possível realizar uma reconstrução virtual que corresponde a dois terços da morfologia original e de que apenas a zona occipital está ausente”, refere um comunicado sobre o artigo. A descrição dos traços morfológicos e estudos comparativos foram feitos por um grupo de especialistas, entre os quais Juan Luis Arsuaga, da Universidade Complutense de Madrid.


Foto A equipa a remover o crânio na gruta da Aroeira DR

Este fóssil é do período do Plistocénico Médio (entre 700 mil e 125 mil anos antes do presente) e é um exemplar da enorme diversidade que terá existido na altura em que surgiram, em África, os primeiros antepassados da nossa espécie, o homem moderno (Homo sapiens). Na Europa, o número de fósseis deste período de transição que antecede o homem do Neandertal (que existiu há cerca de 350 mil até cerca há 29 mil anos) é reduzido e a sua datação bastante imprecisa.

A mistura de traços encontrados no Aroeira 3 lança alguma confusão sobre o “rótulo” que é colocado nalguns dos fósseis que, por terem esta ou aquela característica, são classificados como pertencendo a esta ou àquela espécie. O crânio encontrado em Portugal tem, frisa João Zilhão, uma combinação única de características morfológicas: algumas evocam os fósseis espanhóis de Sima de los Huesos (na serra de Atapuerca, em Espanha), outras, os Neandertais, outras encontram paralelo em restos de França (Tautavel), Itália (Ceprano) ou Alemanha (Bizingsleben) e outras ainda que são exclusivas dele próprio.


Foto A equipa na entrada da gruta da Aroreira DR

Conclusão: a evolução humana nas populações europeias do Plistocénico Médio foi um processo bastante mais complexo do que até aqui se pensava. “Temos de abandonar esta história de classificar os fósseis desta época em espécies e variedades e tipos”, defende o arqueólogo, quando lhe perguntamos se este crânio poderia pertencer a um dos “primeiríssimos” Neandertais.

Mas há outra questão em aberto. Este crânio pertencia a um esqueleto. E onde está o esqueleto? “Não vamos fazer a procura da agulha no palheiro”, garante João Zilhão, que, no entanto, se compromete a realizar “mais uma ou duas campanhas na gruta da Aroeira, durante o próximo Verão. “Tendo aparecido o fóssil, temos a obrigação de tentar encontrar outras partes do esqueleto, se estiverem ali à volta.” Porém, avisa, é preciso apoio, que, até agora, tem sido “apenas da Câmara Municipal de Torres Novas”. “Estamos com esperança de que saia mais matéria, mais problemas destes. Bons problemas. Mas temos de ser apoiados. Milagres já fizemos os suficientes.”

O fóssil agora descoberto deverá ser apresentado ao público em Outubro, numa exposição do Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa, que vai incluir ainda a criança do Lapedo e outros importantes achados sobre a evolução humana em Portugal.

É importante, sublinha, continuar a escavar a Península Ibérica que, nos últimos 30 anos, tem revelado alguns dos mais importantes achados da arqueologia da evolução humana. Desde a arte rupestre do Vale do Côa – “sem dúvida, a mais importante descoberta arqueológica que se fez em Portugal”, considera João Zilhão – até à criança de Lapedo, passando pelos fósseis da Atapuerca. Não é por acaso, nota o arqueólogo. “Se olharmos para o mapa da Europa, a Península Ibérica representa um terço da área habitável do território europeu que durante o Plistocénico não ficou debaixo de água e que não esteve coberta de gelo.” Ou seja, prevê João Zilhão, este território pode guardar coisas de pôr “a arqueologia da evolução humana de pernas para o ar”. 

fonte: Público

domingo, 12 de março de 2017

Três novas espécies de tarântulas que comem pássaros foram descobertas







As aranhas do género Avicularia são conhecidas pelo tamanho, grande número de pelos e por comerem pequenos animais, como pássaros.

Três novas espécies de aranhas pertencentes ao gênero Avicularia foram descobertas por pesquisadores do Instituto Butantan. Esse tipo de tarântula é conhecido pelo tamanho e quantidade de pelos que possuem, além de manterem uma dieta que pode incluir até mesmo pequenos pássaros ou morcegos.

As três espécies novas foram chamadas de A. caei. Encontrada no Brasil, A. lynnae, habitante do Peru e Equador, e A. merianae, também do Peru. Esta última recebeu o nome em homenagem a uma naturalista nascida em 1647, Maria Sibylla Merian, que desenhou uma Avicularia alimentando-se de um pássaro, que deu origem a seu apelido "comedora de pássaros". Na época, porém, as pessoas não acreditaram nela e a consideraram louca.

Em pesquisa publicada no periódico ZooKeys, os estudiosos organizaram o género por inteiro, reduzindo as mais de 50 espécies contidas nele para 12, incluindo as três inéditas. Desde que essas aranhas foram descobertas e consideradas um novo género, em 1818, os cientistas não conseguiam realmente definir o que diferenciava uma tarântula comum de uma Avicularia.

O trabalho do grupo de pesquisadores, portanto, era organizar as questões envolvidas na taxonomia dos aracnídeos. Para fazer isso, eles procuraram por espécimes antigas em museus ao redor do mundo, verificando as descrições encontradas em latim, francês, português, holandês e alemão. Dessa forma, os cientistas foram capazes de compará-las àquelas feitas no período atual.

De forma geral, as tarântulas consideradas Avicularia eram apenas conhecidas pelo seu grande tamanho (que varia entre 12 a 15 centímetros), seus pelos em abundância e por viverem em árvores.
O trabalho dos pesquisadores acabou gerando novos tipos de género com a finalidade de tornar o diagnóstico das espécies mais exato. Algumas aranhas encontradas no Brasil foram batizadas de Ybyrapora, outras, do Caribe, foram chamadas de Caribena e uma espécie diferente, originária da República Dominicana, recebeu o nome de Antillena.

fonte: Galileu

Encontrado 1° indício de humanos modernos fora da África


Uma equipe internacional de arqueólogos encontrou no Irã as primeiras evidências culturais de humanos modernos fora da África, informou o Instituto Catalão de Paleoecologia Humana e Evolução Social (Iphes), que fez parte da coordenação da escavação. 

Os sinais são ferramentas de pedra associadas a restos de animais achadas na Caverna Kaldar. Conforme o teste de carbono 14, os elementos têm entre 36 mil e 54 mil anos. Os resultados situam o Irã entre os primeiros lugares habitados pelos humanos modernos que, juntamente com os grupos levantinos, conseguiram pela primeira vez ir da Ásia ocidental à Europa. 

A Caverna Kaldar proporciona um dos exemplos mais antigos da existência do homem moderno nesta parte do mundo e, por sua vez, dados sobre como estas populações sobreviveram ao clima e às situações ambientais Região Paleoártica. Desta forma, a caverna reforça a posição do Irã dentro do mundo da arqueologia paleolítica no âmbito mundial. 

Além disso, a sequência escavada recentemente contém níveis mais antigos com indústria musteriana, geralmente associada aos neandertais. Isto dá evidências de sua substituição pela indústria baradostiana similar à aurignaciana, exclusiva dos humanos anatomicamente modernos. 

Segundo o Iphes, este fato representa uma oportunidade única de estudar a transição do Paleolítico médio ao Paleolítico superior na Cordilheira de Zagros. 

A escavação foi feita por uma equipe iraniana, liderada por Behrouz Bazgir, e uma espanhola, liderada pelo investigador Andreu Ollé, do Iphes. 

A identificação das primeiras evidências culturais fora da África atribuídas aos humanos anatomicamente modernos foi publicada na revista científica "Scientific Reports". 

fonte: Terra

Misterioso dólmen da Idade do Bronze descoberto em Israel


Arqueólogos israelenses descobriram um misterioso dólmen da Idade do Bronze nas colinas da Galileia, norte de Israel, anunciou a Autoridade Nacional de Antiguidades.

O dólmen, descoberto perto do kibutz Shamir, na Alta Galileia, é único por suas dimensões e por seus detalhes artísticos, afirma o comunicado.

Os dólmens são construções funerárias constituídas por uma grande lousa de pedra que repousa sobre pilares do mesmo material.

"Trata-se da primeira presença artística descoberta em um dólmen no Oriente Médio", afirmou o arqueólogo Uri Berger.

Indagado pela AFP, o professor Gonen Sharon, arqueólogo do Colégio Tel Hai, envolvido nas escavações, disse que se tratava de um túmulo onde foram encontrados ossos humanos.

No dólmen, que tem 4.000 anos de idade, foram encontrados vários símbolos gravados, apesar de ainda não decifrados.

"Difícil decifrar o significado. Podem ser arcos, pássaros ou almas voando para o céu", acrescentou.

A pedra utilizada para cobrir dólmen pesa 50 toneladas. "Não temos nem ideia de como puderam levantar uma massa tão grande ao construir o monumento", admitiu Gonen.

A câmara que se encontra no interior do monumento mede 2x3 metros. "Estas dimensões provam que o prédio não foi erguido por uma tribo nômade, e sim por uma sociedade com capacidade de mobilizar energia e tecnologia para realizá-lo", explicou.

"Mas a cultura do povo que construiu esse dólmen constitui um dos grandes mistérios arqueológicos de Israel", acrescentou a Autoridade de Antiguidades.

fonte: Yahoo!

Documentos desclassificados: ex-piloto desvenda mistério dos OVNIs


Ufólogo e ex-piloto Jean-Gabriel Greslé

Enquanto a mídia prefere zombar dos OVNIS, Jean-Gabriel Greslé, ex-piloto e hoje ufólogo, explicou em uma entrevista este fenómeno inexplicável, após ter estudado vários documentos desclassificados dos serviços secretos norte-americanos e franceses.

Antigo piloto de caça francês formado pela Força Aérea dos EUA, e comandante de bordo da Air France durante mais de 20 anos, Jean-Gabriel Greslé, que sempre se interessou por OVNIs, falou ao grupo Vice Media. 

Nos anos cinquenta, graças ao estatuto de jovem piloto da Força Aérea dos EUA, Greslé conseguiu consultar todos os documentos classificados como altamente secretos disponíveis na biblioteca da base aérea da Carolina do Sul. Segundo o interlocutor do Vice Media, se trata essencialmente de documentos datados dos anos 1940-1960 e provenientes dos arquivos norte-americanos.

Assim ele teve acesso a grande número de documentos franceses e norte-americanos onde se falava de "objetos desconhecidos" ou de "corpos não humanos". Segundo Greslé, enquanto cientistas continuam céticos sobre o assunto, os serviços secretos afirmam que estes "objetos" e "corpos" existem e que eles "não são de origem terrestre". O número de informações e dados que podem comprovar a presença extraterrestre era enorme.

Uma vez, ele estava a ouvir a emissão da música clássica com colegas, quando a emissão foi interrompida por mensagem de urgência. 

"Senhoras e senhores, interrompemos as emissões em todo o território norte-americano porque acontecem as coisas muito graves. Objetos desconhecidos sobrevoaram o Pentágono e a Casa Branca", dizia o locutor. 

Segundo Greslé, a situação se normalizou após 30 minutos, mas os instrutores confirmaram que dois objetos voadores não identificados foram avistados sobre duas zonas proibidas para todos os pilotos.

"A partir deste momento já sabia que havia algo único", diz ele.

Após a introdução da lei Freedom of Information and Protection of Privacy Act (Lei sobre a Liberdade de Informação) adotada em 1966, as agências federais foram obrigadas a permitir que seus documentos secretos fossem consultados por quem os solicitasse. Assim foi que mais de 1600 páginas de documentos desclassificados caíram nas mãos de Greslé. 

Enquanto a maioria dos documentos respeitava aos EUA, Greslé não se esquecia da França. Mas aí a situação no que se refere a consultar tais documentos é muito mais complicada.

"Sabemos que as leis do nosso país são muito mais restritivas do que as leis dos EUA em questões da divulgação de informações sensíveis", confirmou ele à mídia, acrescentando que os serviços secretos também se interessaram pelo fenómeno dos OVNIs. 

Segundo Greslé, os dados secretos mostram que os OVNIs sobrevoavam as fábricas norte-americanas onde eram produzidas armas e bombas atómicas.

"O facto de que estas unidades eram sobrevoadas indica que todos os segredos atômicos eram conhecidos e constituíam o ponto de dissuasão", acrescentou Greslé. 

Ele acrescentou que tais zonas secretas constituíam a maior parte das estruturas de interesse dos OVNIS. Todos os factos são apresentados em 231 relatórios. 

fonte: Sputnik News

Assombrações no Palácio da Alvorada



Família Temer desiste de morar no local e os fantasmas podem ser o real motivo da mudança .

A família de Michel Temer (PMDB) ficou 11 dias na residência oficial do Palácio da Alvorada. A mudança foi realizada no Carnaval, enquanto o presidente, a esposa e o filho de 7 anos curtiam o litoral baiano. 

Poucos motivos foram ditos para o retorno ao Palácio do Jaburu. Segundo a assessoria de Temer, o presidente acha o Jaburu bem mais “aconchegante”. 

O motivo pela desistência pode ser outro, talvez bem mais estranho e assustador que o próprio poder da República. A colunista social Marlene Galeazzi revelou que nem os soldados querem tirar guarda no Alvorada. 

O motivo seria “coisa de outro mundo”. Assombrações para ser mais preciso. E isso tem provocado muito medo, até nos homens do Exército, encarregados de fazer a segurança no local.


Após quase 2 séculos, cientistas solucionam mistério de criatura estranha que viveu há 500 milhões de anos


Um estranho animal que viveu no fundo do oceano há 500 milhões de anos finalmente achou seu lugar entre as espécies, resolvendo um mistério de longa data. 

A criatura tem escapado à classificação científica desde a descoberta, há 175 anos, do primeiro fóssil.
O hyolitha, como foi chamado, tem uma concha em forma de cone, tentáculos para alimentação e apêndices que agiam como "pés". Várias publicações disseram que ele parece "um sorvete com tentáculos". 

Pertence a um grupo de invertebrados que inclui animais como os do filo phoronida, metazoários encontrados no mar, dizem os cientistas. 

Joseph Moysiuk, da Universidade de Toronto, fez a descoberta após analisar mais de 1.500 espécimes escavados de rochas no Canadá e nos EUA. 

"Os hyolithas são pequenos animais em forma de cone que habitam os mares, conhecidos de todo o mundo, principalmente pelos fósseis de suas conchas", disse. 

"Eles aparecem no registro fóssil cerca de 530 milhões de anos atrás e sobreviveram até cerca de 250 milhões de anos atrás. 

"Mas a questão sobre onde os hyolithas cabem realmente na árvore da vida foi um mistério nos últimos 175 anos, desde que foram descritos primeiramente." 

A pesquisa, publicada na revista Nature , analisou os tecidos moles preservados em "fósseis muito especiais" de um local no Canadá conhecido como Burgess Shale. 

No passado, os hyolithas foram ligados ao filo dos moluscos, que são comuns hoje e incluem as lulas e os caracóis. 

A nova pesquisa sugere que os animais estão, de fato, mais intimamente relacionados a um grupo diferente de organismos portadores de conchas, conhecidos como lophophorata, que inclui os braquiópodes (conchas em formato de lâmpada), entre outros. 

MARES ANTIGOS 

Hyolithas estavam presentes desde o início do período Cambriano, há cerca de 540 milhões de anos, durante uma rápida explosão de evolução que deu origem à maioria dos principais grupos de animais.
"Podendo colocá-los na árvore da vida, se resolve esse longo mistério paleontológico sobre o que são essas criaturas", disse Joseph Moysiuk. 

"Nós pudemos descobrir algumas características novas de um grupo muito velho de animais fósseis, e isso permitiu-nos revelar a história evolutiva deste grupo de animais e onde exatamente eles ficam na árvore da vida." 

Martin Smith, da Universidade de Durham, no Reino Unido, também trabalhou nos fósseis. 

Ele disse que, ao colocar os hyolithas em sua casa legítima, compreendendo como eles viveram, os cientistas agora têm uma melhor imagem da vida nos mares antigos. 

Isto dá uma visão sobre o impacto de eventos de extinção em massa, como a extinção em massa do Permiano-Triássico, que aniquilou a maior parte da vida animal, incluindo os hyolithas. 

"Compreendendo os efeitos de tais extinções em massa na ecologia e na diversidade é particularmente importante à medida que procuramos avaliar e mitigar as implicações do atual evento de extinção em massa provocado pela atividade humana", disse Smith. 

fonte: Terra

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