quarta-feira, 24 de agosto de 2016

OVNIS: eles continuam aí. Veja fotos e vídeo


Imagem captada por piloto de aviação comercial

Um jornalista portuguesa fez um levantamento dos avistamentos que acontecem no país. E coisas (no mínimo) estranhas andam a passar-se nos nossos céus.


Vanessa Fidalgo

Vanessa Fidalgo, 38 anos, jornalista desde 1997, quase sem querer começou a especializar-se em fenómenos misteriosos. Depois de Histórias de Um Portugal Assombrado (Esfera dos Livros, 2011), em que visita uma série de casas ditas assombradas em zonas como Sintra e Cascais, dedicou-se a um levantamento exaustivo dos casos de avistamentos de objetos voadores não identificados, um assunto que caiu em descrédito no século XXI, mas que fazia grandes parangonas nos anos 70 e 80 do século passado. No mês passado lançou Avistamentos de OVNIS em Portugal, o primeiro livro, do género, de âmbito nacional, diz. Em relação a estes assuntos, Vanessa mantém-se cética, mas, confessa, não voltou a olhar para os céus da mesma maneira. Aliás, cita Einstein na epígrafe do seu livro: "Uma mente que se abre para uma nova ideia, nunca mais volta ao seu tamanho original. "

VISÃO- Nos anos 70 e 80, os relatos de avistamentos de OVNIS atépodiam ser primeira página de jornal ou abertura de telejornal. Hojedesapareceram ou foram remetidos para discretas colunas. Na suaopinião, a que se deve esta quebra de interesse? O facto de já nãoserem notícia está associado à perda de credibilidade das fotos e dosvídeos?

VANESSA FIDALGO - Penso que, por um lado, se deve ao facto de já não serem propriamente uma novidade. No nosso país, a seguir ao 25 de Abril, houve um ‘boom’ de artigos e até mesmo publicações relacionados com este tema, movido pela própria abertura da época. De fruto proibido passou a ser apetecido e, por isso, o entusiasmo do público também era muito. Por outro lado, os meios técnicos vieram permitir captar imagens e, sobretudo, desvendar as ‘fraudes’ o que terá contribuído bastante para o desinteresse. Além disso, vivemos tempos em que o conhecimento científico está muito mais acessível. Qualquer pessoa que queira saber mais sobre o universo, pode ir ao site da NASA e ver as fantásticas imagens e os progressos obtidos pelas moderníssimas sondas espaciais…

Ao longo da sua pesquisa e recolha de depoimentos, passou a acreditarmais que podemos mesmo estar a ser visitados e observados?

Eu era bastante cética em relação ao assunto, mas houve testemunhos que não me deixaram indiferente e fizeram-me voltar a pensar as minhas próprias convicções. Por outro lado, prestei atenção - como nunca o tinha feito antes – aos avanços da astronomia, da astrofísica e da astrobiologia. E sim, se os próprios especialistas acham que, talvez um dia, se encontre vestígios de vida num qualquer ponto distante do universo, eu também tenho de dar essa margem de benefício à dúvida.

Na sua opinião, o tema OVNIS pertence mais à categoria da ciência ouao património das crenças e das mitologias?

Enquanto Objeto Voador Não Identificado pertence mais à categoria da ciência e da tecnologia até, se quiser. É ao âmbito destas que cabe ‘desvendar’ o que os olhos incautos ou inexperientes observam. Mas também há uma série de mitos associados aos OVNIS. Até mesmo em Portugal, certos fenómenos e locais que culturalmente sempre foram associados à ocorrência de milagres também já foram, por oposição, questionados no âmbito da ovnilogia. Há autores, por exemplo, que defendem que em Fátima o que aconteceu foram fenómenos celestes não identificados. Enfim, são teorias. Mas são campos que facilmente podem andar de mãos dadas.

O próprio Papa Francisco falou recentemente de ETs...

O que o Papa Francisco referiu foi que, caso os extraterrestres chegassem à terra e quisessem ser batizados, a Igreja católica não deveria negar-lhes o acesso. É obviamente uma metáfora que usou no seu discurso pela igualdade e a inclusão. No entanto, não deixa de ser curioso que até o Papa, ainda que genericamente, se mostre aberto a essa hipótese…

Houve alguma coisa que desconhecesse ou que a tivesse surpreendido ao recolher os testemunhos ou fazer a pesquisa para este livro?

De uma forma geral desconhecia que havia tantos relatos de avistamentos em Portugal e tantos testemunhos feitos por aviadores militares. Foram esses, aliás, que mais me impressionaram e que mais me fizeram refletir. Porque acredito que estes homens sabem distinguir muito bem o que é normal ou não acontecer no céu.

Portugal é um país "crente" quanto à ufologia? Há muitas pessoas ecomunidades a acreditar?

Bastante, embora se calhar não de uma forma ‘assumida’. Há imensos blogues, foruns, páginas no Facebook para partilha de assuntos relacionados com o tema. No entanto, também somo um país onde a maioria das pessoas não admite publicamente que leem estes sites. Faz-me lembrar a questão das novelas: toda a gente conhece, mas ninguém vê.

Portugal é um país muito ou pouco "visitado"?

Não tenho nenhuma base de comparação estatística, e também não realizei nenhum levantamento noutros países, portanto, é difícil comprar. Mas posso dizer que, por exemplo, na vizinha Espanha, há muito mais produção (e produção séria e com muita qualidade!) de literatura e documentários sobre o tema, certamente fruto do interesse do público.

Mas existe algum avistamento certificado, digamos assim, porautoridades oficiais?

Existe um avistamento, testemunhado em 1982 pelo tenente Júlio Guerra (e outros dois colegas seus), hoje piloto de uma companhia aérea comercial, que foi referido em vários livros de investigadores norte-americanos. Foi um avistamento, ou melhor uma perseguição, que durou cerca de 20 minutos na zona da base aérea da OTA, em Alenquer. Esse episódio está classificado internacionalmente como um dos que pertence à magra fatia de 5 por cento para a qual nunca foi encontrada explicação lógica e razoável. Também existe um relatório da Força Aérea elaborado pelo Tenente Carlos Marques Pereira, após ele e a sua tripulação de nove homens terem avistado um estranho fenómeno luminoso que quase os cegou. O mesmo fenómeno de luzes azuis foi avistado nessa mesma noite noutros pontos de Angola.

Depois de ter escrito o livro, passou a olhar para o céu com maisatenção? Já viu alguma coisa suspeita?

Claro que sim. É inevitável passar a olhar mais para o céu. Pessoalmente, vi uma luz há uns anos atrás juntamente com um grupo de amigos. Uns acharam que era um Ovni, outros defenderam ser uma estrela cadente. Provavelmente podia ser um milhão de coisas. Naturalmente, nunca soube o que foi.

VÍDEO CAPTADO COM TELEMÓVEL EM CORTES DE CIMA NO DIA 03-08-2014

fonte: Visão

terça-feira, 23 de agosto de 2016

A maior pérola do mundo vale 100 milhões de dólares


Pesa 34 quilos e esteve escondida durante dez anos por baixo da cama do pescador que a descobriu.

Aconteceu na ilha de Palawan, nas Filipinas. Em 2006, um homem estava a pescar quando avistou uma pérola gigante agarrada a uma concha no mar. Nadou até ela, apanhou-a e guardou-a em casa como amuleto da sorte, sem fazer ideia do quão valiosa era.

Dez anos depois, um incêndio fez arder a casa onde a pérola estava guardada, mas o pescador conseguiu resgatá-la a tempo e decidiu entregá-la às autoridades, de acordo com a televisão britânica ITV.

"Ficámos maravilhados quando ele a trouxe até nós", disse Aileen Amurao, oficial do Turismo das Filipinas, que anunciou a descoberta na página de Facebook.

A pérola tem 67 centímetros de comprimento e pesa 34 quilos, tendo sido avaliada em 100 milhões de dólares.

A descoberta equivale a um novo recorde mundial. A maior pérola conhecida até agora era a Pérola de Lao Tze - que pesa 6,4 quilos, está avaliada em 35 milhões de dólares e também foi descoberta na mesma região.

"Estamos à espera da autentificação do Instituto Gemologista e de outras autoridades internacionais", disse Aileen Amurao. A pérola já esteve exposta ao público durante a manhã desta segunda-feira e espera-se que atraia muitos turistas à região.

No entanto, o Turismo das Filipinas deixou um aviso às pessoas para que não apanhem ostras gigantes do mar, uma vez que afeta a biodiversidade da ilha e, além disso, porque a produção de pérola nestas ostras é um fenómeno muito raro.

fonte: TSF

Ossos contam violência sobre escravos

Ossos contam violência sobre escravos

Ossos encontrados em Portimão em abril deste ano

Esqueletos encontrados em Lagos.

Fraturas nos antebraços, nos crânios e nas mandíbulas dos esqueletos de escravos do século XV revelam a possível violência que estes sofriam, afirma investigadora do projeto que estuda os 158 esqueletos encontrados em Lagos em 2009. 

Cerca de um terço dos esqueletos encontrados apresenta lesões traumáticas - algumas poderão estar relacionadas com acidentes de trabalho, outras com episódios de violência -, disse à agência Lusa Teresa Ferreira, uma das quatro investigadoras do Laboratório de Antropologia Forense da Universidade de Coimbra que estudam aquela que é uma das "mais antigas" coleções do mundo de indivíduos escravizados e a única de grandes dimensões que se conhece na Europa. 

A grande maioria dos esqueletos serão de indivíduos do século XV, encontrados numa lixeira urbana da época fora das muralhas de Lagos, cidade que se assumiu como o primeiro posto de desembarque europeu de escravos. 

No estudo desenvolvido, foram identificadas fraturas nas mandíbulas, antebraços e crânio dos escravos que são "altamente sugestivas" dos episódios de violência e maus tratos que estes indivíduos sofreriam, sublinhou. 

De acordo com Teresa Ferreira, as lesões identificadas em vários esqueletos no antebraço direito podem ter como explicação o movimento instintivo de se levantar o braço direito (caso a pessoa seja destra) para proteger a cabeça. 

"É um traumatismo que está muito associado a situações violentas", explanou a investigadora que integra o grupo de investigação que apresenta hoje a conferência "Os Escravos do Vale da Gafaria: o que nos dizem os seus ossos", a realizar às 19:00, no Centro Cultural de Lagos. 

O estudo identificou ainda hérnias, lesões nas mãos e pés, fraturas nas pernas, possíveis casos de brucelose, deficiências nutricionais, bem como sinais de doenças degenerativas como a artrose. 

Dos 158 esqueletos encontrados, 107 são adultos e 49 crianças (não foi possível classificar dois dos esqueletos), sendo que 52% dos escravos eram mulheres e a maioria terá morrido antes dos 30 anos, contou. 

Durante o estudo, concluiu-se que os escravos vieram da África subsariana, provavelmente das regiões da Guiné e do Congo. 

Segundo Teresa Ferreira, os escravos não terão chegado "na primeira grande leva" mencionada nas crónicas de Gomes Eanes de Zurara, mas estarão "nos primórdios do tráfico negreiro", podendo ter estado em Lagos ainda durante a vida de Infante D. Henrique. 

O facto de terem sido atirados para uma lixeira urbana, alguns amarrados, "é indicativo de que deveriam ser dos primeiros escravos a aportar em Portugal" - posteriormente, os escravos eram batizados e enterrados num cemitério. 

A investigação, que começou em 2015 e termina em 2017, trabalhou em torno das lesões traumáticas que os indivíduos sofreram, bem como na identificação do perfil biológico e dentição dos mesmos. 

Para Teresa Ferreira, "terá de haver uma continuidade" do estudo desta coleção de esqueletos. 

"As fontes históricas são muito importantes, mas são escritas só por uma parte de quem viveu a história. Os ossos permitem confirmar ou reescrever os acontecimentos. Vêm contar a história direta" dos escravizados, realçou.


ARQUEÓLOGOS DESCOBREM COMO SE FAZIA UMA CIRURGIA AO CÉREBRO HÁ 3 MIL ANOS

Abertura no crânio - resultado de uma cirurgia cerebral na Idade do Bronze

Abertura no crânio – resultado de uma cirurgia cerebral na Idade do Bronze

Um grupo de cientistas russos do Instituto de Arqueologia e Etnografia em Novosibirsk, na Sibéria, estudou um crânio masculino encontrado numa povoação pré-histórica, que permitiu determinar como terá decorrido uma cirurgia cerebral praticada na Idade do Bronze.

Segundo o Siberian Times, o crânio encontrado pertencia a um homem que, segundo os cientistas, terá morrido entre os 30 e 40 anos de idade, e viveu algum tempo depois da operação ao cérebro.

Os arqueólogos observaram que o osso parietal esquerdo do paciente tinha uma abertura com sinais evidentes de cicatrização óssea e indicações de uma reação inflamatória nas placas ósseas.

Tal indica que o homem sobreviveu à operação, e que a sua morte do homem poderá ter sido causada por uma inflamação pós-operatória a longo prazo.

De acordo com Sergey Slipchenko, investigador do Instituto de Arqueologia e Etnografia da Academia Russa de Ciências, “a chave para o sucesso da operação foi a total confiança do paciente de que o cirurgião tinha as habilidades e o conhecimento para levar a cabo uma operação deste tipo”.

“Durante a operação, enquanto o cirurgião fazia uma incisão, um assistente ajudava, esticando a pele nas bordas da ferida e fornecendo instrumentos passageiras e outros materiais”, diz Slipchenko.

A fim de reduzir tanto quanto possível a dor, terão sido administradas drogas ao paciente, revelou o estudo, publicado no International Journal of Osteoarchaeology.

Segundo os cientistas, há diversos analgésicos que poderiam ter sido usados – alguns grupos étnicos usavam zimbro e tomilho; o povo Nivkhi queimava alecrim e folhas, e os povos indígenas usavam cogumelos alucinogénios – mas a droga “mais óbvia” da época era, provavelmente, a cannabis.

Ao que tudo indica, há mais 3 mil anos que o homem faz cirurgias ao cérebro – e usa drogas para afogar as suas mágoas.

fonte: ZAP

domingo, 21 de agosto de 2016

Humor




Quais carros autónomos? A Airbus quer é carros voadores (e já em 2017

tek airbus

Para a Airbus, a corrida dos carros que se conduzem sozinhos vai deixar de ser travada com as rodas bem assentes no chão. A fabricante de aeronaves está a desenvolver carros que, para além de serem autónomos, são também voadores.

Mas o intuito destes veículos, cujo protótipo a Airbus quer testar já no próximo ano, em Singapura, não é voarem indiscriminadamente. Estes veículos são, basicamente, drones de grandes dimensões, movidos a oito hélices, e, segundo a própria empresa, viajam por meio de um sistema intrincado de tubos que se ergue acima das cidades mais populosas. Isto é uma forma de atenuar alguns dos problemas relacionados com as áreas metropolitanas onde o caos rodoviário é um dado adquirido e uma preocupação crescente e corriqueira.

No entanto, estes veículos, que para muitos podem ainda parecer pura ficção-científica, serão capazes de transportar mercadorias e pessoas. Ou seja, são os táxis do futuro. Além de tudo isto, os utilizadores vão poder requisitar uma destas boleias apenas com um smartphone.

A CNET afirma que o desenvolvimento destes veículos está a sofrer alguns contratempos, não ao contrário do que acontece no setor dos carros autónomos. O site avança que a empresa está a braços com complicações no desenvolvimento de software de deteção de obstáculos, para que estes “carros voadores” não sejam obrigados a interromper a viagem ao contornar a primeira esquina.


Com o nome de código “Vahana”, esta autoestrada flutuante, onde vão circular estes carros voadores (sim, é tudo muito vanguardista), é tida como a primeira fase de um projeto a longo prazo da Airbus, cujo ponto alto deverá ser a construção de sistemas de transporte coletivo, a que a empresa quer chamar “CityAirbus”.

fonte: Sapo TEK

Bolas pré-históricas alienígenas ou fetos: Descoberta misteriosa ao largo da costa do Reino Unido


As bolas incomuns encontradas nas praias no sul da Inglaterra surpreendeu os turistas.

Muitos turistas ficaram intrigados com a descoberta nas praias dos condados de Devon e Cornwall (Reino Unido) de centenas de bolas 'Aliens', relata Daily Mail.

As testemunhas acreditam que a descoberta são 'bolas' pré-históricas ou até mesmo objectos de origem alienígena. Alguns pais proibiram os seus filhos de tocar por medo de ser venenoso. "Eu levei uma para casa, mas fiquei com medo que poderia atacar e joguei fora, " diz um turista.

No entanto, os cientistas acreditam que teem a resposta para o enigma. Os biólogos marinhos estimam que é uma espécie de ouriços do mar que habitam as zonas costeiras da Grã-Bretanha e Irlanda. 

Ao morrer soltam suas conchas de cor castanha. O período excepcional de calma do mar pode ter permitido um aumento na reprodução deste plâncton, o que fez com que, em última análise, a morte dos ouriços.

Segundo estes especialistas em Maio de 1995, um caso semelhante de morte em massa de ouriços do mar nas costas do sul do Reino Unido foi gravado.

fonte: RT

Por que são diferentes os Portugueses?


O Português têm uma sequência de ADN único não encontrado em qualquer outro lugar na Terra . Os cientistas estão surpreendidos e excitados com a descoberta do gene A25-BIS-DR2.

A25-bis-DR2

Esta sequência especial de aminoácidos só podem ser encontrado num só povo, os ibéricos "Lusitanos". O A26-B38-DR13 já sabemos que é o gene mais antigo da humanidade, mas o A25-BIS-DR2 é único, e não é encontrado até mesmo em outras pessoas do Mediterrâneo.


O significado

Se compararmos o genoma humano com o armazenamento de dados do computador do genoma humano diplóide é igual a 1,5 gigabytes de armazenamento / informação. 

Enquanto os geneticistas estão sub-forma de estudar o genoma humano já mapeados ainda estamos longe de compreender as funções e interacções de cada gene.

Enquanto isso ... o nosso gene especial pode ser facilmente explicado por poetas. Para alguns, contém o Quinto Império, para outros o avião.


Flor do Mar - 1511


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