segunda-feira, 23 de abril de 2018

Canadiano acusado de matar curandeira foi espancado até à morte


Um canadiano, de 41 anos, foi linchado numa zona da Amazónia, no Peru, depois de ter sido acusado, pelos locais, de ter matado uma curandeira, de 81 anos.

Sebastian Woodroffe foi espancado até à morte, depois de ter sido acusado de ter matado Olivia Arevalo, uma curandeira local de 81 anos.

Segundo o jornal "The Guardian", as autoridades encontraram o corpo do canadiano enterrado a um quilómetro da casa de Olivia, no sábado, depois de terem sido alertadas para um vídeo do linchamento, que estava a circular nas redes sociais, desde sexta-feira. O vídeo mostra um homem com uma corda ao pescoço, a ser arrastado, enquanto um grupo de pessoas observava. Antes de ser capturado, terá existido uma recompensa pelo cidadão canadiano

Olivia Arevalo, uma curandeira da tribo Shipibo-Konibo, foi morta a tiro, na quinta-feira, perto da sua casa em Victoria Gracia, na região amazónica de Ucayali, no Peru. Os habitantes da aldeia acusaram Woodroffe, suposto cliente habitual da curandeira, de cometer o crime.

O general Jorge Lam, líder da investigação dos dois homicídios, informou que as autoridades estão a investigar várias pistas relacionadas com as mortes. Até ao momento, não existem indícios de que Woodroffe tenha sido o culpado da morte de Olivia.

A morte de Olivia está a causar indignação no Peru, devido a outros homicídios envolvendo ativistas indígenas, que não foram resolvidos pelas autoridades.


'OVNIs são reais', afirma ex-piloto norte-americano


Um ex-piloto da Força Aérea dos EUA fez uma declaração bombástica depois de ter perseguido, na década de 70, um objecto voador não identificado que deslocava-se a mais de 12 mil quilómetros por hora.

George Filer III, de 82 anos de idade e com mais de 20 anos de experiência na aviação, dirige a MUFON de Nova Jersey, uma organização que investiga avistamentos de OVNIs.

Quando Filer estava na Escócia prestando serviço durante a Guerra Fria, ele lembra-se de ter pilotado uma aeronave militar que tentou interceptar um objecto que, no radar, parecia tão grande quanto uma ponte.

"Quando chegamos mais perto, podíamos ver as luzes à distância: era como um navio de cruzeiro que você vê à noite, com múltiplas luzes", disse.

Segundo ele, ao aproximar-se a cerca de 8 km, o objecto enorme parecido com um longo cilindro rapidamente subiu para o espaço. 

Primeiramente, George contou sua história ao jornal norte-americano Asbury Park Press, mas desde então ganhou popularidade na Internet.

fonte: Sputnik News

OVNIs acompanhados por luzes enigmáticas surgem no céu do Arizona


Usuários do YouTube ficaram pasmados com um vídeo mostrando feixes de luz roxa no céu do estado do Arizona com objectos não identificados pairando em fundo.

O vídeo, publicado no canal Earthly Patriot, foi gravado às 22h40 a 11 de abril na cidade de Phoenix, Arizona.

Enquanto o primeiro feixe de luz parece cair em direção à terra, o segundo, de acordo com o autor do vídeo, "parece estar vindo debaixo e subindo" como se fosse uma espiral.

O segundo objecto misterioso só aparece após um OVNI ter surgido na imagem, voando por trás da montanha. Depois de aparecer o feixe, porém, parece que o mesmo objecto voa passando pela montanha na direcção oposta, enquanto o segundo voa rumo à montanha.

Alguns dos comentadores do vídeo ligaram os pontos, chegando à conclusão que o registo é um exemplo de vida extraterrestre, sugerindo que os alienígenas estão acompanhando de perto os humanos.

Outro usuário, Nelson Hernandez, opinou que pode haver "uma guerra em curso nos nossos céus", o que explica os movimentos irregulares dos OVNIs.

No entanto, nem todos viram nestes objectos uma prova de vida extraterrestre, mas sim do HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program, em inglês).

Em particular, estes usuários acreditam que as luzes poderiam fazer parte do programa financiado pelas Forças Armadas dos EUA para analisar a ionosfera. Segundo várias especulações, o HAARP permite ao governo norte-americano controlar as condições climáticas.

"Os feixes roxos podem muito provavelmente ser parte do projeto HAARP […] que tem a capacidade de produzir todos os tipos de imagens no céu, criar sons loucamente altos, etc.", escreveu o internauta Dolphin Dream, acrescentando que isso não deve ser bom para a humanidade ou o planeta.


fonte: Sputnik News

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Revelado segredo natural dos mergulhadores nómadas da Indonésia



Uma tribo de mergulhadores nómadas há muito que era estudada. Tudo porque conseguem ficar debaixo de água mais de dez minutos, atingindo 60 metros de profundidade. Um grupo de investigadores concluiu que o mistério está relacionado com o aumento do tamanho do baço.

Durante mais de mil anos, a tribo Bajau, natural da Indonésia, viajou pelos mares do sudeste asiático, sobrevivendo através da pesca em mergulho livre, auxiliados com lanças e óculos feitos com madeira. Estes mergulhadores desenvolveram a capacidade de permanecer longos períodos de tempo submersos, atingindo vários metros de profundidade.

As suas capacidades naturais para viverem de forma exclusiva daquilo que o mar tem valeu-lhes a alcunha de "nómadas do mar". Um recente estudo revelou que as suas capacidades de mergulho se devem ao desenvolvimento do baço, que lhes permite utilizar o oxigénio de forma mais eficiente.

Melissa Ilardo, da Universidade de Cambridge, passou um período de tempo em Jaya Bakti, na Indonésia, recolhendo amostras e realizando análises de ultrassom ao baço dos membros da tribo Bajau e dos seus vizinhos, os Saluan.

Os resultados foram processados na Universidade de Copenhaga e demonstram que os Bajau têm um baço que é 50% maior do que os Saluan. Um conjunto de estudos anteriormente desenvolvidos já tinha apontado a hipótese de que o baço desempenhava um papel importante na capacidade de mergulho do ser humano. Este estudo revela pela primeira vez que a capacidade de o Homem se manter submerso pode ser influenciada por este órgão.

"Até agora não se sabia se os "nómadas do mar" se tinham adaptado geneticamente ao seu estilo de vida extremo", disse Melissa Ilardo.

A equipa de investigadores descobriu que os Bajau têm um gene chamado PDE10A que os Saluan, que passam mais tempo em terra, não possuem. "Acreditamos que os Bajau têm a capacidade de aumentar os níveis de hormônio da tiroide, desenvolvendo, assim, o tamanho do baço", revelou a cientista.

O baço desempenha um papel central em prolongar a capacidade de mergulho, já que faz parte daquilo que é conhecido como a resposta "do ser humano ao mergulho", que é acionada para ajudar o corpo humano a sobreviver a uma ambiente privado de oxigénio.

Este não é o primeiro caso de uma tribo que apresenta capacidades físicas que lhes permite sobreviver nos locais mais inóspitos do planeta. Os Sherpas, nos Himalaias, destacam-se por conseguirem subir o Evereste sem recurso a qualquer auxiliar de oxigénio. As pessoas que vivem em lugares com elevada altitude têm uma capacidade pulmonar superior à media da população e desenvolveram músculos mais fortes junto ao coração.


Pilotos relatam OVNI no sul do Arizona


No inicio deste ano, uma luz brilhante de uma aeronave não identificada, foi registada no céu sobre o estado do Arizona, no sudoeste dos EUA.

Dois pilotos experientes repararam que o objecto estava sobrevoando seus aviões. Vale destacar, que os dois pilotos estavam voando em aeronaves diferentes quando registaram ao mesmo tempo o surgimento estranho no céu, informa o canal Fox 7.

Um dos pilotos trabalha na American Airlines, o outro — na Learjet. Os dois pilotos reportaram que a luz estava sobrevoando a uns 12 metros.

O piloto do Learjet foi o primeiro a notar num objecto estranho e perguntou ao controlador de tráfego aéreo se algo tinha passado por ele nos últimos 30 segundos, recebendo resposta negativa, enquanto o seu colega da American Airlines declarou posteriormente que poderia ser um OVNI.

O membro do Learjet disse ao seu chefe que viu uma luz movendo-se tão rapidamente como o avião. A coisa mais extraordinária foi que o controlador de tráfego aéreo não o avisou sobre a aproximação do outro avião. O sistema de aviação que, como se supõe, deve dar alertas de quaisquer objectos que estão por perto, não registou nada.

"Não sei o que era. Não era um avião, era algo que estava movendo-se na direcção oposta", assinalou o piloto do Learjet.

As impressões do segundo piloto foram as seguintes: "Não consegui distinguir se era um balão ou qualquer outra coisa, mas estava emitindo uma luz ou reflectindo-a, indo na direcção oposta."

Afinal, ambos concordaram tratar-se de um objecto suspeito que não voava como um balão habitual.


fonte: Sputnik News e Fox 7

Cientistas procuram a civilização industrial do tempo dos dinossauros


Seres reptilianos e inteligentes chamados Silurianos viveram na Terra, muito antes de a humanidade aparecer. Certeza na ficção científica do “Doctor Who”, hipótese teórica de uma investigação que envolve o director do Instituto Goddard da NASA para os Estudos Espaciais – que analisa a possibilidade de encontrarmos uma eventual civilização industrial anterior à nossa.

Esta investigação realizada por Gavin A. Schmidt, climatólogo e director do Instituto Goddard da NASA para os Estudos Espaciais (GISS), e por Adam Frank, professor de Astronomia e de Física da Universidade de Rochester, nos EUA, aborda a possibilidade de ter existido uma civilização industrial antiga, especulando como é que poderemos encontrar provas da sua existência.

Formas de vida complexas existem na Terra há cerca de 400 milhões de anos, enquanto a civilização industrial humana tem apenas cerca de 300 anos. Este cenário levanta a possibilidade de ter existido, muito antes de a humanidade existir, uma outra civilização inteligente e não humana.

É assim que os investigadores contextualizam o que chamam de “Hipótese Siluriana”, numa referência ao “velho episódio do Doctor Who com répteis inteligentes”, como explica Adam Frank num artigo no The Atlantic.

O professor de astronomia refere-se a episódios da série de ficção científica britânica “Doctor Who”, que foram exibidos nos anos de 1970, que tinha os répteis bípedes e inteligentes chamados Silurianos como protagonistas.

Na história fictícia, os Silurianos teriam evoluído na Terra há entre 443 a 416 milhões de anos, entrando depois em estado de hibernação, para evitar as catástrofes do planeta, e “acordando” devido a uma experiência nuclear secreta numa mina escocesa.

A “pegada geológica”

Os investigadores não encontraram “nenhuma evidência de outra civilização industrial” além da nossa, e depararam-se com mais perguntas do que respostas.

Perceber que pegadas geológicas deixam as civilizações e se é possível detectar uma civilização industrial no registo geológico, depois do seu desaparecimento da face da Terra, são algumas das questões abordadas no estudo publicado na segunda-feira no International Journal of Astrobiology.

A “Hipótese Siluriana” define uma civilização pelo uso da energia, e Schmidt e Franck partem do conceito do Antropoceno, a nova era humana que vivemos presentemente, segundo a teoria de alguns cientistas.

O Antropoceno é caracterizado pela forte marca da actividade humana no clima e no meio-ambiente, com os combustíveis fósseis a serem definidos como a grande “pegada geológica” dos humanos.

Analisando as evidências que os futuros cientistas poderão encontrar do Antropoceno, daqui a milhões de anos, os investigadores traçaram os tipos de vestígios que uma civilização industrial antiga poderá ter deixado.

“Os seres humanos começaram a queimar combustíveis fósseis há mais de 300 anos, marcando o início da industrialização“, refere o comunicado sobre o estudo divulgado pela Universidade de Rochester.

“A emissão de combustíveis fósseis para a atmosfera já alterou o ciclo do carbono de uma forma que está registada nos isótopos de carbono.”

Mas a “pegada geológica” humana pode ser também detectada devido ao aquecimento global, à agricultura, à contaminação por plásticos e à guerra nuclear.

“O uso extensivo de fertilizante, por exemplo, mantém 7 mil milhões de pessoas alimentadas, mas também significa que estamos a redireccionar os fluxos de nitrogénio do planeta para a produção alimentar”, explica Franck , realçando que “futuros investigadores devem ver isto nas características do nitrogénio que vai aparecer nos sedimentos da nossa era”.

“Até o uso de esteróides sintéticos se tornou tão generalizado, que também poderá serdetectado em estrato geológico daqui a 10 milhões de anos“, acrescenta.

É para este tipo de indícios que se deve olhar para procurar essa tal civilização industrial antiga, mas Franck avisa que “seria muito fácil” não a detectar, caso tenha “durado apenas 100.000 anos, o que já seria 500 vezes mais do que a nossa civilização industrial conseguiu até agora”.

O curioso é que nem Schmidt, nem Franck acreditam que essa civilização antiga possa ter existido, mas só o facto de se questionar se existiu permite analisar os tipos de impactos que uma qualquer civilização pode ter na Terra. E isto leva à problemática das alterações climáticas.

Irónico é que quanto mais uma civilização actuar de forma sustentável, e portanto com menor impacto energético no planeta, menos “pegadas” da sua existência deixarápara as futuras gerações, atestam os investigadores.

Mas a principal conclusão deste estudo é que a queda de civilizações pode ser o gatilho para despoletar civilizações futuras, abrindo também novas teorias e ideias para a procura sinais de vida extraterrestre.

A investigação “abriu a possibilidade especulativa de que alguns planetas podem ter ciclos de construção e de queda de civilizações impulsionados pelos combustíveis fósseis“, atesta Franck no The Atlantic.

“Se uma civilização usa combustíveis fósseis, as alterações climáticas que despoleta podem levar a um grande decréscimo nos níveis de oxigénio no oceano. Estes níveis baixos de oxigénio – chamados anoxia do oceano – ajudam a desencadear as condições necessárias para fazer combustíveis fósseis como o petróleo e o carvão”, atesta o investigador, concluindo que, deste modo, uma civilização e o seu desaparecimento “podem semear novas civilizações no futuro”.


fonte: ZAP

Cientista descobre acidentalmente como criar embriões sem óvulos nem esperma


O laboratório decidiu destruir os embriões criados, por acidente, sem óvulos nem esperma, para assegurar-se de que não se desenvolviam mais.

O investigador Yue Shao não estava a estudar como criar um embrião. No entanto, sem se aperceber, fez uma surpreendente descoberta no seu laboratório, na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, de acordo com a RT.

Enquanto trabalhava com vários tipos de células-mãe para formar estruturas, uma delas organizou-se rapidamente na forma de um círculo desviado. Depois de o analisar detalhadamente, o investigador concluiu que essa amálgama se tinha convertido em algo semelhante a um ser humano na sua fase inicial.

Shao informou prontamente os seus companheiros de trabalho, uma equipa mista de biólogos e engenheiros, sobre o que estava a acontecer. Todos concordaram que deveriam “averiguar o que fazer. Devemos ser muito cautelosos“.

Apesar da importância da experiência, estas estruturas celulares parecidas com embriões não estão completas e não se poderiam converter numa pessoa sem uma intervenção de engenharia genética.

A esta estrutura celular, faltavam os tipos de células necessários para criar uma placenta, um coração, ou um cérebro. Ainda assim, os “embriões” de Michigan são suficientemente realistas para que o laboratório tenha decidido destruí-lo, de forma a assegurar-se de que não se desenvolvem mais.

Um ano antes, o trabalho de outro laboratório no Japão conduziu ao nascimento de crias de ratos vivas, utilizando zigotos que a equipa de cientistas fabricou a partir de células epiteliais adultas.

Estas descobertas permitem avançar em alguns dos problemas mais difíceis de resolver da biologia reprodutiva. Quarenta anos depois do nascimento do primeiro bebé proveta, a investigação genética está perto de uma nova revolução biológica.

No entanto, os especialistas em bioética advertem que é necessário reconsiderar o que significa reproduzir e criar um bebé humano. Especialmente, destacam a grande responsabilidade sobre as possíveis consequências éticas, sociais, legais ou até mesmo ambientais de tais tecnologias e experiências.

fonte: ZAP

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Descritas cinco novas espécies de pseudo-escorpiões em Portugal

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Pseudo-escorpião da nova espécie Occidenchthonius goncalvesi DR

Bióloga da Universidade de Aveiro já descobriu, ao longo da última década, 49 espécies.

A bióloga Ana Sofia Reboleira, da Universidade de Aveiro (UA), descobriu cinco novas espécies de pseudo-escorpiões em grutas do Algarve, Alentejo, Penela e Leiria. Os novos pseudo-escorpiões foram anunciados ao mundo na edição de Abril da revista Journal of Arachnology, em colaboração com o investigador Juan Zaragoza, da Universidade de Alicante, em Espanha.

Os pseudo-escorpiões pertencem à classe dos aracnídeos e são popularmente conhecidos como falsos-escorpiões porque, apesar de não terem o ferrão e um longo abdómen, são semelhantes aos escorpiões, explica um comunicado da UA. Ao contrário dos escorpiões, que têm o aguilhão no fim do corpo, com o qual inoculam o veneno, os pseudo-escorpiões são desprovidos dessa estrutura e inoculam o seu veneno nas presas com as pinças.

Estas descobertas aumentam para 49 as novas espécies descritas ao longo da última década pela espeleóloga e investigadora do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da UA, Ana Sofia Reboleira.

Uma das espécies, descoberta em grutas do maciço calcário do Algarve, foi baptizada Occidenchthonius goncalvesi em homenagem a Fernando Gonçalves, professor do Departamento de Biologia da UA.

“Esta nova espécie, que tem cerca de dois milímetros de comprimento, é um organismo troglóbio, que significa que está adaptado à vida nas grutas, é despigmentado e carece de estruturas oculares, uma vez que vive num ambiente onde a obscuridade é total”, descreve a bióloga, adiantando que se trata de um animal que só vive em grutas do maciço calcário do Algarve.

As restantes quatro espécies de pseudo-escorpiões que Ana Sofia Reboleira deu a conhecer à ciência pela primeira vez são: a Occidenchthonius alandroalensis, descoberta numa gruta no Alandroal, no Alentejo; a Occidenchthonius algharbicus, descoberta numa gruta do Cerro da Cabeça, no Algarve; a Occidenchthonius duecensis, encontrada no sistema espeleológico do Dueça, em Penela; e a Occidenchthonius vachoni, no maciço calcário de Sicó, em Leiria.

“As cinco novas espécies pertencem todas ao mesmo género, portanto são muito similares”, diz a investigadora, explicando que a diferença entre elas encontra-se “ao nível do padrão da distribuição das sedas, que são as estruturas sensitivas do organismo e das estruturas reprodutoras, bem como as proporções relativas das diferentes partes corporais e a presença de estruturas especializadas”.

fonte: Público