domingo, 25 de junho de 2017

O maior canário do mundo é da ilha de São Tomé

Martim Melo

Quem olhe para ele nem diz que é um canário, afinal é castanho-escuro e do tamanho de um estorninho. O nome deste canário gigante é bico-grossudo-de-são-tomé e está ameaçado de extinção.

Quando pensamos em canários vem-nos logo à cabeça uma ave amarelinha. Mas esqueçamos as ideias feitas, porque o maior de todos é castanho-escuro, quase arruivado, e tem um grande bico. É também uma ave imprevisível: foi vista pela primeira vez no final do século XIX e depois foram precisos mais de 100 anos até ser de novo observada. O bico-grossudo-de-são-tomé vive nas florestas primárias no Sul da ilha de São Tomé, no golfo da Guiné, e nos últimos anos tem sido alvo de um novo estudo e até ganhou um novo nome científico: agora é o Crithagra concolor, como se pode ler num artigo na revista International Journal of Avian Science.

Em 1888, o naturalista português Francisco Newton apanhou o primeiro bico-grossudo-de-são-tomé. Ou melhor, um anjolô, como ficou conhecido na altura em associação a tcholô, que significa “ave” para os habitantes do arquipélago de São Tomé e Príncipe. Dois anos depois, o naturalista capturou mais dois exemplares. Um deles, que serviria para descrever a espécie, foi para o Museu de História Natural de Londres. Os outros foram para o Museu de História Natural de Lisboa e em 1978 acabaram por ser destruídos por um grande incêndio.

Digamos que o século XX foi negro para esta ave. Pensava-se até que estivesse extinta. Só em 1991 foi vista por observadores de aves britânicos e sul-africanos, como nos indica Martim Melo, biólogo do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (Cibio), da Universidade do Porto, e principal autor do artigo na International Journal of Avian Science.


Foto Ilustração do maior canário do mundo PETER NILSSON

O século XXI marcou um novo rumo. Em Janeiro de 2002, a ave foi observada pela equipa de Martin Dallimer, da Universidade de Leeds (Reino Unido). Nesse mesmo ano, Martim Melo iniciou um doutoramento sobre a origem das aves endémicas de São Tomé e Príncipe. Afinal, só as florestas de São Tomé há 17 aves que só vivem ali. Têm mais duas espécies endémicas que partilham com a ilha do Príncipe e uma outra que também se encontra no Príncipe e na ilha de Ano-Bom (da Guiné Equatorial).

Martim Melo sabia que para encontrar o bico-grossudo-de-são-tomé tinha de ir pelas florestas primárias e, para isso, teve a ajuda de três são-tomenses que conheciam bem o terreno: Pedro Leitão, Luís Mário e Lúcio Primo. Foi nessa aventura que em Dezembro de 2002 observou a ave pela primeira vez. Encontrou também um arbusto endémico (o Dicranolepis thomensis), como o que Martin Dallimer tinha encontrado quando observou o bico-grossudo-de-são-tomé. Contudo, as bagas ainda estavam verdes. Esperou um mês e, já em 2003, Martim Melo voltou ao local. Mas continuavam verdes.

Como resolver o problema? Pintou-as de vermelho e colocou lá redes. Parecia ter sido em vão. E quando estava prestes a retirar as redes, eis que viu que estava lá uma ave: o imprevisível bico-grossudo-de-são-tomé. “Um enorme grito ecoa pela floresta”, contou Martim Melo num resumo sobre o artigo.

Apesar dos esforços nos anos seguintes, em 2005 apanhou mais dois exemplares. E em 2011, numa expedição financiada pela National Geographic, capturou outro. Próximo passo: perceber em laboratório a evolução desta ave. Afinal, como dizia no resumo: “Conseguir amostras de sangue desta espécie soa um pouco como pôr as mãos no Santo Graal.”


Foto Floresta primária em São Tomé MARTIM MELO

Antes de libertar os exemplares, mediu-os e recolheu amostras de sangue. Percebeu então que era mesmo um canário, pois antes havia a dúvida se seria um tecelão ou um canário. Esta “expedição” em laboratório levou também a que lhe fosse dado um novo nome. Em vez de Neospiza concolor, como a designou o zoólogo José Vicente Barbosa du Bocage (1823-1907), passou a ser Crithagra concolor, que pertence à família Fringillidae, onde estão os canários.

Percebeu assim que estava perante o maior canário do mundo. Tem cerca de 20 centímetros e ultrapassa o Crithagra burtoni (ou canário-cinzento-das-montanhas, que se encontra no Monte Camarões ou em montanhas de Angola), que tem cerca de 15 centímetros. O Crithagra concolor é também 50% mais pesado do que o seu “parente”.

Em todo este trabalho, Martim Melo encontrou ainda o “irmão” do bico-grossudo, que vive em São Tomé e no Príncipe: o canário-de-são-tomé-e-príncipe (o Crithagra rufobrunnea) e tem 12 centímetros. O biólogo conta que as populações ancestrais das duas espécies se devem ter encontrado entre há 500 mil anos e um milhão de anos e não deviam ser tão diferentes como hoje.

E como é que o bico-grossudo se tornou gigante? Por enquanto há só hipóteses. “Muitas vezes nas ilhas, as espécies aumentam de tamanho”, explica Martim Melo. Isto porque em geral há pouca competição entre espécies e a espécie que chegou primeiro, neste caso o bico-grossudo-de-são-tomé, vai crescer mais. E quando chegaram à ilha outros indivíduos da mesma espécie, a competição aumentou (como aconteceu com a chegada do canário-de-são-tomé-e-príncipe), nomeadamente por recursos alimentares. No final, os indivíduos que divergiram mais foram favorecidos. O antepassado do bico-grossudo terá sido assim o que cresceu mais, tornando-se um canário gigante. Além disso, o seu bico de dois centímetros conseguia sementes que o canário-de-são-tomé-e-príncipe não conseguia.

fonte: Público

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Ovelha dá à luz criatura idêntica ao ser humano




Ovelha é encarada pela população como obra do diabo

Os habitantes da localidade rural de Lady Frere, na África do Sul, estão em pânico desde que uma ovelha pariu um animal completamente deformado. 

A comunidade de Lady Frere é conhecida por ser supersticiosa e, por isso, está a encarar este nascimento como "obra do diabo", isto porque a criatura parece-se tanto como um cordeiro como com um humano. 

Nas fotografias divulgadas pelo jornal britânico Daily Mail, pode ver-se que o animal nasceu sem pelo e com traços físicos que não se assemelham a de uma ovelha. 

Vários veterinários já se deslocaram ao local e confirmaram que aquele ser é real, mas negou qualquer tipo de cruzamento entre uma ovelha e um homem. De acordo com os especialistas, a criatura "não é humana, é um nado morto que foi infetado por uma febre que a progenitora teve no início da gestação".


Gato nasce com duas caras

Gato com deformidade nasceu na manhã desta segunda em Jacareí. (Foto: Arquivo Pessoal/ Lilian Carla)

Caso foi o único de entre os cinco irmãos

O ‘raro’ episódio de um gato que nasceu com duas caras aconteceu na última segunda-feira, na região de Jacareí, São Paulo. 
Segundo especialistas, o felino nasceu com um defeito congénito e foi o único de entre os cinco irmãos. Para os técnicos, este caso é algo raro de se acontecer e deve-se a um erro na formação genética do embrião. 

Lilian Carla, dona do animal, referiu à imprensa local que a mãe do animal terá entrado em trabalho de parto por volta das 8h e que a deformação só foi percebida na manhã do dia seguinte. 

A dona contou que o felino foi rejeitado pela mãe, que o comeu um dia após dar à luz. Para os especialistas esta é uma situação natural, caso uma das crias nasça com alguma anomalia. 

Segundo a especialista em felinos Juliana Souza "não é sempre que vemos esse tipo de caso, mas acontece quando ocorre algum erro na formação genética na fase embrionária. Mesmo que a mãe não o matasse, provavelmente ele não teria um longo tempo de vida", explicou Juliana, citada por jornais locais. 

Na base dessas anomalias poderá estar a vacina anticoncepcional, quando ela é aplicada numa gata já grávida, exemplificou a veterinária.


Milhões de americanos acham que leite achocolatado vem de vacas castanhas


7% dos norte-americanos não sabe que o leite com chocolate não vem de vacas castanhas

Cerca de 16,4 milhões de norte-americanos acredita que o leite com chocolate vem das vacas castanhas. E muitas crianças não sabem que a alface é um vegetal.

Segundo um inquérito online levado a cabo pelo Innovation Center of U.S. Dairy, 7% da população norte-americana não sabe que o leite achocolatado que compra nas lojas é, na verdade, leite ao qual é adicionado chocolate e açúcar, entre outros ingredientes. Esses 16,4 milhões de pessoas equivalem, aproximadamente, ao número de habitantes do Estado da Pensilvânia.

De resto, conta-nos os "The Washington Post", a desinformação dos norte-americanos acerca da origem dos alimentos tem sido alvo de estudo ao longo de décadas.

Por exemplo, numa investigação realizada no início dos anos 90, verificou-se que cerca de 1 cada em 5 adultos não sabia que os hambúrgueres eram feitos de carne de vaca. Outros inquéritos apuraram que crianças a frequentar os 4.º, 5.º e 6.º anos de escolaridade desconheciam que as cebolas e a alface eram vegetais ou que o queijo era feito a partir do leite.

Peritos ouvidos por aquele jornal consideram que o passar dos anos não terá contribuído para um melhor conhecimento dos norte-americanos em relação ao que comem, apesar de ações crescentes realizadas junto da população escolar. Consideram ainda que têm uma visão demasiado industrializada da alimentação, consumindo produtos mais processados e, por isso, mais distantes da sua forma e sabor originais.


Nova múmia descoberta no Peru pode mesmo ser alienígena


Um novo mistério acaba de encontrado na região de Nazca no Peru. 

Os produtores de filmes do site gaia.com e pesquisadores de vários países irão investigar a descoberta de um corpo mumificado, a fim de determinarem se é um ser pertencente à raça humana, ou não. 

Universidades e cientistas independentes estão actualmente analisando a múmia e os materiais encontrados, que são diferentes de tudo já descoberto no Peru.

A múmia em si mede 1,68 metros de altura, possui três dedos em cada mão e pé, com um crânio levemente alongado. Ela estava envolta em um pó branco, que possivelmente foi usado para “secar” a pele, mas debaixo desta cobertura havia uma pele acinzentada, que é o que ocorre com corpos mumificados. Os tamanhos do nariz e das orelhas da múmia são mínimos.

Testes de Carbono 14, que foram feitos para determinar a idade da múmia, retornaram um período entre 245 D.C. a 410 D.C.

A tomografia computadorizada da múmia mostrou que realmente há ossos dentro deste invólucro, o que descarta a possibilidade de ser meramente um “trabalho de arte”, assim por dizer.

A radiologista de análise músculo-esquelético do Hospital da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos. M.K. Jessie, disse que, pelo que ela pôde ver nas imagens da tomografia, as anomalias com os dedos e o crânio não parecem ter sido algo causado artificialmente.


fonte: OVNI Hoje

Jovem quase consegue captar ETs


Um menino na Polónia, durante um passeio nocturno de bicicleta, próximo de uma plantação de milho, conseguiu chegar muito perto de objectos voadores luminosos.

Os sons na gravação são realmente pavorosos.

Felizmente, ele estava filmando seu passeio, o que lhe permitiu mostrar para o mundo esta aparição misteriosa. Mas, quando ele entrou na plantação, os OVNIs foram embora, voando lentamente. O que extraterrestres estariam fazendo em plantação na Polónia?


fonte: Sputnik News

Dedo do pé em madeira com 3000 anos pode ser uma das próteses mais antigas


Descoberta feita num cemitério perto de Luxor, no Egipto.

Egiptólogos suíços reanalisaram um dedo de pé em madeira com cerca de 3000 anos e concluíram que pode ser uma das próteses humanas mais antigas, informou a Universidade de Basileia em comunicado.

A prótese, examinada com técnicas de microscopia moderna, tecnologia de raios X e tomografia computorizada, pertencia a uma mulher e foi descoberta no antigo cemitério egípcio da elite social de Sheikh ‘Abid el-Qurna, perto da cidade de Luxor.


Especialistas das universidades de Basileia e de Zurique, ambas na Suíça, e do Museu Egípcio, no Cairo, onde se encontra guardado o achado arqueológico, sugerem que o dedo de madeira foi adaptado várias vezes ao pé da sua portadora, a filha de um sacerdote.

Os investigadores conseguiram identificar os materiais usados na prótese ortopédica e o método a partir do qual foi produzida. Segundo o estudo, o dedo artificial indica que o artesão que a fabricou estava familiarizado com a anatomia humana. Por outro lado, o facto de a prótese ter sido feita de forma meticulosa indicia que a mulher que a usava valoriza a estética e o conforto.

fonte: Publico

Répteis.. Humanóide de Nazca

Foto de Frederick Lanker.

JOSEFINA

Muitos perguntam-se o porquê uma das espécimes de 60 cm., cujas características se assemelha às de um réptil em forma humanóide e que além disso se encontra grávida chama-se "Josefina", pois bem esse nome foi escolhido por um dos integrantes do Instituto Inkarri e braço direito do Thierry Jamin, o Senhor José Casafranca Montes, em virtude de que aqueles que integram a equipe de investigação alguns deles incluindo eu temos por nome "José" (José Zalce, José Rios, Jose Maussan) além disso fomos testemunhas de tão revelador acontecimento ao estar presente no momento de obter a radiografia deste belo espécime fêmea cujo no interior existe três ovos.

É assim que ali mesmo na sala de raio-X, se chamou a este belo exemplar de "Josefina".

O que para mim é uma grande honra e respeito profundo a este achado único no mundo no país irmão do Perú!!!!!

Biólogo José da C. Rios Lopez
Dr. Edson Salazar Vivanco
Investigador e geógrafo Thierry Jamin
Jois Mantilha, Fernando Correa Dominguez e Fernando Correa Dominguez
Adolfo Branco Tattoo
Cesar Alexandre Soriano Rios e Cesar Soriano Rios

Frederick Lanker


fonte: Facebook

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