quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Ratazanas comem abacates, roem cabos e atacam funcionários de restaurante em Nova Iorque

 

Um restaurante da cadeia de comida mexicana Chipotle, em Manhattan, Nova Iorque, foi sitiado por ratazanas que por ali adquiriram o gosto caro de muitos nova-iorquinos. Gostam de comer abacates e burritos, atacam funcionários e obrigaram ao encerramento por tempo indeterminado do estabelecimento.

O local só foi recentemente fechado ao público, depois das ratazanas roerem os cabos do sistema de computadores, levando a que os pedidos dos clientes não pudessem ser processados.

A infestação já tinha sido descoberta no verão, segundo o "New York Post", quando foram encontrados abacates parcialmente comidos e sacos de arroz mordidos. Gostavam tanto daquele fruto, que o restaurante teve que o guardar no frigorífico, para manter os roedores afastados.

"É o caos sempre que uma ratazana aparece", diz um funcionário, Melvin Paulino, àquele jornal. "Estamos todos com medo. É muito comum alguns dos meus colegas começarem a gritar do nada, sem sabermos o que está a acontecer", conta o funcionário, que foi mordido por uma ratazana na última sexta-feira, enquanto limpava.

Embora fechado, os funcionários ainda aparecem regularmente no estabelecimento para limpar, num esforço para combater a infestação. Queixam-se de estarem numa batalha perdida contra as hordas de ratazanas famintas e da equipa gestora a casa que deixou a infestação chegar àquele ponto.

Já quatro funcionários foram mordidos pelos roedores. Contam ainda ter morto dezenas deles usando métodos "medievais", como pisá-los e bater-lhes com cabos de vassoura.

"A saúde e a segurança dos nossos funcionários e clientes são a nossa principal prioridade", diz a diretora de segurança alimentar da Chipotle, citada pelo "New York Post". Segundo Laurie Schalow, a infestação afeta aquela zona do restaurante.

A empresa diz ter contratado um serviço de emergência contra pragas, estar a realizar uma limpeza profunda ao estabelecimento e estar a trabalhar diretamente com o proprietário do local para garantir uma reabertura em segurança.

Não é a primeira vez que um restaurante desta cadeia se vê em problemas com este tipo de roedores.


Descoberto peixe com 81 anos. "Sobreviveu à II Guerra Mundial e viu os Beatles crescerem"

 


Este pargo capturado em 2016 na Austrália foi alvo de vários estudos para apurar a sua idade. É o mais velho alguma vez encontrado num coral.

Alguns peixes marinhos vivem em média 20 anos, mas existem espécies, caso das garoupas, que podem chegar ao meio século de vida, ou até mesmo outros que em águas tropicais atingem os 60 anos. Mas agora, investigadores do Instituto Australiano de Ciências Marinhas (AIMS) descobriram um peixe que bateu todos os recordes de sobrevivência em coral: 81 anos.

O pargo meia-noite foi encontrado em Rowley Shoals, na Austrália, e foi capturado em 2016 no âmbito de uma investigação que procura saber quanto tempo os peixes tropicais podem viver e como as mudanças climáticas os afetam. Mas só agora foram conhecidos os resultados do estudo.

O estudo, publicado na revista Coral Reefs, revela que além deste pargo com 81 anos, foram identificados 11 peixes com mais de 60, incluindo um robalo vermelho de 79 também capturado na mesma área.

"Este peixe sobreviveu à Grande Depressão, à II Guerra Mundial e viu os Beatles crescerem e tomarem mundialmente conta do panorama musical", disse o biólogo Brett Taylor, um dos responsáveis pela investigação. "É incrível que um peixe tenha vivido num recife de coral durante 81 anos", acrescentou.

Dados anteriores indicaram que esta espécie de pargo poderia viver no máximo 70 anos. Aliás, era este o limite de idade para os peixes mais velhos encontrados nas últimas décadas.

Para conseguirem determinar a idade certa dos peixes, os investigadores recorreram ao estudo dos otólitos, um osso interno localizado na orelha dos peixes cujo crescimento anual se reflete da mesma forma que ocorre com os anéis em troncos de árvores.

"Com esta nova investigação conseguimos identificar algumas espécies que estão a conseguir chegar aos 80 anos de vida. Provavelmente poderão existir alguns mais velhos. Ao observarmos estes animais em diferentes temperaturas da água, conseguimos compreender melhor como reagem estas espécies ao aumento das temperaturas devido ao aquecimento global que se faz sentir em todo o lado", referiu o biólogo.

Este pargo é peixe de coral mais velho alguma vez encontrado, mas está muito longe de bater o recorde do peixe mais velho. Esse recorde pertence ao tubarão da da Groenlândia. Uma investigação feita aos olhos deste animal permitiu concluir que estes habitantes do Ártico chegavam a viver 400 anos.


terça-feira, 1 de dezembro de 2020

 



O misterioso monólito de metal que tinha sido encontrado no meio do deserto no Utah, nos EUA, desapareceu tão misteriosamente como apareceu.

O Gabinete de Gestão de Terras do Utah disse no sábado que tinha recebido "notícias credíveis" de que o objeto tinha sido removido por "desconhecidos" na sexta-feira ao final da tarde.

"O gabinete não removeu a estrutura que é considerada propriedade privada. Não investigamos crimes que envolvem propriedade privada, que são entregues ao gabinete do xerife local", acrescentaram.

Nas redes sociais, já há quem tenha publicado fotos do local, dizendo que foi deixado para trás o prisma que estava no topo do monólito.

O monólito triangular, brilhante, que saía quase quatro metros das rochas no sul do Utah, foi visto pela primeira vez a 18 de novembro e surpreendeu os responsáveis que estavam a contar ovelhas desde o ar.

Depois de pousarem o helicóptero para investigarem, a equipa encontrou "um monólito metálico instalado no chão", mas "nenhuma indicação óbvia de quem poderia tê-lo colocado lá".

As notícias da descoberta tornaram-se virais, com muitos a apontar as semelhanças do objeto com os estranhos monólitos extraterrestres que desencadeiam enormes saltos no progresso humano no clássico de ficção científica de Stanley Kubrick, "2001: Odisseia no Espaço".

Outros assinalaram a sua descoberta num ano complicado, de combate à pandemia da covid-19, e especularam de forma otimista que pudesse ter outra função. "Este é o botão para fazer reset a 2020. Será que alguém pode carregar nele rapidamente", escreveu um utilizador do Instagram.

"Alguém levou tempo a usar algum tipo de ferramenta que corte cimento ou algo para escavar, quase na mesma forma do objeto, e embuti-lo bem", disse um porta voz do Departamento de Segurança Pública, Nick Street, ao The New York Times.

"É estranho", acrescentou. "Há estradas perto, mas levar os materiais para cortar a pedra e carregar o metal, que é mais alto do que 3,6 metros em partes -- fazer tudo isso nesse local remoto é definitivamente interessante", referiu.

Alguns referiram as semelhanças do objeto ao trabalho avant-garde de John McCracken, um artista norte-americano que viveu próximo, no Novo México, e morreu em 2011.

Outros lembraram que a série de ficção científica, Westworld, esteve a ser gravada na zona.


Misterioso objeto no meio do deserto de Utah. "A coisa mais estranha que encontrei"

 


Foi esta estrutura metálica que permanece misteriosa que foi encontrada no meio do deserto de Utah


Um biólogo tinha como objetivo contabilizar a população de carneiros selvagens na região, mas foi uma estranha estrutura metálica que encontrou que se tornou notícia. Há já várias teorias sobre o que estará na origem deste 'monólito'. Uma instalação artística, extraterrestres ou será que foi um fã do filme "2001: Odisseia no Espaço", de Stanley Kubrick, o responsável por este mistério?

"Foi a coisa mais estranha que os meus olhos encontraram em tantos anos de voo". As palavras ilustram bem como a descoberta de uma estrutura metálica retangular no meio do deserto de Utah, nos Estados Unidos, deixou o piloto de um helicóptero surpreendido.

Mas Bret Hutchings não foi o primeiro a 'dar de caras' com a misteriosa estrutura metálica. Foi um biólogo que seguia no helicóptero o primeiro a ver o 'monólito'. Fazia parte de uma equipa de funcionários públicos do departamento de segurança pública que tentava calcular a dimensão da população de carneiros selvagens numa área remota da região.

O estranho objeto de metal brilhante foi colocada no solo entre as rochas avermelhadas em pleno deserto e tem cerca de 3,6 metros de altura.

"Ei, ei, ei vira", exclamou o biólogo ao piloto quando se deparou com o estranho objeto, ali mesmo naquela região árida. Hutchings perguntou o que se passava e o especialista alertou para o que tinha acabado de ver. "Ele disse: 'Há uma coisa lá atrás. Temos que lá ir ver'".

E assim foi. O helicóptero voltou a sobrevoar aquela zona do deserto, posou o aparelho e a tripulação foi ver de perto o que tinham visto do céu. Nem queriam acreditar no que estavam a ver.

A equipa não resistiu a brincar com a situação e com o mistério em torno deste metal. "Se um de nós desaparece de repente, os restantes fogem", disseram na altura, recordou o piloto em declarações à estação de televisão local KSLTV.

Ainda não há informações sobre a sua origem ou quem terá sido o responsável por este 'monólito' metálico e as teorias sobre este mistério não tardaram a surgir.

O piloto do helicóptero acha que um fã de 2001: Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick, foi o responsável por este mistério, filme onde surgem imponentes 'monólitos' criados por uma espécie alienígena na história de Arthur C. Clarke, que foi adaptada ao cinema.

"Calculo que seja algum artista new wave ou alguém que era um grande fã" do filme" de Kubrick disse Hutchings.

Mas há mais teorias sobre a origem deste metal brilhante no meio do deserto.

"Pensámos se não era algo que a NASA colocou ou algo parecido. Eles estão a lançar satélites?, questionou"

O departamento de segurança pública de Utah divulgou as imagens do objeto e questionou nas redes sociais o que poderia estar por detrás deste monólitometálico.

"Durante as contagens [de carneiros selvagens], encontramos isto, no meio do nada, enterrado bem fundo na rocha. Mentes que questionam, o que é isto? Alguém?", escreveu o organismo público.

E as respostas à questão deixada no ar começaram a surgir e houve quem, em jeito de brincadeira, sugerisse que este estranho objeto é um sinal da presença de extraterrestres.

Muitos foram os consideraram que se trata de uma instalação artística e alguns atribuíram mesmo a 'obra' a John McCracken, um artista minimalista já falecido.

As autoridades não revelaram a exata localização do monólito para evitar que aventureiros se deslocassem àquela região, uma vez que é montanhosa e pode representar muitos perigos.


domingo, 8 de novembro de 2020

Tubarão de duas cabeças e dois corações encontrado no Brasil

 

Animal não só possui duas cabeças, mas também apresenta dois corações e duas colunas vertebrais independentes, além de outros órgãos internos duplos.

Cientistas brasileiros descobriram o primeiro tubarão de duas cabeças alguma vez visto. O animal foi encontrado por pescadores junto ao litoral de São Paulo, entre Itanhaém e Peruíbe, avança a Globo.

De acordo com especialistas, a causa da anomalia pode estar ligada, entre outros fatores, à poluição dos oceanos.

De acordo com o professor e biólogo Ederis Queiroz, do Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente (Ibimm) de Peruíbe, este é "o primeiro caso do mundo, registado e documentado na literatura, de um tubarão galhudo gémeo siamês encontrado na natureza".

O biólogo marinho explica que o animal foi doado para estudo. A partir das análises, os investigadores descobriram que o tubarão não só possui duas cabeças, mas que também apresenta dois corações e duas colunas vertebrais independentes, além de outros órgãos internos duplos.

O cientista diz que não é possível determinar a causa da anomalia, mas que a poluição dos oceanos é uma das causas possíveis. "Os tubarões acumulam metais pesados na sua alimentação, e isso pode gerar o que chamamos de uma mutação, uma anomalia", explicou.

O fenómeno, segundo Edris, também pode estar ligado a alterações genéticas e problemas no útero da mãe: "A compressão do útero pode fazer um ovo fundir-se com outro. Não temos como ter a certeza pois são fenómenos raríssimos. Não sabemos se a raridade acontece porque simplesmente não encontramos este tipo de tubarões ou se são fenómenos realmente diferenciados".

"Com estas novidades, talvez seja possível chamar atenção para os problemas sérios que têm ocorrido nos ambientes marinhos. Este estudo vai ajudar a procurarmos medidas que ajudem na preservação e conservação das espécies", rematou.


domingo, 26 de julho de 2020

Força Espacial norte-americana acaba de lançar quatro satélites secretos


A recém-formada Força Espacial dos Estados Unidos lançou nesta quarta-feira para órbita quatro satélites sob a alçada do National Reconnaissance Office (NRO) – e ninguém sabe ao certo o que farão no Espaço.

Foi a partir do Mid-Atlantic Regional Spaceport, localizado no estado norte-americano da Virgínia, que o lançamento foi feito nesta quarta-feira, detalha o portal Live Science.

O novo ramo das Forças Armadas dos Estados Unidos lançou os satélites a bordo de um foguete Minotaur IV, construído pela empresa norte-americana de tecnologia de defesa Northrop Grumman – foi a primeira vez que um foguete da sua linha voou desde 2013.

O horário exato do lançamento foi mantido em segredo como informação classificada, refere o portal Futurism, que refere que este foi o primeiro lançamento da Força Espacial dos Estados Unidos desde que esta foi criada em meados de dezembro de 2019.

Quase nada se sabe sobre a natureza da carga útil dos satélites e o resumo da missão disponibilizado pela Força Espacial é muito vago.

“O NROL-129 apoia a missão geral de segurança nacional da NRO para fornecer dados de inteligência aos principais formuladores de políticas dos Estados Unidos, à Comunidade de Inteligência e ao Departamento de Defesa”, pode ler-se no documento.

Os satélites lançados da NRO têm como objetivo “fornecer cobertura global contra uma ampla gama de requisitos de inteligência“, fornecedor ainda ajuda durante emergências e esforços de ajuda a desastres.

Trata-se de uma missão classificada, refere ainda o portal Space.com.

fonte: ZAP

Microsoft financia “GoPro para insetos” que é o sonho de qualquer espião


A curiosidade de ver o mundo com os olhos dos insetos é algo intrínseco ao ser humano. Como será atravessar o deserto da caixa de areia do gato, ou o oceano de um charco de água no jardim depois da rega? Engenheiros da Universidade de Washington, apoiados pela Microsoft, anunciaram nesta quarta-feira que, efetivamente, poderemos ter essa visão de insetos. A ideia que tiveram foi colocar uma pequena câmara sem fios nas costas de um besouro.

Assim, por outras palavras, o que estes engenheiros estão a fazer é criar uma ‘GoPro para insetos’.

Conforme foi dado a conhecer, o projeto tem financiamento através de uma bolsa da Microsoft. Assim, com o apoio da gigante do software e com a doação de 980.000 dólares da National Science Foundation, os engenheiros afirmam ter desenvolvido o primeiro sistema de visão totalmente sem fio mecanicamente orientável num fator de forma pequeno o suficiente para montar a bordo de um inseto e transmitir vídeo para um smartphone em 1 a 5 frames por segundo.

Todo o sistema pesa cerca de 250 mg e possui bateria suficiente para gravar imagens durante seis horas.


GoPro para insetos permite ver o mundo com outros olhos

A câmara fica num braço mecânico que pode girar 60 graus para permitir a panorâmica da esquerda para a direita e captar fotos panorâmicas de alta resolução ou rastrear um objeto em movimento. A câmara e o braço são controlados via Bluetooth a partir de um smartphone a uma distância de até 120 m, um pouco mais do que um campo de futebol.

Segundo Shyam Gollakota, professor de Ciência da Computação e Engenharia, que liderou o estudo, até agora, a visão sem fio não era possível para pequenos robôs ou insetos. Contudo, este projeto poderá trazer várias áreas interessantíssimas de ação.



Porquê besouros?

Os investigadores escolheram anexar o sistema removível às costas de dois tipos diferentes de besouros – um besouro que finge a morte e um besouro Pinacate (ou escaravelhos de mau cheiro). Conforme é sabido, os besouros têm a fama de conseguirem transportar cargas mais pesadas que meio grama. Assim, o inseto poderá levar a sua vida sem estar limitado.

Garantimos que os besouros ainda pudessem mover-se adequadamente quando carregavam o nosso sistema. Eles foram capazes de navegar livremente pelo cascalho, subir uma encosta e até escalaram árvores.

Explicou o autor principal Ali Najafi , estudante de doutoramento da UW em engenharia elétrica e de computação.

Os investigadores tiveram o cuidado de verificar que o sistema às suas costas não impedisse de ultrapassar os mais variados obstáculos.

Portanto, no cerne deste projeto está a capacidade de se reduzir drástica no tamanho dos componentes, do peso e potência dos sistemas de visão tradicionais. Então, esta combinação estende o uso de câmaras para novas aplicações que não eram possíveis antes.

fonte: Pplware

quinta-feira, 11 de junho de 2020

Médium garante que Maddie está "viva e bem" aos 17 anos

Maddie McCann

Madeleine McCann está viva, mora na Alemanha e agora chama-se Melanie. Quem o garante é uma médium norte-americana, Fia Johansson, que é consultora a ‘coach’ de vários famosos de Hollywood.

Em entrevista exclusiva ao Daily Star, a vidente explicou que Maddie já não celebra o seu aniversário a 12 de maio, mas sim a 28 de julho. Fia afirma que a menina inglesa, que desapareceu na Praia da Luz em 2007, está a viver uma nova vida, depois de ter sido adotada na Alemanha, e que não tem qualquer ideia de quem realmente é.

"Quanto ao aniversário, temo que tenha mudado a sua data de nascimento real, pelo que não é 12 de maio, e ela não sabe nada sobre isso nem sobre a sua mudança de nome. O ano é o mesmo, mas o mês é julho. Vão celebrá-lo no dia 28 de julho", explicou a médium à publicação inglesa.

"Ninguém da atual família dela tinha qualquer indicação de quando a Madeleine nasceu. Para além disso o nome dela já nem é Madeleine, por isso tudo mudou. Mas em julho e agosto ela celebrará muito. Consigo ver que, atualmente, a mãe dela tem uma irmã, que também nutre um grande amor pela Madeleine. Toda a família ama a personalidade dela e têm uma ligação muito forte", assegura Fia.

A médium norte-americana diz que consegue ver como vai ser a festa de aniversário dos 17 anos de Maddie, agora Melanie. "Normalmente a família junta-se toda para celebrar, mas desta vez serão cerca de 10 a 15 pessoas, todos familiares próximos", explica Fia, dizendo que os pais adotivos de Maddie terão atualmente mais de 70 anos de idade e que, por isso, estão em risco caso sejam infetados pelo novo cornavírus.

"Ela está muito feliz, é muito saudável. Faz exercício. Na casa eles têm um pequeno ginásio e ela é uma jovem de rotinas, aconteça o que acontecer ela cumpre-as. È preocupada com o corpo e não quer engordar. Tem o cabelo lindo e comprido e continua a ser conhecida pelos seus olhos diferentes", termina Fia na entrevista dada ao Daily Star.