segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Cientistas descobrem que monstro marinho descrito numa lenda existe mesmo


Chamavam-lhe enguia leopardo e era um monstro presente em algumas histórias contadas na Florida e no Alabama. Só que esta espécie existe mesmo e esconde-se nos pântanos e lagos daquela região do sul dos Estados Unidos

Afinal é mesmo real. Na Florida e no Alabama, Estados Unidos, havia uma lenda com mais de um século sobre um animal marinho longo como uma cobra, com duas patas traseiras, manchas como as de um leopardo e um adorno na cabeça parecido com os ramos de uma árvore de Natal.

Contavam que este pequeno monstro, com cerca de 60 centímetros, a quem chamavam de "enguia leopardo" escondia-se nos lagos e pântanos daquela região. Mas agora um grupo de cientistas descobriu que esta espécie desconhecida existe mesmo... pelo que os relatos até eram verdadeiros.

A salamandra aquática agora encontrada e estudada corresponde à descrição apresentada na lenda. Foi batizada com o nome de sirene reticulada por causa das manchas e foi alvo de um cuidado estudo por parte de investigadores da Universidade Sul Ross State, em Alpine (Texas) e do Georgia Sea Turtle Center, em Jekyll (Georgia).

A primeira salamandra foi capturada em 1970 e foi classificada na altura como uma espécie desconhecida. Depois disso poucos exemplares voltaram a ser vistos e, como tal, não houve qualquer trabalho de investigação.

O biólogo David Steen, do Georgia Sea Turtle Center, começou já este século a estudar esta espécie, mas só em 2009 conseguiu recolher a primeira salamandra, tendo cinco anos depois encontrado outras três.

"É surreal vê-las, depois de tantos anos a ouvirmos falar destas criaturas - era uma espécie de animal mítico e místico. É tão diferente das outras criaturas com quem partilhamos o planeta", disse Steen à publicação online The Revelator, explicando as dificuldades sentidas pelos investigadores em descobrir mais sobre esta espécie: "É um animal que vive em pântanos e terrenos lamacentos, lugares pouco frequentados por pessoas."

Ao contrário do monstro do Lago Ness, na Escócia, ou do Big Foot, nos Estados Unidos e Canadá, esta é uma lenda que acaba agora por cair por terra, afinal o animal a que chamavam "enguia leopardo" existe mesmo e é uma espécie sobre a qual ainda há muito por descobrir.


O exoplaneta com a atmosfera de hélio que se está a esvaziar como um balão


Um artista imagina o exoplaneta HAT-P-11b e a sua atsmofera de hélio, junto à sua estrela © DR/Denis Bajram

O HAT-P-11b é quatro vezes maior que a Terra e está 20 vezes mais perto da sua estrela, na constelação de Cisne, que o nosso planeta do Sol.

Uma equipa de astrónomos descobriu que um exoplaneta a 124 anos-luz da Terra, na constelação de Cisne (Cygnus), tem a sua atmosfera inchada devido à presença de hélio e está a esvaziar-se como um balão.

O HAT-P-11b, que foi descoberto em 2009, é quatro vezes maior do que a Terra (tem o tamanho de Neptuno), mas está 20 vezes mais próximo da sua estrela que o nosso planeta. Por isso, as temperaturas rondam os 550 graus Celsius.

A atmosfera deste exoplaneta está cheia de hélio, que faz com que o HAT-P-11b pareça inchado como um balão. Mas, segundo a equipa de astrónomos, esse hélio está a escapar-se da atmosfera gasosa do planeta. As descobertas foram publicadas na revista Science.

O hélio foi detetado pela primeira vez como uma linha amarela desconhecida na assinatura espetral durante um eclipse solar em 1868 e batizado em homenagem ao deus grego do Sol, Hélio. Apesar de ser um elemento raro na Terra, é o segundo mais comum no universo, depois do hidrogénio.

A equipa de astrónomos é liderada por investigadores da Universidade de Genebra e inclui especialistas da Universidade de Exeter. A equipa observou o exoplaneta usando um espetrógrafo batizado de Carmenes, que está instalado num telescópio de quatro metros em Calar Alto, Espanha.


O HAT-P-11b passa em frente à sua estrela, na constelação de Cisne, na visão de um artista © NASA/JPL-Caltech

"O hélio é soprado do lado diurno do planeta para o lado noturno a mais de dez mil quilómetros por hora", disse Vincent Bourrier, um dos coautores do estudo e membro do projeto Future of Upper Atmospheric Characterisation of Exoplanets with Spectroscopy, do Conselho Europeu de Investigação. "Por ser um gás tão leve, escapa facilmente da atração do planeta e forma uma nuvem alargada em seu redor", acrescentou, citado no comunicado de imprensa divulgado pela Universidade de Exeter.

"Esta é uma descoberta excitante, especialmente porque o hélio só foi detetado na atmosfera de exoplanetas pela primeira vez no início deste ano. As observações mostram que o hélio está a ser soprado para fora do planeta por causa da radiação da sua estrela. Esperamos usar este novo estudo para descobrir que tipos de planetas têm grandes envelopes de hidrogénio e hélio e durante quanto tempo conseguem segurar os gases nas suas atmosferas", indicou Jessica Spake, no departamento de astronomia de Exeter.


quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Raras moedas de ouro com 900 anos encontradas em Israel


Uma equipa de arqueólogos descobriu 24 moedas de ouro, algumas das quais extremamente raras, e um brinco de outro numa escavação arqueológica na cidade de Cesareia, em Israel.

As moedas remontam ao século XI e, de acordo com os cientistas, devem estar ligadas aos acontecimentos do ano de 1101, quando Cesareia foi conquistada pelas forças de Balduíno I de Jerusalém (1060 — 1118), um dos líderes da Primeira Cruzada, que massacraram grande parte dos residentes da cidade.

“É razoável assumir que o dono do tesouro e a sua família tenham morrido no massacre ou tenham sido vendidos como escravos, não podendo recuperar o ouro”, comentaram os diretores da escavação, Peter Gendelman e Mohammed Hatar da Autoridade de Antiguidades de Israel, citados pela edição Jewish Press.

As 24 moedas, datadas de há 900 anos, foram encontradas no interior de um pote de bronze entre duas pedras de um poço. Segundo os especialistas, 18 das moedas descobertas são dinares fatímidas, a moeda comum naquela época, e seis são moedas “extremamente raras” do Império Bizantino.



#HanukkahGelt: A cache of rare gold coins and a 900 year old gold earring were discovered at the port of #Caesarea. This rare and important treasure, a small bronze pot holding 24 gold coins and a gold earring, was uncovered a few days ago at the Caesarea National Park.

“Estas moedas não circulavam no local e sugerem possíveis relações comerciais entre Cesareia e Constantinopla”, disse o perito em moedas, Robert Kool.

Kool frisou que uma ou duas moedas encontradas eram equivalentes ao salário anualde um camponês e, por isso, supôs que as pessoas que as esconderam fossem ricas ou comerciantes.

fonte: ZAP

Fóssil de crocodilo mais antigo do mundo descoberto em Portugal

Crocodilo

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Paleontólogos encontraram um fóssil, de uma nova espécie de crocodilo, com 95 milhões de anos em Tentúgal

Paleontólogos de duas universidades portuguesas anunciaram, esta quinta-feira, a descoberta de um fóssil com 95 milhões de anos que revela uma nova espécie de crocodilo, que é a mais antiga do mundo.

Pensava-se que os verdadeiros crocodilos, que faziam parte de um grupo que se chama 'Crocodylia', existiam apenas há 75 milhões de anos e este novo fóssil foi descoberto em rochas com 95 milhões de anos, logo 20 milhões de anos mais antigo do que aquilo que se pensava”, afirmou à agência Lusa o paleontólogo Octávio Mateus.

O crânio e a mandíbula deste réptil foram encontrados em 2003 pela geóloga Matilde Azenha, em Tentúgal, concelho de Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra, e foram estudados pelos investigadores Octávio Mateus e Eduardo Puértolas-Pascual, da Universidade Nova de Lisboa, e Pedro Callapez, da Universidade de Coimbra.

Os três paleontólogos confirmaram agora a descoberta da nova espécie num artigo publicado na revista científica "Zoological Journal of the Linnean Society".

A nova espécie, denominada ‘Portugalosuchus azenhae’ em homenagem à responsável pelo achado, possui características únicas que a distingue de todas as outras espécies.

A mandíbula tem uma abertura que ajuda a definir o que é um verdadeiro crocodilo em contraste com répteis parecidos com crocodilos, os crocodilomorfos, que ainda não faziam parte do grupo ‘Crocodylia’, e não tinham essa abertura nos ossos da mandíbula", explicou Eduardo Puértolas-Pascual, especialista em crocodilos.

Os crocodilomorfos existiam desde os primórdios da era dos dinossauros, mas os verdadeiros crocodilos, pertencentes ao grupo ‘Crocodylia’, surgiram apenas no final dessa era, mas 20 milhões de anos mais cedo do que até agora os cientistas pensavam.

O que resta deste crocodilo mais antigo do mundo vai estar em breve em exposição no Museu da Lourinhã, instituição a que os investigadores doaram os fósseis.

fonte: TVI 24

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Estátua de Virgem Maria novamente 'chora sangue' na Argentina

Virgem Maria (imagem de arquivo)

Uma casa comum no norte da Argentina se transformou em um destino de peregrinação para milhares de pessoas depois que algo parecido com sangue escorreu da imagem da Santíssima Virgem Maria, pertencente a uma família local, relata os média.

Rosana Frías, mãe de quatro filhos da cidade argentina de San José de Metán, que tem uma estátua de Maria chorando dentro de casa, disse ao jornal local Informate Salta que a imagem manifestou suas lágrimas milagrosas pela 38ª vez desde que "chorou" no ano passado. A mulher disse que a Virgem Maria chorou durante 7 minutos depois que ela rezou por sua mãe, que está muito doente.

A família Frías possui a estátua milagrosa há mais de 8 anos, depois que ela perdeu um bebé. A Virgem "chorou" pela primeira vez em abril de 2017, quando um líquido parecido com sangue apareceu no rosto da estátua. A escultura supostamente "chorou" por três dias consecutivos.


De acordo com a mulher, logo depois que postaram a foto de Maria "chorando" nas mídias sociais, uma multidão de 7 mil pessoas se reuniu em sua casa.

A estátua derramou as "lágrimas" inúmeras vezes desde então, e Rosana Frías e sua família recebiam os crentes que vinham para visitar a imagem. Ela disse que eles testemunharam vários milagres.

Uma mulher teria sobrevivido a um tumor de 8 centímetros, enquanto um policial ferido conseguiu permanecer vivo, supostamente graças à imagem milagrosa.

fonte: Sputnik News

Asteróide gigante irá passar pela Terra antes do Natal


Um asteróide gigante, de mais de um quilómetro de diâmetro, passará pelo planeta numa chamada Terra Close Approach, revelou a agência espacial Nasa.

Espera-se que o asteroide colossal alcance sua distância mais próxima possível da Terra três dias antes do Natal, nas primeiras horas de 22 de dezembro. 

Os cientistas da NASA do Jet Propulsion Laboratory (JPL) esperam que a rocha espacial, chamada de Asteroid 2003 SD220, passe pelas 1:04 am TMG (UTC). 

O asteróide mede algo na faixa de 918 metros e os 2,1 km de diâmetro. Centenas de toneladas de detritos espaciais atingem o planeta diariamente, mas são destruídos pela atmosfera da Terra.

Um asteróide desonesto desta escala passaria pela atmosfera incólume e causaria milhões de vidas se alguma vez atingisse a Terra.

Segundo o Dr. Bruce Betts, da Planetary Society, um grande asteróide causaria “destruição regional” ou até mesmo uma “catástrofe global”.

O especialista espacial disse: “Usando o calculo para o diâmetro de asteroide de um metro, estima-se que haja mais de meio bilião de asteróides próximos da Terra.

“Para objectos que causam grandes danos se atingissem a Terra - maior ou cerca de 30 metros) - há cerca de um milhão. Até agora, estamos nos aproximando de 20.000 encontrados.

"É mais fácil encontrar objectos maiores, por isso achamos que encontramos mais de 90% dos asteróides acima de 1 Km, mas para asteroides menores ainda capazes de causar grandes danos regionais, encontramos apenas uma pequena percentagem".

O asteróide fará a chamada aproximação da Terra neste mês, mas felizmente as chances de atingir a Terra são mínimas.

No ponto mais próximo, a rocha espacial alcançará o planeta dentro de 0,01890 unidades astronómicas (AU).

fonte: Express

E se um asteroide caísse num oceano da Terra? "Acontecia isto", respondem especialistas num vídeo hipnotizante


Hollywood à parte, como seria se o nosso planeta fosse mesmo atingido por um asteroide? Uma simulação do Centro Nacional norte-americano de Investigação Atmosférica mostra as várias hipóteses

Com base em dados recolhidos pelos cientistas Galen R. Gisler e John M. Patchett, do laboratório de Los Alamos, Novo México, EUA, a simulação mostra o que aconteceria na eventualidade de um asteroide cair num oceano, com algumas variações: asteroides de vários tamanhos e com ângulos de entrada na água diferentes. Um ângulo mais oblíquo, por exemplo, teria maior probabildiade de provocar um tsunami.

O vídeo (que pode ver aqui na íntegra) conquistou uma menção honrosa para o Centro Nacional de Investigação Atmosférica no prestigiado concurso IEEE SciVis Contest, que premeia trabalhos visuais sobre o impacto em águas profundas de asteroides e teve lugar em Berlim, em outubro deste ano.

A NASA estima que a hipótese de um asteroide atingir a Terra nos próximos tempos é muito diminuta - um em cada 1 milhão de anos - mas, ainda assim, a avaliação do risco é contínua através do Gabinete de Coordenação de Defesa Planetária da NASA e que envolve observatórios, laboratórios e universidades de todo o mundo.


fonte: Revista Visão

Extraterrestres poderiam já ter visitado a Terra, afirma cientista da Nasa


Extraterrestres já visitaram a Terra e os humanos perderam a sua visita, segundo um cientista da Nasa. 

Silvano P. Colombano, que trabalha na Divisão de Sistemas Inteligentes da NASA, disse que há certos aspectos dos avistamentos de OVNIs que não podem ser explicados. 

Num artigo publicado no SETI, ele disse que pode haver alguns sinais que perdemos quando se trata de procurar por OVNIs. Ele disse: “Na quantidade muito grande de 'ruído' nos relatórios de OVNIs, pode haver 'sinais', ainda que pequenos, que indicam alguns fenómenos que não podem ser explicados ou negados.” 

A chegada de um OVNI poderia ter sido negligenciada por causa da improbabilidade da viagem interestelar, disse, mas isso é algo que ele disse extraterrestres dominaram.

Disse: "Mesmo que a velocidade da luz continue a ser uma barreira inquebrável, ao longo de milhares de anos, as civilizações provavelmente poderiam fazer viagens interestelares". 

Isso deve levar os cientistas a adoptar uma abordagem mais "agressiva" na busca por extraterrestre e repensar as suposições sobre a vida alienígena.

O professor Colombano disse: “Acho que precisamos rever até mesmo nossas suposições mais dificeís.

“Como isso pode mudar as suposições sobre viagens interestelares? Nossas extensões de vida típicas não seriam mais uma limitação (embora até mesmo essas possam ser tratadas com missões multi-geracionais ou animações suspensas), e o tamanho do “explorador” pode ser o de uma entidade super inteligente extremamente pequena ”.

Com seus pensamentos sobre viagens interestelares, o cientista da NASA acha que nós perdemos a vida alienígena porque eles podem ser diferentes do organismo baseado em carbono como os humanos. 

Disse: "Eu simplesmente quero ressaltar o facto de que a inteligência que podemos encontrar e que podem nos encontrar (se já não tiver acontecido) pode não ser produzida por organismos baseados em carbono como nós".

Ele também acha que os cientistas se concentram demais na tecnologia moderna e é por isso que pode ser difícil imaginar tecnologias produzidas por alienígenas antes de nós. 

Disse: "Se adoptarmos um novo conjunto de suposições sobre quais formas de inteligência e tecnologia superiores poderíamos encontrar, alguns desses fenómenos poderiam se encaixar em hipóteses específicas, e poderíamos começar uma investigação séria".

Para uma abordagem mais agressiva na busca de alienígenas, Colombano sugere que os cientistas precisam mostrar “disposição para estender possibilidades quanto à natureza do espaço-tempo e energia”.

fonte: Express