domingo, 17 de junho de 2018

Outra vez o 'monstro do lago Ness'? Criatura misteriosa é filmada na China

Monstro do lago Ness (apresentação artística)

Um funcionário do parque junto ao lago Kanas captou em vídeo uma criatura que pelo seu tamanho pode ser comparada ao famoso mostro do lago Ness na Escócia, informa o diário Daily Mail.

O autor do vídeo, Wang Xin'na, está convencido que viu um monstro terrível, cujas partes surgiam sobre a superfície da água.

"Não acho que fossem ondas, já que se moviam contra a corrente", disse aos jornalistas.

Sun Jidan, diretor do Centro da Natureza Selvagem no lago Kanas, supôs que no vídeo tenha sido registado um dos grandes animais marinhos que habitam no lago.


No mês passado, vários turistas afirmaram que também tinham visto o mostro desse lago se movendo devagar debaixo d'água.

fonte: Sputnik News

Operação Highjump. À procura de Hitler, de ovnis e de tesouros ocultos na Antárctida


A 17 de Dezembro de 1938, com o aval de Herman Göring, ministro do Ar do Reich, é iniciada a Missão Neuschwabenland (Nova Suábia), e zarpa do porto de Hamburgo o navio Schwabenland, um cargueiro da Marinha de Guerra alemã, com cerca de 150 metros de comprimento, capaz de catapultar aviões.

Comandado por Alfred Ritscher, capitão da Kriegsmarine (Marinha de Guerra), o navio tem uma guarnição de 57 homens - 24 tripulantes e 33 elementos da expedição - e transporta dois hidroaviões, o Passat e o Boreas. Destino: Antárctida. Objectivo: instalar uma estação baleeira em Princess Martha Coast, na costa de Queen Maud Land. Aí iriam desenvolver uma base para o aproveitamento da gordura de baleias, matéria-prima do sabão, da margarina e da glicerina (usada no fabrico da nitroglicerina com emprego intensivo em explosivos). Ao mesmo tempo, a Alemanha libertar-se-ia da forte dependência da Noruega, a que comprava cerca de 200 mil toneladas anuais deste produto. Faz sentido - ou haveria outro objectivo? Estaria a Alemanha a preparar-se para instalar uma base naval de apoio à frota de submarinos do Atlântico Sul? Durante oito semanas, os dois hidroaviões - que eram catapultados e depois recolhidos por uma grua - fizeram mais de 15 voos. Deles eram lançados cilindros de metal, alguns com a suástica, para delimitar um território reclamado pelo Terceiro Reich entre 19 de Janeiro de 1939 e 8 de Maio de 1945.

Durante esse período, em 1943, a Royal Navy (Marinha Real Britânica) começa a planear a Operação Tabarin, com a qual pretende instalar bases militares na Antárctida e reforçar a presença britânica no Sul do Atlântico. Nesse mesmo ano, a Inglaterra e a guarnição do HMS Carnarvon retiram a bandeira argentina de Deception Island, no arquipélago das Shetland do Sul.

A APARIÇÃO 

Dois anos depois, a 10 de Julho de 1945, e passados dois meses do fim da guerra, o submarino U-530, comandado pelo tenente Otto Wermuth, entra na base naval no Mar del Plata. Nele teriam viajado, entre outros, Adolf Hitler e Eva Braun para desembarcar em New Berchtesgaden, na Antárctida, na base instalada em 1938-39 pelo Schwabenland.

As dúvidas começam. Poderiam seguir a bordo desse submarino, e de outros, tesouros que os nazis quisessem esconder? Poderia um desses tesouros ser a célebre Sala de Ambar, conhecida como a oitava maravilha do mundo? Em 1941, após a invasão alemã da URSS, os soviéticos tentaram esconder esta relíquia forrando a sala com papel de parede. O truque não resultou. Sabe-se que em 1941 a Sala de Ambar foi levada do Palácio Catarina, perto de Sampetersburgo, e instalada no Castelo de Königsberg. A seguir à guerra, não voltou a ser vista. Qual terá sido o seu destino? Terá sido destruída durante os bombardeamentos ou estará, juntamente com outras obras de arte, escondida na Antárctida? O almirante Dönitz já tinha declarado, em 1943, que a flotilha submarina alemã tinha orgulho em ter construído para o Führer uma fortaleza inexpugnável noutra parte do mundo. A 16 de Julho, o jornal argentino "La Critica" dava a notícia de um voo que o teria transportado para Dronning Maud Land. E o "Toronto Daily Star", a 18 de Julho, anunciava em manchete: "Hitler está no gelo da Antárctida".

Um mês depois, nova aparição. A 17 de Agosto de 1945, outro submarino, o U-977, comandado por Heinz Schaeffer, aparece também no Mar del Plata. Ambos os comandantes, Wermuth e Schaeffer, e as suas tripulações são interrogados e posteriormente postos em liberdade. Seria o destino desses submarinos (U-530 e o U-977) a fortaleza de que falava o almirante Donitz? E terão tido dificuldades no percurso que os obrigassem a desviar a rota e a aportar à costa da Argentina? A partir daqui as perguntas multiplicam-se. Terão sido estes alguns dos motivos que desencadearam, a 26 de Agosto de 1946, 14 meses depois da rendição alemã aos Aliados, a maior expedição alguma vez feita à Antárctida? Ou seria apenas um exercício militar? Estaria ainda o governo dos EUA decidido a acabar com os rumores e, por via das dúvidas, quis verificar a existência de uma base de submarinos alemã, construída na Antárctida durante a Segunda Guerra? E teria ou não a indústria aeronaútica alemã desenvolvido ali sofisticadas aeronaves, sendo necessário destruí-las? Ou andariam os EUA à procura de uma base de óvnis na região?

Vamos aos factos conhecidos. Esta operação confidencial - autorizada pelo almirante Chester Nimitz e planeada pela Marinha dos EUA - recebeu o nome de Operação Highjump (OpHjp), Task Force 68. Tinha à frente o contra-almirante Richard E. Byrd Jr. (na reserva) e o contra-almirante Richard H. Cruzen, ambos da Marinha dos EUA. Era também conhecida por Task Force 68 e estava sub-dividida em cinco grupos. Os números impressionam: faziam parte da esquadra 4700 homens, 33 aeronaves, o porta-aviões e navio almirante U.S.S. Philippine Sea, o navio de comunicações e navio almirante USS Mount Olympus, dois destroyers, dois porta--hidroaviões, dois navios quebra-gelo, dois navios-tanque, dois navios de abastecimentos e o submarino U.S.S. Sennet.

De novo as interrogações. Iria o almirante Byrd Jr. em busca da entrada da Hollow Earth (Terra Oca) e investigar a existência de vida extraterrestre? Uma possível e estranha resposta era dada pelo jornal "El Mercurio", da cidade de Santiago do Chile. A 5 de Março de 1947, sob o título "Em alto mar a bordo do Mount Olympus", o jornal escrevia: "Em caso de nova guerra, os EUA serão atacados por objectos que conseguem voar de pólo a pólo a velocidades incríveis." Nesse artigo, do correspondente de guerra americano Lee Van Atta, transcreve-se um sério aviso: "O almirante Byrd Jr. avisa hoje que os EUA têm de adoptar medidas de protecção contra uma possível invasão do país por aviões hostis vindos das regiões polares. Não é sua intenção assustar ninguém, mas a realidade numa nova guerra é que os EUA podem ser atacados por aeronaves vindas de um ou dos dois pólos." Depois desta declaração, Byrd Jr. não voltou a falar em público sobre a OpHjp.

Em 2006 o assunto volta a ser referido, num documentário russo. É dito que a missão do explorador polar Byrd Jr., programada para durar seis meses, foi reduzida a apenas oito semanas e que a expedição terá sofrido fortes baixas. Os relatos são feitos a partir de entrevistas a duas testemunhas e a tripulantes da OpHjp.

Faz 68 anos na próxima terça-feira que começou a maior expedição de sempre à Antárctida. O que terá levado realmente os EUA a realizarem tamanha missão, 14 meses depois do final da 2.ª Guerra Mundial: seria um exercício militar ou a procura de uma base secreta de submarinos alemães? Ou ainda a procura de actividade extraterrestre?

John Szehwach, radiotelegrafista do Destroyer USS Brownson, conta o que viu a 17 de Janeiro de 1947: "Observámos da ponte, durante alguns minutos, luzes muito brilhantes que subiam verticalmente em direcção ao céu muito rapidamente e que não conseguimos identificar devido à limitação do nosso radar." O tenente John Sayerson tem uma versão semelhante: "Aquilo saía verticalmente da água a uma velocidade tremenda. Voava entre os mastros do navio tão depressa que a turbulência que causava fazia andar para frente e para trás a antena de rádio. Um avião do porta-hidroaviões USS Currituck, que tinha descolado pouco antes, foi atingido por uma espécie de raio desconhecido disparado do objecto. Quase instantaneamente despenhou-se junto ao nosso navio."

Nesse ano, em Julho, dá-se o incidente de Roswell, quando um objecto voador não identificado cai no Novo México. A polémica vive até hoje. Aquilo que para muitos foi uma confirmação de que a Terra é visitada por extraterrestres, para outros não passou da queda de um balão de meteorologia.

Em 1958, durante o Ano Internacional da Geofísica (IGY), os EUA realizaram a Operação Argus. Com esse pretexto foram feitas três detonações nucleares 1760 km a sul da Cidade do Cabo, nos dias 27 e 30 de Agosto e a 6 de Setembro. Todas elas a grandes altitudes - 160 km, 290 km e 750 km, respectivamente. Terão sido testes para estudar os efeitos de explosões atómicas fora da atmosfera? Ou teriam como propósito destruir uma base de óvnis e de vestígios da presença alienígena na Terra? É como dizem os espanhóis: "Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay."

Ainda mais uma pergunta. Por detrás disto tudo, a Operação Highjump poderá ter tido também um outro propósito? Poderá ter sido um início de uma longa e "boa amizade" dos EUA com a URSS que perdura até aos dias de hoje? Uma outra guerra poderá ter dado os primeiros passos nas frias águas e no gelo da Antártida. E essa guerra chamou-se... Advinhe. Está quente, quente... Acertou. Guerra Fria.

Para terminar fica aqui uma pequena nota de rodapé. Citando Carl Sagan, no livro "Cosmos", segundo a equação de Frank Drake, "1x109 é o número aproximado de planetas na Via Láctea onde uma civilização técnica (caracterizada pela radioastronomia) já existiu pelo menos uma vez. [...] Se 1% dessas civilizações conseguirem sobreviver à adolescência tecnológica e assim ultrapassar este ponto crítico, atingindo a maturidade, teremos então 107. Neste caso, o número de civilizações existentes na Galáxia atingiria os milhões."

fonte: Jornal i

Revelado o departamento especial do Pentágono para investigar OVNIs


Imagem do vídeo do Departamento da Defesa divulgado pelo The New York Times

Pela primeira vez são conhecidos detalhes do programa das Forças Armadas norte-americanas sobre encontros com Objetos Voadores Não Identificados

O nome formal é Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais (Advanced Aerospace Threat Identification Program, no original) e na prática trata-se do departamento do Pentágono que, desde 2007, investigou os chamados "objetos voadores não identificados".

Este sábado, pela primeira vez, foram conhecidos detalhes deste programa das Forças Armadas norte-americanas. Ao mesmo tempo, o Departamento da Defesa divulgou um vídeo com um dos casos que esteve sob investigação, o encontro de um F/A-18 Super Hornet da Marinha com algo não identificado - incidente ocorrido em 2004:


Segundo o jornal The New York Times, que avançou com a notícia, este projeto teve um orçamento de 22 milhões de dólares (18,7 milhões de euros) e foi fundado a pedido do ex-senador Harry Reid, democrata eleito pelo estado do Nevada, que assumidamente é um interessado no "fenómeno OVNI".

Entre 2007 e 2012, ano em que segundo o Pentágono o programa foi cancelado, este departamento agiu em segredo analisando os casos considerados suspeitos, baseados em relatos de militares. E, segundo o NYT, ainda que formalmente o projeto já não esteja orçamentado, as pessoas nele envolvidas continuam a trabalhar neste tipo de situações, acumulando com outras funções dentro do Departamento da Defesa.

Pormenor curioso é também o facto de grande parte do dinheiro ter sido canalizado para a empresa Bigelow Aerospace, sediada no Nevada e dirigida por Robert Bigelow, multimilionário que é amigo do senado Harry Reid.

Dentro das Forças Armadas, no entanto, há quem continue a valorizar as atividades do programa. Ainda segundo o NYT, o antigo diretor do departamento, Luis Elizondo, que saiu do Pentágno no início do ano, utilizou a sua carta de demissão para criticar o Secretário da Defesa, James Mattis: Porque "não se está a gastar mais tempo e esforço neste assunto?", questionou.

O antigo senador Harry Reid, por seu lado, continua a defender este seu projeto. Ao NYT, garantiu mesmo que ninguém sabe o que são estes objetos voadores. "Se alguém diz que tem resposta, está a enganar-se a si mesmo. Simplesmente, não sabemos".


Árvore coberta por teias de lagartas surpreende na Inglaterra

Policial afirmou que árvore foi uma das coisas mais estranhas que já testemunhou durante a carreira

Policia afirmou que árvore foi uma das coisas mais estranhas que já testemunhou durante a carreira

Segundo a organização Butterfly Conservation, teias podem esconder centenas e até milhares de lagartas

Segundo a organização Butterfly Conservation, teias podem esconder centenas e até milhares de lagartas

Policia deparou-se com estranho fenómeno durante passeio às margens de rio no interior da Inglaterra: 'árvore parecia estar se movendo'.

Era para ser apenas mais um passeio comum às margens do rio Wharfe, no condado de North Yorkshire, na Inglaterra, mas a natureza revelou ao policia Rich Sutcliffe uma de suas faces esquisitas.

Um árvore, toda coberta por teias brancas, estava tão infestada por lagartas que, para Sutcliffe, "parecia estar se mexendo". "Eu já vi algumas coisas misteriosas, mas isso me surpreendeu hoje", escreveu o policial no Twitter.

Ele afirmou nunca ter visto nada do tipo em 45 anos vivendo na região. "As lagartas estavam literalmente cobrindo todos os galhos e o tronco da árvore".

O fenómeno é causado por pequenas lagartas do tipo das traças, que se abrigam sob as teias para se alimentar e se proteger de pássaros e vespas - até deixarem de ser lagartas para virarem mariposas.

O professor David Chesmore, da União de Ciência Natural de Yorkshire, diz que estes insetos vivem em ninhos feitos de seda, mas que podem se expandir de tal forma a cobrir árvores.

Já houve relatos de até mesmo carros serem cobertos por elas. Segundo a organização pela conservação da biodiversidade Butterfly Conservation, as teias podem abrigar centenas e até milhares de lagartas.

Elas podem chegar a cobrir também objetos próximos, como cercas e bicicletas. No Hemisfério Norte, as teias e suas "moradoras" costumam durar de maio a junho.

fonte: Terra

Descoberta incomum no planeta anão Ceres surpreende astrónomos da Nasa

A cratera grande de Occator, no planeta anão Ceres, iluminada de cores irreais para mostrar as diferenças no perfil da superfície

A sonda Dawn da Nasa teria descoberto grandes quantidades de matéria orgânica no planeta anão Ceres. Os astrônomos responsáveis pela descoberta falaram sobre seus encontros em um artigo recém-publicado.

Em março de 2015, a sonda capturou imagens de uma montanha piramidal de quatro quilômetros com manchas brancas, que se tornou um verdadeiro mistério para os cientistas.

Entretanto, foi revelado que um monte representa na realidade um criovulcão extinto e as machas brancas eram os restos de vapor aquífero. Juntamente com outras camadas de gelo que foram encontradas na superfície do planeta, os cientistas chagaram a conclusão de que Ceres tem um oceano subterrâneo. 

Segundo a autora do estudo, Hannah Kaplan, sua equipe se interessou muito pela influência que a matéria orgânica da superfície do planeta pode ter sobre a composição de água nesse oceano. Durante investigação, os astrônomos descobriram que a composição das rochas na superfície de Ceres é parecida aos condritos carbonáceos que se encontram nos asteroides e, em menor medida, na Terra.

"Se analisarmos Ceres buscando matéria orgânica 'espacial' parecida à da Terra, resultará que aproximadamente a metade de sua superfície é coberta por consideráveis jazidas similares", comentou Kaplan.

De acordo com ela, é muito mais que a anterior estimação correspondente a um valor entre 6% e 10% de matéria orgânica. 

Além disso, estas quantidades de matéria orgânica “espacial” não podem ser explicadas pelos impactos de asteroides sobre o planeta. Se fosse assim, as quantidades seriam muito pequenas ou asteroides seriam muito grandes para que o material orgânico pudesse sobreviver ao impacto. 

Espera-se que outras missões interplanetárias, a Hayabusa-2 e a OSIRIS-REx, esclareçam melhor as novas perguntas, enviando à Terra fragmentos dessas rochas. Isso permitirá estudar mais detalhadamente a composição química dos condritos.

fonte: Terra

Mulher desaparecida foi encontrada na barriga de uma cobra pitão




O cadáver de uma mulher foi encontrado intacto no estômago de uma cobra pitão gigante capturada na Ilha de Mun, no sudeste da ilha indonésia de Celebes (Sulawesi).

Wa Tiba, de 54 anos, tinha desaparecido quando tratava da horta, junto a uma falésia conhecida por albergar répteis.

A cobra, de cerca de oito metros, foi descoberta, inchada, a 30 metros das sandálias e da faca de mato da vítima.

Morto e trazido para a aldeia pelos habitantes, o animal foi aberto para revelar a macabra sorte de Wa Tiba. Foi engolida pela cabeça. Estava intacta e tinhas as roupas vestidas.

São raros os casos como este, em que a pitão, mais dada a animais de pequeno porte, ataca seres humanos. Os últimos acidentes datam de 2013 - um segurança de um hotel de Bali foi engolido no átrio do edifício - e de 2017, também na lha de Celebes, de uma jovem de 25 anos que teve idêntico destino.


sábado, 16 de junho de 2018

Descobertos (pela primeira vez) planetas “bebés” que orbitam em torno de estrela recente


É a primeira vez que são encontrados planetas tão novos.

A descoberta foi publicada no Astrophysical Journal Letters, que refere que pela primeira vez foram encontrados planetas “bebés” através do telescópio ALMA – o que investiga o Universo através do Chile.

Os três planetas "bebés" foram encontrados por duas equipas diferentes de astrónomos, na constelação de Sagitário, a orbitar uma estrela que é ainda muito "recente" - 4 milhões de anos.

Os cientistas mostram-se entusiasmados com a ideia: "Encontrar planetas neste estágio da sua vida é extremamente difícil e, basicamente, resume-se a encontrar provas suficientes para mostrar que só um planeta pode causar o que estamos a ver", explica Richard Teague, o principal autor de um dos estudos publicados.

Também em declarações à CNN, o astrónomo da Universidade de Michigan, nos EUA, indica que isto funciona assim “porque os planetas ainda estão rodeados por gás e poeira que vão formar as suas atmosferas", sublinhando que os métodos tradicionais para encontrar exoplanetas não funcionam no caso dos protoplanetas.

O facto de duas equipas independentes terem chegado à mesma conclusão só reforça o resultado.

Leia aqui o estudo

fonte: Jornal Sol

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Dona diz que vê o fantasma do cão nas cortinas


Sombras nos cortinados levam Michelle a garantir que se trata do seu Danois.

Michelle Creighton garante que vê o fantasma do seu cão que morreu em abril deste ano, noticia o The Mirror. A canadiana afirma que as sombras que apareceram nos cortinados semanas depois de Oakley ter morrido só podem ser o 'fantasma' do seu querido animal. 

A revela mulher sente um conforto em 'saber' que o animal com quem partilhou seis anos da sua vida não o abandonou. 

"Quando vi a sombra pela primeira vez achei que os meus olhos me estavam a enganar. Mas depois reparei o quanto se parecia com o Oakley!", refere à publicação. 

O cão foi enterrado no jardim de casa, bem perto da janela onde agora "visita" Michelle.