sábado, 3 de dezembro de 2016

150.000 antílopes saiga morreram à frente de equipa de filmagens

Ambiente: 150.000 antílopes saiga morreram à frente de equipa de filmagens

No próximo episódio de «Planet Earth II» da BBC1, a série vai destacar a misteriosa tragédia de Maio de 2015 que matou, em apenas três dias, uns 150.000 espécimes de antílopes saiga, no Cazaquistão.

Os fãs da série narrada pelo célebre David Attenborough poderão ficar a conhecer melhor a visão aterrorizante do resultado de uma infecção bacteriana viral.

O produtor do episódio «Grasslands», Chadden Hunter, conta como julgou, na ocasião, estar a presenciar «a extinção de uma espécie».

«Quando estávamos lá nos terrenos onde as crias nascem, com centenas de mães a parir ao mesmo tempo, uma doença muito viral varreu a população e matou cerca de 150.000 deles em três dias».

«Na altura, pensámos estar perante a maior catástrofe natural que já tínhamos visto. Vimos 150.000 deste animais magníficos a morrer à nossa frente», lamentou.

«Naquela ocasião não sabíamos se estávamos a assistir à extinção da espécie, o que foi devastador emocionalmente para a equipa de filmagens».

Em Maio de 2015, a comunidade científica estimou que quase metade da população mundial desta espécie foi morta por uma misteriosa infecção bacteriana.

Actualmente, o antílope saiga é encontrado em apenas um local na Rússia e noutras três áreas no Cazaquistão.

Recorde abaixo um vídeo sobre a misteriosa ocorrência:


fonte: Diário Digital

Químicos russos descobriram molécula que destrói o cancro invulnerável


Químicos da Rússia e investigadores da empresa norte-americana Immune Pharmaceuticals descobriram um composto de enxofre, hidrocarbonetos e nitrogênio que pode destruir células cancerosas invulneráveis aos efeitos de outros tipos de quimioterapia, diz um artigo publicado na revista European Journal of Medicinal Chemistry.

"A escolha da classe de compostos não é acidental. O facto é que muitos aminoizotiazois mostram uma largo espectro de actividade farmacológica e biológica. Portanto, nós supusemos que os compostos desta classe com os grupos químicos adequados poderão exibir actividade anti câncer", diz Aleksander Kiselev do Instituto Físico Técnico de Moscovo (MFTI, sigla em Russo) em Dolgoprudny, cujas palavras cita o serviço de imprensa do MFTI. 

A quimioterapia, com a qual os médicos destroem os tumores de câncer, funciona de duas maneiras — ou danificando o ADN das células cancerosas, as obrigando a se auto destruírem, ou inibindo seu crescimento e divisão. O segundo método hoje em dia é mais popular, porque ele não resulta em formas mais agressivas de células cancerosas devido ao desenvolvimento de novas mutações no seu genoma.

Os preparados deste tipo, os chamados antimitóticos, destroem a tubulina — uma das proteínas básicas de células, criticamente importante para a divisão. Estas substâncias tanto foram obtidas sinteticamente, como foram encontradas em plantas tropicais. Além disso, os cientistas do MFTI descobriram recentemente "matéria-prima" para estas substâncias na salsa comum e no funcho.

No seu novo trabalho, Kiselev e seus colegas descreverem um novo método para a síntese de tais moléculas, que permite obter de forma suficientemente rápida e barata preparados anticancerosos semelhantes. Usando esta técnica, os químicos da Rússia e seus colegas estrangeiros recolheram três dezenas de variantes destes preparados, cuja eficácia foi verificada por tentativas de destruição de culturas de células cancerosas e embriões de ouriços do mar.

Como mostraram os experimentos, a adição a uma molécula dessas de dois novos "anéis" de hidrocarbonetos, que contêm átomos de oxigénio e de enxofre, aumentou significativamente a sua actividade e a "ensinou" a parar o processo de divisão, mesmo em células cancerosas que não são afectadas pela quimioterapia usual. Outras dez substâncias também demonstraram um alto nível de actividade, e elas também podem ser usadas para combater o cancro.

No futuro, os cientistas planeiam estudar como esta substância está organizada e como ela se liga aos microtúbulos dentro de células que estão se dividindo e os destrói. Tal conhecimento vai ajudar a melhorar as propriedades desse remédio e vai permitir criar análogos diferentes deste em estrutura e características de "combate".

fonte: Sputnik News

SiSpis, o robô aranha para construir cidades na Lua


Robôs aranhas poderão ajudar a construir infraestruturas que tornarão a Lua mais confortável para humanos

Cientistas da Siemens criaram aranhas robóticas com capacidades para construir cidades e sobreviver em condições inóspitas. As aranhas têm impressoras 3D e estão conectadas entre si para conseguirem comunicar e trabalhar em conjunto, sem intervenção humana direta. Como tal, são ideais para trabalhar na Lua, segundo os criadores.

Os pequenos robôs foram inspirados em aranhas para conseguirem andar em qualquer superfície e em todas as direções - frente, trás ou de lado -, rastejar sobre o que vão construindo e usar os vários braços ao mesmo tempo, segundo o que o engenheiro Sinan Bank contou à Bloomberg.



As SiSpis, diminutivo de Siemens Spiders (aranhas da Siemens, em português) poderão vir a ser enviadas para a Lua, para ajudar a construir infraestruturas que tornarão o ambiente mais confortável para humanos, e também para locais inabitáveis, como os cenários destruídos por desastres nucleares.

Livio Dalloro, diretor do departamento de pesquisa de produto, modelagem e simulação da Siemens, prevê, no entanto, que as aranhas possam ter outras utilidades no futuro.

"Imaginem um robô como este, mas em vez de ser tão pequeno e trabalhar com plástico, imaginem que é cinco, dez vezes maior e consegue construir com cimento", disse Dalloro à Bloomberg.

Para já, as SiSpis são apenas um "conceito" que não deverá sair do papel por agora. Dalloro, de qualquer forma, deixa uma nota para acalmar os que temem o poder e alcance deste tipo de tecnologias. "Estes robôs não vêm substituir os humanos", afirma o responsável. "O seu último objetivo é sempre o mesmo: tornar a nossa vida melhor".


fonte: Diário de Noticias

Investigadores criam primeira abelha robótica capaz de polinizar


Investigadores da Universidade Politécnica de Varsóvia criaram a primeira abelha robótica, concebida para polinizar artificialmente, um 'drone' em miniatura que consegue encontrar uma flor, recolher o pólen e transferi-lo para outra flor e fertilizá-la.

Este inseto robótico já foi testado com sucesso no campo e a sua capacidade de polinizar surge como uma "alternativa esperançosa" para enfrentar a redução constante da população mundial de abelhas, disse o seu criador, o engenheiro Rafael Dalewski.

"No verão passado, fizemos o teste e já temos a primeira semente obtida através desta polinização artificial, pelo que fica provado que o nosso robô pode fazer quase o mesmo que as abelhas reais", explicou.

O robô "não pretende substituir os insetos, mas ajudar o seu trabalho e complementá-lo", garantiu o investigador, que se recusa a comentar se são as abelhas reais ou os drones quem poliniza melhor.

No entanto, o engenheiro admitiu que não foi capaz de conceber um 'drone' que consiga produzir mel, mas, admitiu, "a tecnologia avança muito depressa e cada vez surpreende mais".

O 'biodrone' pode ser programado para se concentrar numa determinada área ou para procurar flores de um determinado tipo para polinizar, tudo através de um programa informático.

A Politécnica de Varsóvia criou dois tipos de 'drones' polinizadores, um voador e outro terrestre, ambos equipados com uma espécie de espanador que espalha o pólen entre várias flores.

O terrestre tem mais autonomia de trabalho e sua bateria é mais duradoura, e, assim, "o agricultor pode retirar-se tranquilamente a casa e deixar o 'drone' a trabalhar, até que regresse de forma autónoma à sua fonte de energia".

Rafael Dalewski afirma que estes robôs podem ser também utilizados para uma "agricultura de precisão" como "doseadores inteligentes" de fertilizantes, adubos ou pesticidas, já que podem ser programados para depositarem determinadas quantidades, dependendo do tipo de planta ou de localização.

A universidade estima lançar os primeiros protótipos no próximo ano e iniciar o seu fabrico em sério dentro de dois anos.

A invenção é particularmente significativa tendo em conta que a mortalidade dos insetos polinizadores, de que dependem a maioria dos cultivos, aumenta todos os anos sem que se conheçam as causas.

Este fenómeno já é global, especialmente nos países com uma agricultura muito desenvolvida, e levou a que muitos cientistas alertem para os efeitos de um mundo sem abelhas.

Em 2014, a União Europeia fez um primeiro estudo sobre a mortalidade das abelhas, que apontou números entre 3,5% e 33,6%, dependendo dos países.

As abelhas são agentes fundamentais para a polinização, tanto para os cultivos como para a natureza. Se tal não ocorresse, o rendimento da agricultura baixaria, ameaçando espécies de plantas cujo único meio de polinização são as abelhas.

Diário Digital com Lusa


Falam em Vénus enormes cidades extraterrestres?


Ovniólogos afirmam que a NASA sabe há muito tempo que existe sinais de vida extraterrestre em Vénus, mas a agência está escondendo.

Imagens da superfície de Vénus publicadas este ano têm causado grande entusiasmo entre os ovnifólogos e caçadores de OVNIs, afirmam, revelam evidências de uma civilização extraterrestre no ambiente inóspito do planeta, escreve " The Daily Star ".

Usuário do YouTube 'mundo desconhecido ", publicou em abril passado um vídeo com uma análise de fotografias e modelos em 3D de estruturas supostamente encontradas. Ele explica que nas fotos "aparecem grandes cidades, estruturas artificiais e todos os tipos de elementos que parecem obedecer a construções inteligentes feitas por algum tipo de raça alienígena que habitavam ou colonizaram o segundo planeta do nosso sistema solar."

As fotos em questão supostamente vêm da sonda Magalhães, lançado pela NASA em 1989, que esteve a mapear da superfície de Vénus até 1994. Os seguidores de teorias da conspiração afirmam que até mesmo a agência espacial dos EUA está ciente à anos de sinais de vida extraterrestre neste planeta, mas tem escondido.

No entanto, nem todos compartilham do mesmo entusiasmo com a "descoberta". Chernobrov, coordenador da organização russa Kosmopoisk - dedicado ao estudo de eventos anómalos que podem ser associados com a vida extraterrestre - diz que a informação sobre colónias extraterrestres em Vénus não está confirmada.

O especialista explicou, citado pela imprensa russa, que este planeta é extremamente difícil de explorar e a sonda fornece apenas uma imagem aproximada do lugar. "Tudo é muito desfocado, literal e figurativo, para poder afirmar nada de forma inequívoca", disse .

A mesma opinião tem Leonid Ksanfomaliti, cientista no Instituto de Pesquisas Espaciais da Academia de Ciências da Rússia. "As primeiras imagens captadas pela sonda Magalhães são crateras de meteoritos que os ovniólogos estão tentando fazer passar omo uma colónia, " disse . "O próprio dispositivo já não existe desde há muito tempo, pelo que fazer caso de tais declarações é o menos estúpido." O especialista acrescentou que, se realmente existiu algo artificial, "não poderia confirmar ou refutar até que um novo dispositivo seja enviado para Vénus".


fonte: RT

Mamífero pré-histórico é descoberto na Argentina após 10.000 anos enterrado



Um gliptodonte, mamífero pré-histórico, foi achado sob o solo de uma fábrica da província de Buenos Aires após ficar mais de 10.000 anos enterrado, informou nesta quinta-feira à Agência Efe Damián Voglino, paleontólogo do Centro de Registro do Patrimônio Arqueológico e Paleontológico (Crepap). 

O fóssil foi achado há aproximadamente 15 dias na cidade de Rojas, a 240 quilômetros da capital, quando operários trabalhavam na criação de um poço nas imediações da fábrica Almar. 

"Eles se deram conta que havia algo raro, uma estrutura porosa e branca. Imediatamente pensaram que podia ser um resto fóssil", relatou Voglino. 

O mamífero pré-histórico achado "não está completo", mas foi possível identificar "distintas partes anatômicas". 

Dentro da carapaça havia restos espalhados, o quadril e as vértebras, detalhou o paleontólogo. 

Apesar de os gliptodontes poderem chegar a medir até dois metros, o achado é "um dos menores", com um tamanho de cerca de um metro e meio. 

Em sua opinião, o achado é "significativo" pelas estruturas biológicas que rodeiam o fóssil e que permitem reconstruir o "paleoclima" no qual viveram estes animais. 

"É um animal relativamente frequente e o contexto no qual foi encontrado é analisado como se estuda a cena de um crime", acrescentou. 

"Graças à análise dos microestratos, de elementos biológicos do passado ou gerados depois, como os minerais (...), se pode reconstruir o cenário", ressaltou o paleontólogo. 

Na extração do fóssil, iniciada há três dias, participou "toda a comunidade". 

"O interessante dos achados é que mobilizam toda a população. As pessoas se envolvem em algo que lhes pertence e assim podem contar que a história não começou com a chegada de Colombo a América, mas há mais de 10.000 anos de antiguidade com a aparição de plantas ou paisagens", comentou Voglino. 

Como a cidade de Rojas não conta com um museu com as características necessárias para abrigar o fóssil, a fundação da fábrica Almar estuda instalar "um espaço" para que o fóssil possa ser exibido onde foi encontrado. 

Para isso ambas instituições cuidarão para que se desenvolvam as atuações necessárias para dotar o gliptodonte de um número de coleção e um local de armazenamento adequado, indicou Voglino.


fonte: Terra


Pesquisa com ADN revela pista de como cachorros se tornaram 'melhor amigo do homem'


Uma nova pesquisa reforça a teoria de que cães podem ser sido domesticados a partir de lobos que frequentavam os primeiros assentamentos humanos procurando por restos de comida. 

De acordo com provas obtidas a partir de ADN, o estudo sugere que cães desenvolveram a habilidade de digerir alimentos ricos em amido durante a revolução agrícola há milhares de anos. 

Os cachorros modernos podem tolerar dietas ricas em amido, algo que os lobos, carnívoros, não fazem. Isto foi comprovado em um estudo anterior que encontrou no cão moderno genes para a digestão de amidos. 

Um estudo do ADN extraído dos ossos e dentes de cães antigos em sítios arqueológicos na Europa e na Ásia sugere que a habilidade de tolerar alimentos com amido já existe há milhares de anos, talvez há 7 mil anos. 

A pesquisadora Morgane Ollivier, da École Normale Supérieure (ENS), de Lyon, na França, disse que o desenvolvimento cultural humano influenciou a domesticação do cachorro. 

Amostras de ADN com idades entre 8 e 4 mil anos mostram que a habilidade dos cães de digerir o amido é antiga, da época em que as sociedades de caçadores-coletorers adotaram a agricultura. 

"Como (as provas) estavam ausentes de contextos dos caçadores-coletorers, ligamos (o desenvolvimento da habilidade de digerir amido) ao desenvolvimento da agricultura nas primeiras sociedades agrícolas", explicou Ollivier à BBC. 

"Isto provavelmente constituiu uma vantagem seletiva importante para os cachorros que se alimentavam dos restos deixados por humanos em um contexto mais agrícola." 

"É um exemplo incrível de evolução paralela da cultura humana (surgimento da agricultura) e do genoma do cachorro", acrescentou. 

LOBOS DOMADOS 


Cães podem ter começado a comer restos de refeições humanas ainda no início da agricultura Foto: iStock


Cães foram domesticados a partir de lobos mas cientistas ainda não sabem explicar exatamente como isto ocorreu Foto: iStock

Existe uma divisão entre cientistas sobre como os cães foram domesticados a partir dos lobos. 

Uma sugestão é que os antigos caçadores-coletores usavam os lobos como companheiros de caçadas ou como cães de guarda primitivos, gradualmente conseguindo treinar e domar estes lobos. 

Mas outros argumentam que a domesticação começou mais tarde, quando os lobos passaram a roubar restos de comida dos assentamentos e começaram a viver junto dos humanos. 

A nova pesquisa da ENS de Lyon, publicada na revista especializada Royal Society Open Science , analisou o ADN de ossos de cães em oito sítios arqueológicos espalhados pela Europa e no Turcomenistão.

E as conclusões dão mais peso à teoria de que os cães foram domesticados quando entraram nos assentamentos humanos para roubar comida, evoluindo aos poucos a habilidade de sobreviver se alimentando da dieta humana. 

A estimativa de cientistas é de que os cães começaram a se desenvolver como subespécie (C anis lupus familiaris ) da espécie Canis lupus há cerca de 15 mil anos. 

Mas ainda não está exatamente claro como e quando a relação entre a humanidade e os cachorros começou. 

Alguns cientistas até apoiam a ideia de que a domesticação dos cães pode ter ocorrido em várias ondas, em ocasiões diversas durante a história.

fonte: Terra

Inglaterra: descoberta fossa comum fora de Londres de vítimas da peste negra









Arqueólogos descobriram a primeira grande fossa comum britânica situada fora de Londres com vítimas da grande "peste negra" que matou metade da população inglesa no século XIV, anunciou na quarta-feira a Universidade de Sheffield.

Os esqueletos de 48 pessoas, entre elas 27 crianças, foram encontrados perto do hospital de um mosteiro do século XIV na Abadia de Thornto, no condado de Lincolnshire (leste da Inglaterra).

"As duas únicas fossas comuns de vítimas da peste bubónica identificadas até hoje estavam em Londres", explicou Hugh Willmott, do departamento de Arqueologia da Universidade de Sheffield, que dirigiu as escavações, em declarações publicadas no site da instituição.

"A descoberta de um sepultamento em massa anteriormente desconhecido e completamente inesperado que data desse período em um canto tranquilo do Lincolnshire rural é até agora único e esclarece as reais dificuldades enfrentadas por uma pequena comunidade mal preparada para lidar com uma ameaça tão devastadora", afirma Willmott.

Os arqueólogos sabem de que maneira a peste afetou Londres, mas têm poucas informações sobre como a epidemia atingiu o campo, e esta descoberta demonstra que os povoados também tiveram que alterar suas rotinas funerárias e lidar com grandes quantidades de vítimas ao mesmo tempo.

A peste negra, transmitida principalmente por ratos, provocou uma das piores epidemias da história, matando entre 75 e 200 milhões de pessoas na Europa no século XIV, três milhões delas na Inglaterra, que tinha então uma população de seis milhões de habitantes.

fonte: Yahoo!

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