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domingo, 16 de junho de 2024

Biólogo admite ter provas de que os animais de estimação mortos podem voltar a visitar os donos

 


Comunicações geralmente ocorrem alguns dias ou semanas após a morte e tendem a desaparecer no primeiro ano.

Dr. Rupert Sheldrake, um biólogo de renome e autor de cerca de 100 artigos de revistas científicas, recolheu provas durante mais de 20 anos sobre o facto de as pessoas poderem ter comunicação com entes queridos ou animais de estimação que já morreram.

Judge, um pit bull terrier, gostava de ir para a cama dos donos às 21h00. Quando morreu, de insuficiência renal, os donos ficaram destroçados, mas alguns dias mais tarde, dizem que o voltaram a ver. Não foi uma aparição etérea, foi, diz o dono, "tão claro como se visse as próprias mãos". "Vi-o a ir para a cama", disse.

Para o Dr. Rupert Sheldrake esta história não é invulgar. "Até 75% das pessoas em luto relatam a sensação de que de alguma forma foram visitadas por um ente querido após a morte", refere num artigo do Daily Mail.

De acordo com o biólogo os donos de animais de estimação podem desenvolver uma ligação extremamente forte com os animais e as comunicações após a morte (CDAs) não são específicas de lugares, mas de pessoas que estão de luto. São frequentemente descritas como mensagens, por vezes de tranquilização ou despedida. Geralmente ocorrem alguns dias ou semanas após a morte e tendem a desaparecer no primeiro ano.

Há muito tempo que existe um forte tabu: embora a maioria das pessoas pareça ter estas experiências, não se sentem à vontade para as discutir.

"Esse tabu está a enfraquecer, uma mudança social que só pode ser saudável", refere no artigo o biólogo.


quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Descoberto peixe com 81 anos. "Sobreviveu à II Guerra Mundial e viu os Beatles crescerem"

 


Este pargo capturado em 2016 na Austrália foi alvo de vários estudos para apurar a sua idade. É o mais velho alguma vez encontrado num coral.

Alguns peixes marinhos vivem em média 20 anos, mas existem espécies, caso das garoupas, que podem chegar ao meio século de vida, ou até mesmo outros que em águas tropicais atingem os 60 anos. Mas agora, investigadores do Instituto Australiano de Ciências Marinhas (AIMS) descobriram um peixe que bateu todos os recordes de sobrevivência em coral: 81 anos.

O pargo meia-noite foi encontrado em Rowley Shoals, na Austrália, e foi capturado em 2016 no âmbito de uma investigação que procura saber quanto tempo os peixes tropicais podem viver e como as mudanças climáticas os afetam. Mas só agora foram conhecidos os resultados do estudo.

O estudo, publicado na revista Coral Reefs, revela que além deste pargo com 81 anos, foram identificados 11 peixes com mais de 60, incluindo um robalo vermelho de 79 também capturado na mesma área.

"Este peixe sobreviveu à Grande Depressão, à II Guerra Mundial e viu os Beatles crescerem e tomarem mundialmente conta do panorama musical", disse o biólogo Brett Taylor, um dos responsáveis pela investigação. "É incrível que um peixe tenha vivido num recife de coral durante 81 anos", acrescentou.

Dados anteriores indicaram que esta espécie de pargo poderia viver no máximo 70 anos. Aliás, era este o limite de idade para os peixes mais velhos encontrados nas últimas décadas.

Para conseguirem determinar a idade certa dos peixes, os investigadores recorreram ao estudo dos otólitos, um osso interno localizado na orelha dos peixes cujo crescimento anual se reflete da mesma forma que ocorre com os anéis em troncos de árvores.

"Com esta nova investigação conseguimos identificar algumas espécies que estão a conseguir chegar aos 80 anos de vida. Provavelmente poderão existir alguns mais velhos. Ao observarmos estes animais em diferentes temperaturas da água, conseguimos compreender melhor como reagem estas espécies ao aumento das temperaturas devido ao aquecimento global que se faz sentir em todo o lado", referiu o biólogo.

Este pargo é peixe de coral mais velho alguma vez encontrado, mas está muito longe de bater o recorde do peixe mais velho. Esse recorde pertence ao tubarão da da Groenlândia. Uma investigação feita aos olhos deste animal permitiu concluir que estes habitantes do Ártico chegavam a viver 400 anos.


domingo, 8 de novembro de 2020

Tubarão de duas cabeças e dois corações encontrado no Brasil

 

Animal não só possui duas cabeças, mas também apresenta dois corações e duas colunas vertebrais independentes, além de outros órgãos internos duplos.

Cientistas brasileiros descobriram o primeiro tubarão de duas cabeças alguma vez visto. O animal foi encontrado por pescadores junto ao litoral de São Paulo, entre Itanhaém e Peruíbe, avança a Globo.

De acordo com especialistas, a causa da anomalia pode estar ligada, entre outros fatores, à poluição dos oceanos.

De acordo com o professor e biólogo Ederis Queiroz, do Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente (Ibimm) de Peruíbe, este é "o primeiro caso do mundo, registado e documentado na literatura, de um tubarão galhudo gémeo siamês encontrado na natureza".

O biólogo marinho explica que o animal foi doado para estudo. A partir das análises, os investigadores descobriram que o tubarão não só possui duas cabeças, mas que também apresenta dois corações e duas colunas vertebrais independentes, além de outros órgãos internos duplos.

O cientista diz que não é possível determinar a causa da anomalia, mas que a poluição dos oceanos é uma das causas possíveis. "Os tubarões acumulam metais pesados na sua alimentação, e isso pode gerar o que chamamos de uma mutação, uma anomalia", explicou.

O fenómeno, segundo Edris, também pode estar ligado a alterações genéticas e problemas no útero da mãe: "A compressão do útero pode fazer um ovo fundir-se com outro. Não temos como ter a certeza pois são fenómenos raríssimos. Não sabemos se a raridade acontece porque simplesmente não encontramos este tipo de tubarões ou se são fenómenos realmente diferenciados".

"Com estas novidades, talvez seja possível chamar atenção para os problemas sérios que têm ocorrido nos ambientes marinhos. Este estudo vai ajudar a procurarmos medidas que ajudem na preservação e conservação das espécies", rematou.


domingo, 26 de julho de 2020

Microsoft financia “GoPro para insetos” que é o sonho de qualquer espião


A curiosidade de ver o mundo com os olhos dos insetos é algo intrínseco ao ser humano. Como será atravessar o deserto da caixa de areia do gato, ou o oceano de um charco de água no jardim depois da rega? Engenheiros da Universidade de Washington, apoiados pela Microsoft, anunciaram nesta quarta-feira que, efetivamente, poderemos ter essa visão de insetos. A ideia que tiveram foi colocar uma pequena câmara sem fios nas costas de um besouro.

Assim, por outras palavras, o que estes engenheiros estão a fazer é criar uma ‘GoPro para insetos’.

Conforme foi dado a conhecer, o projeto tem financiamento através de uma bolsa da Microsoft. Assim, com o apoio da gigante do software e com a doação de 980.000 dólares da National Science Foundation, os engenheiros afirmam ter desenvolvido o primeiro sistema de visão totalmente sem fio mecanicamente orientável num fator de forma pequeno o suficiente para montar a bordo de um inseto e transmitir vídeo para um smartphone em 1 a 5 frames por segundo.

Todo o sistema pesa cerca de 250 mg e possui bateria suficiente para gravar imagens durante seis horas.


GoPro para insetos permite ver o mundo com outros olhos

A câmara fica num braço mecânico que pode girar 60 graus para permitir a panorâmica da esquerda para a direita e captar fotos panorâmicas de alta resolução ou rastrear um objeto em movimento. A câmara e o braço são controlados via Bluetooth a partir de um smartphone a uma distância de até 120 m, um pouco mais do que um campo de futebol.

Segundo Shyam Gollakota, professor de Ciência da Computação e Engenharia, que liderou o estudo, até agora, a visão sem fio não era possível para pequenos robôs ou insetos. Contudo, este projeto poderá trazer várias áreas interessantíssimas de ação.



Porquê besouros?

Os investigadores escolheram anexar o sistema removível às costas de dois tipos diferentes de besouros – um besouro que finge a morte e um besouro Pinacate (ou escaravelhos de mau cheiro). Conforme é sabido, os besouros têm a fama de conseguirem transportar cargas mais pesadas que meio grama. Assim, o inseto poderá levar a sua vida sem estar limitado.

Garantimos que os besouros ainda pudessem mover-se adequadamente quando carregavam o nosso sistema. Eles foram capazes de navegar livremente pelo cascalho, subir uma encosta e até escalaram árvores.

Explicou o autor principal Ali Najafi , estudante de doutoramento da UW em engenharia elétrica e de computação.

Os investigadores tiveram o cuidado de verificar que o sistema às suas costas não impedisse de ultrapassar os mais variados obstáculos.

Portanto, no cerne deste projeto está a capacidade de se reduzir drástica no tamanho dos componentes, do peso e potência dos sistemas de visão tradicionais. Então, esta combinação estende o uso de câmaras para novas aplicações que não eram possíveis antes.

fonte: Pplware

terça-feira, 26 de maio de 2020

Espécie misteriosa de cigarras volta a cantar... 17 anos depois


Em algumas regiões dos Estados Unidos, há uma espécie misteriosa de cigarra que vai ouvir-se este verão. Os entomologistas estão atentos

Nos campos, são uma parte insubstituível da banda sonora dos meses quentes do verão, com o seu coro um pouco estridente a emergir do solo - são as cigarras, claro. Mas este ano, em algumas regiões da costa leste dos Estados Unidos, esse coro será muito especial já que haverá um reforço de mais de um milhão de participantes que não se ouviam por ali há 17 anos.

Enquanto uma parte destes simpáticos insetos tem um ciclo de vida anual, regressando a cada nova época estival, há algumas espécies que permanecem no solo sob a forma de ninfas por períodos muito mais longos.

É o caso da chamada estirpe IX do género Magicicada, um tipo de cigarras que têm ciclos de vida mais prolongados, e que só ressurgem como insetos cantores a cada 13 a 17 anos.

Naquelas regiões dos Estados Unidos, que abrangem partes da Virgínia e da Carolina do Norte, este é o ano, depois de não terem cantado por ali desde 2003. Os entomologistas locais estão por isso numa grande expectativa, a aguardar esse momento, cujo início se espera para os primeiros dias de junho.

"As comunidades e quintas agrícolas terão grandes quantidades destas cigarras a emergir simultaneamente, com um aumento substancial do ruído que elas vão provocar", diz o entomologista Eric Day, do Virginia Tech, citado no site de notícias de ciência Science Alert.

Os especialistas esperam que o número dessas peculiares cigarras possa ascender a 1,5 milhões. E esta será também uma boa oportunidade para fazer mais estudos sobre a espécie.

Na prática, o ciclo de vida destas cigarras é um mistério. Os cientistas pensam que estes períodos tão prolongados de permanência no interior do solo, sob a forma de ninfa, poderá ser uma espécie de proteção contra os predadores, mas na verdade ninguém sabe exatamente.

O que se sabe, sim, é que este é o verão em que vai ouvir-se esta espécie em particular.

As cigarras ficarão ativas durante seis semanas, para se reproduzirem, regressando depois a um longo sono que há de durar outros 17 anos. A ouvir, é agora. A próxima oportunidade só acontecerá em 2037.


quinta-feira, 21 de maio de 2020

Universo paralelo onde o tempo retrocede? Não é só ficção científica

Planeta Terra

Planeta Terra

Experiência da NASA podem provar que existe uma realidade alternativa em que tudo está de cabeça para baixo.

O ano de 2020 tem sido cheio de surpresas, nem sempre boas como é o caso da pandemia mundial, num entanto há uma nova descoberta que poderá marcar este ano. 

A NASA anunciou que descobriu um "universo paralelo onde o tempo retrocede". Foi desta forma que a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço deu a conhecer uma nova "realidade". 

Segundo os cientistas que se encontram a realizar experiências na Antártida, partículas observadas podem provar uma realidade alternativa em que tudo está de cabeça para baixo.

De acordo com a revista sobre ciência New Scientist, os investigadores fizeram a descoberta curiosa em 2016.

Através da ANITA (projeto da Antena impulsiva transitória antártica) - um balão enviado à estratosfera para procurar ondas de rádio - a equipa detectou uma "fonte" de partículas de alta energia. Mas com uma diferença: em vez de descer "do espaço", como é habitual, estes surgiam do próprio gelo antártico.

"Era como se o raio cósmico tivesse saído de o próprio gelo. Uma coisa muito estranha", disse Peter Gorham, investigador principal da ANITA.

Durante os últimos quatro anos, os cientistas tentaram encontrar uma explicação, mas não encontraram nada, por isso começam agora a ponderar sobre a hipótese de que as partículas estão a flutuar. Ou seja, de acordo com o relatório da New Scientist, essas descobertas podem sugerir que as partículas viajam para trás em relação ao nosso conceito de tempo, o que se alinharia com a existência de um universo paralelo.

A teoria gerou muitas reações online: "isto faz-me pensar que outras coisas malucas estão a acontecer enquanto nós estamos fechados em nossas casas e distraídos com o coronavírus", disse o ator Armie Hammer. 

A NASA sublinha, no entanto, que para já é apenas uma teoria e que não é provado que exista mesmo um universo paralelo.


terça-feira, 28 de abril de 2020

Zebra dá à luz cria de burro após "relação amorosa" com animal da comunidade vizinha

Zebra dá à luz cria de burro após 'relação amorosa' com animal da comunidade vizinha

Zebra dá à luz cria de burro após 'relação amorosa' com animal da comunidade vizinha

Zebra dá à luz cria de burro após 'relação amorosa' com animal da comunidade vizinha

Equipa do Parque Nacional Tsavo East resolveu rapidamente o mistério quando começou a ligar os pontos da história.

O nascimento de uma cria de zebra levantou suspeitas num parque nacional no Quénia. Tudo porque o pequeno potro nasceu muito escuro e com poucas riscas. 

A equipa de tratadores acabou por perceber que a cria era, na verdade, uma junção entre uma zebra... e um burro. 

Segundo testemunhos, a zebra fêmea aventurou-se numa comunidade fronteiriça com o Parque Nacional Tsavo East, no Quénia, tornando-se 'membro honorária' de um rebanho local, explicou a organização de caridade Sheldrick Wildlife Trust.

A equipa do parque resolveu rapidamente o mistério quando começou a ligar os pontos da história. O período de gestação de uma zebra é de doze meses. A cria recém-nascida era, desta forma, um cruzamento entre a mãe, uma zebra, e o pai, um burro.

"Obviamente que se familiarizou e 'apaixonou' por um burro durante a sua estadia na comunidade, no ano passado", sublinhou a quipa.

Mãe e bebé encontram-se bem, a viver no seu novo lar no Parque Nacional Chyulu.


sexta-feira, 17 de abril de 2020

Encontrada uma abelha metade fêmea, metade macho (e dividida perfeitamente ao meio)


Uma equipa de cientistas encontrou a primeira abelha ginandromórfica, cujo corpo é metade fêmea, metade macho. Este indivíduo é da espécie Megalopta amoenae, nativa da América Central e do Sul.

Investigadores liderados por Erin Krichilsky, entomóloga da Universidade Cornell, estavam a fazer um estudo sobre sobre ritmos circadianos nas M. amoenae e estavam a trabalhar com abelhas vivas da floresta da ilha Barro Colorado, no Panamá, no Smithsonian Tropical Research Institute.

Encontrar esta abelha foi um golpe de sorte, segundo conta o ScienceAlert. No lado esquerdo, a abelha era fisiologicamente masculina, com uma mandíbula pequena e delicada, uma antena longa e uma perna traseira fina e delicada com menos cerdas. Por outro lado, o lado direito tinha características femininas – uma antena mais curta, uma mandíbula pronunciada e dentada e uma perna traseira espessa e peluda.

Chelsey Ritner / Utah State University


A condição é conhecida: chama-se ginandromorfismo. O fenómeno já foi encontrado em pelo menos 140 espécies de abelhas, além de borboletas, pássaros e crustáceos. É praticamente desconhecidos em mamíferos. Nas abelhas, geralmente só é visto depois de o inseto já ter morrido.

A abelha descoberta é primeiro indivíduo ginandromórfico conhecido da sua espécie.

“Este fenómeno pode oferecer informações sobre a evolução de características morfológicas especializadas, como a morfologia masculina de linhagens de abelhas parasitas, a morfologia modificada de castas sociais de insetos e novos métodos de reprodução”, escreveram os investigadores, no seu estudo publicado em fevereiro na revista científica Journal of Hymenoptera Research.

Como a equipa já estava a estudar ritmos circadianos, decidiram ver se e como os ritmos circadianos diferiam no seu indivíduo ginandromórfico. Os cientistas rastrearam as abelhas durante quatro dias e descobriram que tendem a acordar um pouco mais cedo do que as abelhas machos e fêmeas. No entanto, os seus períodos de atividade de maior intensidade assemelhavam-se mais ao comportamento feminino.

Há alguns aspetos do ginandromorfismo das abelhas que já começámos a entender. Um estudo de 2018 lançou alguma luz sobre como existe em abelhas: se o esperma de um segundo e até terceiro indivíduos entrar num óvulo já fertilizado – um embrião feminino -, pode dividir-se para produzir tecido masculino, resultando num ginandromorfo.

fonte: ZAP

domingo, 29 de março de 2020

Australiano captura cobra supervenenosa que dá à luz filhote de 2 cabeças

Rara serpente com duas cabeças (imagem ilustrativa)

Um australiano, que capturou uma cobra e a levou para um veterinário para ser examinada, fez uma descoberta arrepiante, após o réptil ter dado à luz dentro do saco em que estava ao ser transportado.

Steward Gatt, conhecido na cidade australiana de Wyndham como Stewy o capturador de serpentes, pegou no início desta semana uma serpente-tigre australiana, que é uma das cobras mais venenosas do planeta.


Assim que o australiano abriu o saco para liberar o animal, ele descobriu que o réptil tinha dado à luz vários filhotes. No entanto, as descobertas ainda estavam por vir.

Ao fazer uma inspeção mais detalhada, o australiano percebeu que uma das pequenas cobrinhas nasceu com duas cabeças. Mais tarde, Steward levou toda a família a um veterinário.


"As cobras foram levadas a um veterinário para uma verificação rápida, só para se certificar que elas estavam em condições para serem libertadas", explicou.

Infelizmente, o bebê de duas cabeças teve de ser submetido à eutanásia, já que, de acordo com o médico, a criatura não teria chances de sobreviver na natureza, relata mídia local. Stewart afirmou ser bastante incomum encontrar cobras de duas cabeças.

fonte: Sputnik News

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Mulher escapa ilesa após cair de nono andar

Mulher escapa ilesa após cair de nono andar na Rússia

Mulher escapa ilesa após cair de nono andar na Rússia

Vítima caiu de uma altura com cerca de 27 metros.

Uma mulher escapou ilesa de uma queda do nono andar de um prédio na Rússia. Um vídeo chocante mostra a mulher a cair de uma altura de cerca 27 metros... e a levantar-se.

Por sorte, aterrou em cima de um monte de neve que amparou a queda.

A mulher dirigiu-se ao hospital, onde, para surpresa dos médicos, não tinha um único osso partido.


Hulk, o cachorrinho que nasceu com o pelo verde lima

Hulk, o cachorrinho que nasceu com o pelo verde lima

Hulk, o cachorrinho que nasceu com o pelo verde lima

Hulk, o cachorrinho que nasceu com o pelo verde lima

Pastora alemã deu à luz quatro cães bebés, sendo que um deles se distingue pela pelagem colorida.
Hulk nasceu de uma ninhada de oito cachorros, na Carolina do Norte, mas a cor da sua pelagem distingue-o dos restantes irmãos. O bebé nasceu com o pelo verde lima e surpreendeu Shana Staney, proprietária da pastora alemã, mãe dos cachorros.

"Tive de me certificar que o cãozinho não tinha nascido com nenhuma doença e procurei logo um veterinário. A técnica explicou que este fenómeno pode acontecer devido à presença de mecónio, uma substância verde-escura presente no intestino do feto, no útero da mãe", disse Suzanne Cianciulli.

Apesar da sua cor intensa, prevê-se que a tonalidade verde vá desaparecer após alguma semanas, uma vez que a mãe o vai lamber e dar-lhe banho.

A dona dos animais revelou à ABC que a escolha do nome foi dificil, uma vez que as possibilidades eram várias. "Escolhemos Hulk, por ele ser verde e corajoso. Mas também pensámos em Gremlin e Pistáchio. Às vezes chamamos-lhe 'Mr. Green'", afirma.

Shana procura agora famílias para adotarem os animais, entre os quais Hulk. "Ele é um animal muito especial. Um amuleto da sorte", concluiu.


domingo, 2 de fevereiro de 2020

Hoje é dia de capicua perfeita. A última foi há mais de 900 anos


A última vez que ocorreu uma capicua destas, com oito números, foi no dia 11-11-1111. Depois deste domingo, só teremos de esperar mais 101 anos para a próxima deste tipo, que será a 12-12-2121

Hoje é dia 02-02-2020, ou seja, de capicua perfeita, porque a data, lida da direita para a esquerda e da esquerda para a direita, significa exatamente o mesmo. A última vez que ocorreu uma capicua destas, com oito números, e que funciona colocando o dia e o mês em primeiro ou em segundo lugar, foi há 909 anos, no dia 11-11-1111. Depois deste domingo, só temos de esperar mais 101 anos por um palíndromo destes, que será no dia 12-12-2121. E a seguir? Só no dia 3 de março de 3030, o que significa que a de hoje será a única das nossas vidas.

Aziz Inan é professor de engenharia elétrica da Universidade de Portland, em Oregon, nos EUA, e um apaixonado por capicuas. Por isso, espera a chegada deste dia desde 2 de novembro de 2011, assim conta ao Washington Post, já que, no sistema americano, essa data também foi uma capicua: 11-02-2011.

Inan tem um site onde anota todas as capicuas, desde o século XIX até ao XXIII. Até agora, tem registadas mais de 500 datas. Mas este dia, diz Inan, é muito especial. “Neste século, pelo sistema americano de datas – que é expresso por mês, dia e ano -, existem 12 capicuas de oito dígitos”, esclarece. Porém, neste mesmo século, há apenas uma capicua de oito dígitos onde se tem o número completo do ano à direita e, além disso, o mês e o dia podem ser trocados.

Ou seja, se escrevermos primeiro o mês, depois o dia e a seguir o ano, a data fica 02-02-2020. Caso escrevamos primeiramente o dia, de seguida o mês e, por último, o ano, a sequência é a mesma: 02-02-2020.

Isto significa que a capicua de hoje funciona em todo o mundo, desde a América até à Ásia, seja qual for o sistema de datas que utilizemos, daí ser uma “capicua perfeita”.

Aziz Inan acrescenta, ainda, mais uma informação sobre este dia: é o 33º do ano e, depois dele, faltam 333 para 2020 acabar. “Uma capicua tem esse poder mágico, refere o professor. “E é também um quebra-cabeças.”


fonte: Revista Visão

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Encontrado famoso navio que desapareceu misteriosamente no Triângulo das Bermudas há 95 anos


Os destroços de um navio que desapareceu misteriosamente no Triângulo das Bermudas há 95 anos foram descobertos na costa da Florida, nos Estados Unidos.

O SS Cotopaxi – um navio mercante norte-americano – deixou Charleston, na Carolina do Sul,em 29 de novembro de 1925, carregado com carvão. Porém, o navio desapareceu sem deixar rasto antes de chegar ao seu destino final, Havana, em Cuba.

O destino do Cotopaxi e das 32 pessoas a bordo há muito tempo que intrigava os especialistas e o desaparecimento do navio tornou-se uma das histórias famosas associadas à lenda do Triângulo das Bermudas – uma região notória do oeste do Oceano Atlântico Norte, onde vários navios e aeronaves terão desaparecido em circunstâncias estranhas.

“O Cotopaxi estava numa viagem de rotina. Estava empregada no comércio de carvão e, portanto, essa foi apenas mais uma viagem no final de novembro de 1925. Sabemos, que nessa viagem, algo aconteceu”, disse, em declarações ao Newsweek, o biólogo marinho e explorador subaquático Michael Barnette. “Nunca encontraram destroços. Nunca encontraram botes salva-vidas, corpos ou alguma coisa. A embarcação simplesmente desapareceu após esse ponto”.

Agora, após quase um século de incerteza e especulação, Barnette e os seus colegas dizem que localizaram os destroços a cerca de 55 quilómetros da costa de Santo Agostinho, na costa nordeste da Florida. A descoberta é revelada num episódio de Shipwreck Secrets, uma nova série do Science Channel que começa no próximo mês.

A busca pelos destroços começou a milhares de quilómetros do Triângulo das Bermudas, em Londres, na Inglaterra. Barnette entrou em contacto com o historiador britânico Guy Walters e pediu que vasculhasse os arquivos do Lloyd’s of London, que contém documentos de seguro relacionados com a fatídica viagem do navio.


Durante sua busca, Walters conseguiu descobrir evidências de que o Cotopaxi tinha emitido um sinal de socorro em 1º de dezembro de 1925 – uma informação importante que os historiadores não conheciam anteriormente. “Muitas vezes, é mais importante gastar mais tempo nos arquivos do que na água”, disse Walters, ao Newsweek.

De acordo com os documentos, os sinais de socorro foram captados em Jacksonville, Florida, colocando o navio nas proximidades do chamado Bear Wreck – localizado na costa de Santo Agostinho – que confunde especialistas há décadas. As águas da costa de Santo Agostinho estão repletas de naufrágios dos séculos XVI e XVII. O Bear Wreck destaca-se porque parece ser do final do século XIX ou início do século XX e está localizado muito mais longe da costa do que a maioria dos outros naufrágios mais antigos. O nome verdadeiro do navio e a razão pela qual afundou há muito que permanecem um mistério.

Barnette e o seu parceiro de mergulho Joe Citelli decidiram realizar uma série de mergulhos a fim de procurar um artefacto que pudesse ligá-lo ao Cotopaxi. Queriam encontrar um objeto com o nome da embarcação – algo normalmente encontrado no sino dos navios. No entanto, essas descobertas são raras e os mergulhadores não encontraram o que procuravam, uma vez que os destroços estão cobertos por grandes quantidades de areia.

Depois, Barnette entrou em contacto com Al Perkins, um mergulhador que explora o Bear Wreck há mais de três décadas, colhendo inúmeros objetos. Um deles parecia fornecer uma pista das origens dos destroços. Era uma válvula que tinha sido fabricada por uma empresa a cerca de 20 quilómetros de onde o Cotopaxi foi construído, em Ecorse, Michigan.

Barnette realizou mais mergulhos para fazer medições do naufrágio do Bear Wreck, que foram comparados aos planos originais do Cotopaxi. A equipa descobriu que características como o comprimento da embarcação e as dimensões das caldeiras – correspondiam às medidas.

Por fim, Barnette recebeu uma informação de Walters: o historiador encontrou documentos de uma ação legal de famílias de alguns dos tripulantes desaparecidos contra o operador do Cotopaxi. As famílias argumentaram que o navio não estava em condições de navegar e não era adequado às condições adversas do oceano.

Nos documentos, o presidente da empresa respondeu que a única razão pela qual o navio afundou foi porque tinha sido apanhada numa grande tempestade na costa da Florida, atestada por registos climáticos históricos no dia em que o Cotopaxi enviou sinais de socorro.

O presidente da empresa relatou as últimas coordenadas conhecidas do Cotopaxi, colocando o navio a 38 quilómetros ao norte do Bear Wreck. Esta foi a peça final do quebra-cabeça que ligava o Cotopaxi ao Bear Wreck. Dado que uma tempestade atingiria a área no dia seguinte e as evidências dos documentos legais que indicavam que o navio não estava em condições de navegar, os investigadores pareciam ter descoberto uma possível explicação para o naufrágio do navio.

A equipa acredita que as coordenadas finais, o sinal de socorro enviado do navio no dia seguinte e os registos históricos sobre uma tempestade são mais uma evidência para mostrar que o Bear Wreck é o local onde Cotopaxi se afundou.

Barnette acrescentou ainda que explicações paranormais para o desaparecimento de navios e aeronaves no Triângulo das Bermudas desviam os especialistas do que é realmente importante.

Estima-se que, nos últimos 100 anos, o misterioso “Triângulo das Bermudas” tenha provocado a destruição de 75 aviões e afundado centenas de barcos e navios – provocando mais de mil mortes. Em média, 5 aviões continuam a desaparecer na região todos os anos.

Ao longo dos anos, foram avançadas várias teorias para explicar o mistério. A mais recente teoria foi avançada em 2016 por um grupo de meteorologistas segundo os quais a culpa dos desaparecimentos será da presença de “nuvens hexagonais” que podem originar ventos muito fortes ou “bombas de ar” capazes de destruírem ou afundar navios e aviões.

No passado, entre outras teorias, atribuiu-se o mistério a bolhas de gás metano do fundo do oceano, campos magnéticos, ondas gigantes, ou a explicações mais metafísicas, como dimensões alternativas, universos paralelos ou raptos por extraterrestres.

fonte: ZAP

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Zoológico de Paris apresenta o “Blob”, a louca criatura de 720 sexos


Ele só tem uma célula, mas consegue aprender, e tem gametas insanos. Entenda o que é esse bicho que intriga a ciência

Com a gosmenta aparência de secreção nasal, carinhosamente chamado de Blob — em homenagem ao alienígena de um filme chamado The Blob, de 1958 — ou por seu nome científico, Physarum polycephalum — que significa “bolor de várias cabeças” —, foi exibido recentemente no zoológico de Paris, sendo um dos assuntos mais comentados na internet.

Apesar de seu nome científico fazer alusão a um bolor, e muitos o classificarem como um mofo, para outro cientistas ele não é exatamente um fungo. Não existe uma classificação para o Blob, mas é uma mistura de planta, animal e fungo. Não tem boca, mas pode comer, não tem cérebro, mas pode aprender, não tem pernas, mas pode se locomover. Se você cortá-lo ao meio, em poucos minutos ele se regenera; quando ameaçado pode hibernar, o que o torna quase imortal. Eles também podem se fundir; quando ocorre, o conhecimento adquirido pelas duas partes também se funde.

“Você pode, inclusive, colocá-lo no micro-ondas por alguns minutos — e com algumas gotas de água, voilà!, ele volta à vida, disposto a se alimentar e procriar”, disse Audrey Dussutour, um francês especialista no P. polycephalum à AFP.

Talvez a parte mais louca dessa criatura, no entanto, seja o número de sexos dele: 720 [não confundir com género]. Sabemos que ele possui 720 sexos porque ele possui o mesmo número de tipos de gametas. Um gameta é uma célula sexual, que com a fusão de dois (masculino e feminino), gera um zigoto e, posteriormente, um embrião; no caso da maioria dos seres vivos de reprodução sexuada, há dois tipos de gametas, um masculino e um feminino.

No vídeo abaixo você pode ver, em imagem acelerada, o Blob se locomovendo por um labirinto.



domingo, 22 de setembro de 2019

Abóbora de 825 quilos vence concurso internacional em Paredes









Durante cerca de cinco horas, quase sempre debaixo de chuva, algumas dezenas de pessoas foram aguardando, curiosas, os resultados do 1.º Concurso Internacional de Hortícolas Gigantes em Portugal - "O Maior da Minha Aldeia", que aconteceu em Aguiar de Sousa, Paredes.

Primeiro foram os melões e as melancias, mas o que gerou mais expectativa foi a pesagem das abóboras "gigantes", que tiveram de ser carregadas por uma máquina até à balança. O suspense manteve-se até ao final.

A maior abóbora em competição veio de Espanha, com 825,5 quilos. Superou em quase cem quilogramas o segundo lugar, também de Espanha, que atingiu os 728,5 quilos. O terceiro posto foi para o Algarve, com uma abóbora de 416 quilos. O maior fruto produzido em Paredes, pelos irmãos José Pereira Coelho e Fernando Pereira, chegou aos 401 quilos.

Não há segredos

Foram também para espanhóis os prémios de maior melancia - 93,5 quilos - e maior melão - 8,1 quilo.Os prémios atribuídos variaram entre os 100 e os 1000 euros.

Ruben Mendi, que produz frutos gigantes há 10 anos, ganhou quer a categoria da maior abóbora quer a de maior melão. "Neste ano tive muita sorte e saíram grandes. Quando vim não sabia o que havia em Portugal, mas com uma abóbora tão grande pode-se esperar ganhar", assume, contando que já venceu concursos em Espanha, mas também noutros países da Europa. Segredos não há. "É a sorte, o clima, a preparação do terreno, a dedicação e 10 anos de experiência", resume.

Jorge Monfort, também espanhol, já teve outras melancias gigantes. A maior deste ano participou noutro concurso há uma semana. Tinha mais 500 gramas. "Não sabia o que se ia passar aqui, mas fiquei contente. Foi uma viagem de 11 horas, mas valeu a pena", diz.

Este foi o primeiro ano em que se realizou este concurso promovido pela Câmara de Paredes.


quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Foi descoberta a enguia-elétrica mais poderosa do mundo


Nova espécie de enguia-elétrica pode produzir um choque eléctrico de 860 volts. Apesar de elevado, não chega para matar uma pessoa saudável, diz investigador.

Uma equipa de investigadores do Museu Nacional de História Natural Smithsonian, em parceria com biólogos brasileiros, descobriu duas novas espécies de enguia-elétrica na Amazónia. Uma delas dá um choque elétrico de 860 volts, o que ultrapassa em 210 volts o mais alto valor registado numa enguia. A revista cientifica Nature Communications considera a nova espécie de enguia o animal gerador de eletricidade mais poderoso do mundo.

A enguia-elétrica foi descoberta pela primeira vez pelo cientista sueco Carl Lunnaeus em 1766. Durante séculos, acreditou-se que era a única espécie existente em toda a região da Amazónia. Mas o investigador David de Santana e a sua equipa decidiram fazer um estudo para entender melhor estes animais e mapear a vida selvagem em partes remotas da América do Sul.

Durante o estudo, foram analisadas 107 amostras de ADN de várias enguias e encontradas três espécies: a já conhecida Electrophorus electricus, e as novas Electrophorus voltai e Electrophorus varii. Outro resultado foi que a E.voltai é capaz de produzir um choque de 860 volts – ultrapassando os 650 volts previamente registados – "tornando-o o gerador de bioeletricidade mais forte conhecido", confirma Santana. Ao The New York Times, Santana afirmou que a voltagem não é suficiente para matar um ser humano saudável. 

"Apesar de todo o impacto humano na floresta amazónica nos últimos 50 anos, ainda podemos descobrir peixes gigantes como as duas novas espécies de enguias eléctricas", disse o investigador.

A Nature Communications partilhou o estudo esta terça-feira, teorizando que as três espécies evoluíram de um antepassado partilhado há milhões de anos. 

As enguias elétricas usam o choque para caçar, defender-se e navegar. Têm três órgãos elétricos especializados que podem produzir cargas de diferentes intensidades para diferentes fins. Os choques costumam durar segundos.

Segundo Santana, "a fisiologia da enguia-elétrica inspirou o projeto da primeira bateria elétrica de Volta, forneceu uma base para o tratamento de doenças neuro-degenerativas e recentemente promoveu o avanço das baterias de hidrogel que podem ser usadas em implantes médicos".


domingo, 1 de setembro de 2019

Sofreu mais de 100 fraturas após cair de varanda enquanto praticava ioga


A imagem que circula nas redes sociais não é do momento do acidente, mas exemplifica o tipo de manobras que a jovem estava habituada a executarA imagem que circula nas redes sociais não é do momento do acidente, mas exemplifica o tipo de manobras que a jovem estava habituada a executar

Uma mulher de 23 anos sobreviveu com ferimentos graves, após uma queda de uma altura de 25 metros, enquanto praticava ioga extremo na grade de uma varanda, no México. Poderá demorar três anos até que consiga voltar a andar.

Alexa Terrazas, de 23 anos, sobreviveu milagrosamente depois de cair de 25 metros de altura, enquanto praticava ioga extremo, no México. A queda causou-lhe mais de 100 fraturas e teve que passar por uma operação de mais de 11 horas no hospital de Nuevo León para reconstruir as pernas.

De acordo com o jornal local "El Imparcial", os médicos estimam que a jovem não será capaz de andar nos próximos três anos.

Alexa, nascida em Chihuahua, México, é uma estudante de Nutrição e Bem-Estar em Monterrey e tem o hábito de praticar ioga extremo regularmente. Vários vizinhos contaram à imprensa que viam a jovem a executar várias vezes posições arriscadas na varanda.

A Procuradoria-Geral de Nuevo León abriu uma investigação, mas, até ao momento, não foram encontradas falhas estruturais na varanda, suspeitando-se que a queda terá sido provocada por um erro da jovem.


domingo, 18 de agosto de 2019

Depois de morrer, estes genes “fantasma” ganham vida


A simples definição de morte – aquela que diz que o corpo deixa de funcionar – não chega para descrever o quão estranho o nosso organismo realmente é.

“Não sabemos nada sobre o que acontece quando morremos”, disse Peter Noble, ex-professor na Universidade de Alabama, ao Discover. Noble sabe, em primeira mão, que há surpresas para os cientistas que estudam o fim da vida, uma vez que o próprio estudou os genes que ganham vida horas ou até dias depois da morte do organismo.

Um gene é um conjunto de instruções químicas, feito de ADN, que diz ao corpo como fazer algo. Quando o gene é ativado, estas instruções químicas são transcritas pelo nosso RNA, e as nossas células podem usar essa sequência copiada como um esqueleto para construir moléculas complexas.

Noble e os colegas da Universidade de Washington estavam a testar a técnica para medir a atividade genética. Como controle, os cientistas analisaram tecidos de um peixe-zebra morto recentemente, esperando ver uma diminuição constante em novas cópias de genes à medida que a atividade celular diminuía.

A ideia de que genes seriam ativados após a morte de um organismo era inédita, por isso os investigadores escreveram-no como um erro com a sua instrumentação. Mas testes repetidos, em peixes e depois em ratos, continuaram a confirmar o impossível: genes ativavam-se horas, ou mesmo dias, após a morte de um organismo.

As descobertas dos cientistas foram recebidas com ceticismo, até que um grupo de cientistas liderados por Roderic Guigó no Centro de Regulação Genómica de Barcelona também encontrou atividade genética pós-morte – desta vez em humanos.

Guigó e a sua equipa estudavam a regulação dos genes analisando tecidos de pessoas que doaram os seus corpos após a morte. O trabalho já estava em andamento quando o artigo de Noble foi publicado, por isso não ficaram surpreendidos com as descobertas da sua equipa. “Era mais ou menos o que estávamos a ver”, disse Guigó.

Estas descobertas podem dar uma melhor compreensão sobre como os genes funcionam quando ainda estamos vivos e podem ajudar a melhorar procedimentos médicos como transplantes de órgãos. “Saber como os órgãos mudam ao nível molecular após a morte do corpo talvez possa ajudar a melhorar as práticas de transplante de órgãos ou preservação de órgãos”, explicou Guigó.

A outra grande aplicação potencial dos seus estudos é na ciência forense. Os cientistas descobriram que diferentes genes se ativam em diferentes intervalos de tempo após a morte. Os cientistas forenses podem aplicar estas informações para fazer estimativas mais precisas sobre a hora do óbito.

Enquanto essa descoberta abre novas possibilidades para a ciência médica, a maior questão colocada pela investigação é: por que alguns dos nossos genes são ativados depois de morrer?

Sabe-se que a morte é um processo com mais nuances do que se pensava anteriormente. A morte não significa que todas as células nos nossos corpos parem de funcionar, apenas significa que param de trabalhar juntos. As horas e os dias em que estas conexões se desfazem são uma nova fronteira para a ciência.

Noble acredita que as pistas podem estar nos tipos de genes que estão a ganhar vida. Embora nenhum dos genes pareça fazer qualquer alteração física após a morte, muitos estão relacionados a atividades que são normalmente reguladas ou inibidas. Isso inclui o gene que diz às células para produzir o começo de uma coluna vertebral.

Outros genes que se ativam após a morte estão relacionados com o cancro. Talvez na ausência de outros genes que normalmente os inibem, os genes aproveitam a oportunidade de se reativar.

Assim, há genes que “acordam” quando morremos. E a razão para isso acontecer permanece um mistério.

fonte: ZAP

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Ilusão de ótica ou farsa? 'Cidade fantasma' emerge de lago chinês

Cidade fantasma

Um vídeo compartilhado na web gerou muitos debates sobre o surgimento de uma "cidade fantasma" em um lago da China.

Muitas pessoas ficaram em dúvida sobre o que teria provocado o surgimento da cidade, como ilusão de ótica ou apenas uma farsa.

A visão ocorreu próximo do lago Hongze na China, quando os edifícios foram vistos pairando sobre a superfície da água no horizonte. A imagem seria semelhante a "uma miragem dos edifícios tradicionais chineses".


A visão enigmática provocou diferentes reações nos internautas que apresentaram diversas teorias e ideias, como a de uma cidade interdimensional causada pelo laboratório de partículas físicas, na Suíça.

Enquanto que outros internautas afirmaram que o vídeo era uma farsa, e que a cidade era uma província costeira chinesa ao norte de Xangai.

Outro internauta foi mais além, e afirmou que a visão foi gerada através da "Fata Morgana", uma forma complexa de miragem que ocorre quando raios de luz são inclinados ao passarem por camadas de ar de diferentes temperaturas.

fonte: Sputnik News

Tardígrados: estes pequenos seres invencíveis estarão agora a viver na Lua




Com apenas meio milímetro de comprimento, estes seres vivos podem vir a ser os únicos organismos a passar anos de vida na Lua. Resistem a radiação severa e a temperaturas extremamente negativas.

Minúsculos e resistentes, capazes de sobreviverem em temperaturas de -272 até 150 graus Celsius e conhecidos por suportarem mil vezes mais radiação do que aquela que o ser humano consegue suportar. Estes são os tardígrados e serão, neste momento, os únicos habitantes da Lua.

Isto porque a sonda espacial israelita Beresheet - desenhada para ter sido a primeira sonda privada a aterrar no nosso satélite, até que se despenhou, em abril, levava a bordo alguns milhares destes animais. E é provável que tenham sobrevivido ao impacto -- e ao vácuo do espaço -- não tivessem eles a alcunha de "invencíveis".

Nova Spivack, fundador da Arch Mission Foundation, uma organização sem fins lucrativos cujo objetivo é criar "um backup biológico do planeta Terra", disse à revista Wired que tinha muito a perder na missão Beresheet. A sonda levava para a Lua uma "biblioteca lunar", um arquivo do tamanho de um DVD e que continha 30 milhões de páginas de informações, amostras de ADN humano e milhares de tardígrados. "Podem ser a única coisa sobrevivente desta missão", afirmou Spivack.

Descobertos no século XVIII pelo zoólogo alemão Johann August Ephraim Goeze, têm apenas meio milímetro de comprimento e assemelham-se a larvas de oito pernas. Resistentes como nenhuns outros, já foram encontrados em topos de montanhas, em desertos escaldantes e em lagos subglaciais na Antártida.

Os tardígrados foram enviados em estado de hibernação ou de desidratação - o que acontece quando os organismos reconhecem que o ambiente é hostil - mas têm a capacidade de acordar e voltar a hidratar-se. Cientistas já conseguiram "ressuscitar" tardígrados que passaram até 10 anos neste estado desidratado, embora em alguns casos possam sobreviver por muito mais tempo sem água. Em 2007, os cientistas descobriram que os tardígrados inativos são tão resistentes que podem sobreviver à radiação severa e ao vácuo gelado das viagens espaciais.

Lukasz Kaczmarek, especialista em tardígrados e astrobiólogo da Universidade Adam Mickiewicz, em Poznań, disse ser bem possível que os animais tenham sobrevivido ao desastre da sonda na Lua.

"Os tardígrados podem sobreviver a pressões comparáveis ​​às que são criadas quando asteroides atingem a Terra, então um pequeno acidente como este não é nada para eles", afirmou, citado pelo Guardian. "Os animais poderiam sobreviver na Lua durante anos", acrescentou.

Os tardígrados desidratados podem voltar à vida após anos em estado inativo: basta mergulhá-los na água. Depois, tornam-se ativos novamente e alimentam-se e reproduzem-se normalmente. O que para não acontecerá na Lua - até que alguém lhe leve água.

Bela Adormecida ou o segredo da juventude

"Não podem colonizar a Lua porque não há atmosfera nem água líquida", disse Kaczmarek. "Mas poderia ser possível trazê-los de volta à Terra e depois mergulhá-los em água. Deveriam ressuscitar", defende.

Kaczmarek está igualmente a explorar o próprio processo de envelhecimento dos tardígrados adormecidos, através de um modelo que chamou de Bela Adormecida, uma vez que o organismo, quando volta à vida, tem a mesma idade biológica de quando "adormeceu".

Philippe Reekie, um astrobiólogo da Universidade de Edimburgo, concordou que não havia razão para pensar que os tardígrados desidratados não sobreviveriam ao ambiente lunar. "O principal problema na Lua é o vácuo e a alta radiação, mas já se comprovou que os tardígrados sobrevivem a estas condições". resumiu.

No entanto, se os tardígrados estivessem em estado ativo na altura do impacto, poderiam ter morrido. "No seu estado normal, podemos matá-los facilmente", disse. "Matamos muitos deles acidentalmente porque os submetemos a frio extremo de forma muita rápida", acrescentou.