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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Três cenários de encontro com alienígenas e suas consequências catastróficas para humanidade


O que aconteceria se encontrássemos alienígenas? Que consequências esse encontro teria para a humanidade e como poderíamos nos preparar para ele? Sociólogos alemães revelaram à Sputnik Alemanha três possíveis cenários desse encontro.

Será que há vida fora da Terra? Muitos se perguntam sobre isso, mas há diferentes opiniões no que se refere à probabilidade de haver tal vida. Mas outra questão importante é se existir vida lá fora e tiver lugar um contacto entre terráqueos e alienígenas – como seria esse encontro? Os sociólogos Michael Schetsche e Andreas Anton dedicam a essas perguntas no seu livro "Sociedade dos Alienígenas. Introdução à Exosociologia". A Sputnik Alemanha falou com Michael Schetsche, um dos autores do estudo.

A exosociologia é uma invenção russa, sublinhou o autor. "Nos anos 60, o astrónomo soviético Samuil Aronovich Kaplan publicou o livro "Civilizações Extraterrestres. Problemas da Comunicação Interestelar". Ele e seus colegas analisaram todas essas questões e foram os primeiros a dar o nome de exosociologia a esse programa. A exosociologia estuda alienígenas do ponto de vista terrestre. Assim, a sociologia se estende para além da humanidade e obtém uma escala universal.

Segundo Schetsche, a questão das civilizações extraterrestres se tornou mais importante nas últimas décadas por duas razões. Por um lado, a humanidade soube mais sobre planetas habitáveis: "Sabemos há cerca de 20 anos que os planetas no Universo estão incrivelmente disseminados. Segundo estimativas actuais, temos de 200 a 300 biliões de planetas na nossa galáxia."

Cerca de 1% desses planetas orbitam uma estrela numa zona onde a vida é possível (zona habitável). Como resultado, de um a três biliões de planetas poderiam ser habitados.

Por outro lado, as pesquisas mostraram que a vida é um fenómeno "extremamente robusto". "Por todo o mundo, onde existem condições adequadas, se desenvolvem diferentes formas de vida." Por isso, a vida poderia existir mesmo em condições bastante severas. "Actualmente, nossas concepções científicas do Universo dizem: é muito provável existirem outras inteligências além da humana, e isso significa que poderíamos encontrá-las um dia", revelou Schetsche.

Sinais, artefactos, contacto directo – os possíveis encontros

Os sociólogos usaram determinados métodos de futurologia e criaram uma série de cenários, ou seja, determinaram alguns parâmetros básicos e diferentes cenários de um encontro entre seres humanos e alienígenas. Segundo os cientistas, há três cenários possíveis.

Primeiro, o cenário de contacto remoto: trata-se de mensagens de civilizações extraterrestres recebidas na Terra ou decifradas com sucesso pela humanidade. Actualmente é o único cenário de pesquisa da organização norte-americana SETI, que busca inteligência extraterrestre. Schetsche considerou que essa pesquisa tem defeitos, porque o contacto também pode ser feito de outras maneiras.

Segundo, o cenário dos artefactos: esse cenário prevê a existência de indícios de inteligência extraterrestre sob forma de alguma antiga sonda ou lixo espacial encontrado perto da Terra. Esses artefactos poderiam evidenciar a existência de uma inteligência extraterrestre que já tenha visitado o Sistema Solar.

Terceiro, o cenário de contacto directo: esse cenário prevê um encontro directo com um objecto espacial que poderia ter alienígenas a bordo. Entretanto, a nave espacial poderia ser dirigida por inteligência artificial ou outras máquinas. O que é mais importante é que através disso poderia haver comunicação com uma civilização alienígena.

O encontro provavelmente seria perigoso

Embora os cientistas não tenham nenhum representante de extraterrestres disponível para sua pesquisa, analogias históricas que ocorreram na Terra podem ser usadas para analisar a situação, por exemplo, as "civilizações terrenas da época das conquistas", sublinhou Schetsche. Os conquistadores eram uma "civilização tecnologicamente superior" e reprimiram as civilizações mais fracas.

Tais encontros sempre resultaram em destruição económica, política e religiosa para as civilizações mais fracas. Isso levava sempre à desagregação das sociedades locais. Com base nesses exemplos, Schetsche expressou sua previsão que um contacto com extraterrestres tecnologicamente superiores também poderia ter "graves consequências" para a humanidade.

fonte: Sputnik News

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

NASA procura quem proteja o mundo de ameaças alienígenas


Quer proteger o planeta de ameaças alienígenas, e outros planetas de ameaças que venham da Terra? A NASA está à sua procura. Há uma vaga para funcionário de protecção planetária. O salário pode variar entre €105.287 a €158.262 por ano, mais benefícios.

Muitas agências relacionadas com a exploração do espaço optam por criar gabinetes de protecção espacial, cujos funcionários trabalham em regime part-time ou com funções partilhadas. Existem apenas duas agências que têm este trabalho a tempo integral: a NASA e a Agência Espacial Europeia. 

Catharine Conley trabalha no gabinete de protecção espacial da NASA desde 2014. "Esta nova vaga é o resultado da relocação de um cargo que eu agora desempenho no Gabinete de Segurança e Garantia de Missão, uma entidade técnica independente que existe dentro da NASA", disse Catharine em entrevista ao site Business Insider. Conley não revelou se se pretende candidatar ou não de novo. 

O cargo foi criado depois dos EUA terem assinado o Tratado sobre os Princípios que Regem as Actividades dos Estados na Exploração e Utilização do Espaço Exterior, incluindo a Lua e Outros Corpos Celestes, em 1967, com a União Soviética e o Reino Unido. O tratado regula que qualquer missão espacial existente tinha de ter menos de uma em 10 mil probabilidades de ser contaminada pelo espaço alienígena.

Esta é a razão pela qual o gabinete de protecção da Terra da NASA tem de viajar para centros de investigação do espaço em todo o mundo e analisar sondas espaciais. O funcionário encarrega-se de fazer com que as sondas que por vezes aterram em planetas ou, mais frequentemente, os fotografam, não os contagiam com elementos terrestres. 

As qualificações requeridas são um ano de experiência como funcionário do governo numa posição de destaque, além dos conhecimentos avançados em protecção planetária do planeta e tudo o que isso implica, bem como formação avançafda na área da engenharia, matemática ou física.

O trabalho requer capacidades de diplomacia, pois a exploração especial é cara e os seus custos são normalmente partilhados entre vários países. Logo, a NASA precisa de alguém que "demonstre competências diplomáticas onde todos saiam a ganhar durante discussões multilaterais que podem ser difíceis e complexas", indica o Business Insider. 

Apenas cidadãos americanos se podem candidatar, graças a uma ordem executiva assinada pelo presidente Gerald Ford em 1976.

fonte: Sábado