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segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Sentinela: a ilha onde é proibido por lei entrarem estranhos


Povo Onge tornou-se talvez no único que não se deixou tocar pela civilização moderna

Resistem ao toque e ao contacto com outras pessoas por isso são conhecidos como o povo mais hostil do mundo. Um missionário americano tentou violar a proibição de visita e pagou com a vida.

A Ilha Sentinela Norte, no arquipélago das Andamão, na baía de Bengala, alberga o povo indígena, sentineleses, que se diz estar em extinção. Ao certo ninguém sabe quantos são, podem ir de 40 a 250.

O que sabe mesmo é que são uma tribo que resiste ao toque e ao contacto com as outras pessoas por isso são conhecidos como sendo o povo "mais hostil do mundo".Por isso, estão entre os últimos seres humanos a permanecer praticamente intocados pela civilização moderna.

São uma tribo essencialmente de caçadores-coletores que subsiste através da caça, pesca e coleta de plantas silvestres. A língua que falam permanece não classificada e não é mutuamente inteligível com o idioma jarawa de seus vizinhos mais próximos.

Esta semana, a história da Ilha Sentinela do Norte e do seu povo voltou às páginas dos jornais e a surpreender o mundo. A notícia deu conta de que um missionário norte-americano, John Allen Chau, de 27 anos, terá morrido na sequência de um ataque desta tribo. A vítima terá sido levada até à ilha onde se encontravam os indígenas por pescadores. Tinha o objetivo de evangelizá-los. Estes terão dito que a tribo começou imediatamente a atirar flechas contra o corpo do americano, assim que este entrou no seu território, e deixado o seu corpo na praia.


Povo Onge ocupa a parte Norte da Ilha

Situada no arquipélago das Andamão, no Oceano Índico, e sob a administração da Índia, desde 1947, a Ilha Sentinela Norte é coberta por florestas. Antes do sismo e do tsunami que atingiu o Oceano Índico em 2004 a ilha tinha cerca de 72 km² e um formato mais ou menos quadrado. Mas além de aumentar a área da ilha, o sismo inclinou a placa tectónica que está debaixo dela levantando-a um a dois metros. E o resultado foi trazer ao de cima grandes extensões de recifes de coral que rodeiam toda a sua área, fazendo pensar na primeira referência em que esta terra terá sido identificada como uma ilha com uma infinidades de luzes.

Foi em 1771 que o inglês John Ritchie, de um barco ao largo da ilha, avistou uma imensidão de luzes, provavelmente corais, que incluiu nos seus escritos como a ilha de onde se avista "uma infinidade de luzes". Quem diria que esta ilha se tornaria então na terra mais isolada do mundo e mais hostil, se tornaria na terra onde a entrada de qualquer outra pessoa além dos nativos, é proibida por lei pelo governo indiano.

O governo indiano teve mesmo de proibir a ilha de ser visitada já que a população, conhecida como sentineleses, foi considerada hostil por especialistas. E a administração local teve de Andamão e Nicobar adotar uma política para garantir que caçadores não entrem ilegalmente na ilha.


quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Encontraram ossos humanos no Vaticano. Serão de Emanuela Orlandi, a menina que desapareceu em 1983?

Encontraram ossos humanos no Vaticano. Serão de Emanuela Orlandi, a menina que desapareceu em 1983?

Encontraram ossos humanos no Vaticano. Serão de Emanuela Orlandi, a menina que desapareceu em 1983?

Foi há 35 anos que Emanuela Orlandi desapareceu, num caso que envolveu o Vaticano, serviços secretos, máfia e até a loja maçónica Logia P2, que foi acusada por Alí Agca, o homem que disparou contra João Paulo II em 1981, de raptar a menor

Emanuela Orlandi desapareceu no dia 22 de junho de 1983 depois de uma aula de música. Tinha 15 anos e era filha de um funcionário de um dos gabinetes do Vaticano. O desaparecimento da menina é um dos grandes mistérios que ficou por resolver. Talvez as coisas mudem a partir desta quarta-feira: foram encontrados no Vaticano restos mortais e a polícia está a investigar se serão de Emanuela, conta o jornal “El País”.

Foi há 35 anos que Emanuela desapareceu, num caso que envolveu o Vaticano, serviços secretos, máfia e até a loja maçónica Logia P2, que foi acusada por Alí Agca, o homem que disparou contra João Paulo II a 13 de maio de 1981, de raptar a menor. Agca terá dito também, mais tarde, que aquele rapto serviria como moeda de troca para a sua libertação. Houve suspeição a pingar sobre várias cabeças e entidades, inclusivamente da igreja.

“A história da jovem Emanuela Orlandi parece cada vez mais um quebra-cabeças”, escrevia o diário “El País” a 30 de julho de 1983. Acabava de ser adicionado mais um elemento à trama: os pais de Emanuela tinham recebido, alguns dias antes, a mala com que a menina de 15 anos tinha saído de casa. E isto levantou dúvidas: Está viva? Morta? Porque não enviar prova de vida? O que querem afinal? Assim, ficava por colocar em marcha um qualquer esboço de negociação.

Também as informações contraditórias quanto à sua morada geraram suspeitas. Primeiro dizia-se que Emanuela vivera sempre no Vaticano, embora depois tenha surgido a informação de que teria apenas vivido por lá nos três meses anteriores ao sequestro. O seu pai, Ercole Orlandi, também esteve debaixo da mira mediática. Foi necessário o advogado desmentir as notícias que colavam o cliente aos serviços secretos do Vaticano.

Houve ainda um outro episódio digno de registo em maio de 2012. Nesta altura tinha destaque o escândalo Vatileaks, que trouxe para a luz do dia vários documentos secretos que associavam a Santa Sé a corrupção. A isto juntou-se a explosiva entrevista de Gabriele Amorth ao britânico “The Telegraph”. Segundo o chefe dos exorcistas do Vaticano, a jovem “foi raptada para participar em orgias sexuais”, nas quais participariam diplomatas, polícias e responsáveis do Estado do Vaticano.

Os ossos humanos, conta o jornal “El Confidencial”, foram encontrados durante os trabalhos de restauração de um espaço anexo à embaixada do Vaticano. As autoridades vão analisar os restos mortais para decifrar idade e sexo do cadáver. O ADN resgatado será comparado com os dados de Emanuela Orlandi e Mirella Gregori, outra rapariga de 15 anos que também desapareceu durante 1983.

fonte: MSN Noticias

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Homem de 21 anos põe anúncios a pedir cadáver de rapariga para fazer sexo e comer



Homem de 21 anos põe anúncios a pedir cadáver de rapariga para fazer e comer

Alexander Nathan Bather, um jovem de 21 anos, publicou váiros anúncios na "Dark Web" ("Internet Obscura", em português) onde pedia um cadáver de uma rapariga com o qual pudesse fazer sexo e depois comer. 

As autoridades descobriram o caso e rapidamente começaram a investigar o suspeito, que sem saber que estava a trocar mensagens com um agente da polícia disfarçado, explicou de forma muito explicita o que procurava. 

O agente, que fingiu estar a oferecer a filha a Alexander, disse a este que estava disponível para o ajudar a matar a jovem num hotel. Foi o isco necessário para conseguir prender o jovem que foi detido quando saia da sua casa, no Texas, para se ir encontrar com o homem e a vítima, na posse de uma faca. Confrontado pelas autoridades, admitiu tudo. 

De acordo com a imprensa norte-americana, as mensagens enviadas através do e-mail pelo jovem de 21 anos eram despidas de remorsos ou arrependimentos. "Quantos anos tem a tua filha? Podemos matá-la?", questionou diretamente. 

Alexander chegou mesmo a dizer ao polícia para comprar um telemóvel novo depois de cometer o crime da morte da filha. O caso vai agora ser julgado em tribunal. 


sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Figueira misteriosa ajuda a deslindar homicídio com 40 anos


A vida e a morte estão muitas vezes de mão dada e do Chipre surge mais uma prova dessa relação. O corpo de um homem desaparecido há 40 anos foi encontrado depois de uma figueira ter crescido no local onde o homem jazia. A planta, incomum naquele local, despertou a curiosidade dos investigadores e levou a intensas buscas.

Ahmet Herguner foi morto em 1974, durante o conflito entre cipriotas gregos e cipriotas turcos, mas o seu corpo permaneceu indetetável durante várias décadas. "Nós vivíamos numa pequena cidade com uma população de quatro mil pessoas. Metade eram gregos e a outra metade turcos. Em 1974, os distúrbios começaram. O meu irmão juntou-se à resistência turca e durante o conflito foi levado pelas tropas gregas", contou Munur Herguner, irmã de Ahmet, ao "Mirror".

O corpo do homem permaneceu desaparecido desde então. Tudo mudou a partir de 2011, quando uma misteriosa figueira nasceu no interior de uma gruta, numa zona montanhosa daquela ilha. Um investigador manifestou interesse na planta, uma vez que se trata de um tipo de árvore pouco habitual no Chipre.

Durante as investigações, foi encontrado o cadáver de uma pessoa. Os alarmes soaram e a polícia foi chamada ao local, acabando por encontrar mais dois cadáveres. Chegou-se então à conclusão que os três homens morreram na sequência de uma explosão, depois de terem sido levados para a gruta pelos soldados gregos. Foi essa explosão que fez com que fosse aberto um buraco na gruta, por onde passou a luz que ajudou a figueira a crescer. E como é que a semente de um figo chegou ao local?

A pergunta foi respondida depois de testes de ADN. Ahmet Herguner comeu um figo antes da explosão fatal. "Os restos do fruto permaneceram no estômago e desenvolveram graças à luz que entrou na cave através da fenda provocada pela explosão. Encontraram o meu irmão graças a essa árvore", explicou a irmã.

O Comité das Pessoas Desaparecidas no Chipre tem desenvolvido trabalhos para encontrar os restos mortais de mais de duas mil pessoas que morreram entre 1963 e 1974 naquele local. Foi criado em 1981 e trabalha em cooperação com a ONU. Até ao momento foram encontrados e identificados os restos mortais de 890 pessoas, nos últimos 12 anos.


segunda-feira, 23 de abril de 2018

Canadiano acusado de matar curandeira foi espancado até à morte


Um canadiano, de 41 anos, foi linchado numa zona da Amazónia, no Peru, depois de ter sido acusado, pelos locais, de ter matado uma curandeira, de 81 anos.

Sebastian Woodroffe foi espancado até à morte, depois de ter sido acusado de ter matado Olivia Arevalo, uma curandeira local de 81 anos.

Segundo o jornal "The Guardian", as autoridades encontraram o corpo do canadiano enterrado a um quilómetro da casa de Olivia, no sábado, depois de terem sido alertadas para um vídeo do linchamento, que estava a circular nas redes sociais, desde sexta-feira. O vídeo mostra um homem com uma corda ao pescoço, a ser arrastado, enquanto um grupo de pessoas observava. Antes de ser capturado, terá existido uma recompensa pelo cidadão canadiano

Olivia Arevalo, uma curandeira da tribo Shipibo-Konibo, foi morta a tiro, na quinta-feira, perto da sua casa em Victoria Gracia, na região amazónica de Ucayali, no Peru. Os habitantes da aldeia acusaram Woodroffe, suposto cliente habitual da curandeira, de cometer o crime.

O general Jorge Lam, líder da investigação dos dois homicídios, informou que as autoridades estão a investigar várias pistas relacionadas com as mortes. Até ao momento, não existem indícios de que Woodroffe tenha sido o culpado da morte de Olivia.

A morte de Olivia está a causar indignação no Peru, devido a outros homicídios envolvendo ativistas indígenas, que não foram resolvidos pelas autoridades.


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Menino violado e esquartejado vivo em ritual satânico



Quatro homens e uma mulher, diretora de uma escola em Quimilí, na Argentina, foram detidos esta semana por serem suspeitos da morte do pequeno Mario Agustín Salto, de 11 anos. 

O menino desapareceu em junho do ano passado, depois de ter dito à família que ia pescar. O corpo de ‘Marito’ foi encontrado 48 horas depois. A autópsia apurou que a criança foi violada e asfixiada com um arame até perder os sentidos. Ainda com vida, Mario foi esquartejado. O corpo foi encontrado desmembrado num rio. 

Desde então que a polícia investigava o caso e só agora, mais de um ano depois do macabro crime, foram efetuadas detenções. Quase todos os suspeitos pertencem à mesma família. Tratam-se de Miguel Ángel Jiménez, de 58 anos, conhecido como ‘o Bruxo’, a mulher, Arminda Lucrecia Diáz, de 57 anos, diretora da Escola 1214 e professora do Ensino Secundário para Adultos, o filho de ambos, Alfredo Daniel Albarracín, de 40 anos, e Pablo Ramírez, amigo da família, de 38 anos, conhecido localmente como ‘O Louco’. 

A procuradora encarregue do caso, Rosa Falco de Rainieri, explicou que o menino "foi morto durante um ritual satânico" e que há "muitas provas que dão indícios das causas da morte". Todos os detidos estão acusados de violação de menor e de homicídio qualificado. 

Foram usados cães pisteiros, que detetaram vestígios de sangue num altar na casa Miguel Ángel Jiménez. Os investigadores recolheram provas e garantem que o local era usado em "rituais diabólicos". 

A procuradora adianta ainda que outras três pessoas indiretamente relacionadas com o caso foram detidas: Rodolfo Sequeira, que esteve envolvido no sequestro da criança, David Tomás Sosa e Ramón Salvatierra, acusados de obstrução à Justiça, por terem escondido pormenores sobre o caso.


Quatro homens e uma mulher, diretora de uma escola em Quimilí, na Argentina, foram detidos esta semana por serem suspeitos da morte do pequeno Mario Agustín Salto, de 11 anos. O menino desapareceu em junho do ano passado, depois de ter dito à família que ia pescar. O corpo de ‘Marito’ foi encontrado 48 horas depois. A autópsia apurou que a criança foi violada e asfixiada com um arame até perder os sentidos. Ainda com vida, Mario foi esquartejado. O corpo foi encontrado desmembrado num rio. Desde então que a polícia investigava o caso e só agora, mais de um ano depois do macabro crime, foram efetuadas detenções. Quase todos os suspeitos pertencem à mesma família. Tratam-se de Miguel Ángel Jiménez, de 58 anos, conhecido como ‘o Bruxo’, a mulher, Arminda Lucrecia Diáz, de 57 anos, diretora da Escola 1214 e professora do Ensino Secundário para Adultos, o filho de ambos, Alfredo Daniel Albarracín, de 40 anos, e Pablo Ramírez, amigo da família, de 38 anos, conhecido localmente como ‘O Louco’. A procuradora encarregue do caso, Rosa Falco de Rainieri, explicou que o menino "foi morto durante um ritual satânico" e que há "muitas provas que dão indícios das causas da morte". Todos os detidos estão acusados de violação de menor e de homicídio qualificado. Foram usados cães pisteiros, que detetaram vestígios de sangue num altar na casa Miguel Ángel Jiménez. Os investigadores recolheram provas e garantem que o local era usado em "rituais diabólicos". A procuradora adianta ainda que outras três pessoas indiretamente relacionadas com o caso foram detidas: Rodolfo Sequeira, que esteve envolvido no sequestro da criança, David Tomás Sosa e Ramón Salvatierra, acusados de obstrução à Justiça, por terem escondido pormenores sobre o caso.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/menino-violado-e-esquartejado-vivo-em-ritual-satanico?ref=HP_Grupo1

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Corpos sem orelhas e dentes: bruxos ugandenses sacrificam crianças em ritual da chuva

Gulu, Uganda

Curandeiros e bruxos de Uganda sacrificam crianças em ritual da chuva para se salvar da seca.

O país africano está enfrentando uma das maiores secas dos últimos 50 anos; fome atinge mais de 1,5 milhão de pessoas, escreve a agência de notícias Religion News Service. Muitos da população local creem que espíritos levam a chuva consigo.

Só em setembro os órgãos da aplicação da lei detiveram 44 pessoas suspeitas de terem cometido assassinatos em rituais. Um dos detidos confirmou ter matado oito crianças.

Em 2015, foram encontrados os restos mortais de sete crianças e seis adultos, em 2016 – de sete crianças e dois adultos. Os corpos encontrados não tinham orelhas, dentes, lábios e genitais.

A polícia acredita que há muito mais vítimas por rituais, os corpos somente não foram encontrados ainda.

fonte: Sputnik News

Casal detido por matar, congelar e comer 30 pessoas


Cabeça de uma das vítimas cercado por laranjas num prato


Dmitry Baksheev


Natalia Baksheeva

Dmitry Baksheev e a mulher foram detidos por assassinarem 30 pessoas e depois comerem os corpos, na Rússia. Segundo a agência noticiosa ANSA, o casal negou inicialmente o crime acabando, mais tarde, por confessar a morte de apenas duas pessoas. Os suspeitos admitiram ainda que guardavam as vítimas no congelador para depois comerem. 

O suspeito, de 35 anos, foi preso há semanas depois de terem sido encontrados restos mortais de uma mulher no dormitório militar onde o casal vivia. Nessa altura, as autoridades também encontraram a mala da vítima e fotografias do suspeito, junto a partes de um corpo. 

A mulher de Dmirtry, Natalia Baksheeva, de 42 anos, era conhecida na localidade pela sua agressividade e também foi detida. Segundo o jornal Metrópoles, a companheira de Dmirtry, enfermeira de profissão, foi sujeita a avaliações psicológicas e os resultados não apresentaram qualquer anomalia no foro psicológico. 

De acordo com a imprensa internacional, a polícia encontrou em casa do casal vários pacotes congelados com restos de corpos humanos. 

Até ao momento, as autoridades só conseguiram identificar sete dos 30 corpos encontrados. A polícia adianta que o casal começou as práticas de canibalismo há 18 anos.


sábado, 16 de setembro de 2017

Esfaqueiam amigo até à morte para beberem o sangue





Esfaqueiam amigo até à morte para beberem o seu sangue 

Casal realizou um ritual satânico e utilizou vítima como 'oferenda' a Satanás.

Daniel e Manuela Ruda foram os autores de um dos assassinatos mais macabros da Alemanha. O casal matou o amigo Frank Hackert para no final beber o seu sangue num ritual satânico. 

O caso aconteceu em 2001. O casal confessou a autoria do crime e descreveu o massacre como uma espécie de "sacrifício e oferenda a Satanás". Homem e mulher, entretanto separados, foram condenados a prisão. Em tribunal ficou provado que ambos participavam em festas satânicas e de adoração ao diabo e que por vezes chegavam a dormir em cemitérios. 

Manuela foi condenada a 13 anos de prisão. Já em liberdade, continua a receber tratamento psiquiátrico. Já Daniel, que recebeu uma sentença maior, pode ser libertado ainda este ano, mesmo depois de ter sido novamente acusado de tentativa de assassinato, ao contratar alguém para matar a ex-mulher. 

O seu advogado Hans Reinhardt está a fazer de tudo para soltar Daniel, que segundo o mesmo, "é um homem novo, sem tendências perigosas e que não consome qualquer tipo de substâncias". 

Daniel diz que o seu maior desejo é voltar a ver a mãe, de 75 anos. No entanto, o jornal The Mirror, garante que a mulher não deseja a libertação do filho. "Seria um pesadelo para mim se o deixassem sair", disse Doris. 

Daniel Ruda tem o desejo de sair em liberdade para constituir uma família e redimir-se dos seus erros.


terça-feira, 22 de agosto de 2017

Canibal entrega-se à polícia e diz estar "farto de comer carne humana"




Foram encontrados corpos desmembrados na casa do canibal

Um homem entregou-se numa esquadra da àfrica do Sul, com uma perna e uma mão humanas decepadas, dizendo que era canibal e que estava "farto de comer carne humana". O homem levou as autoridades a sua casa, em Estcourt, onde foram encontrados várias partes de corpos desmembrados. 

Segundo a polícia sul-africana, o homem terá violado, morto e consumido partes do corpo de várias mulheres, até ao momento não identificadas. O suspeito é descrito como "um curandeiro tradicional" e, durante a sua confissão, implicou mais dois cúmplices nos crimes. Os três homens já foram presentes a tribunal e, para já, estão acusados de homicídio, numa altura em que ainda decorre a investigação. 

Foi ainda detido um quarto suspeito, que tinha na sua posse pedaços de carne humana. O chefe da polícia local, Mthembeni Majola, teme que sejam encontrados mais corpos. "Seguíamos uma pista que nos levou à casa deste quarto detido. Descobrimos oito orelhas num frasco", explicou. 

Um porta-voz adianta ainda que "os três suspeitos confessaram ter morto uma mulher, tendo desmembrado o corpo em seguida". "Consumiram parte do corpo da vítima e partilharam outra parte com outro suspeito, detido em Amangwe. Neste momento só há confirmação de uma vítima", garantiu Charmaine Struwig da polícia sul-africana.


terça-feira, 23 de junho de 2015

Homem que decapitou idosa acreditava que ela era Hitler


Palmira Silva imigrou para o Reino Unido em 1953, vinda de Itália. Foi morta em setembro, aos 82 anos.Fotografia © Met Police

O homem de 25 anos também decapitou os gatos da família com quem ficava por pensar que eram "demónios".

Um homem britânico de 25 anos que é acusado de ter matado e decapitado uma idosa, em setembro do ano passado em Londres, estaria a ter uma crise de esquizofrenia paranoide que o fez pensar que a mulher era uma entidade sobrenatural. Nicholas Salvador acreditaria que a mulher de 82 anos que matou se tratava de Hitler regressado dos mortos.

Em tribunal, o procurador Jonathan Rees disse ao júri que não há dúvidas de que Nicholas Salvador, de 25 anos, matou Palmira Silva, de 82, no quintal de sua casa. Destacou que Salvador estava a ter uma crise de esquizofrenia que já há várias semanas o fazia adotar comportamentos estranhos, incluindo a repetição de frases como "Sou o rei" e "Vermelho é a cor", de acordo com a BBC.

Rees disse que o ataque a Palmira Silva ocorreu três dias depois de Nicholas Salvador perder o seu emprego. Salvador começou por matar os dois gatos da família com quem residia, por alegadamente acreditar que se tratavam de "demónios". Na altura, Nicholas Salvador vivia na mesma rua que Palmira Silva, em Londres. Após matar e decapitar os gatos, o homem entrou numa casa vizinha, e atacou um carro onde viajavam duas pessoas com quem morava.

De seguida, saltou por cima do muro do quintal de Palmira Silva, onde a idosa se encontrava, e esfaqueou e decapitou a mulher. De acordo com o procurador Jonathan Rees, Salvador acreditava que se tratava de uma entidade sobrenatural, como Hitler, regressado dos mortos.

Salvador foi detido junto a outra casa após uma luta "violenta e caótica" com a polícia, acrescentou o procurador, dizendo ainda que o acusado foi pontapeado e agredido pela polícia repetidamente sem que isso o detivesse, tendo mesmo sido submetido a choques elétricos com um taser que não surtiram efeito.

Atualmente, Nicholas Salvador encontra-se detido num hospital de alta segurança, devido à sua doença do foro mental.

Palmira Silva imigrou para o Reino Unido em 1953 vinda da Itália. Tinha dois filhos, e geria um café juntamente com o marido.


terça-feira, 28 de abril de 2015

Triturou inquilina em picadora industrial


Suspeito no momento da detenção

Um espanhol está acusado de matar, esquartejar e triturar a inquilina. Restos humanos e sangue encontrados numa picadora industrial confirmam as suspeitas da polícia.

Bruno Hernandez Vega, de 32 anos, é suspeito de matar e esquartejar a inquilina, Adriana Gioisa, de 55 anos. Nas buscas à propriedade do suspeito, em Majadahonda, arredores de Madrid, a polícia encontrou malas com facas, catanas e machados.


A polícia também procura a tia do suspeito, Liria Hernández Hernández, a dona da casa alugada pelo sobrinho a Adriana Gioisa, uma argentina de 55 anos desaparecida no início do mês.

Eduardo Gabriel denunciou o desaparecimento da irmã Adriana, depois de várias tentativas para lhe falar. Desconfiou das mensagens que recebia, alegadamente da irmã, a dizer que estava a viajar e não podia falar e participou o caso às autoridades.

A 7 de abril, o suspeito abriu as portas à polícia e mostrou a habitação arrendada a Adriana Gioisa. Os investigadores encontraram os pertences da vítima, identificação e cartões bancários incluídos, e não viram sinal algum de que a mulher estivesse a viajar.

Mas, o que mais alertou a polícia foram manchas de sangue em diversas divisões da casa, assim como uma mala cheia de facas, catanas e machados, peças de uma máquina de picar carne e a picadora, de tipo industrial.

A trituradora tinha restos humanos e manchas de sangue, que a investigação entretanto concluiu serem da mulher desaparecida. O senhorio foi detido e aguarda o desenrolar da investigação em prisão preventiva.

Ex-colegas de trabalham contaram ao site espanhol "20 minutos", que Bruno Hernandez era "um tipo estranho", que "intimidava só com o olhar". Há quem fale de uma pessoas de "aparência normal", mas que ao fim de dois dedos de conversa se concluía que "estava avariado da cabeça".

Bruno Hernandez Vega é também suspeito da morte de mais quatro mulheres. A tia, a dona da casa, e três outras inquilinas, reportam os media espanhóis.


segunda-feira, 8 de julho de 2013

Árbitro matou jogador e foi esquartejado pelos espetadores

Árbitro matou jogador e foi esquartejado pelos espetadores

Otávio Jordão da Silva, 20 anos, foi espancado até à morte por jogadores e espetadores

Um jogo de futebol entre amadores, no Maranhão, Brasil, acabou em violência. Um árbitro esfaqueou um jogador que expulsara e acabou esquartejado pelo público.

Um jogo de futebol entre amadores, no Maranhão, nordeste do Brasil, terminou em tragédia com a morte de um jogador e um árbitro, no domingo.

De acordo com a polícia, os crimes ocorreram a cerca de 300 quilómetros de São Luís do Maranhão, na localidade de Centro do Meio, no município de Pio XII. A tragédia precipitou-se após a expulsão de um jogador.

Josenir dos Santos, de 30 anos, terá ficado desagradado com a decisão do juiz da partida, Otávio Jordão da Silva, de 20 anos. Na discussão ente atleta e árbibtro, este puxou de uma faca que trazia à cintura e esfaqueou o futebolista no peito. O jogador, em perigo de vida, faleceu quando já seguia a caminho do hospital.

O público reagir e saltou para o campo em perseguição do árbitro, que acabou por ser amarrado e apedrejado até à morte. Já cadáver, foi esquartejado e decapitado.

Segundo o portal de notícias "Uol", no final do incidente a cabeça do juiz foi pendurada numa estaca, enquanto algumas pessoas que assistiam filmavam os acontecimentos com os respetivos telemóveis. O site da Rádio Globo publicou as imagens, que não são recomendáveis às pessoas mais sensíveis.

A Polícia Civil da 7ª Delegacia Regional de Santa Inês, no Maranhão, diz que vai proceder à visualização de todas as imagens possíveis para tentar identificar os suspeitos do crime.

"Vamos identificar e deter todos os envolvidos. Um crime nunca vai justificar o outro. Ações como esta não se coadunam com a legalidade de um estado de direito", afirmou o porta-voz da polícia.

O caso já chegou à imprensa internacional, que volta a levantar a questão de insegurança no Brasil, país que recebe o Mundial de Futebol em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016.


quarta-feira, 30 de maio de 2012

Homem guardou a mulher morta 10 anos no congelador



Um homem de 80 anos foi hoje, quarta-feira, detido no Japão suspeito de ter assassinado a mulher, por estrangulamento, e de ter mantido o corpo 10 anos no congelador.

A agência France Press identifica o suspeito como Masaichi Yamada, proprietário de uma empresa de processamento de peixe. O corpo da mulher, ainda vestido, estava metido num congelador da firma, na cidade portúária Kushiro, no norte do Japão.

"O suspeito estrangulou a vítima em sua casa com um objecto tipo fio de nylon e abandonou o corpo num congelador do seu local de trabalho", disse à AFP um porta-voz da polícia de Hokkaido.

A mesma fonte acrescentou que a data exata do crime não é conhecida, mas que a mulher, se fosse viva, teria hoje 71 anos.

Aparentemente, o próprio Yamada não se lembra de quando cometeu o crime uma vez que, à polícia, confessou ter morto a mulher na sequência de uma discussão "entre 2002 e 2006".


sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Mulher admite que guardou bebés mortos em armário por 20 anos


Bernadette Quirk está a ser julgada num tribunal na cidade de Liverpool, no norte da Inglaterra

Britânica alcoólatra manteve 3 corpos embrulhados em panos e enterrou um 4º secretamente em cemitério.

Uma britânica admitiu ter guardado os cadáveres de três bebés, num armário por 20 anos. Bernadette Quirk, de 55 anos, também enterrou, secretamente, num cemitério, o corpo de um quarto bebé. Ela está sendo julgada num tribunal na cidade de Liverpool, no norte da Inglaterra.

Os bebés nasceram entre 1985 e 1995. Quirk, que no período consumia grandes quantidades de álcool, alega que todos os bebés nasceram mortos e que ela embrulhou três deles em trapos e guardou-os num pequeno recipiente plástico em seu armário.

Nascida no condado de Merseyside, hoje vivendo nos arredores da cidade de Manchester, Quirk teve dificuldade em se lembrar das datas em que os bebés nasceram.

Ela declarou-se culpada da acusação de ocultação de nascimentos e será sentenciada em Outubro.

fonte: G1