domingo, 25 de junho de 2017

O maior canário do mundo é da ilha de São Tomé

Martim Melo

Quem olhe para ele nem diz que é um canário, afinal é castanho-escuro e do tamanho de um estorninho. O nome deste canário gigante é bico-grossudo-de-são-tomé e está ameaçado de extinção.

Quando pensamos em canários vem-nos logo à cabeça uma ave amarelinha. Mas esqueçamos as ideias feitas, porque o maior de todos é castanho-escuro, quase arruivado, e tem um grande bico. É também uma ave imprevisível: foi vista pela primeira vez no final do século XIX e depois foram precisos mais de 100 anos até ser de novo observada. O bico-grossudo-de-são-tomé vive nas florestas primárias no Sul da ilha de São Tomé, no golfo da Guiné, e nos últimos anos tem sido alvo de um novo estudo e até ganhou um novo nome científico: agora é o Crithagra concolor, como se pode ler num artigo na revista International Journal of Avian Science.

Em 1888, o naturalista português Francisco Newton apanhou o primeiro bico-grossudo-de-são-tomé. Ou melhor, um anjolô, como ficou conhecido na altura em associação a tcholô, que significa “ave” para os habitantes do arquipélago de São Tomé e Príncipe. Dois anos depois, o naturalista capturou mais dois exemplares. Um deles, que serviria para descrever a espécie, foi para o Museu de História Natural de Londres. Os outros foram para o Museu de História Natural de Lisboa e em 1978 acabaram por ser destruídos por um grande incêndio.

Digamos que o século XX foi negro para esta ave. Pensava-se até que estivesse extinta. Só em 1991 foi vista por observadores de aves britânicos e sul-africanos, como nos indica Martim Melo, biólogo do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (Cibio), da Universidade do Porto, e principal autor do artigo na International Journal of Avian Science.


Foto Ilustração do maior canário do mundo PETER NILSSON

O século XXI marcou um novo rumo. Em Janeiro de 2002, a ave foi observada pela equipa de Martin Dallimer, da Universidade de Leeds (Reino Unido). Nesse mesmo ano, Martim Melo iniciou um doutoramento sobre a origem das aves endémicas de São Tomé e Príncipe. Afinal, só as florestas de São Tomé há 17 aves que só vivem ali. Têm mais duas espécies endémicas que partilham com a ilha do Príncipe e uma outra que também se encontra no Príncipe e na ilha de Ano-Bom (da Guiné Equatorial).

Martim Melo sabia que para encontrar o bico-grossudo-de-são-tomé tinha de ir pelas florestas primárias e, para isso, teve a ajuda de três são-tomenses que conheciam bem o terreno: Pedro Leitão, Luís Mário e Lúcio Primo. Foi nessa aventura que em Dezembro de 2002 observou a ave pela primeira vez. Encontrou também um arbusto endémico (o Dicranolepis thomensis), como o que Martin Dallimer tinha encontrado quando observou o bico-grossudo-de-são-tomé. Contudo, as bagas ainda estavam verdes. Esperou um mês e, já em 2003, Martim Melo voltou ao local. Mas continuavam verdes.

Como resolver o problema? Pintou-as de vermelho e colocou lá redes. Parecia ter sido em vão. E quando estava prestes a retirar as redes, eis que viu que estava lá uma ave: o imprevisível bico-grossudo-de-são-tomé. “Um enorme grito ecoa pela floresta”, contou Martim Melo num resumo sobre o artigo.

Apesar dos esforços nos anos seguintes, em 2005 apanhou mais dois exemplares. E em 2011, numa expedição financiada pela National Geographic, capturou outro. Próximo passo: perceber em laboratório a evolução desta ave. Afinal, como dizia no resumo: “Conseguir amostras de sangue desta espécie soa um pouco como pôr as mãos no Santo Graal.”


Foto Floresta primária em São Tomé MARTIM MELO

Antes de libertar os exemplares, mediu-os e recolheu amostras de sangue. Percebeu então que era mesmo um canário, pois antes havia a dúvida se seria um tecelão ou um canário. Esta “expedição” em laboratório levou também a que lhe fosse dado um novo nome. Em vez de Neospiza concolor, como a designou o zoólogo José Vicente Barbosa du Bocage (1823-1907), passou a ser Crithagra concolor, que pertence à família Fringillidae, onde estão os canários.

Percebeu assim que estava perante o maior canário do mundo. Tem cerca de 20 centímetros e ultrapassa o Crithagra burtoni (ou canário-cinzento-das-montanhas, que se encontra no Monte Camarões ou em montanhas de Angola), que tem cerca de 15 centímetros. O Crithagra concolor é também 50% mais pesado do que o seu “parente”.

Em todo este trabalho, Martim Melo encontrou ainda o “irmão” do bico-grossudo, que vive em São Tomé e no Príncipe: o canário-de-são-tomé-e-príncipe (o Crithagra rufobrunnea) e tem 12 centímetros. O biólogo conta que as populações ancestrais das duas espécies se devem ter encontrado entre há 500 mil anos e um milhão de anos e não deviam ser tão diferentes como hoje.

E como é que o bico-grossudo se tornou gigante? Por enquanto há só hipóteses. “Muitas vezes nas ilhas, as espécies aumentam de tamanho”, explica Martim Melo. Isto porque em geral há pouca competição entre espécies e a espécie que chegou primeiro, neste caso o bico-grossudo-de-são-tomé, vai crescer mais. E quando chegaram à ilha outros indivíduos da mesma espécie, a competição aumentou (como aconteceu com a chegada do canário-de-são-tomé-e-príncipe), nomeadamente por recursos alimentares. No final, os indivíduos que divergiram mais foram favorecidos. O antepassado do bico-grossudo terá sido assim o que cresceu mais, tornando-se um canário gigante. Além disso, o seu bico de dois centímetros conseguia sementes que o canário-de-são-tomé-e-príncipe não conseguia.

fonte: Público

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Ovelha dá à luz criatura idêntica ao ser humano




Ovelha é encarada pela população como obra do diabo

Os habitantes da localidade rural de Lady Frere, na África do Sul, estão em pânico desde que uma ovelha pariu um animal completamente deformado. 

A comunidade de Lady Frere é conhecida por ser supersticiosa e, por isso, está a encarar este nascimento como "obra do diabo", isto porque a criatura parece-se tanto como um cordeiro como com um humano. 

Nas fotografias divulgadas pelo jornal britânico Daily Mail, pode ver-se que o animal nasceu sem pelo e com traços físicos que não se assemelham a de uma ovelha. 

Vários veterinários já se deslocaram ao local e confirmaram que aquele ser é real, mas negou qualquer tipo de cruzamento entre uma ovelha e um homem. De acordo com os especialistas, a criatura "não é humana, é um nado morto que foi infetado por uma febre que a progenitora teve no início da gestação".


Gato nasce com duas caras

Gato com deformidade nasceu na manhã desta segunda em Jacareí. (Foto: Arquivo Pessoal/ Lilian Carla)

Caso foi o único de entre os cinco irmãos

O ‘raro’ episódio de um gato que nasceu com duas caras aconteceu na última segunda-feira, na região de Jacareí, São Paulo. 
Segundo especialistas, o felino nasceu com um defeito congénito e foi o único de entre os cinco irmãos. Para os técnicos, este caso é algo raro de se acontecer e deve-se a um erro na formação genética do embrião. 

Lilian Carla, dona do animal, referiu à imprensa local que a mãe do animal terá entrado em trabalho de parto por volta das 8h e que a deformação só foi percebida na manhã do dia seguinte. 

A dona contou que o felino foi rejeitado pela mãe, que o comeu um dia após dar à luz. Para os especialistas esta é uma situação natural, caso uma das crias nasça com alguma anomalia. 

Segundo a especialista em felinos Juliana Souza "não é sempre que vemos esse tipo de caso, mas acontece quando ocorre algum erro na formação genética na fase embrionária. Mesmo que a mãe não o matasse, provavelmente ele não teria um longo tempo de vida", explicou Juliana, citada por jornais locais. 

Na base dessas anomalias poderá estar a vacina anticoncepcional, quando ela é aplicada numa gata já grávida, exemplificou a veterinária.


Milhões de americanos acham que leite achocolatado vem de vacas castanhas


7% dos norte-americanos não sabe que o leite com chocolate não vem de vacas castanhas

Cerca de 16,4 milhões de norte-americanos acredita que o leite com chocolate vem das vacas castanhas. E muitas crianças não sabem que a alface é um vegetal.

Segundo um inquérito online levado a cabo pelo Innovation Center of U.S. Dairy, 7% da população norte-americana não sabe que o leite achocolatado que compra nas lojas é, na verdade, leite ao qual é adicionado chocolate e açúcar, entre outros ingredientes. Esses 16,4 milhões de pessoas equivalem, aproximadamente, ao número de habitantes do Estado da Pensilvânia.

De resto, conta-nos os "The Washington Post", a desinformação dos norte-americanos acerca da origem dos alimentos tem sido alvo de estudo ao longo de décadas.

Por exemplo, numa investigação realizada no início dos anos 90, verificou-se que cerca de 1 cada em 5 adultos não sabia que os hambúrgueres eram feitos de carne de vaca. Outros inquéritos apuraram que crianças a frequentar os 4.º, 5.º e 6.º anos de escolaridade desconheciam que as cebolas e a alface eram vegetais ou que o queijo era feito a partir do leite.

Peritos ouvidos por aquele jornal consideram que o passar dos anos não terá contribuído para um melhor conhecimento dos norte-americanos em relação ao que comem, apesar de ações crescentes realizadas junto da população escolar. Consideram ainda que têm uma visão demasiado industrializada da alimentação, consumindo produtos mais processados e, por isso, mais distantes da sua forma e sabor originais.


Nova múmia descoberta no Peru pode mesmo ser alienígena


Um novo mistério acaba de encontrado na região de Nazca no Peru. 

Os produtores de filmes do site gaia.com e pesquisadores de vários países irão investigar a descoberta de um corpo mumificado, a fim de determinarem se é um ser pertencente à raça humana, ou não. 

Universidades e cientistas independentes estão actualmente analisando a múmia e os materiais encontrados, que são diferentes de tudo já descoberto no Peru.

A múmia em si mede 1,68 metros de altura, possui três dedos em cada mão e pé, com um crânio levemente alongado. Ela estava envolta em um pó branco, que possivelmente foi usado para “secar” a pele, mas debaixo desta cobertura havia uma pele acinzentada, que é o que ocorre com corpos mumificados. Os tamanhos do nariz e das orelhas da múmia são mínimos.

Testes de Carbono 14, que foram feitos para determinar a idade da múmia, retornaram um período entre 245 D.C. a 410 D.C.

A tomografia computadorizada da múmia mostrou que realmente há ossos dentro deste invólucro, o que descarta a possibilidade de ser meramente um “trabalho de arte”, assim por dizer.

A radiologista de análise músculo-esquelético do Hospital da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos. M.K. Jessie, disse que, pelo que ela pôde ver nas imagens da tomografia, as anomalias com os dedos e o crânio não parecem ter sido algo causado artificialmente.


fonte: OVNI Hoje

Jovem quase consegue captar ETs


Um menino na Polónia, durante um passeio nocturno de bicicleta, próximo de uma plantação de milho, conseguiu chegar muito perto de objectos voadores luminosos.

Os sons na gravação são realmente pavorosos.

Felizmente, ele estava filmando seu passeio, o que lhe permitiu mostrar para o mundo esta aparição misteriosa. Mas, quando ele entrou na plantação, os OVNIs foram embora, voando lentamente. O que extraterrestres estariam fazendo em plantação na Polónia?


fonte: Sputnik News

Dedo do pé em madeira com 3000 anos pode ser uma das próteses mais antigas


Descoberta feita num cemitério perto de Luxor, no Egipto.

Egiptólogos suíços reanalisaram um dedo de pé em madeira com cerca de 3000 anos e concluíram que pode ser uma das próteses humanas mais antigas, informou a Universidade de Basileia em comunicado.

A prótese, examinada com técnicas de microscopia moderna, tecnologia de raios X e tomografia computorizada, pertencia a uma mulher e foi descoberta no antigo cemitério egípcio da elite social de Sheikh ‘Abid el-Qurna, perto da cidade de Luxor.


Especialistas das universidades de Basileia e de Zurique, ambas na Suíça, e do Museu Egípcio, no Cairo, onde se encontra guardado o achado arqueológico, sugerem que o dedo de madeira foi adaptado várias vezes ao pé da sua portadora, a filha de um sacerdote.

Os investigadores conseguiram identificar os materiais usados na prótese ortopédica e o método a partir do qual foi produzida. Segundo o estudo, o dedo artificial indica que o artesão que a fabricou estava familiarizado com a anatomia humana. Por outro lado, o facto de a prótese ter sido feita de forma meticulosa indicia que a mulher que a usava valoriza a estética e o conforto.

fonte: Publico

Répteis.. Humanóide de Nazca

Foto de Frederick Lanker.

JOSEFINA

Muitos perguntam-se o porquê uma das espécimes de 60 cm., cujas características se assemelha às de um réptil em forma humanóide e que além disso se encontra grávida chama-se "Josefina", pois bem esse nome foi escolhido por um dos integrantes do Instituto Inkarri e braço direito do Thierry Jamin, o Senhor José Casafranca Montes, em virtude de que aqueles que integram a equipe de investigação alguns deles incluindo eu temos por nome "José" (José Zalce, José Rios, Jose Maussan) além disso fomos testemunhas de tão revelador acontecimento ao estar presente no momento de obter a radiografia deste belo espécime fêmea cujo no interior existe três ovos.

É assim que ali mesmo na sala de raio-X, se chamou a este belo exemplar de "Josefina".

O que para mim é uma grande honra e respeito profundo a este achado único no mundo no país irmão do Perú!!!!!

Biólogo José da C. Rios Lopez
Dr. Edson Salazar Vivanco
Investigador e geógrafo Thierry Jamin
Jois Mantilha, Fernando Correa Dominguez e Fernando Correa Dominguez
Adolfo Branco Tattoo
Cesar Alexandre Soriano Rios e Cesar Soriano Rios

Frederick Lanker


fonte: Facebook

terça-feira, 20 de junho de 2017

Menino indiano tem oito anos e quase 2 metros de altura






O indiano Karan Singh é recordista mundial desde que nasceu, com 76 cm. 

Aos 8 anos continua a crescer depressa e já tem 1,98 metros. Mas não se sente mal com isso. 

Diz até que espera crescer mais para que os pais tenham orgulho nele. 

Parece sair à mãe, Shweatlana, de 33 anos, que joga basquetebol e, com 2,13 metros, é a mulher mais alta da Índia.


Telescópio descobre 10 exoplanetas onde poderá existir água em estado líquido

O telescópio espacial Kepler detetou uma dezena de exoplanetas do tamanho da Terra

Cientistas que operam o telescópio espacial Kepler, da NASA, anunciaram esta segunda-feira a descoberta de 219 novos planetas fora do sistema solar (exoplanetas), 10 dos quais de tamanho semelhante à Terra e onde água em estado líquido poderá hipoteticamente existir.

No total, o telescópio Kepler já detetou 4.034 exoplanetas, dos quais 2.335 foram confirmados por outros telescópios, anunciou a NASA, a agência espacial dos Estados Unidos.

Cerca de 50 destes planetas distantes são de tamanho semelhante ao da Terra, incluindo os 10 anunciados hoje, e orbitam as respetivas estrelas na chamada "zona habitável", onde as condições gravitacionais e de temperatura permitem, hipoteticamente, a existência de água líquida, considerada condição essencial para a existência de vida tal como é conhecida.

"Este catálogo minucioso (de exoplanetas com existência confirmada) é o fundamento científico que permitirá responder diretamente a uma das questões mais 'quentes' da astronomia, que é a de determinar o número de planetas 'irmãos' da Terra na nossa galáxia", a Via Láctea, afirmou, citada num comunicado da NASA, Susan Thompson, uma das cientistas da equipa que opera o Kepler e membro do Instituto SETI, dedicado à busca de inteligência extraterrestre.

As descobertas anunciadas hoje fazem parte da versão final do catálogo de exoplanetas identificados a partir dos dados recolhidos durante os quatro anos em que o Kepler esteve em operação.

O Kepler foi lançado em 2009, mas a missão acabou por terminar em 2013 devido a uma avaria dos giroscópios (dispositivos que permitem o posicionamento no espaço na ausência de pontos de referência) do telescópio espacial.

Enquanto se manteve em operação, o Kepler perscrutou o espaço em torno de 150.000 estrelas da constelação do Cisne.

A estrela mais brilhante da constelação do Cisne, a Alpha Cygni, fica a 2.500 anos-luz da Terra.


Identificado fóssil mais antigo de um cogumelo

Identificado fóssil mais antigo de um cogumelo, com 115 milhões de anos

Cientistas identificaram o fóssil mais antigo de um cogumelo, com 115 milhões de anos, preservado em calcário no nordeste do Brasil, divulgou em comunicado a Universidade de Illinois, nos Estados Unidos.

Até agora, o cogumelo fossilizado mais antigo, preservado em âmbar, tinha 99 milhões de anos e foi encontrado no sudeste asiático.

Os resultados da descoberta são publicados na revista científica PLOS One.

Segundo a equipa científica, o cogumelo, designado com o nome científico "Gondwanagaricites magnificus", tinha cerca de cinco centímetros de altura e pregas sob o chapéu em vez de poros.

Um dos coautores da investigação e especialista no estudo de fungos, Andrew Miller, salientou que os fungos "evoluíram antes das plantas terrestres e são responsáveis pela transição das plantas de um ambiente aquático para terrestre".

O fóssil do cogumelo foi descoberto quando o paleontólogo Sam Heads estava a digitalizar a coleção de fósseis da formação geológica de Crato, no Brasil.

O cogumelo terá 'viajado' por uma lagoa salgada, 'afundou-se' e foi coberto por camadas de sedimentos.


China dá "salto quântico" nas telecomunicações


Satélite chinês Micius conseguiu demonstrar a possibilidade de transmissão simultânea de dados para dois pontos da Terra afastados 1200 quilómetros entre si, através de pares de partículas de luz

O satélite chinês Micius, que foi lançado em Agosto do ano passado para demonstrar a possibilidade de transmissão de informação através de pares partículas entrelaçadas entre si, mesmo a grandes distâncias, conseguiu a proeza de fazer essa transmissão para duas estações terrestres separadas por 1200 quilómetros. Esta é a primeira vez que se consegue concretizar este tipo de comunicação e o avanço, que é publicado hoje na revista Science, posiciona a China como uma forte competidora no setor das telecomunicações e da chamada Internet quântica.

A comunicação utilizando pares de partículas entrelaçadas entre si baseia-se na teoria da física quântica que estabelece que todas as partículas têm um par que transporta a mesma informação mesmo se separado por milhões de quilómetros de distância. Até agora, o melhor que se tinha conseguido em transmissão de informação, usando esta ideia e um sistema de fibra ótica, foi uma distância de cem quilómetros. No entanto, a precisão perde-se a essa distância.

O sistema tecnológico concebido para o satélite Micius pela equipa coordenada por Jian-Wei Pan, da Universidade de Ciência e Tecnologia da China, e da Academia de Ciências do país, cumpriu as expectativas dos seus criadores.

De acordo com o líder do projeto, citado pela agência de notícias chinesa Xinhua, "este trabalho lança as bases técnicas sólidas para uma rede quântica a grande escala e para investigação experimental da comunicação quântica, e demonstra também experimentalmente os princípios da física, como a teoria geral da relatividade e a gravidade quântica no espaço".

Na órbita terrestre, a 500 quilómetros de altitude, o Micius tem uma missão prevista de dois anos para fazer o estudo experimental deste tipo de comunicações, mas os primeiros resultados são já um sucesso. Especialistas independentes ouvidos pela imprensa internacional confirmam a importância dos resultados publicados na Science e antecipam que este será um primeiro passo para a futura Internet quântica, encriptada e totalmente segura.

Anton Zeilinger, investigador do Centro de Física Quântica em Viena, é um desses especialistas. Em declarações ao The Guardian afirmou que "este é um passo importante para uma [futura] rede quântica global". Não sendo possível fazê-la através de fibra ótica, como sublinhou o cientista austríaco, "é preciso ir para o espaço e é muito importante demonstrar que isto funciona com satélites, por isso estou muito entusiasmado [com estes resultados] ".


Apocalipse vulcânico teve papel chave na extinção dos dinossauros

Vulcão na Ilha do Fogo em Cabo Verde

Um apocalipse vulcânico desempenhou um papel chave na extinção em massa do Triásico, que provocou o início da era dos dinossauros, segundo um estudo hoje publicado na revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

A investigação, realizada na Universidade de Oxford, no Reino Unido, e dirigida pelo geoquímico Lawrence Percival, centrou-se na extinção do Triásico, há aproximadamente 200 milhões de anos, e na era dos dinossauros, que decorreu depois.

Este acontecimento tornou-se numa das maiores extinções em massa da vida animal de que há registo e que inclui grandes répteis semelhantes aos crocodilos e vários invertebrados marinhos e que provocou grandes mudanças na vegetação da Terra.

Embora permaneça um mistério porque é que os dinossauros sobreviveram a esta alteração, substituíram as espécies já extintas, com mamíferos e anfíbios primitivos.

Esta extinção em massa foi ligada durante muito tempo a uma libertação grande e abrupta de dióxido de carbono na atmosfera, mas a origem exata deste problema permanece desconhecida.

No entanto, as emissões de dióxido de carbono vulcânico (CO2) eram consideradas um dos principais contribuintes, após a descoberta de rochas vulcânicas da mesma idade.

Este apocalipse vulcânico, causado por rochas que cobriam uma vasta área em quatro continentes na Província Magmática do Atlântico Central (CAMP), poderá ter sido provocado por vibrações, mas o alcance global e o impacto potencial destes acontecimentos também tem sido um mistério.

Através do teor de mercúrio das rochas sedimentares depositadas durante a extinção, os investigadores revelaram ligações claras entre o momento do vulcanismo do CAMP e a extinção final do Triásico.

Os vulcões emitem emissões de gases de mercúrio, que se propagam globalmente através da atmosfera antes de se depositarem em sedimentos, razão pela qual qualquer sedimento adquire um teor anormalmente elevado de mercúrio durante uma erupção.

Cinco dos seis depósitos de sedimentos estudados, provenientes do Reino Unido, Austria, Argentina, Gronelândia, Canadá e Marrocos, mostraram um grande aumento do teor de mercúrio a partir da extinção triásica, com valores máximos observados entre o horizonte da extinção e o limite triásico/jurássico, que ocorreu cerca de 200 mil anos depois.

Estas elevadas emissões de mercúrio também coincidiram com aumentos previamente estabelecidos nas concentrações atmosféricas de CO2, o que indica, segundo os investigadores, a libertação de CO2 proveniente da desgasificação vulcânica.

“Esta investigação fortalece a ligação entre a extinção em massa do Triásico e as emissões vulcânicas de CO2. Esta nova prova de emissões episódicas de CO2 vulcânico como o provável impulsionador da extinção melhora a nossa compreensão desta atividade e, potencialmente, de outros episódios de alterações climáticas na história da Terra”, assegurou Lawrence Percival.


sábado, 17 de junho de 2017

ETs foram filmados voando sobre Eslováquia

OVNIs, imagem referencial

A cada dia surgem mais notícias sobre visitas alienígenas em várias partes do mundo: Reino Unido, Rússia, EUA. Agora eles escolheram a Europa Central.

O vídeo com um objeto voador não identificado foi publicado pelo usuário Martin Mikuas. Na filmagem o que é suposto ser uma nave extraterrestre aparece no céu rodeado por uma luz verde e voando lentamente alguns minutos.


Lembramos que algumas semanas atrás apareceu a declaração extravagante de um funcionário da NASA sobre os extraterrestres estarem presentes entre nós, o que provocou uma onda dos vídeos e fotos "comprovando" esta revelação.

fonte: Sputnik News

Suposta nave extraterrestre foi captada por câmera de celular


Foto de OVNIs captada no Novo México por Manny Ceniceros

Apenas a algumas horas da "capital alienígena" estadunidense, Roswell, um adolescente do Novo México tirou uma foto numa noite bem escura do que parece ser uma nave espacial.

Manny Ceniceros e sua mãe estavam passando por um caminho de golfe perto da segunda maior cidade do estado, Las Cruces. Ceniceros começou filmando o campo de golfe como parte de um vídeo promocional.

"Eu disse à minha mãe que dirigisse e abri a janela, porque eu queria obter imagens de onde estávamos gravando", disse Ceniceros ao ABC-7. "Quando estávamos passando pelo mesmo lugar, vi um objeto muito esquisito."

Seu primeiro pensamento foi que o objeto era um pássaro, mas quando ele reviu a filmagem mais tarde ele percebeu que algo estava errado. "Eu não estava esperando encontrar nada. Eu só queria obter essa filmagem para colocar um vídeo promocional. Mas então eu estava analisando o vídeo… Acabei de ver esse objeto. Pensei que fosse falso no início. Achei que a câmera estava funcionando mal. Mas não, era realmente como um Óvni."

A irmã de Ceniceros, Berenice, que também estava no carro, afirma que ela também viu esse objeto. "Eu vi um flash leve, mas não me concentrei nisso porque pensei que fosse uma das luzes ao lado da estrada", disse ela ao ABC-7. "Em casa foi diferente… vimos que era realmente um Óvni."

Manny disse que ele se interessou por extraterrestres depois de visitar o museu dos Óvnis em Roswell, no Novo México. "Eu gostaria que as pessoas levassem em consideração que não somos os únicos presentes aqui, e que pode haver vida em outros planetas" afirmou o jovem.

fonte: Sputnik News

Os 'super poderes' da vida real: Dez insectos com habilidades extraordinárias


Muitos insectos despertam nos humanos um medo instintivo ou asco, às vezes pelo perigo que representam, outras vezes simplesmente pelo aspecto exterior. Porém, inclusive os insectos mais detestáveis podem possuir super-habilidades que os ajudam a sobreviver.

A mídia russa Popmech compilou uma lista de dez insectos com “super poderes”:

As baratas parecem poder sobreviver facilmente a um cataclismo nuclear devido à sua resistência à radiação. O cérebro de algumas espécies contém potentes antibióticos capazes de vencer as bactérias nocivas para os seres humanos.


Baratas

As abelhas, além de terem uma memória incrível, ninguém lhes ganha na comunicação e navegação se refere, e elas podem encontrar seu caminho guiando-se pela posição do sol, sem falar do seu "talento" para a geometria que pode ser vista nos favos.


Grupo de abelhas está fazendo mel

O gafanhoto-do-deserto é especialista em voos longos. Apesar de serem conhecidos por sua voracidade, consomem sua energia com muita cautela: podem voar até 80 km por dia "sem se reabastecer", tudo isso por controlarem minuciosamente a direcção do voo.

Os vaga-lumes não só emitem luz, senão que também fazem isso duma maneira bem económica. Eles a utilizam como meio de comunicação, através da qual emitem vários tipos de sinais.

As pulgas são parasitas desagradáveis e francamente prejudiciais, porém com habilidades impressionantes. São capazes de saltar até 150 vezes seu próprio tamanho, o que equivale a que os humanos pudessem voar a 200 metros de altitude.

Os escaravelhos são inofensivos e têm o costume de fazer bolas de estrume para construir os ninhos e alimentar as larvas. O peculiar é que rodam suas bolas numa linha perfeitamente plana inclusive na completa escuridão.


Libélula a voar

As libélulas são os únicos insectos que possuem uma concentração da atenção ao nível humano, podem se desconectar de todas as “interferências” externas e se concentrar num único objectivo.

As formigas se orientam algo pior que as abelhas, porém são capazes de encontrar seu caminho até à colónia, inclusive à distância de vários quilómetros. Os sentidos que usam as formigas são principalmente o olfacto e o tacto, e são capazes de levar enormes folhas dezenas de vezes mais pesadas do que elas.


Grupo de gafanhotos-do-deserto

As larvas das vespas parasitas, depois de saírem dos 80 ovos injectados no lagarto, são capazes de dominar o comportamento da sua vítima. Quando a maioria das larvas "saem" do lagarto para formar pupas, uma ou duas permanecem no seu corpo, manipulando para que ele os proteja dos predadores.

Os besouros bombardeiros são mestres da autodefesa. São capazes de atacar o seu inimigo com o líquido fervente – até 100 graus centígrados – criado misturando compostos químicos sofisticados no seu ventre.

fonte: Sputnik News

O careca romano descoberto em Beja há mais de um século é, afinal, Júlio César


Busto descoberto em Beja


Busto descoberto em Beja


Busto de Tusculum


Busto de Arles

Durante 117 anos, foi mantido num nicho do Museu Regional de Beja, afastado da observação directa e completa, um busto que tinha a seguinte inscrição: “Cabeça de mármore romana achada em Beja”. E assim permaneceu no anonimato até que, ao longo da última década, vários investigadores colocaram como hipótese de trabalho a possibilidade de se tratar de uma das raras cabeças esculpidas em mármore que existem a nível mundial contemporâneas de Júlio César, nascido no ano 100 a.C. e assassinado no ano 44 a.C.

A arqueóloga Conceição Lopes, que liderou com Jorge Alarcão uma equipa de especialistas do Centro de Estudos em Arqueologia, Artes e Ciências do Património da Universidade de Coimbra, confirmou ao PÚBLICO que se trata de uma peça esculpida em mármore há cerca de dois mil anos, um “retrato que reúne todas as características que Suetónio (biógrafo e escritor romano) atribuiu a Júlio César”. E acrescenta que terá sido a cabeça de “uma grande estátua” exposta na então Pax Iulia.

Para alicerçar estas conclusões, para além das características físicas expressas no busto, os investigadores analisaram e interpretaram “argumentos de especialistas em arte”, associaram os resultados de uma “reanálise” de toda a escultura e os novos dados arqueológicos entretanto surgidos, explicou ao PÚBLICO Ana Paula Amendoeira, directora regional de Cultura do Alentejo (DRCAlentejo), a entidade coordenadora do projecto.

A descoberta do busto agora atribuído a Júlio César foi descrita na edição de Outubro/Novembro de 1902 de O Archeologo Português, publicado pelo Museu Etnográfico Português. Em Dezembro de 1900, o etnólogo e arqueólogo José Leite de Vasconcellos, recebe uma carta do conservador do Museu Municipal de Beja a comunicar-lhe que, meses antes, quando decorria a demolição de parte da muralha que circunda o centro histórico da cidade alentejana para ser construído o Palácio das Repartições Públicas (edifício do antigo Governo Civil de Beja), foram encontradas “várias antiguidades romanas”. De entre os achados, “fragmentos de capitéis, frisos e fustes de colunas, restos de pedras tumulares e outras”, materiais que teriam sido reutilizados na construção da muralha, apareceu “uma cabeça de estátua de mármore”.

Em Outubro de 1901, Leite de Vasconcellos desloca-se Beja para observar os achados arqueológicos recolhidos e observar uma fotografia da cabeça de mármore, oferecida ao Museu de Beja em Fevereiro de 1900. Foi então comunicado a Leite de Vasconcellos que o busto tinha sido encontrado por um trabalhador quando procedia à recolha dos entulhos durante os trabalhos de demolição “no 2.º baluarte da 2.ª ordem de muralhas da cidade, metido na vedação das ruínas do Convento da Esperança”. 

Da consulta que então fez a Salomon Reinach, especialista de estatuária greco-romana, o etnólogo conclui que a peça pertencia ao final do século I. d.C. Em 1903, e após nova deslocação a Beja, publica no Archeologo Português os pormenores da cabeça de mármore que definiu com um “retrato que apresenta no lado direito do osso frontal uma cicatriz feita com instrumento cortante (provavelmente espada). (...) a orelha esquerda quase toda esmoucada. A orelha direita está esmurrada em cima, assim como o lábio inferior. A parte anterior do crânio apresenta-se calva e só a parte posterior tem cabelo, que rodeia as orelhas”.

A arqueóloga Conceição Lopes refere que os trabalhos de limpeza e análise da cabeça agora atribuída a César refutaram o argumento de que o político e general romano era calvo. “Nós verificámos que tinha cabelo ondulado. O problema é que a sua colocação num nicho não permitia observar parte da escultura”.

Nos anos 50 do século passado, o busto ainda se encontrava exposto num pedestal em gesso e em lugar bem visível até que, não se sabe quando, foi transferido para um nicho, numa ala do claustro do Museu Regional de Beja, “onde também está a designada Vénus de Beringel, outra escultura de grande qualidade”, refere Conceição Lopes.

A importância da peça já foi objecto de várias análises ao longo das últimas décadas. Na referência que é feita no Portal do Arqueólogo ao busto de Beja, o professor Luís Jorge Rodrigues Gonçalves referia, em 2007, que os autores que analisaram peça “são unânimes em considerar que se trata de um retrato privado”.

Leitura diferente foi apresentada pelo historiador Vasco de Souza que, nos anos 80 do século passado, fez um trabalho de síntese da escultura romana em Portugal no qual adiantava que, “na concepção geral, o busto recorda César. No entanto, a simetria das formas é já elemento do classicismo de Augusto”.

Vasco de Souza refere ainda um dado interessante: os “retratos romanos imperiais encontrados em Portugal são, na sua maioria, cabeças de encaixe elaboradas para serem inseridas numa estátua”, isto é, corpos aos quais se acrescentavam as cabeças consoante o imperador que estivesse no poder.

Outro dado importante veio reforçar a intervenção dos investigadores em relação a este busto. Em 2007, no rio Ródano, em Arles, França, foi encontrado um outro busto anunciado como a mais antiga representação conhecida de Júlio César e o único que teria sido feito com o general ainda vivo, excepto o Tusculum, que está no museu de Turim, realizado imediatamente antes ou logo após a sua morte. O debate que entretanto ocorreu em torno da identificação com César do busto saído do Ródano “deixou claro que não há dele nenhum retrato oficial, que nunca houve nenhuma organização para difundir a sua imagem com cânones bem definidos e standartizados, deixando aos artistas liberdade para fazerem as suas interpretações”, vincou Conceição Lopes, acrescentando ser muito difícil “procurar dois retratos exactamente iguais”.

Comparando a cabeça de Beja com a de Tusculum, “são claras as semelhanças no formato dos lábios e covas nos cantos, nas rugas profundas, no enquadramento dos olhos em sobrancelhas arqueadas, mas o retrato de Beja manifesta mais evidentes semelhanças com o de Arles, nomeadamente no formato do rosto e nariz”, descreveu a arqueóloga responsável pelo estudo do busto de Beja. As semelhanças entre os retratados de Arles e Pax Iulia “deixa aberta a possibilidade de o personagem retratado nas duas cidades romanas ser o mesmo”, admite Conceição Lopes explicando que “a hesitação do reconhecimento de César” no exemplar existente no Museu Regional de Beja se deve, em grande parte, ao facto de até há muito pouco tempo se afirmar que Pax Iulia “era uma fundação ex-nihilo do tempo do imperador Augusto (por volta de 31/27 a. C), o que tornava pouco provável um retrato de César nesta cidade romana”.

Contudo, as recentes escavações na Praça da República em Beja vieram revelar que a cidade já era “próspera e importante” no tempo de César. Os dados recolhidos reforçaram a sua importância histórica como centro político e administrativo, que lhe advinha do facto de ter sido “a única cidade de estatuto colonial fundada no Sudoeste peninsular” – um estatuto que justifica plenamente a presença de estátuas ou bustos alusivos a César, acentua Conceição Lopes.

A importância da descoberta justifica a deslocação do ministro da Cultura a Beja no próximo sábado, dia 17, para, ao meio-dia, inaugurar o novo pedestal no Museu Regional de Beja, onde passará a estar exposta a escultura que ficará identificada como sendo contemporânea de Júlio César.

A investigação que conduziu à identificação da peça arqueológica descoberta no ano 1900 foi apoiada e financiada com base num protocolo estabelecido entre a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo, a DRCAlentejo, Universidades de Coimbra e de Évora e a Fundação Millennium BCP, que doou uma verba de 18 mil euros.

fonte: Público

quinta-feira, 15 de junho de 2017

PROJETO THOR: Sistema de Arma orbital, Bombardeamento Cinético "VARA DE DEUS"


Após a Guerra Fria e até hoje, os Estados Unidos gastaram incontáveis ​​recursos na concepção e construção de armas que lhes permitem estar à frente do resto das potências mundiais e exercer a sua influência no mundo. Sua arma de destruição em massa como bombas nucleares tenham ocorrido de geração em geração e cada vez mais evoluiu para se tornar ferramentas reais para extermínio global, mas estas não são as únicas armas desenvolvidas durante este período. Iniciado em 1950, o Projeto Thor é um dos projetos mais ambiciosos em termos de arma de destruição em massa conhecida. embora ainda não está provado se ele está funcionando, muitas pessoas pensam que já esta orbitando acima de nossas cabeças. O Projeto Thor não é nada mais do que isso. Satélites em órbita ao redor da Terra armados de cilindros de tungstênio (um dos metais mais difíceis que existem até agora) de um par de metros de comprimento e com um sistema de orientação informatizada.


"Outros países estão se preparando para usar o espaço como um campo de batalha. Não buscamos a guerra, mas devemos estar preparados "(General Joseph Ashy)

O domínio, concebido na doutrina da Força Aérea aplica na aviação, tecnologia da informação, bem como no espaço. Desde 1990 o Comando Espacial reitera a importância do espaço nas guerras do futuro. "Lutar no espaço" significa uma militarização do último, com ativos em órbita geoestacionária e sem batalhas no estilo Star Wars.

Famoso, nesse sentido, o relatório aos legisladores General Joseph Ashy, então diretor do Comando Espacial. "As pessoas não querem ouvi-lo - Ashy disse em 1990 -. Mas vamos lutar no espaço" O Tratado do Espaço Exterior, de 1967, que representa o quadro jurídico de base do direito espacial internacional, estabelece o destino pacífico. O Tratado do Espaço Exterior proíbe armas de destruição em massa em órbita ou colocado no espaço exterior. Nos minutos box "fins pacíficos", não proíbe, no entanto, as atividades estabelecidas pelo direito natural de legítima defesa. Um satélite, em teoria, equipado com armas cinéticas, permanece legal.


Oficialmente, o espaço é utilizado pelos militares para comunicações de acordo com alerta precoce. Estados Unidos, Rússia e China são os únicos países do mundo com sistemas de armas espaciais (definidos como AST). Em outubro de 2015, a China realizou um voo de teste em seu míssil anti-satélite, o Dong Neng-3. As armas anti-satélites ASAT de ativos, têm como objectivo a paralisia da capacidade (inteligência, navegação e comunicação) críticos para as operações militares e infra-estruturas civis.

Projetos Thor e a Vara de Deus, então tornar-se "pacotes de haste com hipervelocidade", eles têm sido teorizado várias vezes (muitas vezes na ficção científica): nos anos 50 foi assumido a ser equipado com ogivas de tungsténio de mísseis ICBM. A ideia é usar a energia cinética de um tungsténio vetor, que viaja a oito quilómetros por segundo, como uma bomba nuclear tática. A velocidade de retração de tal acivo ainda seria maior do que a de um míssil, enquanto que o rendimento explosivo garantiria a destruição de qualquer lugar. Uma barra de tungsténio longa de cerca de seis metros (deste modo minimiza a perda de energia cinética devido à fricção com o ar e se maximiza a penetração) e com um pé de diâmetro colocado em órbita, atingiria a terra em Mach 10 desenvolvendo um rendimento explosivo de 11,5 toneladas de TNT.


As armas cinéticas dos americanos chamam capacidade de ataque global, a capacidade de afetar todas as partes do mundo em menos de 15 minutos. Mesmo que os custos são elevados e a dificuldade de manter essas plataformas em órbita são claras, parece que com Donald Trump coisas vão melhor para a sua carteira NASA e o Space Command - AIR Força US. Com as novas dotações para a defesa, o Projeto Thor será uma realidade, mas ao mesmo tempo o tipo de arma que o assassino entrou antes ou satélites devem ser revistos. Não mais mísseis, mas armas de energia dirigida.






Misterioso, 'Stonehenge da Amazónia' intriga pesquisadores do Amapá

Megálito foi construído por índios em Calçoene (Foto: Mariana Cabral/Iepa)

Megálito foi construído por índios em Calçoene (Foto: Mariana Cabral/Iepa)

Monumento semelhante a megálito inglês foi erguido no meio da selva. Usado para funerais, local é objeto de pesquisas arqueológicas.

Um conjunto de grandes rochas fincadas no solo no meio da selva amazónica virou um mistério para pesquisadores amapaenses. Os estudos sobre a função do monumento construído por povos milenares em Calçoene, a 374 quilómetros de Macapá, iniciaram em 2005 e ainda não se mostraram totalmente conclusivos.

Apesar de as pesquisas ainda tentarem encontrar informações que cercam o megálito - monumento formado por pedras - no meio da floresta, arqueólogos que se dedicam ao caso no Instituto Estadual de Pesquisas do Amapá (Iepa), já conseguem afirmar que ele é bastante antigo, tendo sido erguido há pelo menos 1.000 anos depois de Cristo.

A utilização dele pelos povos da região teria sido por pouco mais de 500 anos até os primeiros contactos com os europeus.

As estruturas de pedra em Calçoene estão dentro de uma área de 120 hectares que abrange um megálito maior em formato circular com outros cinco menores ao redor, e acabaram sendo chamadas de 'Stonehenge da Amazónia' em comparação ao semelhante famoso monumento megalítico inglês.

"Como pesquisadores, não gostamos muito de chamar de Stonehenge porque dá a impressão de que é uma imitação, sendo que é uma criação autêntica do povo da Amazónia", destacou o arqueólogo do Iepa João Saldanha.


'Stonehenge da Amazónia' é comparado ao da Inglaterra (Foto: Mariana Cabral/Iepa; Tahiane Stochero/G1)

A área foi descoberta pelos pesquisadores em 2005. À época, o monumento chamou a atenção e fez o governo do Amapá comprar os hectares para serem objeto de estudo de arqueólogos a fim de tornar a região uma atração turística.

Atualmente, no entanto, existe apenas uma casa próximo ao sítio que abriga os arqueólogos em pesquisa de campo e um funcionário do Iepa que faz a segurança do parque, distante 30 quilómetros da sede de Calçoene.


Urnas funerárias foram encontradas no sítio de Calçoene (Foto: Mariana Cabral/Iepa)

Durante os anos de estudos, arqueólogos descobriram que a área tem urnas funerárias enterradas com restos mortais de índios. As características das esculturas feitas em cerâmica indicaram que a região foi habitada pelo povo Arawak, que tem como descendentes os indígenas da etnia Palikur, que atualmente ocupam a fronteira entre o Amapá e a Guiana Francesa.

As urnas também indicaram que o local era usado para funerais de maneira diferente como habitualmente ocorre atualmente. Os índios tratavam o ato como uma cerimônia festiva. Itens usados para fazer cerveja artesanal estavam entre os vestígios que indicaram a tese.

"Eles [índios] passaram por todo um processo pela colonização europeia e hoje em dia não tem mais esse tipo de ritual, com urnas funerárias e construção desses centros de cerimónia. Pelo que vimos nos vestígios encontrados, o cerimonial era uma festa. Constatamos vestígios de cerâmica, que provavelmente era usada para cerveja de mandioca ou milho, além de pratos, que devem ter sido utilizados para servir alimentos", explicou João Saldanha.


João Saldanha, pesquisador do Iepa (Foto: Mariana Cabral/Iepa)

Devido a posição das pedras e buracos no meio das rochas, arqueólogos também apontam para a possibilidade de o monumento ainda ter sido usado para acompanhamento de mudanças do período de estiagem para o chuvoso, duas únicas estações meteorológicas no Amapá em razão da linha do Equador.

Os estudos no 'Stonehenge da Amazônia' não pararam e pretendem descobrir respostas a questões que ainda cercam o monumento, a exemplo de como ocorreu a construção do sítio a partir do transporte de rochas e posicionamento preciso no solo em meio ao tamanho e peso gigantesco delas, além de como funcionava o trabalho braçal dos povos indígenas milenares para a criação do lugar.

Enquanto os pesquisadores buscam responder às perguntas pelo meio científico, a recente descoberta de urnas funerárias na área acabou virando um motivo a mais para lendas de moradores da região, que dizem perceber vultos e ouvir vozes supostamente indígenas.

"Existem lendas, como fantasmas, luzes, mas passamos muito tempo por lá e nunca vimos nada. Um sítio desse tipo chama muita atenção e as pessoas acabam interpretando de maneira um pouco exagerada", comentou o arqueólogo João Saldanha.


Lugar seria usado para rituais funerais em Calçoene (Foto: Mariana Cabral/Iepa)


Pesquisas em sítio de Calçoene continuam (Foto: Mariana Cabral/Iepa)

fonte: G1

Nova espécie de peixe transparente é descoberta no Rio Negro, no AM

O Cyanogaster noctivaga foi descoberto durante expedição de três pesquisadores brasileiros e um alemão no Rio Negro, em 2011 (Foto: Arquivo Pessoal/Ralf Britz)

O Cyanogaster noctivaga foi descoberto durante expedição de três pesquisadores brasileiros e um alemão no Rio Negro, em 2011 (Foto: Arquivo Pessoal/Ralf Britz)

Peixe de 2 centímetros foi capturado a 846 km de Manaus. Expedição de três pesquisadores brasileiros e um alemão fez o achado.

Uma equipe formada por três pesquisadores brasileiros e um alemão conseguiu descobrir uma nova espécie de peixe na Amazônia. Em meados de novembro de 2011, uma expedição de 15 dias, na região do município de Santa Isabel do Rio Negro, a 846 quilômetros de Manaus, possibilitou a captura de um peixe transparente denominado Cyanogaster noctivaga. Com dois centímetros de comprimento, o animal nunca havia sido identificado na literatura científica, de acordo com a líder da expedição, a bióloga Manoela Marinho.

O objetivo do grupo era capturar peixes de pequeno porte. Durante três turnos diários, os pesquisadores se deslocavam a diferentes áreas do Rio Negro, no município de Santa Isabel (AM). Marinho, que atua no Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), contou que o tamanho, a cor e a transparência do pequeno peixe chamaram atenção. "Em diferentes momentos da expedição, a espécie nova só foi capturada à noite. Daí concluímos que se trata de um peixe de hábitos noturnos", afirmou a bióloga.

A pesquisadora disse que as características do peixe obrigaram à definição de uma nova espécie. "Consultamos a literatura científica e vimos que esse peixe tinha um conjunto de características que eram tão únicas que faziam dele uma espécie nova. Então criamos um gênero novo, para melhor classificar esse peixe”, acrescentou.

A denominação Cyanogaster noctivaga faz referência à coloração e aos hábitos do peixe. Enquanto o primeiro nome “Cyanogaster” significa “estômago azul”, “noctivaga” faz menção ao “vaguear noturno” da espécie.


Pesquisadores capturaram o Cyanogaster com auxílio de rede (Foto: Arquivo Pessoal/Manoela Marinho (USP)

Além de Manoela Marinho, a expedição contou com a participação dos brasileiros Mônica Toledo-Piza e George Mattox. O alemão Ralf Britz, do Museu de História Natural de Londres, registrou as imagens da viagem e da nova espécie. Em entrevista ao G1, Britz, que é especialista nesse tipo de pesquisa, afirmou que a escolha do Rio Negro para o trabalho havia sido respaldada por uma expedição anterior, feita por Maoela, Mônica e George na região de Santa Isabel. “Essa expedição deles nos mostrou que poderíamos encontrar peixes de pequeno porte ali. Percebemos também que o Rio Negro parece abrigar mais peixes em miniatura do que qualquer outro rio amazônico”, ressaltou.

Para capturar um peixe com 2 centímetros de comprimento e corpo transparente, o quarteto coletou amostras em diferentes locais e habitats nos arredores de Santa Isabel. Segundo o alemão, uma noite os pesquisadores jogaram uma rede perto de uma praia rochosa e notaram um número de pequenos peixes transparentes nadando rápido. “A luz das nossas lanternas foi refletida pelos peixes e fez com que os seus corpos ganhassem uma cor azul brilhante. Naquele momento, vimos que tínhamos encontrado algo diferente”, lembrou.


Descoberta é "nova peça no quebra-cabeça da evolução dos peixes", disse Ralf Britz (Foto: Reprodução/Ichthyological Exploration of Freshwaters)

Ao ver o cardume, Britz tirou aquela que define como “uma das fotos mais difíceis que já fez”. “O Cyanogaster é extremamente frágil e morreu segundos depois de ser transferido para um tanque específico para fotos. Então, na primeira noite eu não consegui uma imagem boa. Na segunda noite eu coloquei o tanque próximo à superfície da praia. Com a ajuda de George, joguei uma rede e, assim que capturamos aquelas preciosidades, as transferi para o tanque com uma colher grande, para que elas não ficassem um só segundo fora d´água”, relatou. A estratégia deu certo e os peixes conseguiram sobreviver o suficiente para que o pesquisador fizesse seus registros. “Quando eu mostrei o resultado para o resto da equipe todos ficaram sem palavras. Foi ali que vimos toda a beleza da espécie pela primeira vez. Descobrir um peixe tão diferente em um lugar inesperado é um daqueles momentos na vida que você vai lembrar para sempre e vai contar para seus filhos e netos”, continuou o alemão.


Em um registro de Britz, os pesquisadores brasileiros Manoela Marinho e George Mattox
(Foto: Arquivo Pessoal/Ralf Britz) 

E como uma descoberta desse porte influencia o campo da ciência? Na opinião do pesquisador, a equipe conseguiu encontrar uma nova peça no quebra-cabeça da evolução dos peixes. “Nós fornecemos uma descrição detalhada da espécie, incluindo a sua anatomia, para usufruto de todos os estudiosos dessa classe. Descobrir algo assim é emocionante, até pela beleza e a sutil combinação do corpo transparente e do abdômen que reflete a cor azul do Cyanogaster”, resumiu.

Já a bióloga Manoela Marinho considerou a possibilidade de outras espécies de peixe de pequeno porte entrarem em extinção antes mesmo de serem descobertas. “A quantidade de peixes encontrada no Rio Amazonas é única no mundo, e ainda há muito que descobrir. É importante que essa biodiversidade seja conhecida e preservada, visto que o futuro do planeta é extremamente dependente das relações humanas com o meio ambiente”, frisou.


Imagem do Cyanogaster noctivaga morto (Foto: Reprodução/Ichthyological Exploration of Freshwaters)

A coordenadora do Departamento de Coleção de Peixes do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa) em Manaus, Lúcia Helena Rapp PyDaniel, acredita que a descoberta evidencia ainda mais a riqueza da biodiversidade amazônica e a importância de se desenvolver mais trabalhos na região. Segundo ela, muitas espécies já foram descobertas ao longo dos anos, mas estão em processo de descrição. "Isso apresenta uma enorme diversidade de peixes, com muitas formas ainda a serem descobertas", disse.

Sobre a espécie encontrada no Rio Negro, Lúcia PyDaniel disse que o Cyanogaster noctivaga pertece a um grupo de peixes que habita o local há poucos anos. "Apesar do pouco que sabemos ainda sobre evolução da biota amazônica, esta espécie pertence a um grupo de peixes que não é dos mais antigos. Com certeza, essa espécie, como várias outras de pequeno porte, tem um papel no ecossistema que habitam, papel esse que ainda temos que entender melhor", explicou.

A pesquisadora, especialista em Sistemática Filogenética de Peixes, disse ainda que estudiosos do Inpa já descreveram dezenas de espécies novas de peixes nos últimos 20 anos de trabalhos no Rio Negro. "O ano passado o Inpa participou de uma expedição para a área de Santa Isabel onde diversas coletas foram realizadas. Porém, o Rio Negro , por si só, é um ambiente complexo e apresenta uma grande diversidade de ambientes e igarapés. É portanto, um ambiente muito propício a novos descobrimentos", concluiu.

fonte: G1

Disparo tecnológico: China lança telescópio de raios X para estudar buracos negros


Na quinta-feira (15), a China lançou para o espaço o seu primeiro telescópio espacial de raios X, desenhado para estudar buracos negros, informa a agência Xinhua.

O Telescópio de Modulação de raios X duros (HXMT, sigla em inglês) foi levado para uma órbita com uma altitude de 550 km com ajuda do foguete Grande Marcha 4-B, foi lançado às 11h00 hora local, a partir da base de lançamento Jiuquan, no deserto de Gobi, informa a agência.

O telescópio espacial possui capacidades únicas para observar objectos espaciais de elevada energia, tais como buracos negros e estrelas de neutrões, disse o responsável pelo telescópio, Zhang Shuangnan, investigador da Academia Chinesa de Ciências. Cientistas chineses esperam que o telescópio ajude a resolver os enigmas da evolução de buracos negros e campos magnéticos fortes das estrelas de neutrões.

Segundo Shuangnan, o telescópio espacial chinês conta com uma maior área de detecção, uma faixa de energia mais ampla e um campo de visão mais vasto quando comparado com equipamentos espaciais de outros países.

O HXMT funcionará numa faixa de energia ampla de 1.000 a 250.000 electro-volts e poderá realizar tarefas, que antes eram realizadas por vários satélites ao mesmo tempo.

fonte: Sputnik News

Rainha da Suécia acredita que o Palácio é assombrado por fantasmas


A rainha Silvia da Suécia acredita que o Palácio Real é assombrado. Segundo a rainha, ela partilha o Palácio de Drottningholm com "pequenos amigos... fantasmas".

"É muito excitante. Mas não fico assustada", ela disse num documentário, que será transmitido pela televisão estatal da Suécia, esta quinta-feira.


Perto de Estocolmo, o edifício é a residência permanente da rainha e do seu marido, o rei Carlos XVI Gustavo. "Às vezes sinto que não estou completamente sozinha", a rainha disse aos realizadores, insistindo que os seus alegados colegas de casa são "muito amigáveis".

A princesa Cristina - irmã do rei - apoiou a teoria da rainha, dizendo que a casa tem muita energia.

Um website sueco brincou com o assunto ao dizer que "os bravos caçadores de fantasmas amadores" poderia visitar o palácio, de modo a comprovar os rumores.


A rainha Silvia casou com o rei Carlos há 40 anos, é filha de um empresário alemão e de uma brasileira.

No livro "The Royal Year" de 2015, Silvia confessou que estava muito sozinha durante os seus primeiros anos como rainha e que era difícil viver num palácio dominado por homens.

A rainha foi internada no hospital antes do Natal, depois de sentir tonturas, mas deram-lhe alta dois dias depois.

fonte: SIC Noticias

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...