segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Planeta X pode ter sido detectado por sonda da NASA


Concepção artística de um planeta muito distante do Sol, cuja existência poderá ser confirmada pela análise dos dados do Telescópio WISE, da NASA

O observatório espacial WISE, da NASA, pode ter encontrado um quase mitológico Planeta X, um filho rebelde do Sol que prefere viver bem longe de casa.

Embora tenha sido lançado com a expectativa de encontrar uma Estrela X, parece que o Planeta X parece ser um achado mais provável da sonda.

O observatório WISE já terminou sua recolha de dados e actualmente está em hibernação no espaço, à espera de um possível uso futuro, enquanto os cientistas trabalham sobre os dados.

Uma divulgação preliminar das primeiras 14 semanas de dados está prevista para abril de 2011, e a versão final da pesquisa completa está prevista para março de 2012.

Contudo, nesta semana, a NASA divulgou uma sugestiva coleção de perguntas e respostas sobre a teoria do Planeta X.

A reportagem refere-se a um artigo de John Matese e Daniel Whitmire, onde os cientistas defendem que os dados recolhidos pelo WISE podem ter registado o Planeta X, que eles chamam de Tique (Tyche), a irmã boada deusa Nêmesis.

Telescópio WISE

WISE é um telescópio que vê o universo em infravermelho. Seu nome é uma sigla para Wide-field Infrared Survey Explorer - pesquisa exploratória em infravermelho com visão de campo largo, em tradução livre.

Lançado em dezembro de 2009, ele fes um scanner uma vez e meia o céu inteiro em quatro comprimentos de onda do infravermelho, capturando mais de 2,7 milhões de objectos no espaço, de galáxias distantes até asteroides e cometas relativamente próximos à Terra.

Como continuava em boa saúde ao final dessa que era sua missão primária, o WISE completou uma missão estendida, na qual foi feita uma varredura completa do cinturão de asteroides, e duas varreduras completas do universo mais distante, em duas faixas de infravermelho.

Até agora, contam entre as descobertas da missão vários corpos celestes anteriormente desconhecidos, incluindo uma estrela uma anã castana ultrafria, 20 cometas, 134 objectos próximos da Terra (NEOs), mais de 33.000 asteroides no cinturão principal entre Marte e Júpiter e até um belíssimo pássaro celeste.

Planeta X


Escondido nos dados captados pelo telescópio WISE, os astrofísicos acreditam estar um planeta joviano desconhecido, numa longa órbita ao redor do Sol. Aqui, a Via Láctea observada em infravermelho

Alguns astrónomos afirmam que pode existir um enorme planeta, maior do que Júpiter, orbitando o Sol, mas com uma órbita tão distante que o colocaria dentro de uma estrutura chamada Nuvem de Oort.

A Nuvem de Oort é ela própria uma estrutura hipotética, uma espécie de depósito que os astrónomos acreditam ser a fonte de todos os cometas que atravessam o Sistema Solar.

Veja abaixo os esclarecimentos divulgados pela NASA, na forma de um FAQ do Planeta X.

Quando os dados do WISE poderão confirmar ou descartar a existência do hipotético planeta Tique?

É muito cedo para saber se os dados do WISE confirmam ou descartam um objecto grande na Nuvem de Oort. Serão necessárias análises ao longo dos próximos dois anos para determinar se realmente o WISE detectou esse mundo ou não.

As primeiras 14 semanas de dados, que serão divulgadas em abril de 2011, provavelmente não serão suficientes. O levantamento completo, com divulgação prevista para março de 2012, deverá proporcionar mais informações.

Depois que os dados do WISE forem totalmente processados, libertos e analisados, a hipótese da existência de Tique, feita por Matese e Whitmire, poderá então ser testada.

É certeza que o WISE teria observado tal planeta, se ele existir?

É provável, mas não uma conclusão definitiva, que o WISE poderia confirmar ou não se Tique existe.

Como o WISE examinou o céu inteiro uma vez, e depois cobriu o céu inteiro novamente em duas de suas bandas infravermelhas seis meses depois, ele poderia ver uma mudança na posição aparente de um grande planeta na nuvem de Oort, nesse período de seis meses.

As duas bandas utilizadas na segunda varredura do céu foram escolhidas para identificar estrelas frias muito pequenas - as anãs castanhas - que são muito parecidas com planetas maiores do que Júpiter, como se supõe que Tique seria.

Se Tique existe de facto, por que teria levado tanto tempo para encontrarmos um outro planeta do nosso Sistema Solar?

Tique seria muito frio e com um brilho tênue demais para que um telescópio de luz visível pudesse captá-lo.

Telescópios sensíveis na faixa do infravermelho podem captar o brilho de um objecto assim, se estiver olhando na direção certa.

O WISE é um telescópio sensível de infravermelho que vê em todas as direções.

Por que o planeta hipotético é chamado de Tique, e por que escolher um nome grego quando os nomes de todos os outros planetas derivam da mitologia romana?

Na década de 1980 foi sugerida a existência de um companheiro diferente do Sol.

Propôs-se que esse objecto, baptizado com o nome da deusa grega Némesis, explicaria as extinções em massa periódicas na Terra.

Némesis teria uma órbita altamente elíptica, perturbando os cometas na Nuvem de Oort aproximadamente a cada 26 milhões de anos, enviando uma chuva de cometas em direção ao interior do Sistema Solar.

Alguns desses cometas teriam chocado com a Terra, causando resultados catastróficos para a vida.

Análises científicas mais recentes já não dão apoio à ideia de que as extinções na Terra acontecem em intervalos regulares. Assim, a hipótese de Némesis não é mais necessária.

No entanto, é possível que o Sol tenha um companheiro distante, nunca visto, numa órbita mais circular, com um período de alguns milhões de anos - que não causaria efeitos devastadores para a vida na Terra.

Para distinguir esse objecto da malévola Némesis, os astrónomos escolheram o nome de sua benevolente irmã na mitologia grega, Tique.


Ossos de uma criança com 11.500 anos encontrados no Alaska





Sítio arqueológico onde foram encontrados os ossos

Há cerca de 11.500 anos, no fim da idade do gelo, uma criança morreu perto de um rio, que agora fica no centro do Alaska, nos Estados Unidos. Cientistas norte-americanos descobriram o esqueleto cremado da criança nos restos de uma casa pré-histórica, num sítio arqueológico.

A descoberta foi publicada na quinta-feira, na revista Science.

A criança terá morrido, não se sabendo como, antes de ser cremada num poço no centro da casa. Esse poço teria várias funções, incluindo cozinhar e eliminar resíduos. Segundo os investigadores, depois da cremação, o buraco terá sido fechado e a casa abandonada.

Com esta descoberta, surge uma nova luz no estudo da vida doméstica das primeiras pessoas que terão habitado aquela região. O achado é até agora o mais antigo de sempre no Alaska.

A cremação deixou apenas 20 por cento do esqueleto intacto, o suficiente para fazer análises detalhadas. Os restos humanos incluíam os dentes, o que permitiu aos investigadores identificar a idade da criança - três anos. No entanto, não foi possível reconhecer o seu sexo.

Joel Irish, da Universidade do Alaska, explicou ao jornal Washington Post que as análises conseguiram detectar que o fogo atingiu apenas a parte superior da criança, queimando completamente a cara e destruindo os ossos dessa zona. Apesar de tudo, o resto do corpo não foi todo destruído.

A casa onde os ossos foram encontrados é uma das poucas que remonta aos primeiros dois mil anos da ocupação na América do Norte.

“O sítio arqueológico é verdadeiramente espectacular em todos os sentidos”, disse Ben Potter à agência AFP, concluindo que esta descoberta é muito importante por “trazer novos desenvolvimentos da história nesta parte do mundo na era glaciar”.

fonte: Público

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Mulher encontrou filho a fazer festinhas a um crocodilo


Uma mulher brasileira ficou chocada quando viu o seu filho de três anos a dar festinhas na cabeça de um crocodilo que estava escondido atrás do sofá.

O animal refugiou-se atrás do sofá depois das cheias que abalaram a cidade de Parauapebas, no estado do Pará. A mulher só viu o réptil, quando viu o filho a fazer festinhas ao bicho. Aterrorizada, a senhora agarrou na criança, fugiu e chamou os bombeiros.

Segundo a BBC, quando chegaram ao local, os bombeiros viram que o crocodilo tinha cerca de um metro e meio e em declarações à imprensa, sublinharam que esta família teve muita sorte porque o réptil não tinha fome.

fonte: DN

O medo dos combatentes secretos da CIA no Laos


Décadas depois dos EUA perderem a Guerra do Vietname, os restos de uma antiga força de aldeões do Laos apoiados pela CIA ainda vivem com medo na selva, escreve o 'The Diplomat'.

"Os norte-americanos deram-nos armas e disseram-nos para matar o inimigo. Depois abandonaram-nos e desde então temos vindo a morrer lentamente aqui...", diz um membro da etnia Hmong, que vive no meio da selva do Laos, ao jornalista William Lloyd-George.

Durante a Guerra no Vietname, o Laos manteve-se neutral, mas os EUA lançaram uma "guerra secreta" no país, exacerbando as tensões entre os Hmong e o Governo liderado pelo comunista Pathet Lao. Estima-se que cem mil Hmong tenham morrido, de acordo com a reportagem.

O jornalista terá sido o primeiro ocidental em muitos anos a visitar a região.

fonte: DN / The Diplomat

Sexo oral primeira causa do cancro da boca e garganta


As infecções com o vírus do papiloma humano (VPH), transmitidas através do sexo oral, ultrapassaram o tabaco como a primeira causa de cancro da boca e da garganta nos EUA.

Esta é a conclusão de um estudo apresentado durante uma reunião da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, sigla em inglês) e coincide com os resultados de outros trabalhos divulgados no passado, segundo os quais quem pratica sexo oral como mais de seis pessoas ao longo da vida tem oito vezes mais probabilidades de contrair a doença, escreve o correspondente do El Mundo em Nova Iorque.

Maura Gillison, investigadora da Universidade do Ohio, explicou durante a reunião da AAAS que os cientistas que participaram no estudo verificaram um aumento de 225% de casos de cancro oral causados por infecções com VPH entre 1974 e 2007. O CDC (Centro para o Controlo e Prevenção das Doenças) diz que o número de infectados com o vírus do papiloma humano duplicou nos EUA e estima que metade da população sexualmente activa daquele país irá contrair o vírus ao longo da sua vida.

O jornal espanhol salienta que na maior parte dos casos o corpo humano controla a infecção sem grandes problemas ou sequer exibir sintomas, mas em alguns casos a infecção permanece ao ponto de causar lesões pré-malignas.

fonte: DN

Discovery partiu para a última viagem ao espaço


O vaivém norte-americano Discovery partiu ontem para a sua última missão. Famoso por ter colocado o telescópio Hubble no espaço, dirige-se para a Estação Espacial Internacional, com seis astronautas e o primeiro robô humanóide a sair da atmosfera da Terra. Este é o princípio do fim da era do programa dos vaivéns espaciais.

"O Discovery está agora a tocar as estrelas pela última vez", comentou o comandante da missão, Steven Lindsey, num momento ao qual assistiram 40 mil convidados, no Kennedy Space Centre, na Florida, EUA.

O Discovery é o mais antigo dos três vaivéns norte-americanos em funcionamento. Cumpre agora o seu 39º voo, o número 133 do programa do vaivéns dos EUA. Uma missão com um significado especial, pois restam apenas dois voos, do Atlantis e depois do Endeavour, antes de a NASA dizer adeus ao programa, escreve o The Guardian.

O vaivém que ontem partiu para o espaço será o primeiro a ser desactivado. O Discovery foi também o primeiro vaivém a regressar às missões depois dos desastres do Challenger e do Columbia. O Smithsonian Institution deverá ser o destino do Discovery, onde ficará em exposição.

fonte: DN

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Estarão frotas de naves alienígenas gigantes em movimento em direcção à Terra para aterrar em breve?


Três objectos muito grandes voam em direcção ao nosso planeta. A chegada desses mesmo objectos, de acordo com os cálculos dos cientistas será, em meados de Dezembro de 2012. A data coincide com o fim do mundo do calendário Maia. Será que frotas de naves alienígenas gigantes se movem em direcção à Terra?

A administração do SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence) ou em português (Pesquisa de Inteligência Extraterrestre) emitiu uma declaração, cujo significado é colocado com o nome do thriller de ficção-cientifica “Alien Invasion”.

- “Alguns objectos muito grandes estão se a aproximar rapidamente da Terra.” Diz o astrofísico Craig Kasnov.

Craig recomenda que vá ao site do Mapa do Espaço sky-map.org e insira as coordenadas para ver os objectos:

• Coordenadas da 1ª imagem: 02 26 39 -89 43 13
• Coordenadas da 2ª imagem: 16 19 35 -88 43 10
• Coordenadas da 3ª imagem: 19 25 12 -89 46 03




Os cientistas dividiram imediatamente os terráqueos em dois lados opostos. Alguns acreditam que estas naves estão a voar para aqui para salvar a humanidade das terríveis calamidades que podem acontecer com a Terra em um curto espaço de tempo, enquanto que os outros se estão a preparar para uma possivel guerra das estrelas…

- “Em qualquer caso, a única coisa que podemos fazer agora é esperar por eles.” Diz Craig Kasnov. – “Brevementos os objectos celestes irão ser visíveis num bom telescópio”.

fonte: Lixado.com

Local relacionado com testes feitos em pessoas durante a II Guerra Mundial investigado no Japão


Instalações na China onde as experiências decorreram, na província de Heilongjiang

Uma equipa de investigação liderada pelo Governo japonês começou ontem a escavar em Tóquio um local que pode estar relacionado com as experiências feitas em humanos que o país conduziu durante a II Guerra Mundial, a milhares de pessoas.

O sítio, que fica na região Oeste da capital, pode conter os restos mortais de pedaços de corpos vindos da misteriosa Unidade 731. Segundo relatos e estudos históricos, este centro localizado na base de guerra japonesa de Harbin, situada na actual província Heilongjiang, no Nordeste da China, terá feito experiências em humanos.

“Se forem descobertos ossos ou órgãos com traços de experiências médicas, o Governo teria que admitir um crime médico em tempo de guerra”, disse à AP Yasushi Torii, responsável do grupo civil que investiga este caso há décadas. “Isto é um começo, apesar de provavelmente irmos precisar de mais provas para confirmar o papel da Unidade 731”, disse Torii.

Os testes visavam a investigação de armamento biológico. A unidade injectava nos prisioneiros de guerra os vírus da cólera, ou bactérias do tifo e outras doenças para estudarem os seus efeitos. Há ainda descrições de dissecações feitas em indivíduos vivos ou a morte de pessoas congeladas para investigar a capacidade de resistência.

Segundo os relatos de várias fontes, o número de pessoas que terão sido submetidas a estas experiências pode ascender aos 250.000. A maioria seriam chineses, mas cidadãos de outras nacionalidades também foram submetidos a experiências.

O local em Tóquio foi denunciado em 2006, quando a antiga enfermeira Toyo Ishii, hoje com 88 anos, pôs o fim a 60 anos de silêncio e revelou que no final da II Guerra Mundial, em 1945, foi obrigada juntamente com outros trabalhadores do hospital a enterrar corpos e membros de cadáveres debaixo das instalações. O objectivo era esconder a existência desta unidade dos aliados.

O ministro da Saúde falou com Ishii em 2006, ao que se seguiu um pedido para o Governo da altura investigar o caso.

No local, as máquinas já começaram a retirar cuidadosamente as porções superiores do terreno. O trabalho só pôde começar a ser feito depois de serem retirados habitantes do local. A investigação vai custar ao governo 882.000 euros, adiantou Kazuhiko Kawauchi, um responsável do ministério da Saúde do Governo.

“Não estamos certos se esta investigação vai encontrar alguma coisa”, disse Kawauchi. “Se alguma coisa for desenterrada, pode não estar relacionada com a Unidade 731.” Segundo teóricos políticos citados pela AP, o actual Governo japonês do partido democrático, que tomou posse em 2009, está mais aberto a descobrir o que aconteceu para finalmente virar a página a este assunto.

Corpos para “educação médica”

Esta não é a primeira escavação que se faz relacionada com a Unidade 371. Em 1989, foram desenterrados em Tóquio ossos numa vala comum durante a construção de um instituto de investigação pertencente ao Ministério da Saúde que fica perto do novo local.

Os restos encontrados eram ossos de fémures ou de crânio. Alguns fragmentados, outros com buracos feitos ou com secções cortadas. As autoridades negaram que as ossadas estivessem relacionadas com actividade criminal.

Na altura, o ministério disse que a maioria dos ossos pertencia a asiáticos não japoneses. Segundo o governo, os corpos provavelmente foram utilizados para “educação médica” ou trazidos de zonas de guerra para análise.

A BBC News diz ainda que famílias chinesas com parentes que poderão ter morrido nestas experiências, pediram na altura para serem feitos testes de ADN das ossadas descobertas, mas o Governo japonês recusou o pedido.

Em 2002, um tribunal japonês admitiu a existência de uma unidade de guerra biológica na China, mas recusou-se a pedir desculpas às vítimas.

fonte: Público

Uso de telemóveis tem impacto na actividade cerebral


O receio dos investigadores é que as ondas de radiofrequência possam fazer com que as células do cérebro sofram mutações e originem tumores

Um estudo preliminar publicado no Journal of the American Medical Association conclui que usar o telemóvel durante 50 minutos é suficiente para alterar a actividade biológica cerebral em torno da antena. Apesar de o estudo não estabelecer uma ligação directa entre uso de telemóvel e cancro, fica claro que quando encostamos um aparelho ao ouvido isso influencia a actividade das células do nosso cérebro.

O estudo - levado a cabo entre o dia 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2009 por investigadores americanos do National Institutes of Health (NIH) - conclui que usar um telemóvel durante 50 minutos causa um pico no metabolismo da glicose cerebral, um marcador da actividade do cérebro.

Este pico acontece precisamente na área do cérebro mais próxima da antena, concluíram os investigadores ao analisarem os exames dos 47 participantes neste estudo com recurso a Tomografias por Emissão de Positrões (PET scan).

Ainda não se sabe, porém, o que estes resultados representam realmente para a saúde humana. Ainda é cedo para se poderem retirar conclusões acerca dos efeitos de longo prazo do uso de telemóveis na saúde. Estes são apenas os mais recentes dados sobre o tema da eventual ligação entre telemóveis e risco de desenvolvimento de cancro que tem preocupado os médicos e os cientistas desde que os telemóveis se massificaram em todo o mundo, a partir da segunda década de 1990.

Há muito que se discute a possibilidade de as radiações emitidas pelos telemóveis poderem ter efeitos cancerígenos. Essas radiações são, em rigor, chamadas de campos electromagnéticos de radiofrequência modulada.

Michael DeGeorgia, neurologista em Ohio, no University Hospitals Case Medical Center, citado pelo AOL Health, adiantou que “esta não é a ligação final [entre uso de telemóveis e] aos tumores cerebrais. Mas levanta questões provocatórias”, acrescentou.

Os próprios investigadores são, porém, os primeiros a dizer que o estudo não apresenta resultados definitivos. “Os resultados deste estudo provam que uma exposição prolongada ao telemóvel afecta a actividade metabólica do cérebro. Porém, estes resultados não fornecem qualquer informação acerca dos efeitos potencialmente cancerígenos oriundos de uma utilização crónica do telemóvel”.

O receio dos investigadores é que as ondas de radiofrequência possam fazer com que as células do cérebro sofram mutações e originem tumores.

O estudo, liderado por Nora D. Volkow, do NIH, não encontrou nenhuma diferença no metabolismo geral da glicose em todo o cérebro quando os participantes no estudo falavam ao telemóvel. O que encontraram, sim, foi um efeito localizado na região do cérebro mais próxima da antena. Aqui, o metabolismo da glicose aumentou em sete por cento em relação à actividade normal, quando as pessoas passavam perto de uma hora ao telefone. “Isto mostra que as regiões que absorveram mais ondas de radiofrequência quando expostas ao uso do telemóvel foram as que mostraram um aumento no metabolismo da glicose”, escreveram os cientistas. “Estes resultados mostram que o cérebro humano é sensível aos efeitos dos campos electromagnéticos de radiofrequência modulada em casos de sobreexposição”.

Aquilo que não se sabe exactamente é o que é que estes picos no metabolismo da glicose - ainda que localizados - podem fazer, a longo prazo, aos utilizadores que passam muito tempo a falar ao telemóvel.

Até que haja mais dados, os especialistas advertem que os utilizadores deverão evitar encostar os telemóveis directamente ao ouvido (podem fazer uso de um kit mãos livres) e limitar o tempo de exposição.

fonte: Público

Macacos lavam-se com urina


O macaco capuchinho tem um hábito que pode parecer algo estranho. O animal urina nas mãos para depois esfregar o corpo todo.

Agora investigadores norte-americanos publicaram no American Journal of Primatology que novos estudos mostram que o cérebro das fêmeas reagem sexualmente quando lhes cheira a urina de machos adultos.

Segundo a BBC, várias hipóteses têm sido levantadas para explicar este comportamento, mas eram sempre inconclusivas. Agora surge mais esta que vai continuar a ser testada.

fonte: DN

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Peixe em água poluída evolui e fica resistente a toxinas


Peixe sofreu mutação para resistir ao habitat poluído
Animal da família do bacalhau sofreu rápida mutação para conseguir sobreviver em habitat poluído.
O peixe da espécie Microgadus tomcod, da família do bacalhau, sofreu uma espécie de mutação para poder sobreviver nas águas poluídas do Rio Hudson, em Nova York.

Estes pequenos peixes castanhos vivem nas proximidades de várias fábricas da General Electric (GE), que despejaram toxinas no rio da década de 50 até a década de 80, quando o processo foi interrompido. Mas os produtos químicos, como dioxinas e bifenilpoliclorados, conhecidos como PCBs, ainda podem ser encontrados em grandes concentrações na água do rio.

Quando o despejo de produtos químicos no rio foi encerrado, 30 anos atrás, 94% dos peixes Microgadus tomcod sofreram com tumores no fígado. Com esses dados em mãos, o investigador Isaac Wirgin, da Universidade de Nova York (NYU), passou décadas estudando como o animal se adaptou ao habitat. Wirgin descobriu que os peixes ficaram altamente resistentes aos efeitos do PCB e da dioxina.

De acordo com a pesquisa, publicada nesta semana na revista científica Science, o Microgadus tomcod sofreu uma mutação e agora possui um gene que reduz os efeitos da dioxina e do PCB, permitindo que a espécie continue sobrevivendo na região contaminada.

O grande problema, de acordo com o cientista, é que o animal agora virou uma ameaça aos seus predadores e aos homens, que estão no topo da cadeia alimentar. Com a resistência aos produtos químicos, o peixe acumula toxinas em seu corpo e transfere os produtos para seus predadores, que não estão adaptados para resistir ao tóxico.


Telemóveis aumenta a actividade cerebral, diz pesquisa


Cientistas ainda não sabem se o fenómeno é positivo ou negativo para o ser humano

O que o telemóvel faz com seu cérebro? Um estudo recente sugere que chamadas longas podem estimular a actividade cerebral, mas ainda não se sabe que isso pode ser bom ou não.

Investigadores do Instituto Nacional de Abuso de Drogas, nos Estados Unidos, colocaram telemóveis no ouvido de 47 voluntários. Depois, utilizaram um tipo de tomografia para comparar a actividade cerebral das pessoas quando o telefone estava ligado e também desligado. Os aparelhos ligados receberam ligações de cerca de 50 minutos.

Os resultados mostraram um aumento de 7% na actividade de regiões do cérebro próximas de onde ficava a antena do celular quando ele estava em ligação. Os investigaores acreditam que ainda seja cedo para dizer que esse aumento de actividade seja bom ou perigoso para o cérebro.

Mas essa elevação poderia até melhorara a conectividade cerebral e ser útil em alguns tratamentos médicos, especula a chefe da pesquisa, Nora Volkow. A pesquisa foi divulgada pela publicação da Associação Médica Americana.


Cientistas descobrem 'dinossauro chutador'

Baptizado 'coxas de trovão', o animal teria pernas traseiras muito musculosas


A ilustração mostra como o dinossauro teria usado as pernas traseiras

Cientistas britânicos e americanos anunciaram ter descoberto uma nova espécie de dinossauro - baptizada de Brontomerus mcintoshi.

O nome em latim significa "coxas de trovão" e é uma homenagem às poderosas pernas traseiras, capazes de disparar poderosos chutes.

Os ossos do Brontomerus foram descobertos na década de 90 em Utah, nos Estados Unidos.

Eles estavam numa pedreira e tinham sido vandalizados por comerciantes de fósseis do mercado negro, provavelmente por pensarem que não tinham valor comercial.

Investigadores do museu de História Natural de Oklahoma ficaram com os ossos até que em 2007, o professor Mike Taylor, da University College London, no Reino Unido, decidiu examiná-los mais detalhadamente.

O estudioso afirma que a parte superior do osso do quadril é muito maior que o de outros saurópodes.

Segundo ele, isso o levou a deduzir que ele teria muitos músculos até em cima.

O Brontomerus então teria coxas muito fortes, musculosas e capazes de disparar chutes poderosos.

Por isso, o Taylor acredita que inicialmente, os coices teriam sido usados para disputar a atenção de fêmeas, possivelmente evoluindo para defesa.

fonte: Estadão

Neandertal pode ter usado penas para se enfeitar, diz arqueólogo


Um arqueólogo que realiza pesquisas na Itália afirma que os neandertais usavam penas como ornamento, cerca de 44 mil anos atrás.

A tese adiciona combustível ao debate sobre se nossos primos distantes eram simplesmente brutos ou possuíam um tanto de inteligência como a do Homo sapiens.

Investigador da Universidade de Ferrara, Maro Peresani encontrou 660 ossos de pássaros que estavam misturados a ossos de neandertais na caverna Fumane, ao norte da Itália.

Os ossos das aves pareciam cortadas e raspadas, o que sugere que as penas tenham sido sistematicamente removidas, na opinião de Peresani.

Como as conchas podem ter sido usadas pelos neandertais como joias, o arqueólogo acredita que as penas eram adornos para eles.

A possibilidade de as aves servirem de comida para os neandertais é descartada pelo investigador, já que as flechas não existiam ainda na época e a maioria das aves não eram fontes ricas de alimentos.

A hipótese apresentada pelo arqueólogo, entretanto, tem seus críticos. Thomas Higham, da Universidade de Oxford (Reino Unido), diz que Peresani foi longe demais em sua análise.

fonte: Estadão

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Chinês morre após jogar 72 horas online


Um homem morreu, na China, após passar três dias seguidos a jogar online num cibercafé, nos arredores de Pequim. O homem, de 30 anos, terá passado todo este período sem dormir e praticamente sem comer.

O indivíduo, que entrou em coma enquanto estava a jogar, chegou a ser transportado com vida para um hospital local, mas a equipa médica não conseguiu reanimá-lo, revelou o "Beijing Times".

O chinês, ainda não identificado, era viciado em jogos online e, só no último mês, gastou mais de mil euros a jogar com amigos no cibercafé em que veio a falecer.

A China possui mais de 450 milhões de utilizadores de internet, sendo que mais de 30 milhões - a maioria adolescentes - são viciados em jogos online.

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fonte: JN

103 anos sem sexo explicam segredo da longevidade


Gladys Gough levou uma vida literalmente sem excessos. Além da ausência de sexo, diz que nunca bebeu, fumou nem tomou medicamentos.

Uma inglesa de 103 anos revelou que um dos segredos para a sua longevidade foi nunca ter feito sexo. Em declarações ao jornal "The Sun", Gladys Gough confessou que ainda é virgem: "Eu nunca me casei nem tive namorados. Provavelmente, a minha longevidade tem algo a ver com isso", disse.

Mas existem mais razões para Gladys gozar de boa saúde, pois nunca fumou, bebeu álcool nem sequer tomou medicamentos. "Eu e a minha irmã, que morreu aos 85 anos, sempre fomos muito cobiçadas pelos homens. Mas preferimos sempre viajar e conhecer o mundo", referiu.

fonte: DN / Daily Mail

Google Earth revela milhares de tumbas desconhecidas no deserto saudita


Pouco se sabe sobre a arqueologia na Arábia Saudita, pois o governo historicamente proíbe fotografias aéreas da região. Fora isso, melindres religiosos tornam perigoso o acesso à região por terra.

Mas o Google Earth está mudando essa situação. Imagens de satélite disponíveis pelo programa de visualização 3D baseado na web demonstram que grandes porções do território saudita revelam grande riqueza de restos arqueológicos anteriores ao Islão e podem ter vários milhares de anos de existência.

Investigadores recentemente descobriram quase 2000 tumbas apenas observando por uma “janela” em alta resolução enquadrando um campo de lava rochosa a leste da cidade de Jedá — tudo isso sem precisar por um pé no deserto saudita.

“A julgar pelo número de ruínas de pedra identificadas na Arábia Saudita, bem como em outras áreas pesquisadas na Jordânia, pode haver cerca de um milhão de sítios arqueológicos espalhados pela península arábica”, diz David Kennedy, arqueólogo da Universidade de West Australia, ao site “Space.com”.

Kennedy passou os últimos 35 anos pesquisando sítios arqueológicos jordanianos, em sua maioria a partir de sobrevoos. Trata-se de uma técnica em que arqueólogos têm confiado há décadas para identificar e mapear sítios não facilmente identificáveis a partir do solo.

Usando essa técnica de sobrevoo, os arqueólogos normalmente aproveitam-se dos períodos logo após o amanhecer e logo antes do por do sol, horários em que o sol fica próximo ao horizonte e, por esse motivo, projeta sombras mais longas de elevações no terreno, que podem ou não significar pistas para novas pesquisas in loco, abrindo caminho para novos achados.

O cientista australiano encontrou diversos sítios interessantes próximo da fronteira com a Arábia Saudita, mas limitou-se a imaginar o que existiria do outro lado.

Nos anos 1970 e 1980, o governo saudita comissionou uma ampla pesquisa arqeuológica que revelou cerca de 1800 tumbas e outros sítios em todo o país. No entanto, proibiu seus próprios investigadores de efectuar levantamentos fotográficos aéreos.

Juris Zarins, arqueólogo que trabalhou na Arábia Saudita durante 15 anos e conduziu parte dos levamentamentos nacionais, sugere que sensibilidades religiosas têm peso especial nas restrições impostas pelo governo à arqueologia na região.

“Eles não querem pessoas procurando Pré-história adentro pois sabem que ela contradiz o Alcorão em muitos pontos, do mesmo modo que cristãos fundamentalistas não gostam muito que alguém diga que algo é mais antigo do que seis mil anos”, declarou Zarins ao site “LiveScience”.

Com a gradual popularização das imagens de satélite, especialmente após 2005, quando foi lançado o Google Earth, muitos arqueólogos têm usando essas novas ferramentas para procurar por ruínas em várias regiões inóspitas do globo. Há cerca de dois anos, algumas imagens da Arábia Saudita com boa resolução foram divulgadas pelo site, permitindo a Kennedy dar as primeiras olhadelas no solo saudita.

“Graças ao Google Earth, fui capaz de ver além da fronteira que antes não pude cruzar. E o que vi foi maravilhoso. Eram milhares de sítios apenas naquelas poucas janelas de terreno de que dispúnhamos”, conta o investigador.

Kennedy e um colaborador saudita começaram a varredura com um estudo preliminar numa pequena área 400km ao norte do sítio em Jedá. Lá eles encontraram centenas de grandes estruturas de pedra, que, acreditam os cientistas, eram usadas para encurralar animais.

Para o estudo mais recente, publicado em 28 de janeiro passado no “Journal of Archaeological Science”, Kennedy e um colega, M.C. Bishop, fizeram uma varredura mais metódica de uma janela de terreno de cerca de 1200 kilómetros quadrados próxima a Jedá. Eles localizaram 1977 estruturas construídas com pedra basáltica retirada de campos de lava próximos. A maior parte dessas estruturas era circular — remanescentes de tumbas desabadas similares às encontradas na Jordânia e o Iémen. E também os chamados “pendants”, que são empilhamentos de pedras que formam linhas que entram até quase 5km no deserto.

Alguns dos monumentos funerais são isolados, outros são construídos uns em cima dos outros; alguns são alinhados, outros espalhados ao longo da região. A maioria deles foi pilhada há muitos anos, segundo Kennedy.

fonte: Extra / Space.com

O Grant Museum de Londres guardava meio dodo numa caixa


Ilustração de um exemplar de dodo leiloada pela Christie's em 1997

Que aquela que é uma das mais antigas colecções de história natural britânica guarde histórias por contar até nem surpreende. Mas os responsáveis do Grant Museum, no University College de Londres, não pensaram que, misturados numa caixa de madeira com ossos de crocodilo, fossem encontrar ossos de dodo, a misteriosa ave das Maurícias, extinta no século XVII.

Naquela caixa de madeira do Grant Museum havia de tudo, descreve o Guardian. Os investigadores que estão a tratar do levantamento do espólio do velho museu, que vai mudar de instalações dentro do University College, encontraram uma colecção de toupeiras bebé embalsamadas, o crânio de um suposto exemplar gigante de veado, que afinal académicos da instituição trouxeram da parede de um bar irlandês, e muitos ossos de crocodilo. Pelo menos estava assim identificados, como sendo de crocodilo. A surpresa foi quando se aperceberam que nem todos eram de crocodilo e que entre a colecção estavam muitos ossos de um dodo, metade de um exemplar, diz o Guardian.

“Não é assim tão surpreendente que tivessem sido guardados juntos. De facto há mais em comum entre crocodilos e aves do que possamos pensar. Foi um erro compreensível”, disse Jack Ashby, da comunicação do museu.

Recorda o Guardian que a história da conservação dos exemplares de museu desta ave é quase tão trágica como a da sua própria extinção, recordando que o único exemplar embalsemado de dodo, que existia no Museu de História Natural de Oxford, foi deitado para o lixo pelo conservador do museu, no século XIX, que achava que estava num mau estado de conservação. Foi este exemplar embalsemado de dodo, de Oxford, que inspirou Lewis Carrol para criar o dodo que faz parte da história de Alice no País das Maravilhas.

O Grant Museum fundado em 1827, é o último museu de zoologia universitário em Londres. Tem 70 mil peças.

fonte: Público

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Núcleo da Terra gira mais devagar do que se pensava


Um grupo de geofísicos descobriu que o núcleo da Terra roda muito mais devagar do que se pensava afetando o nosso campo magnético, segundo um artigo publicado hoje na revista Nature Geoscience.

Desenvolvido pelo Departamento de Ciências da Terra da Universidade de Cambridge, o estudo refere que o núcleo da Terra gira muito mais lentamente do que se pensava e que na realidade a velocidade de rotação diminui um grau a cada milhão de anos.

"Descobrimos que a velocidade de rotação provém da evolução da estrutura hemisférica e assim demonstramos que os hemisférios e a rotação são compatíveis", explicou Lauren Waszek, autor do estudo.

Até agora, assinalou o geofísico da Universidade de Cambridge, este era um importante problema da geofísica "já que as rápidas velocidades de rotação eram incompatíveis com os hemisférios observados no núcleo interno".

Para obter estes resultados, os cientistas utilizaram ondas sísmicas que atravessaram o núcleo interno do planeta, 5200 quilómetros abaixo da superfície da Terra, e compararam-nas com o tempo de viagem das ondas refletidas na superfície do núcleo.

Depois observaram as diferenças na rotação dos hemisférios este e oeste e comprovaram que giram de maneira consistente em direção de este para o interior, pelo que a estrutura mais profunda é a mais velha.

Estas descobertas são importantes porque o calor produzido durante a solidificação e o crescimento do núcleo interno dirige a convecção do fluido nas camadas externas do núcleo. Estes fluxos de calor dão origem aos campos magnéticos que protegem a superfície terrestre da radiação solar e sem os quais não haveria vida na Terra.

Lauren Waszek disse que os resultados trazem uma perspetiva adicional para compreender a evolução do nosso campo magnético.

fonte: DN

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Primeira estação orbital partiu da Terra há 25 anos


A estação espacial soviética MIR, o primeiro complexo de investigação científica habitado fora da Terra, foi lançada há precisamente 25 anos, tendo orbitado o planeta até 23 de Março de 2001.

O projecto de construção de estações orbitais habitadas começou a ser elaborado em 1976 pela instituição científico-industrial soviética "Energia". Em 1979 começou a ser fabricado o bloco central, bem como equipamentos de bordo e científicos. Porém, em 1984, todos os recursos foram canalizados para o programa de fabrico do vaivém soviético "Buran", o que atrasou o lançamento da estação MIR (Paz).

A construção da primeira estação espacial foi retomada devido à insistência de Grigori Romanov, secretário do Comité Central do Partido Comunista da União Soviética, que ordenou que os trabalhos ficassem terminados até ao XXVI Congresso do partido, que se realizou entre 25 de Fevereiro e 6 de Março de 1986. Lançado o bloco central, a estação foi alargada com a acoplagem de seis módulos.

A partir de 1995, a MIR começou a receber tripulações internacionais, da Síria, Bulgária, Afeganistão, França, Japão, Grã-Bretanha, Aústria, Alemanha, Eslováquia e Canadá, num total de 14 astronautas. Além disso, pela MIR passaram 44 astronautas norte-americanos no quadro do programa "MIR-Shuttle". No total a estação espacial recebeu 104 astronautas de 12 países.

Em finais dos anos 90 do século XX, a MIR começou a ter problemas técnicos e o Governo da Rússia, alegando falta de meios financeiros, decidiu "afogá-la" no Oceano Pacífico em Março de 2001. Esta decisão foi contestada por alguns cientistas e cosmonautas russos, que consideraram que a estação poderia ser explorada durante mais tempo. A MIR foi substituída pela actual Estação Espacial Internacional.

fonte: DN

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Casal fotografa criatura estranha em lago


A fotografia registada pelo casal

O casal britânico Tom Pickles e Sarah Harrington afirmou ter fotografado com um telemóvel uma criatura estranha no lago Windermer, Inglaterra, quando andava de caiaque.

Ao britânico ‘Daily Mail’, o casal contou que navegava a cerca de 275 metros da praia, quando viu algo do tamanho de três carros a mover-se rapidamente sobre a água.

“Primeiro, pensei que fosse um cachorro”, começou por contar Tom, acrescentando: “Então, percebi que era muito maior e que se deslocava rapidamente”.


Criança a levitar na Rússia


Montagem ou realidade? Não vamos ser nós a garantir que são genuínas esta imagens, vejam e tirem as vossas conclusões.

Impressionantes são as imagens gravadas por um cidadão russo e que mostram uma garota a voar ou a levitar no meio de um bosque. O vídeo circula no YouTube já há algum tempo e já se torou viral tal é o numero de visualizações.

Segundo a pessoa que gravou o vídeo, que se identifica no YouTube com o nickname de @Jevgenij2000, as imagens foram captadas quando passeava com o seu cão numa das florestas geladas da Rússia.

Grande foi a sua surpresa ao ver que o seu cão tinha um comportamento estranho sobre algo que se passava entre os ramos secos das árvores. O sujeito acercou-se de onde estava o cão e para sua surpresa viu uma garota a levitar ou a voar no ar a cerca de 3 metros do chão.

As imagens mostram uma mulher, aparentemente a mãe da menor, a guiar o voo da criança.

Quando se viram descobertas tanto a mulher como a garota fugiram e esconderam-se no bosque.

“Não posso explicar o que aconteceu”, escreveu o autor da gravação.

Até ao momento o vídeo já teve mais de 530 mil visualizações, mas a maioria é céptica quanto à autenticidade do vídeo, insistindo que parece uma montagem.

A minha opinião pessoal é de que também de que se trata de uma montagem, por duas razões:

1 – O cão foge em direcção à garota e à mulher que não deram pela presença do cão, o qual nem se volta a ver nas imagens seguintes quando lá deveria estar.

2 – A garota está a voar quando subitamente a câmara aponta para o chão, e quando volta a focar já a garota está no chão, não se vendo ela a “pousar”, dando a sensação de se estar a esconder algo.

E tu que achas deste vídeo, achas que é uma montagem?


Avião de papel viaja da Alemanha à Australia!


A Samsung está a tentar provar que os seus cartões de memória são resistentes o suficiente para todos os seus aviões de papel que foram lançados a alta altitude.

Nós fomos e conseguimos fazê-lo! Vê toda a acção do dia do lançamento – lançamos 200 aviões de papel no espaço com a ajuda de um balão cheio de hélio.”

Cada avião está carregado com um Cartão de memória SD da Samsung com uma mensagem que alguém, algures no mundo, escreveu. Os aviões foram lançados a uma altura de 36.500 metros sobre Berlim. Os aviões foram lançados a 17 de Janeiro e, até agora, existem relactos preliminares de aterragens na Austrália, África do Sul, Rússia, Canadá, Índia e EUA. A distância entre a Alemanha e a Austrália é de aproximadamente 16.090 km.

fonte: Lixado.com

Menina com 26 dedos entra para o Guinness


Lei Yadi Mim, de apenas um ano e quatro meses, nasceu com polidactilia, uma doença genética de alteração nos genes. Tem seis dedos em cada mão e sete em cada pé.


Phyo Min Min Soe, de 26 anos, mãe da menina, disse à agência AP estar muito feliz por a filha conquistar um recorde mundial, desvalorizando a deficiência. "Ela parece ter uma maior compreensão das coisas e não se queixa muito", referiu. A menina é natural de Mianmar, antiga Birmânia.

O recorde anterior oficialmente reconhecido era de Pranamya Menaria, de cinco anos, e Devendra Harne, de 15, ambos da Índia. Cada um tinha 12 dedos nas mãos e 13 nos pés. No entanto, foi descoberto no ano passado um menino chinês que tinha 31 dedos (15 nas mãos e 16 nos pés) que não foi registrado no Guinness Book.

fonte: DN

Holanda constrói ciclovia solar produtora de energia


Na cidade holandesa de Krommenie vai ser instalada uma ciclovia coberta por placas capazes de gerar energia solar.

A inovadora ciclovia vai estar coberta por uma camada de células solares acumuladoras de energia que vão estar protegidas por uma placa de vidro super resistente, capaz de aguentar o peso de um camião.

Espera-se SolaRoad produza energia suficiente para iluminar as ruas e os semáforos por onde passa, sendo que a energia que sobrar será transferida para uso doméstico.

O projecto pioneiro irá estender-se por 10 quilómetros, mas o objectivo é que no futuro a SolaRoad venha a cubrir todas a estradas do país.

A ciclovia é uma invenção de um consórcio formado pela Província do Norte da Holanda, a Organização holandesa de Pesquisa Cientifica Aplicada e a empresa Imtech.

fonte: Sol

Bebé de 11-11-11 deverá ser concebido hoje


 Quem desejar ter um filho que nasça a 11 de novembro de 2011, ou seja, 11-11-11, deverá passar à ação rapidamente, pois hoje é o dia ideal para a conceção.

A revista "Time ", citando um especialista em fertilidade, conclui que hoje é o dia perfeito para as mulheres "com um ciclo regular de 28 dias terem um bebé nascido a 11 de novembro de 2011".

A data 11-11-11 poderá ser vista como um sinal positivo para os supersticiosos que tentam ter um bebé.

Se também tiver esse desejo mas não acredita na boa fortuna que estes pequenos acasos possam trazer, tenha em conta que hoje é a data ideal se quiser que no futuro o seu filho saiba exatamente o dia em que foi concebido. E quaisquer consequências que daí possam resultar.

Se for supersticioso mas por qualquer razão não gostar do número 1, tenha em conta que para o ano pode sempre contar com nova oportunidade de acertar numa capicua: 12-12-12. Poderá ter o seu filho no dia 12 de dezembro de 2012 (11 dias antes do mito supersticioso do fim do mundo) se o conceber no dia 20 de março de 2011, contando com o mesmo "ciclo regular de 28 dias".


fonte: Expresso / Time

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Imagens mostram caverna na Lua


Fotos em alta definição revelam que suposta grande cratera é na verdade entrada de caverna subterrânea

Imagens capturadas pela câmera do satélite de reconhecimento lunar e divulgadas pela Nasa revelam que o que os cientistas acreditavam ser um grande buraco, é, na verdade, a entrada de uma caverna subterrânea. Eles conseguiram observar o interior do local através de parte do teto que cedeu.

A caverna, avistada pela primeira vez em 2009, foi fotografada quatro vezes com mudanças nas condições de iluminação solar e angulação da câmera para que os investigadores conseguissem uma imagem mais precisa do local.

Quando o satélite finalmente conseguiu mostrar o interior da caverna, eles confirmaram a presença de uma passagem horizontal por baixo de uma plataforma de rochas, provavelmente formada de lava vulcânica.

A caverna poderia servir de abrigo contra radiação, raios cósmicos, temperaturas extremas e meteoritos a eventuais missões tripuladas à Lua.

Passagens subterrâneas cavadas por lava são comuns na Terra, mas essa foi a primeira vez que as cavernas foram encontradas na Lua. O próximo passo dos cientistas é estudar a composição da caverna e como foi sua formação.


Comunicação com golfinhos poderia facilitar contacto com ETs


Estudiosos acreditam que forma de interação com golfinhos pode ajudar na comunicação com extraterrestres

O telescópio espacial Kepler anunciou a existência de uma grande quantidade de planetas distantes, reafirmando a possibilidade de existência de vida fora da Terra. Mas, se algum dia a humanidade confirmar essa hipótese, estaremos prontos para nos comunicar com estes seres? Pensando nisso, especialistas dos Estados Unidos tentam desenvolver tipos de comunicação com golfinhos que poderiam ajudar nesse contacto. As informações são do site Wired Science.

A bióloga Denise Herzing começou a estudar o comportamento dos golfinhos nas Bahamas há mais de duas décadas. Ao longo dos anos percebeu que muitos dos animais procuram a companhia humana. "Nós pensamos, 'isso é fascinante, vamos ver se podemos ir mais longe'", disse.

Herzing criou um quadro em aberto para a comunicação, usando sons, símbolos e adereços para interagir com os golfinhos. O objetivo foi desenvolver uma linguagem comum que permitiria aos animais compreender os seres humanos para poder pedir adereços, tais como bolas ou cachecóis. A técnica da especialista é considerada uma forma bidirecional de comunicação, o que ela acredita que seria o mais apropriado com os extraterrestres.

A especialista e sua equipa desenvolveram uma brincadeira com teclados. Para cada sessão, os investigadores tocavam com os golfinhos por cerca de meia hora, para um total aproximadamente 40 horas ao longo de três anos. Herzing descobriu que seis golfinhos, todas jovens fêmeas, estavam interessados no jogo e sempre iam brincar quando ela se posicionava para tocar.

A pesquisa apontou que a interação com os golfinhos tinha mais sucesso quando, antes de jogar, eles nadavam juntos, em sincronia. Segundo Herzing, com o contacto visual e a linguagem corporal similar, o interesse é maior. Ela afirmou ainda que essa forma de contacto também pode ser usado com os extraterrestres, porque seria sinais de "boas maneiras" entre todos os seres.

O investigador Laurance Doyle, do Instituto SETI em Mountain View, na Califórnia, também estuda a comunicação animal como uma forma de preparação para o contacto com extraterrestres. De acordo com o estudioso, para compreender os outros seres é preciso antes praticar com os animais inteligentes da Terra.

fonte: Terra

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