quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Palmira, a mágoa dos arqueólogos

 Palmira, a mágoa dos arqueólogos

Às mãos do autoproclamado Estado Islâmico têm sido destruídas riquezas arqueológicas consideradas autênticos " tesouros da Humanidade". À TSF, o vice-presidente da Associação de Arqueólogos Portugueses classifica o que está a acontecer como uma " tragédia".

"Pérola do deserto" é assim que muitos se referem a Palmira, situada na província de Homs, no centro da Síria. Uma cidade, repleta de estátuas e templos, considerada património da Humanidade.

Palmira foi conquistada em maio pelo EI que, depois de ter destruído vários locais arqueológicos no Iraque, prossegue a "missão" na Síria.

Primeiro destruíram o templo de Baal Shamin, o segundo mais importante de Palmira e, este fim de semana, atacaram o templo de Bel, o mais importante.

Apesar da "machadada" na Humanidade, Palmira permanece intacta na memória daqueles que tiveram o privilégio de a conhecer. Uma dessas pessoas foi Luís Raposo. Em declarações à TSF, o vice-presidente da Associação de Arqueólogos Portugueses confessa que sente uma dor imensa quando vê as imagens de destruição do local e considera que o que está a acontecer " é uma tragédia para toda a Humanidade porque Palmira constitui um dos exemplos mais notáveis de cidade antiga relativamente bem conservada".

fonte: TSF