sábado, 17 de janeiro de 2015

Dois novos planetas podem estar escondidos no Sistema Solar para lá de Plutão


Sistema Solar


Imagem da Cintura de Kuiper


Distância da órbita em relação ao Sol

Medido em unidades astronómicas (UA), o gráfico mostra o alcance da órbita de alguns corpos em relação ao Sol. O ponto mais próximo da barra amarela à esquerda representa o periélio, e o mais afastado, o afélio.


Retrato do sistema solar pela sonda MESSENGER

Mosaico feito pela sonda MESSENGER, que está próxima a Mercúrio, captura os planetas do Sistema Solar.


Comparação do tamanho dos planetas telúricos
Os planetas telúricos são planetas rochosos. Mercúrio, Vênus, Terra e Marte


Comparação de tamanho dos vários planetas


Objetos transneptuniano


O novo sistema solar


As Luas do sistema solar Fonte: NASA


Maiores objetos transneptunianos (TNOs) conhecidos Fonte: NASA


Mapa do sistema solar Fonte: NASA

Um estudo mostra que podem existir mais dois planetas anões no sistema solar, localizados para lá de Plutão. O Planeta X e Planeta Y são ainda uma hipótese à espera de provas reais.

A investigação foi realizada na Universidade Complutense de Madrid e baseia parte das conclusões no facto de dezenas de objectos transneptuniano (ETNO) não se deslocarem pelo espaço de forma aleatória, revelando alguma simetria que é considerada extraordinária. 

A conclusão é de que pelo menos dois novos planetas podem orbitar o Sol e que estarão ainda escondidos muito para lá de Plutão, que é o maior objecto conhecido da Cintura de Kuiper. 

Atualmente o sistema solar integra 4 planetas rochosos - Mercúrio, Vénus, Terra e Marte -, 2 gigantes gelados - Nepturno e Urano -, dois gigantes maioritariamente gasosos - Saturno e Nepturno - , vários planetas anões - entre os quais Ceres, Plutão, Éris, Caronte, MakeMake, Sedna e Haumea - e cerca de 100 luas, para além de um número incontável de cometas, asteróides e planetas menores. Só na zona da Cintura de Kuiper devem existir mais de 100 mil pequenos corpos celestes. 

O novo sistema solar

A contagem está em permanente actualização e à medida que a capacidade de observação do espaço aumenta também a descoberta de novos corpos celestes vai acontecendo de forma mais rápida.

fonte: SAPOTEK