sábado, 10 de dezembro de 2016

Estudo da Universidade de Stanford conclui que a próxima geração de robôs não nos vai tentar matar


A partir de hoje vai poder dormir mais descansado e esquecer a possibilidade de um ataque de robôs, pelo menos durante os próximos tempos.

As guerras entre humanos e robôs que ganham vontade própria são um dos temas mais comuns do universo cinematográfico. No entanto, de acordo com a Fast Company, que cita o primeiro relatório do “One Hundred Year Study on Artificial Intelligence” (AI100), “não há motivo para preocupação. A Inteligência Artificial (IA) não representa uma ameaça iminente para a humanidade”.

O projeto AI100 da Universidade de Stanford é conduzido por um painel de especialistas em IA e encontra-se em andamento, sendo que o primeiro relatório, “Artificial Intelligence and Life in 2030”, já pode ser consultado.

O documento fala sobre os avanços da IA nos EUA, abordando as prováveis diferenças entre a época atual e 2030. As áreas exploradas pelo relatório incluem transportes, saúde, educação, local de trabalho e segurança pública.

O transporte autónomo será a primeira experiência que muitas pessoas irão ter com a IA. Essa primeira experiência poderá ser fundamental, de acordo com o relatório. “O transporte autónomo será em breve um lugar comum e fará parte da primeira experiência com sistemas de inteligência artificial de muitas pessoas, desta maneira, vai influenciar fortemente a opinião do público.”

No que toca aos cuidados de saúde, a IA vai ajudar gradualmente os médicos. A capacidade de obter informações relevantes de grandes quantidades de dados é uma aplicação natural.

Além disso, os robôs poderão ser utilizados para fornecer medicamentos em vários locais. Ainda assim, os seres humanos continuarão a ser necessário, pelo menos durante mais 15 anos, aponta o relatório.

fonte: Techitt