segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Agente da CIA diz que Hitler simulou suicídio e fugiu para a Argentina


Adolf Hitler terá morrido carbonizado a 30 de abril de 1945

Bob Baer, veterano da agência de inteligência norte-americana CIA, garante ter provas de que Adolf Hitler falseou a própria morte e que, no mesmo dia, fugiu para a América do Sul, de avião e submarino.

Baer e a equipa de investigação com quem tem vindo a debruçar-se sobre o tema dizem estar na posse de documentos inéditos que desmentem a teoria oficial da morte do líder nazi, avança a imprensa internacional.

Hitler ter-se-á suicidado a 30 de abril de 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, junto da sua mulher, Eva Braun, no Führerbunker, um complexo subterrâneo em Berlim onde Adolf terá passado os últimos dias do regime nazi.

Baer não acredita. "O que estamos a fazer é a reexaminar a história que achamos ter sido ensaiada sobre a morte de Hitler", explica.

Os especialistas vão mais longe e, não só dizem que Hitler sobreviveu à invasão a Berlim que pôs fim à Segunda Guerra, como explicam que utilizou um duplo para falsear a sua morte e fugir para a Argentina, primeiro de avião e depois de submarino, por Tenerife.

As revelações inéditas do veterano da CIA vão ser divulgadas e exploradas esta segunda-feira, às 22 horas, na série televisiva do Canal História, "Hunting Hitler" (À caça de Hitler).

Bob Baer, que conta com a ajuda do sargento das forças especiais norte-americanas, Tim Kennedy - envolvido na captura de Bin Laden -, diz que "basta olhar para os ficheiros do FBI, para perceber que a narrativa dada pelo governo alemão é falseada".

"Quando mais fundo vamos, mais clara se torna a inexistência de factos que comprovem a teoria oficial", diz Baer, que diz ter acesso a 700 páginas de informação nunca antes divulgada.

Entre essa informação, estará um documento, cedido pelos serviços de inteligência britânicos, que explicará a forma como Hitler saiu secretamente de Berlim com a ajuda do piloto da companhia Luftwaffe, Peter Baumgart.

Outro documento, também explorado no documentário desta segunda-feira, diz que "as forças do exército americano na Alemanha não localizaram o corpo de Hitler" e que "não há nenhuma fonte credível que indique a morte" do líder nazi.

A equipa diz que o cadáver encontrado pelos russos teria menos 12 centímetros de altura e um crânio mais pequeno do que Hitler. Acreditam ainda terem encontrado provas de uma quinta saída do tal complexo de Berlim onde o líder nazi esteve, nunca antes relatada.

No documentário exposto esta segunda-feira, o antigo investigador de crimes de guerra dos Estados Unidos, John Cencich, entrevista uma alegada testemunha da fuga de Adolf Hitler.

Trata-se de um antigo construtor civil grego que relata que "em 1945, teve de construir túneis secretos e compartimentos para os alemães nazis" fugirem. "Hitler era um deles, não estava a usar bigode nem nada, mas era um deles. Foi em maio de 1945."