terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Afinal foi um incêndio, e não um icebergue, que sentenciou o Titanic

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Novos dados agora divulgados mostram que, muito provavelmente, não foi o icebergue que afundou o Titanic. Foi um incêndio que deflagrou semanas antes do navio estar em alto mar.

Afinal foi um incêndio, e não um traiçoeiro icebergue, que afundou o mais ilustre de todos os navios no mundo, em 1912. O Titanic terá tido, segundo constam novos dados divulgados por um conjunto de especialistas, um incêndio dias antes de sair do estaleiro de Belfast. As chamas e o calor causado pelo fogo terão fragilizado o casco do navio que, ao embater no icebergue, já fragilizado, não resistiu ao choque.

Os novos dados tornados agora públicos podem mudar a rota de uma história há muito contada e romanceada por Jack e Rose, papéis representados pelos atores Leonardo DiCaprio e Kate Winselt em 1997. Não foi um icebergue que acabou com a história de amor a bordo de um paquete com destino a Nova Iorque – foi um incêndio. E o mais intrigante da história é que os investigadores afirmam que as chamas deflagraram muito antes de o navio deixar o porto. Os dados divulgados contam que o fogo teve início numa sala de máquinas do navio cerca de dez dias antes de o Titanic levantar âncora de Southampton, mais concretamente, quando o navio ainda estava no estaleiro de Belfast, na Irlanda. Fotografias reveladas agora, nunca antes analisadas, e que foram a principal matéria de análise dos investigadores, parecem comprovar a teoria.

A tese de incêndio a bordo já era algo assumido com uma realidade, mas um fogo cerca de três semanas antes do navio iniciar a viagem é um dado novo e que pode mudar assim o rumo da história. O fogo é considerado pelos investigadores de grandes dimensões, uma vez que o Titanic, ao embater no icebergue, não teve força e estrutura suficiente para aguentar o embate. O casco acabou por romper e o barco afundou. No desastre morreram mais de 1500 passageiros.

“É uma tempestade perfeita de extraordinários factores”

É ainda contado na nova investigação que os oficiais que seguiam a bordo tiveram ordens expressas do presidente da empresa que construiu o navio para que jamais divulgassem a informação do incêndio a qualquer um dos passageiros. Sean Molony, jornalista de profissão e que tem o naufrágio do Titanic como o seu principal foco de investigação há mais de três décadas, revelou ao jornal Independent que “o fogo era conhecido, mas foi minimizado. Nunca deveria ter ido para o mar”.

Molony afirma também que “ninguém investigou as marcas anteriormente. Isto muda totalmente a narrativa da história. Temos especialistas em metalurgia que nos dizem que quando se atinge uma temperatura destas contra o aço, este torna-se frágil e reduz a sua resistência até 75%”. “É uma tempestade perfeita de extraordinários fatores que se uniram: fogo, gelo e negligência criminosa.”

Veja na fotogaleria algumas das fotos do interior do Titanic assim como os momentos que sucederam depois de o navio embater no icebergue.

fonte: Observador

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