sábado, 25 de novembro de 2017

FOTO suspeita põe em questão veracidade da última missão à Lua


Quase 50 anos depois de um homem ter pisado a Lua pela primeira vez, a veracidade desta excepcional viagem espacial é outra vez posta em dúvida.

Um bloguer afirma ter provas de que uma das alunagens foi falsa. Trata-se da Apollo 17, uma missão da NASA enviada ao espaço em 7 de dezembro de 1972 por meio do foguete Saturno V.

Ele compartilhou nas redes uma foto registada em dezembro de 1972 da missão final Apollo, a Apollo 17. Na sua opinião, a imagem é falsa pois tem um reflexo suspeito no visor do escafandro de um dos astronautas.

"Pode-se ver algo, mais ou menos parecido com um homem do início dos anos 70, com cabelo longo, vestido de algo parecido a um colete…e possivelmente uma sombra dessa figura", explica o autor do vídeo.

Segundo sublinha o bloguer, ele pensou que algo estava mal na foto por causa desta mesma figura de um homem de cabelo longo que não envergava um traje espacial.

O canal norte-americano Fox News apoiou a controvérsia com um tweet: "Julgue você mesmo: cépticos dizem que a imagem desacredita a alunagem".


You be the judge: Skeptics say picture debunks moon landing http://fxn.ws/2AfYTqp

O vídeo, publicado no YouTube oferece um novo argumento para a teoria de conspiração "Fake Moon Landing" (Alunagem falsa), que nasceu após a primeira missão do Apollo em 1969. Seus adeptos encontraram supostas provas disso: uma bandeira norte-americana flutuante, a ausência da cratera que deveria ter se formado após a alunagem da nave espacial, um objecto parecido com um aparelho de iluminação (projector) reflectido no visor do escafandro de um astronauta, entre outras.

A missão Apollo de 1972 foi tripulada por Eugene Cernan, Ronald Evans y Harrison Schmitt, o primeiro cientista-astronauta a alunar. Claro que não foi a primeira missão tripulada à Lua. Esta honra pertence à missão Apollo 11, tripulada por Neil Armstrong e Buzz Aldrin, que deram os primeiros passos no satélite da Terra em 20 de julho de 1969.


fonte: Sputnik News