sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Sondas da NASA fotografam os planetas anões Plutão e Ceres


Fotografia © NASA

As fotografias ainda são muito desfocadas, mas ambas as sondas se aproximam cada vez mais dos planetas anões.

A sonda New Horizons da NASA chegou ao planeta anão Plutão pela primeira vez, onde tirou as primeiras imagens do planeta anão e da sua lua, Charon. Entretanto, a sonda Dawn está a fotografar o planeta anão Ceres com uma proximidade cada vez maior, e enviou esta quinta-feira as suas imagens mais claras até hoje.

As fotos da New Horizons, que foram tiradas a uma distância de200 mil quilómetros, mostram Plutão e Charon muito desfocados, mas a sonda da NASA vai aproximar-se mais do planeta anão e deverá ter fotos melhores do que as do telescópio Hubble em maio.


Para já as fotografias não têm muito valor científico mas, conforme destaca o comunicado da NASA, estas surgem 109.º aniversário do homem que descobriu Plutão em 1930, Clyde Tombaugh.

Ainda, as fotos são úteis para ir alinhando a sonda na sua aproximação ao planeta anão, que deverá trazer fotografias muito mais claras a partir do final da primavera. "Plutão está finalmente a tornar-se mais do que uma pinta de luz", disse um dos cientistas responsáveis pela New Horizons, Hal Weaver.


A sonda espacial Dawn também cada vez se aproxima mais do planeta anão Ceres, que fica na cintura de asteroides entre Marte e Júpiter. Dawn tem tirado algumas fotografias mais detalhadas de Ceres, agora que se encontra a cerca de 145 mil quilómetros de distância do planeta anão, e deverá entrar em órbita do anão para o estudar em maior pormenor, como descreve o comunicado da NASA sobre a missão Dawn.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Marte e seus Mistérios


São inúmeros os mistérios de Marte.

Começaram os mistérios a 25 de Julho de 1976, quando a sonda Viking 1 revelou imagens da região Cydonia Mensae, onde poderia ver-se um rosto e algumas pirâmides.


Por mais que a NASA e os cépticos, por décadas, tentassem descredibilizar o tema ( a NASA chegou mesmo a editar em Photoshop as imagens do rosto de Marte) ou cépticos alegando que as pirâmides são estruturas naturais. Nós sabemos que não é bem assim.

Após isso, algumas imagens da ESA ( Agência espacial Europeia) revelaram vegetação em Marte.

Centenas de videos têm sido apagados ( censurados) no youtube.

Mas aqui fica um :


A Nasa descobriu ainda altas emissões de Metano, em Marte.

Após isso, nos anos mais recentes, a sonda Curiosity tem revelado inúmeras anomalias em fotos, desde estruturas artificiais ( sem sombra de dúvida, não são rochas normais), possuem estruturas geométricas ou efeitos gravados artificialmente. E ainda os famosos túneis artificiais.

Humanóides e ovnis.


Luz estranha em Marte, não é uma anomalia na câmera da sonda, essa luz muda de posição e assume movimentos inteligentes.





Água líquida em Marte:


Vegetação em Marte :


Nuvens em Marte e céu azul !


Ainda acha que Marte não contém vida?
Céu azul + Nuvens + Água + Metano + Vegetação + Ovnis + Estruturas artificiais + Pirâmides...
quer mais provas?


As galáxias podem desaparecer mais cedo do que se pensava


Um estudo pioneiro diz que algumas têm menos mil milhões de anos de vida, o que é pouco segundo os astrofísicos

As galáxias podem morrer mais cedo porque o gás que precisam para criar novas estrelas está a ser ejectado. A conclusão é de um estudo da University of Western Australia, agora apresentado. 

Os investigadores responsáveis pela pesquisa dizem que há dois tipos de galáxias: as galáxias azuis que ainda criam estrelas activamente e as galáxias vermelhas que pararam de crescer. A maioria passa de azul a vermelho dois mil milhões de anos depois, mas algumas transições estão a ocorrer em menos de mil milhões de anos, o que é considerado precoce em termos cosmológicos. 

Nestes casos, os especialistas descobriram que as galáxias em fim de vida expeliram a maioria do seu gás.

"Uma das hipóteses é que esse gás se esteja a perder no buraco negro", diz o astrofísico Ivy Wong. 

fonte: Sábado

Estados Unidos violam a lei para regular negócios na Lua


Empresa americana quer construir bases no satélite até 2025 e o governo diz que aquilo que ocupar é dela

A Federal Aviation Administration dos Estados Unidos permitiu a uma empresa americana explorar territórios na Lua, sem quaisquer interferências. A carta enviada pelo governo americano à Bigelow Aerospace e divulgada pela agência Reuters pretende encorajar os investimentos do sector privado na Lua.


Com o aval do governo americano, a Bigelow Aerospace teria direitos sobre os territórios por ela explorados e sobre outras zonas onde se desenvolvam actividades complementares como prospecção mineira e escavações. Em 2025, a empresa pretende ter bases na Lua, construídos com módulos insufláveis como o que pode ver na imagem.


Na carta, a FAA assume que o enquadramento legal em vigor, definido por um tratado das Nações Unidas de 1967, não serve os objectivos do governo americano. O documento exige aos países que autorizem e supervisionem as actividades das entidades não-governamentais que estão a operar no espaço, e proíbe ainda o uso de armas nucleares no espaço, que os países reclamem corpos celestes como parte dos seus territórios nacionais e estipula que a exploração e desenvolvimento espacial devem beneficiar todos os países.

A Reuters explica ainda que a carta enviada à Bigelow Aerospace foi escrita em coordenação com os departamentos de Defesa, Estado e Comércio dos EUA, com a NASA e outras agências ligadas a operações espaciais.

São boas notícias para o fundador da Bigelow Aerospace, Robert Bigelow, que investirá cerca de 262 milhões de euros do seu próprio dinheiro, e ainda 2,1 mil milhões de euros emhardware e serviços da empresa na exploração da Lua. “A decisão da FAA não significa que exista propriedade na Lua”, afirmou Bigelow à Reuters. “Só quer dizer que outras pessoas não têm permissão para aterrar em cima das zonas que estamos a explorar, ou em cima de outros territórios que já estejam a ser explorados por outras empresas.”

fonte: Sábado

Fenómeno luminoso seguido de estrondo nos Açores

Fenómeno luminoso seguido de estrondo nos Açores

Fotografia © DR

O feixe de luz que terminou numa visível explosão foi sentido na noite de segunda-feira. Observatório Astronómico de Santana - Açores explica o que aconteceu.

O Observatório Astronómico de Santana - Açores (OASA) afirmou hoje que um "fenómeno luminoso" observado a oeste do arquipélago na noite de segunda-feira, seguido de um "estrondo" sentido em várias ilhas, ter-se-á devido a um meteoro.

"O fenómeno foi observado às 20:20 locais [21:20 em Lisboa] com maior intensidade na ilha Graciosa" e "poderá ser facilmente explicado pelo embate na atmosfera de um meteoroide (possivelmente um asteroide de pequenas dimensões) que gerou um meteoro facilmente visível e que se definiu por um feixe de luz que terminou numa visível explosão", explica o OASA, numa informação publicada na sua página na internet.

Por poder ter "uma dimensão maior que a dos normais meteoroides", em vez de se desfazer "pela fricção, o meteoroide terá batido na atmosfera causando o consequente estrondo ouvido, assim como a vibração sentida resultante da onda de choque", prossegue o texto.

"O asteroide ter-se-á desintegrado sobre o mar, havendo poucas possibilidades de serem encontrar meteoritos (nome dado aos meteoroides que atingem a superfície)", acrescenta.

Segundo o OASA, a delegação regional do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) "confirmou também o embate do meteoro na atmosfera", sobre a ilha Graciosa, tendo a sua entrada na atmosfera terrestre causado "uma onda de choque que foi registada à superfície sequencialmente nas estações sísmicas das ilhas do Pico, S. Jorge, Graciosa e Terceira".

"O impacto da onda de choque sobre a ilha Graciosa terá causado um abalo semelhante a um sismo de grau II na escala de Mercalli", diz o OASA, citando informações fornecidas pelo IPMA.

Fonte do IPMA disse à Antena1/Açores, que avançou com esta notícia, que estes são fenómenos "normais, não têm nada de transcendente".


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Internet do espaço? Sim, podemos

Internet do espaço? Sim, podemos

A ideia não é nova, mas só com a tecnologia actual parece ter pernas para andar – Elon Musk, o multimilionário que criou o sistema Paypal (de pagamentos online) e o X-Prize, um prémio dedicado à investigação e à tecnologia privada para a exploração espacial, anunciou que está a investir numa tentativa de enviar banda larga para o espaço.

O objectivo não é comunicar com (im)prováveis ET, mas de alargar o fornecimento de rede a todo o mundo. Musk pretende lançar micro-satélites do tamanho de torradeiras com banda larga para aumentar, então, o espectro dos utilizadores da net até em locais remotos onde ela não chega.

Desde os anos 90 que se pensa nesta solução, mas, na altura, a produção de satélites desta dimensão era muito mais cara e a própria banda larga ainda dava os primeiros passos. A Google testou balões na Nova Zelândia como opção para levar a banda larga a zonas montanhosas. E acabou por embarcar agora neste projecto de Musk, em associação com um fundo financeiro.

fonte: Sol online

Mãe e filha em estado grave após sessão do ‘Jogo dos Espíritos’

Mãe e filha em estado grave após sessão do ‘Jogo dos Espíritos’

Mãe e filha britânicas estão no hospital a lutar pela vida depois da casa onde vivam se ter incendiado. De acordo com o site Metro, o fogo deflagrou após as duas mulheres terem estado a jogar o ‘Jogo dos Espíritos’ para contactarem com a sua cadela.

Margaret Carroll, de 60 anos, e Katrina Livingstone, de 37, recorreram ao jogo para tentarem falar com Molly, que foi morta pelo marido de Margaret. O homem terá afogado o animal, tendo-o depois cortado aos bocados. Paul declarou-se culpado e será julgado este mês.

Uma vizinha de Margaret e Katrina disse ao Metro que, na sexta-feira passada, mãe e filha tinham estado a usar o ‘Jogo dos Espíritos’ para contactar com a cadela. Durante a sessão, o tabuleiro ‘disse’ que as duas mulheres iam morrer brevemente, contou Donna Soweby.

No dia seguinte, às 08h45, um fogo deflagrou na casa de Margaret e Katrina. As mulheres foram encontradas no seu jardim em estado grave, descreve o Metro. Mãe e filha estão agora a lutar pela vida no hospital e são suspeitas de terem provocado o incêndio.

fonte: Sol online

Vídeo mostra como é atravessar o Sistema Solar à velocidade da luz



A luz viaja no vácuo a cerca de 300 mil quilómetros por segundo. Uma velocidade imensa na escala terrestre, mas quase pequena no plano interplanetário.

Como é viajar pelo Sistema Solar à velocidade da luz? O vídeo Riding Light, criado pelo designer e animador Alphonse Swineharte colocado na rede de partilha Vimeo, dá-nos uma boa noção.

Na animação, foi tida em conta a imensa velocidade da luz (cerca de 300 mil quilómetros por segundo), mas também as enormes distâncias interplanetárias. Aqui, imaginamos que somos um fotão (partícula de luz) que parte do Sol rumo ao espaço sideral, cruzando as órbitas dos planetas.

A viagem é feita em tempo real. Ou seja, demoramos oito minutos e 20 segundos a chegar à Terra, por exemplo, ou 43 minutos e 17 segundos até Júpiter.

É aqui que termina a simulação, a olhar para o pequeno ponto branco que a esta distância parece ser o Sol.

O vídeo está feito de forma absolutamente realista, à exceção de mostrar todos os planetas alinhados (para ser mais eficaz) e de não ter em conta as distorções óticas que veríamos se pudéssemos acelerar até à velocidade da luz (por questões de simplificação).

Com música de Steve Reich ("Music for 18 Musicians"), interpretada pelos Eight Blackbird, esta é uma simples experiência capaz de transmitir a sensação de imensidão do espaço e da pequenez do nosso mundo.

Ligue as colunas (ou ponha os headphones) e parta nesta viagem luminosa.