terça-feira, 11 de julho de 2017

Mais exorcistas a norte do país


Exorcismo consiste num ritual feito por um padre para expulsar o demónio


Exorcismo

Portugal tem seis padres autorizados a realizar esta prática.

À exceção das dioceses de Lamego e de Lisboa, todo o interior Norte e Centro, e toda a região Sul do País, não têm um único padre autorizado pela Igreja Católica para a realização de exorcismos. Atualmente, há seis sacerdotes cuja prática está devidamente reconhecida em Portugal, quatro estão a norte de Lisboa. 

Assim, a lista atual indica que a diocese de Lamego tem um padre exorcista - Duarte Sousa Lara, conhecido por falar abertamente do ritual católico -, as dioceses de Braga, Porto e Coimbra têm, cada uma, um sacerdote e a capital soma dois exorcistas oficiais. 

Mas em Lisboa esta é uma realidade relativamente recente. A nomeação destes dois sacerdotes foi concretizada por D. Manuel Clemente, quando assumiu o Patriarcado, em julho de 2013. Completou no dia 6 de julho quatro anos no cargo. 

Ao que o CM apurou, a falta de exorcistas no País - existem 15 dioceses sem estes padres - deve-se ao facto de os bispos não autorizarem nomeações por dois motivos: uns porque não acreditam na figura do demónio, outros porque não encontram pessoas qualificadas para cumprir estes ritos. 

SAIBA MAIS 

 90 

No exorcismo, são rezadas várias orações, recita-se o Salmo 90 e o Evangelho. Mostra-se um crucifico ao exorcizado. 

Oração final 

No final, o padre ordena a saída do demónio: "Eu te esconjuro, Satanás, inimigo da salvação humana. Reconhece a justiça e bondade de Deus Pai, que condenou com justo juízo a tua soberba e inveja. Afasta-te deste servo de Deus, que Deus formou à sua imagem, enriqueceu com os seus dons e adotou como filho da sua misericórdia." 


sábado, 8 de julho de 2017

Extraterrestres passam 2 noites sobrevoando Israel

OVNIs, arquivo

Um internauta publicou um vídeo no YouTube com OVNIs no céu nocturno de Israel.

Segundo ele, durante duas noites seguidas, de 5 a 6 de julho, os ETs sobrevoaram Israel.

Na filmagem da noite do dia 5, dá para ver cinco objectos voadores não identificados, na noite seguinte, restam apenas duas "naves extraterrestres", que ficam pairando no céu de Israel até apagarem suas luzes.


fonte: Sputnik News

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Químicos tóxicos matam qualquer organismo vivo na superfície de Marte


Estudo diz que a superfície do Planeta Vermelho é inabitável devido a um "cocktail tóxico" de químicos. Vida, se existir, só no subsolo

A superfície de Marte tem químicos tóxicos que matam qualquer organismo vivo, esterilizando completamente as camadas superiores do planeta. Segundo um estudo divulgado hoje, os raios ultravioleta do quarto planeta transformam o solo de Marte num potente bactericida.

Como tal, para encontrar vestígios de vida os exploradores terão de procurar dois ou três metros abaixo da superfície, onde os organismos estão protegidos dos raios UV. "A essa profundidade, é possível que a vida em Marte tenha sobrevivido", disse Jennifer Wadsworth, astrobióloga da Universidade de Edinburgh, Escócia.

Segundo Wadsworth, foram encontrados há vários anos em Marte oxidantes poderosos, chamados percloratos. Quando expostos a raios UV, os percloratos tornam-se mais destrutivos e conseguem dizimar organismos como bactérias e micróbios em pouco tempo.

Além disso, os óxidos de ferro e peróxidos de hidrogénio também encontrados em Marte tornam o solo ainda mais mortífero.

No decorrer da investigação, a astrobióloga reparou que, quando a Bacillus subtilis, uma bactéria comum do solo, era misturada com perclorato de magnésio e colocada sob raios ultravioletas desaparecia rapidamente.

Bactérias expostas raios UV misturadas com percloratos, óxidos de ferro e peróxidos de hidrogénio desapareciam 11 vezes mais rápido do que as expostas apenas a percloratos, segundo o estudo publicado esta quinta-feira na Scientific Reports.

Os autores da pesquisa dizem que as condições inabitáveis de Marte resultam de um "cocktail tóxico de oxidantes, óxidos de ferro, percloratos e raios UV".

As descobertas não invalidam a hipótese de haver vida em Marte, afirmou Wadsworth, citada pelo The Guardian, "mas provavelmente significa que devíamos procurar vida no subsolo, onde está protegida do violento ambiente de radiações na superfície".

O cientista planetário do centro de pesquisa da NASA na Califórnia Chris McKay disse que este estudo representa um "grande avanço" na compreensão de Marte de traz boas e más notícias. Boas porque demonstra que qualquer micróbio levado por humanos para Marte irá morrer, "reduzindo as preocupações com a proteção" do planeta. Más porque "significa que temos de cavar até certa profundidade para encontrar qualquer registo biológico de vida que não tenha sido destruído".

A NASA quer enviar seres humanos ao planeta Marte nos anos 2030. Em 2011, foi enviado um veículo robótico, o rover Curiosity, para recolher mais dados sobre o planeta.


Cientistas do CERN descobrem nova partícula subatómica

Resultado de imagem para Xi cc

O Xi cc tem um papel na maneira como a matéria é composta

Os cientistas do acelerador de partículas europeu, localizado na fronteira entre a França e a Suíça, descobriram uma nova partícula subatómica que já tinha sido concebida em teoria mas nunca registada.

A partícula, batizada Xi-cc, apareceu durante uma fração de segundo no acelerador conhecido como LHC (Large Hadron Collider), afirmou o físico Guy Wilkinson, que participou na experiência.

Trata-se de um barião, partícula composta por outras mais pequenas, os quarks. Os protões e os neutrões são exemplos de bariões.

A nova partícula descoberta, que se supõe ter um papel na maneira como a matéria é composta, tem dois quarks pesados e um mais leve. Normalmente, os bariões costumam ter apenas um quark pesado.

Os dois quark pesados que compõem a nova partícula estão permamentemente envolvidos numa espécie de dança, como se fossem dois sóis no centro de um sistema solar, em roda dos quais orbita o quark mais leve.

"Há muito tempo que se procurava", admitiu Wilkinson, considerando que a descoberta do Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN, na sigla original) abre a porta ao estudo de uma nova variedade de bariões.


Cientistas criam primeiro cão clonado com manipulação genética


Cientistas na China criaram o primeiro cão clonado com células não reprodutivas e engenharia genética, segundo a imprensa estatal chinesa.

"É bom poder combinar a clonagem com a engenharia genética e a China está na vanguarda", disse ao Diário do Povo um dos investigadores, Lai Liangxue.

No Instituto de Biomedicina de Cantão, a equipa conseguiu clonar um cachorro de raça beagle com a mais moderna tecnologia de modificação genética, capaz de selecionar genes específicos.

"Com esta tecnologia podemos criar um animal com mais músculos, melhor olfato e mais capacidade para correr, o que é bom para um cão de caça ou da polícia", declarou Lai.

O investigador admite que a técnica possa ser usada para tratar doenças dos animais.


Foto sugere nova teoria sobre o misterioso desaparecimento de Amelia Earhart



Amelia Earhart desapareceu em 1937 no Oceano Pacífico quanto tentava circum-navegar a Terra de avião. Os destroços da aeronave nunca foram encontrados e a suspeita de que Earhart pudesse ter sobrevivido à queda sempre existiu. Uma "nova" fotografia promete comprovar isso mesmo.

No dia 2 de julho de 1937, a piloto norte-americana Amelia Earhart desapareceu no seu avião, juntamente com o navegador Fred Noonan, no Oceano Pacifico, sem deixar rasto, quando tentava circum-navegar a terra. Apesar de inúmeras tentativas, o corpo da piloto e do seu navegador, assim como a aeronave em que seguiam, nunca foram encontrados.


A última comunicação que Earhart fez para terra antes de desaparecer sugeria que estivesse a ficar sem combustível e que isso terá desencadeado um acidente mortal para os tripulantes. Essa foi, desde sempre, a justificação aceite pela maioria dos especialistas para o seu desaparecimento.

No entanto, o fato de nunca terem sido encontrados quaisquer vestígios do acidente levantou uma série de teorias alternativas para o caso.

Segundo o Canal História, uma nova fotografia, encontrada nos arquivos do Governo dos EUA, sugere que Earhart terá sido capturada pelas forças militares japonesas, na altura em guerra com os EUA, depois ter aterrado no mar, morrendo nas Ilhas Marshall como prisioneira de guerra.

De acordo com a mesma fonte, o agente federal norte-americano Les Kinney vasculhou todos os ficheiros do caso numa tentativa de encontrar algo que tivesse escapado na investigação e encontrou a fotografia que pode desvendar o caso.

Trata-se de uma imagem que mostra várias pessoas num porto nas Ilhas Marshall, junto a um cargueiro que transporta o alegado avião da norte-americana. O agente diz que a foto foi captada antes de 1943 e que a mulher que está de costas é Amelia Earhart e que o homem mais à esquerda é o seu navegador, Fred Noonan.

O Canal História promete revelar mais pormenores sobre caso no dia 9 de julho, altura em que estreia um programa dedicado a esta investigação chamada "Amelia Earhart: The Lost Evidence" ( em português: Amelia Earhart, a prova perdida ).

Em 1925, Earhart foi a primeira aviadora a atravessar o Atlântico em 21 horas.


quinta-feira, 6 de julho de 2017

Estamos mais perto de resolver um dos maiores mistérios da História


Um investigador acredita ter descoberto pistas que podem levar à identificação do autor do Manuscrito Voynich - um livro do século XV escrito numa língua indecifrável e com imagens de plantas desconhecidas

Aquelas 240 páginas já passaram por algumas das mentes mais brilhantes do último século, incluindo linguistas e criptógrafos que decifraram complexos códigos inimigos nas duas guerras mundiais. Mas ninguém conseguiu descortinar o mínimo significado ou lógica do texto, escrito por um anónimo com caracteres desconhecidos. Agora, um especialista inglês em manuscritos medievais diz acreditar que o autor do Manuscrito Voynich, criado entre 1404 e 1438, era um médico judeu que viveu no norte de Itália.

Sendo o texto impossível de descodificar, o investigador concentrou-se nas ilustrações. Particularmente numa em que surgem oito mulheres a tomar banho num tanque oval. "O único local onde se viam mulheres a tomar banho juntas, na Europa da altura, era nos banhos de purificação usados pelos judeus ortodoxos nos últimos 2 mil anos", explica Stephen Skinner, ao jornal The Guardian. Seriam, então, imagens de mikvah, os banhos comunitários que as mulheres judaicas tomavam para se lavarem da menstruação ou do parto. Nesse caso, atendendo aos tubos ligados ao recipiente, as ilustrações são esboços de uma invenção do autor para manter a água limpa.


Outra pista para a origem judaica do autor é a absoluta ausência de símbolos cristãos, o que é particularmente estranho numa região e época em que a Inquisição estava já bem implantada, dedicando-se a perseguir tudo o que cheirasse a heresia. Quanto à região onde vivia o autor, a pista é dada por um desenho de um castelo com um pormenor típico do norte de Itália. Finalmente, as imagens de astros e das plantas sugerem um médico típico do século XV (que misturava astrologia e herbalismo).

O manuscrito tem sido um quebra-cabeças desde que foi redescoberto em 1912 por um alfarrabista polaco, Wilfrid Voynich, nome pelo qual passou a ser conhecido. No início, suspeitava-se que teria sido o próprio Voynich a forjar o livro, que além de escrito numa linguagem estranha tinha também ilustrações de plantas desconhecidas. Essa hipótese foi entretanto descartada, de modo definitivo, depois de uma datação por radiocarbono de uma universidade americana ter confirmado o início do século XV como data de origem do documento.

O facto de ninguém ter conseguido decifrar o manuscrito continua, no entanto, a levar muita gente a acreditar que se trata de uma trabalhosa e sofisticada brincadeira - o texto será apenas uma algaraviada sem sentido, dizem muitos, apontando ainda aos desenhos de plantas que não existem hoje nem existiam na altura. A maioria, no entanto, crê que o livro é verdadeiro, escrito numa linguagem ou dialeto de algum local remoto, entretanto extintos, ou num cifra muito complexa e de que só o autor tinha a solução. É que, apesar de algumas características estranhas (certas letras que aparecem exclusivamente no início ou no fim de palavras, por exemplo), um estudo publicado numa revista científica em 2013 revela que foram encontrados padrões linguísticos, o que não aconteceria se se tratasse de um embuste sem sentido.

fonte: Visão

Quase 600 peças pré-históricas encontradas no lixo

Peças pré-históricas encontradas no lixo

A descoberta insólita aconteceu em Vigo, Espanha

Peças pré-históricas encontradas no lixo . Museu Municipal de Vigo

Quase 600 peças pré-históricas foram descobertas num contentor das obras, numa rua perto do porto de pesca de Vigo, Espanha. A descoberta insólita foi feita por acaso, em janeiro, por um casal que passava pelo local e que achou estranho algumas daquelas rochas terem etiquetas com números.

Segundo o jornal espanhol El País, em causa estão peças arqueológicas que datam de há milhares de anos. No total foram contabilizadas 594 peças do Paleolítico e do Mesolítico, entre 300.000 antes de Cristo e 9.000 anos antes de Cristo.

As obras foram levadas para o Museu Municipal Quiñones de León, onde foram iniciados os trabalhos de recuperação de uma coleção com "grande valor e interesse científico", de acordo com os especialistas. 

Mas como é que uma coleção com tanto valor foi parar a um contentor das obras?

A polícia investigou e concluiu que os achados pertenciam ao psiquiatra José Manuel García de la Villa. O médico coleccionava peças arqueológicas desde o início da sua carreira, em Salamanca, altura em que começou a recolher cerâmicas e ferramentas. 

Mas depois da sua morte, em 2014, a viúva de García de la Villa mandou deitar fora a coleção e esta acabou num contentor das obras.

Contactada pelo museu Quiñones de León, a mulher frisou que não tinha percebido o valor "do que estava a deitar fora".

“Ela disse-nos que lamentava o sucedido, que não tinha prestado atenção ao que estava a deitar fora”, frisou o diretor do museu, em declarações ao El País. 

Agora, o museu está a estudar a possibilidade de integrar estas obras nas suas exposições. 

fonte: TVI 24