sábado, 2 de fevereiro de 2013

Europeus querem construir base na Lua com impressoras

Antevisão da base lunar habitada da Agência Espacial Europeia: a impressão 3D permite construir estruturas complexas que as tecnologias convencionais não alcançam

Antevisão da base lunar habitada da Agência Espacial Europeia: a impressão 3D permite construir estruturas complexas que as tecnologias convencionais não alcançam ESA

Impressora 3D usada nas experiências da ESA: a tecnologia permite poupanças de 50% a 95% face aos processos de construção convencionais

Impressora 3D usada nas experiências da ESA: a tecnologia permite poupanças de 50% a 95% face aos processos de construção convencionais

Agência Espacial Europeia estuda a hipótese de construir uma base habitada na Lua com materiais locais, usando a tecnologia da impressão em 3D.

A tecnologia da impressão em 3D já produziu estruturas completas na Terra, mas a Agência Espacial Europeia (ESA) quer agora aplicá-la à construção de uma base habitada na Lua em parceria com várias empresas, incluindo o ateliê do arquiteto britânico Norman Foster.

A base seria composta por várias cúpulas insufláveis cobertas por camadas de regolito (solo lunar) impressas em 3D e colocadas por robôs, que funcionariam como um escudo para proteger os seus habitantes contra as radiações espaciais e os micrometeoritos.

"A impressão em 3D oferece meios potenciais para facilitar a colonização da Lua com reduzido apoio logístico da Terra", afirma Scott Hovland, membro da equipa de voos espaciais humanos da ESA, acrescentando que esta tecnologia deve ser considerada pelas agências espaciais nas suas estratégias de exploração de outros mundos.

Imprimir camadas de materiais

Também conhecida por prototipagem rápida, a impressão 3D é uma tecnologia digital de fabricação em que um modelo tridimensional de um objecto sólido desenhado em computador é construído por impressão de sucessivas camadas do mesmo material ou de diferentes tipos de materiais.

A impressão 3D é, assim, conseguida usando processos de fabricação aditivos, sendo muito usada na arquitectura, construção, engenharia civil, design industrial e nas indústrias de moldes e componentes automóveis, equipamentos médicos e dentários, calçado, joalharia e aeroespacial.

A ESA já produziu, com os parceiros industriais deste projeto, uma estrutura celular oca com 1,5 toneladas de peso para demonstrar as vantagens da impressão 3D na construção dos edifícios da futura base lunar.

Resistir a climas extremos

"A nossa habitação lunar segue a mesma lógica das construções que desenhamos para resistirem a climas extremos na Terra, onde exploramos as vantagens ambientais dos materiais locais e sustentáveis", explica Xavier De Kestelier, especialista da Foster + Partners.

Enrico Dini, fundador da Monolite, a empresa que participa no projeto com uma grande impressora 3D, esclarece por sua vez que o processo de fabrico passa, a nível experimental na Terra, por "misturar material lunar simulado com óxido de magnésio, que o transforma em 'papel' que depois podemos imprimir".

A impressora da Monolite consegue construir estruturas de dois metros por hora, mas Enrico Dini prevê que a próxima geração de impressoras permitirá atingir os 3,5 metros por hora, "fabricando um edifício completo em uma semana".

fonte: Expresso

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Cobra é baby-sitter de rapaz chinês


Uma família chinesa da província de Guangdong escolheu para o filho uma baby-sitter…inusitada. Trata-se de uma cobra pitão que mede quase cinco metros e pesa cem quilos.

O pai de Azhe Liu, de 13 anos, comprou o réptil seis anos antes do nascimento do filho, pelo que desde pequeno o rapaz se habituou a aconchegar-se no corpo do animal de sangue frio em dias de muito calor.

“São inseparáveis, percebemos que a cobra nunca o magoaria e por isso começámos a deixá-los sozinhos. Não acho que nenhum raptor se vá meter com ele”, garantiu o pai ao site Orange.


Cientistas revertem envelhecimento em ratos

Cientistas revertem envelhecimento em ratos

Biólogos analisaram proteína SIRT3

Uma equipa de cientistas da Universidade da Califórnia inseriu um gene da longevidade nas células-mãe de sangue de ratos velhos o que rejuvenesceu o potencial de regeneração das mesmas, informa um artigo da revista "Cell Reports".

A experiência divulgada na revista norte-americana "Cell Reports", na quinta-feira, pode contribuir para o desenvolvimento de tratamentos para doenças degenerativas associadas ao envelhecimento.

Os biólogos determinaram que a proteína SIRT3, da classe das sirtuínas, desempenha um papel importante ao ajudar as células-mãe de sangue envelhecidas a lidar com o stress.

Quando os investigadores inocularam a proteína naquelas células dos ratos velhos, o tratamento estimulou a formação de novas células de sangue, o que prova uma reversão da deterioração, relacionada com a idade, na função das células.

"Já sabemos que as sirtuínas regulam o envelhecimento, mas o nosso estudo é o primeiro a demonstrar que as sirtuínas podem reverter a degeneração ligada ao envelhecimento", disse Danica Chen, professora de ciência e toxicologia na Universidade de Califórnia, em Berkeley, e investigadora principal do estudo, citada na agência noticiosa espanhola EFE.

Chen assinalou que nos últimos 10 a 20 anos tem havido um grande avanço na compreensão científica do envelhecimento, que é visto agora como tendo um desenvolvimento altamente regulado o que o torna possível de manipulação.


Família brasileira reencontra tartaruga 30 anos depois


Uma família brasileira reencontrou a tartaruga de estimação na arrecadação da casa, no Rio de janeiro, 30 anos depois de ela ter desaparecido. O caso foi divulgado pelo site brasileiro “G1”. 

Na década de 80, quando a família Almeida fez obras de remodelação em casa, Manuela - assim se chama o réptil - desapareceu. Apesar de buscas intensas, o animal nunca mais foi encontrado e acabou esquecido.

“Pensei que ela tinha fugido, porque o empreiteiro que fazia as obras em casa deixava o portão aberto”, contou Sueli de Almeida.

No início deste ano, após a morte do patriarca, Leonel Almeida, a família decidiu limpar a arrecadação e o segundo andar onde aquele acumulou vários objetos e equipamentos electrónicos.

Quando o filho se preparava para deitar fora um saco, um dos vizinhos perguntou-lhe se também se ia desfazer da tartaruga. “Nesse momento, fiquei branco e nem acreditei”, contou Leandro.

Toda a família ficou emocionada com o reencontro com Manuela, tantos anos depois.

Segundo o médico veterinário Jeferson Pires, as tartarugas são muito resistentes. “Apesar das situações adversas, elas podem ficar muito tempo sem comer. Mesmo sem ter um dado científico que o comprove, elas podem viver dois ou três anos sem comer”, explicou.

fonte: Os Bichos

Revelado segredo da rotação do pescoço das corujas

Revelado segredo da rotação do pescoço das corujas


As corujas conseguem rodar o pescoço até 270 graus sem danificar os vasos sanguíneos ou cortar o fornecimento de sangue ao seu cérebro. Nos seres humanos, rotações súbitas e violentas podem causar coágulos e enfartes.

Uma equipa de médicos e cientistas da Universidade Johns Hopkins descobriu agora os segredos da coruja, depois de recorrer a angiografias, tomografias axial computorizadas (TAC) e ilustrações médicas para examinar a anatomia destas aves.

Segundo o estudo publicado na revista Science, há quatro grandes adaptações biológicas nas corujas que permitem evitar os danos causados pela rotação do pescoço.

Uma das descobertas prende-se com o número de ossos no pescoço, comparado com os humanos - 14 vértebras cervicais, contra sete. Depois, a carótida das aves, em vez de se encontrar num dos lados do pescoço, como acontece com os humanos, está mais próxima da espinha, do centro do pescoço. Assim, estas artérias sofrem menos com a rotação e a capacidade para causar danos é menor.

Mas a característica que é unica das corujas é a capacidade das artérias vertebrais, no interior dos ossos do pescoço, conseguirem mais espaço. Assim como a capacidade das artérias, na base da cabeça, incharem quando existe um aumento do fluxo de sangue. Isso permite criar "reservatório" de sangue que são necessários para fornecer o cérebro.


Pensamento dos peixes visualizado


Cientistas conseguiram pela primeira vez visualizar a atividade cerebral de um peixe vivo.

Investigadores japoneses do Instituto Nacional de Genética da Universidade de Saitama conseguiram captar, em tempo real a atividade do cérebro do peixe-zebra, no seu ambiente natural.

Os cientistas Junichi Nakai e Koichi Kawakami esperam que a experiência bara a porta ao desenvolvimento de medicamentos e tratamento de doenças psíquicas.

O vídeo mostra o momento em que um peixe deteta na água um paramécio, protozoário do ramo dos ciliados comum nas águas doces estagnadas, que queria comer. Os cientistas conseguiram relacionar as mudanças que aconteceram na atividade cerebral do peixe para proceder à captura do paramécio.

Foram também localizados os circuitos cerebrais envolvidos em vários comportamentos complexos, desde a percepção ao desejo de tomar uma decisão.

"O mais importante de nossa investigação é que fizemos o invisível visível", diz Kawakami, na última edição da revista "Current Biology".

Registar as imagens, os investigadores tiveram de desenvolver uma fluorescência muito sensível para observar a atividade neuronal.

Segundo a diário espanhol ABC, o cientista Kawakami afirmou: "No futuro, esta técnica vai permitir-nos interpretar o comportamento animal, de aprendizagem e memória, o medo, a raiva ou a sensação de bem-estar em termos de atividade de diferentes neurónios".

Ao conseguir monitorizar a actividade neuronal do cérebro do peixe-zebra, também será possível assistir ao vivo como funcionam as drogas que são capazes de alterar a atividade neuronal do cérebro: "Esta técnica tem potencial para reduzir o longo processo que o desenvolvimento de tratamentos psiquiátricos requer neste momento".


Resolvido mistério do "triângulo das Bermudas" dos pombos


Existe um lugar no estado de Nova Iorque onde, aparentemente, os pombos-correio perdem a orientação. Um investigador acredita ter descoberto porquê e explica tudo num artigo lançado no Journal of Experimental Biology.

O caso dos pombos-correio desaparecidos começou em 1960, quando Bill Keeton, um professor da Universidade de Cornell, percebeu que os pombos lançados em Jersey Hill raramente chegavam aos seus destinos.

Jonathan Hagstrum, investigador geofísico da US Geological Survey, que mede e reúne dados sobre a Terra, catástrofes naturais e ambiente, veio identificar o problema - o local é um verdadeiro Triângulo das Bermudas para os animais que se desorientam e perdem o rumo.

Para o investigador, "os pássaros migram usando uma bússola e um mapa naturais. A bússola é, normalmente, a posição do sol ou o campo magnético da Terra, mas o mapa manteve-se desconhecido durante décadas", conta Hagstrum em entrevista à BBC.

Hagstrum descobriu que os pássaros usam o som para calcular o mapa "que os posiciona em relação a casa". Utilizam ultra-som, numa frequência inaudível para os seres humanos, para criar uma "assinatura sonora" que usam como referência para se localizarem.

No entanto, o ultra-som pode ser afetado pelas mudanças na atmosfera, o que vem explicar o mistério dos pombos-correio perdidos em Jersey Hill. Se os pombos não conseguiam captar as suas "assinaturas sonoras" acabam por perder-se ou desviar as suas rotas, tal como os navios e aviões que, perdendo os dispositivos de localização acabam perdidos ou naufragados.

Todavia, Jonathan Hagstrum admite que o seu trabalho é "controverso", mas garante que "é a melhor explicação para aquilo que os pombos estão a fazer".


Barbies humanas dizem que são extraterrestres


As ucranianas Valeria e Olga são amigas e confidentes

As amigas Valeria Lukyanova e Olga Oleynik, duas ucranianas cuja fisionomia se assemelha à famosa boneca da Mattel, acreditam ser oriundas de outro mundo localizado na constelação de Pleiades.

"Eu e a Valeria viemos da constelação de Pleiades. Lá, este nosso aspeto é normal", disse Olga Oleynik, que usa o nome artístico de Dominica. Uma opinião confirmada pela amiga, que acrescentou que ambas são almas gémeas: "Quando vi a Dominica pela primeira vez reconheci-a imediatamente das nossas vidas passadas".

As declarações insólitas de Valeria Lukyanova não se ficam por aqui. Depois de se ter encontrado há cerca de uma semana com o chamado Ken da vida real - o norte-americano Justin Jedlica -, a jovem de 21 anos gravou um vídeo para os fãs, no qual revelou que só come frutas e que, no futuro, pretende viver apenas da luz solar.

Nesta filmagam, Valeria pediu ainda desculpa por não ser fluente em inglês e afirmou que, no mundo extraterrestre a que pertence, as pessoas são totalmente assexuadas.