domingo, 3 de junho de 2018

Há dunas em Plutão. Cientistas surpreendidos




Cientistas descobriram que Plutão tem dunas, que se formaram a partir de grãos de metano congelado libertados na sua atmosfera pouco densa.

Para chegar a esta descoberta, uma equipa internacional de geógrafos, físicos e cientistas planetários analisou em detalhe imagens da superfície do planeta-anão captadas em julho de 2015 pela sonda norte-americana New Horizons.

As imagens revelam que há uma série de dunas ao longo de uma área com menos de 75 quilómetros de diâmetro, entre o glaciar de azoto sólido chamado Sputnik e uma cadeia montanhosa, segundo um comunicado da Universidade de Plymouth, no Reino Unido, uma das instituições que participaram na investigação.

Os cientistas sugerem que as dunas ter-se-ão formado nos últimos 500 mil anos e até mais recentemente devido à sua morfologia.


A descoberta surpreendeu os investigadores, uma vez que as dunas aparecerem num planeta com tão pouca atmosfera e onde a temperatura à superfície ronda os -230ºC.

Já se sabia que Plutão tem montanhas pontuadas por pedaços de metano gelado, com camadas de azoto sólido à superfície.

Agora, o novo estudo admite que a sublimação (que converte o azoto sólido diretamente em gás) resultou na libertação de grãos de metano (do tamanho de grãos de areia) que foram transportados pelos ventos moderados do planeta (com velocidades entre 30 e 40 quilómetros por hora) para a borda do glaciar Sputnik e da cordilheira montanhosa.


fonte: Diário de Noticias

Chineses captam em VÍDEO queda de suposto meteorito em chamas


Um suposto meteorito caiu perto da cidade chinesa de Jinghong. Os residentes desta cidade chinesa conseguiram gravar em vídeo como a enorme bola de fogo entrou na atmosfera e caiu na Terra.

O vídeo foi publicado nas redes sociais. O pesquisador do Observatório de Yunnan, da Academia Chinesa de Ciências, Wang Xiaobin, declarou ao portal Jqknews que até agora não é possível dizer com certeza se o objecto caído em Jinghong teria sido um meteorito, porque ele não deixou um rasto no céu e o vídeo em que o objecto aparece é muito curto.

Outro meteorito sobrevoou a cidade russa de Ekaterinburgo em março de 2018. Naquele mês três corpos celestes caíram nessa cidade russa em apenas uma semana. Os cientistas determinaram que todos os objectos eram pequenos e, segundo seu conteúdo, se pareciam mais a pedras espaciais que a um verdadeiro meteorito.


fonte: Sputnik News

A mãe de todas as descobertas. Identificado galeão naufragado e o seu tesouro de 17 mil milhões


Em 1708, o galeão espanhol San José afundou-se, levando consigo para o fundo do mar das Caraíbas um tesouro valioso. Agora, 310 anos mais tarde, os seus destroços foram finalmente identificados, graças à análise dos seus singulares canhões de bronze.

As primeiras notícias de que o tesouro mais procurado do mundo teria sido encontrado surgiram em 2015, mas agora é oficial: o galeão naufragado ao largo da Colômbia émesmo o San José.

De acordo com imagens enviadas pelo REMUS 6000, veículo autónomo de profundidade da Woods Hole Oceanographic Institution, os canhões do navio naufragado ainda têm os seus golfinhos gravados na superfície. O submersível chegou a 9 metros de distância do navio naufragado e confirmou a sua identidade.

Apesar de a WHOI ter conhecimento deste detalhe desde novembro de 2015, só agora as suas agências afiliadas e o governo colombiano autorizaram que os investigadores o anunciassem ao público. “É o Santo Graal de todos os naufrágios”, diz o Livescience.

O San José estava equipado com 62 canhões, o que não foi suficiente para lhe permitir vencer a sua última batalha, contra quatro navios britânicos. O naufrágio aconteceu durante a Guerra da Sucessão Espanhola, entre 1701 e 1714, na qual a Inglaterra, Portugal e Alemanha se opuseram à união dinástica entre a França e a Espanha.

Durante o conflito, navios cheios de ouro da América Latina eram enviados por portugueses e espanhóis para financiar os conflitos na Europa.

Normalmente, estes navios eram acompanhados por frotas de escolta fortemente armadas. Mas no caso da última viagem do San José, houve um atraso na chegada da sua escolta, e o comandante José Fernandez de Santillan, conde de Casa Alegre, decidiu iniciar a viagem de qualquer maneira, com apenas um navio e a sua tripulação de 500 homens.

Como sabemos hoje, este foi um erro tremendo, que acabou numa luta sangrenta.



Uma esquadra britânica ataca uma frota espanhola ao largo de Cartagena, 1708. O essencial do tesouro espanhol perde-se no naufrágio do San José, destruído pela explosão do seu paiol (óleo de Samuel Scott, 1770)

A carga do navio continha ouro, prata e esmeraldas, com um valor que actualmente rondará os 17 mil milhões de dolares – cerca de 15 mil milhões de euros. Este é provavelmente o maior tesouro da história.

Nos últimos três séculos, inúmeros caçadores de tesouros procuraram os restos do navio, mas só no fim de 2015 uma equipa internacional de cientistas encontrou local do naufrágio, com a ajuda do navio da marinha colombiana ARC Malpelo. O mítico San José foi encontrado a 600 metros de profundidade.

O REMUS 6000, famoso por ter ajudado a localizar os destroços do voo Air France 447 do Brasil para a França em 2009, entrou mais tarde em acção. “O REMUS 6000 foi a ferramenta ideal para o trabalho, já que é capaz de conduzir missões de longa duração, a grande profundidade, em grandes áreas”, diz Mike Purcell, líder de expedição.

O governo colombiano pretende agora construir um museu para acolher os restos do San José, incluindo os seus famosos canhões e valiosas cerâmicas cerâmicas.

fonte: ZAP

'OVNI supersónico' teria perseguido porta-aviões americano, divulga relatório do Pentágono


O objecto, que alegadamente era capaz de pairar no ar e tornar-se invisível, enganou os pilotos de caças da Marinha dos EUA durante manobras no Pacífico.

Um OVNI supersónico em forma de "pastilha Tic Tac" perseguiu um porta-aviões dos EUA ao longo de dias antes de desaparecer no ar, diz um relatório recente do Pentágono, citado pela edição The Sun.

O documento, divulgado pela estação de TV KLAS, revela como o USS Princeton, cruzador de mísseis guiados Estados Unidos, teve vários contactos por radar com aquilo que baptizou de Veículo Aéreo Anómalo (VAA).

Em novembro de 2004, o radar AN/SPY-1 do navio captou o objecto pairando a mais de 18 km antes de fazer uma descida abrupta até a superfície do mar em apenas alguns segundos. A velocidade com que se afastou foi tão grande que no momento os membros da tripulação pensaram que o objecto era um míssil balístico.

Dois dias depois, o veículo voltou a aparecer e foram enviados dois caças F-18 para interceptá-lo, mas os pilotos reportaram que o objecto se tinha tornado invisível. Entretanto, continuou sendo possível de detectá-lo por criar um distúrbio circular na água, entre "50 e 100 metros de diâmetro".

O objecto foi descrito como "branco sólido, liso, sem bordas… colorido homogeneamente sem naceles, pilones ou asas" e parecia "um ovo alongado ou uma [pastilha] Tic Tac", assegura um dos pilotos.

O relatório adianta que o submarino de ataque nuclear USS Louisville estava operando na mesma área, mas não detectou nenhum tipo de movimento.

Para mais, um avião de reconhecimento E-2C Hawkeye conseguiu detectar o objecto, mas não o fixar, sugerindo que ele teria capacidade de escapar a radares. Os tripulantes da mesma aeronave asseguraram que o veículo não corresponde "a nenhum avião conhecido em serviço dos EUA ou de outros países".


fonte: Sputnik News

Cientistas a um passo de descobrir a misteriosa origem dos Incas


Um grupo de pesquisadores do Peru acredita ter conseguido traçar as origens dos Incas através do DNA dos descendentes modernos dos seus imperadores.

Há centenas de anos que a civilização Inca fascina historiadores por todo o mundo, mas ainda muito pouco se sabe sobre a origem da maior civilização Pré-Hispânica das Américas. Um grupo de pesquisadores do Peru acredita agora ter conseguido traçar as origens dos Incas através do DNA dos descendentes modernos dos seus imperadores.

Todos os humanos carregam parte da codificação genética dos seus ancestrais e, frequentemente, os cientistas usam técnicas de genotipagem de DNA semelhantes às usadas neste estudo para determinar quais os genes herdados dos progenitores.

No caso da civilização Inca, esta análise foi estendida durante vários séculos. “É como um teste de paternidade, não entre pai e filho, mas entre os povos”, disse um dos pesquisadores, Ricardo Fujita, da Universidade de San Martin de Porres, no Peru, à AFP.

Existem duas lendas tradicionais comummente aceites sobre a origem desta civilização. A primeira acredita que os Incas são originários perto do Lago Titicaca, Puno, no sudeste do Peru; já a segunda, defende que a civilização descende de irmãos da região de Cusco, no centro do Peru.

Estes dois lugares, onde se acredita que possam ter surgido os primeiros Incas, foram fundamentais para a pesquisa. Os investigadores recolheram amostras de DNA dos habitantes de ambos os locais e, posteriormente, compararam a sua codificação genética com cerca de 3000 amostras de famílias atuais conhecidas como descentes de Incas.

De acordo com os investigadores, estes descendentes utilizados como amostra, também conhecidos como famílias “Panakas”, são a melhor ligação com o DNA da antiga nobreza Inca, pois a maioria dos cemitérios incas históricos e restos mumificados foram destruídos pelos conquistadores espanhóis que chegaram no século XVI.

Os resultados revelaram semelhanças genéticas entre as famílias Panakas e as que vivem em Puno e Cusco, mostrando que há alguma verdade nas lendas tradicionais. Mais do que isso: ambas as histórias podem até estar interligadas.

“Após três anos de rastreamento das impressões digitais genéticas dos descendentes, confirmamos que as duas lendas que explicam a origem da civilização Inca podem estar relacionadas”, explicou Fujita à AFP.

“Provavelmente a primeira migração veio da região de Puno e foi estabelecida em Pacaritambo por algumas décadas antes de ir para Cusco e fundar Tahuantinsuyo”, adiantou.

Tahuantinsuyo é o vasto império que os Incas governaram, estendendo-se desde o oeste da atual Argentina até ao norte da atual Colômbia – uma região com enormes dimensões para um povo que começou com pouco.

Algumas das conclusões foram publicadas em abril, na Molecular Genetics and Genomics, mas os investigadores anseiam em voltar atrás no tempo. Mesmo que as antigas múmias Incas tenham desaparecido para sempre, pode haver cemitérios onde restem ainda vestígios de DNA.

As novas técnicas de ponta hoje aplicadas no estudo do DNA – que pode ter até milhares de anos – estão a trazer uma nova visão do passado, permitindo melhor compreender a maneira como as civilizações se espalharam e migraram ao longos dos séculos.

Quanto mais dados os cientistas conseguirem recolher, quer em tamanho da amostra, quer em períodos de tempo cobertos, mais clara se tornará a janela do passado. Podemos ainda aprender muito mais sobre origem do grande império inca.

fonte: ZAP

Análise de sangue deteta cancro anos antes de começarem os sintomas


Chamam-lhe o "Santo Graal" da investigação sobre as doenças oncológicas e percebe-se porquê: trata-se de um teste ao sangue capaz de detetar 10 tipos de cancro anos antes de a pessoa ficar efetivamente doente

A biópsia líquida deteta minúsculas frações de ADN libertadas pelas células cancerígenas para a corrente sanguínea, tornando-se assim eficaz a detetar a doença muito antes dos primeiros sintomas. O teste vai ser apresentado no maior encontro de oncologistas do mundo, que decorre este fim-de-semana em Chigaco, EUA.

No estudo, liderado pelo Instituto Taussig da Clínica de Cleveland, Ohio, esta análise mostrou-se capaz de detetar traços genéticos de vários tipos de cancro, incluindo o da mama, do pâncreas e do ovário.

Os investigadores acreditam que a descoberta pode modificar drastricamente a luta contra o doença.

"Este é, potencialmente, o 'Santo Graal' da investigação do cancro, encontrar cancros que são atualmente difíceis de curar no seu início, quando são mais fáceis de tratar", congratula-se Eric Klein, o investigador que liderou o estudo. "Esperamos que este teste salve muitas vidas."

A investigação analisou os casos de mais de 1600 pessoas, das quais 749 não estavam doentes na altura do estudo e 878 que tinham acabado de ser diagnosticadas.

Foi nos cancros do pâncreas, do ovário, do fígado e da vesícula que o teste se revelou mais eficaz, encontrando os sinais precoces da doença em, pelo menos, quatro em cada cinco doentes. A taxa de correção no caso dos linfomas e mielomas foi ligeiramente inferior, na casa dos 77% e 73% respetivamente. No caso do cancro do intestino, a análise permitiu diagnosticar precocemente dois em cada três pacientes. No cancro do pulmão a taxa de deteção foi de 59%, e nos da cabeça e pescoço de 56 por cento.

fonte: Visão

Nem sexo, nem filhos: o sacrifício que os primeiros colonos de Marte terão que fazer


Os pioneiros do planeta vermelho não poderão fazer sexo e filhos, alertam os cientistas.

Qualquer plano de colonização para Marte no futuro próximo forçará os colonos a fazerem dois sacrifícios: não ter filhos e de abster-se de relacionamentos íntimos. Isso é divulgado num artigo publicado na revista Futures

"Claro, a existência de colónias autónomas em Marte seria impossível sem a possibilidade de procriação. No outro lado, a tentativa de praticar pode trazer vários problemas quase insolúveis ," diz Rafael Elias Marquez, Laboratório Nacional de Biociências brasileira, foi citado pela RIA Novosti

Humanidade, em busca de uma nova pátria 

Em setembro de 2016, o fundador e proprietário da SpaceX, Elon Musk, anunciou seus ambiciosos planos de colonizar o planeta vermelho. O projecto envolve o desenvolvimento de foguetes super pesados ​​e uma frota de milhares de espaço naves reutilizáveis ​​que levarão quase um milhão de pessoas para Marte até o final do século. 

O principal objectivo levantado por Musk é criar uma cidade em Marte independente e autónoma da Terra. Finja que a cidade é povoada por um milhão de pessoas e que tem tudo o que é necessário para os seres humanos, para viver lá seja como fazê-lo em nosso planeta.

Márquez e seus colegas trabalham nessa mesma linha, mas estão cientes das dificuldades biológicas que nossa espécie tem para viver em outro planeta.

fonte: RT

Civilização Chinesa fixa oficialmente a sua idade em 5.800 anos


Os detalhes da investigação foram anunciados numa conferência de imprensa do Conselho de Estado, na qual o vice-diretor da Administração Estatal de Património Cultural, Guan Qiang, explicou que “os primeiros sinais de civilização emergiram há 5.800 anos” nas áreas dos rios Amarelo, Yangtsé e Liao Ocidental.

Outras regiões da China desenvolveram culturas igualmente avançadas há 5.300 anos, e há “3.800 anos atrás, uma civilização mais madura desenvolveu-se nas planícies centrais e começou a influenciar culturalmente regiões circundantes”, ressaltou o especialista.

A conclusão é o fruto de um programa, lançado pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, que visou procurar a origem e desenvolvimento da China, iniciado em 2001 e terminado em 2016, no qual também participaram os Ministérios da Educação e Finanças, assim como as diversas academias estatais de ciências, entre outras instituições.

A investigação foi liderada por especialistas do Instituto de Arqueologia da Academia de Ciências Sociais da China e pela Universidade de Pequim, com destacados responsáveis como os arqueólogos Yan Wenming, Li Boqian e Zhu Fenghan.

“Durante um longo período de tempo houve falta de provas materiais e de conhecimento sistemático sobre a origem e desenvolvimento da civilização oriental, simbolizada pela China”, admitiu Guan.

“A situação começou a mudar com os trabalhos arqueológicos que começaram na China nos anos 20 do século passado”, disse o vice-diretor de património cultural.

Até agora, considerava-se que a civilização chinesa tinha “mais de 5.000 anos de história”, apesar de existirem diversas teorias sobre a sua origem, já que se seguiram critérios diferentes – manifestações escritas, artísticas, ferramentas- para considerar o nascimento da cultura oriental.

No trabalho apresentado unificam-se as diversas formas de civilização encontradas em diferentes regiões da atual China, em vez de só considerar a região do rio Amarelo, situado no norte do país, conhecido tradicionalmente como o verdadeiro berço cultural nacional.

“Várias áreas através da vasta terra da China mostraram diferenças em questão de ambiente, economia, sociedade e religião nos seus períodos formativos”, reconheceu Guan que, no entanto, afirmou a existência de uma “unidade na diversidade“.

“Eventualmente, desenvolveu-se um núcleo de civilização representado pela cultura Erlitou”, acrescentou o especialista, referindo-se a culturas pertencentes à idade de Bronze na bacia do rio Amarelo que, na China, são também conhecidas como as dinastias quase lendárias Xia, Shang e Zhou.

Guan também afirmou que a civilização chinesa recebeu durante o seu desenvolvimento importantes influências de culturas estrangeiras, tais como o cultivo de trigo, a domesticação de gado e a própria utilização do bronze, usos importados de povos da Ásia Central e Ocidental.

fonte: ZAP