sexta-feira, 18 de maio de 2018

Foi resolvido o mistério do voo MH370? Especialistas acreditam que sim


O programa australiano 60 minutos reuniu um painel de especialistas que acredita ter desfeito o mistério do desaparecimento do Boeing 777 da Malaysia Airlines há quatro anos, em março de 2014.

É um dos maiores mistérios da aviação moderna e quatro anos volvidos continua sem solução à vista… ou continuava. As operações de buscas pelo avião que descolou da Malásia e rumava a Pequim já foram suspensas em janeiro, mas um grupo de especialistas em aviação civil acredita ter conseguido resolver o mistério.

Os especialistas revelaram que a tese mais plausível seria a de que o piloto do voo MH370, Zaharie Ahmad Shah, de 53 anos – que acumulava já quase 20 mil horas de voo, pelo que não era, de todo, inexperiente -, terá sido o responsável pelo desaparecimento da aeronave que culminou na morte de todas as 238 pessoas que seguiam viagem ali, num ato “planeado, deliberado”, explicaram.

A teoria a que estes especialistas chegaram agora aponta então para o suicídio do piloto, antecedido por um ato premeditado de homicídio em massa, cita a Visão.

Para isso, Zaharie terá provocado a despressurização da cabine, deixando todos os ocupantes inconscientes, à exceção do próprio piloto que usaria uma máscara de oxigénio.

Os especialistas acreditam que o piloto quis, antes de se suicidar, despedir-se da sua terra natal, a cidade malaia Penang, gesto que ficou marcado nos radares, quando o avião se inclinou sobre a cidade.

De acordo com a teoria, o piloto desligou o sistema de comunicação deliberadamentee, devido à sua já longa experiência, sabia exatamente o que fazer para não deixar pistas. “Se me pagassem para fazer desaparecer um Boeing 777, eu teria feito exatamente o mesmo. Foi tudo muito preciso”, explicou um dos especialistas.

Esta não é, no entanto, uma hipótese nova. O piloto estar na origem do desaparecimento do Boeing já tinha sido uma teoria abordada durante as investigação, que incluíram buscas na sua casa e na do copiloto Fariq Abdul Hamid.

Na casa de Zaharie foi encontrado um simulador de voo construído pelo próprio no qual estava inserida a rota de desvio. No entanto, as autoridades não confirmam a teoria apresentada pelo grupo de especialistas.


fonte: ZAP

Revelado 'candidato número 1' do Sistema Solar para abrigar vida extraterrestre


O satélite de Júpiter, chamado Europa, é o principal candidato para a existência de vida, afirmou nesta segunda-feira (14) a edição The Guardian, citando cientistas da NASA.

A sonda da agência espacial norte-americana Galileu que estava explorando o citado corpo celestial, passou através de uma coluna gigante de vapor de água que emergiu da superfície gelada do astro e tinha uma extensão de centenas de quilómetros. 

A descoberta reforçou a opinião de vários cientistas de que a Europa, descoberta pelo astrónomo italiano Galileu Galilei em 1610, é o lugar mais promissor do Sistema Solar para abrigar a vida alienígena.

Caso estes gêiseres (jactos de água quente que irrompem do solo) sejam comuns na Europa, as missões da NASA e da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) poderiam voar ao local para procurar sinais de vida num vasto oceano subterrâneo que contém duas vezes mais água do que todos os oceanos da Terra.

No entanto, a lua de Júpiter não parece ser um lugar ideal para viver. A temperatura da superfície nunca ultrapassa 160 graus Celsius e o calor existente vem em grande parte da maré impulsionada pelas enormes forças gravitacionais de Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar.

Se a vida na Europa existe, ela pode estar se concentrando em torno de fontes hidrotermais no fundo do oceano, num mundo gelado e nocturno, dizem os cientistas.

Em 2016, o telescópio Hubble detectou a presença de um jacto de líquido na superfície da Europa, o que indicava a presença de uma reserva de água debaixo da superfície lunar desse gigante gasoso.

fonte: Sputnik News

Menino de três anos sobrevive a queda de cascata



Testemunha diz ter sido um verdadeiro milagre. 

Um menino de três anos sobreviveu a uma queda de 45 metros de altura numa cascata no norte do País de Gales, ao sair ileso com apenas um arranhão na cara. 

"Ouvi os gritos e vi um homem a trazer o menino para fora da água. Pensei que estivesse morto, ele parecia azul", confessou Phil Facey, testemunha no local, ao The Sun. 

A tia do menino também caiu à água, mas terá caído numa árvore e sido resgatada por um alpinista. O menino foi retirado por outro turista. 

 Uma ambulância aérea demorou cerca de 20 minutos a chegar ao local. 

"O menino ficou chocado e tonto. Os médicos permaneceram lá durante 45 minutos antes de permitir que ele voltasse para casa. Foi um milagre que ambos tenham sobrevivido, senti que foi algo divino que os protegeu", sublinhou a testemunha. 


quarta-feira, 9 de maio de 2018

Manuscritos medievais podem dar pistas sobre localização do misterioso Planeta X


Uma historiadora e um astrónomo cruzaram registos antigos de cometas com imagens contemporâneas "que foram ignorados durante muito tempo".

Pesquisadores da Universidade de Queen, Belfast (Reino Unido) garantem que registos astronómicos medievais podem fornecer pistas para a localização do misterioso Planeta X no Sistema Solar, que presumidamente poderia orbitar para além de Neptuno.

A hipótese surgiu depois que Marilina Cesario, historiadora medieval, e o astrónomo Pedro Lacerda participaram num projecto conjunto para revelar como as pessoas da Idade Média observavam cometas. Como parte do estudo, eles cruzaram antigos registos de cometas com imagens contemporâneas, algumas delas fornecidas pela NASA, reporta o portal Live Science.

"Temos uma ampla quantidade de registos históricos de cometas em inglês e irlandês antigos, latim e russo que foram ignorados por muito tempo", disse Cesario, que acrescenta que os documentos incluem datas e horas úteis para os astrónomos modernos.

Por sua vez, Lacerda sublinha que a informação recompilada poderia ser usada como uma ferramenta.

"Podemos considerar as órbitas de cometas conhecidos agora e usar um computador para calcular os períodos em que esses cometas teriam sido visíveis no céu durante a Idade Média", disse ele.

Os cientistas suspeitam da existência do Planeta 9, porque explicaria algumas da forças gravitacionais observadas no Cinturão de Kuiper, um disco de espalhamento, que fica além da órbita de Neptuno e que poderia ser a fonte dos cometas de período curto.

"Qualquer indicação de que se precisa o 'Planeta Nove' para se adequar aos alcances de cometas registados na Idade Média, será um resultado único e certamente terá um impacto significativo na nossa compreensão de Sistema Solar", concluiu o astrónomo.

fonte: Sputnik News

'OVNI triangular' aparece absorvendo energia de relâmpago


Usuários do YouTube ficaram perplexos com um vídeo mostrando um "OVNI triangular" que teria passado através de um relâmpago no céu da República Checa, escreve o jornal Daily Star.

Segundo o canal Secureteam10, que publicou o vídeo, o suposto OVNI estaria extraindo energia de um relâmpago ao atravessá-lo, utilizando uma tecnologia avançada — um feito que nenhuma aeronave contruída pelo homem poderia realizar.

Tyler Glockner, outro membro da equipe Secureteam10, acredita que a misteriosa aeronave estaria simplesmente viajando através do relâmpago.

"Hoje fizemos mais uma captura incrível. Outro destes objetos atingido ou pego, ou talvez tirando energia de mais um destes relâmpagos […] enquanto estava caindo sobre a República Checa", comentou Glockner.

O vídeo tornou-se viral no YouTube, obtendo mais de 225 mil visualizações em menos de um dia após a publicação, segundo o jornal britânico.

Comentando sobre a gravação, internautas como sempre se divergiram em grupos de opiniões: uns ficaram emocionados e até mesmo perplexos com o facto de um relâmpago ter essa forma, já outros ficaram em dúvida.

"A forma triangular está localizada onde a ponta da nuvem se encontra com o raio vindo do chão. Isso acontece com todo relâmpago. Mas é que geralmente não se parece com um triângulo", escreveu um internauta.

O canal Secureteam10 é conhecido por publicar gravações mostrando capturas de OVNIs e sinais de vida extraterrestre.


fonte: Sputnik News

O túmulo de Tutankamon não tem mais segredos para revelar


Hipótese de que existiriam ainda câmaras escondidas na sepultura do faraó egípcio foi agora descartada

Uma equipa de investigadores italianos descartou a possibilidade da existência de câmaras ocultas no túmulo do faraó Tutankamon, hipótese que entusiasmou nos últimos anos os meios académicos, anunciaram as autoridades egípcias.

Os investigadores da Universidade Politécnica de Turim, liderados por Francesco Porcelli, usaram um radar de precisão que consegue detetar através das rochas, segundo um comunicado do Ministério de Antiguidades, do Egito, citado pela agência noticiosa espanhola Efe.

Segundo a mesma fonte, não há qualquer evidência de descontinuidades nas paredes do túmulo, tendo sido identificada a transição da rocha natural para as estruturas que constituem as paredes da sepultura.

Não há nenhuma evidência da existência de batentes ou umbrais das portas, ou "refletores planos", o que poderia indicar a existência de paredes de uma câmara funerária ou áreas vazias escondidas, por detrás das pinturas a fresco que adornam as paredes da tumba do jovem faraó.

Porcelli afirmou que os testes são "conclusivos" e que pode ser descartada "com um elevado grau de confiança" a hipótese da existência de câmaras escondidas ou corredores adjacentes à tumba.

Este é o terceiro estudo por radar realizado nos últimos anos no local, concretizado para pôr termo à controvérsia gerada pelos resultados contraditórios dos dois primeiros, feitos por uma equipa japonesa e outra norte-americana.

Estas investigações foram efetuadas para tentar confirmar a hipótese formulada em 2015 pelo egiptólogo britânico Nicholas Reeves, que sugeriu que a câmara funerária da rainha Nefertiti poderia estar ocultada por detrás das paredes norte e oeste do túmulo.

A suposição de Reeves baseou-se numa racha na parede do lado norte do sepulcro do "faraó menino" que seria uma porta selada e que levaria a uma possível câmara escondida.

Tutankamon terá nascido em 1346 antes de Cristo (A.C.) e morreu em 1327 A.C., aos 19 anos, tendo reinado entre os anos de 1336 e 1327 A.C.. Sucedeu ao seu pai, o faraó Akhenaton, mas tem suscitado várias dúvidas entre os egiptólogos.

Tutankamon foi o último faraó da XVIII dinastia e durante o seu curto reinado recuperou Memphis como capital do Egito e retomou o politeísmo, abandonado pelo pai, que proclamara Aton como o único deus.

O túmulo de Tutankhamon, no Vale dos Reis, atual Luxor, descoberto em 1922, foi o primeiro de um faraó encontrado intacto, pois todos os outros túmulos reais tinham sido saqueados em maior ou menor grau séculos atrás.


sábado, 5 de maio de 2018

Ídolo do demónio pode ser primeiro indício de civilização na Terra

Ídolo de Shigir

Arqueólogos russos e alemães determinaram a idade do famoso ídolo de Shigir, uma das mais antigas esculturas conhecidas na Terra, informa um artigo publicado na revista Antiquity.

Acredita-se que o ídolo representa os espíritos malignos e o demónio da floresta que frequentemente arruinavam a vida dos primeiros habitantes dos Urais.

O objeto de madeira esculpida foi descoberto na turfeira de Shigir na região de Sverdlovsk, nos Urais, no final do século XIX, e permanece sendo um dos exemplos mais antigos conhecidos de escultura antropomórfica monumental. Esse objeto é considerado quase três vezes mais antigo que as pirâmides egípcias. Atualmente, ele é exibido em um dos museus de Ekaterinburgo.


Graças a técnicas recentes foram descobertas imagens na superfície da escultura, permitindo ainda estabelecer que ela foi feita em algum momento no Holoceno inicial, entre 11.500 e 11.600 anos atrás.

As primeiras análises mostraram que a escultura foi feita inteiramente de madeira de lariço e construída a partir de várias peças. Ela foi preservada por milhares de anos em virtude das propriedades antimicrobianas da turfa. A escultura está coberta de marcas, algumas das quais representam pequenos rostos humanos.

Em 1997, uma equipe de arqueólogos russos usou a datação por radiocarbono para estimar a idade do ídolo e concluiu que ele tinha aproximadamente 9.500 anos de idade. No entanto, pesquisadores alemães recentemente manifestaram interesse pelo ídolo e o estudaram por meio de tecnologias mais avançadas.


Através do método de espectrometria de massas, a equipe descobriu que a verdadeira idade do ídolo é compreendida entre 11.500 e 11.600 anos, tendo sua criação ocorrido por volta do final da Idade do Gelo.

Segundo os arqueólogos, essa datação alterou tudo: o ídolo de Shigir acabou por ter a mesma idade que os mais antigos monumentos religiosos da Terra encontrados no assentamento de Gobekli Tepe, na Anatólia, em 1960.

Gobekli Tepe, assim como vários outros assentamentos de povos antigos no norte da Turquia, atualmente são considerados os vestígios mais antigos de existência dos primeiros rudimentos da civilização, religião e cultura na Terra. Artefatos locais, incluindo crânios decorados e colunas de três a quatro metros de altura, estão cobertos com quase os mesmos padrões que a estátua do "Diabo dos Urais", indicando a existência de uma conexão entre eles, explicam os historiadores.

A principal diferença é que os habitantes da Anatólia eram agricultores, enquanto os autores do ídolo de Shigir eram caçadores-coletores.

O nascimento da civilização, da religião e da cultura é tradicionalmente associado ao surgimento da agricultura. No entanto, a descoberta dos arqueólogos russos e alemães colocou em dúvida essa ideia e nos faz pensar novamente sobre como a civilização e a cultura surgiram.

fonte: Sputnik News

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Irmãos com dentes pontiagudos comparados a fantasmas


Jovens sofrem de uma doença genética rara e são gozados pelos colegas.

Dois irmãos indianos são humilhados na escola por terem certas características que os assemelham a "fantasmas". Mushtaq e Ashfaq Khan, de oito e onze anos, sofrem de uma doença genética rara, Displasia Ectodérmica Hipoidrótica, que causa um formato pontiagudo nos dentes e torna o cabelo muito fino. 

Numa entrevista ao Daily Mail, o rapaz mais velho revelou que os colegas não os incluem nas brincadeiras e que estão constantemente a chamarem-lhes nomes menos agradáveis. 

"Não queremos continuar a estudar. Sentimo-nos humilhados na escola", rematou Ashfaq à mesma publicação. 

Segundo a mãe dos meninos, não é possível sujeitá-los ao tratamento que necessitam por não terem condições monetárias. "Somos muito pobres. Não temos objetos básicos como um frigorífico ou uma ventoinha", admitiu. 

Para o médico da vila, Mukesh, há a possibilidade de o estado de saúde dos irmãos piorar visto que não estão a receber o tratamento médico que precisam.