sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Espectacular OVNI ou Meteorito a cair na Terra????

Resultado de imagem para Spectacular UFO Crash! Burning UFO or Meteorite lands in Fields, Feb 2017


02-01-2017 - Fui para o campo à noite para filmar uma bela Lua sobre os campos e testar uma nova lente que eu tinha comprado para a minha câmara Sony A7S. 

Depois de alguns vídeos e fotos, eu comecei a gravar ao acaso o lunar, quando uma luz brilhante incrível caiu no chão. 

Parecia muito grande, mas não muito longe da minha localização. O objecto estava a brilhar como um meteoro ou um objecto em chamas. Provavelmente caiu nos grandes campos à minha frente. 

O objecto literalmente saiu do nada, (basicamente do céu), assim como um meteoro / meteorito faria isto? Foi totalmente silencioso.

fonte: Youtube

Fenda numa das barreiras de gelo com aumento muito rápido


Se uma barreira de gelo como esta se separar, o movimento dos glaciares localizados nas imediações pode acelerar-se

A Agência Espacial Europeia (ESA) alertou hoje que uma das três fendas existentes na barreira de gelo Larsen, na Antártida, tem vindo a crescer "mais rapidamente que nunca" e está prestes a provocar a sua separação da costa.


Se uma barreira de gelo como esta se separar, o movimento dos glaciares localizados nas imediações pode acelerar-se, o que levaria à subida do nível do mar, alertaram especialistas daquela entidade.

A fenda no segmento Larsen C avançou cerca de 60 quilómetros desde janeiro de 2016 e 20 quilómetros desde o início de janeiro deste ano, atingindo já cerca de 175 quilómetros.

"Quando o icebergue se separar definitivamente da barreira de gelo, será um dos maiores jamais registados, embora seja difícil de prever quando vai acontecer", referiu a ESA em comunicado.

Segundo a informação, a plataforma de gelo, de 350 metros de espessura, está unida à península antártica apenas por um ponto.

As plataformas de gelo são as porções da Antártida em que a camada de gelo está sobre o oceano e não sobre o solo.

A ESA apontou que as barreiras Larsen A e Larsen B seguiram um processo semelhante, com fragmentações em 1995 e 2002, respetivamente.

Estes "diques" de gelo estão ligados aos glaciares em terra firme, desempenhando um papel importante como barreiras de contenção do gelo que se solta no mar.

No início de janeiro, cientistas da Universidade de Swansea, no País de Gales, no Reino Unido, tinham anunciado que um icebergue com cerca de 5.000 quilómetros quadrados, considerado um dos dez maiores jamais registados, estava perto de se desprender da Antártida.

Referiam-se a uma comprida fenda no segmento Larsen C, localizado na costa oriental da península antártica, que tinha aumentado rapidamente em dezembro.

Segundo estimativas dos especialistas, se o gelo retido pela barreira Larsen C chegar ao mar, o nível dos oceanos poderá subir cerca de dez centímetros.


Identificadas variações genéticas que controlam a altura humana


Com esta informação, cientistas podem procurar identificar as variações genéticas que podem influenciar o risco de desenvolvimento de algumas doenças

Um estudo internacional, hoje publicado na revista Nature, identificou 83 variações genéticas que controlam a altura humana, numa técnica que abre caminho à investigação sobre indicadores de doenças.

"A ideia era que, se pudéssemos compreender a genética da altura humana, poderíamos aplicar este conhecimento para desenvolver ferramentas genéticas para prever outras características ou o risco de desenvolvimento de doenças comuns", assinalou um dos coordenadores do estudo, Guillaume Lettre, professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Montreal, no Canadá.

Para Panos Deloukas, outro coordenador do estudo e professor na Universidade Queen Mary de Londres, no Reino Unido, torna-se agora possível "começar a identificar variações genéticas que podem influenciar o risco de desenvolvimento de doenças comuns como a diabetes, o cancro e a esquizofrenia".

A investigação envolveu mais de 300 cientistas de cinco continentes e 700 mil participantes e algumas das variações genéticas descobertas influenciam a altura de adultos em mais de dois centímetros.

Segundo Guillaume Lettre, os genes afetados por estas variações modulam o desenvolvimento dos ossos e das cartilagens e a produção e ativação da hormona do crescimento.

Para descobrir as 83 variações genéticas, a equipa de investigadores mediu a presença de 250 mil variações no ADN (informação genética) dos 700 mil voluntários.

No caso da altura, os cientistas encontraram vários genes que podem ser bons alvos para tratamentos de problemas de crescimento em crianças e concluíram que as variações genéticas que inativam o gene STC2 aumentam a altura das pessoas que os têm no seu ADN, ao atuarem sobre determinados fatores de crescimento.


Investigadores descobriram restos de um antigo continente


Um grupo de investigadores descobriu restos de um antigo continente, sob as águas das ilhas Maurícias, no oceano Índico. Com o nome de Gondwana, o continente ter-se-á desintegrado há 200 milhões de anos, quando o Madagáscar e a Índia se separaram.

Publicada na revista Nature, a descoberta acontece depois de ter sido encontrado zircónio com três mil milhões de anos, sobre a superfície das ilhas Maurícias.

O grupo de cientistas constatou que não é normal encontrar restos deste antigo mineral na numa ilha tão nova. Deste modo, concluíram que os restos encontrados no oceano Indico são uma parte de crosta, que mais tarde foi coberta por lava, durante as erupções vulcânicas na ilha.

"As Maurícias são uma ilha, e não existem rochas com mais de nove mil milhões de anos na ilha", disse o investigador Lewis Ashwal da Universidade sul-africana de Witwatersrand. "Contudo, ao estudarmos as rochas na ilha, descobrimos o zircónio com quase três mil milhões de anos."

Em tempos, o mundo foi formado por uma gigante massa terrestre, chamada Pangea, que foi separando-se lentamente até formar os continentes conhecidos hoje em dia.

Acredita-se que a Mauritia fez parte de uma "super-continente" chamado Gondwana, que se juntou com o Pangea e mais tarde se separou, formando assim a América do Sul, a Antártida, a África, o Madagáscar e a Austrália.

fonte: SIC Noticias

Destroços de submarino alemão da II Guerra encontrados no mar dos Açores


Submarino alemão "U-581" foi afundado em 1942 pela própria tripulação junto à ilha do Pico, após ter sido perseguido e atacado pelo navio inglês "HMS Westcott"

Os destroços do submarino alemão "U-581", utilizado na II Guerra Mundial, foram encontrados a quase 900 metros de profundidade no mar dos Açores por uma equipa de investigadores da Fundação Rebikoff-Niggeler, foi hoje anunciado.

"A descoberta foi feita no dia 13 de setembro de 2016. O naufrágio do submarino encontra-se a sul [de São Mateus] da ilha do Pico, nos Açores", afirmou em declarações à agência Lusa Kirsten Jakobsen, que conjuntamente com o marido Joachim Jakobsen, encontrou os destroços do submarino, entretanto transformados "num autêntico recife de coral de águas frias".



A alemã Kristen Jakobsen, que vive há 17 anos na ilha do Faial, adiantou que o submarino alemão "U-581" foi afundado a 02 de fevereiro de 1942 pela própria tripulação junto à ilha do Pico, após ter sido perseguido e atacado pelo navio inglês "HMS Westcott".

"O naufrágio transformou-se num autêntico recife de coral de águas frias. Está a 870 metros de profundidade e é uma oportunidade [para estudo científico] grande, porque foi colonizada por corais, sobretudo esponjas", referiu Kristen Jakobsen, sublinhando que "estamos perante ecossistemas vulneráveis" dos quais "se sabe ainda muito pouco sobre as taxas de crescimento".

Numa primeira fase, decorrida entre março e setembro de 2016, a equipa da Fundação Rebikoff-Niggeler localizou o sítio dos destroços do "U-581", primeiro estudando os relatórios sobre o afundamento e, a seguir, usando equipamentos de alta tecnologia, incluindo métodos de deteção remota com sonar multifeixe e sonar de varrimento lateral.

Em comunicado, a Fundação Rebikoff-Niggeler explica que Kirsten e Joachim Jakobsen verificaram a posição dos destroços do submarino utilizando o submersível tripulado "LULA1000" e que a prospeção decorreu com "a devida autorização da Direção Regional da Cultura do Governo Regional dos Açores".

"Usámos tecnologias acústicas remotas para a busca e, devido à grande vigia panorâmica do nosso submersível, conseguimos encontrar visualmente o naufrágio", precisou Joachim Jakobsen no comunicado.

Para Kristen Jakobsen, que desenvolve com o marido tecnologia para investigação subaquática do meio marinho profundo, o facto de os destroços estarem no fundo do mar é por si só "uma razão de proteção e salvaguarda" deste património, que "vai agora ser estudado no seu âmbito histórico, social e também do ponto de vista da biologia marinha".

A Fundação Rebikoff-Niggeler é uma instituição de utilidade pública com sede na ilha do Faial. Opera o único submersível tripulado de investigação existente em Portugal, o "LULA1000", com capacidade para mergulhar até 1000 metros de profundidade, com uma tripulação de três pessoas.

Além dos projetos de investigação científica e mapeamento de habitats do mar profundo, o "LULA1000" tem sido utilizado para realizar filmagens para documentários, em canais como a BBC, a National Geographic e outros.


A organização secreta Illuminati está no Facebook


A página até recebeu a verificação da rede social, o que comprova que é oficial.

A organização dos Illuminati está envolvida nas mais variadas teorias da conspiração, com muitos a acreditarem que esta organização secreta é quem controla alguns dos maiores governos do mundo. Pois bem, a organização secreta acabou de ganhar uma página no Facebook. E é oficial.

Como nota o Metro, a página The Illuminati teve até direito ao marcador azul no final do nome, o que indica que a página é reconhecida como oficial por parte do Facebook, rede social onde esta página está agora acessível a milhares de milhões de pessoas em todo o mundo.

Mas o que pode encontrar nesta página? Além de informação verificada (e oficial) desta página sobre a organização e as suas iniciativas, poderá ainda comprar merchandising contendo o o popular símbolo da pirâmide com o olho.


Nova galáxia localizada a 359 milhões de anos luz da Terra


Uma galáxia chamada PGC 1000714 foi descoberta e, segundo os cientistas, parece pertencer a um grupo raro de que fazem parte apenas 0,1% das galáxias conhecidas.

Cientistas da Universidade do Minesota Duluth e do Museu de Ciências Naturais da Carolina do Norte deram uma primeira descrição desta galáxia com um núcleo elíptico bem definido rodeado de dois anéis circulares. "A galáxia parece pertencer a uma classe raramente observada, do tipo Hoag", refere um comunicado citado pela agência Efe.

"Menos de 0,1% de todas as galáxias observadas são do tipo Hoag", indicou a autora principal do estudo, Burcin Mutlu-Pakdil, do Instituto de Astrofísica da Universidade do Minesota. As galáxias do tipo Hoag têm um núcleo circular rodeado por um anel e sem nada visível que ligue ambas as partes, enquanto a maior parte das observadas são como a Via Láctea, de forma espiral.

Os investigadores recolheram imagens da galáxia que apenas se pode observar com facilidade desde o hemisfério Sul, com um grande telescópio nas montanhas do Chile. Essas imagens serviram para determinar a idade das duas principais partes da galáxia: o anel exterior e o corpo central. Mas também descobriram provas de um segundo anel interior em torno do corpo central, segundo o comunicado.

Embora os astrofísicos já tenham observado galáxias com um anel azul em torno de um corpo central vermelho, neste caso a característica especial é que parece existir um anel interior mais antigo e difuso, disse Patrick Treauthardt, do Museu de Ciências Naturais da Carolina do Norte.

Os anéis das galáxias com regiões de onde as estrelas se formaram a partir de gás e as diferentes cores dos discos internos e externos sugerem que a PGC 1000714 passou por dois períodos diferentes de formação.

Apesar de pelas imagens iniciais não ser possível saber quando se formaram os discos desta galáxia, os peritos consideram que o anel exterior pode ser resultado da incorporação de troços de uma galáxia anã próxima e rica em gás.

"Sempre que encontramos um objeto único ou estranho para estudar, desafia as nossas atuais teorias e hipóteses sobre como funciona o universo. Normalmente diz-nos que ainda temos muitas coisas para aprender", acrescentou.

fonte: TSF

Costela de dinossauro guarda restos de tecido mole mais antigo já encontrado



A costela de um dinossauro herbívoro de pescoço longo que viveu há 195 milhões de anos forneceu o que pode ser o vestígio de tecido mole mais antigo já recuperado, disseram cientistas na terça-feira (31).

A descoberta promete uma chance de extrair pistas raras sobre a biologia e a evolução de animais extintos há muito tempo, de acordo com uma equipe de pesquisadores na revista científica Nature Communications.

Essas informações são, em sua maioria, ausentes em esqueletos duros preservados, que formam a maior parte dos registros fósseis.

"Nós mostramos a presença de proteína preservada em um dinossauro de 195 milhões de anos, pelo menos 120 milhões de anos mais antiga do que qualquer outra descoberta similar", disse à AFP o coautor do estudo Robert Reisz, da Universidade de Toronto Mississauga.

"Essas proteínas são os blocos de construção dos tecidos moles de animais, e é emocionante entender como eles foram preservados", acrescentou.

Reisz e uma equipe escanearam um osso de costela de Lufengossauro, um dinossauro comum no período Jurássico Inferior, que media até oito metros de comprimento.
 
Os pesquisadores usaram um feixe de fótons no Centro Nacional de Pesquisa de Radiação Síncrotron em Taiwan para examinar o interior do osso, especificamente seus conteúdos químicos.

Eles encontraram evidências de proteínas de colágeno dentro de pequenos canais na costela e concluíram que se tratava "provavelmente de restos dos vasos sanguíneos que forneciam sangue para as células ósseas do dinossauro vivo".

A maioria dos estudos anteriores extraíram restos orgânicos através da dissolução de outras partes do fóssil, disse a equipe.

Com o método síncrotron, isso não é necessário, e até mesmo os restos mais antigos podem ser revelados sem danificar os ossos de dinossauros.

A descoberta mais antiga anterior de suspeita de hemácias e fibras de colágeno foi relatada em 2013, em dinossauros que viveram cerca de 75 milhões de anos atrás.

Proteínas e outros resíduos orgânicos geralmente se decompõem logo após a morte de um animal. Durante a fossilização, o espaço que este material ocupa no interior do osso é preenchido por depósitos minerais transportados por águas subterrâneas.

Portanto, é muito raro encontrar tecidos moles fossilizados.

fonte: UOL