sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Mais de 330 baleias são encontradas mortas na Patagónia chilena





Mais de 330 baleias mortas foram encontradas desde abril deste ano numa baía afastada da Patagónia chilena, no caso de encalhamento de cetáceos mais numeroso já registado - revelou à AFP um dos cientistas que participaram da descoberta.

"Parecia uma imagem apocalíptica. Nunca havia visto algo parecido", disse à AFP Vreni Häussermann, diretora do Centro Científico Huinay, que participou da expedição.

Em abril passado, mais de 20 baleias da espécie Sei - de aproximadamente 10 metros de comprimento - foram dadas como mortas depois de encalharem no norte do Golfo de Penas, na Patagónia chilena, a mais ou menos 1.950 quilómetros ao sul de Santiago.

Mas um posterior sobrevoo na área, realizado em junho por uma equipa de cientistas encabeçada por Häussermann, constatou que o número de espécies mortas era muito mais elevado.

"Pudemos contabilizar 337 baleias mortas, incluindo cadáveres e esqueletos", disse a cientista à AFP. Mas "ainda há muitas áreas em que não pudemos chegar, é provável que haja mais baleias mortas", acrescentou.

A causa do encalhamento massivo, um dos maiores já registados, será revelada pela revista National Geographic - que financiou o sobrevoo - em sua próxima edição.

fonte: UOL

Luz verde aparece na Lua e deixa astrónomos intrigados




De acordo com especialistas, por conta da distância, é quase impossível que ela seja fruto de qualquer reflexo vindo da Terra.


fonte: Yahoo!

Rato 'mutante' assusta estudantes





Os estudantes ficaram em choque quando apanharam o rato gigante

Animal invadiu campus universitário na China. 

Estudantes de medicina da Universidade de Wenzhou, na China, ficaram em choque ao encontrarem um rato gigante, que pensavam ser um mutante resultado de testes de laboratório. Era afinal um coypu, conhecido por rato gigante do rio.


Doze mil pedras numa só vesícula


Minati Mondal tinha 11 950 pedras na vesícula

Médicos garantem que é um número recorde. O diagnóstico feito a uma mulher de 51 anos, que sofria de dores no estômago e refluxo ácido, surpreendeu os médicos que a trataram: Minati Mondal tinha 11 950 pedras na vesícula, um verdadeiro recorde. 

"Fiquei espantado com o elevado número de pedras que extraímos da vesícula biliar desta paciente. Nunca imaginara que uma vesícula biliar poderia ter tantas pedras", afirmou Makhan Lala Saha, um cirurgião do hospital onde Mondal foi operada.


Encontrada a cratera causada pela queda da Apollo 16


Onde tinha caído o foguete que ajudou a levar a Apollo 16 até à Lua? Demorou 44 anos, mas um cientista garante que identificou a cratera.

O físico Jeff Plescia, da Universidade John Hopkins (EUA), garante que conseguiu identificar o local da Lua onde caiu um dos foguetes auxiliares da missão Apollo 16.

A partir da análise de imagens em alta resolução, capturadas pelo Lunar Reconnaissance Orbiter, da NASA, terá sido possível identificar a cratera.

A NASA pretendia deixar cair o foguete em causa na Lusa de propósito, com o objetivo de fazer medições sísmicas.

Mas alguma coisa correu mal e perderam-se as comunicações - o foguetão foi dado como desaparecido.

A Apollo 16 chegou à Lua em abril de 1972, naquela que acabou por ser a penúltima missão do programa da NASA na Lua.

fonte: TSF

Há evidências de trauma no Santo Sudário


Pelos vistos não há evidências que provem a ligação do Santo Sudário a Jesus Cristo, mas os cientistas não desistem de analisar o lençol.

Agora foram cientistas italianos que encontraram dados que podem levar a concluir que houve um espancamento da pessoa que utilizou o lençol. Jesus Cristo?

A partir de um estudo cefalométrico ao Sudário de Turim (realizado com uma fotografia de 1931), os investigadores concluem que o tecido teria sido utilizado para cobrir o corpo de alguém, após a sua morte.

A equipa encontrou provas de uma luxação da articulação temporomandibular, que teria sido provocada por golpes dados no rosto da pessoa em causa.

fonte: TSF

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Homem morre ao ser atingido por mulher que se tentou suicidar

An OAP died whilst sitting on a bench after being hit by a woman who jumped from a seventh-floor balcony and survived in Alicante

An OAP died whilst sitting on a bench after being hit by a woman who jumped from a seventh-floor balcony and survived in Alicante

An OAP died whilst sitting on a bench after being hit by a woman who jumped from a seventh-floor balcony and survived in Alicante

Um homem morreu, esta quarta-feira, em Alicante, Espanha, ao ser atingido por uma mulher que se atirou de um sétimo andar, aparentemente para se suicidar.

O indivíduo, de 80 anos, estava sentado num banco de jardim, acompanhado pela mulher, quando, pelas 11 horas, foi atingido mortalmente por uma espanhola de 48 anos.

Duas mulheres foram transportadas para o hospital. A que se tentou suicidar encontra-se com prognóstico reservado e a mulher da vítima mortal está em estado de choque.


Dinossauros também passaram pela Escócia


Comiam plantas. Pesavam toneladas. Tinham caudas e pescoços compridos. São antepassados dos brontossauros e deixaram centenas de pegadas numa ilha escocesa. Têm 170 milhões de anos.

A descoberta feita na ilha escocesa de Skye por um grupo de cientistas da Universidade de Edimburgo é mais uma prova de que os dinossauros também passaram pelo Reino Unido. Até agora apenas se tinham encontrado dentes e fragmentos de ossos.

Estes animais tinham pelo menos 15 metros de altura e pesavam mais de 10 toneladas. A maior das pegadas tem 60 centímetros de largura. Mas as pegadas têm um alongado espaço temporal. Pelo litoral da ilha escocesa, naquele tempo com temperaturas mais altas, passaram gerações de saurópedes, a família a que pertencem estes herbívoros.António Pinto Rodrigues falou com o paleontólogo Octávio Mateus, do Museu da Lourinhã, que fez a revisão científica deste trabalho agora publicado no Scottish Journal of Geology

"Há tantas pegadas que se cruzam entre si que parece uma discoteca de dinossauros preservada na pedra", disse o paleontólogo Steve Brusatte, líder da equipa de cientistas da Universidade escocesa de Edimburgo.

"Esta é apenas a ponta do icebergue, eu tenho certeza que o local irá continuar mostrando incríveis locais e espécies", Tom Challands, coautor do trabalho, ao jornal britânico The Guardian.

fonte: TSF