quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Teoria da conspiração: missão espacial russa investiga realidade das alunagens


Um grupo de engenheiros russos, encabeçado pelo entusiasta Vitaly Egorov, pretende construir e lançar um satélite para investigar a teoria da conspiração em torno das alunagens: o satélite vai tirar fotografias de pegadas e veículos exploradores na Lua.

"Estou escrevendo sobre o espaço há mais de 4 anos. Durante este período foi acumulado um vasto auditório (mais de 1,5 milhões de seguidores) interessado nas questões de exploração do espaço. Tendo em conta o apoio de leitores e desejando expandir minha área de trabalho, decidi que basta de vigiar outras pessoas e descrever seus avanços. Decidi passar da retórica para a prática. O objectivo do meu projecto consiste em lançamento da minha própria missão espacial", disse Vitaly. 

Segundo o autor, seu projecto vai acabar com as teorias de conspiração sobre alunagens, segundo as quais a informação sobre alunagens poderá ser falsa.


"A questão da presença de humanos na Lua é debatida ainda hoje na mídia e na Internet.

<…> Não tenho dúvidas que as pessoas visitaram a Lua; mas o propósito do lançamento do satélite lunar consiste em obtenção de informação independente, que não dependa de convicções ou opiniões das pessoas", acrescentou Vitaly.


Objectivos da missão espacial de Egorov 

De acordo com Vitaly, vários engenheiros aeroespaciais com bastante experiência estão envolvidos no projecto como voluntários. 

"Falando sobre prazos, temos que reconhecer que não nos encaixamos no horário. <…> Caso tudo corra bem, o lançamento poderá ter lugar em 2020", informou entusiasta. 


Entusiasta russo Vitaly Egorov 

Até ao momento, o grupo elaborou duas variantes para transportar o seu satélite até à Lua. A primeira variante será lançar o satélite em um foguete lunar (para a chamada órbita lunar transitória). A segunda variante consiste em o satélite ser lançado a partir de uma órbita geoestacionária, mas neste caso o satélite teria que ultrapassar 90% do caminho por si próprio, o que significa que iria necessitar grande quantidade de combustível.

fonte: Sputnik News

domingo, 8 de janeiro de 2017

Um simples cálculo matemático indica o fim da civilização


Uma teoria capaz de prever a ascensão e queda das civilizações através de um simples cálculo matemático aponta que a humanidade entrará em breve em colapso.

De acordo com Peter Turchin, professor da Universidade de Connecticut, a matemática pode não apenas explicar, mas também prever o comportamento humano. Turchin é o criador da chamada cliodinâmica, um ramo científico da ciência que estuda os processos histórico-sociais do longo prazo através de modelagem matemática.

"O meu modelo [matemático] indicou que a instabilidade social e a violência política atingem seu ponto máximo nos anos de 2020", afirmou Turchin citado pelo site Phys.org.

O matemático russo-americano considerou que as recentes eleições presidenciais nos Estados Unidos são um indicador que confirma sua previsão. Turchin esclareceu, no entanto, que não é possível saber o que vai acontecer exactamente quando a instabilidade alcançar seu auge, pois sua teoria não prevê eventos, mas sim tendências.

No entanto, o professor assegurou que suas previsões podem ajudar a humanidade a escapar de um destino sombrio, já que ao observar as tendências é possível interrompe-las a tempo e evitar que causem problemas irreversíveis à sociedade.

fonte: Sputnik News

Parte do cérebro que reconhece os rostos continua a crescer na idade adulta


Uma equipa de investigadores descobriu que a parte do cérebro humano que possibilita o reconhecimento de rostos continua a crescer na idade adulta

Segundo um estudo hoje publicado na revista Science, os cientistas descobriram que a zona do cérebro que ajuda a reconhecer os rostos aumenta de tamanho de forma relativa nos adultos, enquanto a zona que ajuda a reconhecer os lugares se mantém igual.

Até agora acreditava-se que o desenvolvimento do cérebro implicava a eliminação de conexões entre neurónios que não são funcionais ou se usam pouco e não o crescimento.

A capacidade de reconhecer rostos melhora entre a infância e a idade adulta.

Uma equipa internacional de cientistas, liderada por Jesse Gómez, da Universidad de Stanford, nos Estados Unidos, decidiu investigar para compreender melhor a atividade cerebral que assegura o reconhecimento facial.

No estudo participaram 22 crianças, entre os cinco e os doze anos, e 25 adultos, entre os 22 e os 28 anos, a quem foram feitas ressonâncias magnéticas, para comparar os tecidos cerebrais dos diferentes individuos.

O objetivo era comparar os resultados de provas de reconhecimento de rostos e lugares com dados obtidos a partir das imagens das regiões do cérebro que se encarregam dessas funções, diz o estudo.


Equipa de Trump usa pin que alimenta teorias da conspiração


Ávidas de teorias da conspiração, as redes sociais fervem quando encontram algo para o qual não existe uma explicação imediata. Desta vez, o alvo é um pequeno pin triangular que a equipa mais próxima de Donald Trump usa na lapela.

Apesar de haver teorias que apontam os portadores do pin como membros de uma sociedade secreta ou relacionam o objeto triangular de duas cores com um símbolo nazi utilizado para identificar homossexuais, a explicação é bem mais simples e prática.



Para facilitar a circulação dos membros da equipa do próximo presidente do EUA nas zonas mais restritas, os Serviços Secretos distribuíram o pin, para que os seu portadores possam circular à vontade, sem serem incomodados, revela o "New York Post".



Desconhece-se qualquer outro simbolismo deste objeto que a equipa mais próximas de Trump usa há cerca de um ano e que é regularmente visto entre os que entram e saem da Torre Trump, em Nova Iorque, onde o presidente eleito dos EUA tem o seu quartel-general durante a transição de poder.

fonte: Jornal de Noticias

sábado, 7 de janeiro de 2017

Homem gasta tudo o que tem num terreno e descobre cidade medieval

















Stuart Wilson, um arqueólogo de 37 anos, deixou o emprego e voltou a viver com os pais para investir num terreno onde acreditava estar a cidade perdida de Trellech.

Stuart Wilson, um arqueólogo de 37 anos, apostou todas as suas poupanças num terreno, por acreditar que ali se encontrava uma cidade medieval.

O homem pagou quase 38 mil euros em 2004 pelo terreno, que acreditava esconder a cidade perdida de Trellech.

Desde então, o arqueólogo já encontrou alguns artefactos raros, com a ajuda de voluntários das universidades. Agora, espera que o inverno dê tréguas para continuar a desvendar aquilo que acredita ser a fachada de uma mansão do século XIII.

Pessoas muito mais experientes diziam que a cidade não estava ali mas eu era novo e confiante", confessou ao The Guardian. "Foi uma oportunidade incrível."
O terreno fica perto da fronteira entre Inglaterra e o País de Gales.

Wilson deixou o emprego e teve de mudar-se para a casa dos pais para dedicar-se às escavações. Desde então, pelas suas contas, já gastou mais de 200 mil libras no projeto.

Depois de enfrentar anos de algum ceticismo dentro da comunidade de arqueologia, Stuart Wilson começa agora a ser convidado para palestras em universidades sobre o projeto.

O arqueólogo e a sua equipa até já criaram um site oficial, no qual é possível encontrar mais informações sobre as escavações: “The Official Site of the Lost City of Trellech Project”.

fonte: TVI24

Ovni parecido com nave Enterprise, de ‘Star Trek’, é avistado no Canadá





Um objeto misterioso avistado no céu de Random Island, no Canadá, deixou muitas pessoas curiosas neste início de 2017; ainda mais porque o ‘ovni‘ se parece demais com a nave Enterprise, da série de ficção científica Star Trek (ou Jornada nas Estrelas).

O morador da região Chad Haines foi quem avistou e tirou foto da ‘nave’. Em relato à imprensa local, ele garantiu que o que viu não era um avião e muito menos um drone, por causa do tamanho do objeto. 

O ufólogo Tyler Glockner, também líder da equipe de pesquisa Secure Team 10, postou um vídeo no Youtube em que tenta explicar a aparição do ovni no céu canadense.

fonte: Vírgula

Ovos de dinossauros levavam meses para chocar - diferente de aves


Nova espécie de dinossauro, Savannasaurus elliottorum, descoberta na Austrália em 10/2016 (Australian Age of Dinosaurs Museum of Natural History/Divulgação)

Estudo mostra que ovos de dinossauros poderiam levar até seis meses para chocar. Longo tempo pode ter sido crucial na extinção dos animais.

Ovos de dinossauros demoravam até seis meses para chocar. A descoberta é uma surpresa para cientistas, que acreditavam que o tempo de incubação de um ovo de dinossauro era similar ao tempo de incubação de ovos de pássaros. 

Essa dedução foi feita por pesquisadores já que os pássaros são os descendentes vivos de dinossauros–mais próximos do que répteis como crocodilos ou cobras. Cientistas acreditavam que a rápida incubação de ovos de pássaros era uma herança de seus ancestrais dinossauros.

Uma pesquisa publicada no periódico científico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), no entanto, aponta para novas informações. Ao analisar os dentes de dois embriões que não nasceram, o time de pesquisadores chegou às novas conclusões.

Liderada pelo doutor Gregory Erickson, da Universidade do Estado da Flórida, a pesquisa analisou um dinossauro que tinha porte de uma ovelha, o Protocerátops, e outro que habitava o Canadá, o Hypacrossauro, maior e mais pesado.

De acordo com os marcadores de desenvolvimento dos dentes, o primeiro deles levava cerca de três meses para nascer de um ovo. Já o Hypacrossauro poderia demorar até seis meses para nascer—os pesquisadores acreditam que dinossauros maiores poderiam demorar ainda mais tempo em incubação antes de nascer. Para comparação, um ovo de ave leva entre 11 e 85 dias para chocar.

A informação trouxe surpresa aos cientistas. Os cientistas acreditavam que o desenvolvimento de um embrião de dinossauro fosse mais similar ao das aves—que botam poucos ovos e chocam rapidamente. Os répteis, por sua vez, botam diversos ovos, que ficam por mais tempo em incubação. A nova pesquisa aponta, portanto, maior proximidade entre o tempo de incubação de dinossauros com répteis em geral.

Desvantagem

O longo tempo de incubação trouxe desvantagens. Dinossauros adultos ficavam presos a seus ovos para trazer segurança e proteção. Com isso, não tinham muita facilidade para migrar de região.

Os ovos também ficavam à mercê de intempéries climáticas como enchentes ou secas por um período muito longo de tempo.

Tomando como base a teoria de que os dinossauros foram extintos após o choque de um meteoro com a Terra, o longo tempo de incubação também traz desvantagens. Os dinossauros estavam se reproduzindo de forma lenta em comparação a outros animais que sobreviveram ao incidente e suas implicações.

fonte: Exame

Estudo confirma que neandertais praticavam canibalismo


Uma das práticas que mais causa repulsão à sociedade é o canibalismo. Pessoas devorando umas às outras acabam criando uma cena que choca qualquer um, certo? Não a toa, a prática é criminosa e completamente escorraçada do nosso convívio em sociedade.

Mas nossos ancestrais não pensavam assim.

Um novo estudo, conduzido pela Universidade do Estado da Califórnia, nos Estados Unidos, comprovou que os neandertais se alimentavam uns dos outros. Comprovada agora, a teoria já é antiga no meio científico.

A equipe liderada pela antropóloga francesa Hélène Rougier achou ossos de Neandertais com sinais de desmantelamento na Bélgica. Os resquícios encontrados pertenciam a seis indivíduos: um bebê, quatro adultos e uma criança.

De acordo com os pesquisadores, os ossos tinham marcas de fraturas e cortes muito parecidos aos vistos em ossadas de cavalos e renas. A técnica serve para facilitar a retirada da carne e extração da medula.

Os pesquisadores liderados por Rougier acreditam que os esqueletos encontrados estão no local há pelo menos 40 mil anos. A época coincide exatamente com a época em que os Neadertais estavam chegando ao fim enquanto o Homo sapiens, nossa espécie, já saía da África para colonizar o resto do mundo.

A única dúvida até o momento é sobre as motivações que levavam à antropofagia. As dúvidas giram em torno de duas possibilidades: se era alternativa à falta de alimento ou uma forma primitiva de ritual religioso, como ocorria, por exemplo, em tribos de índios no Brasil.

fonte: Yahoo!