terça-feira, 5 de junho de 2018

MATAR OU MORRER? CIENTISTA PROPÕE NOVA SOLUÇÃO PARA O PARADOXO DE FERMI

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O Paradoxo de Fermi existe porque acreditamos que é praticamente impossível sermos a única forma de vida no Universo. Por mais que ainda não tenhamos feito contato com outra civilização ou mesmo visualizado outra forma de vida, grande parte da comunidade científica crê que esse dia ainda vai chegar.

Muitos pesquisadores já tentaram explicar o motivo dessa falta de comunicação, alguns considerando princípios bem controversos. Já foram levantadas possibilidades de eles estarem nos observando como animais num zoológico, de um grande filtro que impede a evolução ou até de que os extraterrestres estariam hibernando.


Até que algum contato seja feito, as explicações para a sua falta continuarão surgindo, e o físico teórico russo Alexander Berezin publicou uma própria. Num artigo divulgado recentemente, ele propôs uma solução chamada first in, last out, algo como "primeiro a aparecer, último a existir".

Matar ou morrer

Ele parte do princípio de que não é necessário definir qual tipo de extraterrestres chegará ao ponto de fazer travessias interestelares — sejam eles como nós, algum tipo de inteligência artificial que se rebelou ou uma forma de vida além da nossa capacidade de compreensão. O que deve ser levado em conta, segundo ele, é a maneira como vemos outras formas de vida, ou como elas nos veem.

Se uma civilização existe, mas não conseguimos visualizá-la como seres vivos, eles podem até sofrer uma evolução tecnológica e viajar pelo espaço, mas não seriam considerados na resolução do paradoxo. A proposta dele é um tanto quanto assustadora, pois sugere que os primeiros a alcançar esse nível acabariam com todos os outros.

Se estivéssemos atrás de recursos naturais em outros planetas, provavelmente utilizaríamos técnicas sem nos preocupar com o que estivesse sobre a superfície ou abaixo dela e acabaríamos destruindo possíveis criaturas alienígenas, mesmo não sendo nossa intenção.


Fazendo um paralelo, imagine um formigueiro presente há muitos anos em um terreno baldio. Ele existe, é uma forma de vida, mas está no meio de uma área tão grande que, se uma obra se iniciasse ali, os insetos seriam eliminados facilmente nas primeiras escavações, sem os trabalhadores perceberem. Obviamente, na nossa realidade a morte dessa colônia não causaria a extinção da espécie; mas, caso o Universo seja uma cidade e o terreno a Via Láctea, a Terra pode ser esse formigueiro, com o nosso fim sendo definido pela construção de uma estrada espacial.

Esse exemplo serve só como ilustração, pois Berezin acha que, no futuro, acontecerá exatamente o contrário. Nós destruiremos as formigas, ignorantes do impacto de nossas atitudes. Por isso o título do artigo, propondo que a primeira civilização a alcançar esse nível de desenvolvimento talvez destrua outras criaturas que não são identificadas como tal.

Expectativas

Apesar do artigo, Berezin espera estar errado, pois participar de uma corrida em que não sabemos onde estão os oponentes é algo bem assustador, ainda mais se a vitória é a preservação da nossa própria existência. Vale lembrar que, considerando o paradoxo, a maioria dos cientistas possui uma visão otimista do assunto.


A maioria das pessoas não deseja que a Terra seja destruída, mas é necessário considerar todas as possibilidades, até as mais catastróficas e sombrias. Por mais improváveis que sejam, elas ainda podem acontecer, e, no caso, pelo menos saberemos o motivo de nossa destruição. Se houver tempo hábil para isso.

fonte: Mega Curioso

segunda-feira, 4 de junho de 2018

MAIS MISTERIOSO QUE ATLÂNTIDA: CONHEÇA LEMÚRIA, O CONTINENTE PERDIDO

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Alvo de elaborações, hipóteses e teorias da conspiração desde a metade do século XIX, o continente perdido de Lemúria é um dos grandes mistérios guardados pelo oceano Índico.

Assim como no caso de qualquer terreno misterioso, a existência de Lemúria levou curiosos — que calham de também serem cientistas — a investigar sua possível veracidade e/ou localização. Os primeiros que se dedicaram a essa missão foram Philip Lutley Sclater, um zoologista e advogado britânico, e Ernst Haeckel, um biólogo alemão.


As desconfianças dos dois surgiram das migrações de animais e humanos. Para Haeckel, existia uma espécie de gap quando se pensava no trânsito de humanos que saíam da Ásia e chegavam à África. Uma porção continental de terra na região —Lemúria, no caso — explicaria a capacidade dos humanoides de se moverem de um lugar a outro tão distante sem ter que cruzar o oceano.

Antes dele, no entanto, Sclater chegou a uma conclusão mais ou menos no mesmo caminho por conta dos lêmures, animais que inspiraram inclusive o nome do continente desaparecido. É que, para o britânico, a diversidade desses animaizinhos era muito maior no país de Madagascar do que na África ou na Índia, o que sugeriria que eles teriam saído de um lugar e ido para os outros.


Na época, ambos os cientistas não foram exatamente incentivados, e a ciência envolvendo a geologia estava bastante focada em outras descobertas — como a do funcionamento das placas tectónicas, por exemplo, e de como o movimento delas influenciava a forma como os continentes são atualmente distribuídos.

Apesar de continuar no imaginário popular desde então, foi somente mais de um século depois, em 2013, que algumas noções de sua existência começaram a tomar forma. Naquele ano, geologistas encontraram evidências de que de fato poderia ter existido um continente na região onde Lemúria estaria.


Traços de granito foram localizados ao sul da Índia, em uma região oceânica na direção das ilhas Maurício. Mas o que isso tem a ver? Acontece que, além de granito, eles encontraram zircão datado de 3 bilhões de anos atrás — época em que a ilha teoricamente ainda não existia, já que ela é datada de 2 milhões de anos e só surgiu graças à movimentação das placas tectônicas.

A partir disso, os geologistas concluíram que existia, sim, uma porção enorme de terra ali muito tempo atrás, mas ela desapareceu para dentro do oceano há cerca de 84 milhões de anos.


Para a tristeza de Haeckel e Sclater, no entanto, os cientistas modernos não quiseram nada com o nome de Lemúria e chamaram o continente perdido de Mauritia, em homenagem às ilhas que agora estão ali.

Se Lemúria/Mauritia era o paraíso dos lémures descrito alguns séculos antes, não se sabe. Outra coisa que os cientistas não conseguiram comprovar foi a lenda dos lemurianos: seres fabulosos hermafroditas com quatro braços que seriam, de acordo com a crença popular, os ancestrais dos humanos que habitavam Lemúria.

E, assim, a lenda de mais um continente perdido permanece instigando a curiosidade humana, dessa vez com certo respaldo científico.

fonte: Mega Curioso

OVNI misterioso descrito como "uma bola de pura luz branca" filmado sobre Leeds


A testemunha afirma que o estranho objecto voava a uma altitude de 300 metros e que não podia ser um avião ou satélite.

James Goldman, de 30 anos, gravou com a câmara de seu celular um misterioso objecto que, supostamente, sobrevoou a cidade britânica de Leeds, informa o jornal Mirror.

De acordo com a testemunha, o OVNI parecia uma "bola branca metálica brilhante" e, portanto, era muito semelhante à terrível "Estrela da Morte" — a estação espacial da famosa saga "Guerra nas Estrelas" do cineasta norte-americano George Lucas.

O homem assegura que o objecto voava a uma altitude de aproximadamente 300 metros e que "não era um avião, nem um satélite". Acredita que não poderia ser um drone.

Segundo explica o ovnilogo Gary Heseltine, que verificou as imagens, "poderia tratar-se de uma anomalia".

​Exclusivo: OVNI misterioso, descrito como uma "bola branca brilhante ", foi detectado voando sobre Leeds


fonte: Mirror

domingo, 3 de junho de 2018

Um caso raro, mulher desenvolve feto entre intestinos na Roménia


Uma romena de 31 anos desenvolveu um feto entre os intestinos sem saber durante seis meses, informou nesta segunda-feira a imprensa local citando fontes médicas. Os especialistas do Hospital de Emergências da cidade de Galati, a leste do país, descobriram o feto morto depois que a mulher, Nicoleta Carja, chegou ao local com dores abdominais.

A mulher estava em seu oitavo mês de gravidez e já estava há dois meses com o feto morto no abdómen. Uma vez descoberto por meio de uma ultrassonografia, os médicos diagnosticaram uma "gravidez extrauterina abdominal", antes de extrair o corpo do feto mediante uma cesariana.

"É um caso extremamente raro, que foi possível pela migração do embrião fecundado das trompas uterinas à zona atrás do útero, entre os intestinos", disse à imprensa a doutora Alina Calin.

Uma "série de condições anormais" criadas no abdómen permitiu a substituição do útero por um "artificial" que possibilitou o desenvolvimento do feto fixado nos intestinos da mulher, que mantinha seu ciclo menstrual normalizado e não apresentava sintomas de uma gravidez.

Os médicos asseguram que nunca tinham visto um caso assim, e explicam que a mulher salvou-se por milagre. "A mulher poderia ter morrido de hemorragia", disse o doutor Nicolae Bacalbasa, porta-voz do hospital.

fonte: Terra

O ‘petróleo português’ é lilás e vamos poder fazer turismo nas explorações


Se é adepto do turismo geológico está aí uma oportunidade única que não vai querer perder. As minas de lítio do concelho da Guarda vão abrir ao público até final deste ano. Portugal dá cartas na produção mundial do ‘petróleo’ do século XXI e tem potencial para décadas de exploração

Provavelmente já ouviu falar das baterias de iões de lítio, que servem de base à indústria crescente dos carros elétricos – mas também dos iphones e dos tablets -, que vão ganhando escala a nível global e, certamente, também já ouviu alguém dizer que Portugal é o quinto produtor mundial de lítio e tem reservas identificadas para várias dezenas de anos de exploração.

Pois bem, as principais explorações mineiras de lítio situam-se entre as localidades de Gonçalo e Seixo Amarelo, no concelho da Guarda, onde agora se trabalha na abertura das minas à população em geral. Ou seja, vai ser possível, caso queira, fazer passeios entre as explorações, que é como quem diz, começar a praticar turismo geológico naquela região. As minas são a céu aberto.

O projeto está a ser desenvolvido há mais de um ano pela professora e geóloga Ana Antão, do Instituto Politécnico da Guarda, em conjunto com a empresa Pegmatítica - Sociedade Mineira de Pegamatites e ainda em parceria com a Associação Portuguesa de Geólogos.

“Para já, estamos a fazer a topografia e cadastro do terreno, para depois passarmos à elaboração dos percursos e à sua divulgação”, explica Ana Antão.

MITIGAR O EFEITO DA ATIVIDADE MINEIRA

A geóloga refere que os trabalhos no terreno incidem agora sobre as vertentes ambiental, de análise dos solos, da água e do ar. “Essencialmente, a empresa mineira com quem estamos a trabalhar pretende mitigar, de certa forma, o efeito da sua atividade industrial, desmistificando e abrindo os espaços em que está a intervir à população em geral”.

Ana Antão diz que o turismo geológico está num crescendo a nível mundial, e que há pessoas dispostas a atravessar o planeta de um lado ao outro só para poderem ver de perto uma determinada pedra.

“Na prática, o que queremos fazer em Gonçalo é uma espécie de museu ao ar livre, que pode ser visitado mas, naturalmente, com as devidas precauções e com acompanhamento adequado”, sublinha a responsável pelo projeto.

Numa explicação mais técnica, o Instituto Politécnico da Guarda, frisa que “a gestão sustentável de recursos é atualmente uma prioridade da sociedade em que vivemos, sendo que cada região deve tirar partido dos seus recursos naturais em particular dos seus recursos endógenos de natureza geológica”.

POTENCIAL PARA NOVAS DESCOBERTAS

E acrescenta ainda que a Europa é deficitária em lítio, sendo que Portugal e Espanha, são os únicos países da União Europeia com recursos litiníferos e apresenta potencial para novas descobertas.

Sobre as perspetivas da indústria do lítio à escala global, onde – do lado da oferta - Portugal assume uma posição de destaque, alguns estudos internacionais de bancos, consultoras financeiras e até petrolíferas apontam para um verdadeiro 'disparo' na procura de carros elétricos na próxima década, passando dos atuais cerca de 2 milhões de automóveis para 20 milhões em 2030. Isso poderá exigir seis vezes mais carbonato de lítio do que o atualmente utilizado no mercado mundial.

Ora, como as baterias dos carros elétricos são precisamente feitas à base de lítio e, por outro lado, como Portugal é o 5º maior produtor mundial daquela matéria-prima (segundo o mais recente relatório do Departamento Geológico norte-americano), facilmente se percebe - de acordo com vários analistas contactados pelo Expresso - a apetência de várias multinacionais mineiras por Portugal.

Recorde-se, porém, que o lítio explorado na mina do Seixo Amarelo (Gonçalo - Guarda) não é encaminhado diretamente para a indústria automóvel. Na verdade, é quase todo encaminhado para a indústria cerâmica, em forma de concentrado de lítio, onde é utilizado como fundente. É misturado com as matérias-primas de base com que se fabricam as cerâmicas para que seja atingido mais rapidamente o ponto de fusão ideal para o respetivo processamento.

Isto significa poupança de energia e, por consequência, diminuições consideráveis de emissões poluentes para a atmosfera.

PORTUGAL AINDA NÃO COBRE TODO O PROCESSO DO LÍTIO

Os teores químicos de ocorrência do lítio no minério extraído em Portugal raramente ultrapassam o limiar de 1% (um quilograma de lítio em cada 100 quilogramas de 'escombros' litiníferos recolhidos).

Segue-se um processo químico de enriquecimento do concentrado de lítio da ordem de 4 a 10 vezes o teor inicial, consoante se parte de minérios mais ricos ou mais pobres, respetivamente.

O processo metalúrgico destina-se a destruir a estrutura cristalina dos minerais portadores do lítio, para libertar este metal das ligações a outros elementos. Uma operação complexa que exige temperaturas de processamento acima de 800° C. São, então, obtidos compostos com o chamado 'teor técnico' abaixo de 99%, ou com o 'teor para baterias' na ordem de 99,5%, ou mesmo de 'alta pureza', acima de 99,9%.

Só que isto ainda não se faz em Portugal.

O que se irá fazer, para já, é ‘democratizar’ o acesso da população aos locais onde o lítio é explorado, assim que esteja terminado o projeto em curso liderado pela geóloga Ana Antão, o que se prevê que possa acontecer dentro de seis meses.

fonte: Expresso

Halo Solar. Fenómeno registado no Algarve


O acontecimento é pouco comum em Portugal

Uma leitora do i presenciou hoje, pelas 14h, um fenómeno raro em Portugal, na Praia do Cabeço, em Castro Marim, no Algarve. Chama-se Halo Solar e, como explica o director do Observatório Astronómico de Lisboa, Rui Agostinho, ocorre quando existem partículas de gelo muito finas suspensas na atmosfera, que reflectem a luz solar num determinado ângulo para a terra.

O acontecimento é pouco comum em terras portuguesas, mas ao redor do mundo não é muito raro. O director do OAL afirma que nem todos conseguem ver, porque “depende da amplitude geográfica”.

Para entender melhor este facto ótico, Rui Agostinho dá uma dica: pensar na superfície da terra como as lentes dos óculos graduados.

Os raios de luz que estão ao redor das pessoas que usam óculos precisam de atravessar a lente para serem convergidos para o olho. A atmosfera funciona da mesma maneira: na presença de partículas de gelo, a luz que é reflectida atravessa esses fragmentos, causando o efeito que é conhecido por halo solar.

O fenómeno durou cerca de meia hora.

fonte: Jornal i

Encontrado o espinossauro mais pequeno

Pedal ungual phalanx of Spinosaurus.



Atrás, o espinossauro maior, e à frente o mais pequeno 

O indivíduo tinha 1,78 metros de comprimento, enquanto os maiores espinossauros poderiam alcançar cerca de 15 metros.

Dois cientistas italianos revelam que encontraram o exemplar de espinossauro – um dos maiores dinossauros carnívoros – mais pequeno que se conhece. Tudo aconteceu graças à análise de uma pequena garra na guardada no Museu de História Natural de Milão (Itália). O trabalho foi publicado na revista PeerJ – Journal of Life & Environmental Sciences. 

Em 1999, encontrou-se em Marrocos uma garra de uma falange de um pé com 21 milímetros. Contudo, não se sabia a quem pertencia. Foi em 2014, quando se descobriu um pé direito quase todo preservado de um espinossauro (Spinosaurus aegyptiacus, espécie descrita em 1915), que o mistério foi desvendado. Compararam-se os ossos dos pés dos dois exemplares e viu-se que a pequena falange era de um pequeno espinossauro que viveu no Cretácico (período entre há 145 milhões e 65 milhões de anos).


Foto MSNM V6894 é o espinossauro mais pequeno; o FSAC-KK 18888 pertence ao exemplar encontrado em 2014; e o MSNM V4047 representa os indivíduos maiores desta espécie MARCO AUDITORE/PREHISTORIC MINDS

Esse ossinho era de um juvenil precoce, indivíduo que tinha 1,78 metros de comprimento. Já o espinossauro descoberto em 2014 tinha 11 metros de comprimento e a sua garra da falange media 13 centímetros. Os maiores indivíduos chegariam aos 15 metros. “Além da raridade dos fósseis dos dinossauros terópodes [carnívoros bípedes], e da raridade dos ossos do Spinosaurus, esta descoberta é ainda mais marcante se considerarmos o tamanho significativo que alguns exemplares de Spinosaurus atingiriam”, diz em comunicado Simone Maganuco, do Museu de História Natural de Milão e um dos autores do estudo.

A garra da falange ainda sugere que o pequeno indivíduo tinha as mesmas adaptações locomotoras dos exemplares maiores, que atravessavam terrenos moles e conseguiria andar na água para apanhar peixe.

fonte: Público

Descoberto esqueleto de homem que morreu esmagado a tentar fugir de Pompeia





O diretor da escavação, Massimo Osanna, considerou esta descoberta "excecional"

Arqueólogos italianos descobriram o esqueleto de um homem que morreu esmagado por uma enorme pedra quando tentava escapar à erupção do Vesúvio, em 79 AD.

A vítima teria mais de 30 anos e uma infeção na perna que pode ter dificultado a fuga, já que terá sobrevivido à primeira fase da erupção - morreu com o tórax esmagado por uma pedra que terá caído de um edifício, explicam os arqueólogos.

Responsáveis pelo sítio arqueológico divulgaram esta terça-feira imagens dos restos mortais, nas quais é visível também a ausência do crânio, que não foi encontrado.

O diretor da escavação, Massimo Osanna, considerou esta descoberta "excecional".


Mais de mil vítimas da erupção catastrófica do Vesúvio foram encontradas e escavadas em Pompeia desde que os primeiros restos mortais foram encontrados, no século XVIII.






Grande parte da cidade romana permanece enterrada debaixo das várias camadas de cinza expelidas pelo vulcão, mas o que foi escavado permitiu um retrato instantâneo daquela sociedade.