quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Um telemóvel com 800 anos? Esta é a última das teorias da conspiração


As imagens da alegada descoberta divulgada nos canais do Youtube / YOUTUBE

Imagens do "aparelho", um modelo em barro semelhante a um telemóvel dos dias de hoje, estão a correr a Internet

Uma "descoberta sensacional", garantem os vários fóruns online que se dedicam às chamadas teorias da conspiração. Referem-se a um objeto em barro que, alegadamente, foi descoberto na Áustria durante uma escavação arqueológica e que se assemelha a um telemóvel dos dias que correm, mas que terá mais de 800 anos.

Segundo o jornal britânico Express, no "telemóvel" são visíveis as teclas gravadas a escrita cuneiforme, que remonta aos sumérios e foi desenvolvida em 3500 A.C, tendo sido um dos primeiros sistemas de escrita no mundo.

Para os responsáveis do canal Paranormal Crucible, no Youtube, o objeto poderá ser o sinal de uma civilização avançada ou a prova de que as viagens no tempo são reais.


O site tothedeathmedia.com, "especializado" em teorias da conspiração, assinala os relatos da descoberta do objeto em Fuschl am Seem, Salzburgo, garantindo que é do século XIII e tem gravado um tipo de escrita "tipicamente encontrado no atual Irão ou Iraque, antiga Mesopotâmia". "O que um aparelho como este, com escrita cuneiforme, está a fazer na Áustria, é algo que ninguém consegue explicar ou compreender completamente". O autor lamenta: "infelizmente, a informação sobre esta descoberta sensacional é limitada".


Nova teoria explica porque razão as cobras perderam as pernas


Uma das explicações era que as cobras perderam as pernas para viverem no mar. Uma nova investigação apresenta uma versão diferente.

"Como é que as cobras perderam as pernas tem sido um mistério para os cientistas, mas parece que isso aconteceu quando os seus antepassados se tornaram especialistas na construção de tocas", disse Hongyu Yi, da Escola de Geociência da Universidade de Edimburgo, que liderou a pesquisa, publicada na revista Science Advances.

A partir da análise de um fóssil réptil com 90 milhões de anos ("Dinilysia patagonica") foi possível realizar tomografias computadorizadas e depois comparar os resultados com répteis modernos.


Dinilysia patagonica

A equipa de Yi conclui que, ao contrário do que se pensava, as cobras não perderam as pernas para poderem viver no mar.

A "Dinilysia patagonica", com cerca de dois metros, é a maior cobra escavadora até hoje descoberta.

fonte: TSF

Rússia vai instalar base na Lua antes de ir para Marte


Porque "serão precisos muito mais de 10 anos até termos tecnologias seguras e possibilidades de viajar até Marte", a Rússia concentra-se na Lua.

O líder da empresa estatal russa Roscosmos, Igor Komarov, revelou que, apesar de todas as mudanças e problemas, a Rússia continuará a explorar a Lua.

"Marte é um objetivo ambicioso", reconheceu, mas a Lua está em primeiro lugar: "Serão realizadas cinco expedições automáticas, não tripuladas. Está também em preparação um programa de voo tripulado à Lua", destacou Komarov em entrevista ao jornal russo Komsomolskaya Pravda.

Komarov sublinhou que a Rússia e os EUA e, provavelmente, a Agência Espacial Europeia deverão fazer estas apostas em conjunto.

"Agora não há o objetivo de ser o primeiro a chegar", disse também, até porque ainda falta tecnologia para chegar a Marte:

"Temos de assegurar, pelo menos durante um ano, boas condições para a vida dos cosmonautas [na Lua] e manter o equipamento operacional. Sem isso, não há [voos até] Marte. Penso que serão precisos muito mais de 10 anos até termos tecnologias seguras e possibilidades de viajar até Marte", disse Komarov.

No início desta semana, Vladimir Putin assinou o decreto que acaba com a Agência Federal Espacial, passando as competências para a empresa estatal Roscosmos.

fonte: TSF

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Possível carapaça de gliptodonte é encontrada na Argentina



Uma carapaça de um metro de comprimento e dois metros de diâmetro foi encontrada num córrego perto de Buenos Aires, e está sendo investigado se corresponde a um Gliptodonte pré-histórico - informou nesta terça-feira o homem que descobriu o objeto.

"Eu a vi quando passava na estrada e pensei que era uma parte de um veículo", contou José ao canal Todo Noticias sem mencionar seu sobrenome, ao lado do riacho onde houve a descoberta, a 40 quilómetros ao sul da capital da Argentina.

O homem disse que quando se aproximou e começou a cavar pensou "que era uma pedra, mas à medida em que avançava foi aparecendo a carapaça, e cavei com uma pá e depois com as mãos". 

A descoberta ocorreu em 25 de dezembro e a polícia foi alertada, garantiu a proprietária do campo de cinco hectares, atravessado pelo córrego onde está a casca. 

No entanto, ela lamentou que nenhuma equipe científica tenha ido ao local, já que a carapaça começou a rachar depois de ser deixada ao ar livre, sem a lama que a cobria até agora.

"Parece um fóssil pré-histórico. Se observa uma casca completa, e poderia ser de um Gliptodonte, que viveu nos Pampas há dois milhões de anos atrás", disse a paleontóloga Laura Cruz com base em imagens de vídeo amador.

A especialista disse que "a casca é impressionante, pois está completa". 

Lembrou que os Gliptodontes, ancestrais dos tatus, são "parte da megafauna que viveu no continente" sul-americano, eram herbívoros e chegaram a pesar uma tonelada.


Visitante inusitado: coiote invade terminal de aeroporto dos Estados Unidos



O aeroporto de Myrtle Beach, no estado norte-americano da Carolina do Sul, recebeu um visitante inusitado na última semana: um coiote invadiu o local e foi flagrado correndo entre as esteiras de bagagens pelas câmeras de segurança que monitoram o lugar.

De acordo com a Associated Press, o animal teria entrado no aeroporto pela área em que as malas dos viajantes, recém-retiradas dos bagageiros dos aviões, ingressam no terminal de desembarque.

O coiote não atacou nenhum passageiro, mas chegou perto da área de raio-X do aeroporto, onde foi encurralado e capturado por agentes de segurança. Nenhum voo foi afetado por causa do incidente. 

Presente no local, o passageiro John Duncan disse ao jornal "The Sun News" que achou que o coiote fosse um cachorro da equipe de segurança do aeroporto. "Pensei que fosse um pastor alemão solto de sua coleira", declarou ele.

De acordo com o "The Sun News", que cobre a região de Myrtle Beach, coiotes são considerados uma "praga" pelas autoridades da Carolina do Sul. Por isso, o animal que invadiu o aeroporto foi sacrificado.


fonte: BOL

Foto da Nasa pode ter entregado 'mão de ET' em Marte


Se tem uma coisa que marcou 2015, ela foi Marte. Pela primeira vez tivemos mais informações sobre nosso “vizinho” e, com isso, várias teorias mirabolantes foram feitas na web.

A maioria delas utilizava fotos do Planeta Vermelho divulgadas pela Nasa. Nelas, animais, figuras sombrias e uma gama infindável de coisas eram “flagradas”. E, claro, antes do ano acabar, mais uma foto chamaria atenção.

Na nova imagem, divulgada pela Nasa, ufólogos que passam dias analisando essas fotos acreditam ter encontrado um ET. Ou, pelo menos, uma mão que provaria a existência de vida em Marte.

“No canto esquerdo da foto temos ali aparentes três dedos, com unhas e até articulações. Não restam dúvidas de que se trata de um extraterrestre. A Nasa até borrou parte da imagem para confundir”, afirma com ênfase o ufólogo Scott C Waring.

A Nasa, é claro, negou que as teorias mirabolantes da internet sejam a realidade. A agência espacial dos Estados Unidos segue com sua política de não comentar as imagens e se limitar a dizer que “qualquer descoberta de peso é sempre compartilhada”.

Desde 2012 a sonda Curiosity está em solo marciano e faz diversas fotos do Planeta Vermelho. Desde então ufólogos comentam essas imagens e tentam achar indícios de vida, mas apenas em 2015 que esse “hobby” se tornou mundialmente famoso.

fonte: Yahoo!

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

40 mil balas de canhão em fortaleza portuguesa na Índia


Arqueólogos indianos descobriram depósito de munições gigante no forte de Santo Ângelo, em Kannur, a antiga Cananor

Quase 40 mil balas de canhão foram descobertas por arqueólogos indianos na antiga fortaleza portuguesa de Cananor, segundo oTimes Of India. Encontradas no Forte de Santo Ângelo, mandado construir em 1505 por D. Francisco de Almeida, o primeiro vice-rei da Índia, as balas representam um dos maiores achados de munições numas escavações arqueológicas a nível mundial, segundo o chefe da equipa de cientistas, T. Sreelakshmi.

"Trata-se realmente de uma imensa recolha de balas de canhão e a nossa tarefa agora é preservá-las depois de separar e tratar quimicamente as balas", declarou o arqueólogo responsável. Segue-se também um trabalho de consulta de fontes documentais para se tentar perceber porque foram enterradas as 35950 balas em poços de modo a não poderem ser reutilizadas.

Português durante século e meio, o Forte de Santo Ângelo foi depois conquistado pelos holandeses e mais tarde pelos ingleses. Não é ainda evidente a época a que pertencem os milhares de balas de canhão encontradas na atual Kannur, no estado de Kerala, sudoeste da Índia.

Os portugueses chegaram à Índia por mar em 1498, com Vasco da Gama. A presença portuguesa persistiu até 1961, quando a União Indiana invadiu Goa. O legado português mantém-se através das fortalezas deixadas na costa do Malabar e das muitas igrejas, assim como nos nomes de família de milhões de indianos chamados Fernandes, Dias ou Mascarenhas.


O cão-robô da Google é demasiado barulhento para ser usado pelos Marines


O robô todo-o-terreno que consegue transportar quase 200 quilos de carga não vai ver a frente de batalha nos próximos tempos

Um robô desenvolvido pela Boston Dynamics, pertencente à mãe da Google, a Alphabet, tinha como objetivo ajudar as tropas a transportar cargas por terrenos difíceis. Com quatro patas e referido como "cão-robô" ou "mula robótica", consegue transportar quase 200 quilos de carga e está a ser desenvolvido há mais de três anos. Mas tem um problema: é demasiado barulhento.

O Legged Squad Support System (ou LS3) tem um motor a gasolina que faz tanto barulho que denunciaria a posição das tropas que o usassem. Ao site especializado Military.com, o porta-voz dos Marines Kyle Olson explicou que o robô seria um problema para soldados em zonas de conflito.


"Era difícil ver o potencial do robô por causa das suas limitações", disse Kyle Olson. Os soldados que o testaram "viram-no pelo que era: um robô barulhento que poderia denunciar as suas posições".

A Boston Dynamics também criou um segundo robô com financiamento de empresas de desenvolvimento militar, este com um motor elétrico que fazia menos barulho. No entanto, este robô chamado Spot era mais leve e, por isso, não conseguia transportar cargas superiores a 20 quilos, o que não seria muito útil para os soldados norte-americanos.

Outro problema dos robôs da Boston Dynamics, como destaca a Quartz, é que seriam difíceis de reparar em campo se por acaso sofressem alguma avaria.