terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Sonda Juno chega a Júpiter. E o público também pode participar na missão


Nave da NASA vai fazer história. Pela primeira vez serão os cidadãos a decidir o que a sua câmara vai fotografar

A chegada está prevista para 4 de julho do próximo ano - Juno é uma sonda espacial da NASA, por isso a coincidência não podia ser mais perfeita. O objetivo é Júpiter. O bom gigante gasoso do sistema solar, cuja dimensão o transforma numa espécie de guarda-costas da Terra, porque atrai para si muitos dos objetos flutuantes e potencialmente perigosos que povoam o sistema solar, será o grande protagonista da missão Juno, em 2016. Júpiter é um planeta ainda muito misterioso, e algumas das suas luas, como Europa, são das mais sérias candidatas no sistema solar a albergar vida extraterrestre, como pensam hoje os cientistas. Por isso, duas décadas depois da Galileu - a primeira sonda enviada a Júpiter, e assim chamada em homenagem ao homem que pela primeira vez observou Júpiter e as suas luas há 405 anos, com a sua luneta -, a missão Juno vai ser um dos acontecimentos marcantes de 2016 para a ciência, a astronomia e a exploração espacial.

A sonda, uma das poucas nestes 58 anos de era espacial cuja fonte de energia é exclusivamente solar, não vai apenas estudar o planeta: quantificar a água na sua atmosfera, traçar o mapa do seu campo magnético ou tentar perceber, de uma vez por todas, o que ele tem lá dentro, sob o espesso manto da atmosfera - um "coração" sólido ou ainda, e só, um núcleo gasoso? Além de poder resolver estes e outros enigmas e de ampliar decisivamente o conhecimento sobre o sistema solar e sua origem e evolução, a missão Juno fará história também porque esta será a primeira vez que uma parte das observações feitas pela sonda vai ser definida pelos cidadãos e não pelos cientistas. Uma absoluta novidade, que abarcará exclusivamente o registo de imagens com a câmara fotográfica JunoCam, a única que segue a bordo da nave.

Apesar de a sonda Galileu ter andado por aquelas paragens jupiterianas há quase 20 anos, falhas durante a missão - a antena principal, por exemplo, não funcionou, obrigando a restringir as observações científicas, enviadas depois para a Terra em velocidade de caracol -, as melhores imagens de Júpiter tiradas de perto ainda hoje são as da Voyager, que por ali passou em 1979 a caminho da fronteira do sistema solar. As imagens captadas pela JunoCam estarão num novo patamar de resolução e, além disso, serão captadas com a maior proximidade de sempre, a uma distância de apenas cinco mil quilómetros de Júpiter. Poderão, por isso, mostrar pormenores nunca antes vistos, e neste caso os "cientistas" são os cidadãos. Para isso, os interessados só precisam de aceder à respetiva página online em https://www.missionjuno.swri.edu/junocam

A sonda, que foi lançada em agosto de 2011 e chega a 4 de julho do próximo ano, promete assim marcar a agenda da ciência. Mas 2016 será igualmente o ano de um lançamento espacial com assinatura europeia: o da sonda Exomars, em março, com a qual a Europa se aventura em Marte com fôlego próprio.


Estudo: o que nos acontece quando estamos à beira da morte

Estudo: o que nos acontece quando estamos à beira da morte

Vários cientistas tentaram explicar o que acontece ao nosso corpo e à nossa mente quando nos estamos a aproximar da morte. Tudo através de reações químicas e processos cerebrais, explica o jornal britânico Independent.

Mesmo a tempo do Halloween, membros da American Chemical Society lançaram um vídeo no qual explicam aquilo que alguém sente momentos antes de ser assassinado. Aqui fica a explicação:

Medo: “É uma forma de ‘despertar’ a mente e deixá-la alerta, mas é também um processo químico que permite ao organismo tentar sentir-se seguro”, descreve o Independent. A informação é enviada através do sistema nervoso central para o tálamo. É depois encaminhada para outras partes do cérebro, o que leva (muitas vezes) a pessoa a reagir – levamos uma ‘injeção’ de adrenalina e os níveis de glicose no sangue descem".

Gritos: O ato de gritar surge de uma forma quase instintiva. Quando os gritos são ouvidos, desencadeiam uma resposta semelhante, encorajando o outro a ter medo e a reagir.

Dor: Quando nos magoamos – ou, no caso do vídeo, nos magoam – uns neurónios ‘especiais’ chamados nociceptores mandam mensagens para o nosso cérebro, que são depois recolhidas pelo tálamo, que por sua vez tenta dar ‘instruções’ para que se faça tudo o que é possível para diminuir a dor.

A morte em si: Mesmo após a morte clínica, o nosso cérebro é capaz de funcionar por mais alguns momentos. Vários estudos explicam que as reações deste órgão após a morte podem explicar muitas das experiências vividas por indivíduos que estiveram ‘à beira da morte’: Há quem diga que se vê uma luz, que se está a dormir mas de uma forma consciente ou que se sente uma paz inexplicável. 

Só depois surge a morte biológica. E nessa fase, ainda não se sabe o que acontece…

fonte: Sol

Avistada lula gigante


Lula tinha 3,5 metros

Mergulhadores japoneses fascinados com tamanho do animal. 

Uma lula gigante, com 3,5 metros, foi avistada na véspera de Natal na Baía de Toyama, no Japão. Alguns mergulhadores nadaram junto à criatura.


Planta rara floresce na Austrália


Um exemplar da "flor-cadáver", uma planta de forma fálica de quase dois metros de altura e que liberta um odor semelhante à carne em putrefação floresceu num jardim botânico no sul da Austrália.

De acordo com o site do jardim botanico de Mt Lofty, na cidade de Adelaide, milhares de curiosos fazem fila à porta da estufa para admirarem a rara aparição da "flor-cadáver".

A planta tem o nome científico de "Amorphophallus titanum" e esta foi plantada num vaso em 2006 e só agora deu flor.

No mundo, nos últimos 30 anos, só floresceram 80 exemplares desta planta originária da Sumatra, na Indonésia.

Na língua local a planta chama-se "bunga bangkai" e encontra-se em perigo devido à desflorestação da floreta tropical.

A flor é de fácil identificação devido ao grande estilete amarelo e também devido ao odor nauseabundo, que serve para atrair insetos polinizadores como as moscas que procuram cadáveres para depositar os seus ovos.


fonte: TSF

A ciência em busca do maior tesouro da história da humanidade


Alarico, o líder dos visigodos, acumulou uma fortuna incalculável, que, segundo especialistas, está escondida em algum lugar de Cosenza, na Itália. 

No ano 410 d.C., sob seu comando, os visigodos invadiram Roma e a saquearam completamente, levando o maior tesouro da humanidade, que, hoje, equivaleria a 275 bilhões de euros. Tudo isso ficou nas mãos do rei dos visigodos, que, nesse mesmo ano, levou a fortuna consigo para o seu caixão. 

O historiador Jordanes, que viveu no Império Romano no século VI, conta que, para a construção de um sepulcro que pudesse conter a imensa fortuna de Alarico, foi necessário desviar temporariamente o curso de um rio e cavar um poço do tamanho de uma basílica. 

Usando como pretexto o valor cultural e arqueológico desse tesouro, muitas pessoas, ao longo da história, lançaram-se à sua procura. E um deles foi ninguém menos que Adolf Hitler: em 1937, o líder nazista enviou um emissário da SS a Cosenza para essa missão, mas o tesouro não foi encontrado. 

Mario Occhiuto, atual prefeito da província, propôs às autoridades italianas que utilizassem os avanços da tecnologia para poder encontrar, finalmente, as riquezas escondidas. 

Tendo detectado cinco localizações possíveis, serão realizadas análises profundas dos terrenos por meio de sondas geomagnéticas e micro-ondas. E os pesquisadores se mostram confiantes: é possível que, em muito pouco tempo, seja revelado, diante de nossos olhos, o maior tesouro da história da humanidade.

fonte: History

Turista é mordida por tubarão no dia de Natal




A turista Cristina Ojeda Thies, de 38 anos, estava curtindo com a família, no dia de Natal, o mar da praia de Arinaga, em Aguimes, nas Ilhas Canárias (Espanha), quando acabou atacada por um tubarão. Marcas dos dentes do predador ficaram impressas no braço esquerdo da espanhola. Por sorte, Cristina, que mora em Madri, conseguiu se desvencilhar do animal e nadar até a areia. 

"Hoje tive um encontro cara a cara com um tubarão. Coisas que acontecem quando se nada nas Canárias em dezembro", escreveu a espanhola no Twitter ao publicar fotos do ferimento. 

Mas, para autoridades e especialistas, a turista "deu azar", pois ataques desse tipo nas águas do arquipélago são raríssimos.


Praia de Arinaga | Reprodução/Twitter(Cris Ojeda-Thies) 

"Duvido que algo semelhante ocorra nos próximos 50 anos. As pessoas não precisam ficar com medo", disse Fernando Frias, presidente da entidade Canary Islands Shark Alliance, que promove a preservação de tubarões na região, de acordo com o "Telegraph". 

De acordo com especialistas, a turista deve ter sido ferida por uma espécie de tubarão conhecida como silky (Carcharhinus falciformis), que pode chegar a quase 2,5 metros de comprimento. 

"Tudo aconteceu muito rapidamente, em segundos. Como não foi um ataque doloroso, só percebi que tinha sido sério quando saí da água", comentou a vítima, que foi atendida em hospital próximo da praia.


As histórias reais de crianças que foram criadas por animais


Fotograma do filme de Gerardo Olivares 'Entrelobos'. WANDA VISION

As crianças que aprenderam a sobreviver sem contacto humano, graças ao cuidado de animais, são protagonistas de grandes obras da literatura, mas também de incríveis casos reais. 

Um deles é o menino-orangotango. Com aproximadamente 7 anos, ele passou a viver como um primata nas florestas da Malásia, subindo em árvores e conseguindo seu próprio alimento. 

Sem falar, ele aprendeu a relacionar-se com os orangotangos, os quais, considerando-o como parte de seu grupo, protegeram-no quando ele foi encontrado pelo exército. Para capturar o menino, os militares tiveram que enfrentar seus enormes familiares, chegando a disparar dardos tranquilizantes em vários deles. 

Num deserto na Síria, na década de 50, foi encontrada uma criança com características muito particulares. Seus músculos impressionantes não correspondiam aos de um ser humano de sua idade, e, correndo, ela chegava a alcançar 50 km/h. 

Parece a história de um super-herói, mas, na verdade, era um menino que vivia entre gazelas. Depois da sua difícil captura, ele foi hospitalizado, mas acabou fugindo sem deixar rasto.

O caso de Natasha Mikhailova não é passado na selva, na floresta nem no deserto, mas no sótão de sua própria casa. Lá, ela foi trancada por seus pais, que não queriam saber dela. 

Porém, Natasha não estava sozinha: era acompanhada por alguns cães, que se tornaram sua família. Quando foi encontrada em 2009, os especialistas se surpreenderam ao ver a pequena de 5 anos andando de quatro, latindo e bebendo com a língua. 

fonte: History

Gémeas nascem com dentes e surpreendem médicos na Índia


Um caso raro surpreendeu os médicos na Índia. Uma mulher deu à luz gémeas que nasceram com os dentes da frente parcialmente formados. O caso foi reportado no periódico médico "British Medical Journal" (BMJ).

De acordo com o relatório, as gémeas bivitelinas - diferentes - nasceram prematuramente e passaram os primeiros 15 dias de vida na incubadora. Apesar da formação precoce dos dentes, a mãe afirmou aos médicos em Davangere que não teve dor nem irritação no momento de amamentar as filhas. 

Ainda segundo o BMJ, que classificou o caso como um "fenómeno raro", as chances de um bebé nascer com o chamado 'dente natal' são de uma em 2 mil. Ainda existe a possibilidade de a criança desenvolver os dentes no primeiro mês de vida e, para este caso, a probabilidade é de 1 em 3.500 nascimentos. 

Geralmente, como é o caso das crianças, esses dentes são pequenos, cónicos e tem uma coloração amarelada, além de defeitos no esmalte. O procedimento padrão é que os dentes sejam removidos, já que a criança pode acabar engasgando com eles ou ainda podem causar ferimentos na língua. 

Apesar dos riscos, neste caso os médicos decidiram que não será necessário extrair os dentes. Eles mandaram as meninas para casa e pediram aos pais para ficarem atentos a qualquer anormalidade. 

fonte: Rede TV