quinta-feira, 2 de junho de 2011

Robô encontra hieróglifos na Grande Pirâmide





Hieróglifos com 4500 anos foram encontrados por um pequeno robô na parede de uma câmara secreta, dentro da Grande Pirâmide de Quéops, no Egipto.

Os hieróglifos foram encontrados pelo robô Djedi, criado pela Universidade de Leeds, Inglaterra, que acompanha os exploradores da Grande Pirâmide. O Djedi tem uma câmara de fibra ótica de apenas 8 milímetros de espessura que conseguiu entrar no pequeno compartimento, acessível por um túnel demasiado estreito impossível para ser usado por uma pessoa. O Djedi consegue, usando ultrassons, determinar a espessura de paredes e há, até, um pequeno robô autónomo que entra em espaços de 19 milímetros.

O robô explorador foi capaz de subir pelas paredes do túnel e fazer imagens inéditas que mostram hieróglifos que, os investigadores acreditam, serem da autoria dos trabalhadores da pirâmide. Marcas similares só haviam sido encontradas no teto da câmara do Rei. Além da escrita, surgiram outros pormenores dentro da câmara: dois pinos de cobre na "porta" de entrada. A existência desses pinos intriga os pesquisadores há mais de 20 anos: eles são os únicos pedaços de metal usados na Grande Pirâmide, mas sua função é desconhecida. As novas fotos, feitas de um ângulo inédito, revelam detalhes que podem ajudar a explicar se os pinos eram maçanetas ou até mesmo parte de um sistema elétrico (o que não parece ser o caso).

A próxima etapa é examinar a parede oposta da câmara e descobrir se, na verdade, não se trata de mais uma "porta" que leva a outro local escondido. O Djedi deve usar, em breve, uma broca que pode penetrar na parede, removendo pouco material e mostrando o que se esconde.



Tigre macho toma conta de duas crias órfãs na Índia


A polícia florestal indiana cruzou-se com um tigre que adoptou duas crias órfãs, uma caso extremamente raro nesta espécie. Segundo a BBC, os dois bebés perderam a mãe em Fevereiro na reserva de tigres de Ranthambore, no norte da Índia, e suspeita-se que o tigre adulto, baptizado de T25, seja o pai.

Peritos em vida animal dizem que normalmente são as fêmeas que tomam conta das crias e que os machos matam os bebés em situações como esta. E acrescentaram que não há registos de tigres machos terem alguma vez adoptados crias órfãs.

Fotografias tiradas por máquinas escondidas na vegetação daquela reserva, situada no estado do Rajastão, provam como T25 se preocupa com os seus bebés. As últimas fotos mostram T25 a caminhar poucos metros atrás de uma das suas crias, disse, à BBC, Rajesh Gupta, director da reserva de Ranthambore.

As crias, que deverão ter cerca de oitos meses, foram avistadas pela primeira vez no dia 29 de Janeiro com a mãe, T5, contou um dos vigilantes. Acrescentou que, após a morte da fêmea, a 9 de Fevereiro, os bebés estavam a ser cuidados, no seu habitat natural, pelo pessoal da reserva. Como são muito jovens para caçarem as suas presas, eram-lhes dadas presas já mortas.

“Eles estão em bom estado de saúde. Parece que o pai os deixa alimentarem-se as presas que ele captura, sem que ele próprio coma”, acrescentou Rajesh Gupta.

“Este é um caso muito raro”, garantiu, à BBC, UM Sahai, director do Departamento de Vida Selvagem do Rajastão. O mesmo perito explicou que é muito raro os pais visitarem as crias, especialmente quando as mães não estão presentes, sendo mesmo comum por vezes matá-los e alimentarem-se com a sua carne.

fonte: JN - Os Bichos / BBC

Borboletas fêmea fecham as asas para evitar machos insistentes


As borboletas fêmeas da espécie Lycena phlaeas desenvolveram uma técnica para evitar o assédio sexual de machos insistentes, fechando as asas e tornando-se menos visíveis, concluiu estudo japonês publicado na última edição da revista “Ethology”.

Jun-Ya Ide, do Instituto de Tecnologia Kurume, em Fukuoka, explicou à BBC que as borboletas fechavam as asas quando outras borboletas da mesma espécie voavam muito perto. Além disso notou que estes animais fechavam as asas com menor freqüência à aproximação de borboletas de espécies diferentes.

Esta será uma estratégia das borboletas fêmeas que já copularam a fim de se protegerem, já que são muito frágeis.

Depois de utilizar um modelo de borboleta macho para testar a reacção das fêmeas, Ide concluiu que “quando as fêmeas já não necessitam copular, elas fecham as asas para se esconder”. No entanto, as fêmeas virgens que querem copular “mantêm suas asas abertas para ficarem visíveis”.

fonte: Público

OS MISTERIOS QUE RODAM O ANTIGO EGIPTO!

A civilização egípcia sempre foi marcada pelos mistério que nela se encontram. Ate hoje nem um investigador teve uma prova concreta de como as pedras de 1 TONELADA foram levantadas a uma altura de 8,5 m sem ajuda de um guincho.Como todos sabem, que naquela época (3150 a.C) não havia esse tipo de tecnologia. Uma das explicações é que aquelas tecnologias não eram terrestres e sim trazidas pelos “deuses” egípcios.Uma prova de que aqueles deuses seriam extraterrestres são as pinturas que os próprios egípcios deixaram em desenhados e escritos dentro das pirâmides, olhe na figura abaixo, um artista egípcio gravou uns nítidos relevos de um portal no templo de Abydos.


Observe que os desenhos mostram um aparelho sofisticado e complexo para época, como dar para ver temos um helicóptero, um submarino e avião. Observe a figura abaixo:


Aqui está mais uma prova disso os "deuses" usavam relógio de pulso em 3150 ac?

É lógico que não eram esses "deuses", são viajantes do tempo ou do espaço . A essa altura do campeonato você já deve estar pensando essa menina tá doida, mas reflita um pouco sobre esse assunto.


Infecções na Europa são provocadas por nova estirpe


A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou hoje que é uma nova estirpe nunca antes detectada da bactéria e.coli que está a provocar centenas de infecções, algumas mortais, na Europa, segundo noticiou a agência de notícias Associated Press.

A sequência genética sugere que a estirpe é uma mutação de dois tipos de e.coli, com genes letais que podem explicar o foco de infeção na Europa, sobretudo na Alemanha, que já causou 17 mortes.

Hilde Kruse, um perito em segurança alimentar da OMS, declarou à Associated Press que esta é uma «estirpe única que nunca tinha sido isolada em doentes».

A nova estirpe tem «várias características que a tornam mais virulenta e mais produtora de toxinas», acrescentou o especialista.

Até ao momento, as autoridades e os investigadores ainda não conseguiram determinar a origem do surto infeccioso que se tem registado sobretudo na Alemanha.

O surto agravou-se na quarta-feira, com o balanço do número de mortes a subir para 17 e com o registo de centenas de novos casos detectados, inclusivamente na Holanda e nos Estados Unidos em pessoas que, aparentemente, terão estado em trânsito na Alemanha.

A Comissão Europeia levantou na quarta-feira o alerta sobre os pepinos espanhóis, após a Alemanha ter reconhecido que estes não terão sido a causa do surto. Mantêm-se análises a vários vegetais.

fonte: Sol

Coelho nasce sem orelhas em Fukushima


Um coelho nasceu sem orelhas em Namie Tsushima, uma localidade japonesa a apenas 30 quilómetros da central nuclear de Fukushima, que colapsou depois do terramoto e tsunami de 11 de Março, escreve o El Mundo. O nascimento do mamífero potenciou os receios de que os bebés humanos venham a sofrer consequências pela exposição à radiação.

Alguns especialistas já confirmaram que a deformação do coelho se deve à fuga radioactiva de há três meses na central . Apesar destas primeiras análises, ainda faltam estudos mais aprofundados para determinar a relação de causa-efeito.

Cerca de 5 mil pessoas que viviam nos arredores da central já abandonaram as suas casas.

fonte: Sol

Na vida dos hominídeos eles ficavam, elas vinham, sugere estudo da Nature



O Australopithecus africanus viveu há 2,2 milhões de anos na actual África do Sul

Há mais de um milhão de anos, na savana situada no que é hoje a África do Sul, os grupos de hominídeos teriam uma história de vida diferente consoante fossem machos ou fêmeas. Um estudo publicado esta quarta-feira na Nature sugere que enquanto os hominídeos masculinos mantinham-se no mesmo habitat desde que nasciam até à morte, as fêmeas teriam crescido num local diferente e acabavam por morrer noutra região.

A descoberta não foi feita a partir de fósseis novos encontrados. O trabalho de uma equipa internacional de cientistas dos Estados Unidos, da Alemanha, Suiça, Inglaterra e da África do Sul utilizou técnicas diferentes para recolher esta informação.

O estudo focou-se nos fósseis de dentes de duas espécies de hominídeos. O Australopithecus africanus, viveu há 2,2 milhões de anos e foi possivelmente antepassado directo do Homem, e o Paranthropus robustus, que viveu há 1,8 milhões de anos, e foi um primo.

Os fósseis de cada espécie foram encontrados em duas grutas no Noroeste da África do Sul, que estão a poucos quilómetros de distância uma da outra. A equipa analisou a quantidade relativa de um metal chamado estrôncio, que existe no esmalte dos dentes.

Este elemento químico está nos minerais e é absorvido pelas plantas, entrando assim nos ecossistemas. Durante o crescimento dos animais, o estrôncio acumula-se no esmalte dos dentes. A percentagem relativa de isótopos deste metal que existe no ambiente vai ficar registada nos dentes e serve de assinatura do local onde os hominídeos cresceram.

“Um dos nossos objectivos foi tentar encontrar algo sobre o uso da paisagem dos primeiros hominídeos”, disse em comunicado Sandi Copeland, primeira autora do artigo da "Nature", que trabalha no Instituto Max Planck, em Leipzig, Alemanha. “Aqui, tivemos um vislumbre directo dos movimentos geográficos dos primeiros hominídeos, e parece que as fêmeas moviam-se preferencialmente para longe dos grupos onde residiam.”

A equipa analisou fósseis de oito indivíduos de Australopithecus africanus e 11 de Paranthropus robustus. A percentagem relativa de isótopos de estrôncio nos dentes das fêmeas, que por norma são mais pequenos, mostrava que pelo menos metade tinham vindo de outro sítio. Enquanto nos machos esta percentagem era apenas de dez por cento.

“O que os resultados mostram é que as fêmeas vinham mais de fora da região do que os machos. Não vinham de muito longe, mas não era o mesmo grupo natal onde cresceram”, disse à BBC News Julia Lee-Thorpe, investigadora da Universidade de Oxford que fez parte da equipa. “Não sabemos se as fêmeas derivaram de outro grupo, se vieram de propósito, ou se foram sequestradas; não temos forma de saber esse tipo de detalhes, mas na generalidade, a maioria das fêmeas veio de outro lugar.”

Este comportamento é o que acontece nos chimpanzés, onde os machos ficam no mesmo sítio onde nascem e as fêmeas são obrigadas a abandonar o grupo para não haver consanguinidade. Algo que não acontece, por exemplo nos gorilas, onde tanto os machos como as fêmea migram do grupo onde nasceram.

fonte: Público

Amazónia perdeu 2,6 mil milhões de árvores até 2002


O território brasileiro designado como Amazónia Legal, que representa quase 60 por cento de toda a área do Brasil, perdeu desde o início da colonização até 2002 um total de 2,6 mil milhões de árvores.

Embora os dados sejam de 2002, as informações foram divulgadas hoje pelo instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que realizou a pesquisa a partir de dados colhidos durante as décadas de 1970 e 1980.

De acordo com o relatório, até 2002, a mudança na cobertura da terra devido à actividade humana, via desmatamento e queimadas, chegou a 15,3 por cento da área de vegetação original.

O dado mais agravante da desflorestação apontado pelos pesquisadores foi o desmatamento de 32 por cento da área desflorestada - um terço do total -- sem uso posterior.

Do total do território desmatado, 15 por cento foi convertido em produção agrícola, enquanto 51 por cento passou a ser utilizado como local de criação pecuária.

A Amazónia Legal representa um território de 5.016.136,3 quilómetros quadrados que engloba dez Estados brasileiros, com os de Mato Grosso, Pará e Maranhão a representarem 75 por cento de toda a perda vegetal da Amazónia.

fonte: DN