quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

SpaceX lança e recupera primeiro bloco de um foguetão


Momento da aterragem do foguetão de lançamento AFP/SPACEX



Momento da descolagem do veículo espacial AFP/SPACEX


Momento da descolagem do veículo espacial JOE SKIPPER/REUTERS



Os rastos do lançamento e da aterragem AFP/SPACEX

O primeiro bloco desceu suavemente e aterrou de forma vertical, 11 minutos após o lançamento.

A empresa aeroespacial SpaceX conseguiu pela primeira vez recuperar o primeiro andar de um foguetão. Na madrugada desta terça-feira, o Falcon 9 descolou do Cabo Canaveral, na Florida (EUA), para pôr 11 satélites de comunicação em órbita. Depois, o primeiro andar do foguetão voltou a descer e pousou em segurança a poucos quilómetros do local de lançamento.

O sucesso da missão, que demorou pouco mais de 30 minutos, marca um momento crucial para a empresa californiana fundada por Elon Musk. Este foi o primeiro voo desde o acidente com um foguetão que explodiu em Junho de 2015, destruindo uma nave de carga que iria abastecer a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).

Entretanto, o Falcon 9 foi melhorado. O foguetão, com uma altura equivalente a 23 andares (cerca de 68 metros), descolou às 20h29 de segunda-feira nos Estados Unidos (01h29 de Lisboa). Depois de largar o segundo andar do foguetão, o primeiro andar – com cerca de 41 metros e nove motores – voltou a descer até ao solo dez minutos depois da descolagem, aterrando a 9,6 quilómetros a sul do local de lançamento.

O empresário Elon Musk disse que a capacidade de recuperar o primeiro andar dos foguetões, para que possam ser remodelados e voarem de novo, iria cortar os custos operacionais da empresa. Só o primeiro andar do foguetão, sem combustível, pesa entre 23 e 26 toneladas. 

Ao observarem o regresso e a aterragem do foguetão, controlado por propulsores e com a ajuda de quatro braços que sustentaram a aterragem do Falcon 9, os trabalhadores da SpaceX rejubilaram. “Bem-vindo, querido!”, escreveu Elon Musk, numa mensagem no Twitter. Jeff Bezos, director-executivo da empresa rival Blue Origin, fundada pela Amazon.com, que há um mês tinha conseguido uma proeza semelhante, recebendo na altura um elogio de Musk, cumprimentou de volta a SpaceX: “Bem-vindos ao clube!”


Mas o sucesso da SpaceX foi obtido durante uma missão comercial, não foi apenas um teste como o da Blue Origin. O segundo andar do Falcon 9, depois de se separar do primeiro andar, continuou a elevar-se até aos 800 quilómetros de altitude com ajuda dos motores, libertando 11 satélites da empresa ORBCOMM. A empresa tem agora uma rede de 17 satélites que custou 200 milhões de dólares (182 milhões de euros).

A SpaceX, que tem pela frente mais de 60 missões no valor de 8000 milhões de dólares (7300 milhões de euros), já tinha falhado duas tentativas de aterrar foguetões numa plataforma no oceano. E desde 28 de Junho que não tinha feito nenhum lançamento de foguetões. Nessa data, um Falcon 9 explodiu pouco depois da descolagem numa missão para abastecer a ISS.

Mas o problema que originou a explosão foi identificado: havia uma viga que estava defeituosa e suportava uma garrafa de hélio que estava dentro do andar superior do foguetão, e que continha combustível. Quando a estrutura se partiu, o hélio inundou o tanque, aumentando a pressurização e fazendo o tanque explodir. Por isso, a SpaceX mudou o fornecedor das vigas de metal, explicou Elon Musk aos jornalistas.

fonte: Público

Floresta tropical fossilizada descoberta no Árctico


Ilustração da floresta de Svalbard DR


Numa ilha do arquipélago de Svalbard, no oceano Árctico, encontraram-se fósseis de uma floresta com 380 milhões anos. Terão sido das primeiras árvores na Terra.

Foram encontrados vestígios fósseis de uma floresta tropical com 380 milhões de anos no arquipélago norueguês de Svalbard. A descoberta de cientistas das universidades de Cardiff e de Southampton, no Reino Unido, foi publicada na edição de Dezembro da revista Geology.

Os investigadores descobriram cepos fossilizados de árvore que estavam preservados ainda dentro da terra. “Estas florestas fósseis mostram-nos como era a vegetação e a paisagem no equador há 380 milhões de anos, quando as primeiras árvores apareceram na Terra”, diz um dos autores, Christopher Berry, da Universidade de Cardiff, em comunicado da instituição. As ilhas de Svalbard, hoje no oceano Árctico, estavam há centenas de milhões de anos localizadas perto do equador e, pelo movimento das placas tectónicas, deslocaram-se para norte.

A floresta era extremamente densa – com um espaçamento de 20 centímetros entre árvores – e com árvores que chegariam a quatro metros de altura. Os fósseis de 380 milhões de anos foram identificados como sendo de Protolepidodendropsis pulchra, uma espécie extinta de licopódios, que foram das primeiras plantas na Terra com sistemas de transporte de seiva, água e sais minerais.

Foi também durante este período – o Devónico, há 420 a 360 milhões de anos – que ocorreu uma redução de 15 vezes do dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. “O aparecimento das árvores é a causa mais provável desta diminuição do CO2, porque as plantas absorviam o CO2 através da fotossíntese e incorporavam-no nos tecidos, tal como o processo de formação dos solos”, continua Christopher Berry. “Esta vegetação tropical com alta densidade de árvores pode ter promovido uma rápida desagregação dos solos, aumentando assim a remoção de CO2 em comparação com outras florestas contemporâneas a latitudes mais elevadas”, lê-se ainda no artigo científico.

Os cientistas pensam que florestas equatoriais, como esta, terão contribuído bastante para a redução de CO2 atmosférica, devido à temperatura e à precipitação elevadas no equador. A floresta descoberta em Svalbard é apenas um pouco mais recente do que a única outra floresta fossilizada conhecida – a floresta de Gilboa, nos Estados Unidos – descoberta em 2012.

fonte: Público

Identificado gene que explica o aparecimento de novas espécies


Moscas-do-vinagre da espécie Drosophila melanosgaster NASA/DOMINIC HART

A questão do aparecimento de novas espécies tem intrigado gerações de cientistas. Charles Darwin chamou-lhe “o mistério dos mistérios”. Um gene essencial para a divisão das células na mosca-do-vinagre veio ajudar a desvendar este enigma.

Sabe-se que o cavalo e o burro pertencem a espécies diferentes mas podem cruzar-se e ter descendentes, a mula e o macho, que, no entanto, são estéreis. Há mais casos semelhantes no reino animal, e é através do estudo destes casos que os cientistas tentam explicar como e por que razão aparecem novas espécies. Cientistas nos Estados Unidos descobriram agora um gene responsável por barreiras à reprodução entre duas espécies de moscas-do-vinagre. Surpreendentemente, este gene pode também estar relacionado com o desenvolvimento de cancro.

“Dizemos que existem espécies novas quando existem barreiras que impedem que se cruzem entre si”, explica Nitin Phadis, primeiro autor do artigo na última edição da revista Science e investigador da Universidade de Utah, em comunicado de imprensa. “Identificar os genes e desvendar a base molecular da esterilidade ou morte dos híbridos é chave para compreender o aparecimento de novas espécies.”

Os cientistas descobriram que o gene chamado “gfzf” – cuja acção normalmente impede que células com danos no ADN se dividam – está também envolvido nas barreiras biológicas à reprodução entre duas espécies muito próximas de moscas-do-vinagre, causando a morte dos machos híbridos. Utilizadas como modelos de investigação, as moscas-do-vinagre permitem compreender processos genéticos mais latos, neste caso sobre as barreiras biológicas entre espécies distintas e o aparecimento de novas espécies.

“A verificação do ciclo celular por genes como gfzf tem um papel importante na correcção de erros durante o ciclo celular, que, caso não sejam corrigidos, podem causar cancro. O nosso trabalho sugere que a especiação e a biologia do cancro podem fazer parte do mesmo contínuo de processos biológicos”, diz Harmit Malik, líder do projecto e investigador do Centro Fred Hutchinson de Investigação do Cancro, também em comunicado.

A mosca-do-vinagre é muito usada para estudos genéticos e desde 1910 que os cientistas tentam descobrir as causas das barreiras à reprodução entre duas espécies muito próximas de mosca-do-vinagre – as espécies irmãs Drosophila melanosgaster eDrosophila simulans que, quando cruzadas entre si, só têm filhas, que são estéreis. Os machos morrem durante a fase larvar. Outros estudos já tinham identificado dois genes envolvidos na mortalidade dos machos, mas como a sua acção não explicava totalmente o fenómeno previa-se que existisse um terceiro gene. Este estudo poderá agora desvendar este enigma com mais de um século.

Através de 55.000 cruzamentos entre moscas das duas espécies com mutações pontuais e da análise de mais de 330.000 filhas híbridas, os cientistas descobriram seis filhos machos híbridos que conseguiram sobreviver.

A análise de todo o genoma destes machos revelou que todos tinham mutações no gene gfzf. Tinha-se encontrado o gene que era o responsável pela morte dos machos. E que, quando possuía mutações que o desactivavam, permitia a sobrevivência dos machos resultantes do cruzamento entre as duas espécies de moscas.

“Não seria possível resolver este mistério com as abordagens genéticas tradicionais. Foi preciso uma abordagem totalmente nova, através da análise de todo o genoma”, conta Harmit Malik. Agora os cientistas pensam que os métodos que utilizaram poderão acelerar a descoberta da base genética do isolamento reprodutor noutros grupos animais.

fonte: Público

"Vulto" assombra foto de cemitério e intriga a web







Cemitério já não é um lugar muito agradável. Agora, imagina flagrar um vulto em torno de um túmulo, à noite, em plena noite de Halloween? 

O susto foi grande. A imagem sinistra foi tirada por investigadores paranormais, que afirmam terem visto o fantasma, aparentemente de um homem, circulando ao lado de um túmulo no cemitério de St Bartholomew, em Sydney, na Austrália. 

A equipe de investigadores paranormais estava no local para visitar uma antiga igrejinha localizada dentro do cemitério quando ouviu um estranho barulho.

"Era um som agudo, que vinha de uma sepultura", afirmam.

Eles tiraram centenas de fotos enquanto estavam lá. Algumas saíram sem nenhuma presença inexplicável. Mas, em outras, o vulto aparece bem ao lado de um túmulo. 

Note que o vulto apresenta características idênticas a de um humano. O investigador Kelly Ryan enfatiza: "Parecia que ele estava se movendo em nossa direção. Tem pernas e braços. Parecia um homem".

E polemiza: "Não estamos dizendo que se trata de um espírito, mas, com certeza, algo aconteceu ali, é uma anomalia".

fonte: R7

Astrónomos descobrem novo planeta 'atrás' de Plutão, o Planeta X


A chegada de sondas a Plutão pode ter sido muito mais impressionante do que julgamos até agora. Isso porque mais do que saber mais sobre o planeta anão, podemos ter descoberto que o Sistema Solar tem mais planetas do que acreditamos.

A partir de observações feitas no radiotelescópio ALMA, que fica no Chile, especialistas dizem ter descoberto um novo planeta. E com duas condições especiais: muito parecido com a Terra e também “próximo” dela.

Ainda em 2015, uma descoberta semelhante havia sido feita. A questão era a distância: milhões de anos-luz do nosso planeta. Com essa nova descoberta, especialistas passam a considerar que podemos estar diante de uma descoberta realmente histórica.

Isso porque, atualmente, o planeta mais próximo da Terra em distância e estruturação seria Marte — que, mesmo assim, não abrigaria vida terrestre. Já o Gna, como foi batizado por um grupo sueco, poderia atender essas necessidades de maneira, digamos, mais adequada.

Os especialistas, agora, querem saber mais sobre o Planeta X, como ele também é conhecido. Isso porque os dados são tão preliminares que todas as afirmações feitas a respeito dele são completamente intuitivas. Os estudos deverão seguir no decorrer dos próximos meses, com base nas informações obtidas pelo ALMA.

As teorias da conspiração, é claro, já apareceram. Para esses teóricos, o Planeta X é na verdade o mundo alienígena Nibiru, que irá colidir com a Terra causando o apocalipse ainda em dezembro de 2015. Os especialistas, é claro, negam tais informações.

fonte: Yahoo!

Turista é vítima de ataque de tubarão em Fernando de Noronha (PE)


Um turista do Paraná de 33 anos foi vítima de um ataque de tubarão em Fernando de Noronha, famosa ilha turística de Pernambuco.

O homem, que não foi identificado, teve parte do braço amputado e seu estado de saúde é estável. As informações são do site Diário de Pernambuco.

O ataque de tubarão aconteceu na Praia do Sueste, no Parque Nacional Marinho, um dos principais locais de alimentação de tartarugas marinhas da região, e é o primeiro acidente do tipo registrado em Fernando de Noronha.

Por conta da gravidade da situação, o turista passou por uma transferência de hospital. Ele saiu às 5h da manhã da ilha de Fernando de Noronha usando uma UTI aérea e foi realocado no Hospital da Restauração, em Recife.

Com o ataque em Fernando de Noronha, Pernambuco já registra 61 ataques de tubarão desde 1992, quando começou a medição. Destes, 24 ataques terminaram em mortes. 

fonte: BOL

Tubarão mata homem durante tentativa de salvamento em Aruba



Um venezuelano foi morto por um tubarão enquanto a Guarda Costeira tentava salvá-lo em Aruba, no Caribe.

O homem estava em um barco que virou no mar infestado por tubarões. Outros seis venezuelanos estavam na embarcação. Quatro conseguiram ser salvos e agora se recuperam da desidratação. Dois morreram afogados com o naufrágio.

Um funcionário da guarda Costeira postou em sua conta no Twitter duas fotos que disse ser do resgate dos quatro sobreviventes.

Segundo o porta-voz da Guarda Costeira, Roderick Gouverneur, o homem havia sido avistado pelo helicóptero dos socorristas, agarrado a uma boia. O helicóptero chegou a lançar um equipamento para resgate, mas antes que o homem o alcançasse, foi atacado.

A mídia local identificou o homem como sendo o capitão Adrián Esteban Rafael, 58. Ele chegou a ser levado para um hospital, mas não resistiu.

fonte: UOL

'Alienígena' aparece em selfie e deixa mulher em choque


Como você se sente quando alguma pessoa ou algum fato inesperado estraga aquela “selfie” tão aguardada? Às vezes, algumas situações acabam resultando em imagens engraçadas ou até mesmo intrigantes. 

Na Rússia, um photobomb (como a situação é conhecida na internet) deixou todos morrendo de medo por parecer se tratar de nada mais nada menos que um extraterrestre dentro do avião. 

Parece algo meio absurdo – e até um pouco ridículo – pensar que um alienígena iria se preocupar em estragar o retrato de alguém, mas quando Olesya Podkorytov viu o rolo da câmera do seu celular, notou uma figura estranha nos bancos de trás e ficou preocupada. 

Olesya, que vive na cidade de Kurgan, região centro-sul da Rússia, disse que bateu a foto quando a aeronave já estava voando e postou logo em seguida nas redes sociais. Foi então que seus amigos começaram a discutir o que poderia ser aquilo na imagem. 

“Eu publiquei a imagem na minha página, e logo em seguida fui bombardeada de comentários e questionamentos. Não há sinal de olhos na foto, só um ‘corpo verde escuro’ estranho”, afirmou ela. 

Outros levantaram a possibilidade de não ser nem um “alien”, mas sim algum tipo de fantasma ou espírito. Até um expert em aviação, identificado como Viktor Lunev, entrou na discussão nas redes sociais. 

“Pilotos e comissários estão muito intrigados. Em toda a minha experiência, eu nunca encontrei algo desta forma. Mas talvez consigamos explicar isso com algumas leis da física”, opinou. E para você, o que é essa forma bizarra na “selfie” de Olesya? Alienígena, fantasma, espírito ou só um cara muito alto em um retrato mal batido?

fonte: Yahoo!