quinta-feira, 6 de junho de 2019

Conheça a estranha história dos homens que tinham cabeça de cachorro

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Ao longo da história, existem inúmeras referências à existência de seres com cabeça de chacal ou de cachorro, os cinocéfalos. Desde a mitologia egípcia, na qual Hórus e Anúbis possuíam cabeça de cão, até os escritos do famoso explorador Marco Polo, que relatam um encontro com uma tribo de bárbaros com cabeça de cachorro que viviam e cultivavam especiarias nas Ilhas Andamão, na Índia.

Há, inclusive, referências aos cinocéfalos em antigos textos gregos e chineses. O historiador helênico Ctesias de Cnido escreveu sobre a existência dessas criaturas na Índia. Na China, o missionário budista Hui-Sheng narrou o encontro com os homens cabeça de cachorro em uma ilha ao leste de Fusang.

Alguns pesquisadores acreditam que essa lenda pode ter sido consequência de uma confusão de tribos de mandris (espécie de primatas) com humanos. Contudo, os amantes do ocultismo acreditam que os cinocéfalos teriam de fato existido, assim como outras criaturas mitológicas, a exemplo dos lobisomens e unicórnios.

fonte: History

Peixe raro com mais de 200 kg é encontrado em Itanhaém (SP)

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Um peixe da espécie agulhão-negro de mais de 200 kg foi encontrado na praia de Itanhaém, no litoral de São Paulo, e surpreendeu a equipe do Instituto Biopesca, que faz monitoramento pela região.

Em pouco mais de três anos e meio de trabalho na área, os pesquisadores nunca tinham visto um animal dessa espécie por ali. Agora, eles investigam a ocorrência e querem descobrir porque ele foi encontrado já sem vida.

Agulhão negro encontrado em Itanhaém (SP)


DIVULGAÇÃO/BIOPESCA

O peixe agulhão-negro foi encontrado morto na faixa de areia da praia de Itanhaém. O aparecimento raro será investigado pelo Instituto Biopesca, que também colheu amostras para analisar a causa da morte do animal.

De acordo com a entidade, o animal pesava 202kg e tinha 3,68 metros de comprimento. Segundo o professor Teodoro Vaske Junior, da UNESP da cidade de São Vicente, parceiro do Instituto Biopesca, o agulhão é uma espécie oceânica de águas quentes.

O animal tem o bico mais curto do que outras espécies de agulhões e se alimenta de outros peixes e lulas, podendo passar de 600 kg.

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Segundo o biólogo Márcio Ohkawara, do Instituto Biopesca, é a primeira vez que um agulhão-negro é encontrado em três anos e meio de monitoramento diário das praias de Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe, cidades da Baixada Santista.

O agulhão-negro é uma espécie protegida e sua comercialização é proibida em todo o território nacional.

fonte: Vix

Aranha azul elétrica, besouro aquático e mais 30 novas espécies descobertas na Amazónia

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O zoólogo Andrew Snyder fazia parte de uma expedição que passou o mês de março de 2014 investigando todas as formas de vida encontradas no Parque Nacional Keieteur, região amazônica de Guiana, país vizinho do Brasil. Sua especialidade é répteis e anfíbios, mas por um evento de sorte, foi o responsável pela descoberta de uma nova espécie de aranha.

Descoberta de nova espécie de aranha: como foi?

No blog da Global Wildlife Conservation, ONG que promoveu a pesquisa, Snyder relata que em uma noite decidiu realizar uma caminhada pela floresta, às margens do Rio Potaro, iluminado apenas por uma lanterna. Ao projetar o feixe de luz em direção a uma árvore, observou um brilho multicolorido, mas predominantemente azul, como reflexo de dentro de um buraco no tronco. Sua experiência já indicava que seria uma aranha.



Quando se aproximou, percebeu que estava meio certo: tratava-se, de fato, de uma aranha, embora o reflexo azulado não fosse resultante de seus olhos, mas, sim, de suas patas e pelos. “Eu imediatamente soube que era diferente de qualquer espécie que eu já havia encontrado antes”, pensou naquele momento. Estava certo: era uma tarântula azul jamais vista antes pelo homem.

Após fotografar o aracnídeo, Snyder o catalogou como uma tarântula da família Ischnocolinae. Devido a sua cor brilhante, recebeu o apelido de “aranha azul elétrica” dos pesquisadores. Ela tem a maior parte do corpo no tom negro, mas patas, pinças e abdômen azuis e seu tamanho é pouco maior que uma lata de refrigerante.

Mais de 30 espécies: besouros aquáticos e insetos carnívoros

O relatório final publicado pela Global Wildlife Conservation e parceria com a WWF lista pelo menos 30 novas espécies que possivelmente jamais tenham sido catalogadas pela ciência até então, todas elas típicas da Amazônia da Guiana.

De acordo com o documento, foram descobertas 6 espécies de peixes, 5 tipos de libélulas de comportamento carnívoro e 15 diferentes besouros aquáticos.

A região é uma das mais ricas em biodiversidade de todo o planeta e os pesquisadores acreditam que ainda há muitas formas de vida desconhecidas por lá. O sapo de Groete Creek, que carrega seus ovos nas costas, e a rã dourada de Kaieteur são dois exemplos.



Embora seu território seja pequeno, a Guiana é um país importante para o estudo de novas espécies animais e vegetais devido sua alta biodiversidade e baixa concentração populacional, sobretudo no parque nacional onde ocorreu a expedição - 50% das aves, 40% dos insetos, 43% dos anfíbios e 30% dos mamíferos do país vivem lá.

fonte: Vix

Bizarros clarões de luz vindos da Lua estão a intrigar os astrónomos


Várias vezes por semana, podemos ver clarões que aparecem na superfície da Lua. Algumas vezes são rápidos, outras duram mais tempo. Em algumas ocasiões, há lugares que escurecem temporariamente.

Os cientistas não sabem exatamente o que está a causar a aparição destas misteriosas luzes no nosso satélite natural. Uma das hipóteses é que serão provocadas por impactos de meteoritos. Ou então pode tratar-se de partículas de vento solar carregadas eletricamente que reagem com o pó lunar.

“Também se observaram atividades sísmicas na Lua. Quando a superfície se move, os gases que refletem a luz solar poderiam escapar do interior da Lua. Isto explicaria os fenómenos luminosos, alguns dos quais duram horas”, disse Hakan Kayal, professor de tecnologia espacial na Universidade de Würzburgo, na Alemanha. Os chamados fenómenos lunares transitórios conhecem-se desde a década de 1950, mas não foram observados de maneira sistemática e a longo prazo.

Kayal e a sua equipa construíram, de acordo com a ABC, um telescópio lunar e puseram-no em funcionamento em abril. Está localizado num observatório privado em Espanha a cerca de 100 quilómetros a norte de Sevilha numa zona rural.

O telescópio é controlado remotamente a partir do campus da JMU. Consiste em duas câmaras que monitorizam a lua noite após noite. Somente se ambas as câmaras registarem um fenómeno de luz ao mesmo tempo, o telescópio ativará outras ações. Em seguida, armazena as fotos e sequências de vídeo do evento e envia um e-mail para a equipa de Kayal.

O sistema ainda não está completamente terminado: o software, que deteta automaticamente flashes e outros fenómenos de luz, está a ser aperfeiçoado. Kayal planeia usar métodos de inteligência artificial, entre outras coisas: redes neurais garantem que o sistema gradualmente aprenda a distinguir um flash da Lua de falhas técnicas ou de pássaros e aviões a passar na frente da câmara. Estima-se que será necessário outro ano de trabalho antes que possa ser feito.

Para Kayal, reduzir a taxa de falsos alarmes o máximo possível é apenas o primeiro marco deste projeto. O sistema será usado mais tarde numa missão de satélite. As câmaras poderiam trabalhar em órbita ao redor da Terra ou da Lua. O cientistas espera que isto leve a resultados muito melhores.

Quando o telescópio documenta um fenómeno luminoso, a equipa comparara os resultados com a Agência Espacial Europeia (ESA), que também observa a lua. “Se a mesma coisa for vista lá, o evento pode ser considerado confirmado.” Se necessário, uma investigação conjunta adicional poderá ser iniciada.

A nova “corrida para a lua” aumentou o interesse em fenómenos de luz no nosso satélite. A China iniciou um abrangente programa lunar e, no início de janeiro, enviou uma sonda para o outro lado da Lua. A Índia está a planear uma missão semelhante.

Em reação a essas iniciativas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falou em maio do retorno do seu país à Lua. A China e empresas privadas como a SpaceX ou a Blue Origin também estão a considerar a Lua como um habitat para humanos a longo prazo. Além disso, existem matérias-primas lá, como metais raros, que são necessárias para a criação de smartphones e outros dispositivos.

fonte: ZAP

Físicos começam a suspeitar que a realidade não passa de uma ilusão


A nova teoria pressupõe que a realidade física que conhecemos é, na verdade, uma mera ilusão. O cientista e filósofo Bernardo Kastrup, autor do artigo, afirma que a única coisa real é a informação.

Num artigo de opinião publicado em março na Scientific American pelo cientista e filósofo Bernardo Kastrup explica que a realidade física não passa de uma ilusão. O holandês alega que a matéria não é real e que apenas o aparato dado para dar sentido às relações matemáticas dos objetos é que dissimula a realidade.

“Para alguns físicos, aquilo que chamamos ‘matéria’, com a sua solidez e concretude, é uma ilusão. Apenas o aparato matemático que eles criam nas suas teorias é verdadeiramente real, e não o mundo percebido que o aparato foi criado para descrever”, escreveu Kastrup.

O cientista refere que essa noção abstrata, chamada realismo da informação, tem um caráter filosófico, mas que sempre foi associado à física. Como tal, é dado o exemplo da divisão de átomos, que antigamente se julgava ser impossível acontecer, mas que agora sabe-se que é possível dividir átomos continuamente até que não reste forma nem solidez.

Assim, “atingem um ponto que os rotulamos de “energia”, que não passa de um termo concetual abstrato para descrever a natureza e que carece de uma essência real e concreta.

Kastrup teoriza que a matéria surge do processamento da informação e não o contrário. “Até mesmo a mente é supostamente um fenómeno derivado da manipulação de informações puramente abstratas”, explicou.

Mas o que é a informação? Nem o cientista parece conseguir responder. “A informação é notoriamente um fenómeno polimórfico e polissemântico, que pode ser associado a várias explicações, dependendo do nível de abstração adotado e do conjunto de requisitos que orientam uma teoria. A informação permanece um conceito indescritível“, diz no artigo, citando Luciano Floridi.

fonte: ZAP

Astrónomos revelam imagens de planetas recém-nascidos


Astrónomos tiraram fotos de dois mundos extraterrestres recém-nascidos que orbitam uma estrela parecida com o Sol, revela um novo relatório cientifico.

Um grupo de cientistas publicou um relatório dedicado às imagens de dois mundos extraterrestres recém-nascidos que orbitam a estrela PDS 70. A estrela PDS 70 fica a cerca de 370 anos-luz da Terra, sendo o segundo sistema multi planetário que foi fotografado até hoje. O site Space.com revela os detalhes.

"É a primeira detecção inequívoca de um sistema de dois planetas talhando um espaço no disco", lê-se no relatório do Instituto Científico do Telescópio Espacial em Baltimore.

A descoberta indica que planetas recém-formados causam pelo menos alguns dos espaços que os astrónomos haviam observado nos sistemas estelares jovens, considera o membro do grupo Julien Girard.

"Com instalações como o [rádio-observatório] ALMA, o [telescópio] Hubble ou os grandes telescópios ópticos terrestres com óptica adaptativa, nós vemos discos com anéis e espaços por todo lado. [...] A questão em aberto tem sido, há planetas aí? Neste caso, a resposta é sim", disse ele.

A estrela PDS 70 tem seis milhões de anos de idade. O disco dela apresenta um grande espaço que se estende de 3 biliões de quilómetros até 6 biliões de quilómetros da estrela.

fonte: Sputnik News

Cientistas argentinos encontram na Antárctida restos de 'parente de Nessie'


Um grupo de paleontólogos argentinos descobriu os restos do que seria até agora o elasmossauro "mais pesado do mundo", um exemplar extinto pertencente a uma família de enormes répteis marinhos que habitavam a Terra pouco antes da extinção em massa dos dinossauros.

José O'Gorman, da Universidade Nacional de La Plata e o autor principal da investigação, afirmou à agência CTyS, que a recuperação dos segmentos ósseos foi possível depois de décadas de sucessivas campanhas do Instituto Antárctico Argentino e do Museu de La Plata (MLP) na ilha de Seymour, localizada no extremo norte da península Antárctida. As escavações terminaram em 2017, porém, os resultados só foram publicados há pouco na revista Cretaceous Research.

Hallan fósiles de reptil gigante en la Antártida 🦴🦴 Con una masa corporal que superaba las 12 toneladas, duplica en tamaño a la mayoría de los reptiles de su familia conocidos hasta ahora. http://www.ctys.com.ar/index.php?idPage=20&idArticulo=3791 …
Veja outros Tweets de Agencia CTyS- UNLaM

Fósseis de réptil gigante foram encontrados na Antárctida. Com uma massa corporal maior que 12 toneladas, isso duplica em tamanho a maioria dos répteis de sua família conhecidos até agora

De acordo com o paleontólogo, foram achadas partes da coluna vertebral, barbatanas dianteiras e traseiras, além de vários elementos da cintura escapular.

Estima-se que o elasmossauro encontrado medisse entre 11 e 12 metros e pesasse entre 10 e 13 toneladas. "É nitidamente maior que os que conhecíamos até agora e que pesavam entre cinco e seis toneladas", detalhou.

Especialistas analisaram a dieta do bicho e descobriram uma possível causa do seu enorme tamanho. Com base nas evidências existentes sobre os aristonectinos – uma subfamília com o pescoço mais curto, as vértebras mais robustas e o crânio maior – é possível que os elasmossauros abrissem a boca para caçar num único movimento a maior quantidade possível de pequenos animais, de uma forma semelhante à das baleias.

"As baleias aproveitam uma rugosidade que têm no palato para pegar micropláncton, enquanto consideramos que os aristonectinos usavam sua bateria de dentes como uma espécie de armadilha, em que ficava presa uma grande quantidade de animais, e expulsavam a água", explicou O'Gorman.

Marcelo Reguero, investigador do Instituto Antárctico Argentino e do MLP, afirmou que o achado é datado possivelmente do final da era do Cretáceo, marcada pela extinção de muitas espécies, há aproximadamente 65 milhões de anos. O'Gorman destacou que este exemplar pode ter vivido "há uns 30.000 anos", período que considera "muito próximo" ao desaparecimento maciço, o que demonstra que o ambiente marinho da Antárctida "continuava suportando animais de grande porte".

fonte: Sputnik News

Astrónomos detectam clarões misteriosos no espaço


Um grupo internacional de astrónomos descobriu um fenómeno misterioso na estrela dupla AG Draconis, que está a cerca de 16.000 anos-luz de distância da Terra.

O sistema AG Draconis consiste de duas estrelas: uma gigante vermelha e uma anã branca. Estão a uma grande distância da Terra, por isso é difícil examiná-lo em detalhe, mas alguns dados sobre este sistema são conhecidos. Uma série de clarões anormais, que ocorreram na fase actual de actividade deste sistema, os resultados da observação foram publicados no repositório ar Xiv.

Os cientistas identificaram 36 clarões em 6 fases de actividade desde 1932. Os dados mostram que existem dois tipos de clarões: os "frios", que geralmente ocorrem no início da fase de actividade, e os "quentes", que são menos brilhantes e acontecem mais tarde.

Uma hipótese é que no sistema começam a ocorrer reacções termonucleares quando a velocidade de transferência de matéria de uma estrela para outra excede determinado valor crítico. A fase de actividade geralmente dura de 9 a 15 anos, após a qual ocorre a fase de repouso.

No entanto, em 2015, ocorreu um clarão "quente" no início da fase activa, que se repetiu em 2016, 2017 e 2018. Esta é a primeira alteração na sequência em 130 anos de observação. Os cientistas estimaram que o próximo surto deveria ocorrer na primavera de 2019.

Os cientistas ainda não têm uma resposta exacta sobre o que está relacionado com os clarões em AG Draconis. De acordo com a versão mais aceita, quando a gravidade de uma anã branca pega matéria de uma estrela gigante, forma-se um disco de acreção dessa matéria que envolve a anã branca e que mais tarde cai sobre sua superfície.

fonte: Sputnik News