domingo, 23 de abril de 2017

Fotógrafa flagra suposto OVNI no Centro de Curitiba e intriga internautas


Um Objeto Voador Não Identificado foi flagrado por uma fotógrafa na tarde de terça-feira (18) no Centro de Curitiba. O vídeo intrigou internautas e em apenas um dia já foi visto por mais de 10 mil pessoas. O flagrante aconteceu na Rua Carlos de Carvalho.

"Vi o negócio e filmei, não tava rápido. Acelerou depois", disse Caroline Hecke, que fez a imagem que intriga muitas pessoas. "Não sei se era o caso, mas acreditar que não estamos sozinhos, isso eu acredito", comentou a fotógrafa.

O vídeo dura aproximadamente sete segundos, até que o objeto sai do foco da câmera.


fonte: Massa News

Bola de fogo persegue motoqueiro no Maranhão e policias ainda avistaram o fenómeno


Por volta das 4h da madrugada de quarta-feira (19), um motoqueiro de nome Rivelino chegou aflito no destacamento da PM de Presidente Médici e com um semblante de medo e desespero. Ele disse que, numa estrada vicinal, estava sendo perseguido por uma bola de fogo. Os policiais foram até ao local e ainda olharam a bola flutuando e se afastando.

Rivelino contou que, a princípio, imaginou que eram assaltantes em uma moto, mas logo depois percebeu que era mesmo uma bola enorme de fogo na estrada vicinal que liga o povoado Nova Esperança à BR 316. Quando mais ele acelerava a moto, mas a bola ia se aproximando.

Após ouvirem o relato, o sargento Joan e o soldado Amilson foram até a estrada e olharam a bola a 1km de distância flutuando em meio aos pastos das fazendas e quanto mais eles tentaram se aproximar, mais a bola ia se distanciando e diminuindo de tamanho.


Arqueólogos restauram múmia de 1.100 anos que usava "par de ténis"























Além do calçado, o corpo foi enterrado com uma bolsa, uma faca, um espelho, um pente, uma sela e pedaços de um cavalo inteiro.

Em 2016, arqueólogos descobriram um estranho objeto nos pés de uma múmia, encontrada no topo das Montanhas Altai, na Mongólia, a mais de 2.800 metros: o cadáver usava o que parecia ser um estranho par de ténis Adidas. Mas só parecia.

Na época, sem comentar o curioso achado, o Ministério da Arqueologia da Mongólia se limitou a dizer que "a múmia encontrada mostra que as pessoas daquela época tinham bastante habilidade com ferramentas".

Um ano depois, as respostas para o mistério começam a surgir. A restauração do objeto revelou que, na verdade, os calçados eram um par de botas de feltro de cano alto, listradas com um padrão preto e vermelho, com solas de couro e fivelas decorativas.

"Quando nosso achado se tornou público, as faixas foram confundidas com um tênis Adidas. Nesse sentido, ele é um objeto de estudo interessante para os etnógrafos, especialmente porque o estilo é muito moderno", explicou Galbadrakh Enkhbat, diretor do Centro do Património Cultural da Mongólia, ao jornal The Siberian Times.

Apesar de acharem que a múmia tinha mais de 1500 anos, os arqueólogos descobriram que ela tinha, na verdade, aproximadamente 1.100 anos. Os estudos indicam que se trata do cadáver de uma mulher que morreu por causa de um golpe pesado na cabeça, a julgar pelo trauma no crânio.

Além do "ténis", a mulher foi enterrada com uma bolsa, uma faca, um espelho, um pente, uma sela e pedaços de um cavalo. A equipe ainda planeia realizar novos exames de ADN, mas não existem dúvidas de que se trata da múmia mais fashion já descoberta. 

fonte: Galileu

Réptil antigo recém-descoberto semelhante a um crocodilo pode lançar luz sobre a evolução dos dinossauros





Um “primo” dos dinossauros, bastante parecido com um crocodilo, pode ser o “elo perdido” na caça de novas informações sobre a teoria da evolução.

A nova espécie de réptil, conhecida como Teleocrater rhadinus, tinha cerca de 3 metros de comprimento, uma cauda e um pescoço longos. Ele tinha 4 pernas, parecidas com as de um crocodilo.
O animal andou pela Terra há cerca de 245 milhões de anos, durante o período Triássico, antecedendo os primeiros dinossauros verdadeiros em cerca de 10 milhões de anos.

Ele aparece no registro fóssil após um grande grupo de répteis, conhecidos como arcossauros, que acabaram se dividindo em várias ramificações e finalmente chegaram à forma inicial dos jacarés e crocodilos atuais.

Embora o teleocrater não seja um ancestral direto dos dinossauros, os pesquisadores dizem que ele anula algumas indicações de que as criaturas anteriores a eles eram muito semelhantes aos seus predecessores.

O Dr. Richard Butler, da Universidade de Birmingham, disse: “O teleocrater desafia fundamentalmente nossos modelos sobre a aparência dos parentes próximos dos dinossauros”.

“Os dinossauros foram animais incrivelmente bem-sucedidos. É natural querermos saber de onde eles vieram e como se tornaram tão dominantes”.

“O teleocrater é extremamente emocionante, pois aponta vários erros nas ideias mais conservadoras sobre as origens dos dinossauros”.

Os primeiros exemplares do teleocrater foram descobertos na Tanzânia em 1933. Eles foram estudados por Alan J.Charig, no Museu de História Natural, na década de 50.

Mas Charig morreu antes que pudesse completar seus estudos. Foi Butler quem finalmente reexaminou os espécimes de uma forma mais conclusiva.

Ele disse: “É surpreendente pensar que levou mais de 80 anos para a verdadeira importância científica desses fósseis ser compreendida e publicada”.

O coautor, Professor Paul Barrett, do Museu de História Natural, acrescentou: “Meu colega Alan Charig teria ficado feliz em ver que um dos “seus” animais finalmente se tornou um achado tão interessante, com uma posição tão privilegiada na árvore da vida”.

“Nossa descoberta mostra o valor da manutenção e da reavaliação de coleções históricas: muitas novas descobertas como esta podem ser feitas ao se enxergar as coleções dos museus com novos olhos”.

fonte: Yahoo!

Descobertas pegadas de réptil antecessor dos dinossauros nos Pirineus





Pesquisadores de centros espanhóis descobriram nos Pirenéus um grande número de pegadas de uma espécie desconhecida de réptil que viveu há 247 milhões de anos, antecessor dos crocodilos e dos dinossauros. 

Segundo os especialistas, que publicaram sua descoberta na revista "Plos One", as pegadas são de répteis arcossauromorfos, entre elas de uma nova espécie, Prorotodactylus mesaxonichnus, correspondente a um réptil que viveu nos Pirineus entre 247 e 248 milhões de anos, mas que não seria parente dos dinossauros. 

A descoberta aconteceu dentro das campanhas de campo realizadas desde o ano de 2012 por geólogos, biólogos e paleontólogos da Universidade Autónoma de Barcelona (UAB) e do Instituto Catalão de Paleontologia Miquel Crusafont (ICP), em colaboração com geólogos locais. 

Nestas campanhas foram encontradas perto do Porto do Cantou e de Soriguera (Lérida), mostras dos períodos Permiano e Triássico, com idades compreendidas entre 300 e 200 milhões de anos. 

A descoberta permitiu fazer novos estudos sobre a fauna de vertebrados que viveu durante o Triássico inferior e médio. 

Segundo o pesquisador da UAB Eudald Mujal, este período de tempo foi crucial para a recuperação dos ecossistemas depois da extinção do final do Permiano (há 252 milhões de anos), a mais mortífera da história da Terra, onde se estima que foram extintas cerca de 90% das espécies, superando amplamente a que causou a extinção dos dinossauros. 

Durante o Triássico, a Terra tinha uma configuração muito diferente da atual: todos os continentes estavam unidos em um só, chamado Pangea. 

Neste período geológico, os Pirenéus, situados na região equatorial do planeta, eram formados por um conjunto de pequenas bacias onde se acumulavam sedimentos de origem fluvial que deram lugar a rochas de uma coloração tipicamente avermelhada, muito abundante em diversos lugares dos atuais Pirenéus e da Europa. 

O estudo se baseia na análise de pegadas fósseis (icnitas) que vários grupos de répteis deixaram sobre estes sedimentos, bem como dos ecossistemas onde viveram. 

"As icnitas são fósseis muito efémeros e de difícil conservação, mas graças à técnica fotogramétrica para obter modelos 3D e aos moldes de silicone pudemos identificar e preservar seu registo", detalhou Mujal. 

O estudo das pegadas demonstrou que os arcossauromorfos de tamanhos menores eram dominantes, mas, embora menos abundantes, também havia exemplares de mais de três metros de comprimento. 

Dentre as icnitas descobertas destaca-se a presença de uma forma não descrita até agora, que gerou o estabelecimento de uma nova espécie: a Prorotodactylus mesaxonichnus. 

As icnoespécies são como os pesquisadores classificam as pegadas fósseis (já que se desconhece que animal as produziu) e é equivalente a uma espécie biológica. 

Até agora, o icnogénero (género de pegada fóssil) Prorotodactylus só era conhecida na bacia centro-europeia (Polônia e Alemanha). 

Segundo o pesquisador do ICP Josep Fortuny, "as novas pegadas pirenaicas indicam que estes animais, de aproximadamente meio metro de comprimento, usavam as quatro patas para caminhar, e frequentemente deixavam marcas da fila". 

"De toda forma, algumas pegadas evidenciam uma possível locomoção bípede em momentos pontuais para ir mais rápido. Todas estas características indicam que os autores das pegadas poderiam ser euparkerios, um grupo de arcossauromorfos conhecidos por restos ósseos da mesma idade em Polónia, Rússia, China e África do Sul", detalhou Fortuny.

fonte: Terra

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Descoberto vírus que "torna os seres humanos mais estúpidos"


Um vírus foi descoberto que afecta habilidades cognitivas em pessoas saudáveis

Um vírus que infecta cérebros humanos e nos torna mais estúpidos foi descoberto, de acordo com cientistas nos EUA.

O vírus das algas, nunca antes observado em pessoas saudáveis, foi encontrado e afecta as funções cognitivas, incluindo o processamento visual e consciência espacial. 

Cientistas da Johns Hopkins Medical School e da Universidade de Nebraska tropeçaram na descoberta quando estavam realizando um estudo não relacionado com os micróbios da garganta.

Surpreendentemente, os pesquisadores encontraram ADN na garganta de indivíduos saudáveis ​​que combinavam com o ADN de um vírus conhecido por infectar algas verdes.

O Dr. Robert Yolken, virologista que liderou o estudo original, disse: "Este é um exemplo impressionante mostra que os microrganismos" inócuos "que carregamos podem afectar o comportamento e a cognição.

"Muitas diferenças fisiológicas entre a pessoa A e a pessoa B são codificadas no conjunto de genes que cada um herda dos pais, contudo algumas dessas diferenças são alimentadas pelos vários microorganismos que abrigamos e pela maneira como eles interagem com nossos genes".

Dos 90 participantes do estudo, 40 foram positivos para o vírus das algas. Aqueles que testaram positivo tiveram um desempenho pior em testes projectados para medir a velocidade e a precisão do processamento visual. Eles também obtiveram valores mais baixos nas tarefas destinadas a medir a atenção.

Os corpos dos seres humanos contêm triliões de bactérias, vírus e fungos. A maioria é inofensiva, mas os resultados desta pesquisa mostra que alguns micróbios podem ter um impacto negativo sobre as funções cognitivas, nos indivíduos saudáveis.

As descobertas do estudo foram publicadas nos Actos da Academia Nacional de Ciências.

fonte: Independent

Cientistas criam objeto com 'massa negativa', que desafia as leis da Física


Físicos criaram um fluido com "massa negativa", que acelera em direcção a você quando empurrado.

A descoberta desafia a Segunda Lei de Newton, conhecida como o Princípio Fundamental da Dinâmica, segundo a qual, quando empurrado, o objecto se acelera na mesma direcção que a força aplicada nele.

Mas, em teoria, a matéria pode ter massa negativa, da mesma forma que uma carga eléctrica pode ser positiva ou negativa.

O fenómeno foi descrito na publicação científica Physical Review Letters.

Uma equipe de cientistas, liderada por Peter Engels, da Washington State University (WSU), esfriou átomos de rubídio a uma temperatura pouco acima do zero absoluto (perto de -273ºC), gerando o que é conhecido como Condensado de Bose-Einstein.

Nesse estado da matéria, as partículas se comportam como ondas, se movem de forma extremamente lenta, conforme previsto pela mecânica quântica.

Elas também se sincronizam e se movimentam juntas no que é conhecido como superfluido, que flui sem perder energia.


PHYS REV LETTERS - Físicos criaram um fluido com 'massa negativa', que acelera em direcção a você quando empurrado.

Para criar as condições para a massa negativa, os pesquisadores usaram lasers para captar os átomos de rubídio e empurrá-los para frente e para trás, mudando a forma como eles giram.

Quando os átomos foram libertados da "armadilha do laser", eles se expandiram, revelando massa negativa.

"Com massa negativa, se você empurrar alguma coisa, ela acelera em sua direcção", disse o co-autor Michael Forbes, professor-assistente de Física da WSU.

"Parece que o rubídio se choca contra uma parede invisível".


PHYS REV LETTERS

A técnica poderia ser usada para entender melhor o fenômeno, dizem os pesquisadores.

"Primeiramente, nos chamou atenção o controle que temos sobre a natureza da massa negativa, sem quaisquer complicações", diz Forbes.

Esse controle também fornece aos pesquisadores uma ferramenta para explorar as possíveis relações entre massa negativa e fenómenos observados no cosmos, como estrelas de neutrões, buracos negros e energia escura.

fonte: BBC

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Nova espécie de carnívoro extinto descoberta em fósseis egípcios


Uma nova espécie dos mamíferos carnívoros extintos chamados hienodontes foi descoberta por investigadores norte-americanos através da análise de fósseis egípcios, divulgou a revista PLOS One.

Os autores do trabalho, Matthew Borths, da Universidade de Ohio, e Erik Seiffert, da Universidade da Califórnia, analisaram fósseis egípcios com 34 milhões de anos de uma nova espécie de hienodonte à qual chamaram 'Masrasector nananubis', em homenagem a Anúbis, o deus egípcio associado à vida depois da morte.

Os hienodontes existiram em quase todos os continentes e foram antepassados dos atuais carnívoros. Viveram na Europa, África, Ásia e América do Norte e os afro-árabes são os registos mais antigos e são por isso importantes para a compreensão da evolução da espécie.

A espécie agora divulgada tem uma anatomia craniana singular e os fósseis são os mais completos restos conhecidos do tipo de carnívoro do período Paleogeno (entre 65 milhões e 500 mil anos e 23 milhões e 30 mil anos atrás), incluindo crânios quase completos, mandíbulas e ossos de membros.

Os hienodontes foram os principais predadores em África após a extinção dos dinossauros, disse Matthew Borths, explicando que a pesquisa pode dar outras informações sobre a espécie e mesmo sobre a morte destes parentes afastados dos cães, gatos e hienas.

Baseados na morfologia dos ossos os investigadores concluíram que o animal era muito próximo de uma espécie "hiper-carnívora", foi terrestre (outras espécie de hienodontes andavam nas árvores) e movia-se rapidamente.